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Fontes:
Texto: Loja Set
(Por Felipe dos Santos Rocha)
Foto: Divulgação
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Fontes:
Texto: Abra Seu Negócio
(Por Maciel Kenji Sato)
Foto: Internet
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Invento promove tranquilidade ao motorista que quer poupar suas rodas, pneus e calotas de estragos durante manobras com e sem uso de ré.
Não tem coisa pior do que você instalar aquela roda de liga leve novinha ou comprar um carro 0km da concessionária e, de bobeira, chocar as rodas dianteiras ou traseiras na calçada não é mesmo? Tão desagradável quanto, é você aguentar as gozações dos outros que estão contigo no carro e ouvir aquele estrondo, quando a roda se choca na calçada. Daí vem aquele frio na barriga e todas as atenções do pessoal que passa por perto se voltam para você…
Ou então você é aquela pessoa boa de manobras, então cai a noite junto com uma chuva forte. Seus vidros e retrovisores embaçam e molham rapidamente, dificultando o encostamento/estacionamento – ninguém merece!

Você até pode ter investido num retrovisor tilt down, cujo preço hoje varia de R$300 a R$1.000, de acordo com o modelo. Mas ele não resolve quando você bate as rodas dianteiras na calçada na hora de encostar seu veículo. E talvez você não queira fazer um tremendo investimento, ou tenha condições de adquirir “carros-robôs”, melhor dizendo, aqueles que vem com sistemas complexos de sensoriamento como o Park Assist e o Intellisafe que você usa 2 vezes, uma para experimentar, outra para mostrar para o seu cunhado, e nos quais o processo de leitura dos sensores e acionamento dos movimentos é demasiadamente lento e irritante. Daí um motorista cola na sua traseira, começa a buzinar irritado com sua demora para estacionar numa simples vaga. E o pior: quando diante de vagas mais difíceis, estes sistemas complexos não funcionam! Você paga os olhos da cara por algo sem eficiência!
Veja
Pensando ajudar nessas situações, o inventor Paulo Gannam desenvolveu um “Sensor lateral de estacionamento para proteger pneus, rodas e calotas junto ao meio-fio”. Para o inventor, que já dispõe da prova de conceito do produto feita em PIC e em Arduino, o principal benefício do produto é o fato de ser mais acessível e atingir um público mais amplo, seja pessoas de menor poder aquisitivo, seja aquelas de maior poder aquisitivo que não tem interesse em gastar horrores com produtos de assistência abarrotados de sensores e/ou câmeras e seus softwares: os chamados ADAS (Advanced Driver Assistance Systems).
O invento permite o conhecimento antecipado e preciso de uma distância segura entre pneus/rodas e o meio-fio, proporcionando maior tranquilidade ao motorista, com uma margem de segurança ao estacionar o carro, eliminando aquele desgaste nos pneus e nas rodas por meio de arranhões, rupturas, manchas, etc.
“Este projeto agrega diversas vantagens, entre elas: praticidade, facilidade, tranquilidade e maior segurança àquelas pessoas que gostam de proteger seus carros o máximo possível, mantendo seu veículo sempre valorizado e bonito. Ele é um salvador de rodas e um assistente de estacionamento, só que muito mais barato!”, afirma Gannam.
Aqui você encontra vídeos bem legais em que o inventor fala de seu produto e demonstra o funcionamento dos pmvs:
https://www.youtube.com/watch?v=mOBZNhIKrhU
https://docs.google.com/file/d/0B4fAPURmJ9MkeDc0eVV5bVk0REU/edit?pli=1
Parceria – O produto já tem patente depositada no INPI e o inventor busca obter parceria com fabricantes, montadoras ou sistemistas, para realizar testes, industrializar e lançar o produto no mercado.
Este produto não será implantado e nem é destinado a empresas que estão focadas exclusivamente em P&D de tecnologias mais avançadas. É direcionado a empresas que forem capazes de enxergar viabilidade comercial justamente por não se tratar de uma tecnologia avançada, de baixo custo e aproveitável pelos próximos anos livre de concorrência, até que as demais tecnologias sejam, se é que o serão, popularizadas.
Tel.: (35) 9 8404 4124
Email: pgannam@yahoo.com.br
Linkedin: https://www.linkedin.com/pub/paulo-gannam/51/1b0/89b
Facebook: https://www.facebook.com/paulogannam.inventionsseekinvestors
Google+: https://plus.google.com/+PauloGannaminven%C3%A7%C3%B5es
Skype: paulo.gannam


Twitter: https://twitter.com/paulogannam
Informações Para investidores:
Este é um salvador de rodas e um assistente de estacionamento 2 em um e muito mais barato (por ser dotado de apenas 4 sensores). Dá para se trabalhar com um amplo espectro de consumidores
Potencial público-alvo:
1- Pessoas que mantêm certa dificuldade em estacionar seu carro junto à guia, ou mesmo aquelas que bem preparadas para esta tarefa, vez ou outra acabem pagando esse mico e danificando seu carro e recebendo gozações dos passageiros que lhe acompanham.
