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CMV – Abra Seu Negócio http://www.abraseunegocio.com.br Seja um empresário de sucesso! Fri, 17 Mar 2023 13:57:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.6.29 CMV: seu produto vendido também tem um custo, você está prestando atenção nisso? http://www.abraseunegocio.com.br/2018/06/cmv-seu-produto-vendido-tambem-tem-um-custo-voce-esta-prestando-atencao-nisso/ Wed, 06 Jun 2018 17:06:55 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=8356 fvbrasil

 

CMV ou uma despesa que você tem e pode não estar considerando direito. Entenda o conceito e em que ele pode te ajudar (ou prejudicar, caso você não trabalhe bem esse dado)

Fazer o planejamento financeiro é, muitas vezes, um grande desafio para o empreendedor. Ele sabe vender, sabe motivar sua equipe, sabe conquistar parceiros e fornecedores – todas tarefas muito difíceis -, mas não entende nada de contabilidade, finanças e nem conhece os conceitos e indicadores a se considerar no momento de ver se as contas estão fechando ou em que momento da operação ele está perdendo dinheiro. Nessa linha, o CMV está entre os conceitos necessários e desconhecidos.

Você sabe o que é CMV? E sabe qual o CMV dos seus produtos? CMV é a sigla para Custo da Mercadoria Vendida. Sim, tudo tem um custo, até o que já foi vendido. O CMV é, basicamente, a soma das despesas para produzir e armazenar aquela mercadoria – até que a venda seja realizada. Esse dado é importante para você conseguir calcular e dimensionar o seu Lucro Bruto.

Vamos supor que você tem uma loja de produtos de beleza, mas não fabrica seus produtos, você é um revendedor. Toda vez que você faz uma venda, o valor que recebe pelo produto não corresponde ao lucro que você terá com a venda, certo? Você precisará descontar desse valor as despesas que teve com a obtenção do produto. Esse é o CMV, ou Custo da Mercadoria Vendida do seu produto. Esse dado é muito importante, também, para o empreendedor fazer um balanço anual contábil.

Bom, agora que você já entendeu o que é CMV, é hora de passar algumas dicas que são importantes para você conseguir organizar a vida financeira da sua empresa.

Para começar: o que é lucro bruto e como calcular

Antes de tudo, vale recuperar a definição do próprio conceito de lucro: de forma simplificada, trata-se do retorno positivo de um investimento. Ou seja, é a diferença positiva entre o que se recebeu e gastou por uma atividade comercial. Ora, a definição de lucro bruto é muito próxima, pois se trata da diferença positiva entre a receita líquida das vendas da sua empresa e o custo envolvido para dispor do produto ou do serviço vendido – sem que impostos e outras taxas tenham sido deduzidos. É nesse ponto que entra o CMV.

A primeira, receita bruta, é o produto das suas vendas de bens e serviços. Ou seja, é tudo aquilo que você recebeu de clientes, o valor decorrente das atividades executadas. E receita líquida é o valor desta receita bruta após serem feitas deduções de impostos (PIS/Cofins, ISS, ICMS, entre outros), as devoluções de vendas (produtos devolvidos, no caso) e os descontos comerciais.

Da mesma forma, o lucro bruto é, como dissemos, a diferença entre a receita líquida e os custos de um produto ou seviço, sem a dedução dos impostos, despesas e outros custos variáveis. Quando esta diferença sofrer as deduções, teremos o lucro líquido.

Note que, para que ocorra o lucro bruto, a diferença deve ser positiva. Caso seja negativa, o resultado é um prejuízo – o que não faria sentido, uma vez que você teria que vender algo por um valor menor do que o que o custo envolvido.

Para saber mais, leia o artigo Lucro bruto: um dado indispensável para a saúde financeira da sua empresa.

Fazer controle de estoque é fundamental

Como você vai fazer um balanço contábil anual, rever suas despesas e suas receitas etc, se você não tem um bom registro do quanto vendeu no período? Como vai calcular seu CMV se não sabe quanto tempo os produtos ficam estocados (sim, estocar = gasto), por exemplo?

Algumas dicas para você fazer uma boa gestão e controle de estoque:

Registrar tudo (que chega e que sai, mercadorias e insumos): isso significa criar um cadastro para cada item – e atualizar conforme houver alguma mudança de status – contendo informações como código e descrição, data de aquisição e de venda, além do preço pelo qual cada item foi vendido. Seja qual for o seus sistema (manual ou automático), fazer isso é OBRIGATÓRIO.

