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controle financeiro – Abra Seu Negócio http://www.abraseunegocio.com.br Seja um empresário de sucesso! Fri, 17 Mar 2023 13:57:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.6.29 Como fazer o controle financeiro para superar o Coronavírus http://www.abraseunegocio.com.br/2020/03/como-fazer-o-controle-financeiro-para-superar-o-coronavirus/ Wed, 01 Apr 2020 01:47:42 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=26085 fvbrasil

Com a pandemia mundial da Covid-19 se espalhando rapidamente e levando governos a orientarem o isolamento social, entender como fazer o controle financeiro durante o Coronavírus é essencial para manter o negócio em ordem e preparado para dar voos mais altos ao fim da crise.

Isso vale especialmente para as micro e pequenas empresas, que representam a maioria dos 6,4 milhões de CNPJs no Brasil.

O novo Coronavírus já deixou 136 mortos no Brasil, além de mais de 4.256 infectados, conforme o relatório de 29 de março do Ministério da Saúde. No mundo todo, já são mais de 700 mil casos e 33 mil mortes, em números do fim de março.

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Para frear o contágio e assegurar que a saúde pública não entre em colapso, governos do mundo todo estão orientando o isolamento social – também chamado de lockdown, ou quarentena.

Com as pessoas isoladas dentro de casa, o vírus circula em velocidade menor, e é possível garantir leitos para todos que enfrentarem complicações.

Mas as restrições de circulação, de consumo e de comércio, além dos diversos decretos de calamidade pública, afetam diretamente as empresas.

Em algumas cidades, como Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, empresas são obrigadas a fechar suas portas e suspender as atividades, enquanto outras enfrentam uma redução drástica na receita e buscam medidas para debelar o problema.

Em menor ou maior grau, todas as empresas vão sentir o impacto dessa crise.

Neste artigo, você vai entender os principais desafios econômicos diante do novo Coronavírus e também vai entender o que fazer para enfrentar a queda no faturamento e ultrapassar as dificuldades que aparecerão no curto prazo.

Desafios do controle financeiro em meio ao coronavírus

Listamos, a seguir, alguns dos principais desafios enfrentados pelas empresas de todos os portes com a pandemia e, principalmente, com a quarentena e o isolamento social.

Incerteza sobre o futuro

O primeiro problema enfrentado pelas empresas é a incerteza quanto ao futuro. Quanto tempo a quarentena vai durar? Até quando os pedidos ficarão estagnados? Quando os fornecedores vão efetuar os pagamentos?

Toda essa incerteza impede de projetar o futuro e de enxergar, no curto prazo, uma saída simples para o problema.

Queda no faturamento

Boa parte das empresas estão enfrentando uma queda de faturamento durante a pandemia. Em alguns casos, as prefeituras e governos estaduais decretaram o fechamento dos serviços não essenciais, e as empresas se veem obrigadas a parar todas as atividades.

De acordo com levantamento realizado pelo JPMorgan Chase Institute nos Estados Unidos, o tempo médio de sobrevivência das empresas sem faturar é de 27 dias. Dependendo do setor, esse prazo pode ser maior ou menor.

Em todo Brasil, empresas estão notando uma queda no número de clientes e de pedidos, o que configura um golpe duro sobre as receitas projetadas.

Atrasos nos pagamentos

Além da queda no faturamento, as empresas estão enfrentando atrasos nos pagamentos por parte de fornecedores e parceiros.

Dessa maneira, fica ainda mais difícil projetar as receitas e despesas para os próximos meses, porque até mesmo aquilo que já foi vendido tem o pagamento incerto.

Folha salarial em meio à paralisia

Como pagar os funcionários com a empresa fechada? Quanto tempo dura o caixa da empresa com essa despesa fixa, sem que haja novas receitas?

Para lidar com esse problema, algumas empresas estão dando férias coletivas, utilizando banco de horas ou antecipando feriados, conforme previsto na Medida Provisória editada pelo Governo Federal.

Mesmo assim, dependendo da situação financeira da empresa, a demissão pode ser a única saída.

No fim de março, a controladora da rede KFC no Brasil demitiu 30% dos seus funcionários. Nos Estados Unidos, os pedidos de seguro-desemprego superaram os 3 milhões na semana do dia 15 a 21 de março, caracterizando um recorde histórico.

