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abrir um negócio – Abra Seu Negócio http://www.abraseunegocio.com.br Seja um empresário de sucesso! Fri, 17 Mar 2023 13:57:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.6.29 Descubra como abrir um negócio com pouco dinheiro (e muito esforço!) http://www.abraseunegocio.com.br/2023/03/descubra-como-abrir-um-negocio-com-pouco-dinheiro-e-muito-esforco/ Wed, 15 Mar 2023 12:05:49 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=31468 cursos-online

Sobre o que estamos falando?

  • O primeiro passo para quem sonha em abrir seu próprio negócio é buscar capacitação para encarar esse desafio. Conhecimento é essencial para começar qualquer novo projeto;
  • Mesmo com baixo investimento, é possível sim tirar os planos do papel, começando por exemplo, no regime de MEI;
  • Além disso, você não precisa ter um espaço para começar a trabalhar de fato. Existem pessoas que iniciaram trabalhando de casa e conquistaram ótimos resultados, sem grandes custos extras;
  • E não se esqueça que você pode contar com a Conta Azul para integrar todas as áreas da empresa, acelerar rotinas e ganhar tempo para fazer o seu negócio crescer!.

Quer abrir um negócio, mas não sabe se tem dinheiro suficiente para empreender? Veja nosso GUIA COMPLETO para decolar.

Abrir um negócio com pouco dinheiro não é uma tarefa fácil.

Quem já tentou empreender sabe: abrir um negócio não é fácil nem com muito dinheiro.

Além dos recursos financeiros, são necessários planejamento estratégico, pessoas capacitadas, controle de custos, senso de oportunidade, pesquisa de mercado, perseverança, paciência e muito, muito mais.

Mas calma: há ótimos motivos para tirar a empresa do papel e enfrentar todos esses obstáculos.

No centro de todos eles, está a independência. Quem empreende assume a responsabilidade pelos caminhos do negócio, e isso vai definir também a sua jornada pessoal.

Ter o controle das ações significa que o seu tempo é investimento, e cada hora aplicada na empresa pode se transformar, mais tarde, em dinheiro e prosperidade.

Abrir um negócio significa, portanto, encarar uma estrada longa e cheia de barreiras, mas que reserva sorrisos e sucesso para quem chega até o seu destino.

E como fazer isso? Como tirar a empresa do papel sem um investimento gigante ou sem dispor de todos os recursos?

É o que vamos descobrir em seguida.

Neste artigo, você vai tirar suas dúvidas e entender mais sobre os seguintes tópicos:

Ficou interessado? Quer dar o primeiro passo agora mesmo? Então siga a leitura.

É possível abrir um negócio com pouco dinheiro?

Montar uma empresa com baixo investimento é difícil. Mas isso não impede que muitos brasileiros tirem suas ideias do papel e encarem esse desafio.

Na verdade, o Brasil é um dos países mais empreendedores do mundo. De acordo com o estudo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), de 2017, produzido em parceria com o Sebrae, 36 em cada 100 brasileiros adultos são empreendedores.

E o potencial é ainda maior: 84% das pessoas têm uma atitude favorável ao empreendedorismo e 59% se imaginam abrindo o próprio negócio. Esses dados fazem parte da pesquisa Amway Global Entrepreneurship Report (AGER).

Mas esse otimismo nem sempre dá certo. Conforme pesquisa de 2016 do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), apenas 23,4% dos negócios sobrevivem depois de dois anos de funcionamento.

Esse mesmo estudo ainda traz outra conclusão importante: uma das principais causas de falência é a falta de planejamento e conhecimento sobre gestão.

Por isso, o primeiro passo para quem quer abrir um negócio, com ou sem dinheiro, é justamente se capacitar ao máximo para encarar esse desafio. Essa etapa, de busca de conhecimento, é a mais importante.

Na prática, ela precede inclusive a preocupação com o dinheiro. Até porque abrir um negócio não precisa ser tão caro assim. A seguir, vamos descobrir dois caminhos para montar uma empresa com baixo investimento.

Como abrir um negócio MEI

O regime tributário de Microempreendedor Individual (MEI) facilita a vida de quem quer dar os primeiros passos nessa aventura. Nesse caso, o custo de abertura é zero, e a manutenção da empresa exige pagamento de tributação de, no máximo, R$ 53,70 por mês.

Esse regime tributário pode ser utilizado por qualquer um que se enquadre nestas exigências, consultadas no Portal do Empreendedor:

  • Fature, no máximo, R$ 81.000,00 por ano
  • Não seja sócio, administrador ou titular de outra empresa
  • Contrate, no máximo, um empregado
  • Exerça uma atividade econômica permitida pelo Anexo XI, da Resolução CGSN nº 140, de 2018,o qual relaciona todas as atividades permitidas ao MEI.

E será que você se enquadra em uma das atividades que o Microempreendedor Individual pode exercer? Para descobrir, você deve analisar a resolução mencionada no link acima e procurar a ocupação no anexo XI.

Veja alguns exemplos de ocupações permitidas ao MEI:

  • Artesão de bijuterias independente
  • Comerciante de artigos de bebê independente
  • Editor de revistas independente
  • Instrutor de idiomas independente
  • Fotógrafo independente
  • Montador de móveis independente
  • Sorveteiro ambulante independente
  • Tecelão de algodão independente
  • Técnico de manutenção de computadores independente.

Como abrir um negócio home office

Além de adotar o MEI como regime tributário, o empreendedor que não dispõe de muitos recursos deve considerar a possibilidade de criar seu negócio em casa, em um trabalho home office. Dessa maneira, você elimina um dos principais custos fixos de manutenção de uma nova empresa, que é o aluguel e todas as contas associadas à locação de um espaço físico.

Trabalhando em casa, você economiza ainda em outras contas, como alimentação, transporte e, possivelmente, telefonia e internet. Esse início enxuto não significa que você não possa crescer e adotar um novo local de trabalho em breve, mas resulta em um princípio de racionalização total dos gastos. E para quem está começando, essa deve ser uma das principais preocupações.

Para colocar em prática esse plano, tudo depende do tipo de negócio que você planeja montar, claro. Se for um serviço que envolva a internet, por exemplo, você pode estruturar um espaço de trabalho no escritório ou em um quarto da casa. Basta, então, contar com um computador, acesso à WEB, luz, uma mesa e uma cadeira. Dá para ficar mais barato do que isso?

Esse mesmo sistema também vale para quem pretende abrir uma empresa que venda ou produza determinado tipo de produto, como os já citados artesão de bijuterias e comerciante de artigos de bebê. Nesses dois casos, o espaço não precisa ser grande, e a maior ferramenta de divulgação deverá ser a internet.

Além de criar do zero o seu negócio, também vale a pena considerar a possibilidade de investir em uma franquia home office. Esse tipo de trabalho já vem com um plano de negócios devidamente estruturado e tende a oferecer menor margem de erro para quem conta com pouca experiência de gestão e administração de empresas.

Viu como é possível dar os primeiros passos sem se endividar ou passar aperto? Mas é possível aprofundar melhor esse planejamento. E, por isso, preparamos um guia completo a seguir, que vai tirar mais dúvidas e colocá-lo na rota do sucesso.

Como abrir um negócio: além do home office

Se você quer voar mais alto agora mesmo e seu plano de negócios não cabe em um home office, é bom se preparar e buscar ainda mais informações antes de partir para o mercado.

Veja algumas dicas importantes:

Procure o Sebrae

Sebrae é o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Trata-se de uma fonte muito interessante de informações e apoio aos empreendedores iniciantes.

Um dos serviços oferecidos é o programa Começar Bem, criado para auxiliar empresários que têm uma ideia de negócio e desejam tirá-la do papel. O objetivo do projeto é oferecer conhecimentos e técnicas essenciais para iniciar e desenvolver uma empresa competitiva e lucrativa.

 

Um dos cursos disponíveis e gratuitos dentro desse projeto é o Iniciando um pequeno grande negócio, que vale a pena para quem deseja entrar de cabeça nesse universo. Nas aulas online, você encontra excelentes informações sobre os seguintes temas:

  • Identificando Oportunidades de Forma Empreendedora
  • Definindo o Segmento de Mercado
  • Pesquisando o Mercado Consumidor
  • Desenvolvendo as Características dos Produtos e Serviços
  • A empresa como um processo
  • Análise Financeira: O que é e para que serve?
  • A Importância do Planejamento
  • O Plano de Negócio como um Processo.

