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Apura S/A cresce 150% ao ano oferecendo plataformas de proteção para corporações. Ataques envolvendo o tema Covid-19 também aceleraram busca por soluções da empresa. Fraudes, invasões de sistemas, vazamento de informações estratégicas e interrupção da operação de ativos críticos, entre outras ameaças aos sistemas de tecnologias da informação tornaram-se preocupações recorrentes entre empresas das mais diversas atividades econômicas. Buscando a chamada segurança cibernética, corporações de vários portes e setores estão recorrendo cada vez mais a soluções que propiciem a detecção e proteção de ameaças reais aos seus negócios. A expansão da brasileira Apura Cybersecurity Intelligence S/A – que tem unidades em São Paulo e Brasília e um elenco crescente de clientes de grande porte – é um indicador de como essa preocupação se faz presente na gestão das empresas. Nos últimos três anos, a empresa obteve um crescimento constante de 150% ao ano, graças ao êxito das plataformas próprias de segurança e inteligência cibernética oferecidas pela companhia. O crescimento deve-se também ao maior investimento das empresas em soluções de detecção e reação aos incidentes de segurança cibernética, cada vez mais comuns nas corporações.
Fundada em 2012, a empresa confunde sua expertise com a de seu fundador Sandro Süffert, que há 2 décadas ministra treinamentos para a Interpol, ICANN, HTCIA e outras organizações internacionais. Com experiência nas áreas financeira, telecom, governo e serviços, ele já ministrou cursos técnicos em 4 continentes, além de ter acumulado experiência de ensino em no Mestrado em Informática Forense da Universidade de Brasília, para peritos da Polícia Federal e de polícias civis de vários estados da federação.
DETECÇÃO E RESPOSTA RÁPIDA A AMEAÇAS
Süffert explica que um dos segredos da expansão da Apura está na especialização constante dos seus colaboradores e na expertise que cresce a cada dia com o atendimento de complexas demandas no mercado. “Estrategicamente, focamos nossas atividades na detecção de ameaças em fontes abertas e na resposta a incidentes de segurança e fraudes, além de outros serviços que proporcionam um retorno financeiro real para nossos clientes”, explica o executivo.
A empresa, que possui mais de 140 clientes, desenvolve outras atividades que possibilitam aos clientes detectar e reagir a ameaças cibernéticas a seus negócios de origem interna e externa; além de detectar, responder e bloquear ataques cibernéticos; monitorar e investigar incidentes, crimes e fraudes financeiras.
“A segurança cibernética deve ser encarada como uma operação de contrainteligência”, sublinha o CEO, ao abordar a importância de as corporações dedicarem atenção especial ao tema. Corporações do sistema financeiro (incluindo 8 dos 10 principais bancos do país), operadoras de telecomunicações, redes de varejo, marcas das indústrias automotiva, de alimentos e de equipamentos, da área de energia e órgãos públicos de segurança estão entre os clientes da Apura S/A.
INVESTIMENTO EM SOLUÇÕES PRÓPRIAS
A Apura revende soluções avançadas de parceiros estratégicos da Suécia, Estados Unidos e Reino Unido, mas nos últimos 3 anos acelerou o desenvolvimento de soluções próprias em segurança cibernética que atendem às particularidades das organizações brasileiras.
Boitatá é a maior solução de Inteligência Cibernética
desenvolvida na América Latina
Sandro Süffert destaca que os produtos desenvolvidos pela Apura têm grande penetração no mercado nacional e na América Latina pela grande visibilidade que trazem aos clientes, com o monitoramento do cenário cibernético na região. O Boitatá é uma dessas plataformas, voltada a identificar e a reagir de forma proativa às ameaças detectadas fora da rede dos clientes da empresa. “É hoje a maior plataforma de ‘Threat Intelligence’ e ‘Open Soure Intelligence’ – [inteligência de ameaças e inteligência de fontes abertas, em tradução literal] da América Latina”, ressalta o CEO.
ATUAÇÃO DURANTE A COVID-19
Nos últimos meses, a Apura S/A tem atuado na proteção de empresas contra ataques envolvendo o tema COVID-19. Com o início da pandemia, criminosos têm se aproveitado da busca por estes assuntos na internet para aplicar golpes envolvendo nomes de instituições públicas e corporações privadas dos mais variados segmentos.
As fraudes recorrentes levaram a empresa a disponibilizar relatórios onde são listados os golpes cibernéticos identificados, com textos que explicam como agem os criminosos e imagens que ajudam a reconhecer os casos constatados. São três ao todo: um destinado a pessoas físicas, outro às instituições de saúde e um terceiro para autoridades governamentais.
