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Empreendedorismo – Abra Seu Negócio http://www.abraseunegocio.com.br Seja um empresário de sucesso! Fri, 17 Mar 2023 13:57:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.6.29 Fórmula ponto de equilíbrio: o que é e como calcular cada um dos tipos http://www.abraseunegocio.com.br/2023/03/formula-ponto-de-equilibrio-o-que-e-e-como-calcular-cada-um-dos-tipos/ Fri, 17 Mar 2023 11:35:52 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=31471 cursos-online

A fórmula ponto de equilíbrio é um cálculo que todo empreendedor deve conhecer e fazer. É ela que identifica o faturamento mínimo, ou o mínimo de produtos que será necessário vender, para que a empresa possua fundos suficientes para cobrir todos seus custos e despesas, tanto fixos quanto variáveis, e para não haver prejuízos. É a partir desse ponto, quando o dinheiro que entrou foi usado para pagar todas as despesas – ou seja, o lucro e o prejuízo estarão na “estaca zero” –, que a empresa finalmente começará a gerar lucro. Para chegar à fórmula ponto de equilíbrio, basta dividir os custos fixos pela margem de contribuição e então multiplicar por 100 para achar a porcentagem.


Da mesma forma como o sonho de qualquer empreendedor é ter uma empresa que lhe traga lucros (e, consequentemente, sucesso), o pesadelo é exatamente o contrário: ter tanto prejuízo a ponto de ter que fechar as portas de seu negócio.

Para que isso não aconteça, é necessário muito planejamento e uma boa gestão financeira. Mas, além disso, é preciso também fazer alguns cálculos específicos para se certificar de que sua empresa está dentro da média em questão à lucratividade e que irá atingir uma boa margem de lucro.

Um desses cálculos – e provavelmente o principal e mais essencial de todos – é a fórmula ponto de equilíbrio. É através dela que se identifica o valor mínimo que sua empresa irá precisar lucrar para que não haja prejuízo.

Entenda exatamente o que é a fórmula ponto de equilíbrio e como calculá-la!

O que é ponto de equilíbrio

Assim como seu próprio nome sugere, o ponto de equilíbrio é o ponto em que tanto as despesas da empresa, sejam elas fixas ou variáveis, e suas receitas totais (ou seja, o tanto que lucrou) fica em total equilíbrio, uma vez que ambos o lucro e o prejuízo estarão no “zero”. Isso significa que, após pagar todas as despesas e não ter mais prejuízo, é quando você sabe o quanto irá lucrar.

Os empreendedores iniciantes podem achar isso estranho, pois, ao abrir uma empresa, o grande objetivo é ter o máximo de lucro possível. No entanto, a fórmula ponto de equilíbrio não significa que não haverá lucro e, sim, que para não ter prejuízos – ou seja, ficar no negativo – é necessário, no mínimo, lucrar o suficiente para cobrir todas as despesas administrativas.

Assim, se você lucrar o suficiente de modo a nunca deixar de pagar cada despesa que a empresa possuir, pelo menos ela nunca irá à falência. A partir daí, ao definir onde acabam seus prejuízos, é que você saberá onde começa sua lucratividade.

Para entender melhor, despesas e custos fixos são os tipos de gastos que continuam sempre os mesmos independentemente do volume de produção. Algumas das principais delas são:

  • Aluguel;
  • IPTU;
  • Impostos;
  • Salários de funcionários;
  • Serviços de contador, advogados, de segurança, etc.;
  • Materiais como de limpeza, de escritório, etc.

Já os custos e despesas administrativas variáveis (que podem variar dependendo do volume de demanda e produção) são:

  • Produção e mão de obra;
  • Matéria-prima;
  • Comissões sobre vendas;
  • Incidentes ou acidentes na produção;
  • Multas por atraso ou outras.

Outro ponto que vale a pena ressaltar é que custos são diferentes de despesas. Os custos estão ligados diretamente à produção (matéria-prima, mão de obra, etc.) e as despesas estão relacionadas à manutenção da empresa (aluguel, materiais de limpeza, contas de luz, água, etc.).

Ou seja, o empreendedor terá que estabelecer e separar um valor mínimo de todo o seu lucro e usá-lo para pagar essas despesas citadas acima. Se não houver lucro suficiente para cobrir tudo isso, consequentemente, a empresa ou ficará no negativo, ou terá que usar lucros “futuros” das próximas vendas, mas, de qualquer forma, irá arcar com prejuízos.

No entanto, se houver uma quantia mais que suficiente de lucros, a empresa poderá pagar todas essas despesas, não ter mais nenhum prejuízo e ainda sobrará – essa “sobra” será o lucro, ou a receita total. Aliás, há um termo para essa quantia que sobra: a margem de contribuição.

A margem de contribuição é importante na fórmula ponto de equilíbrio, pois indica justamente se a receita total da empresa será suficiente para cobrir as despesas e, ainda assim, gerar lucros. Para calcular a margem de contribuição, é necessário subtrair da quantia da receita os custos variáveis. O resultado desse cálculo é usado na fórmula ponto de equilíbrio.

A fórmula ponto de equilíbrio contábil

Entre todos os tipos de fórmula ponto de equilíbrio, a fórmula ponto de equilíbrio contábil é a mais simples e usada, pois, com ela, basta ter uma receita suficiente para cobrir todos os custos e despesas fixas, tendo ambos lucro e prejuízo “zerados”.

Desta forma, o cálculo da fórmula ponto de equilíbrio contábil também é muito simples:

Ponto de equilíbrio contábil = Custos e despesas fixas ÷ Margem de contribuição

Lembrando que, para chegar à margem de contribuição, basta fazer o cálculo: Receita – Custos e despesas variáveis.

A fórmula ponto de equilíbrio financeiro

É parecida com a fórmula de equilíbrio contábil, sendo que a única diferença é que, no cálculo, não é incluso nos custos e despesas fixas as depreciações e outros tipos de despesas que não requerem desembolsos, como, por exemplo, desvalorização de imóveis ou investimentos.

Para que você possa entender melhor, a depreciação pode ser inclusa como um custo, pois em casos onde o ativo (ou seja, bens ou patrimônio de um indivíduo) costumava valer R$10 mil, mas baixou para R$7 mil, os R$3 mil “perdidos” acabam sendo considerados como um custo da empresa. No entanto, com o ponto de equilíbrio financeiro, isso não acontece.

Por isso, a fórmula ponto de equilíbrio financeiro é a seguinte:

Ponto de equilíbrio financeiro = Custos e despesas não desembolsáveis ÷ Margem de contribuição

A fórmula ponto de equilíbrio econômico

Finalmente, o último tipo de fórmula ponto de equilíbrio é o ponto de equilíbrio econômico, que serve para indicar uma receita que não só cobre todos os custos e despesas fixas, mas também garante um lucro mínimo que você deseja atingir. Portanto, é diferente das outras fórmulas por isso – não indica apenas a receita suficiente para ter o lucro e o prejuízo “zerados”.

A fórmula ponto de equilíbrio econômico é:

Ponto de equilíbrio econômico = Custos e despesas fixas + Lucro mínimo ÷ Margem de contribuição

Como calcular o ponto de equilíbrio

Assim como vimos acima com as diferentes fórmulas e pontos de equilíbrio, há três formas de calcular o ponto de equilíbrio. No entanto, em todos esses casos, existem fatores indispensáveis, como os custos e despesas fixas e a margem de contribuição. Então, para calcular o ponto de equilíbrio da empresa, basta usar essa mesma fórmula simples:

Custos e despesas fixas ÷ Margem de contribuição = Ponto de equilíbrio

No entanto, para chegar a essa fórmula ponto de equilíbrio, será necessário antes fazer outros cálculos.

Primeiramente, deve-se somar todos os custos e despesas fixas para chegar a um valor total; em seguida, soma-se também os custos e despesas variáveis para poder calcular a margem de contribuição através da fórmula mencionada anteriormente (Receita – Custos e despesas variáveis).

Por exemplo, digamos que sua empresa irá vender produtos pelo valor de R$20 por unidade (ou seja, a receita do produto/unidade), mas os custos e despesas fixas são de R$3 mil por mês (esse valor pode incluir aluguel, salários, etc.), e os custos e despesas variáveis (como matéria-prima e mão de obra) são de R$10 por unidade.

Isso significa que a margem de contribuição será de R$10 (R$20 da receita – R$10 de despesas e custos variáveis). A partir disso, é possível calcular o ponto de equilíbrio, que deve resultar em 300 unidades (R$3 mil de custos e despesas fixas ÷ R$10 da margem de contribuição). Ou seja, a empresa terá que vender 300 unidades desses produtos para atingir seu ponto de equilíbrio e não ter nenhum prejuízo.

Porém é importante ter um apoio personalizado para que você tenha assertividade e agilidade na identificação do ponto de equilíbrio do seu negócio. E para isso você pode contar com o Contabilizei Experts, um serviço dedicado e especialista em gestão de rotinas administrativas, contábeis e principalmente financeiras. Através do Contabilizei Experts você terá a informação no momento certo, sem precisar calcular, por exemplo.

Como aplicar a fórmula ponto de equilíbrio

Para resumir, vimos que o ponto de equilíbrio é necessário para que seja possível “igualar” suas receitas com os custos e despesas fixas para que não haja prejuízos ou, pelo menos, diminua os riscos de prejuízo para a empresa.

No entanto, para aplicar a fórmula ponto de equilíbrio, deve-se usar a porcentagem da margem de contribuição (basta multiplicar o resultado por 100). Desta forma, o empreendedor sabe, em termos mais realistas, como administrar as finanças de sua empresa, se deve diminuir ou aumentar os preços de seus produtos/serviços e ter uma boa gestão financeira.

Por exemplo, se você vende um produto por R$15, mas gasta R$10 para produzi-lo, sua margem de contribuição será de R$5. Ou seja, R$5 dessa margem ÷ R$15 da receita do produto = R$0,33 x 100 para achar a porcentagem = 33% do valor de venda.

Agora, se a empresa que vende esses produtos acaba gastando, no total, R$50 mil por ano para produzi-los e para continuar suas operações, e tem essa margem de contribuição de 33%, quer dizer que o ponto de equilíbrio dessa empresa é de aproximadamente R$151 mil.

Para chegar a esse valor, basta fazer o cálculo:

R$50.000,00 dos custos e despesas fixas ÷ pelos 0,33 (ou seja, 33%) da margem de contribuição. O resultado exato será de R$151.515,15.

O que isso significa é que, para não ter nenhum prejuízo, a receita bruta anual de sua empresa deverá ser igual ou maior que esse valor.

A importância da fórmula ponto de equilíbrio na gestão financeira

No fim das contas, cálculos, porcentagens e um monte de números não importam se você não souber como aplicar tudo isso à sua empresa de forma rentável e saudável. Para atingir esse nível de sucesso, é imprescindível que você tenha uma boa gestão financeira.

Para isso, a fórmula ponto de equilíbrio ajuda de muitas maneiras a empresa. Por exemplo, ela é o principal indicador do quanto a empresa terá que vender para não ter prejuízos e, assim, pode auxiliar o empreendedor a enxergar se haverá necessidade de redução ou aumento de custos e identificar a capacidade de produção de sua empresa.

Além disso, ela também representa o nível de risco da empresa, pois quanto menor for o ponto de equilíbrio, menos arriscado é o negócio. Isso significa ainda que esse negócio poderá ter mais competitividade no mercado e, consequentemente, maior rentabilidade.

Para alcançar exatamente isso com a fórmula ponto de equilíbrio e ter uma gestão financeira de qualidade, opte, se possível (ou se necessário), pelas reduções do custo do produto e dos custos e despesas fixas da empresa, para que possa aumentar a margem de lucro das vendas. Tudo isso faz com que o ponto de equilíbrio diminua, mantendo o mesmo valor do produto.

Desta forma, você poderá cobrir todos os custos e despesas da empresa e ao invés de deixar o lucro e o prejuízo “zerados”, você apenas eliminará os prejuízos e começará a gerar lucro – um objetivo que todos os empreendedores desejam alcançar.

Com essas informações, ficou claro que a fórmula ponto de equilíbrio é essencial para todas as empresas identificarem como cobrir todos seus gastos de forma a não restar nenhum prejuízo, poder continuar operando e, então, começar a lucrar. Ou seja, é a partir do ponto de equilíbrio que é possível identificar se sua empresa estará na zona de prejuízo ou na zona de lucratividade.