2- Pessoas que se preocupam com a aparência de seu carro e que não querem suas rodas arranhadas, rompidas, e seus pneus machados e desgastados.
3- Pessoas com carros de luxo, um público-alvo importante. Empresas de alta performance em autos de luxo, aquelas que dão uma diferenciada nos autos personalizando, tunando, turbinando, pintando, fosqueando a pintura, decalcando etc. A maioria dessas empresas ficam no eixo Oeste dos EUA, algumas no Japão, Europa e várias no Oriente Médio nas quais trabalha-se com autos acima de 500 mil Euros.
4- Amantes de carro, que adoram instalar rodas de liga leve, entre outros acessórios, e que não gostam da ideia de terem eventualmente suas rodas preciosas amassadas, arranhadas e opacas e terem de reformá-las ou trocá-las (talvez sejam estes os primeiros adotantes contaminadores junto com boa parcela do público feminino!)
5- Pessoas de mais idade, que, com o tempo, reduziram sua noção/percepção de distância das rodas/pneus em relação à guia (é muito comum vermos alguns velhinhos fazendo trapalhadas com o veículo na hora de encostar ou estacionar o carro, chegando quase a subir na calçada).
6- Deficientes visuais com grau de déficit visual ao qual ainda se é permitido dirigir (em alguns casos, óculos/lentes não são capazes de corrigir totalmente dada deficiência, cabendo uma análise, por vezes subjetiva, do avaliador, para concessão/manutenção de CNH ao motorista). Estas pessoas poderiam ser beneficiadas em casos de manobras laterais junto à calçada, mediante alerta sonoro de que disporá o sensor.
7- Linha de ônibus urbanos e caminhões. Exemplo: nos terminais de ônibus urbanos motoristas costumam raspar as rodas na plataforma. O que algumas empresas fazem é pintá-las e, se houver reincidência do motorista, ele acaba tendo de arcar com o prejuízo.
8- Seguradoras
9- Pessoas que tem dinheiro para pagar um assistente de estacionamento mais caro, mas simplesmente não pagam por acharem que não vale a pena o tamanho do investimento (poderiam ser feitas versões premium desse produto que, ainda sim, seriam bem mais baratas que projetos complexos de sensoriamento)
Desafio Técnico
Para ser adaptável para a maioria dos veículos e para a maioria dos meios-fios do nosso país, o projeto exige um desenvolvimento da parte mecânica e/ou de designer, para ter uma regulagem do posicionamento dos sensores, tanto na altura quanto na distância lateral. Creio que a fixação do sistema deva ser resistente aos diferentes tipos de quebra-molas.
Segundo fui informado, o sensor de ré, no Brasil, iniciou-se como acessório vendido em lojas, para depois ganhar escala em montadoras. Em 2010, só no Brasil, segundo dados de Diretor, à época, da DSW Automotive, haviam 200 mil sensores de ré sendo vendidos por mês.
Vale lembrar: para se consertar uma única roda hoje em dia (pintura, desamassamento, polimento, etc), gasta-se, em média, R$ 400,00, e isto pode servir de argumento ao consumidor quando da venda deste produto. E rodas mais leves leve estão sendo incorporadas cada vez mais vindas de fábrica com os veículos:
http://www.revistaaluminio.com.br/mercado/automotivo/corrida/
Se a “moda” pega com a proteção das rodas, e vai pegar, os resultados para a empresa serão bastante interessantes.
* Custo estimado de produção, em pequena escala: 20 dólares por ponto. Em larga escala 12 dólares por ponto. (total de 4 sensores + display no painel ou 4 sensores + app ou 4 sensores + app projetado na central multimídia).
Questões legais e comerciais
Paulo, mas e a tecnologia Around View Monitor, recentemente lançada no mercado brasileiro por uma montadora japonesa, que facilita o estacionamento com uso de 4 ou 5 Câmeras?
Respondo: Você deveria comprar um bom “Around Money View Monitor” para avaliar o poder de compra da maior parte dos consumidores de automóveis no Brasil, pois o custo dessa parafernália de câmeras é maior que o de sensores. E mais, câmeras não excluem sensores, são complementares. Tanto que há câmera de ré e sensor de ré. Depende do gosto do freguês.