Como controlar o financeiro para superar o coronavírus

Agora que você já conhece os principais desafios provocados pela pandemia do Covid-19 e pelo isolamento social, é hora de entender como agir para sobreviver à crise.

Faça uma projeção de despesas

Por mais complexo que seja projetar o futuro em um momento de completa incerteza, vale a pena projetar as suas despesas ao longo dos próximos meses, se a situação não mudar.

Assim, você se prepara para o pior cenário, e descobre quanto precisa para arcar com as suas contas. Esse é o primeiro passo para fazer o controle financeiro durante o Coronavírus.

Gaste apenas o essencial

Outra atitude fundamental do controle financeiro para enfrentar o Coronavírus é a redução de gastos. Como as receitas diminuíram drasticamente, você precisa gastar apenas com o que é essencial para o futuro da empresa.

Segure os investimentos

Isso significa que aquele investimento que estava previsto ainda para o primeiro semestre vai precisar esperar algumas semanas ou meses. Não é hora de investir, porque você não sabe como estará a situação da sua empresa no futuro.

Priorize as pessoas

Em um encontro com economistas e empresários promovido pela XP Investimentos no dia 25 de março, o empresário Abílio Diniz, que é membro dos Conselhos de Administração do Grupo Carrefour e do Carrefour Brasil, foi claro: “Para o pequeno empresário: pague as pessoas e o resto, paciência. Algumas coisas serão prorrogadas. Vai passar”.

Neste momento de calamidade pública e isolamento social, é uma ótima ideia priorizar o pagamento da folha salarial, para depois arcar com as outras obrigações.

Outras alternativas para lidar com os recursos humanos são antecipar férias e feriados, além de usar o banco de horas dos funcionários. Cada emprego mantido é um emprego a menos que precisa ser recuperado quando a crise passar, além de uma pessoa que terá mais capacidade de enfrentar o período de quarentena.

Negocie prazos com os fornecedores

Vale a pena entrar em contato com os seus fornecedores para negociar os prazos de pagamento diante da crise.

Uma possibilidade é tratar com mais urgência o pagamento dos parceiros menores, e deixar as empresas maiores, que devem sobreviver à crise sem grandes percalços, para depois.

Adie o pagamento de impostos

A primeira medida anunciada pelo Governo Federal às micro e pequenas empresas foi o adiamento do recolhimento do imposto do Simples Nacional por três meses.

De acordo com o Governo, essa medida vai significar uma renúncia temporária de R$ 22,2 bilhões da União. A atitude deve beneficiar 4,9 milhões de empresas. Sem essas obrigações, você tem um fôlego extra para arcar com as outras despesas.

Acesse linhas de crédito para capital de giro

Entre as medidas anunciadas pelo Governo Federal para combater a crise está uma linha especial de crédito junto a bancos públicos, para beneficiar os micro e pequenos empresários que precisam de capital de giro para se sustentar.

Informe-se junto ao seu banco preferido e faça os cálculos para descobrir se o empréstimo vale a pena na sua situação.

Venda vouchers

Uma das estratégias mais inteligentes para lidar com a crise é vender vouchers antecipados aos clientes.

Diversos prestadores de serviço, como barbearias, restaurantes, centros de fisioterapia e consultórios em geral estão adotando a técnica de vender os serviços antecipadamente: o cliente paga agora, com um desconto, e pode usufruir do serviço quando a crise passar.

Assim, o cliente recebe um desconto no futuro, e você garante um pouco de capital de giro no presente.

Faça promoções

Que tal aproveitar o momento de faturamento reduzido para se livrar daqueles itens que estão encalhados no estoque?

Utilize a Internet e faça promoções dos seus produtos, com entrega a domicílio. Assim, você faz controle de estoque, garante um pouco de capital de giro e se livra do produto que estava ocupando espaço.

Crie um sistema de entregas

A restrição de circulação levou muitas pessoas a encomendarem todo e qualquer tipo de produto e serviço.

Além dos restaurantes, que já estavam habituados ao sistema de entregas, outros estabelecimentos estão investindo nisso, como farmácias, supermercados, fruteiras e lojas de produtos naturais.

Se essa é uma opção para sua empresa, vá em frente. As redes sociais, como Instagram e WhatsApp, são parceiras estratégicas nesse momento.

Adote o home office

Se você nunca pensou em implementar o home office na sua empresa, a hora é agora.

