O segmento de alimentação no setor de franchising vem mantendo resultados positivos apesar do momento econômico instável, tendo registrado um crescimento de 9,4% em 2015, se comparado com 2014, segundo dados da pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) e pela ECD – Consultoria Especializada em Food Service. O estudo também aponta um aumento de 9,5% no ticket médio do setor.
De acordo com a ABF, o setor de alimentação representa 20% do faturamento total no franchising, com uma receita que chega a R$ 27,910 bilhões. Outro ponto de destaque é o tema sustentabilidade. A pesquisa revelou que 76,22% das franquias adotam práticas que diminuem os impactos ambientais em suas atividades.
Um exemplo disso é a Patroni, maior rede de franquias de pizzarias no Brasil. A marca fechou 2015 com faturamento de R$ 335 milhões e 192 unidades. Para este ano, a marca planeja um crescimento de 20% em número de unidades. Alinhada às questões ambientais, a rede instituiu há algumas décadas o projeto “Eco Pizza” que tem como foco substituir o uso de lenha convencional por briquetes em seus fornos, um subproduto da manipulação da madeira, classificado como ecologicamente correto pelo IBAMA. Para 2016, o projeto contribuirá para a preservação a uma área equivalente a 92 estádios do Maracanã.
E nesse cenário otimista no setor de alimentação, a rede de franquias de açougues de carne nobres do Brasil, o Da Fazenda Açougue Gourmet registrou um crescimento de vendas na sua unidade própria da rede que fica em Ponta Grossa, no Paraná. A marca detectou um aumento de 85% em faturamento e 69% em venda de carne no 1° trimestre de 2016, comparando com o mesmo período de 2015.
Também, dentro do segmento alimentício, o delivery tem apresentado um aumento na procura. Os consumidores têm buscado cada vez mais a comodidade do serviço, seja pela praticidade ou economia. Este é o caso do Brasileirinho Delivery, rede de restaurantes de comida típica brasileira em box, que apostou nas entregas a domicílio e hoje aponta que 70% das vendas da rede correspondem a esses pedidos. A marca é pioneira em seu segmento e oferece um cardápio com mais de 25 opções pratos, além de prezar por refeições saudáveis e com sabor caseiro. A rede está presente em 25 estados brasileiros com 180 unidades. Até o final do ano pretende alcançar 200 lojas e uma receita de R$ 90 milhões.
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]]>O Sul é o menor território do país com uma área aproximada de 577 km² abrigando uma população estimada de 27,38 milhões e se dividindo em três estados, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e também considerado o segundo local mais rico do Brasil por apresentar altos índices de PIB (Produto Interno Bruto).
Os números do mercado de franquias também ganham destaque apontando boas oportunidades para progredir. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), mesmo com o momento de crise, o Sul manteve a taxa de 14,9% referente a distribuição de unidades por região comparado a 2014, além disso, ocupou o segundo lugar entre os locais com mais redes franqueadoras, com 16,7%, e o Paraná ficou na terceira posição com 7,8% na comparação entre estados.
Diante deste cenário, marcas que nasceram no Sul planejam sua expansão regional, como a Rabusch – rede de franquias referência em vestuário feminino –, que atualmente conta com 25 unidades franqueadas e 17 próprias, espalhadas pelos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio Grande do Norte. Agora, o objetivo é inaugurar novos pontos nas 15 municípios sulistas até o final de 2017, entre eles, Curitiba, Londrina, Foz do Iguaçu, Balneário Camboriú e Lajeado. “Nosso plano é continuar apostando na expansão por meio das franquias, o que nos dá mais chances de crescer e consolidar a marca regionalmente. Aqui no Sul, as oportunidades para a marca ainda são inúmeras”, conta Alcides Debus, presidente da Rabusch.
Com o mesmo interesse na região, a primeira rede de franquias de açougues gourmet do Brasil, o Da Fazenda Açougue Gourmet, de Ponta Grossa, interior do Paraná, que surgiu em 2014 com a proposta de proporcionar uma experiência única aos consumidores, até 2020 pretende abrir 15 lojas no sul do Brasil. A marca se destaca por oferecer carnes nacionais e importadas, espaço para comemorações sociais, onde também são oferecidos cursos para churrasqueiros e eventos em parceria com chefs renomados e mestres cervejeiros. A empresa conta com uma unidade atualmente e própria. Para o sócio-fundador da rede, Lucas Ribas, os hábitos de consumo dos brasileiros mudaram e hoje em dia as pessoas buscam pela qualidade da carne. “Nossos clientes estão dispostos a pagar um pouco mais para ter um produto superior”, ressalta. O investimento aos que desejam investir em uma franquia da marca varia de R$ 400 mil a R$ 730 mil, com faturamento médio mensal de R$ 120 mil.
