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Banco Central – Abra Seu Negócio http://www.abraseunegocio.com.br Seja um empresário de sucesso! Fri, 17 Mar 2023 13:57:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.6.29 Projeções para dívida líquida do setor público pioram em 2016 e 2017 http://www.abraseunegocio.com.br/2016/03/projecoes-para-divida-liquida-do-setor-publico-pioram-em-2016-e-2017/ Mon, 07 Mar 2016 15:54:37 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=9100 Em meio a pequenos ajustes nas projeções econômicas, o destaque na pesquisa Focus do Banco Central desta segunda-feira foi a piora nas estimativas para a dívida líquida do setor público para 2016 e mais acentuadamente para 2017.

De acordo com o levantamento junto a uma centena de economistas, a projeção para a dívida líquida do setor público em 2016 subiu em 0,3 ponto percentual, a 41,05 por cento do PIB, enquanto para 2017, o aumento foi de 1,2 ponto, a 45,2 por cento do PIB.

A semana passada foi recheada de eventos econômicos e políticos. Na sexta-feira, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi alvo da nova etapa da operação Lava Jato, aproximando ainda mais a investigação do atual governo. Na véspera, notícia sobre delação premiada do ex-líder do governo no Senado Delcídio do Amaral (PT-MS) já animara os favoráveis ao impeachment.

Também na quinta-feira foi divulgado o número oficial do tombo da economia brasileira em 2015, de 3,8 por cento, o pior resultado desde 1990. Antes disso, o BC deixou a taxa básica de juros em 14,25 por cento ao ano, sugerindo que não deve cortar a Selic tão cedo.

Entretanto, os especialistas consultados no Focus podem ainda não ter incorporado esses resultados em suas projeções.

O ajuste no Focus mostrou a estimativa para a inflação este ano a 7,59 por cento, contra 7,57 por cento antes, bem acima do teto da meta para este ano, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos. Para o ano que vem permanece pela quarta semana seguida a expectativa de que o IPCA subirá 6 por cento, exatamente no limite máximo estabelecido pelo governo, de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Em relação à Selic, também não houve mudança na projeção de que a taxa terminará este ano a 14,25 por cento e 2017 a 12,50 por cento.

Em relação à economia, a mediana das projeções no Focus para Produto Interno Bruto (PIB) de 2016 agora é de contração de 3,50 por cento, ante queda de 3,45 por cento na pesquisa anterior. Para 2017 a estimativa de crescimento permaneceu em 0,50 por cento.

 

Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Camila Moreira)
Foto: Divulgação

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Projeção de inflação em 2016 cai, expectativa para Selic nesta semana é de manutenção http://www.abraseunegocio.com.br/2016/02/projecao-de-inflacao-em-2016-cai-expectativa-para-selic-nesta-semana-e-de-manutencao/ Mon, 29 Feb 2016 16:34:43 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=8892 A projeção para a inflação deste ano foi reduzida após oito semanas seguidas de piora na pesquisa Focus do Banco Central, que ainda confirmou expectativa de manutenção da taxa básica de juros na reunião desta semana.

A perspectiva para a alta do IPCA este ano caiu em 0,05 ponto percentual, para 7,57 por cento, mas permanece bem acima do teto da meta para este ano, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos.

Para 2017, a pesquisa com uma centena de economistas segue mostrando projeção de inflação de 6 por cento, exatamente no limite máximo estabelecido pelo governo, de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Apesar da forte recessão econômica, o BC tem deixado claro que não há espaço para cortar a Selic diante do atual quadro inflacionário.

O Focus desta segunda-feira confirmou a expectativa de manutenção da Selic nos atuais 14,25 por cento na reunião desta semana do Comitê de Política Monetária (Copom), terminando o ano no mesmo patamar.

Já para 2017 a projeção para a Selic foi ajustada a 12,50 por cento, ante 12,63 por cento na pesquisa anterior.

Por sua vez, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2016 piorou. A mediana das estimativas agora é de contração de 3,45 por cento, ante queda de 3,40 por cento anteriormente. Para 2017, a previsão de crescimento permaneceu em 0,50 por cento.