Valide a sua ideia

Antes de mais nada, você precisa saber se sua ideia é realmente válida, pesando prós, contras e viabilidade, para saber se o negócio poderá dar retorno.

Mas atenção: para isso, não adianta simplesmente perguntar a opinião de amigos e parentes, porque eles obviamente tendem a ser parciais e farão de tudo para ajudá-lo nesse começo de caminhada.

Desse modo, a melhor maneira de saber de verdade se sua proposta é viável ou não é procurar outros empreendedores, de preferência que tenham mais experiência, ou até mesmo clientes em potencial. Além disso, pesquise com profundidade o mercado do seu produto ou serviço e tente entender como você vai se diferenciar de cada um deles.

Uma ferramenta útil na fase de pré-implementação de um empreendimento é o modelo de negócios. Quando uma ideia é testada de acordo com parâmetros quantitativos e de mercado, as chances de erro são reduzidas. Essa é uma das maneiras de se garantir que a empresa vai se manter sustentável e com as contas equilibradas.

Nesse momento de decisão, vale a pena conhecer algumas ideias de negócio que estão em alta, muitas delas com baixo investimento necessário.

Procure um mentor

Supondo aqui que você comprovou que sua ideia é mesmo válida, passe para a busca de um mentor. O auxílio é importantíssimo como suporte no princípio da jornada empreendedora para que você tenha alguém que dê feedbacks relevantes e faça críticas construtivas, evitando tropeçar e gerar mais gastos desnecessariamente.

E se esse mentor atuar na mesma área da futura empresa, ainda melhor.

Contrate um contador

contador é um personagem essencial nessa história.

Ele vai ajudar não apenas a encontrar o melhor enquadramento tributário e tipo de empresa, mas também a viabilizar financeiramente o seu negócio.

Esse profissional tem condições de auxiliar em temas como controle financeiro, gestão de estoque, fluxo de caixa, capital de giro e muito mais.

Depois, na hora de expandir ou cortar custos, também vale recorrer a ele.

Formalize a abertura do negócio

Para tirar o negócio do papel, você precisa conhecer as etapas e prazos para abrir uma empresa.

Existe uma série de procedimentos a serem cumpridos no início e no decorrer de suas atividades.

Confira um checklist básico:

  1. Procure a prefeitura
  2. Busque pendências
  3. Verifique a viabilidade
  4. Confira nome e marca
  5. Obtenha o CNPJ
  6. Apresente a documentação.

Para tirar suas dúvidas sobre os passos acima, confira os detalhes neste post.

Em todos esses processos, você deve recorrer ao contador, que poderá auxiliá-lo a obter a documentação, a preencher as requisições e a cumprir todas as formalidades e exigências legais.

Lembre-se disso logo no início dessa jornada, pois os erros costumam custar caro.

Projete o investimento inicial

Além das formalidades, o dono do negócio deve garantir um montante que servirá como capital inicial.

Esse valor será necessário para cobrir todas as despesas resultantes da implementação de um novo negócio.

Definido o quanto será investido inicialmente, é recomendável, antes de começar a operar, que se separe um valor que servirá como capital de giro. Um simples cálculo ajuda a ter uma noção do valor a ser estipulado como necessário para o giro.

Depois, a equação “Valor das Contas a Receber” + “Valor em Estoque” – “Valor das Contas a Pagar” oferece um norte a seguir, mas não exime o dono do negócio de realizar outros cálculos e ajustes.

Conheça os tipos de financiamento

Caso você não disponha do valor necessário para abrir o negócio, vai ter que recorrer a algum tipo de financiamento ou empréstimo. Para isso, antes de tudo, você deve ter o modelo de negócios devidamente estruturado.

Você precisa saber quanto terá que investir para tirar a empresa do papel e para mantê-la funcionando por tempo suficiente antes de ela gerar faturamento para as operações.

Depois disso, é hora de encontrar caminhos para obter o dinheiro.

  • Bancos comerciais: podem oferecer diferentes linhas de financiamento, mas é necessário tomar cuidado com os juros
  • Cooperativas: algumas delas têm financiamentos mais em conta, dependendo do tipo de negócio
  • Linhas de crédito especiais: BNDES tem uma linha chamada de microcrédito, que pode ser interessante para pequenas empresas
  • Investidores-anjo: esses empresários podem oferecer o dinheiro para abrir o negócio, desde que gostem da ideia e acreditem no potencial de valorização da empresa
  • Aplicativos de fintechs: algumas startups estão começando a intermediar empréstimos de pessoas físicas para empresas com bons modelos de negócio
  • Parentes e amigos: essas linhas de apoio podem cobrar barato o financiamento. Dependendo do montante necessário, pode ser interessante para os dois lados
  • Sócios: uma maneira de obter dinheiro para abrir o negócio é encontrar sócios que acreditam no negócio e estão dispostos a embarcar nessa jornada junto com você.

Também é importante salientar que, se você não dispuser de muito dinheiro, talvez seja bom pensar em negócios que exijam investimentos menores. Há uma série de possibilidades que envolvem home office, por exemplo, um modelo de trabalho que dispensa a locação de uma sala comercial.

Defina o seu público

Definir seu público-alvo e elaborar estratégias para atraí-lo é simplesmente essencial. Saber quem são seus clientes e como chegar até eles é um passo primordial rumo ao sucesso do negócio.

Então observe bem mais de perto seus primeiros clientes, que servirão como referência para a avaliação sobre a necessidade de mudanças, buscando sempre superar as expectativas dos consumidores e melhorar o rendimento do negócio sem necessariamente investir mais do que pode.

Analise com cuidado o marketing

Antes de começar a divulgar seu produto ou serviço, faça uma boa pesquisa das melhores maneiras de atingir o seu público-alvo. Cada real gasto deve ser monitorado para que você entenda qual é o seu custo de captação de clientes e o retorno que você terá sobre o investimento em marketing.

Nesse sentido, vale a pena priorizar, se possível, estratégias digitais, que permitem uma análise mais aprofundada dos resultados. Em mídias convencionais, é mais difícil mensurar o retorno.

Por isso, invista em redes sociais, blogs e e-mail marketing, que têm custos mais baixos e visibilidade no curto prazo.

Terceirize serviços não essenciais

É importante não ter tanta pressa para contratar funcionários para trabalharem em tempo integral. Que tal terceirizar aquelas funções que não são o cerne do seu negócio?

Se você vende produtos, será que não pode criar uma parceria com uma empresa de entregas, em vez de comprar veículos e contratar funcionários para o transporte?

Esse tipo de medida ajuda a aliviar os custos fixos, que não dependem do faturamento. Ou seja, se em um mês você vender menos, poderá gastar menos com a empresa de entregas.

Conte com um sócio

Já que montar um negócio com pouco investimento é, por natureza, extremamente difícil, contar com um suporte que encare a mesma maré com você pode ser uma solução.

Por isso, o ideal é que o empreendedor procure por um sócio que demonstre interesse real pelo serviço ou produto do novo negócio para, assim, ter com quem dividir tarefas e, quem sabe, até ajudar com o capital a ser investido.

No melhor cenário, os dois sócios vão entrar com capital e com expertise em duas áreas diferentes e complementares do negócio. Dessa forma, você reforça a base de conhecimento e know-how da empresa e angaria os recursos necessários para tirar a ideia do papel.

Com planejamento, um bom plano de negócios e bastante organização, é viável ser bem-sucedido na empreitada da abertura de um negócio com pouco investimento.

Planeje suas contas

A gestão financeira do negócio é primordial para a sustentabilidade da empresa. Muitos empreendedores, ao darem seus primeiros passos, falham em conceber todos os custos.

Isso não é nada saudável e pode ser fatal, inclusive no curto prazo. Depois, no dia a dia da empresa, é necessário registrar absolutamente todos os gastos, para que não haja descontrole das contas.

Para isso, é essencial adotar um controle eletrônico, como uma planilha, ou, preferencialmente, um software de gestão financeira.

