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capital de giro – Abra Seu Negócio http://www.abraseunegocio.com.br Seja um empresário de sucesso! Fri, 17 Mar 2023 13:57:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.6.29 Capital de giro: 5 dicas para empreendedores controlarem suas finanças http://www.abraseunegocio.com.br/2019/07/capital-de-giro-5-dicas-para-empreendedores-controlarem-suas-financas/ Sat, 20 Jul 2019 11:26:54 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=23485

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Identificar gastos e antecipar pagamentos são algumas orientações aos donos de pequenos negócios.

capital de giro é um dos fatores que mais afetam o dia a dia dos pequenos negócios, já que ele ajuda a manter a saúde financeira da empresa. É com ele que o empreendedor repõem seus estoques, garante dinheiro em caixa quando as vendas são feitas a prazo e o pagamento de fornecedores, entre outras despesas. Como em todos os negócios, é preciso um bom planejamento, detalhando gastos a curto e longo prazo e possíveis entrada de recursos. O controle financeiro de uma empresa representa o primeiro estágio para a gestão do capital de giro. Nas micro e pequenas empresas, quando se consegue administrar essa prática de maneira eficiente resolve-se, basicamente, a maioria dos problemas de natureza financeira.

Segundo o especialista em finanças do Sebrae, Hugo Roth, é preciso ficar atento aos prazos tanto para receber de clientes quanto para pagar fornecedores. Além disso, um dos fatores importantes a se considerar é a gestão do estoque. “Tem que ser eficiente para não deixar a prateleira cheia em excesso, e faltar recurso para as demais contas da empresa”, observa. E para que isso aconteça, o empreendedor deve respeitar a sazonalidade, ou seja, em épocas de menor movimento, é melhor reduzir o estoque, e em épocas de maior movimento, aumentar o estoque.

Confira as cinco dicas preparadas pelo Sebrae. Acompanhe também a série de conteúdos publicados no canal do Sebrae no YouTube.

Saiba negociar com fornecedores e clientes
Em relação aos fornecedores, procure as formas de pagamento mais confortáveis, com um aumento de prazo ou, se à vista o preço ficar mais barato, verifique se esse desconto cabe no seu planejamento de capital de giro. No relacionamento com os clientes, tente sempre que possível reduzir os prazos de pagamento, incentivando o pagamento em dinheiro ou débito quando possível.

Identifique e corte gastos
Descubra custos que podem ser diminuídos e faça o que for necessário para cortá-los. Lembre-se, gastos são igual a unha, podem ser cortados sempre. Fique atento ao fluxo de caixa para manter as finanças em dia. Não é raro que empresas fechem as portas pela má administração do capital de giro.

Tenha muita disciplina
Quando usar recursos da empresa para cobrir alguma despesa pessoal, anote e acompanhe o quanto você está retirando da empresa. Não deixe que as retiradas superem o seu pró-labore, pois isso pode gerar um profundo desequilíbrio financeiro. Seja vigilante com o seu controle financeiro.

Acompanhe de perto o seu estoque
Muitas vezes, para aproveitar algum desconto, você pode acabar comprando mais do que precisa, e compromete o seu capital de giro. Acompanhe o seu estoque para ter um nível adequado de produtos, balanceando com as compras para encontrar a melhor proposta do fornecedor. Não deixe que o dinheiro do caixa acabe nas compras de estoque e você precise fazer promoção para se desfazer de tudo.

Cuidado com empréstimos
Se a sua empresa precisa pagar fornecedores e não tem dinheiro em caixa, o empréstimo é uma alternativa. Contudo, aqui entra novamente o planejamento. Não procure esse serviço se você não possui um plano para quitá-lo. Pesquise os menores juros do mercado e não faça dessa alternativa um hábito. Corrija os procedimentos de compra e venda para conseguir ficar no azul com seu capital de giro, sem precisar recorrer a meios que podem comprometer sua margem e reduzir os lucros da sua empresa.

 

WWW.REDESATO.COM

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Fontes:
Texto: revistapegn.globo.com
(Por Agência Sebrae)
Foto: Divulgação

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Noções básicas sobre Capital http://www.abraseunegocio.com.br/2018/06/nocoes-basicas-sobre-capital/ Mon, 04 Jun 2018 11:46:53 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=8535 fvbrasil

 

Reunimos aqui algumas noções básicas sobre o assunto. Entre elas, breves definições sobre pontos fundamentais para uma gestão, como capital de giro e de risco, além de dicas para se acessar recursos.

Então chegamos ao assunto que é talvez o mais importante para qualquer empreendedor. Chegamos ao epicentro, ao motor do modelo econômico que vigora em quase todo o ocidente desde a idade média – desde o final do feudalismo, para sermos mais precisos. É a estrutura do sistema de produção atual, por meio do qual se obtém o lucro; é a principal forma de riqueza: o capital.

Mas claro que não é nossa intenção, aqui, realizar uma longa digressão histórica sobre o capital, ou refletir sobre sua situação no cenário de desenvolvimento econômico atual. A ideia é apenas introduzi-lo conceitualmente para, depois, analisarmos de que forma o termo se aproxima mais da sua vida de gestos. Vamos entender melhor do que se trata o capital de giro e o capital de risco, por exemplo, além de trazer dicas sobre como você pode melhorar seu acesso ao capital.