Outra empresa que tem o foco no sul do país é a JAN-PRO, rede de franquia norte-americana especializada em serviços de limpeza e conservação de ambientes comerciais, também tem apostado na região sul como parte de sua estratégia de expansão. Após fechar 2015 com faturamento de R$ 30 milhões, a marca tem a perspectiva de triplicar esse valor em 2016, chegando a R$ 90 milhões, e ter 50 novas unidades em operação, sendo quatro delas no sul do país. “Atualmente, temos quatro unidades nos três estados e ainda conseguimos identificar clientes a serem atendidos, por mais 15 unidades”, avalia o diretor executivo da JAN-PRO no Brasil, Renato Ticoulat. Para atender os interessados em ingressar na rede, a marca conta com três modelos de negócio – microfranquia, franquia empresarial e franquia gerencial – com investimento a partir de R$ 8,4 mil, R$ 32,1 mil e R$ 78 mil, respectivamente.
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]]>Criado em uma família tradicional de pecuaristas em Ponta Grossa (PR), no interior do Paraná, Lucas Ribas aproveitou todo o conhecimento que herdou de seu pai sobre produção, comercialização e consumo de carnes para fundar e assumir o comando da primeira franquia de açougue gourmet do Brasil. Desde que foi inaugurada, em julho de 2014, a primeira loja do Da Fazenda Açougue Gourmet não parou de chamar atenção dos moradores da região devido ao espaço arrojado que nada lembra os açougues tradicionais e aos produtos de qualidade de ponta.
Para entender melhor a história do sócio fundador, Lucas é formado em Design Gráfico e tem especialização em Marketing, mas lembra que foi a ideia do pai, o médico veterinário Damasceno Ribas, que o convenceu a vender sua parte em uma agência de publicidade em ascensão de Ponta Grossa. Foi assim que ele passou a se dedicar integralmente a empresa. “Passei um ano inteiro trabalhando em cima do plano de negócio do açougue para transformá-lo em uma rede de franquias”, acrescenta ele.
E foi assim, com um modelo de negócios inovador que Lucas vem registrando bons resultados. A primeira loja do Da Fazenda Açougue Gourmet conquistou um faturamento anual de cerca de R$ 1 milhão, em 2015. “O crescimento exponencial dos últimos meses nos mostrou que estamos no caminho correto ao apostarmos no franchising para expandir. Depois que inauguramos a loja modelo em Ponta Grossa, percebemos que muitas pessoas ficavam impressionadas com o conceito do negócio. Elas perguntavam se era uma franquia para poderem abrir uma unidade em outras cidades”, diz Lucas.
A expectativa para 2016 é abrir quatro franquias no Paraná (Londrina, Maringá, Cascavel e Curitiba) e mais quatro em Santa Catariana (Joinville, Blumenau, Balneário Camboriú e Florianópolis), com previsão de faturamento médio mensal de R$ 120 mil por unidades. Já a expectativa para 2017 é inaugurar novas unidades no interior de São Paulo, no Mato Grosso e no Rio Grande do Sul. O investimento inicial para abrir uma loja da rede é de R$ 400 mil a R$ 730 mil, com taxa de franquia, capital de giro e instalação já inclusos no valor, com uma lucratividade que pode variar entre 8% e 15%.
Ficha de franquia
Nome: Da Fazenda Açougue Gourmet
Segmento de Atuação: Alimentação
Ano de Fundação: 2014
Início no Franchising: 2015
Número de unidades próprias: 1
Número de franquias: 0
Faturamento anual da rede:
Investimento inicial: de R$ 400 mil a R$ 730 mil (incluso taxa de franquia, capital de giro e instalação)
Capital de giro: de R$ 100 mil a R$ 150 mil
Taxa de instalação: de R$ 250 mil a R$ 530 mil
Taxa de franquia: R$ 48 mil
Taxa de royalties: varia de 3,4% a 4,9% de acordo com o faturamento bruto
Taxa de publicidade: Não cobram.
Faturamento médio mensal da unidade: R$ 120 mil
Lucro médio mensal: de 8 a 15%
Prazo de retorno: de 24 a 60 meses
Número de funcionários: de 4 a 8 funcionários
Área da unidade: de 180m² a 300m²
Prazo de contrato: 60 meses
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Redação: (11) 2579-5404
Marcela Baptista – (11) 96488-2265
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]]>O mercado varejista de carnes do Brasil passou por profundas mudanças nos últimos anos. Até a década de 1990 foi dominado por pequenas lojas de bairro, com seus funcionários invariavelmente vestindo aventais sujos de sangue e enormes peças penduradas nos balcões e câmaras frigoríficas. Porém, aos poucos, esses comerciantes foram perdendo espaço para os supermercados, que passaram a vender carnes já cortadas, embaladas e dispostas em grandes balcões refrigerados, permitindo que o consumidor se servisse por conta própria.