Um hábito ainda recorrente entre parte do empresariado é não discernir o que é conta pessoal das contas da empresa. Essa mistura se materializa quando é feito um saque do caixa, justificando como emergencial.

A desculpa clássica (e que geralmente não é cumprida) é “vou cobrir depois”. Da mesma forma, pagar contas da empresa com a conta pessoal é igualmente nocivo.

O maior problema gerado pela confusão com o dinheiro é que ela pode embaralhar a contabilidade da empresa e, pior, atrapalhar a prestação de contas junto ao Fisco. Como sabemos, informações prestadas equivocadamente para a Receita Federal geram pesadas sanções.

Para que as contas não se misturem, uma medida que precisa ser adotada é estipular um ”salário” para os sócios, o pró-labore. Assim, todos saberão quanto podem retirar, sem detrimento do controle das contas.

Faça a gestão financeira no dia a dia

A sobrevivência de uma empresa está diretamente ligada à sua capacidade de se manter lucrativa. Não são poucos os donos de negócio que, por acumularem muitas funções e pela falta de pessoal e ferramentas, acabam se enrolando nos registros de receitas e despesas.

Com a rotina, muitos acabam se resignando, introjetando uma crença equivocada de que “é assim mesmo, o mundo empresarial é uma loucura”.

Felizmente, com medidas simples, é possível começar a vislumbrar um horizonte mais favorável. Os dias de loucura tendem a ficar para trás a partir do momento em que as contas, rotinas e procedimentos contábeis e fiscais são ajustados.

Destacamos a seguir alguns cálculos que você poderá utilizar no controle do seu negócio. Alguns serão mais diretamente aplicáveis, outros menos. Cabe a você decidir pelo que funcionar melhor.

Custo de Mercadorias Vendidas (CMV)

Aprender a calcular o CMV é um passo importante para controlar de maneira precisa o que entra e o que sai de sua empresa. Basicamente, consiste em controlar as receitas e despesas de estoque ponta a ponta em um dado período. A fórmula básica é a seguinte:

CMV = EI + C – EF

  • EI – Estoque Inicial: tudo que você tem para vender, traduzido em um valor fixo
  • C – Compras: produtos que vão sendo comprados e estocados ao longo do período, e outras despesas
  • EF – Estoque Final: ou seja, o que sobrou.

Ficou em dúvida? Acesse nosso artigo sobre como calcular o custo de mercadorias vendidas.

Margem de Lucro

Quando não há lucro, a sobrevivência da empresa fica comprometida. E para que a lucratividade não dependa da sorte, é fundamental fazer as contas com precisão e cuidado.

Primeiro, é importante lembrar que o lucro é a diferença entre o faturamento obtido com a comercialização do produto ou serviço e os custos do trabalho.

Para calcular, use a seguinte fórmula:

  • Lucro bruto = receitas totais – custos

A margem de lucro bruta é um valor percentual que pode ser calculado a partir da relação entre o lucro bruto e a receita total.

Veja a fórmula para o cálculo:

  • Margem de lucro = lucro bruto / receitas totais

Para ajudar, vamos dar um exemplo de uma empresa que faturou R$ 40.000,00 em um mês e teve custos de R$ 20.000,00 no mesmo período.

  • Receita total: R$ 40.000,00
  • Custos: R$ 26.000,00
  • Lucro: R$ 40.000 – R$ 26.000 = R$ 14.000,00
  • Margem de lucro: R$ 14.000,00 / R$ 40.000 = 0.35 x 100 = 35%

Com a aplicação desses cálculos, você descobre que a margem de lucro da empresa é de 35%.

É esse o percentual que você deve apresentar ao investidor, financiador ou possível sócio quando for questionado a respeito da lucratividade do negócio.

Para entender melhor como calcular a margem de lucro, confira este artigo.

Giro de Estoque

Outro ponto que deve receber atenção é em relação ao giro do estoque. Compreender como é a dinâmica da entrada e saída de produtos estocados ajuda a manter o fluxo adequado de reposição, projetar receitas e ajustar descontos e preços.

Trata-se de um indicador que revela o quanto um estoque se renova em um dado período.

Saber o quanto um produto demora a ser vendido é muito importante, primeiro, para evitar perdas por ultrapassar o prazo de validade.

Quem lida com produtos perecíveis, portanto, deve estipular períodos mais curtos para fazer esse cálculo.

E como é a fórmula para determinar o giro de estoque? Ela é bastante simples: total de vendas dividido pelo volume médio armazenado.

Ao fim do cálculo, se o resultado for menor que 1, indica que houve sobra no estoque, portanto, produtos não foram vendidos. Resultados maiores que 1 indicam que houve pelo menos um ciclo de renovação de produtos no período considerado.

Um exemplo: uma empresa mantém um estoque com 300 televisores, em média, ao longo de um ano.

Significa que, na maioria das vezes, o estoque se mantém com essa quantidade de mercadorias. Nesse ano, foram vendidos 4.500 aparelhos, o que resulta em 15 giros no período de 365 dias.

Também é possível determinar esse número por meio do preço de compra. Quer saber como? Veja neste artigo como calcular o giro de estoque.

Conte com a tecnologia como aliada

Não há como começar seu próprio negócio da forma certa sem saber gerir bem o seu tempo.

Quando não há integração entre as diferentes áreas da empresa e excesso de processos manuais, a atividade se torna entediante. Pior do que isso: toma uma tempo que geralmente o dono do negócio não tem.

Um sistema de gestão online, com armazenamento em nuvem, reúne tudo aquilo que você precisa para automatizar tarefas e aprimorar o controle sobre a empresa como um todo.

Com a tecnologia, você garanta que a comunicação facilite o fluxo de trabalho, das vendas ao financeiro. Além disso, permita que o fluxo de caixa seja abastecido com as informações certas na hora exata e ganha acesso a todos esses dados de qualquer lugar, até mesmo pelo seu celular.

Pronto.

Viu como vai dar trabalho para criar a sua empresa? Sim, essa jornada vai exigir esforço, tempo e persistência.

E será que vale a pena passar por tudo isso? É o que vamos descobrir agora.

Por que abrir um negócio?

Você vai entender, cedo ou tarde, que abrir uma empresa exige uma força de vontade enorme. E para isso, é uma boa ideia compreender alguns dos principais benefícios envolvidos nessa jornada de empreendedorismo:

1. Ser dono do seu tempo

Uma das principais vantagens em investir em um negócio próprio é autonomia. Como você é o chefe, pode definir seus horários. Quem não gostaria de ser dono do próprio tempo?

Mas vá com calma. Ao tornar-se um empreendedor, você viverá uma rotina talvez mais cheia do que você gostaria. Além de cuidar dos negócios, há uma série de procedimentos burocráticos que irão exigir sua presença.

Portanto, não se engane achando que terá tempo livre constantemente. Mas, de fato, você é quem irá controlar seus horários, podendo flexibilizar compromissos profissionais e pessoais para dar conta de tudo.

No fim das contas, é bom abrir o jogo: é provável que você trabalhe ainda mais. Só que, ao final do dia (ou da noite), tudo terá valido a pena.

2. Escolher a equipe (ou trabalhar sozinho)

Como empregado em uma empresa, você é incorporado ao quadro funcional da companhia e precisa aprender a conviver com os colegas, por mais que tenham atritos e diferenças. Essa é uma situação que pode ser tomada como uma lição para muitas pessoas, pois ensina a conviver com divergências.

Mas, muitas vezes, você enxerga que aquele grupo no qual está inserido poderia obter resultados melhores se houvesse maior entrosamento entre as pessoas. Esse é o grande trunfo do empresário, que tem nas mãos o poder de decisão para configurar a equipe.

A única ressalva é quanto às escolhas feitas. Leve em consideração o profissionalismo e a competência de cada um, optando por pessoas que possam contribuir para o seu empreendimento e que também tenham capacidade de interagir com o grupo e buscar os melhores resultados, apesar das divergências.

3. Ter responsabilidade pelo sucesso

Ter um negócio próprio garante a você a oportunidade de colocar em prática conhecimentos nos quais sempre apostou, mas que ficaram só na ideia. Certamente, já viu este filme: o chefe acredita em uma ação promissora que acaba fracassando no final, mas você já sabia no que ia dar, e que aquele não era o melhor caminho.