Afinal, a ideia aqui é te ajudar a enfrentar os desafios que qualquer empreendimento oferece. E administrar e atrair capital certamente estão entre os maiores deles.

Mas do que se trata exatamente o capital?

Claro, uma breve contextualização sempre ajuda. Na economia, a definição clássica prega que o capital é qualquer bem econômico que pode ser utilizado na produção de outros bens e serviços. Trata-se de um dos três fatores de produção, ao lado de “terra” e “trabalho”.

Para ser considerado capital, os bens devem ter as seguintes características:

• ser utilizados na produção de outros bens (esta particularidade faz do capital um fator de produção);
• ser produzido por humano, em contraste com a “terra”, que é um recurso natural;
• não se esgotarem imediatamente no processo de produção, como matérias-primas e bens intermediários.

Isso de acordo com a economia clássica. Mais tarde, definiu-se também que o capital é um estoque e que, como tal, seu valor pode ser estimado em um ponto no tempo. Hoje em dia, o capital é também uma referência à riqueza financeira – especialmente aquela necessária para que se inicie ou se mantenha um negócio. Representa a soma de recursos, valores e bens mobilizados que formam um patrimônio, e que podem assumir a forma de papel moeda, depósitos bancários, cheques, etc.

Claro que esta é uma definição extremamente simplificada. Para aprofundar o tema, há vastíssima literatura, desde o livro basilar de Karl Marx até “O capital no século XXI”, polêmica obra do economista francês Thomas Piketty.

Mas, agora, vale nos atermos às formas de capital que dizem mais respeito à sua atividade de empreendedor.

Capital de risco

É a modalidade de investimento que apoia negócios por meio da compra de uma participação acionária – geralmente minoritária – com o objetivo de que estas ações se valorizem para a posterior saída da operação.

Dependendo do tipo de empresa que recebe o capital, ele pode ser classificado como venture capital ou private equity: o primeiro diz respeito aos investimentos feitos em empresas em estágios iniciais, com potencial ainda incerto de geração de receitas e lucros – e possivelmente dependente de tecnologias ou mercados que ainda não tenham sido totalmente testados.

Já o private equity consiste no investimento feito em empresas mais maduras, com operações comerciais consolidadas. A oportunidade de retorno geralmente está ligada a reestruturações societárias, alterações na estrutura de capital, mudanças de gestão, entre outras modificações.

De acordo com este artigo do gestor Rafael Bassani, o Brasil ainda engatinhando no que se refere a capital de risco. Enquanto que, aqui, a indústria dispõe de cerca de R$ 100 bilhões/ano para investimento, nos Estados Unidos esta quantia chega a ser vinte vezes maior. E enquanto lá operam cerca de 770 gestoras (somente de venture capital), aqui este número não chega a 80 (também apenas de venture capital).

Capital de giro

Este diz ainda mais respeito à sua atividade, empreendedor. Pois se trata do recurso de rápida renovação (dinheiro, créditos, estoques, etc) que representa a liquidez para o seu negócio. É o capital utilizado para sustentar as operações do dia a dia da sua empresa; é a soma de recursos disponíveis para a condução normal dos negócios. Em suma, é uma ferramenta fundamental para a tomada de qualquer decisão.

Neste artigo, o gestor Marcelo Guimarães reflete sobre como administradores brasileiros não têm o hábito de atentar para o capital de giro. Ao desconsiderar o capital de giro previsto no investimento inicial e não adotar um planejamento financeiro adequado, afirma Guimarães, o empreendedor acaba recorrendo ao auxílio dos bancos, e fatalmente se tornará refém deles.

E é para evitar esta situação de vulnerabilidade que você deve ficar sempre atento ao seu caixa – ao seu capital de giro. Uma boa gestão passa necessariamente por isto.

Como acessar o capital?

Essa é uma pergunta que, em algum momento, todo empreendedor acaba fazendo. Afinal, é por meio do acesso ao capital – ou da captação de recursos – que um empreendimento se viabiliza, que cresce, que se desenvolve. As formas mais difundidas de se acessar o capital são os créditos bancários e os investimentos – venham eles de investidores-anjos, de venture capitalists ou de demais fundos.

Porém, este artigo traz fontes alternativas de acesso a capital que podem ser interessantes para o seu negócio: as agências de fomento. Nele, o professor Marcelo Nakagawa explica que, neste caso, os incentivos dependem da inovação. E a inovação é considerada em quatro níveis: o primeiro se refere a qualquer tipo de novidade, como as que se compartilham em conversas de boteco. O segundo nível corresponde à visão da empresa sobre o assunto, a como a inovação se insere na estratégia. O terceiro é a inovação para a captação de recursos, e para a qual cada agência tem um critério diferente. E o último nível diz respeito à inovação do ponto de vista da Lei do Bem, voltada a empresas que optam pelo lucro real, pois boa parte dos incentivos é destinada a abatimentos do IR.

