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Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil – Abra Seu Negócio http://www.abraseunegocio.com.br Seja um empresário de sucesso! Fri, 17 Mar 2023 13:57:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.6.29 Produção da apicultura nacional passa por bom momento http://www.abraseunegocio.com.br/2016/03/producao-da-apicultura-nacional-passa-por-bom-momento/ Tue, 22 Mar 2016 16:54:36 +0000 /?p=9598 Padrões GS1 dão novo impulso aos negócios de produtores de mel, que comemoram desempenho após adotarem padrões de automação orientados pela Associação Brasileira de Automação.

São Paulo, março de 2016 – O mel produzido no Brasil tem ultrapassado nossas fronteiras e conquistado consumidores em todo o mundo. A qualidade do produto, aliada ao uso da automação e à promoção comercial para expandir as vendas, coloca o país na 8ª posição do ranking global de exportadores em termos de valor, conforme dados consolidados de 2014 da área de inteligência comercial da Associação Brasileira de Exportadores de Mel (Abemel). Ao conquistar essa colocação, o Brasil avançou seis posições em relação à apuração anterior, na qual figurava na 14ª colocação. O mesmo se aplica à quantidade do mel exportado, quesito em que subiu três degraus, passando do 11º para o 8º lugar. Esses são os motivos de comemora&cce dil;ão e também de incentivo para os 350 mil apicultores atuantes no País – de acordo com números do Sebrae – e para a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, que trabalha em parceria com produtores. “Em março comemora-se o Dia Nacional do Mel e aproveitamos para reforçar o nosso papel de apoiar essa importante atividade do agronegócio brasileiro”, destaca o presidente da GS1 Brasil, João Carlos de Oliveira.

Em 2014, o Brasil embarcou em mel e derivados o equivalente a US$ 98.576.057,00, o que representa um incremento de 82% em relação a 2013 – os resultados de 2015 ainda não foram consolidados pela Abemel. A crescente participação da apicultura do País no rol dos principais exportadores revela que os produtores estão cada vez mais preocupados com a implantação de padrões de identificação globais que permitam esse avanço. A adoção de sistemas automatizados permite prosperar não só no exterior, mas também no mercado interno. Foi o que aconteceu com o gaúcho Vergilio Possebon que, após aposentar-se como policial, buscou novas oportunidades no Norte do Brasil. Ao mudar-se com a família para Rondônia, Possebon descobriu na apicultura não só uma atividade de lazer, mas uma nova fonte de renda.

O que começou com apenas uma caixa de abelhas se transformou em uma pequena agroindústria, a Apicultura Colonial. Na busca por novos nichos para comercializar as três toneladas de mel produzidas por safra, Possebon investiu na profissionalização da atividade. Com o auxílio da Secretaria Municipal de Agricultura de Vilhena, cidade rondoniense que escolheu para se fixar. Assim que obteve o Selo de Inspeção Municipal (SIM) e implementou o Programa de Verticalização da Agricultura Familiar (Prove Municipal), Possebon procurou o Sebrae Rondônia, e lá recebeu orientações sobre a importância de adotar o código de barras. Então, em 2012, associou-se à GS1 Brasil para receber a capacitação sobre a maneira correta de aplicação do código de barras. “Essa iniciativa mudou completamente nossa estrutura de vendas, pois agora podemos fazer negócios com qualquer grande mercado, o que seria impossível sem essa tecnologia, já que eles exigem identificação padronizada”, destaca o produtor. Além do mel in natura, a Apicultura Comercial também transforma a matéria-prima em xarope de mel, própolis e copaíba.

Além de abrir as portas a novos compradores, o apicultor destaca ainda que a medida intensificou a visibilidade da marca, que passou a ser mais competitiva com o diferencial do código. Virgílio explica que os consumidores compram o produto e levam para suas cidades, fazendo com que surjam pedidos de outros municípios. As boas práticas de gestão adotadas por Possebon levaram a Apicultura Colonial a receber, em 2013, o XVI Prêmio Automação, concedido pela GS1 Brasil, na categoria Pequenas Empresas. No ano passado, durante sua participação na 4ª Feira Rondônia Rural Show, Possebon divulgava aos visitantes o seu feito, destacando que o produto produzido por ele era o único representante de Rondônia a receber a distinção. A expectativa do produtor é que outros apicultores se inspirem para profissionalizar os negócios.