Pois bem, não estava nas suas mãos. Na sua empresa, é diferente: o sucesso depende de você. Mas tenha a cautela de estudar bem suas propostas para não transformar uma ideia genial no maior fracasso.

4. Escolher a área de atuação

Não existe nada mais estimulante do que fazer o que você gosta. Nem todo mundo tem essa oportunidade. E quem abre um negócio próprio é exceção.

Em geral, o empresário tende a optar por uma atividade que domina ou para a qual tem uma forte inclinação. Adaptar as escolhas profissionais ao seu perfil é uma das principais vantagens garantidas ao empreendedor.

5. Ganhar mais dinheiro

Uma empresa abre a oportunidade de construção de um patrimônio. Quando você olha para o futuro, o que vislumbra? Se você é assalariado, provavelmente vai considerar as possibilidades de aquisições de bens de acordo com a sua renda e o que você conseguir poupar.

Já se você é um empresário, sabe que pode construir um futuro melhor, mas que inúmeros fatores podem interferir nesse processo, desde a conjuntura econômica ao desenvolvimento do seu empreendimento.

Novamente, tudo vai depender de como você vai gerir os negócios e os rendimentos. Mas que as oportunidades de sonhar com um futuro melhor crescem, não há dúvida.

6. Deixar a sua contribuição para a sociedade

Além de propor soluções em produtos e serviços, um empresário contribui com a sociedade de diversas formas. Saber que você está gerando emprego, estimulando a economia e criando novas oportunidades são pontos de motivação para quem quer mais do que ganhar dinheiro.

Ou seja, abrir um negócio pode facilitar a sua satisfação pessoal em dedicar o tempo para construir um futuro melhor para a sociedade ou para a comunidade no qual está inserido. E é possível ir além, se esse é o seu caso: ações de responsabilidade socioambiental são um bom caminho e promovem a imagem do seu negócio.

7. Ter capacidade de inovar

Criatividade em alta? No seu próprio negócio, ela pode ser a propulsora do sucesso.

Investir em ideias inovadoras é muito estimulante e ainda pode garantir novos caminhos para a sua jornada empreendedora.

Na prática, você vai constatar: abrir um negócio é propor soluções para problemas da sociedade. E para isso, inovar e criar é essencial.

Assim, no fim das contas, ganha quem encontra as melhores soluções em serviços e produtos.

8. Ampliar a visão de mundo

O intercâmbio com outros empresários e mercados é prática constante no mundo dos negócios. Viajar e conhecer lugares e pessoas, além de ser prazeroso, é fundamental para colocar em análise suas ideias e processos, levando você a melhorar constantemente os resultados da sua empresa.

Essa perspectiva vale para o âmbito do crescimento da empresa, mas também para o seu desenvolvimento pessoal. Quem tem a oportunidade de conviver com diferentes pessoas, em diversos cenários e lugares, consegue ampliar sua visão de mundo e suas capacidades.

9. Aprender constantemente

Diante de todos esses bons motivos para abrir um negócio, um deles fica subentendido em todos os anteriores: o aprendizado é constante na rotina de um empresário. Se você é ávido pelo aprimoramento constante, ser um empreendedor o levará a busca por conhecimento.

Empreender é uma boa escolha para quem quer ver todos esses motivos apresentados se concretizando na rotina de trabalho. Mas não se esqueça que essas vantagens vêm atreladas a muitas responsabilidades. 🙂

Pronto para começar seu próprio negócio?

Ser o próprio chefe é um processo de crescimento, acima de tudo pessoal. Você tem a vantagem de ser mais independente e de ganhar mais, mas isso exige o esforço correspondente.

Como recompensa, terá a grande satisfação de ver uma ideia sua prosperar e de deixar um legado para sua família e para a sociedade.

Veja tudo isso como um desafio, mas também como um compromisso que exige disciplina e responsabilidade. Um negócio de sucesso já nasce propício a essa condição. Aqueles com tendência ao fracasso, também.

Por isso, aja com sabedoria e se prepare muito antes de optar por esse caminho. Depois, nessa jornada de empreendedorismo, conte com a Conta Azul para integrar todas as áreas da empresa, acelerar rotinas, tirar o operacional da equação e ganhar tempo para se dedicar ao que realmente importa: fazer o negócio crescer.

 

Fontes:
Texto: blog.contaazul.com
(Por Vinicius Roveda)
Foto: Divulgação

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Como abrir um negócio com R$ 500 http://www.abraseunegocio.com.br/2020/01/como-abrir-um-negocio-com-r-500/ Thu, 16 Jan 2020 23:20:43 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=24226 fvbrasil

Se você tem R$ 500, coragem e vontade de trabalhar, confira essas ideias que vão ajudá-lo a pensar diferente e encontrar um negócio para começar.

Sim, é possível começar um novo empreendimento investindo a metade de um salário mínimo. É claro que com esse valor seu negócio será pequeno no início, mas com planejamento e força de vontade é possível faturar alto.

Em momentos de incerteza econômica e altos índices de desemprego, é natural que todos nós passemos a olhar com mais carinho para outras oportunidades. A falta de capital para investir ainda é um empecilho para muitos, mas não precisa ser assim e vamos mostrar o porquê.

Antes de começar, faça um planejamento

Alguns negócios não requerem tanto dinheiro assim para serem iniciados e você pode começar por eles. Porém, por mais simples que eles sejam, é preciso se planejar para não ser surpreendido no meio do caminho.

Por exemplo, por mais que R$ 500 sejam suficientes para começar, nós recomendamos que você preveja um capital de giro, ou seja, o dinheiro em caixa que será utilizado para cobrir as despesas nos primeiros meses, quando o seu faturamento ainda é pequeno.

Além disso, será preciso administrar o fluxo de caixa, ou seja, equilibrar as suas despesas com os valores recebidos. Gastar mais do que ganha não é uma boa ideia, a menos que o gasto em questão seja um investimento. Cada centavo movimentado deve ser devidamente anotado em uma planilha.

Por fim, há que se pensar também em como será feita a divulgação do seu novo trabalho, seja ele qual for. As redes sociais, como o Facebook e o Instagram, são ótimos caminhos para tornar o seu negócio conhecido e sem precisar gastar muito.

6 negócios que você pode começar com R$ 500

Com o seu planejamento concluído, é hora de arregaçar as mangas e começar a trabalhar. Existem inúmeras possibilidades que podem ser o seu ponto de partida. Aqui, listamos algumas delas para você se inspirar.

1. Venda de bolos caseiros

Para quem tem uma certa habilidade na cozinha, R$ 500 são mais do que suficientes para você começar um negócio de venda de bolos caseiros. Seu primeiro investimento será na compra dos ingredientes, uma vez que os utensílios necessários você já deve ter em casa – fogão a gás, liquidificador, batedeira e utensílios de cozinha.

2. Cursos e conteúdo digital

Você é especializado em alguma área? Se a resposta for “sim”, saiba que certamente há alguém procurando aprender algo mais sobre alguma coisa que você domina. Escrever e-books ou ministrar cursos dos mais variados temas é outra alternativa que não requer mais do que R$ 500 para começar. Você pode dar aulas de violão ou mecânica para alguém disposto a pagar por isso – ou colocar tudo isso no papel e vender e-books sobre o assunto.

3. Criação de cestas comemorativas

Essa continua sendo uma excelente ideia para iniciar um negócio, pois é a que menos demanda produção. Com R$ 500 você pode montar várias cestas de café da manhã, decorá-las e comercializá-las. Seu trabalho será escolher os itens, decorar as cestas e divulgar o negócio. Seja trabalhando sob encomenda ou à pronta entrega, esse é um dos caminhos mais simples para começar e está disponível para qualquer um.

4. Conteúdo para blogs e redes sociais

Você escreve bem ou tem facilidade de utilizar redes sociais para divulgar suas postagens? Com esse conhecimento é possível iniciar um negócio. Você pode ser o responsável pelas postagens no Facebook e no Instagram de comércios da sua região, além de produzir textos. Você irá se surpreender com a quantidade de pessoas que terceiriza esse tipo de trabalho por pura falta de tempo. Um computador com conexão à internet é tudo que você vai precisar.