Em seu último levantamento realizado, a Apura identificou a existência de mais de 1 milhão de ocorrências de sites suspeitos com “COVID” e “coronavírus” no domínio no mês de junho no mundo todo. Ameaças e fraudes relacionadas a resposta dos governos em relação a pandemia são acompanhadas de perto pela empresa, que sempre atua de forma próxima às autoridades competentes na identificação e apoio a casos em que sua expertise seja relevante – o que é uma tendência cada vez mais crescente.
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Fontes:
Texto: Engenharia de Comunicação
(Por Nicole Thuler)
Foto: Divulgação
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Para quem conhece a obra de Tolkien apenas pelos filmes já lançados, uma boa notícia: três personagens conhecidos darão as caras na série de O Senhor dos Anéis que será lançada pela Amazon. Sauron, Galadriel e Elrond estarão na produção, de acordo com um tweet do TheOneRing.net. Galadriel apareceu nas duas trilogias de Peter Jackson (SdA e O Hobbit) sendo interpretada por Cate Blanchett. Para a série, em que a personagem é bem mais nova, a escolhida seria Morfydd Clark, segundo rumores. Já Elrond ganhou vida através de Hugo Weaving e ainda não tem ator definido para a nova produção. Nos filmes de O Senhor dos Anéis, o vilão Sauron foi interpretado por Sala Baker e dublado por Alan Howard. Já na trilogia de O Hobbit, ele aparece como o Necromante, tendo sido interpretado por Benedict Cumberbatch, que também assumiu o papel do dragão Smaug. A produção da Amazon começou no início do ano, mas foi interrompida por conta da pandemia de covid-19. As filmagens devem retornar em setembro, na Nova Zelândia, mas ainda não existe uma data para a chegada da série ao streaming. A série de O Senhor dos Anéis irá se passar durante a Segunda Era da Terra-média, que começa no banimento de Morgoth (o vilão original) e termina na primeira derrota de seu servo Sauron. Além disso, o período também traz grandes eventos como a ascensão e queda de Númenor, a criação dos Anéis do Poder e a formação da Última Aliança, que juntou homens e elfos na luta contra Sauron – essa batalha conta com a presença de Elrond e foi brevemente retratada em A Sociedade do Anel. |
Fontes:
Texto: tecmundo.com.br
(Por Diego Denck)
Foto: Divulgação
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CEO Jeff Bezos ganhou o equivalente a quase R$ 70 bilhões em 24 horas com valorização das ações da Amazon. Jeff Bezos, CEO da amazon De acordo com a Bloomberg, Jeff Bezos aumentou sua fortuna em US$ 13 bilhões, o equivalente a R$ 68,2 bilhões, em 24 horas. Trata-se da maior valorização desde 2012, quando o índice de bilionários foi criado. Isso porque as ações da Amazon subiram 7,9%, a maior alta diária desde dezembro de 2018. Além de CEO e fundador, Bezos é o maior acionista da Amazon, detendo 11,1% da companhia. É claro que já comecei a fazer algumas contas aqui. Um aumento de R$ 68,2 bilhões em 24 horas significa que Bezos ganhou em média R$ 790 mil por segundo. Ele levaria 1/100 segundo, ou um décimo de um piscar de olhos, para juntar dinheiro para comprar um iPhone 11 Pro. Um jato executivo Embraer Praetor 600 de US$ 21 milhões, que voa de São Paulo a Miami sem escalas, custaria 2min20s do tempo de Bezos. O montante ganho por Bezos em um dia é maior que todo o lucro da Petrobras em um ano, que foi de R$ 40,1 bilhões em 2019. Se somarmos os ganhos de R$ 26,6 bilhões da segunda empresa brasileira mais lucrativa no ano passado, o Itaú Unibanco, ainda não chegaríamos na valorização da fortuna do CEO da Amazon em 24 horas. Mesmo com a crise econômica e a pandemia de COVID-19, a Amazon se valorizou devido às expectativas otimistas com relação ao varejo online. As ações da Amazon já subiram 73% em 2020, elevando o valor de mercado da companhia para US$ 1,58 trilhão, próximo da Apple, que bateu a marca de US$ 1,7 trilhão na segunda-feira (20). A fortuna de Jeff Bezos subiu de US$ 74 bilhões no começo de 2020 para os atuais US$ 189 bilhões com os resultados positivos da Amazon. Sua ex-mulher Mackenzie Bezos, que teve o acordo de divórcio mais caro da história, se tornou a décima terceira pessoa mais rica do mundo, com fortuna de US$ 63,1 bilhões. |
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Fontes:
Texto: tecnoblog.net
(Por Paulo Higa)
Foto: Divulgação
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