Há diversas ferramentas que facilitam o trabalho remoto, tanto no que diz respeito a reuniões, acesso ao sistema administrativo, gestão empresarial, etc.

Se o setor no qual sua empresa está inserido permite essa possibilidade, vale a pena investir e garantir que o faturamento não seja totalmente afetado em meio à crise.

Prepare-se para a retomada

Por mais complexo e prolongado que seja esse processo de enfrentamento da pandemia, ela vai passar.

As empresas que sobreviverem à crise e se planejarem para a retomada terão mais condições de recuperar rapidamente.

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Por isso, vale a pena gastar algum tempo dessa quarentena projetando novos produtos ou conhecendo o mercado, para sair na frente da concorrência quando a quarentena terminar.

Tecnologia para o controle financeiro

Uma das alternativas para a retomada após a crise é o investimento em tecnologia.

Quando você automatiza os processos da sua empresa com um software de gestão, por exemplo, percebe ganhos de eficiência e produtividade, que podem fazer a diferença no longo prazo.

Além disso, empresas que abraçam a tecnologia são mais ágeis, e têm mais chances de sobreviver aos diferentes ciclos econômicos.

E aí, gostou das dicas?

Embora a prioridade de todos nesse momento seja interromper o contágio da Covid-19 e preservar vidas, as empresas também precisam de atenção imediata para garantir empregos e a retomada da economia quando a tempestade passar.

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Fontes:
Texto: blog.contaazul.com
(Por Laudifer Sfreddo de Castro)

Foto: Internet

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4 erros de controle financeiro no varejo (e como evitá-los) http://www.abraseunegocio.com.br/2018/02/4-erros-de-controle-financeiro-no-varejo-e-como-evita-los/ Wed, 21 Feb 2018 13:06:25 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=21429 fvbrasil

 

Você sabe que é essencial acertar o controle financeiro no varejo. No comércio, a concorrência é alta, os erros custam caro e descuidos com gastos e receitas podem ser fatais.

Na verdade, assumir o controle das finanças significa envolver-se com a gestão no negócio de uma forma ampla. Quem não cuida do estoque, por exemplo, principalmente na parte logística, acaba pagando por fretes mais altos, quebra operacional e até a ruptura.

No entanto, conforme veremos ao longo deste artigo, o controle das finanças é oponto de partida para que as vendas caminhem adequadamente. Portanto, assim que os números forem ajustados, haverá mais negócios, maior retençao de clientes e um fim de mês mais tranquilo.

4 erros de controle financeiro no varejo

A seguir, vamos destacar alguns dos erros mais comuns, principalmente entre varejistas de pequeno porte ou que estão dando seus primeiros passos na empresa. Fique atento para evitá-los.

1. Não separar contas pessoais das da empresa

Misturar contas pessoais com as da empresa e até não estipular um valor a título de pró-labore é um erro recorrente no varejo brasileiro. Um estudo indica que essa é uma prática comum em micro e pequenos empreendimentos familiares, em que o pouco conhecimento sobre gestão faz com que essa prática nociva se perpetue.

Mesmo em empreendimentos não familiares, o uso do caixa da loja como se fosse o caixa eletrônico particular é comum. A armadilha nesse hábito encontra-se nos seus efeitos deletérios só percebidos em longo prazo. Uma retiradinha aqui, outra ali, e com o tempo uma bola de neve em rombos no orçamento vai se formando.

Para piorar, empresários que mantêm esse costume, geralmente, não se comunicam como deveriam com seus contadores. Por sua vez, os profissionais de contabilidade acabam dando um jeito de camuflar os “saques” nos registros contábeis, e assim o ciclo vicioso vai se perpetuando. E se não há um contador é ainda pior, já que aumenta o risco de não cumprimento das obrigações fiscais.

A solução para esse problema pode estar na tecnologia. Um software de gestão, por exemplo, é útil para tornar visíveis as contas, destacando o que é custo, despesa e o que deve ser reservado para retirada.

2. Deixar de registrar as operações

A falta de registros sobre as contas é um outro problema que caracteriza a falta de controle financeiro no varejo. O registro de todas as operações financeiras é fundamental para saber com maior clareza sobre pontos em que o negócio esteja precisando melhorar. Um simples registro de um pedido junto a um fornecedor, por exemplo, obriga sua empresa a monitorar o tempo que esse pedido leva para ser entregue.