5. Serviços de beleza em casa

Muitas pessoas deixam de ir ao salão por não ter tempo de ir até ele e isso é uma ótima oportunidade de negócio. Você pode oferecer serviços de manicure, pedicure, maquiagem e penteado em casa, atendendo clientes com hora marcada. Além disso, você pode diversificar seu negócio vendendo roupas que possam ser do interesse da clientela. Seu primeiro investimento será em materiais como esmaltes, lixas, removedores e assim por diante.

6. Temperos caseiros e marmitas congeladas

Para aqueles com dotes culinários outra oportunidade é a venda de temperos caseiros e marmitas congeladas. Quem trabalha fora geralmente não tem tempo para fazer refeições saudáveis sem gastar muito. As marmitas organizam a rotina, permitindo economia de tempo e dinheiro. Os utensílios domésticos para fazer a comida provavelmente você já tem, seu investimento será nos recipientes – potes e marmitas.

E então, pronto para começar?

Quando pensamos em abrir um negócio é natural que venha à mente a imagem de uma empresa com funcionários, em um local próprio e com muitos custos envolvidos. Porém, nos esquecemos que as vezes a simplicidade é o mais importante na hora de abrir uma empresa.

Acredite: por mais simples que esses negócios possam parecer, há uma demanda enorme para eles em todas as grandes cidades brasileiras. Você irá se surpreender ao descobrir quantas pessoas, especialmente aquelas próximas a você, podem se tornar seus primeiros clientes.

Tenha em mente o seguinte: o que mais importa no início é o planejamento e a força de vontade. A lista de negócios viáveis de serem iniciados com apenas R$ 500 é extensa e o limite é a sua criatividade.

Porém, em todos os casos, é preciso que você avalie os itens que mencionamos no início:

  • Os materiais que você vai precisar;
  • O valor disponível para investimento;
  • A manutenção de um controle rígido das suas finanças;
  • A maneira como você vai divulgar o seu trabalho.

A partir de então, com muita dedicação e força de vontade, as chances de que o seu negócio cresça são enormes. A formalização da sua nova empresa será uma questão de tempo, pois não temos dúvidas de que ela será um sucesso.

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5 passos práticos para fazer sua ideia virar um negócio em 2019 http://www.abraseunegocio.com.br/2019/05/5-passos-praticos-para-fazer-sua-ideia-virar-um-negocio-em-2019/ Fri, 03 May 2019 17:30:53 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=23198

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As ideias não viram negócios sozinhas: veja como definir um plano de trabalho e começar a colocar a mão na massa.

Muita gente deve ter colocado “abrir um negócio” entre as resoluções para 2019. Você pode ter a ideia, o público que quer atingir e até alguns números na cabeça, mas o problema é que, entra mês e sai mês, esse plano ainda não começou a virar realidade.

Para você começar de vez a tomar as medidas para iniciar seu negócio, o consultor Martin Zwilling, fundador e CEO da Startup Professionals, que assessora pequenas empresas, escreveu um artigo na revista norte-americana “Inc.” com cinco passos práticos para o sucesso acontecer. Abaixo, resumimos alguns pontos do especialista.

1 – Não deixe a ideia só na sua cabeça: coloque-a no papel
Escrever sua ideia, mesmo que seja apenas alguns parágrafos, vai te ajudar a visualizar melhor o negócio que você quer criar.

Uma vez que você começa a colocar a ideia para fora, logo você passará a enxergar coisas que estão faltando, verificar as partes do negócio que você considera essenciais, e aprimorar a ideia. Em pouco tempo, o que eram só alguns parágrafos pode virar um plano de negócios de dezenas de páginas.

O material também vai ajudar a ter mais claro o que dizer para atrair investidores e colaboradores, ou mesmo para explicar a ideia a amigos e familiares.

2 – Crie um plano para conseguir uma rede de contatos
Se o seu negócio exige financiamento de terceiros, é preciso colocar a mão na massa para angariar investidores. Embora essa “rede de contatos” pareça difícil de conseguir para quem não é da área, é preciso começar de algum lugar, certo?

Faça uma lista de pessoas que você conhece que podem ajudar a construir o negócio. Tente se encontrar também com pessoas da mesma área ou com amigos que já tenham negócios, para aprender dicas essenciais.

Uma boa dica é se juntar a grupos de negócios (mesmo que apenas nas redes sociais) e se engajar em associações da indústria ou do comércio.

Além disso, planeje ir a eventos de negócios — muitos são abertos, e você não precisa ter contatos prévios para comparecer —, onde é possível conhecer pessoas e investidores e contar a elas sobre os pontos que você escreveu no item 1.

3 – Estabelece metas e datas — fica mais fácil de enxergar seu progresso!
Escolha algumas metas maiores e a data em que você gostaria de alcançá-las; depois, crie várias metas e tarefas intermediárias, isto é, os passos que você necessita antes de chegar na meta maior.

Não tente estabelecer metas muito grandes — elas são frequentemente quase inalcançáveis. Com metas menores, você consegue sentir que está progredindo e celebrar mais!

Por exemplo: toda empresa precisa de um nome, um logo, um website, perfil nas redes sociais, protótipo dos produtos, registrar propriedade intelectual desses produtos, e preencher as vagas das pessoas que vão trabalhar na equipe.

Por isso, defina metas para cada uma desses pequenos objetivos. Lembre-se também de quantificar os resultados esperados (dez mil seguidores nas redes sociais, por exemplo) e definir as métricas que você vai usar para medi-los.

4 – Coloque a mão na massa e termine algo todo dia
Você precisa de um impulso, uma motivação, e cada vez que você atinge um objetivo, essa motivação aumenta. Celebre cada passo, marque o que você já concluiu e mantenha a equipe motivada para seguir adiante.

Se algo não der certo, não se deixe levar pelas crises de um ou de outro dia. Tente ficar satisfeito apenas com o fato de que você está trabalhando duro e fazendo o seu melhor.

Além disso, uma vez que o negócio já está começando a andar, é hora de construir a cultura da empresa. Incentive na equipe uma atitude de que “é possível”, colaboração, empoderamento e constante foco no consumidor. Não tenha medo de se adaptar e mudar os planos à medida que as coisas mudam.

5 – Foque no que importa
Quando se tem poucos recursos (financeiros e de pessoal), é melhor fazer uma coisa bem, em vez de fazer muitas ao mesmo tempo.

Diluir o foco e tentar fazer tudo ao mesmo tempo pode destruir pequenos negócios. Não é uma boa ideia tentar atrair mais consumidores e passar os competidores ao mesmo tempo, por exemplo.

O tempo também é essencial: tente criar algum impacto mais cedo. Zwilling recomenda a estratégia do Mínimo Produto Viável (MVP), isto é, um produto com as mínimas características necessárias para ele ser inserido no mercado.

As ideias não viram negócios sozinhas, não importa o quanto você espere ou o quanto você trabalhe duro. É preciso que se construa um plano executável, com passos específicos a se tomar e resultados a se atingir. É hora de tirar a ideia da cabeça e começar a trabalhar nela!

WWW.REDESATO.COM

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Fontes:
Texto: revistapegn.globo.com
(Da Redação)
Foto: Divulgação

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5 dicas que você deve saber se quiser abrir um negócio em 2018 http://www.abraseunegocio.com.br/2018/01/5-dicas-que-voce-deve-saber-se-quiser-abrir-um-negocio-em-2018/ Wed, 03 Jan 2018 12:01:00 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=21002 fvbrasil

 

Quer ter sua empresa, mas não sabe por onde começar? Veja dicas de empreendedores e especialistas para começar 2018 com o  pé direito:

São Paulo – Seu sonho para o novo ano é ser dono do seu próprio negócio? Diante de estatísticas empregatícias ainda preocupantes e o desejo por uma renda extra, empreender se tornou o desejo de muitas pessoas em 2018.

Para quem faz parte desse grupo, os empreendedores e especialistas consultados pelo Site EXAME têm uma boa notícia: este ano será melhor economicamente do que o anterior.

