No mundo dos negócios desde os 19 anos, o empreendedor passou por três companhias até fundar a Aqcez.
Quando conta com bom humor a própria história, Eduardo Ventura faz questão de ressaltar que ela só é divertida porque os perrengues ficaram no passado. Da empresa que prestava serviços de cabeamento até a fundação do escritório de arquitetura corporativa Aqcez (www.aqcez.com.br) foram quase 20 anos de trabalho, uma experiência exaustiva à frente de um restaurante, muitas noites sem dormir, almoços de 50 centavos e escritórios “fantasmas”.
A carreira de empreendedor começou aos 19 anos quando, após a demissão de um estágio, Eduardo começou a trabalhar como motorista de Kombi numa empresa que fazia cabeamento. Como ficava muito tempo parado esperando a equipe fazer as instalações, aprendeu o ofício. Em poucos meses, já era o encarregado.
Quando surgiu um projeto grande demais para a empresa em que trabalhava assumir, chamou um amigo e abriu o seu primeiro negócio no setor de cabeamento. A sociedade deu certo e a companhia virou referência no mercado. No entanto, o sucesso financeiro aliado à juventude dos sócios fez com que, no final dos anos 90, Eduardo vendesse sua parte. Com o dinheiro, tirou um ano sabático, mas logo a inquietude e a vontade de montar um novo empreendimento reapareceram.
Foi então que começou do zero, de novo, no mesmo ramo, com a irmã encarregada do administrativo da nova empresa e a sede na sala da casa dela. “Logo, clientes antigos ouviram falar da novidade e começaram a nos procurar”, narra o empresário. Mas a empreitada durou pouco. Em 2001, com a economia brasileira em crise, o negócio não resistiu. Ainda assim, a semente da Aqcez foi plantada: “Foi durante um projeto nessa época que eu conheci o Marcos Dinóla, meu atual sócio”, diz o empreendedor.
Para enfrentar a crise, Eduardo pensou: “qual mercado nunca fica sem demanda?”. Comida. Um amigo havia montado um restaurante e Eduardo assumiu – mesmo sem nunca ter nem fritado um ovo. Instalado próximo a um call center onde trabalhavam seis mil funcionários, em pouco tempo o Perfil Grill, como era chamado, vendia 600 refeições por dia.
Porém, a competitividade e a rotina do restaurante, somadas ao reaquecimento da economia, resultaram na vontade de um novo negócio. O parceiro, dessa vez, seria Marcos Dinóla, também empresário com experiência no ramo da construção civil e que voltava a São Paulo após um período no interior. A escolha foi criar um escritório especializado em projetos turnkey, quando uma só empresa é responsável por todas as etapas de uma obra – modelo que tem se popularizado no mercado corporativo. Assim nasceu a Aqcez.
Sem capital para começar o empreendimento, a solução foi usar uma obra como escritório enquanto se preparavam para a próxima – os clientes, que à época não sabiam disso, hoje riem da história.
“Demoramos quase dez meses até termos nossa própria sede”, lembra Eduardo. Mesmo assim, o faturamento no primeiro ano chegou perto de R$ 1 milhão. Cinco anos depois, a Aqcez fechou 2016 com rendimento de R$ 10 milhões e tem a perspectiva de dobrar o valor em 2017. “Além disso, temos 40 funcionários e pelo menos 200 colaboradores indiretos”, afirma o sócio-fundador. Após tantas reviravoltas, ele conclui: “Tudo é uma questão de dedicação, estudo e saber como montar uma boa equipe”.

Sobre a Aqcez
Escritório de arquitetura especializado no mercado corporativo. Criada por empreendedores com mais de 20 anos de experiência, a Aqcez atende empresas de diferentes portes e setores. Além de se dedicar a projetos de arquitetura que contemplam harmonia entre espaços e pessoas segundo as especificidades de cada cliente, o escritório ainda leva em consideração o contexto imobiliário para orientar quanto à otimização das instalações e operação. www.aqcez.com.br.