Mas as patentes depositadas pelas montadoras e por sistemistas já não cobrem qualquer tipo de colisão do veículo? E os ADAS? E o sensor de para-choque? Qual é a chance e data para a patente ser aceita? Isto poderia eliminar o poder de exclusividade do produto….
Isto somente poderá ser respondido com melhor precisão quando o INPI emitir o parecer técnico relacionado ao pedido de patente que se encontra depositado e tramitando no INPI. É difícil dar um grau de certeza, em termos porcentuais, sobre se a patente será concedida ou não, mas existem alternativas/estratégias comerciais em caso de não concessão da carta-patente.
Este pedido de patente foi depositado como “Modelo de Utilidade”. Definição (http://pt.wikipedia.org/wiki/Modelo_de_Utilidade).
De acordo com pesquisa prévia que realizamos, não existe produto/pedido de patente de sensoriamento cuja função/configuração/programação preveja/mencione especificamente a proteção contra rodas, pneus e calotas durante estacionamento ou encostamento junto ao meio-fio (com e sem uso de ré). O simples fato de haver várias patentes para sensores de colisão, cada qual com uma dada função/aplicação mencionada já indica uma boa possibilidade de concessão da carta-patente.
A carga inventiva é razoavelmente alta pois acaba de se inventar um produto muito mais barato que atende a função de auxilio a estacionamento e proteção a pneus, rodas e calotas de modo infinitamente mais objetivo e barato que os produtos hoje disponíveis no mercado. Um dos conceitos propostos é: não é o carro que vai fazer a manobra de estacionamento para você por um preço escorchante e sem proteger as suas rodas dianteiras. Ou ainda, você não vai precisar necessariamente daquela parafernália de câmeras com soft que calcula a distância.
Nós definitivamente não precisamos de toda a parafernália dos Park Assist tradicionais!. Veja do que estou falando:
É você, com o auxílio de 4 sensores, que vai operar a manobra sem “perder as suas calças”, por estar pagando por um produto muito mais acessível e de baixo custo.
Ou seja, muitas tecnologias de sensoriamento/leitura de distância já foram desenvolvidas, mas isto não impede que novas patentes/produtos/processos com novas aplicações a partir destas tecnologias possam ser criadas.
Ainda assim, numa hipótese mais nebulosa em que a carta-patente não seja concedida, sua empresa teria saído na dianteira em relação às demais e já desenvolvido mercado, antes de outras empresas resolverem (se resolverem) fabricar o produto e comercializá-lo…
Fontes:
Texto: paulogannam.wordpress.com
(Por Paulo Gannam)
Foto: Divulgação
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Dr. Sintomas utiliza inteligência cognitiva para mostrar possíveis doenças de forma personalizada.
Quando o corpo começa a dar sinais de que algo não vai bem, logo surge aquela dúvida sobre a causa do problema e a internet é a primeira aliada. Porém, uma simples dor de cabeça pode ser estresse, infecção, enxaqueca, entre outras causas que buscadores online não conseguem determinar com precisão. Agora existe uma forma de se acalmar e encontrar informações confiáveis: o Dr. Sintomas (www.drsintomas.com.br). O serviço acaba de ser lançado e identifica a probabilidade de determinadas doenças a partir do perfil, histórico e indicação de sintomas e condições dos usuários.
A tecnologia é gratuita, com acesso web e mobile – esse último em versão de testes. O site utiliza inteligência cognitiva, que considera fatores além da simples associação entre sintomas e doenças, apontando as causas a serem investigadas junto a um profissional de saúde. “A avaliação é totalmente personalizada, com uma série de questões sobre idade, peso, altura, histórico médico e detalhamento dos sintomas – intensidade, local, tipo, etc. Dessa forma, o resultado abrange as causas mais prováveis para aquele perfil e situação específicos”, explica Marco Scabia, cofundador da empresa.
Foram mais de dois anos de desenvolvimento da solução, com consultoria de uma equipe médica experiente – contando inclusive com Dr. Zeballos, renomado clínico geral e reconhecido diagnosticador. Ao todo, são mais de mil sintomas e mais de 500 doenças em sua base. A plataforma é bilíngue (português e espanhol) e já está disponível para toda a América Latina.
Tecnologia que aprende sozinha
O Dr. Sintomas opera como machine learning, ou seja, quanto mais for utilizado, maior sua precisão. Os idealizadores reforçam que a ideia não é substituir a consulta médica, nem estimular a automedicação. O próximo passo, inclusive, é que os resultados sejam acompanhados de orientações de saúde que visam apontar o melhor caminho para a cura.