“Tudo leva a crer que 2018 é um ano em que irá começar uma temporada de crescimento econômico, após anos de crise. A bolsa já começa a operar melhor, o que indica investimento por parte das empresas e estabilidade no mercado. Mas eventos como as eleições de outubro podem balançar um pouco esse cenário”, afirma Alexandre Diniz, empreendedor e diretor do grupo de franquias Acerte.

“Melhor do que 2016 ou 2017 com certeza será. A gente atende clientes de diversos setores, então conseguimos perceber o grau de motivação dos empresários, o que inclui planos de investimento em maquinário e expansão”, completa Eduardo Peres, da consultoria de estratégia e finanças corporativas GlobalTrevo. “Se você realmente conhecer seu setor, souber de técnicas de gestão e se planejar, suas chances podem ser melhores do que se você houvesse aberto o negócio antes.”

O otimismo calculado é reforçado por Ana Paula Tozzi, CEO da AGR Consultores. “Apesar de ser um ano de eleição, 2018 será bem recebido tanto pelos empresários quanto pelos consumidores. O último Natal foi o melhor dos últimos anos, por exemplo, o que mostra uma melhora de humor dos consumidores e sugere uma predisposição de sucesso em negócios de prioridade mais marginal, que até então estavam com dificuldades.”

Ficou com vontade de empreender, diante das boas expectativas? Para evitar más decisões e perdas desnecessárias de capital, é preciso antes entender os fundamentos da criação e gestão de uma pequena empresa. Adiantaremos um conselho fundamental, que você está praticando neste momento: pesquisa e preparação são a base para o sucesso.

Confira, a seguir, as cinco dicas de que você precisa saber para abrir seu próprio negócio em 2018:

1 — Empreenda naquilo que você já domina

Um grande erro dos empreendedores iniciantes é começar um negócio apenas com base em suas paixões de fim de semana, e não após um bom estudo de mercado: por exemplo, abrir o próprio restaurante apenas por gostar de cozinhar. “Empreenda naquilo que você conhece, e não necessariamente no seu hobby”, alerta Tozzi, da AGR Consultores.

“Abrir um negócio naquilo que você não conhece é não saber comprar, precificar, vender e até produzir. São muitos desafios, especialmente para quem nunca empreendeu”. Um restaurante, por exemplo, exige conhecimentos de locação, de equipamentos de cozinha, de mão de obra especializada, de giro de estoque perecível e de giro de mesa.

A dica de conhecer seu mercado – e as boas práticas das melhores empresas no ramo – também vale caso você decida ser franqueado, e não criar um negócio do zero.

“Busque empresas sólidas, com vivência em ciclos de alta e baixa atividade econômica. Isso mostrará que, chega crise e passa crise, o empreendimento continua existindo. Você aumenta suas chances de sucesso ao fazer uma boa análise de mercado e aliar-se a marcas corretas”, afirma Diniz, do Grupo Acerte.

2 — Prepare-se financeiramente – e muito

Além de conhecer sobre seu futuro setor de atuação, outro ponto fundamental para ter seu próprio negócio é preparar-se financeiramente para tal. Nessa hora, coloque todos os possíveis gastos na ponta do lápis.

“Planeje-se muito para a empreitada: pense em como você irá crescer e, a partir daí, calcule qual o investimento inicial necessário, quantas pessoas serão contratadas e qual o capital que deve ser separado para ativos fixos e para capital de giro, por exemplo”, alerta Peres, da GlobalTrevo.

O capital de giro, chamada também de capital circulante, é o calcanhar de Aquiles da maioria dos empreendimentos: a falta de dinheiro para segurar a barra entre prazos de receita e prazos de despesas é a maior causa alegada de mortalidade nas empresas brasileiras, segundo estudo do Sebrae.

“A primeira dica que a gente sempre dá é: cuidado com o capital de giro. Muitas operações acabam morrendo nos dois primeiros anos, mesmo que a ideia de negócio seja legal, por falta de dinheiro reservado. Afinal, quanto mais você vende, de mais capital de giro você precisará para esperar os pagamentos enquanto paga fornecedores”, diz Tozzi.

A CEO da AGR Consultores também aponta outro erro financeiro comum aos empreendedores: achar que o lucro chegará em pouco tempo. “Ganhar dinheiro como empreendedor não vem tão rápido. Você terá de reinvestir na empresa, inclusive separando mais capital de giro. Se você quer empreender, mas não tem reserva para sustentar sua família até o retorno chegar, é melhor arrumar um emprego e abrir um negócio só depois.”

3 — Escolha muito bem seu ponto comercial

Para negócios que dependem do contato imediato e pessoal, como lojas de varejo físico, escolher um bom ponto comercial é fundamental para o sucesso do empreendimento.

“Invista no melhor ponto, e não necessariamente no mais barato.  Quando você não tem uma grande marca, seu negócio não é ponto de destino: o fluxo de pessoas é essencial para que você consiga mais consumidores”, diz Tozzi, da AGR Consultores. Um movimento possivelmente interessante é apostar em uma rua conhecida pelo comércio de produtos similares ao seu, como uma só com vestidos de noiva ou só com eletrônicos, por exemplo.

4 — Fuja das modas e procure negócios recorrentes

Outro grande erro de principiante é apostar em negócios que estão na moda – como foram as paleterias há alguns anos, até a maioria de tais negócios quebrarem.

“Busque produtos com uma demanda recorrente, que continuarão existindo e sendo demandados independente da época do ano”, recomenda Diniz, do Grupo Acerte. “Alguns exemplos são os empreendimentos relacionados a serviços, que serão ainda mais pedidos com as terceirizações, ou produtos tradicionais aos brasileiros, como pizzarias.”

5 — Deixe a preguiça de lado

Por fim, uma dica fundamental: seu negócio não trabalhará por você. Como empreendedor, você trabalhará ainda mais do que quando era funcionário – e o retorno do investimento só chegará com muita dedicação.

“Não economize em horas de trabalho, já que nada substituirá seu próprio esforço e só assim sua empresa irá se desenvolver. Lembre-se: o início é sempre mais cansativo, desgastante e incerto”, alerta Peres, da GlobalTrevo.

Diniz, do Grupo Acerte, evoca um antigo ditado: “o olho do dono é que engorda o gado”. “Ninguém irá cuidar do negócio como o dono. É impossível deixar tudo na mão de um terceiro e achar que a empresa teria o mesmo resultado do que com sua própria gestão e empenho.”

 

 

Fontes:
Texto: EXAME.com
(Por Mariana Fonseca)
Foto: Thinkstock

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Quero abrir um negócio: por onde começar? http://www.abraseunegocio.com.br/2016/06/quero-abrir-um-negocio-por-onde-comecar/ Thu, 09 Jun 2016 17:20:14 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=12721 Quero abrir um negócio, como faço? Esse é um questionamento comum da maioria dos brasileiros que sonha em fundar a própria empresa e se tornar seu próprio patrão. Contudo, pode não ser tão simples assim de realizar. Isso porque não basta ter uma boa ideia, é preciso um bom planejamento estratégico e financeiro para entender as reais possibilidades de crescimento do seu empreendimento.

Quer saber quais são os primeiros passos para ter sucesso nesse caminho? Acompanhe as dicas no post de hoje!

Identificando as oportunidades

Todo negócio bem-sucedido começa com a identificação de oportunidades. Isso acontece quando o empreendedor percebe uma falha no mercado e oferece ao consumidor um produto ou serviço que possa atender as suas necessidades do momento.

Para detectar melhor essas oportunidades, você precisa estar atento às redes sociais e fazer constantemente pesquisas de opinião com o seu público-alvo. Além disso, é importante prezar sempre pela qualidade e preço do seu produto, tentando superar as ofertas e investidas da concorrência.

Conhecendo o consumidor

As demandas pelos seus serviços surgem quando os clientes começam a ter necessidade de consumir aquilo que você oferece. Por isso, é fundamental participar de feiras e eventos que seu público frequenta, a fim de estreitar o contato e o relacionamento entre as duas partes.

Esse método permite um diálogo mais eficiente e um entendimento mais completo das reais carências do consumidor, refletindo no aumento dos lucros e no sucesso do seu negócio.