Enfim, o tema capital é vastíssimo. Já dedicamos bastante conteúdo a ele, como este e-book gratuito, um verdadeiro guia de acesso ao capital para empreendedores. Há também um curso online que te orienta a buscar recursos para o seu negócio. E esperamos que este conteúdo tenha te ajudado!

 

Fontes:
Texto: endeavor.org.br
(Da Redação)
Foto: Divulgação

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5 erros de gestão financeira que você deve evitar http://www.abraseunegocio.com.br/2018/05/5-erros-de-gestao-financeira-que-voce-deve-evitar/ Tue, 08 May 2018 10:16:08 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=6391 fvbrasil

 

Por menores que sejam, há erros de gestão financeira que podem destruir seu negócio. Confundir venda com receita, misturar finanças pessoais com as da empresa e ignorar o capital de giro estão entre alguns dos que podem comprometer o crescimento e até mesmo colocar fim à existência da empresa.

(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

Veja quais são os erros de gestão financeira que você deve evitar:

Confundir venda com receita

Registrar uma venda como se fosse uma receita é um dos erros de gestão mais perigosos, já que o pagamento pode não ser realizado. Para não cometer esse equívoco, é importante só contabilizar como receita o dinheiro que efetivamente entrar no caixa da empresa. Valores parcelados a serem recebidos devem ser registrados e identificados como tais, de forma separada.

Misturar as finanças pessoais com as do negócio

Muitos empresários cometem o erro de misturar suas finanças com as da empresa, como se fossem únicas, e usar o dinheiro em caixa para pagar contas pessoais. Essa é uma atitude mortal para o negócio! Para manter o caixa corporativo em dia, é importante não usar dinheiro da empresa para despesas pessoais e, também, o contrário: não usar a conta-corrente particular para pagar as contas do negócio Uma das melhores formas de não cometer esse erro é ter uma conta para cada coisa e investir o dinheiro da empresa no seu crescimento.

Não ter atenção às pequenas despesas

Muitos pequenos empresários têm o hábito de ignorar despesas pequenas e, consequentemente, não as incluem na contabilidade. Errado! Mesmo que o gasto seja de baixo valor pode fazer grande diferença nas contas no final do mês. Para não cometer esse erro, registre e lance todas as despesas, por menores que elas sejam. Assim, você não corre o risco de, no futuro, ter um rombo nas contas e não saber a origem da discrepância.

Não dar a devida importância para o capital de giro

Não basta apenas ter o investimento inicial necessário para começar um negócio: para manter a empresa funcionando, é essencial ter uma quantia reservada para pagar as despesas iniciais, usar em caso de imprevistos e investir em seu crescimento. Fique atento ao seu capital de giro e, assim, evite pedir empréstimos e arcar com todas as taxas e juros desse tipo de operação. Mas o que é capital de giro? O capital de giro é o recurso utilizado para sustentar as operações rotineiras da sua empresa, ou seja, é o capital disponível para a condução normal dos seus negócios. Em outras palavras, é o valor que a sua empresa possui para custear e manter as suas despesas operacionais do dia a dia.

Não planejar

Empresas que têm gestão financeira restrita ao mês corrente têm muito mais chances de terem problemas no futuro. Invista em planejamento financeiro anual, considerando todas as contas e despesas que têm que ser pagas ao longo dos 12 meses. Ao planejar o décimo terceiro dos funcionários, por exemplo, você já pode fazer caixa para essa finalidade ao longo do ano. Assim, não comprometerá o fluxo da empresa nos meses de novembro e dezembro e terá dinheiro suficiente para pagar os empregados mesmo que aconteça um imprevisto (como falta de pagamento de clientes).

Ter atenção para não cometer erros de gestão financeira é essencial para a sobrevivência do negócio. A melhor forma de evitar esse tipo de problema é contratar um contador para auxiliar na gestão financeira e permitir que você se dedique ao core business da empresa. A sua empresa ainda precisa ajudar o contadorna busca pelos melhores resultados.

 

 

Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Da Redação)
Foto: Internet

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Como administrar o Capital de Giro da sua empresa http://www.abraseunegocio.com.br/2017/11/como-administrar-o-capital-de-giro-da-sua-empresa/ Thu, 09 Nov 2017 18:39:04 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=20470 Dinheiro em caixa. Esse é um dos maiores desafios enfrentados pelas empresas na atualidade, especialmente as menores. Não basta apenas operar acima do ponto de equilíbrio, é preciso ter um valor à disposição para eventuais emergências e também para os investimentos necessários ao desenvolvimento da companhia. Porém, como administrar o Capital de Giro de forma eficiente permanece sendo um desafio diário para empreendedores e gestores.

Em muitas ocasiões, é preferível usar o próprio dinheiro do que recorrer a financiamentos e empréstimos com juros exorbitantes. Se o acúmulo de Capital de Giro é um problema para você, algumas das nossas dicas podem dar uma luz para as suas ideias.