Gostaria de apoio com a gestão financeira do seu negócio?

Nós sabemos que é muito comum na vida de um empreendedor, autônomo ou profissional liberal ter que se desdobrar para cuidar não só de seus clientes mas também de todas as rotinas financeiras, contábeis e administrativas necessárias para garantir uma boa gestão do seu negócio. Foi por esse motivo que a Contabilizei criou uma nova solução visando ajudar os profissionais e empresários a ganharem mais tempo e garantir a boa gestão do seu negócio.

Através da nossa nova solução Contabilizei Experts, você terá um Assessor Financeiro Especialista em seu segmento para cuidar das suas rotinas administrativas e financeiras! Terceirize as principais rotinas administrativas e financeiras e deixe com os Experts da Contabilizei desde fluxo de caixa até a gestão de contas a pagar e receber. É mais tempo para você e seu negócio Saiba mais

 

Fontes:
Texto: www.contabilizei.com.br
(Por )
Foto: Divulgação

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Quais são os tipos de regime tributário e como escolher o ideal? http://www.abraseunegocio.com.br/2023/03/quais-sao-os-tipos-de-regime-tributario-e-como-escolher-o-ideal/ Thu, 16 Mar 2023 13:58:24 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=31475 cursos-online

Sobre o que estamos falando?

  • Definir o regime tributário certo para o seu negócio é indispensável, seja para evitar irregularidades ou mesmo para não pagar mais impostos que o necessário;
  • Enquanto o Simples Nacional possui a carga tributária mais baixa e menos complexa, o Lucro Presumido tem alíquotas incidentes sobre valores fixos. Já o Lucro Real é baseado nos ganhos reais do negócio no período de apuração;
  • A Conta Azul agrega mais segurança e vantagens para o enquadramento, com um sistema que organiza e automatiza todos os processos e rotinas ligadas aos impostos.

Você já sabe qual é o regime tributário mais adequado para a sua empresa?

Todo empreendedor sabe que precisa ficar em dia com as cobranças do governo para não ter dores de cabeça. Seja para evitar multas, ilegalidades ou até problemas na imagem do negócio, os impostos precisam estar sempre em dia.

O problema é que nem sempre é fácil manter tudo sob controle. Para você ter ideia, 86% das empresas brasileiras têm pelo menos uma irregularidade fiscal ou tributária, segundo dados da FGV publicados no portal do Senado. 

Ou seja, é indispensável saber bem como os impostos e os regimes de tributação funcionam e quais são as suas principais obrigações. Afinal, é o funcionamento do seu negócio que está em jogo.

Sabendo disso, preparamos este conteúdo para esclarecer os detalhes mais importantes sobre o assunto. Nos seguintes tópicos você vai conhecer as particularidades de cada tipo de regime tributário, como escolher o modelo certo e quais as melhores ferramentas para facilitar os seus controles:

  • Quais são os tipos de regime tributário
  • Como escolher o modelo de regime tributário ideal
  • Configurando seu regime tributário com a Conta Azul
  • A Conta Azul facilita a gestão fiscal e tributária para você

Quais são os tipos de regime tributário

Como você já deve saber, o regime tributário é o que define como será a cobrança de impostos de uma empresa.

Ele é estabelecido com base em alguns fatores específicos. Isso inclui o montante de arrecadação do negócio, o tipo de atividade que ele exerce, o porte, etc.

Atualmente, os regimes de tributação mais adotados no Brasil incluem o Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Veja como cada um deles funciona:

Simples Nacional

Podemos dizer que o Simples Nacional é o regime tributário mais vantajoso para as empresas que conseguem se enquadrar nele.

Isso porque o modelo garante alíquotas menores e também simplifica a agenda tributária do empreendedor.

Nele, 8 tributos são reunidos:

  • PIS;
  • IPI;
  • Cofins;
  • CSLL;
  • ICMS;
  • ISS;
  • Imposto de Renda de pessoa jurídica;
  • E, eventualmente, o INSS patronal.

Para aderir ao Simples, é necessário cumprir algumas obrigações. As principais são:

  • Ter faturamento anual de até R$4,8 milhões;
  • Controlar o livro caixa e o livro razão e fazer o envio da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN) e Sintegra/SPED;
  • Não é possível se creditar de impostos na entrada de mercadorias;
  • Não destaca impostos da NF-e, com exceção de casos específicos da legislação (CSOSN 101, 201, 900).

Dentro deste regime tributário, os trabalhadores autônomos ainda podem trabalhar como Microempreendedores Individuais (MEIs).

Nesses casos, uma única guia de recolhimento, chamada de DAS, deve ser usada para cumprir as obrigações de impostos mensalmente.

Para isso, o limite de faturamento é de até R$ 81.000,00. Também é vedada a participação do empreendedor em outra empresa como titular ou sócio. Quem opta pelo MEI ainda pode ter um empregado que receba o piso da categoria ou salário mínimo.

As atividades permitidas são definidas pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN, Anexo XIII da Resolução CGSN n. 94/2011) e podem ser conferidas neste link dentro do portal do Governo Federal.

Lucro Presumido

Qualquer empresa com faturamento anual que não ultrapasse R$ 78 milhões pode se enquadrar no Lucro Presumido.

Neste regime tributário, também há a simplificação dos impostos. São apurados o CSLL e o IRPJ, pagos trimestralmente.

incidência dos tributos é baseada em valores definidos pela Receita Federal. No Imposto de Renda, as alíquotas são de 15% ou 25% sobre o faturamento. Já no CSLL, são de 9%.

Além do limite de faturamento, as obrigações do Lucro Presumido também incluem:

  • Envio do SPED ICMS-IPI, PIS-Cofins;
  • Possibilidade de crédito somente de cms (e, quando for o caso, IPI).

Lucro Real

Por fim, o Lucro Real é aquele onde a apuração é feita sobre os lucros que a empresa teve de fato.

Ou seja, o cálculo é feito sobre a soma das receitas subtraídas dos custos e das despesas (que é o que determina o lucro “real” do período de apuração).

O cálculo pode ser trimestral ou anual. Além disso, as alíquotas são as mesmas do regime tributário anterior (15% ou 25% IRPF sobre o faturamento e 9% CSLL sobre faturamento).

Inclusive, qualquer tipo de empresa pode optar pelo Lucro Real. Contudo, há a exigência de enquadramento quando o faturamento anual for maior que R$ 78 milhões.

Somado a isso, as obrigações da categoria incluem:

  • Envio do SPED Icms-IPI, ECD, Pis-Cofins Contábil, e-Social, entre outras obrigações;
  • Possibilidade de crédito de Icms, Cofins, Pis (e, quando for o caso, IPI).

Como escolher o modelo de regime tributário ideal

Saber como optar pelo modelo de tributação mais adequado é indispensável. Afinal, isso evita irregularidades e até que você pague impostos desnecessários e gaste mais do que poderia.

Como você pôde ver acima, o único regime tributário que aceita o enquadramento de qualquer tipo de empresa é o Lucro Real.

Contudo, apesar da abrangência, essa é justamente a opção que tem a tributação mais complexa.

Para simplificar sua agenda tributária, é preciso atenção. Afinal, existem algumas restrições para fazer parte do Lucro Presumido e muitas outras para desfrutar dos benefícios do Simples Nacional.

Seja para abrir as portas do seu negócio ou mesmo para alterar o seu modo de tributação, é indispensável ter atenção a diversos fatores.

Vale citar que isso vai muito além das obrigações que apresentamos para você nos regimes de tributação mencionados no item anterior.

Afinal, diversos aspectos podem definir qual é a opção mais vantajosa e segura para o caso da sua empresa.

Antes de tudo, você precisa ter um controle completo e compreender cada detalhe sobre a sua realidade fiscal e tributária.

A resposta para essa demanda está nos melhores ERPs da área, como é o caso do sistema Conta Azul.

Mais que simplificar toda a gestão do seu negócio e agregar tudo o que você precisa para lidar com seu regime tributário, ele também integra as informações com a contabilidade.

Ou seja, de forma simples, prática e intuitiva, você garante mais domínio sobre a sua situação legal e ainda facilita a comunicação sempre que precisar do apoio do profissional contábil de confiança.

Nos próximos itens, vamos explicar melhor quais são as vantagens de contar com a Conta Azul e como você pode configurar o seu regime tributário dentro da plataforma.

Configurando seu regime tributário com a Conta Azul

Antes de nos aprofundarmos nos benefícios que a Conta Azul pode agregar à sua gestão, queremos mostrar como é fácil configurar o seu regime tributário no sistema.

Primeiro, é só acessar o símbolo de engrenagem que fica no canto superior direito da plataforma. Feito isso, siga as etapas:

  • Clique em “Dados da empresa”;
  • Na tela que será aberta, selecione se você é optante ou não do Simples Nacional;
  • Para isso, é só escolher “Sim” se você for do Simples ou SIMEI;
  • Caso você se enquadre no Lucro Real ou Presumido, clique em “Não”.

Com as alterações realizadas, a principal diferença no sistema será os campos utilizados para a tributação. Isso inclui a situação tributária, PIS, ICMS e Cofins. No caso do Lucro Real e Lucro Presumido, por exemplo, os campos habilitados para você preencher serão os mesmos.

Mas afinal, quais diferenciais a Conta Azul garante para gerir seu regime tributário? Confira logo abaixo.

A Conta Azul facilita a gestão fiscal e tributária para você!

Agora que você já sabe a média que cada empresa paga de impostos, quais as obrigações de cada regime e quais os cuidados para escolher a opção ideal, vamos às possibilidades oferecidas pela Conta Azul.

Depois de fazer a configuração rápida que explicamos acima, você já pode contar com o melhor sistema para organizar e automatizar seus impostos.

Feita a definição do regime tributário no emissor de notas fiscais, a rotina do seu negócio é simplificada e pode ser gerida com poucos cliques.

Para facilitar a gestão financeira e os seus processos comerciais, todas as notas emitidas são automaticamente integradas às contas a receber e ao seu financeiro.

Além disso, caso a sua empresa deixe de se enquadrar no Simples Nacional, por exemplo, o sistema envia um alerta imediatamente. Dessa forma, você pode checar a sua situação em tempo real e evitar qualquer tipo de inconformidade.

A melhor parte é que você pode integrar tudo com a contabilidade. Ao facilitar o compartilhamento de dados, todos os cálculos e apurações se tornam mais eficientes, assim como seu planejamento tributário, escrituração e outras demandas essenciais.

Que tal experimentar os diferenciais da Conta Azul na prática e descobrir por que somos a melhor solução para simplificar a gestão do seu negócio?

Clique aqui e teste grátis a Conta Azul!

 

Fontes:
Texto: blog.contaazul.com
(Por Equipe da Conta Azul)
Foto: Divulgação

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Descubra como abrir um negócio com pouco dinheiro (e muito esforço!) http://www.abraseunegocio.com.br/2023/03/descubra-como-abrir-um-negocio-com-pouco-dinheiro-e-muito-esforco/ Wed, 15 Mar 2023 12:05:49 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=31468 cursos-online

Sobre o que estamos falando?

  • O primeiro passo para quem sonha em abrir seu próprio negócio é buscar capacitação para encarar esse desafio. Conhecimento é essencial para começar qualquer novo projeto;
  • Mesmo com baixo investimento, é possível sim tirar os planos do papel, começando por exemplo, no regime de MEI;
  • Além disso, você não precisa ter um espaço para começar a trabalhar de fato. Existem pessoas que iniciaram trabalhando de casa e conquistaram ótimos resultados, sem grandes custos extras;
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Quer abrir um negócio, mas não sabe se tem dinheiro suficiente para empreender? Veja nosso GUIA COMPLETO para decolar.

Abrir um negócio com pouco dinheiro não é uma tarefa fácil.

Quem já tentou empreender sabe: abrir um negócio não é fácil nem com muito dinheiro.

Além dos recursos financeiros, são necessários planejamento estratégico, pessoas capacitadas, controle de custos, senso de oportunidade, pesquisa de mercado, perseverança, paciência e muito, muito mais.

Mas calma: há ótimos motivos para tirar a empresa do papel e enfrentar todos esses obstáculos.