Para fazer um balanço sobre suas estratégias, responda a essas perguntas:

  • Qual o perfil do público que consumirá seus produtos e serviços?
  • Qual é a estimativa de volume de compras por cliente?
  • Qual será a frequência de consumo dos seus produtos ou serviços?
  • Onde os seus clientes estão localizados?
  • Como atingir e fidelizar seus clientes?
  • Qual o volume mínimo de vendas para que seu negócio seja lucrativo?

Identificando os seus fornecedores

Os fornecedores estão na outra ponta da cadeia produtiva, mas são igualmente importantes para seu empreendimento. Afinal, seu relacionamento com eles definirá a lucratividade do negócio.

É importante verificar se há fornecedores locais para concretizar parcerias, viabilizando a diminuição de custos com transporte. Certifique-se também de que esses fornecedores sejam confiáveis e pontuais.

Elaborando um plano de negócios

Para elaborar um plano de negócios realmente eficiente, é preciso compreender os processos que ajudam a consolidar uma empresa. E outros questionamentos igualmente importantes devem entrar em pauta para ajudar a encontrar o melhor caminho para o sucesso. Veja:

Concorrência

  • Quais os melhores produtos feitos pela concorrência?
  • Qual é a sua vantagem competitiva?
  • Qual o diferencial do seu produto para fazer com que os clientes deixem de consumir o da concorrência?
  • Qual é a possibilidade de surgir no mercado uma proposta superior à sua?

Localização

  • Haverá venda na sede da empresa ou a venda se dará por meio de representantes e varejistas?
  • Qual o melhor local para instalar sua empresa e captar potenciais clientes?
  • Quais as comodidades oferecidas para atrair seus clientes?
  • Há restrições legais em relação à localização da empresa?

Recursos Humanos

  • Quais são os conhecimentos técnicos necessários para a gestão do negócio?
  • Quais habilidades deverão ser desenvolvidas e aprimoradas em seus funcionários?
  • Quais os serviços necessários para a produção do produto e manutenção do negócio?
  • Qual perfil profissional você precisa nos cargos de liderança?

Estrutura

  • Quais são as equipes necessárias para o funcionamento da empresa?
  • Quais serviços podem ser terceirizados?
  • Quais serviços devem permanecer com equipes internas?
  • Como será a divisão hierárquica?

Expectativas de faturamento e lucro

  • O seu formato de empresa gerará lucros?
  • O custo do produto é vantajoso para seu cliente?
  • Qual é o faturamento mínimo para que haja lucratividade?
  • Os lucros compensam o esforço?
  • Em qual prazo o faturamento conseguirá cobrir o investimento inicial?

Após entender e responder a esses questionamentos, você terá uma boa base para antecipar problemas e evitar imprevistos no seu planejamento.

 

 

Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Da Redação)
Foto: Divulgação

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6 sinais de que você não está pronto para abrir um negócio http://www.abraseunegocio.com.br/2016/01/6-sinais-de-que-voce-nao-esta-pronto-para-abrir-um-negocio/ Mon, 04 Jan 2016 15:24:35 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=7655 Talvez ainda seja cedo demais para você ser bem-sucedido como empreendedor.

A razão para o fracasso de uma empresa, muitas vezes, é quem a comanda. Saiba que comportamentos mudar para conquistar o sucesso.

Ao abrir o próprio negócio, o empreender dá o primeiro passo rumo à realização de dois sonhos: fazer o que gosta e ganhar um bom dinheiro. Entretanto, o caminho é muito difícil e, em muitos casos, a razão para o fracasso de uma empresa é o próprio empreendedor.

Kevin Daum, colunista, do site da revista “Inc.” compilou uma série de sinais de que você não está pronto para prosperar como empreendedor.

Naturalmente, nenhum deles é irreversível. Basta corrigir os pontos negativos. Confira:

1. Você liga muito para o sentimento dos outros

Na opinião de Daum, empreendedores como Steve Jobs, da Apple, Jeff Bezos, da Amazon, e Bill Gates, da Microsoft têm algo em comum: eles são modelos do mundo corporativo, mas são odiados por muitos de seus funcionários. O colunista afirma que empreendedores bem-sucedidos devem pensar apenas na saúde de sua empresa, mesmo que possam ferir os sentimentos de alguém ou prejudicar outros negócios. Além disso, o mesmo objetivo faz com que, como um chefe, você precise ser duro com seus comandados. A dica é ser a melhor pessoa sempre que possível, mas não fazê-lo quando seu negócio for ameaçado.

2. A riqueza é seu objetivo principal

Apesar de o empreendedorismo ser um caminho rumo a um saldo bancário polpudo, é difícil conquistar ao sucesso pensando apenas na grana. É importante escolher uma área em que você gosta de atuar. Ao pensar só no dinheiro, você não vai dar a devida atenção ao desenvolvimento de um produto ou serviço de qualidade e nem à satisfação dos seus clientes. É claro que você deve pensar em lucrar bastante, mas há muitos outros fatores envolvidos, de acordo com Daum.

3. Você não lida bem com maus momentos

São muitas as conjunções que levam uma empresa ao sucesso. Até que tudo se alinhe, você vai passar por maus bocados. Pode faltar dinheiro, você pode ter problemas ao montar sua equipe e seus produtos ou serviços podem precisar de ajustes, dentre inúmeros obstáculos. Se você não souber lidar com tudo isso, ficar nervoso e “dar chilique”, talvez seja melhor procurar algo mais estável para fazer, segundo o colunista.

4. Você acredita em revoluções

Daum sugere que tentemos listar cinco empresas que, ao surgir, revolucionaram o mercado em que estavam inseridas. Já antecipamos o resultado: você provavelmente vai se lembrar de umas três. No entanto, há muito mais que três bilionários no mundo, e eles nem sempre atuam em negócios disruptivos. Warren Buffett, o terceiro homem mais ricos do mundo, investe em produtos simplórios como o ketchup. A maior parte dos empreendedores de sucesso segue dois caminhos: o primeiro é apostar em um mercado já consolidado, mas fazendo melhor que a concorrência e o segundo é oferecer algo novo, mas usando tecnologias já existentes.

5. Você quer ser o Zuckerberg

Ou Jobs, ou Gates. Em outras palavras, você também quer ser famoso. Só que você não precisa ser conhecido para ser bem rico. Por exemplo, você não deve conhecer Gina Rinehart. No entanto, ela é a 94ª pessoa mais rica do mundo, com uma fortuna de US$ 12,4 bilhões, segundo a revista “Forbes”. Você não precisa aparecer na TV para ter dinheiro.

6. Você quer ter uma vida mansa

Muita gente acha que trabalha mais que o chefe e abre um negócio para ter uma vida mansa. Esta é uma das maiores ilusões do mundo dos negócios. Para que sua empresa decole, você vai ter que trabalhar ainda mais. Não há mais salários. Ao contrário, você tem que pagar o salário dos seus colaboradores e, se preciso, ficar com os bolsos vazios. Serão noites em claro. Várias delas. Por isso, de acordo com Daum, só há um caminho para quem quer ter uma vida mansa: ganhar na loteria.

Fontes:
Texto: revistapegn.globo.com
(Da Redação)
Foto: ThinkStock

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5 formas de fugir do dinheiro emprestado ao abrir um negócio http://www.abraseunegocio.com.br/2015/10/5-formas-de-fugir-do-dinheiro-emprestado-ao-abrir-um-negocio/ Tue, 13 Oct 2015 13:28:32 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=6200 Dinheiro na mão: diante de altas taxas de juros, procurar investimentos alternativos pode ser uma saída.

São Paulo – Quando o negócio precisa de dinheiro, ir ao banco e pegar um empréstimo costuma ser a primeira alternativa dos empreendedores. Diante das altas taxas de juros desses financiamentos, procurar alternativas se torna um movimento necessário para quem quer abrir ou manter um empreendimento de forma mais sustentável.

Isso é especialmente importante durante uma época de contenção, em que as instituições financeiras pensam duas vezes antes de conceder um financiamento. “Se antes um projeto meia-boca passava, agora ele precisa ser bom para ser aprovado. A régua subiu”, afirma Gustavo Marques, gerente de acesso aos mercados e serviços financeiros do Sebrae de São Paulo.