Capital de Giro: um item essencial

Antes de tudo, é importante que você compreenda bem o que é Capital de Giro. Não podemos dizer que todo dinheiro disponível no caixa de uma empresa é Capital de Giro, pois uma parte dele pode estar destinada ao pagamento de contas essenciais, tarifas e outras taxas. Sendo assim, a melhor definição de Capital de Giro é que falamos de um dinheiro que está “livre” e pode ser guardado por um determinado período.

Portanto, o que em um mês pode ser Capital de Giro no outro pode se tornar um valor para cobrir as despesas caso você esteja operando abaixo do ponto de equilíbrio. Em outras palavras, isso faz com que o Capital de Giro esteja sempre vinculado a um “prazo de validade”, por isso sempre é importante buscar ampliar o seu caixa para aumentar a folga.

Como calcular a necessidade de Capital de Giro

Para descobrir qual é o valor mensal que você precisa faturar para poder manter ou ampliar o seu Capital de Giro existe uma fórmula. Primeiramente, no entanto, você deve ter claros quais são os seus custos fixos, ou seja, quais valores compõem o capital necessário para se atingir o ponto de equilíbrio.

Em seguida, faça o cálculo do volume de vendas necessário não apenas para se atingir o ponto de equilíbrio, mas também o lucro. Lembre-se de levar em consideração os seus estoques. Se ao final do mês seu lucro é de R$ 10 mil, mas R$ 5 mil estão comprometidos com a compra de estoque para o mês seguinte, então seu Capital de Giro é de apenas R$ 5 mil – e válido por um período de 30 dias (levando-se em consideração o seu ponto de equilíbrio).

No caso de um mês cujas vendas sejam mais baixas, o valor pode não ser suficiente para cobrir as despesas por um período de 30 dias. Portanto, esse é um cálculo que deve ser atualizado constantemente.

Tipos de Capital de Giro

Em um cenário ideal, o Capital de Giro é formado apenas pelo dinheiro recebido pela empresa a partir das suas vendas. Entretanto, é comum que as empresas tenham que recorrer a empréstimos, financiamentos ou companhias de investimento. A questão é analisar com cuidado se a taxa de juros a ser paga compensa a adoção da estratégia.

Lembre-se que, em alguns casos, tomar um empréstimo não é recomendável. Isso porque os valores de parcelas a serem pagos vão se tornar mais um item na composição do seu ponto de equilíbrio, tornando a manutenção mensal da sua empresa mais cara. Em um período de crise, cortar gastos se mostra uma solução mais eficiente do que contrair uma nova dívida.

Gerenciando o Capital de Giro

À medida que o seu Capital de Giro aumenta, aumenta também o seu prazo de validade, isto é, o tempo que você tem de sobrevida para cobrir despesas caso o faturamento diminua. Nesse caso, o dinheiro acumulado não precisa – e não deve – ficar parado. Quanto maior for o seu prazo, maiores podem ser os lucros obtidos em investimentos.

Nesse caso, a melhor estratégia é negociar diretamente com o gerente do seu banco para descobrir quais as opções são mais recomendadas para investimentos de 3 meses, 6 meses, 1 ano ou períodos acima disso. Lembre-se de, ainda assim, manter uma espécie de reserva com saque flexível para ser utilizada em curto prazo.

Quer estar sempre em dia? Você precisa de um sistema de gestão empresarial que possibilite controle financeiro, controle de estoques, controle de vendas, que emita notas fiscais eletrônicas e também possa atuar em pontos de venda. A boa notícia? O Sage Start é completo e sua empresa pode testar por 7 dias, confira! Para mais informações vitais para empresários e empreendedores, siga também nossa página no Facebook!

 

 

Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Da Redação)
Foto: Divulgação

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Administração de capital de giro: erros e acertos http://www.abraseunegocio.com.br/2017/10/administracao-de-capital-de-giro-erros-e-acertos/ Tue, 10 Oct 2017 17:39:37 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=20221 fvbrasil

 

A administração de capital de giro ainda representa um desafio para empresas, em especial às MPEs. De fato, nem todo empreendedor consegue formar um montante suficiente de capital que garanta a continuidade de suas operações sem depender de empréstimos ou financiamentos.

Há quem se assuste, por imaginar que não é possível acumular reservas que permitam financiar o negócio. No entanto, com planejamento e um pouco de disciplina, dá para, pelo menos, diminuir a dependência de terceiros.

O melhor cenário é sempre aquele em que uma empresa depende exclusivamente de capital próprio para manter suas atividades. Para que isso passe a ser realidade, acompanhe o artigo até o final e deixe para trás os dias de aperto financeiro em sua empresa.

Neste artigo, você vai ver:

  • O conceito de capital de giro
  • O que é capital de giro líquido
  • Como calcular a necessidade de capital de giro líquido
  • Como gerenciar corretamente o capital da empresa
  • Por que ter capital de giro próprio é o cenário ideal
  • Quando o financiamento não é recomendável
  • Por que o autofinanciamento é uma solução
  • A importância de negociar com parceiros e fornecedores.

O conceito de capital de giro

Para começarmos a compreender o que significa exatamente a administração de capital de giro, vamos recorrer a influentes autores com produção acadêmica sobre o tema.

