Terapeuta e pesquisador das diferenças entre as duas práticas orienta a escolha do profissional ideal.
A explosão da oferta de coaching no Brasil tem atraído a atenção e causado confusão sobre a diferença entre essa prática e a psicoterapia. O risco da escolha errada vai além do desperdício de tempo e dinheiro: pode acentuar os problemas em vez de resolvê-los. Segundo o psicólogo Guilherme Barati (www.clinicadotrabalhador.psc.br), que tem 19 anos de experiência na área, o coaching deve ser mais pontual e voltado, principalmente, à carreira, enquanto o terapeuta mergulha profundamente na complexidade humana, tanto na vida profissional quanto na pessoal.
“Uma pessoa razoavelmente satisfeita com seu viver, que precisa de ajuda para colocar em prática os seus objetivos, pode procurar um coach. Mas se algo dói, esse incômodo indica a necessidade de um acolhimento cuidadoso e de um tratamento que aborde essa dor como motor de transformação, com um psicólogo”, compara Barati. O especialista, que já atuou nas duas áreas, aponta quatro casos em que o psicólogo deve ser procurado em vez do coach:
Sobre Guilherme Barati
Guilherme Barati é psicólogo e doutor pelo núcleo de estudos em trabalho, saúde e subjetividade da Unicamp. Tem 19 anos de experiência em desenvolvimento de pessoas e atuou como coach no preparo de jovens talentos e executivos. Atualmente dedica-se à psicoterapia, focado principalmente em questões profissionais, com consultório em São Paulo, à rua Barão do Triunfo, 88, conj. 1.008, Brooklin. www.clinicadotrabalhador.psc.br.

Fontes:
Texto: Press Works
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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]]>Por Marcos Reitano*
A ideia de que o sucesso das organizações depende cada vez mais do trabalho produzido em equipes, em comparação com o trabalho produzido por indivíduos, parece bastante óbvia na atualidade. Quando bem aproveitada, a diversidade de visões, perfis e competências produz soluções mais criativas, eficientes e definitivas para os incontáveis problemas e oportunidades que as empresas encaram todos os dias. Não há muita dúvida de que o saber coletivo é maior do que a somatória do saber individual.
Por outro lado, também é senso comum que as equipes não realizam tudo o que são capazes. Questões como identidade do grupo, valores, alinhamento de propósito, estilos de comportamento e a abordagem de liderança, entre outras, interferem na dinâmica das discussões e decisões, dificultando a realização de seu pleno potencial.
Não é fácil lidar com as diferenças e, de forma geral, não estamos abertos para considerar o diverso sem julgamento prévio, quase sempre negativo. E isto se agrava quando há pouca confiança entre as pessoas, quando não conseguem falar e ouvir abertamente sobre suas diferenças. A dificuldade para lidar com o diverso, combinada com baixa confiança nas pessoas, não só reduz o potencial das equipes, como pode tornar mais complicadas as situações sobre as quais deveriam efetivamente agir.
Muitas empresas estão se voltando para a questão da produtividade das equipes ao reconhecer a natureza interdependente do trabalho e a necessidade cada vez maior de colaboração cruzada no ambiente corporativo. Mas sentem necessidade de abordagens e ferramentas diferentes das tradicionalmente adotadas, como metas coletivas, destaque para trabalho em equipe entre as competências necessárias ao bom desempenho ou mesmo os encontros de teambuilding, muito utilizados em anos recentes. Estas abordagens estimulam e reconhecem o trabalho coletivo, mas não ajudam as pessoas a desenvolverem habilidades de como trabalhar melhor em grupo.
É neste contexto que o coaching de equipe começa a ganhar espaço na agenda de desenvolvimento das organizações. Como se trata de um processo de coaching, guarda os mesmos princípios e características do coaching individual, apenas mudando o foco para o desenvolvimento do grupo. Seu objetivo é melhorar a performance da equipe através da redução ou mesmo remoção dos obstáculos internos ao seu melhor desempenho.
O processo de coaching não ensina; ajuda a aprender. Através desta abordagem, os membros da equipe desenvolvem maior clareza e convergência sobre como chegar aos resultados que devem alcançar; ampliam a capacidade de ver e interpretar os acontecimentos do ambiente; desenvolvem maior consciência de como cada um contribui para a situação que estão vivenciando; fortalecem a autoconfiança e confiança no grupo; adquirem novos comportamentos e padrões de resposta para a equipe; desenvolvem capacidade de diálogo aberto e transparente, mesmo em questões difíceis.
O coaching de equipe pode ser aplicado nas equipes funcionais – estas que constituem as áreas de trabalho – para que se tornem mais eficientes e capazes de entregar os resultados esperados. Pode ser aplicado nas equipes de projeto, beneficiando o tempo e a qualidade do desenvolvimento do projeto. E pode ser utilizado também em equipes transversais ou inter-áreas, para que os processos que funcionam entre elas sejam mais eficientes e eficazes. Em todos os casos, é fundamental que haja definição clara dos objetivos que a equipe deve alcançar, que irão orientar e justificar o processo de coaching.