Por isso, lembre-se: qualquer investimento no seu negócio pede um certo nível de maturidade empresarial. “A maior dificuldade é o empreendedor saber dizer em que área irá aplicar esse dinheiro. Essa falta de preparo dificulta a concessão de crédito”, alerta o consultor. “É preciso dar segurança na hora de negociar com um investidor. Para isso, procure ter três elementos: boa gestão, governança estruturada e demonstração financeira já auditada”, completa Rafael Mingone, sócio-diretor da consultoria em governança TMG Estratégia.

Para Mingone, mesmo se o empreendedor preferir continuar com os empréstimos bancários, essa apresentação o ajudará a negociar taxas de juros reduzidas. Uma opção também dentro dos bancos é procurar linhas de crédito voltadas para as PMEs, recomenda Marques.

Mas como escolher entre tantos tipos de investimento disponíveis, dos bancos aos acionistas? Primeiro, olhe para o estágio em que seu empreendimento se encontra. “No início, quando o risco é o maior possível, quem empresta são os amigos e a família. À medida que a empresa vai se consolidando, começam a surgir opções”, explica Bento Costa, docente do Ibmec do Distrito Federal.

O professor ressalta também que é necessário estar regularizado para ter acesso aos financiamentos, especialmente os de órgãos públicos. Viver na informalidade e perder essas oportunidades é um erro que pode acabar com as contas do seu negócio.

Veja, a seguir, como funcionam cinco alternativas de investimentos para empreendedores:

1. Investimento-anjo

Os investidores-anjo geralmente procuram as startups que ainda estão em estágio inicial. Eles, como pessoa física, investem seu próprio capital no empreendimento. Porém, o diferencial desse aporte é a contribuição intelectual do investidor.

“Não é só uma questão de investimento financeiro, e sim de haver um processo de colaboração junto ao negócio. O investidor empresta toda sua experiência, e aumenta a possibilidade de a empresa se desenvolver”, explica Camila Farani, do Mulheres Investidoras Anjo (MIA).

Esse parceiro empresarial pode tanto chegar imediatamente com uma participação acionária na empresa quanto negociar com o empreendedor uma entrada futura no negócio, por meio de uma dívida conversível.

2. Crowdfunding

Por meio do crowdfunding, um negócio pode criar uma página na internet apresentando a empresa e atrair doadores. Em troca, o negócio pode oferecer condições especiais e brindes aos contribuintes. Para Greg Kelly, sócio-fundador da plataforma de equity crowdfunding EqSeed, esse tipo de investimento é voltado para empresas em estágio mais inicial, que estão procurando testar seu produto ou conseguir uma divulgação maior do projeto.

3. Equity crowdfunding

Quando sua empresa já tem um mínimo produto viável (o chamado MVP), está inserida no mercado e busca crescimento, uma opção para captar investimentos é o equity crowdfunding. A forma de campanha é parecida com a de um crowdfunding usual, mas os investidores recebem mais do que brindes: uma participação societária correspondente ao valor investido. “Em um banco, o empreendedor pega um empréstimo e paga juros todo mês. No equity, não há juros e todo o valor é reinvestido no crescimento da empresa”, afirma Kelly, que também é diretor da Associação Brasileira de Equity Crowdfunding.

No momento, explica, as plataformas que trabalham com esse tipo de investimento estão aproveitando uma exceção da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que permite ofertas para sociedades limitadas e com faturamento até 3,6 milhões de reais no ano. “Na EqSeed, temos que pedir a autorização da CVM antes de publicar qualquer oferta. O órgão irá publicar até o fim do ano uma consulta sobre o assunto e a regulamentação específica sairá no ano que vem”, explica.

4. Venture Capital e Private Equity

Quando a empresa já saiu do plano das ideias e está operando, é possível receber aportes de fundos de investimento. Nessas organizações, empresários investem em uma gestora de capitais, que irá aportar em diversos negócios (como a sua empresa).

Esse é um tipo de investidor mais passivo do que o anjo, afirma Camila. Ele é mais preocupado com o retorno financeiro e costuma estar mais distanciado da operação do que um anjo, já que as operações estão na mão da gestora de capitais. Ao mesmo tempo, o valor do investimento é bem maior.

Os dois principais tipos de fundos de investimento são o Venture Capital e o Private Equity. Bento Costa, docente no Ibmec, afirma que não há diferença jurídica entre eles. Mas o Venture Capital procura empresas em estágio mais inicial e, portanto, com maior risco e retorno. À medida que a avaliação da empresa é mais positiva e o risco é reduzido, os fundos de Private Equity passam a ter interesse. Mingone ressalta também que a governança corporativa dessas empresas vai ficando mais profunda na transição entre o investimento de um Venture Capital para o de um Private Equity.

5. Mercado de ações

Abrir uma oferta inicial pública de ações (IPO) não é apenas para grandes empresas. “Há na Bolsa níveis que incorporam as pequenas e médias empresas. Isso depende do tamanho do seu faturamento”, explica Mingone. O consultor cita a Bovespa Mais, segmento da BM&FBovespa voltado para PMEs que querem entrar gradualmente no mercado de ações.

Porém, momentos de recessão e incerteza não costumam ser boas épocas para abrir capital, afirma Costa. Isso porque a série de notícias ruins para o mercado pode fazer com que o valor da sua ação seja afetado. “Há várias empresas que estão esperando esse momento passar para abrir seu capital”, diz o docente.

Fontes:
Texto: EXAME.com
(Por Mariana Fonseca, de EXAME.com) Matéria Original:
http://exame.abril.com.br/pme/noticias/5-formas-de-fugir-do-dinheiro-emprestado-ao-abrir-um-negocio
Foto: Rawpixel Ltd/Thinkstock

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Empreender é o seu real desejo? http://www.abraseunegocio.com.br/2015/07/empreender-e-o-seu-real-desejo/ Tue, 07 Jul 2015 17:01:54 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=4682 A vontade de ser empreendedor aumentou 22% nos últimos dois anos. Em 2013, 23% dos brasileiros aspiravam ter o próprio negócio; atualmente, o percentual subiu para 28%.

O sonho de ter o próprio negócio bate forte dentro de você? Quais motivos levam-no a desejar empreender? Há riscos de dar tudo errado e perder dinheiro?

Ser dono do próprio negócio sugere a conquista da liberdade, inclusive financeira, fator importante para viver mais feliz. Ao menos aparentemente, pois vemos patrões com muito dinheiro que trabalham quando querem. Será verdade?

Uma pesquisa realizada pelo Data Folha em abril e maio deste ano revelou algumas informações importantes e que valem a pena refletir:

• 28% da população com mais de 18 anos tem a intensão de empreender;
• deste grupo, 38% estão se preparando por meio de pesquisas;
• 28% estão poupando dinheiro;
• 12% fazem cursos.

Estes números são motivadores, pois a intenção de empreender garante a continuidade de empresas que certamente ofertarão emprego à população (72% que não tem a intenção de empreender). Vemos ainda que 78% daqueles que desejam empreender não têm a simples intenção, ou seja, ficam aguardando a sorte surgir, mas estão poupando e se preparando para a chegada do momento de constituir o próprio negócio.

Os motivos que levam ao desejo de empreender são muitos, mas os principais revelados pela pesquisa do Data Folha são:

• 42% desejam ganhar mais e crescer profissionalmente;
• 33% porque não querem mais ter chefe;
• 16% para fazer o que gosta e
• 9% para ter mais flexibilidade de horários.

Se você está dentro dos 28% da população que deseja empreender, não importa o motivo, é necessário que se prepare bastante, pois o outro lado das estatísticas, que recentemente publiquei em um desses artigos, mostra que quase 25% dos empreendedores encerram as atividades antes de completar dois anos e 50% sucumbem antes de completar cinco anos.

Além de fazer o planejamento cauteloso, conhecer o ramo no qual pretende atuar e ter aptidão para gerir é necessário ter profundo conhecimento da técnica de precificar, momento no qual se definem todos os custos e o lucro desejado. Atribuir preço ao produto ou serviço é difícil, mas nada impossível de ter sucesso quando as técnicas são conhecidas.

Como diz Thomas Nagle, “precificar é pensar e agir de maneira estratégica como uma tática para calcular os preços de venda, pois esta é a alma do negócio”.

Fonte: jornalcontabil.com.br
Gilmar Duarte – www.gilmarduarte.com.br

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