Cheque seus registros: parece um detalhe sem importância, mas muitas empresas não fazem isso e acabam tendo problemas sérios quando descobrem que algo está errado com os valores. Uma dica é implementar algum sistema de “Inventário Rotativo”. Assim, o próprio sistema escolhe diariamente itens para checar e poderá detectar eventuais erros.

Atenção aos produtos perecíveis: se eles estragarem antes que você venda, você terá prejuízo. Por isso, não deixe de considerar esse detalhe quando planejar suas compras com fornecedores.

Cuide também da organização do espaço físico: se você tem um estoque, precisa também garantir que a mercadoria desejada seja facilmente encontrada no seu espaço. De nada adianta você ter todas as informações sobre o produto, se não consegue achá-lo com a agilidade quando precisa. A organização permite que você avalie com extidão o espaço que precisa, ganhe tempo e evite gastos extras com infra.

Estabeleça processos: para evitar falhas, o melhor é definir rotinas claras de atualização das ferramentas de controle. Por exemplo, toda vez que um produto for vendido, é importante entrar imediatamente na planilha ou no sistema para atualizar o status do produto e o estoque disponível na loja.

Envolva a equipe toda no processo: de que adianta investir em um sistema novo, se nem sua equipe (e muitas vezes nem você) saberão usá-lo da forma correta?

Mapeie e integre sua operação: se você faz controle de estoque, também conhece os dados sobre as vendas do seu negócio. Com isso, você ganha sabendo com exatidão quais são os produtos com maior e menor saída, além da frequência com que cada item tem que ser reposto. Descobrir isso é simples: basta analisar o histórico de vendas. A integração também possibilita uma maior sinergia com sua área de marketing e vendas para, por exemplo, realizar promoções de queima de estoque quando tem muito produto parado, ou investir naquele produto que tem maior demanda.

Programe as compras com fornecedores: crie um calendário com as datas de compra para cada item. Sistemas específicos para o controle de estoque podem até enviar alertas quando chegar a hora de fazer a reposição.

Bom, esses são os dois pontos básicos para não errar no cálculo do seuCMV. Agora, para aprofundar seus conhecimentos sobre finanças e contabilidade, recomendamos muito artigo Planejamento financeiro: um passo a passo indispensável.

Fontes:
Texto: endeavor.org.br
(Da Redação)
Foto: Divulgação

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CMV: como e por que calcular o custo de mercadorias vendidas http://www.abraseunegocio.com.br/2016/09/cmv-como-e-por-que-calcular-o-custo-de-mercadorias-vendidas/ Thu, 15 Sep 2016 00:10:55 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=16333 Vendas e faturamento em alta nem sempre são sinônimo de uma situação financeira favorável. Você sabe qual o peso dos produtos que negocia sobre o seu lucro? Se a resposta for não, há um indicador que você precisa conhecer e colocar em prática: estamos falando do CMV (Custo de Mercadorias Vendidas). Entenda neste artigo como e por que calculá-lo.

Entendendo o CMV (Custos de Mercadorias Vendidas)

A realidade é dura para o pequeno empresário. Até na hora da venda há um custo a estimar. Quem se concentra apenas em aumentar o faturamento e esquece de fazer alguns cálculos básicos de gestão, pode ser levado ao engano, lucrando menos do que acreditava.

Muitos empreendedores preferem se concentrar no campo operacional, produzir e vender, atrair clientes e fidelizar outros. Mas há obrigações financeiras para as quais não se pode virar as costas, sob risco de comprometer a continuidade do negócio.

boa notícia é que vários são os instrumentos que ajudam o empreendedor a perceber se as contas estão realmente fechando no azul ou se ele ele está perdendo dinheiro. Entre eles, está o CMV (Custo de Mercadorias Vendidas). Trata-se de um indicador que considera gastos para produzir (no caso da indústria) ou armazenar (na realidade do comércio) um determinado item até que ele seja negociado com o cliente.

Se você tem uma farmácia, não produziu os remédios e cosméticos que nela vende. Já se tem uma loja de calçados, revende peças fabricadas por terceiros. Em ambos os casos, assim que o consumidor final sai com o produto do estabelecimento, o valor da transação entra na soma do seu faturamento, mas não do lucro.