No centro de todos eles, está a independência. Quem empreende assume a responsabilidade pelos caminhos do negócio, e isso vai definir também a sua jornada pessoal.

Ter o controle das ações significa que o seu tempo é investimento, e cada hora aplicada na empresa pode se transformar, mais tarde, em dinheiro e prosperidade.

Abrir um negócio significa, portanto, encarar uma estrada longa e cheia de barreiras, mas que reserva sorrisos e sucesso para quem chega até o seu destino.

E como fazer isso? Como tirar a empresa do papel sem um investimento gigante ou sem dispor de todos os recursos?

É o que vamos descobrir em seguida.

Neste artigo, você vai tirar suas dúvidas e entender mais sobre os seguintes tópicos:

Ficou interessado? Quer dar o primeiro passo agora mesmo? Então siga a leitura.

É possível abrir um negócio com pouco dinheiro?

Montar uma empresa com baixo investimento é difícil. Mas isso não impede que muitos brasileiros tirem suas ideias do papel e encarem esse desafio.

Na verdade, o Brasil é um dos países mais empreendedores do mundo. De acordo com o estudo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), de 2017, produzido em parceria com o Sebrae, 36 em cada 100 brasileiros adultos são empreendedores.

E o potencial é ainda maior: 84% das pessoas têm uma atitude favorável ao empreendedorismo e 59% se imaginam abrindo o próprio negócio. Esses dados fazem parte da pesquisa Amway Global Entrepreneurship Report (AGER).

Mas esse otimismo nem sempre dá certo. Conforme pesquisa de 2016 do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), apenas 23,4% dos negócios sobrevivem depois de dois anos de funcionamento.

Esse mesmo estudo ainda traz outra conclusão importante: uma das principais causas de falência é a falta de planejamento e conhecimento sobre gestão.

Por isso, o primeiro passo para quem quer abrir um negócio, com ou sem dinheiro, é justamente se capacitar ao máximo para encarar esse desafio. Essa etapa, de busca de conhecimento, é a mais importante.

Na prática, ela precede inclusive a preocupação com o dinheiro. Até porque abrir um negócio não precisa ser tão caro assim. A seguir, vamos descobrir dois caminhos para montar uma empresa com baixo investimento.

Como abrir um negócio MEI

O regime tributário de Microempreendedor Individual (MEI) facilita a vida de quem quer dar os primeiros passos nessa aventura. Nesse caso, o custo de abertura é zero, e a manutenção da empresa exige pagamento de tributação de, no máximo, R$ 53,70 por mês.

Esse regime tributário pode ser utilizado por qualquer um que se enquadre nestas exigências, consultadas no Portal do Empreendedor:

  • Fature, no máximo, R$ 81.000,00 por ano
  • Não seja sócio, administrador ou titular de outra empresa
  • Contrate, no máximo, um empregado
  • Exerça uma atividade econômica permitida pelo Anexo XI, da Resolução CGSN nº 140, de 2018,o qual relaciona todas as atividades permitidas ao MEI.

E será que você se enquadra em uma das atividades que o Microempreendedor Individual pode exercer? Para descobrir, você deve analisar a resolução mencionada no link acima e procurar a ocupação no anexo XI.

Veja alguns exemplos de ocupações permitidas ao MEI:

  • Artesão de bijuterias independente
  • Comerciante de artigos de bebê independente
  • Editor de revistas independente
  • Instrutor de idiomas independente
  • Fotógrafo independente
  • Montador de móveis independente
  • Sorveteiro ambulante independente
  • Tecelão de algodão independente
  • Técnico de manutenção de computadores independente.

Como abrir um negócio home office

Além de adotar o MEI como regime tributário, o empreendedor que não dispõe de muitos recursos deve considerar a possibilidade de criar seu negócio em casa, em um trabalho home office. Dessa maneira, você elimina um dos principais custos fixos de manutenção de uma nova empresa, que é o aluguel e todas as contas associadas à locação de um espaço físico.

Trabalhando em casa, você economiza ainda em outras contas, como alimentação, transporte e, possivelmente, telefonia e internet. Esse início enxuto não significa que você não possa crescer e adotar um novo local de trabalho em breve, mas resulta em um princípio de racionalização total dos gastos. E para quem está começando, essa deve ser uma das principais preocupações.

Para colocar em prática esse plano, tudo depende do tipo de negócio que você planeja montar, claro. Se for um serviço que envolva a internet, por exemplo, você pode estruturar um espaço de trabalho no escritório ou em um quarto da casa. Basta, então, contar com um computador, acesso à WEB, luz, uma mesa e uma cadeira. Dá para ficar mais barato do que isso?

Esse mesmo sistema também vale para quem pretende abrir uma empresa que venda ou produza determinado tipo de produto, como os já citados artesão de bijuterias e comerciante de artigos de bebê. Nesses dois casos, o espaço não precisa ser grande, e a maior ferramenta de divulgação deverá ser a internet.

Além de criar do zero o seu negócio, também vale a pena considerar a possibilidade de investir em uma franquia home office. Esse tipo de trabalho já vem com um plano de negócios devidamente estruturado e tende a oferecer menor margem de erro para quem conta com pouca experiência de gestão e administração de empresas.

Viu como é possível dar os primeiros passos sem se endividar ou passar aperto? Mas é possível aprofundar melhor esse planejamento. E, por isso, preparamos um guia completo a seguir, que vai tirar mais dúvidas e colocá-lo na rota do sucesso.

Como abrir um negócio: além do home office

Se você quer voar mais alto agora mesmo e seu plano de negócios não cabe em um home office, é bom se preparar e buscar ainda mais informações antes de partir para o mercado.

Veja algumas dicas importantes:

Procure o Sebrae

Sebrae é o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Trata-se de uma fonte muito interessante de informações e apoio aos empreendedores iniciantes.

Um dos serviços oferecidos é o programa Começar Bem, criado para auxiliar empresários que têm uma ideia de negócio e desejam tirá-la do papel. O objetivo do projeto é oferecer conhecimentos e técnicas essenciais para iniciar e desenvolver uma empresa competitiva e lucrativa.

 

Um dos cursos disponíveis e gratuitos dentro desse projeto é o Iniciando um pequeno grande negócio, que vale a pena para quem deseja entrar de cabeça nesse universo. Nas aulas online, você encontra excelentes informações sobre os seguintes temas:

  • Identificando Oportunidades de Forma Empreendedora
  • Definindo o Segmento de Mercado
  • Pesquisando o Mercado Consumidor
  • Desenvolvendo as Características dos Produtos e Serviços
  • A empresa como um processo
  • Análise Financeira: O que é e para que serve?
  • A Importância do Planejamento
  • O Plano de Negócio como um Processo.

Valide a sua ideia

Antes de mais nada, você precisa saber se sua ideia é realmente válida, pesando prós, contras e viabilidade, para saber se o negócio poderá dar retorno.

Mas atenção: para isso, não adianta simplesmente perguntar a opinião de amigos e parentes, porque eles obviamente tendem a ser parciais e farão de tudo para ajudá-lo nesse começo de caminhada.

Desse modo, a melhor maneira de saber de verdade se sua proposta é viável ou não é procurar outros empreendedores, de preferência que tenham mais experiência, ou até mesmo clientes em potencial. Além disso, pesquise com profundidade o mercado do seu produto ou serviço e tente entender como você vai se diferenciar de cada um deles.

Uma ferramenta útil na fase de pré-implementação de um empreendimento é o modelo de negócios. Quando uma ideia é testada de acordo com parâmetros quantitativos e de mercado, as chances de erro são reduzidas. Essa é uma das maneiras de se garantir que a empresa vai se manter sustentável e com as contas equilibradas.

Nesse momento de decisão, vale a pena conhecer algumas ideias de negócio que estão em alta, muitas delas com baixo investimento necessário.

Procure um mentor

Supondo aqui que você comprovou que sua ideia é mesmo válida, passe para a busca de um mentor. O auxílio é importantíssimo como suporte no princípio da jornada empreendedora para que você tenha alguém que dê feedbacks relevantes e faça críticas construtivas, evitando tropeçar e gerar mais gastos desnecessariamente.

E se esse mentor atuar na mesma área da futura empresa, ainda melhor.

Contrate um contador

contador é um personagem essencial nessa história.

Ele vai ajudar não apenas a encontrar o melhor enquadramento tributário e tipo de empresa, mas também a viabilizar financeiramente o seu negócio.

Esse profissional tem condições de auxiliar em temas como controle financeiro, gestão de estoque, fluxo de caixa, capital de giro e muito mais.

Depois, na hora de expandir ou cortar custos, também vale recorrer a ele.

Formalize a abertura do negócio

Para tirar o negócio do papel, você precisa conhecer as etapas e prazos para abrir uma empresa.

Existe uma série de procedimentos a serem cumpridos no início e no decorrer de suas atividades.

Confira um checklist básico:

  1. Procure a prefeitura
  2. Busque pendências
  3. Verifique a viabilidade
  4. Confira nome e marca
  5. Obtenha o CNPJ
  6. Apresente a documentação.

Para tirar suas dúvidas sobre os passos acima, confira os detalhes neste post.

Em todos esses processos, você deve recorrer ao contador, que poderá auxiliá-lo a obter a documentação, a preencher as requisições e a cumprir todas as formalidades e exigências legais.

Lembre-se disso logo no início dessa jornada, pois os erros costumam custar caro.

Projete o investimento inicial

Além das formalidades, o dono do negócio deve garantir um montante que servirá como capital inicial.

Esse valor será necessário para cobrir todas as despesas resultantes da implementação de um novo negócio.

Definido o quanto será investido inicialmente, é recomendável, antes de começar a operar, que se separe um valor que servirá como capital de giro. Um simples cálculo ajuda a ter uma noção do valor a ser estipulado como necessário para o giro.

Depois, a equação “Valor das Contas a Receber” + “Valor em Estoque” – “Valor das Contas a Pagar” oferece um norte a seguir, mas não exime o dono do negócio de realizar outros cálculos e ajustes.

Conheça os tipos de financiamento

Caso você não disponha do valor necessário para abrir o negócio, vai ter que recorrer a algum tipo de financiamento ou empréstimo. Para isso, antes de tudo, você deve ter o modelo de negócios devidamente estruturado.

Você precisa saber quanto terá que investir para tirar a empresa do papel e para mantê-la funcionando por tempo suficiente antes de ela gerar faturamento para as operações.

Depois disso, é hora de encontrar caminhos para obter o dinheiro.

  • Bancos comerciais: podem oferecer diferentes linhas de financiamento, mas é necessário tomar cuidado com os juros
  • Cooperativas: algumas delas têm financiamentos mais em conta, dependendo do tipo de negócio
  • Linhas de crédito especiais: BNDES tem uma linha chamada de microcrédito, que pode ser interessante para pequenas empresas
  • Investidores-anjo: esses empresários podem oferecer o dinheiro para abrir o negócio, desde que gostem da ideia e acreditem no potencial de valorização da empresa
  • Aplicativos de fintechs: algumas startups estão começando a intermediar empréstimos de pessoas físicas para empresas com bons modelos de negócio
  • Parentes e amigos: essas linhas de apoio podem cobrar barato o financiamento. Dependendo do montante necessário, pode ser interessante para os dois lados
  • Sócios: uma maneira de obter dinheiro para abrir o negócio é encontrar sócios que acreditam no negócio e estão dispostos a embarcar nessa jornada junto com você.

Também é importante salientar que, se você não dispuser de muito dinheiro, talvez seja bom pensar em negócios que exijam investimentos menores. Há uma série de possibilidades que envolvem home office, por exemplo, um modelo de trabalho que dispensa a locação de uma sala comercial.

Defina o seu público

Definir seu público-alvo e elaborar estratégias para atraí-lo é simplesmente essencial. Saber quem são seus clientes e como chegar até eles é um passo primordial rumo ao sucesso do negócio.

Então observe bem mais de perto seus primeiros clientes, que servirão como referência para a avaliação sobre a necessidade de mudanças, buscando sempre superar as expectativas dos consumidores e melhorar o rendimento do negócio sem necessariamente investir mais do que pode.