De acordo com o Sebrae de Santa Catarina, o crescimento da demanda por alimentos seguros à saúde e de origem conhecida também se aplica aos produtos apícolas, e, neste caso, a certificação e os meios de produção sustentáveis criam um ambiente favorável para aumentar ainda mais a procura. Informações como rastreabilidade, origem, características da produção, localização da propriedade, lote e características únicas de cada safra, que aumentam a credibilidade e a confiança dos consumidores, podem ser obtidas por meio do código de barras.

Com mais de seis bilhões de leituras por dia, o código de barras de identificação de produtos é o mais utilizado no mundo. É diante deste cenário que a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil – representante nacional da GS1 Global, a única entidade responsável pelo licenciamento de códigos de barras no mundo – aplica o Sistema de Identificação único e global GS1 em mais de 20 segmentos do mercado, seja para grandes, médios ou pequenos empresários.

Sobre a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil

A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, é uma organização multissetorial sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos e comunicação, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística. A organização brasileira tem 58 mil associados. Mais informações em www.gs1br.org.

Informações para imprensa

DFreire Comunicação e Negócios
55 11 5105-7171/99358-4531
Marcelo Danil – marcelodanil@dfreire.com.br
Paula Ires – paula@dfreire.com.br
Débora Freire – debora@dfreire.com.br
José Luiz Chaves – joseluiz@dfreire.com.br

 

 

Fontes:
Texto: DFreire Comunicação e Negócios
(Por Marcelo Danil)
Foto: Divulgação

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Empresas brasileiras investem em automação para atender à geração dos consumidores ‘early adopters’ http://www.abraseunegocio.com.br/2016/03/empresas-brasileiras-investem-em-automacao-para-atender-a-geracao-dos-consumidores-early-adopters/ Fri, 18 Mar 2016 13:36:19 +0000 /?p=9460 Estudo desenvolvido pela Associação Brasileira de Automação – GS1 Brasil revela o crescimento do perfil de compradores sedentos por inovações.

São Paulo, março de 2016 – O estudo “O uso do código de barras no Brasil: consumidores e empresas”, desenvolvido pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil aponta em sua 2ª edição, o crescimento do perfil de consumidores chamado early adopters (ou primeiros a adotar). Este público, que cada vez mais chama a atenção das empresas brasileiras, deseja experimentar o quanto antes as inovações e apresentam profunda intimidade com tecnologia. Eles agregam grande valor a itens como computador, internet e celular e são os que mais possuem outros eletrônicos conectados aos seus celulares.

Ao contrário do que se costuma pensar, esse grupo não é formado principalmente por jovens, mas por adultos entre 25 e 44 anos. “Provavelmente, são formadores de opinião sobre as novidades tecnológicas disponíveis no mercado e, assim, grandes influenciadores nas decisões de compra de pessoas próximas, como amigos e familiares”, destaca o presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, João Carlos de Oliveira.

De acordo com a pesquisa, 87% dos brasileiros fazem compras on-line e pessoalmente, enquanto 9% adquirem produtos apenas pessoalmente, faixa que concentra adultos maiores de 55 anos. Para 4% dos brasileiros, a internet já representa a única ferramenta de consumo. Para Oliveira, os números reforçam que os hábitos de compra têm mudado no ritmo da tecnologia.

As pessoas com idade entre 35 e 54 anos mostram-se bastante preocupadas com a identificação dos produtos que consomem, assim como em obter informações sobre eles. De acordo com a pesquisa, 88% dos consumidores entendem que a validade dos produtos deverá estar nos códigos de barras, e 80% declaram apresentar interesse em informações adicionais do produto consultando o código de barras, tecnologia que é percebida por 84% dos consumidores quando vão às compras.

No supermercado, 92% dos compradores utilizam o código de barras para consulta de preços. Os entrevistados declaram que as novas tendências tecnológicas, como a internet das coisas, que garante a conectividade de aparelhos e objetos do dia a dia, irão transformar seus hábitos de consumo e auxiliar na segurança para identificar aquilo que consomem. E 62% dos entrevistados acreditam que a internet das coisas vai mudar seus hábitos de consumo.

Atento a este nicho de mercado, o varejo também vem mudando, guiado pelas novas tendências, e procura adotar novas tecnologias. O estudo aponta que 86,33% dos produtos que hoje circulam no mercado que têm códigos de barras (porcentual de produtos vendidos no Brasil), enquanto 87,24% do faturamento no varejo são provenientes de itens que possuem códigos de barras.