Em breve, também será lançada uma versão voltada para profissionais de saúde. “O Dr. Sintomas também será uma ferramenta para os profissionais da saúde se manterem atualizados, além de ajudar a terem insights e a confirmarem suspeitas durante o diagnóstico”, completa Zeballos.

Sobre o Dr. Sintomas
Plataforma que utiliza inteligência cognitiva e machine learning para análise de sintomas e indicação das causas mais prováveis. Tem versão para usuários que direciona ao especialista ideal, além da versão, em fase de testes, para médicos, clínicas, hospitais e universidades, com conteúdo aprofundado. A base da plataforma conta com mais de mil sintomas e 500 doenças, listadas por uma equipe médica, incluindo Dr. Zeballos, e está disponível em português e espanhol. A solução foi idealizada por Marco Scabia e Marcos Botelho. www.drsintomas.com.br.

Fontes:
Texto: Press Works
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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]]>Dos carros sem motoristas à internet das coisas e dos órgãos em chip a bactérias que se transformam em fábricas: essas são algumas das tecnologias emergentes de 2016 que mudarão o mundo, melhorando a nossa vida cotidiana, transformando os processos produtivos nas indústrias e contribuindo para a melhoria do planeta.
As 10 novas tecnologias foram anunciadas por especialistas do Fórum Econômico Mundial e publicadas pela revista científica Scientific American. Confira quais são elas:
Até 2020, 30 bilhões os microsensores localizados em carros, termostatos, fechaduras, coleiras de animais e vários outros objetos estarão conectados em rede e conseguirão transmitir informações entre si.
No entanto, a grande novidade da chamada internet das coisas será com a criação e a produção em larga escala de nanosensores, que poderão circular no corpo humano ou até estar dentro de materiais de construções. Conectados entre si, esses sensores nanométricos poderão revolucionar vários setores, da medicina à arquitetura, da agricultura à produção de remédios.
Um dos maiores obstáculos na difusão de energias renováveis – como a solar e a eólica – é a imprevisibilidade entre sua oferta e sua demanda, ou seja, muitas vezes o tempo está propício para uma grande produção de energia que passa a ser mais do que a necessária naquele momento para aquela região e que se perde ao tentar ser armazenada. O contrário também ocorre, quando o tempo ruim não ajuda na produção suficiente para determinado momento.
Para ajudar nesse armazenamento, tecnologias para a criação de baterias mais potentes e menos nocivas ao meio-ambiente à base de zinco, sódio e alumínio estão progredindo recentemente. Já pode-se criar, por exemplo, baterias adaptadas a pequenas redes elétricas que conseguem oferecer energia até para comunidades que antes estavam desconectadas.
Outra tecnologia abordada como sendo ‘do futuro’ é o Blockchain, um registro ou livro-razão online disponível a todos os participantes desse sistema virtual que reúne uma rede de transações e de pagamentos realizados com a moeda eletrônica Bitcoin.
Cada vez mais um número maior de pessoas e de grandes companhias, como Google, Microsoft e IBM, estão desenvolvendo iniciativas de Blockchains e percebendo o poder e o impacto positivo que essa tecnologia poderá ter para mudar o mercado e suas gestões, além de melhorar a privacidade e os problemas relacionados à segurança nas compras online. Esses projetos podem também ser úteis e decisivos para simplificar e facilitar ações como a venda de propriedades e a realização de contratos.
Uma nova classe de materiais que contam com apenas uma camada de átomos está sendo considerada uma das principais tecnologias desse tempo. Um exemplo de material em 2D, como são chamados, é o grafeno, feito a partir do carbono e que é mais forte que aço, mais resistente que diamante, super flexível, super leve, transparente e um veloz condutor elétrico.
Além dele, outros materiais como o siliceno (do silicone) e o fosforeno (do fósforo), têm aplicações em vários setores e poderão ser, no futuro próximo, mais fáceis e rápidos de serem produzidos.
A difusão de carros que não precisam de motoristas para se deslocar vai aumentar gradualmente junto com a tecnologia que garantirá a segurança desses veículos e com a introdução de normas e leis que regularão a circulação desses carros nas estradas. Eles também poderão ser extremamente úteis em populações mais velhas que não querem ou não podem mais dirigir e na prevenção de acidentes.
Essa tecnologia, que se faz cada vez mais necessária, cria miniatura de órgãos humanos em microchips para que os tecidos possam ser analisados e usados para acelerar os estudos contra doenças e para o desenvolvimento de novos remédios sem o uso de testes em animais.
Essa tecnologia é um grande passo para a medicina já que é difícil encontrar órgãos reais que possam ser usados para experimentos com fins de estudos. Até o momento vários grupos já criaram alguns protótipos de rins, corações, pulmões e córneas.