Analise com cuidado o marketing

Antes de começar a divulgar seu produto ou serviço, faça uma boa pesquisa das melhores maneiras de atingir o seu público-alvo. Cada real gasto deve ser monitorado para que você entenda qual é o seu custo de captação de clientes e o retorno que você terá sobre o investimento em marketing.

Nesse sentido, vale a pena priorizar, se possível, estratégias digitais, que permitem uma análise mais aprofundada dos resultados. Em mídias convencionais, é mais difícil mensurar o retorno.

Por isso, invista em redes sociais, blogs e e-mail marketing, que têm custos mais baixos e visibilidade no curto prazo.

Terceirize serviços não essenciais

É importante não ter tanta pressa para contratar funcionários para trabalharem em tempo integral. Que tal terceirizar aquelas funções que não são o cerne do seu negócio?

Se você vende produtos, será que não pode criar uma parceria com uma empresa de entregas, em vez de comprar veículos e contratar funcionários para o transporte?

Esse tipo de medida ajuda a aliviar os custos fixos, que não dependem do faturamento. Ou seja, se em um mês você vender menos, poderá gastar menos com a empresa de entregas.

Conte com um sócio

Já que montar um negócio com pouco investimento é, por natureza, extremamente difícil, contar com um suporte que encare a mesma maré com você pode ser uma solução.

Por isso, o ideal é que o empreendedor procure por um sócio que demonstre interesse real pelo serviço ou produto do novo negócio para, assim, ter com quem dividir tarefas e, quem sabe, até ajudar com o capital a ser investido.

No melhor cenário, os dois sócios vão entrar com capital e com expertise em duas áreas diferentes e complementares do negócio. Dessa forma, você reforça a base de conhecimento e know-how da empresa e angaria os recursos necessários para tirar a ideia do papel.

Com planejamento, um bom plano de negócios e bastante organização, é viável ser bem-sucedido na empreitada da abertura de um negócio com pouco investimento.

Planeje suas contas

A gestão financeira do negócio é primordial para a sustentabilidade da empresa. Muitos empreendedores, ao darem seus primeiros passos, falham em conceber todos os custos.

Isso não é nada saudável e pode ser fatal, inclusive no curto prazo. Depois, no dia a dia da empresa, é necessário registrar absolutamente todos os gastos, para que não haja descontrole das contas.

Para isso, é essencial adotar um controle eletrônico, como uma planilha, ou, preferencialmente, um software de gestão financeira.

Um hábito ainda recorrente entre parte do empresariado é não discernir o que é conta pessoal das contas da empresa. Essa mistura se materializa quando é feito um saque do caixa, justificando como emergencial.

A desculpa clássica (e que geralmente não é cumprida) é “vou cobrir depois”. Da mesma forma, pagar contas da empresa com a conta pessoal é igualmente nocivo.

O maior problema gerado pela confusão com o dinheiro é que ela pode embaralhar a contabilidade da empresa e, pior, atrapalhar a prestação de contas junto ao Fisco. Como sabemos, informações prestadas equivocadamente para a Receita Federal geram pesadas sanções.

Para que as contas não se misturem, uma medida que precisa ser adotada é estipular um ”salário” para os sócios, o pró-labore. Assim, todos saberão quanto podem retirar, sem detrimento do controle das contas.

Faça a gestão financeira no dia a dia

A sobrevivência de uma empresa está diretamente ligada à sua capacidade de se manter lucrativa. Não são poucos os donos de negócio que, por acumularem muitas funções e pela falta de pessoal e ferramentas, acabam se enrolando nos registros de receitas e despesas.

Com a rotina, muitos acabam se resignando, introjetando uma crença equivocada de que “é assim mesmo, o mundo empresarial é uma loucura”.

Felizmente, com medidas simples, é possível começar a vislumbrar um horizonte mais favorável. Os dias de loucura tendem a ficar para trás a partir do momento em que as contas, rotinas e procedimentos contábeis e fiscais são ajustados.

Destacamos a seguir alguns cálculos que você poderá utilizar no controle do seu negócio. Alguns serão mais diretamente aplicáveis, outros menos. Cabe a você decidir pelo que funcionar melhor.

Custo de Mercadorias Vendidas (CMV)

Aprender a calcular o CMV é um passo importante para controlar de maneira precisa o que entra e o que sai de sua empresa. Basicamente, consiste em controlar as receitas e despesas de estoque ponta a ponta em um dado período. A fórmula básica é a seguinte:

CMV = EI + C – EF

  • EI – Estoque Inicial: tudo que você tem para vender, traduzido em um valor fixo
  • C – Compras: produtos que vão sendo comprados e estocados ao longo do período, e outras despesas
  • EF – Estoque Final: ou seja, o que sobrou.

Ficou em dúvida? Acesse nosso artigo sobre como calcular o custo de mercadorias vendidas.

Margem de Lucro

Quando não há lucro, a sobrevivência da empresa fica comprometida. E para que a lucratividade não dependa da sorte, é fundamental fazer as contas com precisão e cuidado.

Primeiro, é importante lembrar que o lucro é a diferença entre o faturamento obtido com a comercialização do produto ou serviço e os custos do trabalho.

Para calcular, use a seguinte fórmula:

  • Lucro bruto = receitas totais – custos

A margem de lucro bruta é um valor percentual que pode ser calculado a partir da relação entre o lucro bruto e a receita total.

Veja a fórmula para o cálculo:

  • Margem de lucro = lucro bruto / receitas totais

Para ajudar, vamos dar um exemplo de uma empresa que faturou R$ 40.000,00 em um mês e teve custos de R$ 20.000,00 no mesmo período.

  • Receita total: R$ 40.000,00
  • Custos: R$ 26.000,00
  • Lucro: R$ 40.000 – R$ 26.000 = R$ 14.000,00
  • Margem de lucro: R$ 14.000,00 / R$ 40.000 = 0.35 x 100 = 35%

Com a aplicação desses cálculos, você descobre que a margem de lucro da empresa é de 35%.

É esse o percentual que você deve apresentar ao investidor, financiador ou possível sócio quando for questionado a respeito da lucratividade do negócio.

Para entender melhor como calcular a margem de lucro, confira este artigo.

Giro de Estoque

Outro ponto que deve receber atenção é em relação ao giro do estoque. Compreender como é a dinâmica da entrada e saída de produtos estocados ajuda a manter o fluxo adequado de reposição, projetar receitas e ajustar descontos e preços.

Trata-se de um indicador que revela o quanto um estoque se renova em um dado período.

Saber o quanto um produto demora a ser vendido é muito importante, primeiro, para evitar perdas por ultrapassar o prazo de validade.

Quem lida com produtos perecíveis, portanto, deve estipular períodos mais curtos para fazer esse cálculo.

E como é a fórmula para determinar o giro de estoque? Ela é bastante simples: total de vendas dividido pelo volume médio armazenado.

Ao fim do cálculo, se o resultado for menor que 1, indica que houve sobra no estoque, portanto, produtos não foram vendidos. Resultados maiores que 1 indicam que houve pelo menos um ciclo de renovação de produtos no período considerado.

Um exemplo: uma empresa mantém um estoque com 300 televisores, em média, ao longo de um ano.

Significa que, na maioria das vezes, o estoque se mantém com essa quantidade de mercadorias. Nesse ano, foram vendidos 4.500 aparelhos, o que resulta em 15 giros no período de 365 dias.

Também é possível determinar esse número por meio do preço de compra. Quer saber como? Veja neste artigo como calcular o giro de estoque.

Conte com a tecnologia como aliada

Não há como começar seu próprio negócio da forma certa sem saber gerir bem o seu tempo.

Quando não há integração entre as diferentes áreas da empresa e excesso de processos manuais, a atividade se torna entediante. Pior do que isso: toma uma tempo que geralmente o dono do negócio não tem.

Um sistema de gestão online, com armazenamento em nuvem, reúne tudo aquilo que você precisa para automatizar tarefas e aprimorar o controle sobre a empresa como um todo.

Com a tecnologia, você garanta que a comunicação facilite o fluxo de trabalho, das vendas ao financeiro. Além disso, permita que o fluxo de caixa seja abastecido com as informações certas na hora exata e ganha acesso a todos esses dados de qualquer lugar, até mesmo pelo seu celular.

Pronto.

Viu como vai dar trabalho para criar a sua empresa? Sim, essa jornada vai exigir esforço, tempo e persistência.

E será que vale a pena passar por tudo isso? É o que vamos descobrir agora.

Por que abrir um negócio?

Você vai entender, cedo ou tarde, que abrir uma empresa exige uma força de vontade enorme. E para isso, é uma boa ideia compreender alguns dos principais benefícios envolvidos nessa jornada de empreendedorismo:

1. Ser dono do seu tempo

Uma das principais vantagens em investir em um negócio próprio é autonomia. Como você é o chefe, pode definir seus horários. Quem não gostaria de ser dono do próprio tempo?

Mas vá com calma. Ao tornar-se um empreendedor, você viverá uma rotina talvez mais cheia do que você gostaria. Além de cuidar dos negócios, há uma série de procedimentos burocráticos que irão exigir sua presença.

Portanto, não se engane achando que terá tempo livre constantemente. Mas, de fato, você é quem irá controlar seus horários, podendo flexibilizar compromissos profissionais e pessoais para dar conta de tudo.

No fim das contas, é bom abrir o jogo: é provável que você trabalhe ainda mais. Só que, ao final do dia (ou da noite), tudo terá valido a pena.

2. Escolher a equipe (ou trabalhar sozinho)

Como empregado em uma empresa, você é incorporado ao quadro funcional da companhia e precisa aprender a conviver com os colegas, por mais que tenham atritos e diferenças. Essa é uma situação que pode ser tomada como uma lição para muitas pessoas, pois ensina a conviver com divergências.

Mas, muitas vezes, você enxerga que aquele grupo no qual está inserido poderia obter resultados melhores se houvesse maior entrosamento entre as pessoas. Esse é o grande trunfo do empresário, que tem nas mãos o poder de decisão para configurar a equipe.

A única ressalva é quanto às escolhas feitas. Leve em consideração o profissionalismo e a competência de cada um, optando por pessoas que possam contribuir para o seu empreendimento e que também tenham capacidade de interagir com o grupo e buscar os melhores resultados, apesar das divergências.

3. Ter responsabilidade pelo sucesso

Ter um negócio próprio garante a você a oportunidade de colocar em prática conhecimentos nos quais sempre apostou, mas que ficaram só na ideia. Certamente, já viu este filme: o chefe acredita em uma ação promissora que acaba fracassando no final, mas você já sabia no que ia dar, e que aquele não era o melhor caminho.

Pois bem, não estava nas suas mãos. Na sua empresa, é diferente: o sucesso depende de você. Mas tenha a cautela de estudar bem suas propostas para não transformar uma ideia genial no maior fracasso.

4. Escolher a área de atuação

Não existe nada mais estimulante do que fazer o que você gosta. Nem todo mundo tem essa oportunidade. E quem abre um negócio próprio é exceção.

Em geral, o empresário tende a optar por uma atividade que domina ou para a qual tem uma forte inclinação. Adaptar as escolhas profissionais ao seu perfil é uma das principais vantagens garantidas ao empreendedor.

5. Ganhar mais dinheiro

Uma empresa abre a oportunidade de construção de um patrimônio. Quando você olha para o futuro, o que vislumbra? Se você é assalariado, provavelmente vai considerar as possibilidades de aquisições de bens de acordo com a sua renda e o que você conseguir poupar.

Já se você é um empresário, sabe que pode construir um futuro melhor, mas que inúmeros fatores podem interferir nesse processo, desde a conjuntura econômica ao desenvolvimento do seu empreendimento.

Novamente, tudo vai depender de como você vai gerir os negócios e os rendimentos. Mas que as oportunidades de sonhar com um futuro melhor crescem, não há dúvida.

6. Deixar a sua contribuição para a sociedade

Além de propor soluções em produtos e serviços, um empresário contribui com a sociedade de diversas formas. Saber que você está gerando emprego, estimulando a economia e criando novas oportunidades são pontos de motivação para quem quer mais do que ganhar dinheiro.

Ou seja, abrir um negócio pode facilitar a sua satisfação pessoal em dedicar o tempo para construir um futuro melhor para a sociedade ou para a comunidade no qual está inserido. E é possível ir além, se esse é o seu caso: ações de responsabilidade socioambiental são um bom caminho e promovem a imagem do seu negócio.

