Esta deve ser a prioridade de qualquer empresa no momento, o que requer que algumas medidas sejam adotadas:
Atenção para o planejamento
Se em qualquer época é preciso planejar, em tempos de crise o planejamento pode figurar como uma verdadeira tábua de salvação. Afinal, é a partir dele que as projeções poderão ser feitas, que emergências poderão ser antecipadas e as soluções poderão ser previstas. Ter o foco voltado para a realidade financeira da empresa e buscar as perspectivas para os próximos meses permitirá que o empresário trace estratégias de sobrevivência e que potencializem o próprio negócio.
Mire nos resultados
Uma gestão financeira centrada em resultados, que equilibre os gastos com os recursos que entram, evitará maior fragilidade do caixa. Quando os clientes se tornam mais cautelosos e até arredios, melhorar os resultados financeiros exige atenção para as negociações com fornecedores e para o custeio do negócio, o que pode ser obtido com um controle financeiro rigoroso.
Pondere os investimentos e corte os gastos
Com atenção para o perfil da empresa, para as necessidades que o mercado aponta, para a realidade financeira do momento e para a rentabilidade do negócio, o empresário deve buscar fazer investimentos com responsabilidade, ponderando sobre os prós e os contras de investir nesta ou naquela direção. Ao mesmo tempo, deve buscar cortar o máximo de gastos que for possível, em todos os setores da empresa, desde que estes cortes não signifiquem uma produtividade insuficiente para atender à demanda ou queda na qualidade dos produtos, os serviços ou mesmo no atendimento aos clientes.
Qualquer corte de despesa desnecessária ou excessiva pode representar uma economia de recursos que darão mais saúde para o caixa da empresa e até permitirão um reforço para atender às necessidades de investimentos vantajosos.
Posicione-se à frente da concorrência
Oferecer diferenciais de atendimento e agregar valor aos produtos ou serviços pode aumentar a competitividade de uma empresa, sem exigir grandes investimentos ou aumentar os custos do negócio. Por exemplo, personalizar a forma de atender a clientela, buscando reconhecer os hábitos de consumo de cada comprador, fará com ele se sinta valorizado, aumentando as chances de fidelização.
Tenha um bom serviço de contabilidade
O contador não deve ser apenas o responsável pelo controle de pagamentos de tributos e de outras obrigações legais da empresa. De fato, na contabilidade estão vários dos pré-requisitos de organização que uma empresa precisa para enfrentar a crise econômica.
Portanto, um contador que se posicione como um consultor ativo, que aponte os problemas no caixa, detectando gastos excessivos ou desnecessários, que sinalize para indicadores de desempenho financeiro da empresa e que busque alternativas tributárias ou outras saídas para as dificuldades será um grande aliado do empreendedor no momento de crise. Uma alternativa muito acertada é contar com a ajuda de empresas que realizam os serviços contábeis e que, por terem experiência no mercado, serão grandes aliadas nos períodos de crise.
Com atenção, criatividade e boa dose de tranquilidade associada ao realismo, certamente a crise poderá ser vencida. Além disso, as empresas que se posicionarem de maneira correta agora sairão dela bastante fortalecidas.
Fontes:
Texto: capitalsocial.cnt.br
(Por Regina Fernandes)
Foto: Divulgação
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]]>Segundo ele, a preparação para 2016 deve levar em conta planejamento, gestão, eficiência e eficácia. “É muito importante que as empresas façam isso, para fortalecer o setor, gerar mais empregos e ampliar os lucros”, diz.
Ele reconhece que as estratégias para o próximo ano sofrerão impacto da economia e da política, mas defende que as mudanças aconteçam principalmente na forma de pensar dos donos de negócios. “Existe um modo de pensar que precisa ser alterado para que o próximo ano transcorra com o mínimo de impactos possível.”
A seguir, veja dicas do consultor para ajudar varejistas a se preparar para 2016:
1. Saia da zona de conforto

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Segundo Ozawa, o varejo é dinâmico e, por isso, é preciso observar os sinais e estar disposto a sair da zona de conforto. “Como em todos os outros setores, é preciso estar atento aos indicadores, aos cenários e, principalmente, às projeções e expectativas de longo prazo.”
2. Mude processos e operações