O que queremos dizer com esses dois exemplos é que do preço final de venda é preciso descontar o gasto que teve com a produção ou obtenção do item. E o CMV existe exatamente para encontrar o seu lucro bruto, ou seja, o que gastou e o que recebeu em determinada transação comercial.

O indicador é melhor utilizado em pequenas indústrias e estabelecimentos comerciais nos quais não há grande variação de custos, ou seja, onde há algo mais próximo de um custo padrão. Como veremos a seguir, o cálculo pode considerar um valor por produto unitário, um percentual sobre o faturamento ou mesmo um valor geral a ser apurado a cada mês ou período determinado. Mas fique atento: como não estamos falando de lucro líquido, mesmo após calcular o CMV, há outros descontos a serem aplicados.

Como calcular o CMV

Para calcular o CMV, o primeiro passo é, conhecendo a realidade da sua empresa, determinar o que entra e o que fica de fora da conta. E fica fácil de observar que o índice está diretamente relacionado ao seu estoque.

Para chegar ao CMV, deve ser feita a soma do estoque inicial (EI) com as compras do mês, ou do período que determinou (C), menos o inventário ou estoque final (EF). Assim, chegamos à seguinte fórmula:

CMV = EI + C – EF

Parece simples, não é mesmo? Para melhor entendimento, um exemplo sempre ajuda. Vamos a ele:

  • No início do mês, a sua empresa possuía R$ 5 mil em estoque (EI)
  • Ao longo dos 30 dias, ela investiu R$ 3 mil em compras (C)
  • Ao final do período, chega com R$ 4 mil em estoque (EF)
  • Isso significa que o Custo das Mercadorias Vendidas foi de R$ 4 mil.

Antes de se assustar com o resultado, lembre-se de que essa fórmula se aplica para chegar ao valor geral, ou seja, o CMV total do mês apurado. Ela também pode ser utilizada para encontrar o custo do produto unitário, com a diferença de que isso exigiria um cálculo para cada tipo de item.

Vamos entender melhor? Se você possui um mercado, por exemplo, pode recorrer à fórmula para encontrar o CMV unitário do refrigerante, da água mineral, dos laticínios, das frutas e verduras e de todos os demais produtos que vende. Para isso, encontre o EI de cada grupo, identifique quanto investiu em compras nele e também o seu EF. Vamos a mais um exemplo:

  • No início do mês, a sua empresa possuía R$ 500 em EI de refrigerantes
  • Em 30 dias, ela comprou R$ 1 mil em refrigerantes (C)
  • Ao final do período, chega com R$ 550 em estoque (EF)
  • Isso significa que o Custo das Mercadorias Vendidas foi de R$ 950
  • Se você vendeu no mês R$ 2.350 em refrigerantes, seu lucro bruto foi de R$ 1.400 com esse produto.

Outra forma de encontrar o CMV, como comentamos, é a partir de um percentual sobre o faturamento. Nesse caso, a conta é um pouco diferente: você precisa encontrar o percentual médio de custos sobre o total de notas fiscais emitidas (ou seja, seu faturamento) e, em seguida, aplicar o resultado de maneira uniforme a todos os produtos vendidos.

Uma boa forma de fazer isso é conhecer o seu custo fixo, dividir esse valor pelo faturamento e multiplicar por 100. Por exemplo: se você fatura em média R$ 10 mil em determinado mês e tem R$ 1,2 mil como custo médio (1.200 / 10.000 x 100), terá 12% de custo percentual.

O que não entra no cálculo do CMV

Veja agora exemplos de despesas comuns a todo o tipo de negócio que não incidem sobre o custo das mercadorias e, por isso, não são utilizadas para encontrar o lucro bruto:

  • Impostos sobre o faturamento, como PIS/Cofins, IRPJ e ICMS
  • Despesas administrativas, como gastos fixos com telefonia, internet e aluguel
  • Despesas operacionais, como frete
  • Despesas financeiras, como juros sobre empréstimos
  • Despesas com vendas, como comissões.

Conhecer os custos faz bem ao negócio

Acreditamos que esse cálculo, apesar de simples, possa ser útil para melhorar a sua gestão. Mas por que afirmamos isso? Pense no CMV como um indicador de alerta, já que a partir dele o empreendedor pode identificar se há gastos exagerados para determinada operação ou mesmo no custo total do negócio.

Caso ache a matemática um tanto complicada, há duas formas de realizar esse importante controle mais facilmente. Em primeiro lugar, saiba que o auxílio do contador pode ser indispensável, pois ele conhece bem a sua empresa e tem experiência e habilidade com os números.

