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Custos fixos e variáveis – Abra Seu Negócio http://www.abraseunegocio.com.br Seja um empresário de sucesso! Fri, 17 Mar 2023 13:57:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.6.29 Custos fixos e variáveis: como planejá-los em uma pequena empresa? http://www.abraseunegocio.com.br/2016/10/custos-fixos-e-variaveis-como-planeja-los-em-uma-pequena-empresa/ Tue, 11 Oct 2016 00:00:52 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=16721 Saber o que são e, principalmente, quais são os custos fixos e variáveis é um dos primeiros passos para planejar o orçamento da sua empresa. Definir e classificar os gastos do seu negócio vai ajudar a organizar o fluxo de caixa, bem como as contas a pagar e a receber.

Além de organizar suas finanças, ter controle e administração dos custos fixos e variáveis da sua empresa permite reduzir despesas, adequando-as à sua realidade e, como consequência, aumentando seu lucro.

Aprenda aqui a diferença entre custos fixos e variáveis e como planejá-los em uma pequena empresa:

Entenda o que são custos fixos e variáveis

Primeiramente, é preciso entender o que são esses conceitos. Custos fixos são aqueles que não variam conforme suas vendas. Alguns exemplos são salário dos funcionários, aluguel do estabelecimento, internet, segurança, entre outros.

Já os custos variáveis são aqueles que, como o nome mesmo já diz, variam em função de alguma alteração (normalmente a produção). Como exemplos podemos mencionar os custos de produção de suas mercadorias, água e energia (caso estejam diretamente relacionados com seu produto), etc.

Faça um planejamento orçamentário

Agora que você já sabe qual é a diferença entre os custos fixos e variáveis, está apto a planejar o orçamento da sua empresa. Práticas como elaborar um fluxo de caixa vão permitir que você controle todas as finanças da sua empresa, sabendo exatamente o quanto você ganha e o quanto você gasta por mês.

Dessa maneira, você pode se planejar para fazer investimentos significativos em novos produtos e processos, buscando sempre um aumento no faturamento. Com o planejamento orçamentário você estará preparado para investir em sua empresa sem ser surpreendido pelos imprevistos, alcançando o sucesso esperado.

Fique atento às regulamentações fiscais e tributárias

Outro benefício de saber os custos fixos e variáveis da sua empresa é ter total ciência dos impostos que estão sendo pagos e quando isso acontece. Assim, é possível garantir que seu estabelecimento não sofra com multas.

Existem softwares que permitem que você faça toda a gestão contábil, evitando assim que você sofra com problemas financeiros. Eles funcionam como uma assessoria contábil, realizando todo o controle e gerenciamento das áreas de contabilidade e tributária, e auxiliando com soluções para folha de pagamento.

Invista na sua empresa

Ao controlar todas as suas finanças, sabendo exatamente quais valores serão recebidos e o que deverá ser pago, é possível que você comece a economizar dinheiro para investir no seu próprio negócio.

Com planejamento é possível reduzir custos e, assim, economizar uma certa quantia. Com esse valor, você pode investir em novos produtos ou na ampliação da estrutura física da sua empresa, buscando sempre atender melhor o seu cliente e deixando-o cada vez mais satisfeito.

Conte com um software de gestão

Há mais um benefício em se utilizar a tecnologia na gestão das suas finanças: diminuir o trabalho operacional. Com isso, você tem mais tempo para focar na gestão da empresa como um todo, evitando erros comuns.

O programa fornece relatórios de acompanhamento da sua empresa, indicando onde você deve prestar mais atenção, monitorando e controlando o dia a dia da sua empresa. Dessa maneira é possível, por exemplo, gerenciar melhor seu estoque e manter os funcionários motivados.

Saber a diferença entre custos fixos e variáveis e planejá-los corretamente irá trazer inúmeros benefícios para seu negócio. Você estará a par de tudo o que acontece em sua empresa e se prevenirá da ocorrência de multas ou notificações, devido a atrasos em impostos e outras taxas contábeis.