Atualmente, para se obter energia solar usa-se células de silicone, encontradas geralmente ocupando grande parte dos telhados de casas e fábricas. Essas células apresentam alguns problemas, como o tamanho e o peso que devem ter para funcionarem bem (ambos grandes), a dificuldade para serem produzidas, a quantidade de gases que são emitidos na sua produção e a transformação de apenas 25% da luz do sol que ilumina as placas em energia.
Para isso, cientistas estão desenvolvendo células a partir do mineral perovskita que, segundo especialistas, poderão ser menores, mais leves, mais rentáveis e menos poluentes que as de silicone em um futuro não tão distante.
O avanço nas tecnologias relacionadas à inteligência artificial está fazendo com que programas onlines sejam cada vez mais capazes de assumir um papel de assistente pessoal. Nos próximos anos esses programas devem fazer muito mais do que apenas procurar um restaurante, mostrar um caminho para determinado destino ou agendar uma reunião, como os assistentes Siri, da Apple, ou Cortana, da Microsoft, fazem.
No futuro, eles estarão conectados não apenas aos dados do celular e da conta de email, mas também à casa e ao carro do usuário.
O funcionamento das células de um cérebro é algo ainda misterioso para os cientistas. No entanto, em 2005 começou a ser descoberta uma tecnologia que pode ajudar no entendimento desse órgão, além de ajudar a prevenir ou a curar patologias intimamente ligadas a essa parte do organismo, como dor crônica, depressão, transtornos mentais, mal de Parkinson e até problemas de visão.
A técnica é chamada de optogenética, que basicamente oferece a possibilidade de ativar ou desativar neurônios específicos com uma precisão de milissegundos através de diferentes feixes de luz coloridos. A tecnologia consiste em implantar proteínas de pigmentos nas células cerebrais que, com o recebimento de uma determinada cor de luz irá responder de uma maneira específica e programada.
A grande novidade é a criação de microchips um pouco maiores apenas que um neurônio que podem ser injetados nas células do cérebro levando com eles os pigmentos requeridos.
Os avanços nos campos de bioengenharia, como os de biologia sintética, biologia de sistemas e engenharia evolutiva, estão permitindo com que bactérias e outros microrganismos se transformem em fábricas de químicos que poderão no futuro substituir os petroquímicos, como petróleo, carvão e outros combustíveis fósseis.
Com microrganismos vivos sintetizando químicos, setores como o de biocombustíveis e o de remédios podem evoluir e impactar menos o meio-ambiente, sendo menos poluentes e nocivos.
Fontes:
Texto: revistapegn.globo.com
(Por Agência Brasil)
Foto: Divulgação
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]]>Nos anos 90, os exames de DNA mudaram de vez as investigações forenses com o barateamento e a precisão das análises – tanto é que viraram cliché de programas de TV. Com base nas mesmas técnicas usadas pelo FBI e pelo Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal, o laboratório DNA Barato (www.dnabarato.com.br) testa amostras de material genético deixadas em camisinhas, roupas, lenços e afins para verificar indícios de traições.
Em geral, o exame é feito quando um dos parceiros desconfia do comportamento do outro, homens e mulheres, em igual proporção, segundo Ricardo di Lazzaro, sócio-fundador da DNA Barato. O teste é preciso desde que haja material genético suficiente para a análise. “Ainda que o diálogo seja importante para esclarecer esse tipo de situação, muitas vezes sente-se a necessidade de ter um indício, e então nos procuram”, explica o empreendedor.
Ricardo conta que o mais comum é que se avaliem camisinhas e roupas íntimas, além de pedaços de papel higiênico amassados. “Desde que haja resquício de secreções, podemos inclusive analisar manchas de batom em camisas ou toalhas, por exemplo”, diz.
Para analisar o material, são utilizados kits de extração do DNA de alta sensibilidade que se baseiam em colunas de sílica e resinas magnéticas – as mesmas técnicas empregadas na rotina dos principais laboratórios forenses do mundo.
Além de avaliar o material genético recolhido por quem requereu o exame, é necessário compará-lo com o do parceiro desconfiado. Dessa forma, é possível saber se a amostra realmente pertence a um terceiro indivíduo. “Em um caso, inclusive, foram encontrados dois perfis genéticos que não eram compatíveis com o do companheiro”, lembra Ricardo.
O cofundador faz, ainda, um último adendo: “É importante frisar que a pessoa que solicitou o teste é quem se responsabiliza pela coleta e custódia do material até a entrega deste ao laboratório”. Os resultados ficam prontos em até 10 dias e são confidenciais

Sobre a DNA Barato
Empresa que oferece exames de DNA acessíveis, como o de paternidade e para identificar traições. Criada em 2010 por André Chinchio e Ricardo di Lazzaro, a DNA Barato faz parte do Grupo Genera, especializado em testes genéticos de finalidades variadas – detecção de doenças, investigação de genealogia familiar, entre outras. www.dnabarato.com.br.