Este processo complementa outras abordagens e ferramentas para alavancar o trabalho em equipe. Como qualquer outra metodologia, o coaching de equipe tem valor dentro do escopo no qual se propõe atuar, tendo portanto limites. Sabemos que a questão da performance de grupos depende também de variáveis externas aos próprios grupos, que as organizações precisam identificar e adequar para serem coerentes e possam potencializar a alta performance das equipes.
Marcos Reitano é consultor da Ockam Consulting
Informações para a imprensa:
Spin Comunicação
Mariana Guedes – mariana@spin.ag – 11 4314.1986
Sueli Gomes – sueli@spin.ag – 11 4314.1987
Fontes:
Texto: Spin Comunicação
(Por Mariana Guedes)
Foto: Internet
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Se vamos falar sobre carreira, fica muito difícil não falarmos em desenvolvimento e sonhos. Passamos, em média, 10 horas por dia trabalhando. Portanto, é muito importante acreditarmos que é possível encontrarmos uma carreira em que podemos nos apaixonar e nos dedicarmos o máximo possível.
Esta dedicação se torna cada vez maior quando temos uma identificação com a carreira. E o que tenho observado é que esta identificação tem relação direta com o nosso propósito de vida e nossos valores. Propósito de vida, como assim? Isso mesmo. Se você nunca pensou nisto, é importante que comece a se perguntar qual é o seu. E claro que podemos buscar ajuda para descobrirmos este propósito e nossos valores. Esta ajuda pode vir através de um processo decoaching.
Mas o que é coaching? O conceito do “coaching” começou a nascer ainda na década de 40, quando era utilizado o conceito de mentor para ajudar os estudantes a se prepararem para os exames e serem educados. Em 1950, foi introduzido na literatura gerencial como uma das habilidades de gerenciar. Já em 1980, o conceito de coaching executivo começou a aparecer muito forte nas organizações americanas com o objetivo de preparar os executivos para o próximo desafio de carreira.
Existem algumas metodologias de desenvolvimento que se confundem com o coaching e, portanto, é importante passarmos por elas. A primeira trata-se do mentoring, em que na maioria das vezes é conduzido por alguém mais experiente que o profissional que foi buscar desenvolvimento. A experiência não necessariamente deverá estar ligada à idade, mas sim em relação a vivência do mentor na área em que o profissional que foi buscar desenvolvimento atua ou quer atuar. Como o mentor tem vivência na área, poderá das algumas visões de possíveis caminhos que podem ser seguidos e também sobre quais obstáculos o profissional poderá se deparar no decorrer de sua carreira. O mentoring é super interessante para muitos profissionais que querem trocar ideias/experiências com alguém com mais “bagagem”, porém não é coaching.
Outra metodologia que se confunde com coaching trata-se do counseling, que tem como foco dar conselhos para o profissional. Nesta modalidade de desenvolvimento, o counselor dará visões sobre o mercado, os desafios, os pontos fortes da área. O counselor pode ter atuado ou não na área, pois pode ser alguém de recursos humanos com vasta experiência e visão de vários mercados. Nesta modalidade também podemos buscar apoio de alguém próximo de nós com mais experiência ou vivência nos problemas/desafios que estamos vivendo, porém também não écoaching.
Alguns profissionais, quando respondem à alguma dúvida de alguém, dizem que “fizeram umcoaching”. Dar resposta para algum problema também não écoaching.
Mas então o que é coaching? Segundo a International Coaching Federation, coaching é definido como uma parceria que provoca os clientes e os inspira a ter processos criativos que maximizam seu potencial pessoal e profissional.
Se pensarmos em carreira, o processo de coaching é super interessante por vários aspectos. Entre eles podemos destacar:
Estes quatro pontos, se pensarmos em desenvolvimento de carreira, são essenciais para qualquer profissional, independentemente do momento e nível da carreira. Pois o processo de coachingpermite que o “coachee”, pessoa que contrata e que passa pelo processo, pense em suas dúvidas, crie planos de ação e metas de curto, médio e longo prazo. Além, claro, de pensar no seu propósito de vida e sonhos.
Eu mesmo já passei por um processo de coaching de carreira quando tinha 30 anos e estava indeciso se continuaria em planejamento financeiro ou buscaria outra área, pois não sentia mais a paixão e conexão com a área financeira. Após 7 meses de processo de coaching, descobri que minha missão de vida ou sonho estava ligado ao desenvolvimento de pessoas.
Hoje tenho 42 anos e, portanto, 12 anos na área de desenvolvimento de pessoas e acredito muito que vale a pena buscar sua paixão profissional e que um processo de coaching é super válido para a maioria dos profissionais.
*Sergio Gomes é sócio da Ockam Consulting, graduado em administração pela ESPM, com MBA pela University of Pennsylvania e MBA em coach na College of Executive Coaching nos EUA.
Informações para a imprensa:
Spin Comunicação
Mariana Guedes – mariana@spin.ag – 11 4314.1986
Sueli Gomes – sueli@spin.ag – 11 4314.1987
Fontes:
Texto: Spin Comunicação
(Por Mariana Guedes)
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