De acordo com Alexandre Assaf Neto e César Augusto Silva, no livro Administração do Capital de Giro(Ed. Atlas): “A administração do capital de giro diz respeito à administração das contas dos elementos de giro, ou seja, dos ativos e passivos correntes (circulantes), e às inter-relações existentes entre eles”.

Primeiramente, devemos observar que a própria expressão giro é alusiva a um ciclo, simbolizado pela saída de recursos (passivo) e pela entrada deles (ativo). Podemos imaginar, iconicamente, o símbolo da reciclagem como uma representação gráfica desse giro.

A equação não chega a ser complexa. Trata-se de garantir os recursos necessários para manter a empresa em atividade por um dado período, sem recorrer a financiamentos externos.

Deve-se sempre considerar que negócios geram despesas, decorrentes do pagamento de insumos, fornecedores, contas de água, luz, internet e tudo que exige recursos financeiros. Para haver lucro, afinal, não há como deixar de arcar com as despesas correspondentes.

capital exigido para a continuidade de uma empresa não se resume apenas a um valor bruto. É muito importante conhecer também uma outra aplicação do capital de giro. Trata-se do CGL, o Capital de Giro Líquido.

Entendendo o CGL

O Capital de Giro Líquido é o montante percebido quando se confrontam as receitas e as despesas de um determinado período, que pode ser de um mês, por exemplo. A diferença é que o CGL considera, além das despesas operacionais, todos os ativos disponíveis que componham reserva financeira.

Do lado do passivo, na conta do CGL entram também empréstimos contraídos. O resultado dessa conta é o que se convenciona chamar de capital circulante líquido (CCL). Sendo assim, o cálculo do CGL é muito importante para saber se a empresa terá como arcar com as despesas mais imediatas.

Como calcular a necessidade de capital de giro

Não basta saber que o capital de giro é fundamental para a sobrevivência de uma empresa. É imprescindível calcular com precisão o seu valor, caso contrário, todo esforço em gestão será infrutífero.

Tudo começa em levantar e separar os custos fixos, aqueles que, se não forem cobertos, torna-se impossível a própria existência do negócio. Algumas dessas despesas são folha de pagamento, custo de veículos, aluguéis e contas de água, luz e internet.

Somadas essas despesas, é hora de saber o quanto será preciso vender em produtos ou executar em serviços para que elas sejam quitadas e o lucro que se poderá obter a partir disso.

Quem trabalha com estoques precisa também incluir esse ativo na conta. Supondo que uma empresa perceba ao fim do mês lucro de R$ 1.000,00, com R$ 300,00 imobilizado em estoque, com o valor das despesas totalizando R$ 500,00, a conta poderia ser disposta da seguinte forma:

VCR + VE – VCP = Capital de Giro, onde:

VCR = Valor das Contas a Receber = R$ 1.000,00

VE = Valor em Estoque = R$ 300,00

VCP = Valor das Contas a Pagar = R$ 500,00

1.000 + 300 – 500 = 800

Temos então o valor de R$ 800,00 estipulado como necessidade de capital de giro mensal para a empresa em questão.

Gerenciando o capital acertadamente

A gestão do capital de giro é um ponto crítico no sentido de manter as reservas em equilíbrio. Não adianta compreender a importância do capital de giro e como calculá-lo se, ao longo do tempo, não houver controle sobre as reservas.

O gerenciamento do dinheiro usado para sustentar uma empresa deve ser observado de maneira cuidadosa por um simples fato: há períodos em que se vende mais; já outros em que as vendas caem.

Além da dessas variáveis, há outras que podem comprometer a integridade do capital de giro. Em um exemplo muito rápido, vamos imaginar que, durante seis meses, aquela empresa que precisa de R$ 800,00 conseguiu manter essa reserva todo mês. Mas, no sétimo mês, as vendas declinaram 30%.

Sendo assim, para que a meta de capital de giro permaneça em R$ 800,00, a empresa deverá lançar mão de medidas de contenção de gastos para que suas reservas não se esvaziem.

Não basta calcular o quanto precisa ter sobrando todo mês. É necessária a permanente reavaliação das receitas e despesas, para que os ajustes sejam feitos sem que a margem definida como necessária para o giro caia.

Deve-se ter atenção ao corte de gastos como primeiro recurso utilizado para preservar o capital de giro. Essa prioridade deve ser observada porque incrementar a produção gera mais despesas com insumos. Portanto, será uma medida que vai naturalmente exigir o aumento na margem estipulada para o giro.

redução de custos, assim, é o alvo principal quando as reservas estão ameaçadas. Para isso, algumas iniciativas indicadas são:

  • Renegociar juros cobrados por empréstimos contraídos junto a instituições financeiras
  • Garantir junto aos clientes que compras realizadas de forma parcelada serão realmente pagas nos prazos determinados – ter uma boa política de cobrança para isso
  • Uma revisão anual em contratos de empréstimos com bancos e credores pode gerar impactos positivos em termos de redução de gastos
  • Ajustar o recebimento de mercadorias com fornecedores, de maneira que, ao receber os produtos, eles sejam vendidos rapidamente, evitando acúmulo em estoque.