Fontes:
Texto: Press Works
(Por Paula Salas)
Foto: Divulgação
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]]>Nos últimos meses, a expressão “crise econômica” tem ocupado a maior parte dos noticiários do Brasil. Retração de diversos setores, aumento da inflação e desemprego crescente são alguns dos percalços enfrentados pela população brasileira. No entanto, parece que a luz no fim do túnel começa a dar sinais de aproximação.
Segundo estimativas do “Instituto Internacional de Finanças (IIF)”, órgão sediado em Washington (EUA) e formado por mais de 500 instituições financeiras, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro pode cair 3,3% este ano (antes, a previsão era de queda de 4,5%. E para 2017, a instituição estima um crescimento de apenas 1%).
Embora o panorama ainda seja de incertezas econômicas e políticas, uma pesquisa da “Gartner” estima que o mercado de Tecnologia da Informação (TI) deve retomar o crescimento. A expectativa é de aumentar em 2,6% os investimentos na área, ajudando a impulsionar diversos setores da economia nacional, entre eles, o de manufatura. “Assim como em outros segmentos, a indústria vem enfrentando uma desaceleração. E são momentos como estes que os gestores podem perceber a importância do investimento e buscar por soluções para ajudar a conter gastos e os auxiliem no gerenciamento empresarial”, explica o Gerente de Marketing da Mega Sistemas Corporativos, Bruno Scaravelli.
E neste sentido, os empreendedores podem contar com os sistemas de gestão empresarial, também conhecido por ERPs. Entre eles, está o Mega Manufatura, desenvolvido pela Mega Sistemas. A solução é indicada para as empresas gerirem todo o seu processo produtivo, bem como os custos do seu negócio. “O software permite saber o que, quando e como produzir e comprar. Com ele, também é possível identificar quais recursos estão disponíveis para auxiliá-la a conquistar e manter altos níveis de desempenho e eficiência”, explica Scaravelli.
“Além disso, o Mega Manufatura ajuda o gestor a realizar o planejamento das suas necessidades futuras, controlar a capacidade produtiva, acompanhar o estoque (matérias-primas, semiacabados, produtos finais), programar as atividades de produção, os recursos alocados por setor e prever prazos de produção e entrega. Ao ter a sua companhia totalmente controlada, ele pode se tornar mais competitivo e, consequentemente, se colocar à frente no mercado”, finaliza o executivo.
E o setor de manufatura se mostra confiante no futuro econômico brasileiro. De acordo com dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança da Indústria (ICI) registrou alta de 4,2 pontos em junho, em relação a maio, e chegou a 83,4 pontos, com elevação em 14 dos 19 segmentos analisados. Já o Índice de Expectativas aumentou 7,5 pontos e ficou com 85,7 pontos também em junho. A variação mensal foi a maior desde janeiro de 2002, quando apresentou uma elevação de 7,6 pontos.
Sobre a Mega Sistemas Corporativos
A Mega Sistemas Corporativos é uma S.A. de capital fechado que nasceu no estado de São Paulo, em 1985. Em 30 anos de trabalho, a empresa cresceu, ampliou o seu portfólio de produtos e serviços e se consolidou com uma das mais importantes companhias de TI do Brasil, oferecendo soluções de gestão empresarial para os mercados de Construção, Manufatura, Logística, Combustíveis, Agronegócios e Serviços. Com presença direta em São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais, a companhia conta ainda com 15 canais de atendimento, 500 colaboradores e mais de 2.000 clientes em todo o território nacional.
www.mega.com.br
Acesse a nossa lista de porta-vozes e baixe imagens em alta resolução na Sala de Imprensa da Dezoito. Veja em: http://www.dezoitocom.com.br/

Fontes:
Texto: dezoito
(Por Léo César)
Foto: Divulgação
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]]>Muitas empresas de diversos segmentos vendem seus produtos e serviços a órgãos públicos. Entretanto, um grande número de indústrias, distribuidores e outros fornecedores nem mesmo conhece o enorme potencial oferecido pelo mercado público, que movimenta bilhões de reais ano a ano. Somente em 2015, foram captadas pelo maior sistema de busca específica mais de 1,3 milhão de licitações no Brasil, um crescimento acima de 13% em relação a 2013 e de 7,2% frente a 2014.