Fontes:
Texto: Press Works
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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Troca de mobiliário e adoção do open space, entre outros, ajudam a otimizar espaços e diminuir gastos com aluguéis e manutenção.
Frente aos desafios impostos pela crise no Brasil, uma das soluções encontradas por grandes empresas é readequar seu espaço físico. Com o objetivo de cortar gastos, os escritórios são repensados para manter a qualidade da operação em um ambiente menor. A economia com a área alugada se reflete também em menos gastos com a manutenção, além de ajudar a evitar demissões, segundo explica Eduardo Ventura, diretor de operação da Aqcez (www.aqcez.com.br) – escritório de arquitetura especializado no setor corporativo.
No ano passado, a Aqcez teve um aumento de 40% do seu faturamento devido à demanda em projetos relacionados à readequação física de empresas. “O que vemos é que essa opção tem sido muito considerada pelo mercado”, diz o especialista. Abaixo, ele descreve cinco recursos para realizar a mudança do escritório voltada à economia e ao ganho de integração e produtividade:
1.Troca de mobiliário
Em contraste com os móveis grandes e imponentes do passado, a ideia é adotar opções modulares e de tamanho reduzido. Assim, uma bancada larga com espaço inutilizado dá lugar a várias mesas de trabalho mais estreitas. Não há perda de conforto para a equipe e é possível desocupar salas e até andares que se tornam desnecessários. “Dessa forma, um de nossos clientes reduziu o espaço que ocupava de cinco para três andares de um prédio comercial”, conta Ventura.
2.Adoção do open space
Outra novidade nos escritórios é o open space, ou seja, espaço aberto compartilhado por todos, sem salas individuais, incluindo os executivos de alto escalão. “Há pesquisas que indicam, inclusive, ganhos de produtividade com o open space, contribuindo para superar o cenário de crise”, avalia o diretor de operações da Aqcez.
3.Redução das salas de reunião
Enquanto antes a norma era ter várias salas de reuniões espaçosas, agora as empresas diminuem os locais no escritório dedicados a esta finalidade – e os tornam mais compactos. Além de abrir espaço para outras atividades e permitir a transferência de funcionários de outras áreas, essa medida ajuda a dar mais agilidade aos encontros.
4.Abandono de posições fixas
A ideia de concentrar funcionários que antes se dividiam em vários andares em apenas um, por exemplo, pode dar a sensação de que estes vão ficar mal instalados. “Isso não é verdade. Além de um projeto arquitetônico que contemple a funcionalidade do novo espaço, práticas como adotar mesas livres, em que a equipe se senta em locais diferentes a cada dia, ajudam a dar dinamismo à rotina de trabalho”, resume Ventura.
5.Mudança de endereço
A decisão mais drástica – e, em alguns casos, a mais vantajosa – é transferir a empresa para uma nova sede. O momento é bom: o setor imobiliário corporativo tem atingido taxas recordes de vacância e o preço do m² despencou. “Na Berrini, bairro de alto padrão em São Paulo, o custo do aluguel do m² hoje está a metade do que há alguns anos”, diz o especialista. Ele cita o exemplo de um cliente que ocupa escritórios espalhados por seis prédios e decidiu concentrar toda a operação em um único novo endereço. “Serão investidos R$ 30 milhões nessa mudança. Mas, em 10 anos, a economia com aluguel e manutenção vai atingir o dobro disso”, conta.
Sobre a Aqcez
Escritório de arquitetura especializado no mercado corporativo. Com mais de 20 anos de experiência, a Aqcez atende empresas de diferentes portes e setores. Além de se dedicar a projetos de arquitetura que contemplam harmonia entre espaços e pessoas segundo as especificidades de cada cliente, o escritório ainda leva em consideração o contexto imobiliário para orientar quanto à otimização das instalações e operação. www.aqcez.com.br.

Fontes:
Texto: Press Works
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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