As empresas apontam a real importância do código de barras na hora de fazer a gestão de seu negócio: 80,7% entendem que devem usar o padrão para um melhor gerenciamento e 90,35% atrelam a venda dos produtos no mercado ao uso de códigos de barras. Além disso, 63% dos entrevistados da área corporativa estão dispostos a adotar novas tecnologias. “Apesar de o empresariado brasileiro estar disposto a investir em automação, principalmente de identificação de produtos, entendemos que isso ocorrerá no longo prazo, pois o País encontra-se em um momento de cautela”, esclarece Oliveira.

Como organizar um projeto de automação comercial em uma loja?

Para obter sucesso com um projeto de automação, é necessário que o empresário tome alguns cuidados, e que se comprometa com o processo de automação. Recomenda-se organizar o projeto em três fases:

Planejamento

Nesta fase identificamos as necessidades da empresa, tanto gerenciais quanto operacionais e definir onde pretendemos chegar com a automação e benefícios esperados. É importante investir um tempo maior no planejamento do projeto, pois estaremos idealizando o cenário, atividades e expectativas a serem atingidas com a implantação da automação.

Preparação

Ao final desta fase, você deverá ter definido o sistema de codificação e os novos processos de trabalho, além do preparo das instalações físicas para receber os equipamentos de automação. Deverá estar pronto para treinar e motivar o seu pessoal, bem como ter concluído os acordos com seus parceiros comerciais (fornecedores, bancos etc.).

Implantação

O sucesso desta etapa depende única e exclusivamente do bom desenvolvimento das etapas anteriores, ou seja, se as tarefas anteriores foram realizadas de uma forma cuidadosa e detalhista, menos problemática será a implantação da automação.

Nesta fase, logo de início, é necessário comunicar aos clientes e fornecedores sobre a implantação dos novos procedimentos, até como uma forma de divulgação das melhorias que serão alcançadas pela automação. Após a implantação, será necessário diagnosticar e corrigir os problemas dos procedimentos adotados com relação às ferramentas utilizadas.

Quais são as tecnologias disponíveis para a identificação de produtos?

Código de barras

Os códigos de barras são utilizados para representar uma numeração (identificação) atribuída a produtos, unidades logísticas, localizações, ativos fixos e retornáveis, documentos, contêineres, cargas e serviços, o que facilita a captura de dados por meio de leitores (scanners) e coletores de código de barras, além de propiciar a automação de processos trazendo eficiência, maior controle e confiabilidade para a empresa. A GS1 padroniza e gerencia um conjunto de códigos de barras destinados a diversas aplicações.

EAN/UPC – Desenvolvido especificamente para leitura no PDV (ponto de venda), devido à agilidade propiciada na captura da informação.

GS1 DataBar – Compreende uma família de códigos que podem ser escaneados no PDV, podem ser menores do que os códigos EAN/UPC e ainda codificar informações adicionais como número serial, número de lote e/ou data de validade. É uma tendência global utilizar esse código no setor de frutas, verduras e legumes (FLV) e outros produtos perecíveis.

GS1 DataMatrix – Símbolo bidimensional para aplicações especiais que permite codificar informações em espaços menores que os códigos lineares e agregar informações adicionais como código do produto, lote e validade. Principal código do segmento hospitalar, por permitir identificação de itens muito pequenos e possibilitar a sua rastreabilidade.

GS1 QR Code – É um código de barras bidimensional e o foco deste padrão é a embalagem estendida, permitindo ao consumidor o acesso a informações adicionais sobre o produto.

GS1-128 – Permite codificar todas as chaves GS1. Utilizado na gestão de logística e de rastreabilidade por meio da codificação de informações adicionais como número serial, número de lote, data de validade, quantidades, número de pedido do cliente etc.

ITF-14 – Código utilizado para identificar unidades logísticas, que pode ser impresso diretamente em substrato corrugado (caixa de papelão) oferecendo um bom desempenho de leitura. Não pode ser utilizado para identificar itens comerciais que passarão pelo PDV.

EPC/RFID – O Código Eletrônico de Produto ou EPC é o sistema criado pela GS1 para identificação automática de itens, que usa a tecnologia de radiofrequência (RFID). A RFID permite a identificação de produtos em alta velocidade, sem necessidade de contato visual com a etiqueta. Grandes quantidades não são um problema. A boa aplicação da tecnologia garante precisão e integridade da informação.

Sobre a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil

A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, é uma organização multissetorial sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos e comunicação, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística. A organização brasileira tem 58 mil associados. Mais informações em www.gs1br.org

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Fontes:
Texto: DFreire Comunicação e Negócios
(Por Marcelo Danil)
Foto: Divulgação

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