Assim pode ser feito com todas as outras áreas da empresa, afinal todo negócio exige um capital de giro para ser conduzido. Quando as finanças estão controladas, significa que o negócio como um todo consegue se sustentar, o que evita pedidos de empréstimos e financiamentos desnecessários para cobrir custos operacionais.

Na falta de um financeiro, o próprio gestor precisa se envolver no registro de operações, desde que saiba usar planilhas em nível básico. Comece de forma simples, registrando diariamente o que entra e o que sai, faça um somatório a cada dia, reúna os números e os compile semanalmente, verifique rotineiramente o Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE) e confira se você está no lucro ou prejuízo. Os próprios números, com o tempo, lhe dirão o que pode ser feito para melhorar.

3. Abandonar o controle de estoque

Um ponto crítico em empresas varejistas é o controle de estoque. Um estudo do Sebrae com entidades de classe revelou que a ruptura de estoque, junto à quebra operacional, é a maior fonte de perdas no varejo brasileiro.

Por diversos aspectos, o estoque é o ponto mais sensível no comércio, primeiro, porque dele depende a reposição de mercadorias em gôndolas e prateleiras. Não menos importante, o estoque funciona como uma espécie de termômetro que indica se o ritmo das vendas está sendo suficiente para garantir o custeio do negócio e sua consequente lucratividade.

A forma mais simples de ter o estoque nas mãos é saber quais são as mercadorias com mais giro e aquelas que demoram mais a sair. Já falamos aqui sobre ferramentas como o inventário de estoque e o conceito PEPS, em que o primeiro produto a entrar no estoque deve ser o primeiro a sair.

Com esse mecanismo de controle, você minimiza a ruptura, ao mesmo tempo em que evita a perda de receitas por fazer pedidos junto a fornecedores de itens que não tem muita saída. Também é útil para evitar a quebra operacional por perda de validade de produtos, o que é sempre uma preocupação para varejistas que vendem alimentos.

4. Negligenciar o controle do fluxo de caixa

Se estamos falando de controle das finanças, nada mais apropriado do que dedicar especial atenção ao ponto central das movimentações de recursos, ocaixa. Na verdade, embora o caixa em si, aquele onde fica a máquina registradora, seja o alvo principal, podemos incluir também as contas bancárias da empresa. Todo local para onde convergem recursos e de onde eles saiam pode ser considerado como parte do caixa.

A atenção maior dada ao caixa físico dentro de uma loja se explica por outro importante componente no processo de vendas, a frente de caixa. Afinal, é na hora de pagar pelas suas compras que o cliente precisa receber a maior atenção possível, ao mesmo tempo em que toda a retaguarda composta por bancos, impostos, setor de compras e fornecedores deve ser coberta.

Para manter um controle rigoroso da movimentação financeira, ou seja, do fluxo de caixa, novamente, é indicada a utilização de um software que contemple essa função essencial.

Outro aspecto a ser destacado é que o fluxo de caixa gera receitas que não são recebidas imediatamente. Esse saldo a receber, se não for corretamente lançado, pode gerar confusão, criando o entendimento de que a empresa dispõe de valores que ainda não foram recebidos.

Como ajustar o controle financeiro no varejo

Gerenciar as contas a pagar e receber implica comprometimento. Entretanto, nem sempre o empresário brasileiro, sempre envolvido com muitas responsabilidades, consegue enxergar com clareza o que precisa fazer para que os negócios caminhem sem sustos.

Para facilitar esse controle, dois aliados podem ser acionados: o contador e a automatização de processos.

O profissional de contabilidade tem grande familiaridade com temas financeiros e tributários e pode ajudá-lo a destrinchar os nós contábeis e o emaranhado de números que precisam ser ajustados para que as contas façam sentido. Por isso, mantenha um canal aberto com o contador e peça auxílio para que ele possa oferecer uma visão estratégica do controle financeiro de sua empresa.

Já a automatização passa pela adoção de um software de gestão e finanças. Nessa área, a ContaAzul entra em campo para desafogar o jogo: é amiga do micro e pequeno empreendedor e está sempre ao seu lado na hora de oferecer soluções para o controle financeiro no varejo, comércio atacadista ou lojas virtuais. São essas parcerias que fazem a diferença entre negócios que prosperam e os que tropeçam no meio do caminho.

 

 

Fontes:
Texto: blog.contaazul.com
(Por Laudifer Sfreddo de Castro)
Foto: Divulgação

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