Em segundo, você não precisa mais realizar esse tipo de cálculo manualmente, pois há sistemas de gestão que permitem um controle automático e fácil, sendo essa apenas uma das funções oferecidas por softwares completos. Você ganha em segurança, não se perde na contabilidade e ainda sobra mais tempo para cuidar do negócio.

 

 

Fontes:
Texto: blog.contaazul.com
(Por Laudifer Sfreddo de Castro)
Foto: Divulgação

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DRE – Demonstrativo de Resultados como ferramenta financeira obrigatória http://www.abraseunegocio.com.br/2015/12/dre-demonstrativo-de-resultados-como-ferramenta-financeira-obrigatoria/ Thu, 31 Dec 2015 15:28:32 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=7626 No DRE o gestor aponta suas considerações e recomendações para a diretoria sênior da empresa e acionistas.

O DRE é uma ferramenta financeira obrigatória que deve ser formalmente publicada, sistematicamente, todos os meses do ano pelo gestor financeiro que é o responsável pela consolidação e análise. No DRE o gestor aponta suas considerações e recomendações para a diretoria sênior da empresa e acionistas.

O gestor financeiro deverá comparar os resultados planejados em orçamento para o ano fiscal versus o que foi efetivamente realizado no mês corrente e também demonstrar tendências na evolução positiva ou negativa dos indicadores de performance da empresa com respectivos planos de ação corretiva ou de manutenção.

Ler e entender o DRE é extremamente simples. O DRE permite observar, no tempo, o progresso e tendências sobre as seguintes informações:

1. Evolução das receitas de vendas separadas conforme as respectivas fontes de receita, segmentos de mercado e regiões;
2. Incidência de impostos, acréscimos e reduções conforme engenharia fiscal;
3. Composição dos custos relativos aos produtos ou serviços;
4. Evolução ou deterioração da margem de contribuição. Permite também identificar seu principal ofensor no caso de deterioração;
5. Despesas gerais da empresa e sua representatividade sobre a receita das vendas;
6. Evolução e projeção do lucro da operação conforme as tendências observadas nos itens anteriores;
7. Capacidade de geração de caixa e necessidade de redimensionamento preventivo da exigência de fluxo de caixa;
8. Monitorar nível de endividamento ou estratégia de financiamento.

Os resultados são apresentados num formato padrão e complementados por percentuais calculados através da relação entre as diversas contas e a receita de vendas possibilitando uma análise de tendências.

Análise Vertical, verifica quanto, percentualmente, cada conta de custo e despesa individualmente impacta no resultado de vendas. Ao longo dos meses o gestor deverá monitorar se os percentuais permanecem estáveis conforme orçado e identificar as contas ofensoras tomando medidas imediatas para colocá-las de volta nos parâmetros definidos pelo orçamento original da empresa.

Análise Horizontal, verifica o impacto das contas de custos e despesas proporcionalmente ao aumento ou diminuição das receitas de vendas. A análise horizontal, monitora, mês a mês, a produtividade e a rentabilidade.

Contraditoriamente a sua importância e obrigatoriedade, a ferramenta do DRE é pouco utilizada pela maioria dos gestores e administradores de empresas. Os gestores que se identificam como financeiros, na maioria das vezes são tesoureiros que cuidam especificamente do contas a pagar e receber e nunca ouviram falar no DRE que é básico e de vital importância para gestão financeira da empresa.

Primeiro passo: mapeando e identificando as fontes de receitas

Todas as fontes de receita deverão ser mapeadas e quantificadas conforme seu histórico de vendas e características do ciclo de vendas. As diferentes fontes são igualmente importantes, porque somadas, compõem o faturamento geral declarado e documentado no orçamento anual que foi aprovado para o ano fiscal.

Cada fonte de receita deverá obedecer uma estratégia específica conforme sua característica. Existem fontes, por exemplo, que oferecem maior elasticidade e exigem um plano de ação mais agressivo para conquistar mercado – “market share”. Outras, exigem manutenção para garantir a receita recorrente, ou seja, a receita proveniente de clientes conhecidos e que compram frequentemente da empresa.

Se sua empresa está naquele seleto grupo que planeja seu destino, então deve concentrar-se primeiramente nas fontes de receita que tem a melhor chance de materialização ou seja, as receitas recorrentes provenientes dos clientes ativos que compram da empresa com frequência.