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Para o consultor, é importante deixar de fazer as coisas como sempre foram feitas para adotar novos métodos de trabalho e implantar rotinas de execução. “Bons exemplos são a indústria e as financeiras, que possuem padronização há tempos e, com isso, conseguem mudar suas atividades de maneira contínua.”
3. Atraia pessoas envolvidas

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Ozawa defende que o varejo deixe de ser uma opção de trabalho para ser uma definição de carreira. “É importante desenvolver, capacitar e valorizar as pessoas dentro do negócio. Dada a complexidade das operações –compras, logística, vendas, perdas etc.–, o varejo precisa de pessoas envolvidas, remuneradas pelos resultados, em constante capacitação.”
4. Monitore as operações

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“Ter um negócio implica estabelecer ferramentas de gestão para controlar a execução das operações e, assim, obter o máximo de eficiência”, diz Ozawa. Segundo ele, muitos empreendedores ainda não perceberam que adotar um modelo de gestão é um dos elementos primordiais para um negócio sustentável.
5. Conheça seu cliente

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Para o consultor, só quando as vendas caem é que o lojista percebe que não conhece seus clientes. “Existe uma quantidade enorme de informações que podem ser utilizadas. Assim, é possível desenvolver produtos melhores, atendimento personalizado, ambientes de loja e marketing mais assertivos, para que os clientes compreendam que a experiência de compra é única e deve ser repetida.”
6. Trabalhe com uma margem de segurança

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Ter um fluxo de caixa seguro dá fôlego para encarar momentos de incerteza, segundo Ozawa. “Garante um momento de serenidade para posicionar ou reposicionar-se. Ganhos imediatos não garantem sustentabilidade. Ter um fluxo de caixa saudável é um dos aprendizados mais importantes de 2015.”
Fontes:
Texto: economia.uol.com.br
(Da Redação)
Foto: Internet
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]]>São Paulo – A economia brasileira não está em seus melhores momentos, mas isso não quer dizer que não vale a pena iniciar um negócio.
Existem diversos setores que tendem a continuar lucrativos mesmo em épocas de vacas magras.
Pensando nisso, o site Entrepeneur listou dez ideias de negócio que podem resistir a qualquer cenário econômico. A lista é focada no mercado americano, mas se encaixa como uma luva na realidade dos empreendedores brasileiros.
Navegue pelas fotos abaixo e veja dez ideias de negócio que sobrevivem a qualquer crise.
Para visualizar as fotos, clique nas setas

Negócios voltados para o consumo de bebidas alcoólicas tendem a caminhar bem em períodos de crise. Segundo o site, o segredo está no hábito que as pessoas desenvolvem em torno da bebida – se for realmente parte da rotina, ninguém vai deixar de beber por conta da crise, mesmo que compre produtos mais baratos.
(Foto: Thinkstock)

O mercado de cosméticos também se vira bem em épocas de recessão, seja nos Estados Unidos, seja no Brasil. Por aqui, o setor deve crescer de 10% a 15% em 2015, apesar da desaceleração que atinge outros segmentos.
(Foto: Thinkstock)

Essa ideia vale mais para quem mora numa cidade média ou pequena. Segundo o Entrepeneur, os cinemas também costumam resistir bem às crises e podem ser uma alternativa para garantir o entretenimento na sua cidade. Uma sugestão é casar a exibição de filmes com um espaço para comida.
(Foto: Getty Images)

O envelhecimento da população é uma realidade e deve criar oportunidades para quem quer trabalhar com cuidados de idosos e enfermagem. Uma ideia sugerida pela publicação é a de serviços peer-to-peer, ou seja, que conectem pessoas interessadas no serviço com profissionais da área, como o Uber.
(Foto: Thinkstock)

Alimentação saudável e produtos orgânicos estão em alta tanto aqui quanto nos Estados Unidos. Sendo assim, uma boa alternativa para a crise pode ser focar esforços na venda desses produtos, ou ainda criar uma linha de produtos e distribuí-la.
(Foto: Freeimages)

Assim como as pessoas não deixam de beber porque estão sem dinheiro, o mesmo vale para aquele docinho depois do almoço. Portanto, investir em sobremesas pode ser uma boa pedida. Uma possibilidade é unir esse ramo com o das comidas especiais para fazer doces orgânicos, veganos ou sem glúten.
(Foto: Thinkstock)

Se a economia está em crise, as pessoas em geral deixam de comprar um carro novo, por exemplo, para consertar o antigo. Portanto, vale a pena verificar como está o mercado de oficinas na sua região.
(Foto: Thinkstock)