 

 

Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Da Redação)
Foto: Divulgação

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Custos fixos e variáveis de um restaurante: passo a passo para reduzir http://www.abraseunegocio.com.br/2016/08/custos-fixos-e-variaveis-de-um-restaurante-passo-a-passo-para-reduzir/ Mon, 08 Aug 2016 16:36:36 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=15311 Quem empreende no ramo da alimentação tem na gestão financeira um desafio diário. No início, lidar com números pode assustar, mas tem solução. Conhecer os custos fixos e variáveis de um restaurante é o primeiro passo para organizar o caixa, planejar as compras, reduzir gastos e evitar prejuízos que ameacem o crescimento ou mesmo a continuidade dos negócios.

Principais custos fixos e variáveis de um restaurante

A seguir, vamos entender quais são os principais custos fixos e variáveis de um restaurante e conferir dicas para apertar os gastos em cada um deles. As orientações são de José Carlos Lucentini, mestre em Controladoria e Contabilidade Estratégica e autor dos livros Gestão Operacional de Preços e Custos em Restaurantes (2014) e Gestão, Economia e Finanças na Alimentação (2015), da Editora Livre Expressão.

Custos fixos se repetem todo mês

As despesas nessa categoria não se diferenciam nos restaurantes daquelas aplicadas à média das micro e pequenas empresas. Ao contrário dos custos variáveis, que mudam conforme a produção e as vendas, os fixos se mantêm independentemente se foram negociadas 400 ou 500 refeições diárias, por exemplo. Conheça os principais:

Aluguel

Com o restaurante já instalado, é muito provável que o gasto com aluguel (e talvez condomínio) represente uma despesa significativa no seu orçamento. Afinal, ter um ponto comercial bem localizado, com espaço físico suficiente para comportar toda a estrutura (entre estoque, produção e atendimento) e em condições atrativas ao público tem seu preço.

Você pode tentar negociar os valores e utilizar bem seus argumentos para isso, mas não há garantia de sucesso. A melhor estratégia para reduzir custos com essa despesa está na escolha do local. O espaço precisa responder ao que o empreendimento necessita – nada além ou aquém disso. Seu atual ponto segue esse requisito?

Contas básicas

Os valores a cada mês até mudam um pouco, mas esse é um custo fixo, pois não há como fugir das despesas com água, luz, telefonia, internet e televisão por assinatura, se for o caso. Cada fatura tem uma data de vencimento e, se não houver o devido controle das contas e um pagamento for esquecido, no período seguinte arca-se com os juros.

Se você quer implantar uma redução de custo nas contas básicas, há dois caminhos: primeiramente, negocie com as operadoras, verifique se há pacotes mais acessíveis e, no caso da televisão, se há como cortar canais para diminuir o tamanho da despesa; em segundo lugar, adote e estimule práticas de consumo consciente, poupando água e energia elétrica – o que se refletirá nas cifras cobradas.

Salário e benefícios

A folha de pagamento está entre os custos fixos mensais mais importantes em um restaurante. Afinal, como define Lucentini, o investimento em mão de obra é fator-chave para um colaborador motivado e um cliente satisfeito, dobradinha imprescindível para o sucesso de um empreendimento no ramo alimentício.

No salário, não há como economizar: é preciso se adequar ao mercado. Mas essa não é a única despesa. O vale-transporte, por exemplo, pode representar até 14% da folha de pagamento se o colaborador depende de várias conduções para chegar ao trabalho. Já o convênio médico, quando ofertado, pode sofrer reajustes de até 25% ao ano, afetando o faturamento. Pesquise para encontrar a solução mais em conta.

Custos variáveis são relacionados à matéria-prima

Os alimentos são a matéria-prima do seu negócio. Ainda que compre a mesma quantia todos os meses, esse será um custo variável, pois seu preço está sujeito às mais diversas influências, das econômicas às climáticas.