 

Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Camila Moreira)
Foto: Divulgação

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Perspectiva para PIB pioram, projeção para Selic em 2017 cai http://www.abraseunegocio.com.br/2016/02/perspectiva-para-pib-pioram-projecao-para-selic-em-2017-cai/ Mon, 22 Feb 2016 16:01:14 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=8721 As expectativas para a atividade econômica do Brasil continuam se deteriorando segundo a pesquisa Focus do Banco Central, que apontou ainda redução na estimativa para a taxa básica de juros em 2017.

O levantamento semanal com uma centena de economistas apontou que a projeção agora é de contração do Produto Interno Bruto (PIB) este ano de 3,40 por cento, ante queda de 3,33 por cento na pesquisa anterior.

Para 2017 a estimativa de crescimento diminuiu pela quinta semana seguida, e agora é de apenas 0,50 por cento, sobre 0,59 por cento no levantamento anterior.

Já a perspectiva para a inflação este ano foi ajustada a 7,62 por cento, 0,01 ponto percentual a mais, bem acima do teto da meta de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos.

Para 2017 as contas para a alta do IPCA permaneceram em 6 por cento, exatamente no limite máximo estabelecido pelo governo, de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

O Top-5, entretanto, com as instituições que mais acertam as projeções, já vê a inflação superando a meta em 2017, com a mediana das projeções de médio prazo calculando a alta do IPCA em 6,50 por cento.

Em relação à política monetária, a mediana das projeções para a Selic neste ano foi mantida em 14,25 por cento ao ano, mas para 2017 caiu a 12,63 por cento, contra 12,75 por cento antes.

Na semana passada, declarações de membros do Banco Central, incluindo o presidente Alexandre Tombini, indicaram que a autoridade monetária deve manter a taxa básica de juros no atual patamar para conter a inflação.

 

Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Camila Moreira)
Foto: Divulgação

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Projeção para taxa básica de juros em 2017 volta a 12,75% http://www.abraseunegocio.com.br/2016/02/projecao-para-taxa-basica-de-juros-em-2017-volta-a-1275/ Mon, 15 Feb 2016 16:55:03 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=8571 A perspectiva para a taxa básica de juros em 2017 voltou a 12,75 por cento, depois de cair para 12,50 na semana anterior, segundo a pesquisa Focus do Banco Central, com a projeção para a inflação no ano que vem permanecendo no teto da meta do governo.

O levantamento semanal com uma centena de economistas divulgado nesta segunda-feira mostrou que as projeções para a Selic no final de 2016 foram mantidas em 14,25 por cento ao ano.

O BC já sinalizou que não deve mexer tão cedo na taxa básica de juros diante da fragilidade econômica do país, mas o cenário para a inflação continua em deterioração.

A projeção para a alta do IPCA este ano voltou a piorar, pela sétima vez seguida, chegando a 7,61 por cento contra 7,56 por cento anteriormente, reforçando a perspectiva de novo estouro da meta, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos, depois de isso já ter acontecido em 2015.

Para o ano que vem permanece a previsão de inflação de 6 por cento, exatamente no teto da meta, que seguirá em 4,5 por cento mas com uma margem menor, de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2016, a mediana das projeções no Focus agora é de contração de 3,33 por cento, ante queda de 3,21 por cento na pesquisa anterior. Para 2017 a estimativa de crescimento agora é de apenas 0,59 por cento, 0,01 ponto percentual a menos.

Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Camila Moreira)
Foto: Divulgação

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BC diz que tomará “medidas necessárias” para segurar a inflação e indica juros maiores http://www.abraseunegocio.com.br/2015/12/bc-diz-que-tomara-medidas-necessarias-para-segurar-a-inflacao-e-indica-juros-maiores/ Thu, 03 Dec 2015 17:26:31 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=7193 O Banco Central afirmou que tomará as “medidas necessárias” para controlar a escalada de preços independentemente da política fiscal e do cenário de incertezas, indicando que deve voltar a elevar os juros básicos em breve.