Como se pode perceber, o gerenciamento do capital de giro implica, fundamentalmente, em cortes de despesas. Tudo para que sua integridade não seja ameaçada, o que equivale a dizer que a própria empresa está sendo preservada.

Capital de giro próprio é o cenário ideal

Há diversos elementos que podem entrar na composição do capital necessário para que uma empresa sustente suas atividades. Alguns deles podem representar receitas a serem auferidas imediatamente, outras a prazo e algumas não podem ser usufruídas por fazerem parte de bens imóveis ou indisponíveis.

Uma parte do capital de giro que infelizmente passa a fazer parte das operações em empresas sem muito planejamento é aquele com origem em financiamentos ou empréstimos.

Significa que o ciclo operacional de uma empresa está sendo viabilizado por injeções de capitais que vêm de bancos ou instituições financeiras que emprestam dinheiro a juros.

O que se observa em parte do pequeno empresário é que não se sabe detectar a hora certa de pedir um empréstimo bancário. Essa parcela pouco disciplinada costuma até mesmo confundir finanças pessoais com as da empresa. Quando esse comportamento se repete, as consequências são fatais.

Nunca é demais relembrar que empréstimos não são proibidos. Pelo contrário, empresas em expansão, via de regra, têm no capital de terceiros talvez uma das poucas fontes de recursos para financiar projetos de expansão. Quando feito com planejamento e controle, o financiamento é uma alternativa que confere fôlego extra às finanças.

Quando o financiamento não é recomendável

Os empréstimos tornam-se um problema, entretanto, quando se incorporam ao capital de giro da empresa. Em geral, o impasse acontece por conta dos juros. O dinheiro de terceiros não cai na conta da empresa sem uma contrapartida.

Juros são os valores cobrados como pagamento pelo dinheiro obtido pelas instituições financeiras. Sendo assim, são na verdade uma despesa a mais, que se assumida sem planejamento, tende a comprometer a saúde das finanças.

É por isso que o mais indicado é contar somente com capital de giro próprio. Ele é composto pela diferença entre patrimônio líquido e pelo ativo permanente. Tudo que é investido em uma empresa, lucros e eventuais reservas fazem parte do patrimônio líquido.

Já o ativo permanente é composto pelos bens imóveis e que não representam “dinheiro na mão”, pois exigem tempo para serem convertidos em capital. Entram nessa conta imóveis, veículos, equipamentos e outros de natureza similar.

Quando o ativo permanente é financiado por recursos próprios, significa que a diferença entre patrimônio líquido e seu montante é positiva. Por outro lado, saldo negativo nessa operação diz que o capital de giro não basta. Normalmente, a solução é recorrer a capitais de terceiros para financiar as operações.

Autofinanciamento é uma solução

Nada vem por acaso, muito menos dinheiro. Embora seja uma verdade incontestável, não significa que a captação de dinheiro deva depender de fontes externas. Como acabamos de ver, ter recursos próprios é sempre a melhor forma de manter a empresa a salvo dos juros cobrados em empréstimos externos.

Surge, então, uma modalidade de obtenção de recursos chamada de autofinanciamento. O nome já sugere o seu significado, e realmente não é nada diferente do que parece. De forma bastante resumida, autofinanciar equivale a elaborar estratégias que permitem o negócio ser autossustentável, sem que precise do apoio externo para financiar suas atividades.

Uma outra forma de autofinanciamento é conhecida como bootstraping. A diferença é que ela é usada para definir a procedência dos capitais usados para dar início às atividades de startups.

Empresas que estão começando no mercado, como é o caso das startups, podem recorrer a agentes externos para financiar suas operações. Geralmente, esses players são empresas aceleradoras ou os investidores-anjo.

O entrave percebido para a efetivação do bootstraping é que ele pode demorar a ponto de tornar defasado o negócio antes mesmo da empresa nascer. Isso porque startups, via de regra, são empresas com forte viés de inovação, portanto, precisam ser lançadas no timing adequado.

bootstraping, ou seja, o autofinanciamento para startups, embora seja mais saudável financeiramente, demanda mais tempo. Será preciso acumular o capital necessário para viabilizar a startup, e tempo é o que geralmente menos se tem disponível.

Portanto, seja autofinanciando ou por meio de bootstraping, a correta avaliação do tempo é fundamental para garantir o sucesso ao compor o capital de giro.

Não negociar com parceiros e fornecedores é um erro

Assim como o dinheiro não surge do nada, ninguém vai saber das necessidades de sua empresa se você não se reporta a quem é de direito. Isso significa que, mais do que capacidade de gerar receitas, você deverá também desenvolver a habilidade de negociar, e isso envolve diálogo e poder de persuasão.

A gestão de uma empresa exige a permanente disposição em seguir as regras do mercado. Uma delas é que nem sempre as vendas caminharão bem. É para esses momentos de dificuldade que sua empresa deverá estar preparada.

Num contexto de crise, é dialogando com fornecedores, instituições credoras e demais stakeholders que podem ser obtidas condições mais favoráveis em termos de pagamento de dívidas, insumos, encargos ou impostos.