O mesmo movimento que leva as pessoas a consertarem seu carro velho faz com que elas busquem roupas usadas em vez de comprar peças novas. Por isso, um brechó pode ser uma boa ideia de negócio.
(Foto: Thinkstock)

Mesmo na recessão, é certo que as pessoas continuarão morrendo. Por isso, uma possibilidade é investir em serviços funerários.
(Foto: Thinkstock)

Segundo o Entrepeneur, contadores costumam atravessar crises econômicas melhor que o restante dos mortais. Isso porque esse é um período em que as pessoas estão preocupadas em reter a maior parte possível do que ganham, assim como o leão quer abocanhar tudo o quanto pode, o que torna o serviço de contabilidade mais requisitado.
(Foto: Thinkstock)
Fontes:
Texto: EXAME.com
(Por Mariana Desidério, de EXAME.com)/Matéria Original:
http://exame.abril.com.br/pme/noticias/10-ideias-de-negocio-que-resistem-a-qualquer-crise#1
Foto: Thinkstock
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]]>Inflação pressionada
Se a inflação for estável, as pessoas incorporam as mudanças nos preços. Tais mudanças se tornam previsíveis e atrapalham pouco ou mesmo não atrapalham os negócios, a produção e as vendas. O problema é que essa estabilidade nunca dura muito tempo, pois o fundamento da inflação é um conflito distributivo, o que exige que os preços de uns aumentem mais rapidamente do que de outros. A tendência para a aceleração da inflação é um fato.
Quando a inflação começa a ser pressionada para cima, as pessoas passam a incorporar essa aceleração e acabam acelerando mais ainda a variação dos preços. Como os reajustes salariais, por questões institucionais, não acontecem na mesma velocidade que os reajustes dos preços, o poder de compra começa a cair. Isso faz com que a demanda pelos produtos também caia.
Dificilmente as pequenas e as médias empresas têm algum grau de monopólio e a implicação disso é que a taxa de lucros delas cai junto com a capacidade de compra do consumidor. Quem tem poder de monopólio consegue manter a taxa de lucro aumentando preços, pressionando os seus compradores, compensando a queda na demanda.
Já a PME irá comprar menos (pois vende menos), mas irá pagar mais caro e, provavelmente, não conseguirá repassar todo esse aumento no preço de venda. Adicionalmente, os insumos para sua produção também terão seus preços aumentados. Há, portanto, uma tendência para o esmagamento dos lucros das PMEs tanto pelo lado da demanda, pelo produto/serviço (com queda), quanto pelo da oferta/custos (com aumento, inclusive dos salários).
Câmbio desvalorizado
A mesma dificuldade vem do câmbio. Nos períodos inflacionários, aumentam as importações em razão dos produtos ficarem mais baratos no mercado externo, o movimento esperado é de desvalorização do câmbio (quando o dólar fica mais caro). Com a desvalorização, os produtos importados ficam mais caro, acentuando os impactos inflacionários.
Ou seja, ou o câmbio não se altera, podendo levar a um déficit na balança comercial ou se altera e cria-se pressão inflacionária. Se a empresa é exportadora, esse impacto negativo fica atenuado e pode até ser benéfico.
O padrão, no entanto, não é esse. A desvalorização do câmbio aumenta os preços dos insumos importados e acentua a queda no poder de compra dos consumidores, já que esses produtos estão espalhados na economia e na cesta de consumo da população. A desvalorização, assim, prejudica a empresa não exportadora pela demanda (que cai) e pela oferta (custo que sobe).
O que o empreendedor deve fazer?
Tanto no caso da inflação e sua aceleração quanto no caso da desvalorização cambial, uma parte do tempo do empresário terá que ser destinada a defesa contra a inflação, ocasionando perda de produtividade da empresa. Terá que dispender tempo e esforços para manter o capital de giro em níveis reais constantes, o que significa aumentar o nível nominal deste. Poderá, por exemplo, tentar antecipar a produção, mas isso significa aumentar os estoques, exigindo um nível ainda maior de capital de giro.
O empresário terá que encontrar um equilíbrio entre uma necessidade maior de capital de giro e o custo deste. É como subir uma ladeira andando de bicicleta: maior esforço e, provavelmente, menor velocidade.
Fontes
Texto: EXAME.com
Ana Paula Paulino da Costa
Foto: Thinkstock
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