Ao mesmo tempo, a autoridade monetária piorou sua previsão para a inflação neste ano e em 2016, afirmando que ambas estão acima do centro da meta –de 4,5 por cento pelo IPCA, com margem de dois pontos percentuais para mais ou menos–, segundo ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada nesta quinta-feira.

“Independentemente do contorno das demais políticas, o Comitê adotará as medidas necessárias de forma a assegurar o cumprimento dos objetivos do regime de metas (de inflação)”, trouxe o documento, ressaltando que isso significa levar “a inflação o mais próximo possível de 4,5 por cento em 2016… e fazer convergir a inflação para a meta de 4,5 por cento em 2017”.

Para 2017, a meta de inflação é de 4,5 por cento, mas com margem de 1,5 ponto percentual.

Na semana passada, o BC decidiu manter a Selic em 14,25 por cento ao ano, mas numa decisão dividida, com dois membros do Copom optando por elevar a taxa em 0,5 ponto percentual, em meio à piora nas expectativas de inflação e no cenário de indefinições fiscais e turbulências políticas no país.

Mais uma vez, o BC destacou o atual cenário fiscal, com as contas públicas em desordem, como um dos fatores que pesam negativamente sobre o cenário econômico. Para a autoridade monetária, as incertezas envolvem “a velocidade do processo de recuperação dos resultados fiscais e a sua composição, e que o processo de realinhamento de preços relativos mostra-se mais demorado e mais intenso que o previsto”.

Segundo a pesquisa Focus do próprio BC, que ouve semanalmente uma centena de economistas, as expectativas de alta da inflação têm piorado com intensidade. No início de outubro, os cálculos para a elevação do IPCA em 2015 e 2016 estavam em 9,5 e 5,92 por cento, passando agora para 10,38 e 6,64 por cento, estourando a meta do governo.

Para 2017, as contas também estão cada vez piores: passaram de alta de 4,86 para 5,12 por cento, no período.

Pela ata, no cenário de referência (com dólar constante a 3,80 reais e Selic em 14,25 por cento), o BC piorou suas projeções para a inflação tanto em 2015 quanto em 2016, permanecendo acima do centro da meta. Para 2017, a projeção encontra-se em torno da meta. Nestes casos, o BC não informa sua projeção nominal.

Os membros do Copom que votaram pela alta da Selic na semana passada, ainda segundo o documento, argumentaram que o movimento serviria para “reduzir os riscos de não cumprimento dos objetivos”. Porém, a maioria votou pela manutenção da taxa para “monitorar a evolução do cenário macroeconômico até sua próxima reunião para, então, definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária”.

Foi a primeira decisão sem consenso do Copom desde outubro do ano passado.

Via de regra, o BC inicia ciclos de aperto monetário com alta mais branda, de 0,25 ponto percentual. A inclinação de dois membros por um passo mais agressivo reforçou, para analistas, a visão de que o Copom estaria se preparando para subir a Selic em breve, até mesmo em janeiro, quando se reúne novamente.

“Se as expectativas de inflação se deteriorarem ainda mais, eles (BC) vão subir na próxima reunião”, afirmou o analista da TD Securities, Cristian Maggio.

No mercado de juros futuros, as apostas são de que a Selic será elevada em 0,5 ponto percentual no próximo mês, segundo dados da Reuters. Segundo operadores, a curva de DIs também apontava pelo menos outras duas elevações de 0,50 ponto na Selic em seguida.

Até a última reunião, o Copom defendia que a manutenção dos juros no atual patamar, por período suficientemente prolongado, seria necessária para a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante da política monetária. Ou seja, no final de 2017.

Mesmo com a economia em recessão, o que poderia ajudar a reduzir a alta dos preços, as pressões inflacionárias continuam a aumentar na esteira de ajustes de tarifas e da disparada do dólar sobre o real.