7. Ter capacidade de inovar

Criatividade em alta? No seu próprio negócio, ela pode ser a propulsora do sucesso.

Investir em ideias inovadoras é muito estimulante e ainda pode garantir novos caminhos para a sua jornada empreendedora.

Na prática, você vai constatar: abrir um negócio é propor soluções para problemas da sociedade. E para isso, inovar e criar é essencial.

Assim, no fim das contas, ganha quem encontra as melhores soluções em serviços e produtos.

8. Ampliar a visão de mundo

O intercâmbio com outros empresários e mercados é prática constante no mundo dos negócios. Viajar e conhecer lugares e pessoas, além de ser prazeroso, é fundamental para colocar em análise suas ideias e processos, levando você a melhorar constantemente os resultados da sua empresa.

Essa perspectiva vale para o âmbito do crescimento da empresa, mas também para o seu desenvolvimento pessoal. Quem tem a oportunidade de conviver com diferentes pessoas, em diversos cenários e lugares, consegue ampliar sua visão de mundo e suas capacidades.

9. Aprender constantemente

Diante de todos esses bons motivos para abrir um negócio, um deles fica subentendido em todos os anteriores: o aprendizado é constante na rotina de um empresário. Se você é ávido pelo aprimoramento constante, ser um empreendedor o levará a busca por conhecimento.

Empreender é uma boa escolha para quem quer ver todos esses motivos apresentados se concretizando na rotina de trabalho. Mas não se esqueça que essas vantagens vêm atreladas a muitas responsabilidades. 🙂

Pronto para começar seu próprio negócio?

Ser o próprio chefe é um processo de crescimento, acima de tudo pessoal. Você tem a vantagem de ser mais independente e de ganhar mais, mas isso exige o esforço correspondente.

Como recompensa, terá a grande satisfação de ver uma ideia sua prosperar e de deixar um legado para sua família e para a sociedade.

Veja tudo isso como um desafio, mas também como um compromisso que exige disciplina e responsabilidade. Um negócio de sucesso já nasce propício a essa condição. Aqueles com tendência ao fracasso, também.

Por isso, aja com sabedoria e se prepare muito antes de optar por esse caminho. Depois, nessa jornada de empreendedorismo, conte com a Conta Azul para integrar todas as áreas da empresa, acelerar rotinas, tirar o operacional da equação e ganhar tempo para se dedicar ao que realmente importa: fazer o negócio crescer.

 

Fontes:
Texto: blog.contaazul.com
(Por Vinicius Roveda)
Foto: Divulgação

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7 dicas para ter seu negócio eficiente http://www.abraseunegocio.com.br/2023/03/7-dicas-para-ter-seu-negocio-eficiente/ Thu, 09 Mar 2023 11:05:42 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=31399 cursos-online

*Por Luzia Costa

Temos uma ideia, o desejo de empreender, colocamos o negócio em prática, abrimos nosso empreendimento e aí vem o dilema: como manter esse negócio eficiente e ter sucesso?

Fique tranquilo (a), você não é o único empreendedor que tem essa ansiedade.

Para te ajudar, separei sete dicas que irão te auxiliar a ter sua empresa ativa. Confira:

1. Defina o seu diferencial

Criar um negócio não é difícil. Difícil é entendermos o nosso diferencial. Tem muita gente querendo inventar coisas, preocupado o tempo todo em ser o inventor. E o segredo dos negócios não está em inventar, e sim fazer de uma forma diferente o que já existe!

É preciso apresentar para o mercado algo de uma forma diferente, a sua visão, diferente do que os outros estão apresentando.

Um exemplo, quando eu criei o meu modelo de negócio de franquias da Sóbrancelhas, eu não inventei sobrancelhas, mas qual foi o sucesso? Eu trouxe para o mercado de uma forma diferente o que os salões já faziam.

Então isso é diferencial que você precisa definir. Apresente sua ideia para o mercado de uma forma diferente.

Não fique quebrando a cabeça para inventar, mas quebre a sua cabeça para tornar isso diferente, porque assim vai despertar o interesse das pessoas em consumir o seu produto.

2. Defina o seu público-alvo

Todo negócio tem um público. Por isso é preciso ser assertivo.

É muito comum no início, querer “atirar para todos os lados”, querer falar com todo mundo, mas não é todo mundo que vai gostar do seu produto.

Não é todo mundo que terá interesse naquilo que você está vendendo. Nós temos uma diversidade de negócios e opções para que as pessoas possam escolher e se encontrar.

Então, é preciso estar onde o público queira que seu negócio esteja. Essa tendência quem vai ditar é o mercado.

Entenda onde estão as pessoas que consomem o seu produto para você se tornar presente. Onde está seu público e aí você irá até ele. Lembre-se: quando você lança algo, é você que precisa ir até o seu público, e depois quando for conhecido, aí sim o público vem até seu negócio.

O erro é abrir o negócio e esperar que o público vá até você achando que todos conhecem! Por isso, defina seu público e onde estará.

3. Construa autoridade

Venda de fato o que faz sentido para você. Quando monta um negócio é preciso que entenda do segmento que escolheu empreender. Você entende, estuda, sabe solucionar o problema do cliente.

Quando isso ficar claro para você, começará a construir uma autoridade em cima daquilo que se propôs entregar através do seu negócio.

Por isso que muitas pessoas optam por empreender pelo formato de franquia, porque às vezes é algo que ela ainda não tem autoridade, mas quer empreender e busca por alguma coisa que já está pronta, onde já vai ter um suporte que vai conduzir para ganhar autoridade, e assim, empreender com segurança.

Por isso é importante que você entenda qual a sua especialidade, estude sobre o seu modelo de negócio, aprenda todos os dias algo para acrescentar, e é essa autoridade que constrói que vai transferindo, que vai fazer as pessoas buscarem o seu produto pois elas irão confiar em você.

Você terá um negócio eficiente porque mostrará que sabe o que está falando e fazendo.

4. Comunique-se com seu cliente

Seu cliente precisa entender quem é você.

Por isso, te pergunto: onde você está no seu negócio? Será que seu cliente só sabe do seu negócio através do seu gerente, da sua equipe ou de alguém que não seja você? Será que ele acha que você nunca aparece?

Não fique apenas delegando e deixando que as pessoas façam tudo por você. É necessário tomar cuidado para não perder o controle do seu negócio.

Por isso é importante você se comunicar com os clientes pois eles são o seu feedback real do que está acontecendo. Pare para ouvir o seu cliente, ele vai entregar informações de dentro da sua operação, sobre o atendimento, etc.

A comunicação clara com seu cliente vai te dar todas as métricas que você deseja para continuar escalando o seu negócio. E mais, ele irá sentir que é cuidado.

Então não deixe de se comunicar com o seu cliente, pois isso é importantíssimo.

5. Humanize o seu negócio

As redes sociais são incríveis para escalar os negócios, mas essa forma de escalar tem que levar uma proximidade com os clientes, humanizar.

É preciso entender a importância da humanização, de ouvir pessoas, de se conectar com de uma forma verdadeira, de uma forma clara e única.

Precisamos usar as redes sociais ao nosso favor para humanizar através da nossa empresa, dos nossos colaboradores.

Uma dica: monte uma equipe com pessoas que tenham amor em impactar pessoas, pois as pessoas querem a verdade. Verdade na sua fala, no seu jeito de agir…

6. Deixa claro quais são os seus valores

Não se negocia os seus valores. Não tem a ver com crença e nem com religião, tem a ver com o seu valor. E o seu valor tem que estar claro para você e para todos os envolvidos com seu negócio.

Não fique preocupado em agradar todo mundo, mas se conecte a pessoas que verão sentido nos seus valores.

Assim de fato você conseguirá servir as pessoas da forma que realmente acredita.

7. Encontre o seu propósito

“Quando eu tenho clareza dos meus valores, eu encontro o meu propósito”.

Porque sua empresa existe?

O propósito é o que faz valer a pena, o que te faz levantar todos os dias. O “porquê” de fazer algo pelo próximo, quando falamos de negócios.

Por isso é preciso estar com ele bem definido, pois com essa clareza fará diferença para sua empresa e também para os seus clientes.

Escrito por Luzia Costa.

Luzia Costa é empreendedora e mentora. CEO do Grupo Cetro, detentor das marcas Sóbrancelhas, Reduci, DepilShop, entre outras startups. Seu propósito é transformar vidas através do empreendedorismo.

Informações para Imprensa:

Mariana Campanari

Assessora de Comunicação

mariana.campanari@grupocetro.com.br

(12) 3426-5361 / (12) 99169-7363

 

Fontes:
Texto: Grupo Cetro
(Por Mariana Campanari)
Foto: Divulgação

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Já pensou em trabalhar com a venda ou revenda de produtos importados no Brasil? Há muitas opções de produtos importados para vender, mas então surge a dúvida, quais são os mais lucrativos?

Quando falamos em lucratividade é preciso levar em consideração o percentual de ganho em cima de cada unidade e a demanda pelo produto. Afinal, de nada adianta um produto lucrativo que não vende, concorda?

Por isso listamos os melhores produtos importados para comprar e revender no Brasil com excelentes ganhos e que, ao mesmo tempo, são um sucesso de vendas. Confira!

Lista De 9 Produtos Importados Lucrativos Para Revender No Brasil

Veja a lista de melhores produtos importados para comprar e revender no Brasil com lucros acima de 300% e que podem gerar um ótimo ganho financeiro.

1- Roupas Importadas

As roupas são uma opção de negócio bem rentável, pois atrai uma variedade de clientes e que, sabendo quais escolher, pode-se atingir percentuais de lucro de 300% a 500%.

Mesmo assim, os empreendedores que pretendem vender roupas importadas devem realizar um sólido plano de ação, principalmente no que tange ao público alvo.

Roupas são artigos bastante pessoais e se não conhecer o gosto do seus consumidores pode ficar com o estoque congelado, o que gera prejuízo e falta de capital de giro.

Com os produtos é possível montar uma loja de roupa física ou virtual, depende de você, contudo, normalmente as lojas físicas vendem os produtos com maior preço para cobrir gastos como aluguel, luz, água, etc.

Para fazer o plano de ação de compras/vendas de produtos importados é necessário pesquisar sobre o público-alvo, sobre a estratégia de divulgação, marketing, atração de clientes, fornecedores e outros. Vejamos:

  • Público-alvo – pode ser determinado pelo preço do produto vendido, e ainda o tipo de produto vendido, ou seja, é necessário saber se as roupas serão para a seção masculina, moda feminina ou infantil.
  • Escolha uma loja virtual – para divulgar seus produtos importados, os empresários devem se concentrar em uma forma atraente e dinâmica de divulgar as roupas e em que os custos compensem investir em uma plataforma virtual.
  • Faça anúncios criativos – é necessário para promover produtos importados, investir em anúncios que sejam criativos e que chamem a atenção para a qualidade dos produtos. Para as vendas realizadas pela internet as opções de anúncio estão nas redes sociais: Facebook e outras redes sociais.
  • Fornecedores – comprar de fornecedores que sejam confiáveis e que pratiquem um preço acessível para que o custo compense a receita.
  • Mantenha-se atualizado sobre as tendências da moda – saber o que vender é fundamental, ou seja, se atualizar sobre cores, estilos e tendências originais da moda.

É importante também manter o contato com os clientes e adequar preços e condições de pagamento ao público-alvo.

CUIDADO se for importar roupas da China, é comum medidas diferentes e que não “se ajustam” ao corpo dos brasileiros.

2- Perfumes Importados

Perfumes são um dos artigos mais vendidos e através da compra na China, por exemplo, é possível comprar por preços muito, mas muito atraentes.

Claro, deve-se verificar a procedência, originalidade e qualidade das fragrâncias, então compre 1 (uma) unidade para analisar antes de comprar produtos importados em grande quantidade.

A vantagem de vender perfumes chineses é que o produto é de grande aceitação e também rendem lucros imperdíveis.

Há diversas marcas de perfumes importados, dentre elas: Paco Rabane, 212 Sexy, CK, Hugo Boss, entre outras.

Com certeza, comprar perfumes da China é bem vantajoso, pois além de possibilitar ganhos com produtos conhecidos e esperados, a revenda de perfumes é um negócio com diversas oportunidades, como o trabalho em casa, venda em marketplaces ou até mesmo venda direta.