Entre os setores que mais lucram com o fornecimento a órgãos municipais, estaduais e federais, destacam-se o farmacêutico, o de equipamentos e suprimentos médico-hospitalares diversos, alimentos e suplementos nutricionais, materiais de papelaria e apoio, além de materiais e serviços de higiene e limpeza. Nesses segmentos, há empresas em que 60% do faturamento é proveniente de contratos com o público.
Pensando em contribuir para que empresas de todo o país possam concorrer de forma mais organizada, estratégica e embasada, aumentando as chances de vitória em licitações públicas, a empresa IBIZ Tecnologia criou um serviço pioneiro, que monitora, captura, trata, gere e entrega informações essenciais àqueles que participam de processos de licitação pública. “A velocidade, precisão e acesso à informação acurada é um diferencial competitivo relevante para se obter sucesso nesse mercado”, argumenta Ulisses Gomes, sócio-diretor e co-criador do IBIZ Licita.
Como funciona
O conceito básico do IBIZ Licita é apresentar aos potenciais fornecedores onde estão as oportunidades de negócios e quais resultados conseguidos no mercado. De acordo com a empresa, em 2015 foram gerados mais de 5 milhões de avisos de oportunidades para os mais diversos nichos de mercado.
Para Ulisses Gomes, o diferencial que a ferramenta proporciona está na agilidade – envio do aviso em, no máximo, 24 horas após a publicação –, na triagem e customização realizada – a empresa recebe a informação exata sobre a oportunidade relacionada ao seu produto ou serviço –, na abrangência de monitoramento, que é nacional e internacional, entre outros aspectos. “Tudo isso gera uma significativa otimização do tempo da equipe responsável pela busca de oportunidades e acompanhamento das mesmas e, consequentemente, há uma drástica redução de custos operacionais. Além disso, a empresa que concorre nesse mercado tem em mãos parâmetros para análises fundamentais para participar dos processos de compras públicas”, enaltece.
Daniela Triñanes, sócia-diretora da IBIZ Tecnologia, lembra que também são fornecidos dados referentes aos últimos cinco anos, o que gera referência do que é praticado por cada órgão. “É extremamente valioso poder ter acesso à sua própria performance em cada processo de concorrência, mas também é crucial ter conhecimento acerca dos preços praticados pelo mercado, pela concorrência, pelos ganhadores anteriores etc. Isso torna nosso cliente muito mais competitivo”, explica.
Sobre a IBIZ Tecnologia
Desde 1997, a IBIZ Tecnologia se dedica a desenvolver soluções e serviços inovadores, simples, mas ao mesmo tempo robustos e acessíveis que transformem a gestão de empresas de segmentos diversos. Referência nacional na captura, tratamento, entrega e gestão da informação, a empresa oferece um portfólio de serviços desenhado para atender necessidades estratégicas e operacionais, entregando a informação essencial e precisa para que os processos de sua empresa sejam realizados com a velocidade, eficiência e assertividade que o mercado demanda. Para conhecer mais, acesse: www.ibiz.com.br.
Sobre o IBIZ Licita
Serviço pioneiro e único em obtenção, gestão e análise de dados para empresas que participam de processos de compras públicas e governamentais, com abrangência nacional e em países da América Latina. Para conhecer mais, acesse: www.ibiz.com.br/portfolio/licita.html.
Informações para imprensa:
md & trivia – www.triviacomunicacao.com.br
(11) 3050-5551
Diego Pudo – diegopudo@triviacomunicacao.com.br
Mariana Alves – mariana@triviacomunicacao.com.br
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Fontes:
Texto: md & trivia
(Por Diego Pudo)
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]]>Especialistas acreditam que este é um período de grande transformação tecnológica e comportamental. A informática, a tecnologia e a comunicação globalizada têm influenciado o nosso dia a dia e estão mudando as formas de interação e consumo. Segundo dados da União Internacional das Telecomunicações, órgão vinculado à Organização das Nações Unidas (ONU), o número de internautas no mundo já chega a 3,2 bilhões, o que equivale a 42,4% da população mundial.

No Brasil, esse percentual é ainda maior. De acordo com a pesquisa TIC Domicílios 2014, feita pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, há no País cerca de 94,2 milhões de usuários de internet, correspondendo a 55% da população. “Esse número tende a crescer ainda mais se levarmos em conta o aumento do uso de smartphones, que não restringe mais o uso da internet apenas em casa ou no ambiente de trabalho”, destaca o CEO da DBMaster Informática, João Oliveira.
Essa mesma pesquisa também aponta que os indivíduos que mais acessam a rede têm entre 16 e 34 anos, sendo que os usuários diários representam 84% daqueles entre 16 a 24 anos e 85% dos que têm de 25 a 34 anos. Para alguns deles, os dispositivos móveis se tornaram verdadeiras extensões do próprio corpo.
