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Desemprego no Brasil – Abra Seu Negócio http://www.abraseunegocio.com.br Seja um empresário de sucesso! Fri, 17 Mar 2023 13:57:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.6.29 Desemprego no Brasil interrompe 4 altas e permanece em 11,2% no tri até maio, mostra Pnad http://www.abraseunegocio.com.br/2016/06/desemprego-no-brasil-interrompe-4-altas-e-permanece-em-112-no-tri-ate-maio-mostra-pnad/ Wed, 29 Jun 2016 23:54:59 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=13544 RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) – A taxa de desemprego do Brasil interrompeu série de quatro altas seguidas e permaneceu em 11,2 por cento no trimestre encerrado em maio, mas ainda mostrando forte deterioração do mercado de trabalho e da renda em meio ao cenário de recessão e inflação elevada.

Com isso, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua mostrou que a taxa de desemprego permaneceu na máxima da série histórica iniciada em 2012, informou nesta quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A deterioração do mercado de trabalho fica clara na comparação com o mesmo trimestre de 2015, quando o desemprego havia sido de 8,1 por cento.

“Houve perdas significativas no mercado de trabalho principalmente em relação ao trimestre encerrado em maio do ano passado. O mercado mostra perdas que estão ligadas ao ambiente econômico”, destacou o coordenador da pesquisa no IBGE, Cimar Azeredo.

O resultado do trimestre até maio foi melhor do que a expectativa em pesquisa da Reuters de que a taxa subisse a 11,4 por cento na mediana das projeções.

A Pnad Contínua mostrou que o total de desempregados no período chegou a 11,44 milhões, recorde da série e alta de 40,3 por cento sobre um ano antes, ou 3,284 milhões de pessoas a mais em busca de um emprego. Nos três meses até abril, eram 11,411 milhões de desempregados.

A população ocupada teve queda de 1,4 por cento na comparação com o mesmo período de 2015, o que significa 1,255 milhão de pessoas a menos em relação ao ano passado.

Sobre o rendimento médio da população ocupada, a Pnad Contínua mostrou que no trimestre até maio houve queda de 2,7 por cento sobre o mesmo período de 2015, para 1.982 reais.

Dados do Ministério do Trabalho já haviam mostrado a fragilidade do mercado de trabalho no Brasil em maio, ao apontar que nos cinco primeiros meses do ano foram registradas 448.101 demissões líquidas, recorde histórico para a série iniciada em 2002, após o fechamento de 72.615 vagas formais de trabalho somente no mês passado.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira)
Foto: Divulgação

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Desemprego no Brasil para de subir em setembro, a 7,6%, mas não indica melhora http://www.abraseunegocio.com.br/2015/10/desemprego-no-brasil-para-de-subir-em-setembro-a-76-mas-nao-indica-melhora/ Thu, 22 Oct 2015 22:03:33 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=6379 A taxa de desemprego do Brasil permaneceu em 7,6 por cento em setembro, melhor do que o esperado mas que não indica melhora no atual cenário já que a redução da procura por vagas reflete o desânimo do trabalhador em conseguir uma colocação.

Pela primeira vez no ano, a taxa medida pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME) parou de subir, mas ainda assim é a maior para setembro desde 2009, quando foi de 7,7 por cento.

(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

A expectativa em pesquisa da Reuters era de que a taxa subisse a 7,8 por cento.

O cenário recessivo, aliado à inflação elevada, tem pesado sobre o mercado de trabalho. Além disso, a forte crise política também mina a confiança de empresários e consumidores.

Segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, a população desocupada –que inclui as pessoas à procura de uma posição nas seis regiões metropolitanas analisadas– teve queda de 0,2 por cento no mês passado na comparação com o mês anterior, mas saltou 56,6 por cento sobre um ano antes, atingindo 1,853 milhão de pessoas.

“As pessoas estão descrentes de que vão arrumar um emprego efetivamente, e saem da pesquisa. Estão fazendo bicos, estudando para alguma especialização e isso é normal nesse período de crise”, disse o economista-chefe da Austin Rating Alex Agostini.

A população ocupada recuou 0,2 por cento sobre agosto e 1,8 por cento ante o mesmo mês do ano passado, chegando a 22,683 milhões de pessoas.

Segundo Agostini, a tendência sazonal de criação de vagas no fim do ano teve acontecer num padrão bem abaixo da média histórica, e a tendência é que a taxa de desemprego caia até o fim do ano. “Mas isso não significa que está bom. Existe falta de perspectiva de conseguir emprego”, disse ele, para quem a taxa fechará este ano em 7 por cento.

O IBGE mostrou ainda que a renda média da população recuou 0,8 por cento em setembro, para 2.179,80 reais mensais, enquanto na comparação anual houve recuo de 4,3 por cento.

No trimestre encerrado em julho, o desemprego no Brasil subiu a 8,6 por cento, renovando o nível mais alto da série histórica iniciada da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua iniciada em 2012, que engloba todas as regiões do país. A PME, que deixará de existir no início de 2016, abrange apenas seis regiões metropolitanas.

Na pesquisa Focus do Banco Central junto a uma centena de economistas, a expectativa é de que a economia irá contrair 3 por cento este ano e 1,22 por cento em 2016.

(Edição de Alexandre Caverni e Patrícia Duarte)

Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira)/Matéria Original:
http://br.reuters.com/article/topNews/idBRKCN0SG1H820151022?sp=true
Foto: Internet

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