Uma boa estratégia de venda é trabalhar com um preço mais acessível do que as lojas físicas. Para isso, o empresário deverá ter a certeza do lucro, para isso é preciso fazer as contas:

Ou seja, comprar de fornecedores que estejam dispostos a vender barato:

– Um perfume que custa 200 reais é vendido por apenas 60 reais por fornecedores chineses, mais o frete, o que ocasiona em média 80 reais.

3- Produtos Eletrônicos

Embora o Paraguay tenha deixado de ser o principal centro de comércio dos brasileiros, já que a China passou a vender online com muita facilidade, ainda é possível comprar eletrônicos com bons preços em ambas as opções (China e Paraguay).

A média de lucros em eletrônicos baratos é superior a 1000% (fones de ouvido, duplicador de usb, carregador, cartão de memória, entre outros), enquanto os mais caros, variam entre 200% e 300% (massageador, celulares, caneta espiã, etc).

4- Equipamentos De Segurança Domiciliar E Empresarial

A insegurança é algo que tomou conta do Brasil e a cada dia cresce mais a demanda por câmeras de vigilância, equipamentos de proteção pessoal e domiciliar, sensores, etc, são buscados.

A China, através de sites como o Wish e o AliExpress, bem como o Paraguay (comprar no local) e o Ebay (produtos mais caros normalmente) oferecem opções de equipamentos de segurança de última geração por preços impraticáveis no Brasil.

Por exemplo, uma câmera de segurança panorâmica com visão noturna infravermelho custa apenas R$ 60 reais.

5- Brinquedos Infantis

Quem revende brinquedos está sempre em busca de novidades, que atendam às expectativas das crianças.

A boa notícia é que o setor de brinquedos está em alta, mesmo na crise permaneceu em crescimento. Segundo pesquisas, o crescimento no ano de 2018 superou 6%.

Trabalhar com produtos importados é lucrativo, mas brinquedos, pode ser a mina de ouro que está procurando.

Países como a China produzem em grande quantidade e exportam em escala ainda maior, o que possibilita que os varejistas revendam com lucros que ultrapassam 800%.

Mas muito cuidado com os brinquedos importados que for revender, verifique a qualidade e segurança, principalmente.

Pais são extremamente cuidados com seus filhos, ainda mais crianças entre 3 anos e 5 anos. Além disso, se algo acontecer, pode ter certeza que o revendedor será processado.

6- Bijuterias

As bijuterias são excelentes produtos importados para se trabalhar e facilmente podemos encontrar fornecedores de bijuterias importadas com preços baixos.

Bijuterias importadas talvez seja a melhor opção de produto para revender no Brasil, pois é possível adquirir por um preço inferior a R$ 6 reais mercadorias folhadas em ouro de 21 k.

Claro, dependendo de onde comprar.

Vale lembrar a regra, compre uma peça, confira, avalie, tenha certeza que o fabricante entrega o prometido e apenas depois faça um pedido maior ou inicie a revenda.

Outro ponto importante do sucesso do negócio de revenda de bijuterias importadas é o bom gosto.

Se escolher peças que seu público alvo não gostar ficará com a mercadoria congelada e sem capital de giro.

7 – Maquiagem

Quando pensar em produtos importados altamente lucrativos para vender, pense em maquiagens. E não apenas paleta de cores, mas também pincéis, maletas e acessórios.

Para se ter uma ideia do quão lucrativo é, um conjunto com 18 pincéis custa em média R$ 8 reais.

No Brasil, cada unidade é vendida por R$ 16 a R$ 21 reais.

Outra vantagem é que os custos da maquiagem em importação da China são baratos e por isso o capital inicial de investimento para começar o negócio é menor.

8- Utensílios De Cozinha

Comprar utensílios para cozinha como panelas, jogo de talheres, copos, entre outros, é relativamente caro, principalmente panelas antiaderentes, inox, etc.

Através da importação de produtos é possível comprar conjuntos com, por exemplo, 13 peças, incluindo panelas, por menos de R$ 30 reais.

Por esse preço você pode vender cada unidade.

9- Relógios

Relógios são altamente lucrativos quando se trata de produtos importados, mas o problema é que já existem muitos vendedores.

Em média, um relógio é comprado na China por R$ 8 reais e vendido no Brasil por R$ 60, na internet, como Mercado Livre, e em lojas físicas por R$ 100 a R$ 120 reais.

Esses dias encontrei um revendedor de relógios chineses no mercado livre com mais de 3 mil vendas, então imagine os ganhos.

10- Ferramentas

Os produtos importados no nicho de ferramentas para trabalhos de manutenção tem preços absurdamente baratos.

Também há mercadorias mais baratas, como conjuntos de chave de boca por apenas R$ 4 reais.

Vale Apena Comprar Produtos Importados Para Revender?

Para importar da China ou de qualquer outro país é necessário aprender os principais passos da importação e assim realizar um processo que seja vantajoso. Para isso é necessário seguir os passos:

  • Pagar um preço muito mais baixo do que o valor da mercadoria e assim ganhar no lucro.
  • O processo de logística estará todo em responsabilidade do fornecedor.
  • Esteja ciente de que seus produtos podem ser taxados (60%) e terá de pagar uma taxa de R$ 15 reais para os Correios também.

Vender produtos importados pode ser a saída para quem pretende obter uma renda extra, coma altíssimo potencial de vendas e que não demanda altos investimentos iniciais.

 

Fontes:
Texto: novonegocio.com.br
(Por Vinicius Gonçalves)
Foto: Divulgação

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6 passos para abrir seu novo negócio http://www.abraseunegocio.com.br/2023/01/6-passos-para-abrir-seu-novo-negocio/ Tue, 31 Jan 2023 20:28:49 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=31457 cursos-online

Confira o que você precisa saber para montar uma empresa e se tornar um empreendedor de sucesso.

A abertura e o gerenciamento de um novo negócio exigem um conjunto de habilidades e conhecimentos, como entender o mercado, o público e planejar bem cada etapa. Uma boa administração considera, também, estratégias de marketing, um fluxo de caixa controlado e passa, ainda, por muita criatividade e inovação.

Sabendo que você pode estar precisando de um empurrão para começar a empreender, criamos um roteiro para seguir e iniciar bem o seu novo negócio. Confira, os seis passos para ter sucesso na abertura do seu empreendimento!

1. Saiba que negócio abrir

Você quer se tornar um empreendedor mas não sabe por onde começar ou que negócio abrir? Então, confira os menus Ideias de Negócios e Tipos e Ramos. Confira sugestões de como ganhar dinheiro, descubra o que é preciso ter para montar um negócio e veja como o Sebrae classifica e apoia a atividade escolhida.

2. Veja se você tem perfil

Para tornar um negócio realidade, é preciso ter perfil empreendedor, conhecer a realidade do mercado e organizar um plano de negócios. Clicando, você aprenderá a fazer o documento, que serve como um mapa para sua empresa chegar ao sucesso.

3. Reúna informações sobre o negócio

Em seguida, você precisa coletar informações para dar subsídio consistente à criação da empresa, pesquisando dados sobre:

  • Mercado
  • Finanças
  • Marketing
  • Localização do empreendimento

Para isso, saiba detalhadamente quais informações obter e como fazer o levantamento.

4. Organize-se

A quarta iniciativa é organizar as informações coletadas. Ao conhecer o mercado você consiguirá construir o plano de negócios e definir estratégias para posicionar corretamente a sua empreitada.

5. Como obter crédito

Para obter crédito, você pode precisar de dicas de gestão de dinheiro e de como conseguir auxílios financeiros para as suas necessidades profissionais. Você terá auxílio com os seguintes tópicos:

  • Fornecedores e os prazos de pagamento.
  • Financiamentos e análise das necessidades.
  • Renegocie o pagamento de empréstimos.
  • Qual o melhor financiamento para o seu negócio.
  • Que garantias a empresa deve apresentar para obter crédito.

6. Coloque a mão na massa

A última etapa é registrar o negócio e torná-lo realidade. Saiba o que é necessário para formalizar o empreendimento. Nessa página você encontrará informações e dicas sobre como registrar marcas e patentes e os seguintes materiais:

 

Fontes:
Texto: www.sebrae.com.br
(Da Redação)
Foto: Divulgação

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O que significa ser um franqueado? http://www.abraseunegocio.com.br/2022/11/o-que-significa-ser-um-franqueado/ Tue, 29 Nov 2022 13:50:20 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=31460 cursos-online

Você já deve ter ouvido falar muito em franquias, elas são a modalidade de negócio mais procurada hoje em dia no Brasil e no mundo. Mas você sabe o que significa ser um franqueado? Neste artigo vamos lhe explicar tudo sobre o tema, confira e fique por dentro.

O que é Franchising?

Primeiramente é importante conhecermos o termo Franchising, ou Franquia, que é uma modalidade de negócio onde o proprietário de uma determinada marca, oferece licença de utilização da mesma, seus produtos e serviços, além de todo know-how no setor para que terceiros.

Nesta modalidade de negócio, existem duas personas importantes, uma a franqueadora, que é quem detém a propriedade da marca. E outra que é o franqueado, ou seja, quem adquire o direito de utilização da marca. Vamos entender melhor a seguir.

As franquias são regulamentadas no Brasil pela Lei nº 8.955/94, que surgiu na década de 1990 quando o Sistema de Franchising no Brasil vinha em um movimento crescente e ficou conhecida com a Lei das Franquias. Em linhas gerais, essa lei define franqueador e franqueado da seguinte maneira:

  • Franqueador – Pessoa jurídica detentora dos direitos sobre determinada marca ou patente, que formata um modelo de negócio e cede a terceiros (franqueados) o direito de uso desta marca ou patente e do know-how por ela desenvolvido, sendo remunerada por eles pelo uso deste sistema.
  • Franqueado – Pessoa física ou jurídica que adere à rede de franquias idealizada pelo franqueador, mediante o pagamento de um determinado valor pela cessão do direito de uso da marca ou patente e transferência de know-how, comprometendo-se a seguir o modelo por ele definido.

A diferença entre franqueador e franqueado

A diferença entre franqueador e franqueado é que um é responsável geral da rede ou sistema de franquias de uma determinada marca, sendo o franqueador. E o outro denominado franqueado é quem adquire a licença para utilizar essa mesma marca.

Ambos precisam trabalhar com grande sinergia para que o sistema de franquias seja efetivo e tenha bons resultados. É possível a uma franqueador ter diversas unidades franqueadas em sua rede. De acordo com especialistas uma franqueadora de sucesso conta com mais ou menos 100 unidades franqueadas.

A franqueado por sua vez, também pode adquirir mais de uma unidade da franquia, dependendo do tipo de franquia adquirido e dos resultados apresentados, já que para conseguir ampliar a sua rede de unidades, a produtividade precisa ser comprovada.

O que significa ter uma franquia?

Ter uma franquia significa que você optou em comprar uma licença de uma empresa já reconhecida no mercado para iniciar o seu negócio. Também significa que você terá acesso a todo o know-How da empresa através de instruções, manuais e diretrizes de utilização e padronização da marca, e capacitações e treinamentos.

Em contrapartida, você como franqueado passa a pagar uma taxa de franquia para o franqueador, que pode ser um valor fixo acordado em contrato, ou um percentual no valor do faturamento da sua franquia.

Existem três modelos de franquias hoje que são mais comuns no mercado:

1 – Franquia unitária:

Onde você adquire uma unidade apenas da franqueadora, e pode abrir outras unidades mediante comprovação de produtividade, demanda e necessidade comprovada. Você paga royalties mensais para utilizar a licença da marca.

2 – Franquia Master:

Quando você adquire uma unidade ou mais da franqueadora, e também obtém o direito de revender a franquias para terceiros em uma determinada região ou praça de distribuição. Neste caso você paga os royalties para a franqueadora, mas recebe parte dos royalties das franquias que fazem parte da sua rede;

3 – Franquia de Desenvolvimento de área:

É quando você como franqueado ao adquirir a licença para abrir a franquia, adquire também um planejamento realizado em conjunto com a franqueadora para expansão da sua praça de atendimento, conforme definido. Pode incluir novas unidades e também novos franqueados.