“São eles, os jovens, os principais responsáveis por movimentar o uso das novas tecnologias disponíveis por aplicativos, programas que têm por objetivo desempenhar algum tipo de tarefa. Daqui a alguns anos, muitos desses jovens estarão à frente de grandes companhias do mundo todo, serão líderes, grandes executivos e formadores de opinião. Se atualmente eles já são exigentes e promovem grandes mudanças tecnológicas, imaginem o que não virá por aí”, reforça o empresário.
“Pegar um táxi, pedir uma pizza, pagar contas ou locar um apartamento em temporada de férias já não são tarefas feitas da mesma maneira após a criação de aplicativos que compartilham casas, transporte e até coisas, mudando a forma de consumo por meio da tecnologia”, enumera João Oliveira, para quem esses são apenas alguns dos exemplos de como a tecnologia e a internet acrescentam ou modificam as formas de pensar, agir, de se comunicar, e, até mesmo, de consumir na atualidade.
Essas novas ferramentas tecnológicas estão revolucionando não só a forma de como as pessoas executam suas tarefas diárias, facilitando e economizando tempo, como também têm mudado o mercado de tecnologia. No ano passado, o crescimento da utilização das tecnologias móveis, por meio dos aplicativos, chegou a 58%, segundo o site Yahoo, que conduziu uma pesquisa ao lado da plataforma de análise Flurry.
Para o CEO da DBMaster, chegamos a um ponto em que não é possível recuar frente à evolução tecnológica. Segundo ele, é preciso saber como lidar com tantas novidades, além de reconhecer que as corporações devem se adequar a essas mudanças e investir em tecnologia para se comunicar com diferentes perfis. “É a velocidade com que a empresa consegue atender às novas demandas de seus clientes que irá determinar seu nível de competitividade. E, em um mercado cada vez mais competitivo e globalizado, ninguém vai querer ficar de fora.”
Sobre a DBMaster: A DBMaster é uma empresa sediada em Pinhais (PR), na Região Metropolitana de Curitiba, que oferece soluções e produtos em tecnologia da informação. Com sede também em São Paulo e Brasília, presta serviços de consultoria em TI; gerenciamento de conteúdo; infraestrutura tecnológica operacional; desenvolvimento de softwares para empresas; serviço de CRM (software de gerenciamento de relações com o cliente); soluções em nuvem e gestão de instalações de parques tecnológicos. Certificada e premiada por clientes e fornecedores, é revendedora autorizada de grandes empresas como Oracle, Microsoft, OpenText e Allround e atende companhias do mundo todo, de todos os segmentos e tamanhos, sejam elas do setor público ou privado. Mais informações pelo site www.dbmaster.com.br.
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Fontes:
Texto: Savannah Comunicação Corporativa
(Da Redação)
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]]>Para Luiz Sérgio Vieira, novo CEO da EY para o Brasil, inovar nas formas de entregar serviços aos clientes é mandatório para qualquer empresa que pretenda se manter competitiva. Pensando nisso, a EY montou um grupo interno que reúne representantes das áreas de Inovação, Tecnologia e líderes de diversos setores para avaliar continuamente novas aplicações para os drones, como, por exemplo, o uso conjugado com outros dispositivos e aplicativos.
“Com os drones podemos executar em menos tempo trabalhos que levariam horas ou até dias para serem finalizados. Conseguimos também substituir algumas tarefas manuais por um serviço automatizado que oferece maior precisão de análise. Além de reduzir o risco para as nossas equipes’’, diz Vieira.
Sobre a Ernst & Young (EY)
EY é líder global em serviços de Auditoria, Impostos, Transações Corporativas e Consultoria, comprometida em fazer sua parte para construir um mundo de negócios melhor. Os insights e os serviços de qualidade prestados ajudam a criar confiança nos mercados de capital e nas economias do mundo. A empresa desenvolve líderes que inspiram suas equipes a entregar excelência a todos seus stakeholders. Dessa forma, a companhia desempenha um papel fundamental na construção de um mundo de negócios melhor para seus profissionais, clientes e comunidades. A Ernst & Young Brasil é Apoiadora Oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. O alinhamento dos valores do Movimento Olímpico com os da Ernst & Young foi decisivo nessa iniciativa. A EY refere-se a uma ou mais empresas-membro da Ernst & Young Global Limited (EYG), organização privada constituída no Reino Unido, limitada por garantia e que não presta serviços a clientes.
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Fontes:
Texto: Máquina Cohn & Wolfe
(Por Arthur Chioramital)
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