(Reportagem adicional de Alonso Soto, em Brasília)

Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Patrícia Duarte)
Foto: Internet

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Dólar desaba quase 4% e volta abaixo de R$4, com ação de BC e Tesouro http://www.abraseunegocio.com.br/2015/09/dolar-desaba-quase-4-e-volta-abaixo-de-r4-com-acao-de-bc-e-tesouro/ Fri, 25 Sep 2015 00:17:53 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=5668 SÃO PAULO (Reuters) – O dólar despencou quase 4 por cento e voltou abaixo de 4 reais nesta quinta-feira, sessão marcada por intensas ações do Banco Central, via seu presidente Alexandre Tombini, e do Tesouro Nacional, que aliviaram em parte os temores dos mercados financeiros.

O dólar recuou 3,73 por cento, a 3,9914 reais na venda, maior queda diária desde 24 de novembro de 2008 (-5,24 por cento). A moeda norte-americana subiu 2,48 por cento na máxima da sessão, a 4,2491 reais, e recuou 3,98 por cento na mínima, a 3,9810 reais.

Casa de câmbio em São Paulo. 24/9/2015 REUTERS/Nacho Doce

Casa de câmbio em São Paulo. 24/9/2015 REUTERS/Nacho Doce

O cupom cambial, que equivale ao custo em financiamento em dólares e influencia o custo das intervenções do BC, também registrou forte queda nesta sessão, segundo operadores.

“O BC mostrou por A + B que está monitorando o mercado, que tem poder de fogo para agir e que não está satisfeito com essa pressão toda”, disse o operador da corretora Intercam Glauber Romano.

Tombini, em uma aparição surpresa na apresentação do Relatório Trimestral de Inflação, afirmou que “certamente todos os instrumentos estão à disposição do BC”, em resposta a questionamento sobre o uso das reservas cambiais diretamente no mercado de câmbio. “Em relação às reservas internacionais, são um seguro. Pode e deve ser utilizado” afirmou ele, acrescentado que o BC vem atuando em algumas frentes, como a venda de swaps cambiais, que têm sido bastante úteis.

A declaração arrancou o dólar das máximas do dia e novos níveis recordes, quando deu continuidade ao avanço das cinco sessões anteriores diante de preocupações com a situação política e econômica no Brasil. No fim da sessão, o bom humor ganhou mais um impulso com o anúncio de um programa de leilões de venda e compra de títulos pelo Tesouro Nacional.

Segundo operadores, a fala de Tombini e a ação do Tesouro deixam evidente que o governo avalia que a intensa pressão sentida nos mercados financeiros nas últimas semanas levou o mercado a agir de maneira irracional. Operadores que pediram para não se identificar descreveram o movimento recente como “disfuncional”, “exagerado”, “especulativo” e “psicológico”.

“O mercado ficou preso em um círculo vicioso de baixa confiança. Hoje, o BC parece ter conseguido interromper esse movimento no grito, mas se isso voltar, pode ser que tenha que agir de forma concreta”, disse um deles.
Uma fonte da equipe econômica afirmou à Reuters na véspera que fazer leilões de dólares no mercado à vista é uma estratégia que não está na mesa neste momento.

Na sessão passada, o BC já havia intensificado a intervenção no câmbio ao realizar dois leilões de venda de dólares com compromisso de recompra e um leilão de novos swaps cambiais, equivalentes a venda futura de dólares, além de anunciar para esta quinta-feira outro leilão de novos swaps, na qual vendeu a oferta total de até 20 mil contratos.

Além disso, o BC vendeu a oferta total de até 9,45 mil swaps cambiais para rolagem dos contratos que vencem em outubro. Ao todo, já rolou o equivalente a 7,621 bilhões de dólares, ou cerca de 80 por cento do lote total, que corresponde a 9,458 bilhões de dólares.

A moeda norte-americana tem sido pressionada pela deterioração das contas públicas do Brasil e pelas turbulências políticas. Investidores temem que o país perca seu selo de bom pagador por outras agências de classificação de risco além da Standard & Poor’s.

Também ajudou nesta sessão a melhora no mercado externo, com outras moedas emergentes também passando a cair, como os pesos chileno e mexicano.

(Reportagem adicional de Flavia Bohone)

Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Bruno Federowski) Matéria Original:
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKCN0RO2FL20150924?sp=true
Foto: Internet

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