A escolha da modalidade de franquia que você vai adquirir, passa necessariamente por duas questões essenciais: o valor que você tem e está disposto a investir e a disponibilidade da modalidade junto a marca desejada.

Por que ser um franqueado?

O que uma franquia tem a oferecer? São inúmeras vantagens comparadas a outra modalidades de negócio. Para aproveitar ao máximo essas oportunidades a primeira coisa a fazer é escolher uma franquia que seja adequada ao seu perfil, assim você como franqueado pode aproveitar inúmeras vantagens como por exemplo:

  1. Abrir um negócio com uma marca já consolidada no mercado, testada e reconhecida pelo público alvo;
  2. Maior segurança na abertura do seu negócio, uma vez que a franquia já vem com as experiências do franqueador, que promove ajustes constantes e melhorias nos processos de gestão da marca;
  3. Barganha junto aos rede de fornecedores, já que você fará parte de uma rede; Além do ganho financeiro de compras em escala, tanto de produtos, como em propaganda, marketing e outros;
  4. Utilização do know-How da franqueadora, minimizando os impactos de implantação, além de otimizar recursos;
  5. Suporte e orientação da franqueadora, com treinamentos e capacitações frequentes e manuais prontos para utilização;
  6. Menos preocupação com a gestão e mais esforços nas vendas, o que pode gerar mais produtividade e melhores resultados financeiros;

É claro que como todo negócio se tornar um franqueado tem suas desvantagens. Por exemplo, você terá menos controle sobre os processos de gestão do negócio, já que a deverá seguir as diretrizes da marca;

Além disso, deverá pagar ao franqueador o valor dos royalties estipulados em contrato. Por isso, nem sempre a Franquia é a melhor opção, por exemplo, se você já tem um negócio abrir uma filial talvez seja uma boa opção. Então antes de assinar qualquer coisa veja se realmente vale a pena e se é um bom negócio para você.

Se ainda está com dúvida é só verificar os casos de sucesso de franquias que temos no Brasil, são inúmeras. De acordo com a ABF – Associação Brasileira de Franchising em estudo realizado, segue algumas das melhores opções de franquias para o ano de 2019:

  • Alimentação: Mundo Verde, Billy The Grill, Fast Açaí;
  • Educacional: Supera, CNA
  • Moda: Hering Store, Bibi
  • Cosméticos e beleza: A fórmula; O Boticário
  • Acessórios: Chilli Beans, Jorge Bischoff

Agora é só escolher aquela que se adapta melhor ao seu perfil, verificar se a sua área de distribuição e se tornar um franqueado!

 

Fontes:
Texto: www.inovafranquias.com.br
(Da Redação)
Foto: Divulgação

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O que é plano de negócios? Definições, funções e como elaborar http://www.abraseunegocio.com.br/2022/11/o-que-e-plano-de-negocios-definicoes-funcoes-e-como-elaborar/ Wed, 23 Nov 2022 11:30:30 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=31463 cursos-online

No momento de empreender, há quatro etapas importantes a serem criadas e desenvolvidas antes do negócio começar de fato: a identificação de oportunidades, a elaboração do plano de negócios, a captação de recursos e o gerenciamento da empresa.

Todas são cruciais para o sucesso de um empreendimento, contudo, uma delas se destaca: o plano de negócios. Isso porque ele é uma ferramenta que auxilia o empreendedor a identificar a viabilidade da empresa e, assim, prevenir riscos.

É com um plano de negócios que o empreendedor pode evitar riscos e prevenir a empresa de cenários inóspitos, ao projetar perspectivas com essa ferramenta. Para te auxiliar a compreender e executar esse planejamento, nós preparamos esse artigo. Confira!

O que é Plano de Negócios? 

O plano de negócios é um documento, ou relatório, de planejamento que descreve os objetivos de uma empresa e quais caminhos precisam ser percorridos para que estes objetivos sejam alcançados. Com esse documento, é possível identificar se uma ideia de negócio é viável ou não, o que diminui riscos e incertezas para o empreendedor. 

O plano contém as etapas de planejamento e montagem da empresa, ou seja, ele demonstra o futuro do empreendimento sob pontos de vistas: estratégicos, mercadológicos, operacionais, financeiros, entre outros.

Assim, podemos entender que o plano é uma ferramenta com funções importantes uma vez que demonstra caminhos necessários para que o seu negócio percorra e concretize os objetivos.

Quais as funções de um plano de negócio? 

A função de um plano de negócio é demonstrar a viabilidade de um empreendimento. Explicaremos, adiante, como esse processo de analisar a viabilidade funciona.

É perceptível que o perfil de um empreendedor apresenta muitas características como a criatividade e a capacidade de visualizar oportunidades. Com isso, é possível desenvolver várias ideias para um negócio por meio da visão de possibilidades do mercado.

Para que o empreendedor possa visualizar qual das ideias é a mais promissora é recomendável a elaboração de um plano de negócio. Assim, com ele, é possível saber a projeção da empresa e, consequentemente, a viabilidade dela.

Além disso, um plano de negócios tem como proposta descrever a empresa buscando sempre uma visão analítica. Pois, é efetuando esse relatório que o empreendedor conseguirá projetar o seu negócio em metas alcançáveis.  Desta forma, podemos entender a importância de criar um plano de negócios e de mantê-lo vivo e sempre atualizado.

Por que um plano de negócios é importante?

A importância de um plano de negócio está diretamente relacionada com as funções dele, como a viabilidade, a estabilidade e o crescimento da empresa. Uma vez que com esse planejamento o empreendedor pode pensar de forma estratégica antes de investir seu capital.

É importante ressaltar que um plano de negócios não elimina os riscos no futuro, mas pode diminuir a possibilidade de erros. Até porque com falta de análise e estudos, tanto sobre o mercado quanto a respeito da futura empresa, pode fazer com que o investimento não dê os resultados esperados.

Então, com o plano de negócios é possível visualizar os dados dos recursos necessários para que o empreendimento saia do papel de maneira eficiente. E, no caso do empreendimento já ser entendido como viável, o plano de negócio é importante para outras situações.

Isso porque ele é significativo à medida que pode ser consultado para apoiar o gerenciamento do negócio, otimizar a comunicação entre colaboradores, auxiliar em argumentações e tomadas de decisão, entre outras finalidades.

Segue alguns exemplos de cenários em que o plano de negócios pode ser utilizado em uma empresa já em atividade:

  • apresentação para investidores;
  • consulta para orientar os colaboradores;
  • auxílio na comunicação entre sócios.

Além disso, é válido que o plano seja atualizado constantemente. Assim, com as consultas e atualizações, o empreendedor pode avaliar, no decorrer do tempo, os resultados e saber se eles correspondem com o que foi estimado como objetivo.
Por mais que a principal finalidade do plano seja atribuir ao empreendedor uma visualização da viabilidade e concretude de suas ideias, ele tem os variados fins mencionados. Isso evidencia, ainda mais, a importância de criar um plano de negócios.

Como elaborar um plano de negócios?

Para elaborar um plano de negócios é necessário pensar a respeito de alguns pontos que tangem a ideia do empreendimento. Primeiro, é recomendável que o empreendedor saiba quais os diferenciais que busca explorar com o negócio, ou seja, como a ideia destaca-se das que operam atualmente no mercado. 

Inclusive, é importante ressaltar que cada ideia de empreendimento e empresa possuem particularidades. Por conta disso, o plano de negócio pode variar de um empreendimento para outro. Assim, vamos te guiar a realizar um que possa te ajudar e recomendamos que, se tiver dúvidas, busque exemplos. Mas, de forma geral, um plano de negócios apresenta:

Sumário executivo

O começo desse documento de gestão contém o sumário executivo que reúne os tópicos de cada sessão do plano, um resumo da ideia do empreendimento e uma breve descrição da empresa. O sumário executivo precisa ser simples, conciso e com diferencial.

Análise de mercado 

Na análise de mercado, você vai identificar o segmento de mercado que sua empresa pretende atuar, assim como qual a necessidade do seu público alvo (clientes), quais são seus principais concorrentes e fornecedores.

Por meio do conhecimento do segmento de mercado – conjunto de pessoas ou empresas com características em comum – é possível também saber e definir os canais de distribuição do seu serviço ou produto.

Plano de marketing

O plano de marketing é uma ferramenta estratégica que o empreendedor utilizará para alcançar suas metas de vendas e crescimento da empresa.

Nesta etapa, é importante estruturar as estratégias de marketing com base em 4 pilares básicos, que são:

  • Produto (o que a empresa vende);
  • Preço (quanto será cobrado);
  • Praça (em qual canal ou meio será ofertado);
  • e promoção (como você vai vai promover o produto/serviço)

Os 4 P´s apresentados acima, também são conhecidos como mix de marketing e  devem ser trabalhados em conjunto para influenciar a resposta do consumidor perante a sua marca, produto ou serviço.

Plano operacional 

Esta seção contém os processos detalhados de “como fazer o produto ou serviço”- parte operacional.

Isso significa que no plano operacional há a descrição da localização, das instalações físicas, dos equipamentos, dos recursos humanos (pessoas e respectivos cargos), capacidade produtivatempo necessário para cada etapa do processo de produção   produto e/ou quantidade de clientes atendidos no mês.

Nessa etapa há, também, o arranjo físico (ou layout) que define a distribuição dos setores, equipamentos, móveis e funcionários no espaço físico do estabelecimento. É válido inserir o desenho de uma planta arquitetônica.

Plano financeiro

No plano financeiro, é possível realizar projeções de custos iniciais, investimento inicialcapital de giro, análise comparativa entre receitas e custos, entre outros. Com os valores levantados é possível construir o demonstrativo de resultados – relatório gerencial do plano financeiro. Com esse relatório, o empreendedor irá  analisar as receitas e despesas e, assim, saber se a empresa vai operar com lucro ou prejuízos.

Análise de cenário

Esta é a última etapa de um plano de negócio e consiste em analisar possíveis situações que o empreendedor pode vir a enfrentar, sejam positivas ou negativas, e quais caminhos ele deve seguir.

Assim, é necessário construir cenários com simulação de valores e situações variadas, preparando um cenário que o negócio apresente resultados pessimistas (queda em vendas ou aumento dos custos) e também otimistas (aumento de faturamento e diminuição de despesas).

Com estas simulações é possível definir ações de prevenção para os cenários negativos, evitando as adversidades, e elaborar ações para potencializar os cenários positivos.

Em resumo…

Com o plano de negócios elaborado de forma estratégica, é possível ter um norte mais concreto e seguro para começar um empreendimento. 

É perceptível que, ao criar um plano de negócio, o futuro empresário pode seguir um caminho mais seguro, baseado em um estudo de suas ideias, recursos e opções. Ou seja, elaborar um plano de negócio é um dos primeiros passos para um empreendimento mais seguro e com muito potencial.

Isso acontece porque, com o planejamento adequado analisando e documentando valores, concorrência, público alvo e pesquisa de mercado, entre outros, é possível criar um documento útil em muitos sentidos. Seja no momento da abertura ou até para a expansão, um  plano de negócios é uma ferramenta crucial do empreendedorismo.

 

Fontes:
Texto: Contabilivre
(Da Redação)
Foto: Divulgação

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Índice de lucratividade: aprenda como calcular na sua empresa! http://www.abraseunegocio.com.br/2022/11/indice-de-lucratividade-aprenda-como-calcular-na-sua-empresa/ Fri, 18 Nov 2022 11:40:50 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=31485  cursos-online

Para que seu negócio crie alicerces e, enfim, comece a se desenvolver de maneira contínua, você precisa aprender a interpretar os números que ele produz. Só para ficar na área financeira, existem diversos indicadores que dizem muito a respeito da verdadeira situação da empresa. Um dos principais é o índice de lucratividade.

Em princípio, você pode até achar que se trata de algo complicado e inacessível. Com um pouco de atenção e prática, entretanto, verá que é totalmente possível ganhar um pouco mais de intimidade com os indicadores financeiros. Além disso, saber ler os dados financeiros é essencial para projetar rotas de crescimento próximas da realidade do mercado.

Interessante, não? Então, veja, agora mesmo, o que é este índice de lucratividade, por que ele é tão importante e como é feito o seu cálculo!

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O que é índice de lucratividade?