Portanto, se trata de uma questão de relacionamento. Assim como o pós-venda é importante para manter clientes fidelizados, saber como negociar e extrair dos fornecedores e parceiros condições vantajosas para negociar prazos e valores é muito importante.

Mais ou menos como diria o célebre Chacrinha “Quem não se comunica, se trumbica”. Deixar de expor suas necessidades para os parceiros do seu negócio é um erro que deve ser evitado.

No entanto, não se adquire a capacidade de negociar do dia para a noite. É necessária boa vontade, inteligência e profundo conhecimento sobre as finanças da empresa para que sejam conquistadas as melhores condições.

A administração do capital de giro, portanto, exige visão holística por parte de quem gerencia uma empresa. Quando se trata pequenos negócios, a margem para erro é menor, o que gera mais exigência ainda por atenção a todos os aspectos sobre as finanças.

Considerações finais

Aprendemos neste artigo mais sobre a administração do capital de giro, conceitos, erros e melhores práticas para gerenciar os recursos financeiros da empresa. Esperamos que você esteja melhor preparado agora para exercer com sabedoria o seu papel de gestor. Cuidar do dinheiro do negócio é fundamental para garantir a sua longevidade.

 

 

Fontes:
Texto: blog.contaazul.com
(Por Marcio Roberto Andrade)
Foto: Divulgação

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Como planejar o capital de giro da sua empresa http://www.abraseunegocio.com.br/2016/08/como-planejar-o-capital-de-giro-da-sua-empresa/ Wed, 17 Aug 2016 00:45:18 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=15535 Não acompanhar o ciclo operacional da empresa pode prejudicar seus resultados.

Poucos empreendedores acompanham o ciclo operacional da empresa, o que compromete a gestão financeira necessária para manter o negócio funcionando. É por isso que o acompanhamento do capital de giro é essencial para manter o negócio ativo.

Apesar do termo ser muito usado, poucas pessoas ainda se atrapalham para manter o capital de giro. “Na prática, ele corresponde ao valor que a empresa possui em reserva para manter as despesas do dia a dia”, conta Paulo Wyss, professor de finanças da Business School São Paulo (BSP).

Embora muitos empreendedores entendam a importância desse capital, poucos se mantêm atentos e a ele. “É um dos mais doloridos, preocupantes e complexos choques de realidade que o empreendedor passa quando inicia seu negócio. O capital de giro é um recurso que a empresa precisa dispor para manter o seu negócio funcionando sem recorrer a terceiros”, completa Marcelo Nakagawa, professor de empreendedorismo do Insper.

Para garantir esta reserva, é necessário que o empreendedor acompanhe de perto o ciclo operacional do seu produto. “O empreendedor deve entender quanto tempo ele demora para chegar ao seu produto final, ou seja, quanto tempo e dinheiro são necessários entre compra, produção, venda e recebimento”, diz Wyss.

Ao conhecer esse tempo de produção, o empreendedor saberá quanto dinheiro em caixa ele precisa para arcar com os custos enquanto o valor das vendas não retorna ao caixa.

Preparar o planejamento de entradas e saídas de caixa também é imprescindível para controlar o capital de giro. “O empreendedor deve ficar de olho inclusive no estoque inicial e na sua reposição. É preciso fazer uma previsão de no mínimo 12 meses para os valores de saídas de caixa em dias específicos, como pagamento de funcionários e fornecedores”, diz Nakagawa.

Para Wyss, também deve haver um casamento de prazos. “Se a maior parte dos consumidores da empresa paga o produto com cartão de crédito, o empreendedor deve entender que o dinheiro cairá somente um mês depois. Para isso, é preciso planejar os pagamentos do negócio para o período em que entra dinheiro no caixa. Essa é uma dica para gerir o capital de giro da melhor forma”, diz.

 

 

Fontes:
Texto: revistapegn.globo.com
(Por Nicole Wey)
Foto: Divulgação

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O que é capital de giro e para que serve? http://www.abraseunegocio.com.br/2016/07/o-que-e-capital-de-giro-e-para-que-serve/ Tue, 19 Jul 2016 13:38:12 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=14721 Segundo uma pesquisa realizada pelo Sebrae-SP, 27% das novas empresas fecham as portas no primeiro ano, chegando a 50% as que encerram as atividades nos 4 primeiros anos. A mesma pesquisa identificou que, entre as 6 principais causas de falência, 3 estão relacionadas a ações do empresário que levam à deterioração da saúde financeira do negócio. E um dos principais equívocos diz respeito à falta de atenção ao capital de giro.

Ele é de suma importância para a boa administração financeira da empresa e não pode ser negligenciado. Porém, o que acontece é que, muitas vezes, o empresário sequer sabe do que se trata ou então o considera como algo secundário.

Isso costuma levar a problemas com pagamentos, quitação de pendências, ausência de recursos financeiros em momentos críticos e outras questões que levam à necessidade de empréstimos ou mesmo à falência.

Para entender o que é capital de giro, sua importância e como calculá-lo, acompanhe o post de hoje e se mantenha fora das estatísticas negativas!