A somatória das diversas fontes de receita formam a base para estabelecer as metas do plano de vendas que também contempla as políticas de preços praticados por tipo de canal.

O quadro no link http://www.brandme.com.br/2-dre auxilia na elaboração do plano de vendas que deverá estar em conformidade com o orçamento. É um exercício matemático portanto, não aceita chutes.

Cada fonte de receita tem seu ciclo de venda específico e exigem mais ou menos dedicação e acompanhamento entre a fase de prospecção do “lead”, qualificação até a fase final de conversão da oportunidade em vendas.

Existem fontes de receita que são resultado da conquista de novos segmentos de mercado ou de expansão regional. Nesse caso, há necessidade antecipada de investimentos para expansão da área de vendas, treinamento, marketing até que a receita seja capturada no volume desejado.

Existem fontes que são provenientes de produtos novos que enfrentam barreiras naturais de entrada no mercado, podendo comprometer momentaneamente as margens de contribuição até que ganhem volume de vendas suficiente para garantir sua rentabilidade.

Para cumprir os objetivos de crescimento sustentável no faturamento, sua empresa deverá ter obrigatoriamente projetos estratégicos específicos para cada fonte de receita identificada. Por exemplo:

1. Aquisições
2. Conquistar novos clientes
3. Manter clientes existentes
4. Vender mais para os clientes ativos
5. Conquistar novos mercados
6. Introduzir novos produtos
7. Desenvolver novos canais de vendas

As decisões de investimento para contratação e expansão devem ter foco no impacto no EBITDA. Na prática, mesmo que impacte negativamente a margem de contribuição e o EBITDA no primeiro momento, o resultado das vendas no futuro devem projetar um EBITDA maior justificando assim o retorno sobre esse investimento. Nenhuma decisão deverá ser tomada sem conhecer ou projetar o impacto nele.

Segundo passo: Projetar o faturamento ou receita

Esse exercício deve ser conduzido por um gestor financeiro experiente que não aceita chute nem entusiasmo que não esteja fundamentado de forma factual. O líder financeiro deverá facilitar o processo conversando com as várias áreas que impactam nas receitas (áreas de vendas e marketing) , custos (gerência de produtos) e despesas (gerência administrativa).

O líder do planejamento orçamentário deve observar os dados históricos que mostram a dinâmica das vendas sobre várias perspectivas :

1. Segmentos de mercado
2. Novos clientes ou novos canais de vendas
3. Clientes existentes
4. O crescimento em cada cliente individualmente
5. Canais de vendas
6. Parcerias estratégicas
7. Regiões
8. Novos produtos
9. Produtos existentes

Ao mesmo tempo, conforme analisa os percentuais de crescimento para cada perspectiva, o líder financeiro deverá também questionar sobre os planos de marketing integrado a vendas que justifiquem tal crescimento. Se a empresa não tem nenhum fato novo e nenhum plano, tudo indica que seu crescimento será no máximo orgânico.

Terceiro passo: Calcular incidência de impostos

A estrutura fiscal e tributária pode, ao mesmo tempo, melhorar a rentabilidade ou simplesmente inviabilizar os preços de seus produtos e serviços.

Na prática, a desordem tributária exige um planejamento ou engenharia que só poderá ser conduzido por um profissional tributarista experiente que acompanha as mudanças federais e estaduais e atualiza sistematicamente o cálculo dos impostos que impactam seus preços e consequentemente as receitas.

Os especialistas também podem recomendar modificações no regime tributário na qual sua empresa está inserida, inclusive recomendando a mudança da sede para outro estado motivado por leis regionais de incentivos fiscais. O tema tributário exige um profissional experiente. Não arrisque comprando livros ou pesquisando no Google.

Mesmo assistido por profissionais experientes, vale reforçar que os fiscais da receita não foram orientados para auxiliar sua empresa, e sim multá-la. A multa pode significar que boa parte dos seus lucros irão para o lixo, por exemplo, por uma interpretação ambígua da lei.

Operacionalmente, nunca tolere nenhuma não conformidade com a Lei para que não tenha que lidar com situações constrangedoras com fiscais da receita ou com autuações que muitas vezes são retroativas gerando multas e juros cumulativos que se transformam em passivos fiscais impagáveis.

Para a composição dos custos de produtos e serviços, normalmente existe uma conta de débito e crédito quando a cadeia produtiva paga o mesmo imposto de forma repetida. Esse cálculo deverá ser obrigatoriamente considerado no processo de precificação.