Se você ainda costuma contar o dinheiro que sobra no fim do dia e relacioná-lo ao lucro diário da empresa, está na hora de rever essa prática. Afinal, você tem à disposição o índice de lucratividade, indicador financeiro que revela o potencial lucrativo de uma empresa.

Dito de outro modo, ele é capaz de demonstrar, em porcentagem, qual tem sido a capacidade operacional de gerar lucro. Repare que essa mesma métrica pode contemplar todo o negócio ou mensurar o desempenho lucrativo de um setor específico da sua empresa.

Imagine, por exemplo, que o índice de lucratividade de certa operação ficou na casa dos 12%. Isso significa que R$ 1000 de trabalho proporcionam R$ 120 de lucro líquido. Basicamente, se trata do retorno obtido após o abatimento dos custos de produção (matéria-prima, mão de obra, etc.) do item comercializado.

Qual é a importância do índice de lucratividade?

Pelo que foi dito até aqui, já é possível supor porque esse índice é tão relevante para aprimorar a gestão financeira da sua empresa. Para facilitar a visualização dos benefícios proporcionados pelo indicador, sejamos mais específicos. Observe, a seguir, que você só tem a ganhar.

Visão geral da empresa

Por visão geral, é importante entender que o índice de lucratividade é usado para detalhar o rendimento operacional da empresa. Os detalhes ficam por conta da flexibilidade de utilização do indicador-chave do nosso artigo.

Você pode, por exemplo, empregá-lo para verificar qual é o grau de produtividade de cada funcionário. Ao reunir os índices exibidos por departamento do negócio, você terá uma visualização mais fidedigna quanto ao desempenho operacional global.

Análise de lucros ou prejuízos em projetos

Sem dúvida alguma, uma das principais vantagens do índice de lucratividade consiste na apresentação de uma visão panorâmica da empresa. No entanto, é fundamental entender que a lucratividade está associada ao lucro líquido — aquele resultante da subtração dos custos operacionais e tributos. Já a rentabilidade é um produto obtido da relação entre o investimento e o lucro líquido.

Por ora, é importante que você saiba que ambos os indicadores são indispensáveis para atestar a viabilidade de uma empresa ou projeto. Por sinal, não foi à-toa que mencionamos anteriormente a expressão, potencial lucrativo.

Se de um lado temos o índice de endividamento geral, a outra ponta é ocupada pelo índice de lucratividade. Enquanto o primeiro é decisivo para evidenciar o nível de comprometimento do fluxo de caixa com gastos de terceiros, o segundo define o quanto uma operação pode ser lucrativa.

Na prática, antes mesmo de pensar em prestar um serviço ou criar um produto as empresas verificam quais sãos os custos operacionais, a fim de estimar os lucros. O índice de lucratividade existe justamente para exibir tal viabilidade — de maneira muito mais prática e assertiva.

O mesmo raciocínio vale para o investimento inicial de um dado negócio. Será que vale mesmo a pena injetar aquela quantia solicitada para adesão ao projeto? A diferença é que, aqui, também entra em cena a estimativa da rentabilidade da referida empreitada.

Auxílio na tomada de decisão

Todo indicador financeiro pode e deve ser usado em qualquer processo de tomada de decisão que envolva o presente ou o futuro do negócio. Em se tratando dos dados propiciados pela lucratividade, cabe observar se ela está dentro do nível estipulado pelo planejamento financeiro.

Se não estiver, é preciso reavaliar se o momento é o mais adequado para, por exemplo, implantar o projeto de inovação tecnológica da empresa. Conforme o nicho de atuação da organização, esse tipo de transformação pode reunir nuances relativamente complexas e caras.

Por outro lado, se sabe que a manutenção do nível de competitividade perante a concorrência depende de tais investimentos. Com o referencial de lucratividade das operações, fica muito mais fácil e seguro tomar decisões difíceis como essa. Afinal, por mais necessário que seja a inovação de dispositivos e processos, a projeção de fluxo de caixa deve ser compatível com essas realizações.

Gestão financeira estratégica da empresa

Com um planejamento estratégico devidamente alinhado aos objetivos do negócio e metas claras, a gestão financeira ganha um respaldo de peso. Nesse sentido, o índice de lucratividade cumpre um papel crucial para que você monitore os resultados e providencie eventuais correções de rumo.

A estratégia, vale salientar, também comporta a criação de planos de contingência, o que proporciona tranquilidade perante circunstâncias desfavoráveis.

Como deve ser feito o cálculo do índice de lucratividade?

O cálculo em si é muito simples, pois consiste na divisão do lucro líquido pela receita da empresa. Por fim, é necessário multiplicar o resultado por 100, para obter a porcentagem do indicador.

Antes de mais nada, você precisa ter em mãos o total do lucro bruto, oriundo da subtração dos custos e despesas. Em seguida, basta pegar o lucro líquido e descontar os tributos, que variam de acordo com a atuação da empresa e a política de elisão fiscal praticada.

Como interpretar o índice de lucratividade?

Basicamente, esse índice deve ser positivo, evidenciando uma gestão financeira benéfica para a saúde do seu negócio. Sempre que ele ficar negativo, isso é sinal de que a lucratividade do negócio é insuficiente para arcar com os custos e despesas operacionais. O fato de o resultado ficar acima de 0%, entretanto, não deve ser interpretado como um sucesso de gestão.

Tudo depende da meta traçada lá no início, no planejamento estratégico. Caso o índice de lucratividade esteja muito aquém do esperado, é necessário investigar as origens da discrepância, a fim de não prejudicar as finanças da empresa. Mesmo que ele esteja satisfatório, vale a pena verificar os pontos da operação que precisam ser aperfeiçoados.

Agora que você sabe como fazer o cálculo do índice de lucratividade, aprenda a calcular e usar outros indicadores financeiros determinantes para o sucesso do seu negócio! Para isso, basta assinar nossa newsletter e não perder nenhum conteúdo do nosso blog!

 

Fontes:
Texto: Serasa Experian
(Por Serasa Experian)
Foto: Divulgação

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5 dicas de ouro para começar a construir sua renda extra online http://www.abraseunegocio.com.br/2022/11/5-dicas-de-ouro-para-comecar-a-construir-sua-renda-extra-online/ Wed, 16 Nov 2022 13:13:28 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=31438 cursos-online

Pandemia mostrou como a internet pode facilitar processos e ser aliada importante para a segurança financeira; saiba como usá-la para construir uma renda extra, que pode eventualmente virar seu principal trabalho.

Durante a pandemia do Covid-19, muitas pessoas estão buscando outras formas de renda e a internet é uma excelente plataforma para isso, já que ela permite que você trabalhe de qualquer lugar do mundo. É o seu caso?

Se a resposta for positiva, hoje trazemos para você um guia completo sobre como começar a ganhar dinheiro em meio à quarentena. A ideia é te mostrar diferentes formas de transformar suas habilidades em um novo projeto ou negócio.

São sugestões simples, mas que, apesar de demandarem dedicação e tempo, você pode fazer diretamente do seu celular ou computador. Para isso, é importante também se organizar e ter um bom plano de internet, pagando menos e aproveitando o melhor serviço ao seu alcance. Compare a seguir em levantamento do  Melhor Plano e depois confira as dicas de como construir sua renda extra online!

Como conseguir uma renda extra durante a quarentena?

1- Invista no trabalho freelance

Existem várias plataformas online ― como Workana e Freelancer.com ― que contratam serviços de freelancer, como tradutores, redatores, designers e editores de vídeos. Se você possui alguma dessas habilidades, vale a pena pesquisar quais as plataformas mais usadas e os nomes em que você pode se cadastrar.

Geralmente, funciona da seguinte forma: você cadastra seu currículo, incluindo
experiência, portfólio com trabalhos feitos e habilidades.

Quem precisa dos serviços freelance abre as oportunidades, explicando qual é o serviço a ser feito. Em algumas plataformas, você pode dizer qual sua faixa de preço para atender àquela demanda. Já em outras, a pessoa que procura pelo freelancer já diz quanto pagará pelo serviço.

O pagamento, em geral, é realizado na entrega do trabalho e pode ser feito via plataforma ou acordado entre você e a outra pessoa. Neste caso, é importante que o acordo seja bem claro para que nenhuma das partes saia lesada da negociação.

2- Participe de pesquisas online

As pesquisas remuneradas são uma forma que muitas empresas encontraram de avaliar a satisfação do cliente e definir padrões de consumo de seu público-alvo.

Essa é uma opção simples de garantir uma renda extra online, mas que requer certo empenho, já que você terá que dedicar algumas horas em sua semana para responder às pesquisas. Afinal de contas, quanto mais questionários responder, mais dinheiro irá fazer.

Na maioria dos casos, o internauta se cadastra no site da pequisa remunerada e preenche uma ficha com alguns dados pessoais e hábitos de consumo. A partir do seu perfil, a plataforma irá oferecê-lo algumas perguntas e, a cada rodada de respostas, o usuário acumula pontos.

Ao fim, basta trocar os pontos por remuneração. É comum que as empresas estabeleçam um valor mínimo para que você possa realizar o saque do seu dinheiro. Já o pagamento, em geral, é feito por meio de plataformas de transferência monetária, como o PayPal.

3 – Crie seu projeto nas redes sociais

Que tal ganhar dinheiro com o que sabe fazer de melhor? Uma das grandes
vantagens da web é que você pode divulgar qualquer negócio sem precisar de um grande investimento inicial. Tudo o que vai precisar é de muita dedicação e uma boa conexão de internet!

Você pode vender objetos de decoração, roupas ou artigos de artesanato. A
comercialização pode ser feita por meio de redes sociais ou em sites específicos para pequenos empreendedores.

Outra opção é vender cursos online de algum tema que tenha amplo conhecimento, como gestão de redes sociais, Excel ou determinado idioma.

Também é possível ensinar alguma habilidade que você domine, como tocar instrumentos ou cozinhar. Existem certas plataformas onde o usuário pode gravar e vender seus cursos, que cuidam de todo o processo de disponibilização das aulas e pagamento.

De toda forma, caso queira fazer isso de forma autônoma, vale, ainda, disponibilizar suas aulas por sistemas como o Zoom ou Google Meet.

4 – Cozinhe e venda refeições

Se você manda bem na cozinha, que tal colocar a mão na massa e vender refeições? Os pratos podem vir em forma de marmita (as famosas “quentinhas”) ou congeladas.

Já a divulgação pode ser feita diretamente do seu celular, por meio de redes sociais, como Instagram e Facebook. Basta criar uma conta para seu negócio e dedicar-se para sempre ter conteúdo novo para seus clientes. Um bom plano de internet móvel e muita atenção são fundamentais nessas horas!

Por sua vez, as vendas podem ser feitas pelo WhatsApp (a ferramenta tem uma versão para empresas), em que você pode ter mensagens automáticas para responder mais rapidamente os clientes e ainda disponibilizar seu cardápio.

A plataforma também oferece o WhatsApp Pay, que permite que você faça transações de dinheiro de forma simplificada.

O segredo aqui é ter uma atenção especial com as redes sociais e atendimento do seu negócio, já que ele é a porta de entrada para os consumidores. Além disso, diversificar o cardápio e sempre trazer alginovador pode ser um diferencial!

5 – Faça parte de brechós online

De acordo com uma pesquisa realizada pela Mastercard e AMI, 46% dos brasileiros aumentaram o volume de compras online durante a pandemia. Esse mercado abrange não só produtos novos, como também itens usados.

Para garantir a venda daquela roupa ou objeto antigo, faça boas fotos dos seus produtos e uma descrição detalhada de tempo e forma de uso, medidas (se houver) e marca.

Você pode disponibilizá-los em plataformas de troca como a Enjoei, o marketplace do Facebook ou as próprias redes sociais.

Como diferencial, que tal oferecer a entrega em casa, seguindo, claro, todos os protocolos de segurança contra a Covid? O serviço pode ser feito por você ou de forma terceirizada, por meio de motoboys.

Transforme suas habilidades em dinheiro

Depois de ler as dicas acima, pense em como você pode transformar suas
habilidades em renda extra. Lembre-se de que, especialmente no início, esses
pequenos empreendimentos podem requerer muita atenção e energia, mas que, ao fim, valerão a pena. Boa sorte!

 

Fontes:
Texto: tecnologia.ig.com.br
(Por iG Tecnologia)
Foto: Divulgação

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