Enquanto a inflação oficial fechou 2015 em 10,67%, os itens de gênero alimentício, dependendo da região do país, estão entre 13% e 18% mais caros. Já produtos como feijão e leite sofreram reajustes que se aproximam dos 50% no ano, lembra Lucentini. A carne bovina também, a depender do tipo de corte utilizado na sua cozinha.

O que acontece na prática é que o preço das matérias-primas no segmento de alimentação é puxado por mais de um tipo de inflação, além da tradicional, medida por órgãos federais. A chamada inflação climática é bastante conhecida: chuva e frio resultam em perda de qualidade e alta no custo. Já a inflação por demanda, conforme Lucentini, ocorre quando o preço de determinado produto se eleva em razão de uma data comemorativa, como o peru de Natal.

A forma como o cardápio é montado também é determinante no faturamento. Restaurantes comerciais, do tipo bufê, que atuam no varejo, estão mais sujeitos a essa particularidade do que aqueles voltados à coletividade, que servem refeições a empresas. Como exemplo, ele cita que a maior participação de carne bovina gera um custo mais alto do que se o estabelecimento privilegiasse pratos com frango.

Para reduzir gastos com matéria-prima, a sugestão é que o responsável pelas compras do restaurante – que pode ser o próprio dono – faça uma projeção de vendas, ou seja, de refeições servidas, por tipo de prato e os componentes das receitas.

O planejamento ideal é aquele que é realizado com pelo menos 30 a 45 dias de antecedência. “No momento em que identifica o que vai comprar, percebe tendências de preços de matéria-prima”, diz. É com essa informação que pode providenciar substituições, como a do feijão moreninho pelo preto ou mesmo pela lentilha, por exemplo.

Combata as fontes de prejuízo

Da escolha de fornecedores à gestão do estoque, várias são as possíveis fontes de prejuízo em um restaurante. Planejamento e controle são as armas do empreendedor para reduzir perdas.

A primeira ameaça ao caixa está na compra e recebimento da matéria-prima. Sem conhecimento sobre a mercadoria, você pode comprar um produto e receber outro. Lucentini dá como exemplo o tomate: os frutos visíveis na caixa podem ser do tipo mais nobre e caro, como você escolheu, mas logo abaixo terem sido substituídos por outros mais baratos e de menor qualidade e durabilidade. Se não identificar, é prejuízo na certa.

Quer mais um exemplo? Analise o frango que chega congelado até o seu restaurante: qual a quantidade de gelo que acompanha o produto e afeta o seu peso? Você pode estar pagando por algo que não recebeu e, de quebra, adquirir uma quantia de carne insuficiente para atender ao seu planejamento.

No estoque, a situação é igualmente delicada. Em serviços de alimentação, o desafio é controlar a alta rotatividade para não faltar matéria-prima e evitar o desperdício de alimentos com menor saída. Além de integrar o estoque ao seu registro de vendas, outra boa prática é fazer uma inspeção física rotineira (leia-se diária).

Se parece um tanto exagerado, fique com o alerta de Lucentini: apenas os hortifrutigranjeiros podem representar 25% do custo, pois são os itens mais suscetíveis ao desperdício (as carnes vêm logo em seguida). “Muitas vezes, o empresário tem mais dinheiro em estoque do que no banco. O seu cofre está ali”, compara.

Controle é vital na gestão de um restaurante

Os desafios de gestão em um restaurante ou serviço de alimentação são muitos. Como você pôde ver neste artigo, há variáveis diversas que incidem sobre os custos, exigindo uma organização financeira rígida por parte do empresário.

Na hora de controlar seu caixa e integrar processos, pode ser válido recorrer a um sistema informatizado de gestão, o que otimiza tempo e permite acompanhar de maneira mais fácil a realidade das suas finanças e do seu estoque.

Converse com seu contador, mas não abdique de suas obrigações como empreendedor. Se ter um restaurante de sucesso é uma meta, você precisa entender e acompanhar os detalhes da administração do negócio.

 

 

Fontes:
Texto: blog.contaazul.com
(Por Marcio Roberto Andrade)
Foto: Divulgação

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