Quarto passo: Calcular o CMV e margem de contribuição

A composição dos custos, ou CMV – Custo das Mercadorias Vendidas – é essencial para formação de preços e apuração da margem de contribuição do produto ou serviço.

A margem apurada, ou contabilmente chamada de Margem de Contribuição, deve ser suficiente para pagar as despesas fixas da sede – “back office” – e principalmente gerar o lucro que foi combinado com o acionista no ato da ratificação do orçamento anual.

Simplifique a definição de custos e despesas. Custo é sempre variável e está associado diretamente ao produto ou serviço que será vendido. Despesa é fixa e representa o montante que sua empresa deverá pagar todo mês, obrigatoriamente, independente da geração de qualquer receita de vendas. Essa é a despesa da sede ou – “burn rate”. Refugue qualquer tentativa de rateio e abomine qualquer tentativa de implementação de custeio ABC. Despesa fixa é o pesadelo de qualquer empresa, por isso mantenha a simplicidade e, sobretudo, absoluto controle.

Os custos relacionados ao produto ou serviço normalmente tem a seguinte natureza: matéria prima, fornecedor, frete, embalagem, mão de obra diretamente relacionada a produção. Sempre que houver dúvidas se é custo ou despesa utilize como referência a definição na sua forma mais simples.

Quinto passo: Listar as despesas fixas

Cada conta de despesa deve seguir com rigor os limites impostos pelo orçamento. Se sua empresa não tem orçamento anual e o resultado está entregue a sorte, tanto faz. Caso contrário considere uma conta de despesa como um cheque preenchido, sem nenhuma flexibilidade com relação a alteração do valor.

Além da definição dos valores, deve-se também definir níveis de alçadas para aprovação das despesas. Existem vários softwares de gestão – ERP – que contam com módulos chamados workflow que garantem a disciplina no processo.

É importante não gerar qualquer despesa que esteja fora do orçamento – uma vez gerada, deverá ser paga. Cada conta deve ter um dono, que responderá por seu controle.

As despesas normalmente são organizadas conforme sua natureza, por exemplo: despesas administrativas, despesas com vendas, despesas com marketing, salários e benefícios, despesas financeiras, etc.

A margem, e nunca o faturamento, é que define a saúde da operação. A matemática é simples e infalível. Se a margem da empresa está baixa, não caia na tentação simplista, preguiçosa e equivocada de cortar custos e despesas apenas.

Se sua empresa está cortando custos e despesas, é porque provavelmente parou de empreender e inovar. Normalmente, cortar custos é efeito e não a causa dos seus problemas. Na prática e na grande maioria dos casos, sua empresa parou de planejar, de empreender, de inovar e está colhendo os frutos podres da estagnação.

O DRE também aponta o resultado da negligência e da falta de estratégia que leva invariavelmente a deterioração.

O Resultado Operacional ( LAIR ou EBITDA )

O resultado operacional mostra a capacidade da empresa em gerar caixa através da própria operação, sem contar com outros tipos de receitas como: valorização do dólar, receitas provenientes de prêmios de fornecedores, engenharia financeira, fiscal e tributária. Uma operação saudável possui margem de contribuição suficiente para pagar as despesas fixas e gerar caixa.

A capacidade de gerar caixa determina o “pulmão” da empresa para:

1. Reinvestimentos em novos projetos estratégicos que impactam positivamente o EBITDA como compra de equipamentos, aumento da capacidade produtiva, aquisição de empresas com competências complementares, etc;
2. Pagar dividendos para os acionistas.

O valuation da empresa, que determina quanto valerá sua empresa numa eventual venda ou na busca por um sócio investidor, observa rigorosamente essas duas variáveis: investimentos e pagamento de dividendos. Investidores não gostam de empresas que não geram caixa. Também não gostam de empresas sem estratégia, que geram caixa é não investem para crescer, sugando os dividendos até a última gota.

O lucro da operação ajuda na priorização e decisão sobre as opções estratégicas e respectivos projetos estratégicos. Também auxiliam monitorando limites seguros de tomada de empréstimos para financiamento da operação.

A política de remuneração variável ou bônus também deverá ser atreladas ao resultado da empresa e só deverá ser ativada se o EBITDA combinado for atingido justificando assim o bônus por meritocracia.

Fontes:
Texto: administradores.com
(Por Nori Lucio)
Foto: Internet

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