Seria o fim dos açougues, porém, mais recentemente, com o crescimento da renda da população e com cada vez mais pessoas se interessando por gastronomia e alimentação saudável, sugiram modelos mais sofisticados, com lojas arejadas e bem arrumadas, produtos expostos em freezers de aço inox, áreas para eventos e, o mais importante, oferta de cortes nobres e de procedência controlada: os açougues gourmet.
Agora, surge a primeira rede de franquias de açougues gourmet do Brasil, o Da Fazenda, originário de Ponta Grossa, interior do Paraná, Estado tradicional na pecuária de corte. A proposta do negócio é disponibilizar uma experiência única e completa aos consumidores, que vai desde o visual da loja, o atendimento feito por especialistas e a qualidade dos produtos.
O manuseio das carnes é feito por um butcher expert, profissional treinado pela universidade corporativa Da Fazenda e habilitado a oferecer todo o suporte que o cliente precisar, desde o fornecimento de informações sobre a origem do produto e as melhores formas de preparo. O Da Fazenda Açougue Gourmet conta com uma linha composta por quatro tipos de carnes: a Reserva Premium Black (carnes nobres), Tradicional (carnes com qualidade superior, mas com preços mais acessíveis), Dia a Dia (carnes mais conhecidas entre os consumidores) e Butcher Expert (carnes com cortes e temperos exclusivos criados pelo próprio açougue).
Para oferecer o melhor produto é essencial levar sempre em consideração fatores como a raça, componentes genéticos e o tratamento que o animal recebeu durante a engorda. Um dos diferencias do Da Fazenda é que a empresa tem tradição no mercado de criação de gado. O fundador é o pecuarista Damasceno Ribas, profissional com mais de 35 anos de experiência em produção de animais de corte. Além de Ribas, o Da Fazenda Açougue Gourmet conta com um time multidisciplinar altamente capacitado para escolher os melhores cortes disponíveis no mercado nacional e internacional.
A rede oferece carnes frescas e congeladas. São produtos importados de diversos países, como Argentina, Uruguai e Austrália, além de cortes nacionais produzidos nas melhores fazendas.
“O Da Fazenda Açougue Gourmet é um negócio diferenciado, que garante blindagem em momentos econômicos menos favoráveis, uma vez que a proteína animal é item essencial para a maioria dos brasileiros”, ressalta Lucas Ribas, 29, diretor da empresa. Para o empreendedor, os hábitos de consumo dos brasileiros mudaram com o passar das décadas. Hoje, os clientes não querem somente consumir a famosa “picanha”, eles estão interessados em conhecer novos cortes, além de aprimorar o preparo e refinar o tempero.
Outro diferencial do Da Fazenda é o Espaço Gourmet disponível nas lojas. Neste local é possível realizar degustações, eventos sociais ou corporativos, além de encontros com amigos e clientes. No espaço também são oferecidos cursos para churrasqueiros e eventos em parceria com chefs renomados e mestres cervejeiros.
Do ponto de vista dos investidores, este é um ponto bastante positivo, uma vez que o franqueado poderá gerar receitas com as vendas de produtos e serviços.
Mais informações em www.dafazendafranquias.com.br
Ficha de franquia
Nome: Da Fazenda Açougue Gourmet
Segmento de Atuação: Alimentação
Ano de Fundação: 2014
Início no Franchising: 2015
Número de unidades próprias: 1
Número de franquias: 0
Faturamento anual da rede:
Investimento inicial: de R$ 400 mil a R$ 730 mil (incluso taxa de franquia, capital de giro e instalação)
Capital de giro: de R$ 100 mil a R$ 150 mil
Taxa de instalação: de R$ 250 mil a R$ 530 mil
Taxa de franquia: R$ 48 mil
Taxa de royalties: varia de 3,4% a 4,9% de acordo com o faturamento bruto
Taxa de publicidade: Não cobram.
Faturamento médio mensal da unidade: R$ 120 mil
Lucro médio mensal: de 8 a 15%
Prazo de retorno: de 24 a 60 meses
Número de funcionários: de 4 a 8 funcionários
Área da unidade: de 180m² a 300m²
Prazo de contrato: 60 meses
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