O que é capital de giro?

O capital de giro é o ativo circulante da empresa para arcar com os custos e despesas fixos e variáveis. Ou seja, são os recursos financeiros que se encontram em estoque, os investimentos líquidos (como ações ou títulos do tesouro, por exemplo), os valores em contas bancárias, os pagamentos a receber e tudo aquilo que pode ser facilmente convertido para cumprir obrigações negociais e manter o bom funcionamento da empresa.

Portanto, o capital de giro se diferencia do investimento fixo, que é toda a estrutura da empresa que foi adquirida para seu funcionamento (imóveis, equipamentos, veículos, máquinas, etc.).

Qual é a sua importância?

A maior importância do capital de giro é que ele representa o quanto a empresa pode dispor para adimplir e sanar suas obrigações e contas. Empresas que operam com um capital de giro baixo acabam incorrendo em maior risco financeiro, pois, em eventualidades de mercado, recessão, despesas imprevistas ou necessidade financeira, elas acabam ficando despreparadas.

Isso quer dizer que o capital de giro está diretamente ligado à saúde financeira da empresa e, por isso, é de extrema importância saber como calculá-lo e manter seu fluxo alto.

Como se calcula o capital de giro?

Para calcular o capital de giro líquido (CGL), deve-se subtrair o passivo circulante (PC) do ativo circulante (AC).

Considera-se passivo circulante todas as despesas e custos fixos, programados ou previsíveis, como contas a pagar, fornecedores, empréstimos, salários e encargos trabalhistas, aluguéis, etc.

Já o ativo circulante é toda a forma de recursos disponíveis ou facilmente convertidos em liquidez, como valores em contas bancárias, aplicações financeiras, contas a receber, etc. Quanto maior o capital de giro líquido, maior a capacidade da empresa em cumprir seus compromissos e investir.

Sabendo o que é capital de giro, qual é a sua relevância para a saúde financeira da empresa e como calculá-lo, fica mais fácil agir com planejamento e ter uma gestão mais eficiente do seu negócio!

Para mais informações vitais para empresários e empreendedores, siga nossa página no Facebook!

 

 

Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Da Redação)
Foto: Divulgação

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Capital de Giro: O Grande Vilão no Acesso a Capital http://www.abraseunegocio.com.br/2016/02/capital-de-giro-o-grande-vilao-no-acesso-a-capital/ Sat, 13 Feb 2016 16:14:57 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=8546 Investimento em capital de giro deve ser uma ação estratégica, pois assegura que as operações da empresa continuem funcionando de forma sustentável.

É comum, quando pensa na abertura de uma nova empresa, o empreendedor levar em consideração, intuitivamente, o investimento físico, como terrenos, máquinas, equipamentos e matérias primas, mais visíveis a “olho nu”. No entanto, o investimento em capital de giro, embora não tenha a presença física, é fator primordial para assegurar a operação da empresa. Infelizmente, o empreendedor brasileiro nunca foi educado para visualizar o capital de giro.

Capital de giro é o recurso necessário para sustentar as operações do dia a dia da empresa, referindo-se a todo o seu ciclo operacional, desde a compra de matéria prima até a venda e o recebimento do pagamento dos produtos/ serviços vendidos. É ferramenta fundamental para a tomada de decisão.

Ao desconsiderar o capital de giro previsto no investimento inicial e não adotar um planejamento financeiro adequado, o empreendedor, no decorrer do tempo, acaba recorrendo ao auxílio dos bancos para acessar crédito e financiar a operação.

Pena, que na maioria das vezes, ele busca este auxílio quando está em situação emergencial, aumentando o risco perante aos bancos e negociando em situações extremamente desfavoráveis. O resultado não é novidade para ninguém: a capitalização desordenada da empresa traz um alto custo de endividamento e compromete sua saúde financeira no médio e longo prazo.

Tal situação é a responsável pela quase totalidade dos casos em que o empreendedor fica extremamente vulnerável aos bancos. Daí a expressão, normalmente utilizada: “a empresa paga para trabalhar para o banco”. O que não é necessariamente uma verdade.

Esta análise da necessidade do capital de giro não é vista no Balanço Patrimonial e DRE – Demonstrativo de Resultados-, mas sim através do fluxo de caixa. Por isso, há empresas que “quebram” com lucro e sem caixa, e empresas que não “quebram” com prejuízo, pois têm caixa.

Controles e processos financeiros adequados, conhecimento do fluxo de caixa e do ciclo financeiro (tempo entre o pagamento a fornecedores e o recebimento das vendas) são fundamentais. Na Endeavor, avaliamos imediatamente o gestor financeiro do empreendedor. Sabemos de sua importância, pois normalmente o empreendedor não gosta de planilhas financeiras. Deveria!

Uma empresa bem administrada passa necessariamente por uma excelente administração do capital de giro. Conhecê-lo (bem) é o primeiro passo na hora de acessar capital.

O autor Marcelo Guimarães é Gestor de Serviços a Empreendedores na Endeavor Brasil.

Fontes:
Texto: endeavor.org.br
(Por Marcelo Guimarães)
Foto: Divulgação

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