O desemprego está em alta e por mais que haja uma perspectiva de melhor, essa não será em curto prazo, outro ponto é que se observa um crescente desânimo no mercado profissional com a insatisfação dos profissionais por motivos variados, criando uma crescente busca por um reposicionamento no mercado no trabalho. Assim, alguns cuidados devem ser tomados antes de qualquer ação de procura de emprego ou mesmo de mudança.
É importante ter claro que, em momentos de incertezas na economia e nos resultados das empresas, o surgimento de novas oportunidades fica comprometido, com isso, buscar uma recolocação no mercado de trabalho tende a ser mais dificultoso. Mas, isso não torna impossível.
Desemprego é motivo de desespero?
Pode parecer difícil manter a calma diante o desespero e as informações negativas do mercado que vemos diariamente, mas, nesse momento manter a tranquilidade e equilíbrio torna-se um fator essencial para seu reposicionamento.
Para e repare como sempre a ansiedade e o desespero tende a dificultar ainda mais o raciocínio e apresentação de suas habilidades técnicas e comportamentais, por isso se controle. Além disso, agir por impulso de induzi-lo a decidir por uma oportunidade qualquer, que não agregará em sua vida profissional ou poderá deixar vulnerável a golpes existentes no mercado, por trás de oportunidade milagrosas de ganhos. Assim, primeiro ponto que ressalto, mantenha o raciocínio lógico.
Passos para se reposicionar
A busca por reposicionamento não é tão simples, porém também não é impossível, sendo necessário planejamento e preparo em suas ações e construções de novas oportunidades. Cito sete passos que julgo importantes para que essa busca tenha êxito:
1. Amplie sua rede de relacionamentos a cada momento, isto é trabalhe o seu network, lembrando que esse não deve ser utilizado somente nas necessidades. Assim, esteja pronto também para ajudar e nunca deixar de ser lembrado;
2. Defina a estratégia para que possa desenvolver sua autoapresentação, de forma transparente, segura e que demonstre preparo;
3. Crie interesse por parte do entrevistador, através de um Curriculum Vitae bem elaborado, com ordem e clareza na apresentação descrita e verbal, apresentando quais seus objetivos e seu potencial;
4. Cuidar da imagem pessoal é tão importante quantos os demais itens, demonstram autoestima e amor próprio, pois, primeiro temos que gostar de nós mesmos para depois gostar do que fazemos;
5. Busque conhecimento e informações além de sua formação, a fim de manter-se atualizado diante das mudanças de mercado;
6. Conheça as empresas que tem interessem em buscar oportunidades, analisando seus produtos ou serviços, estrutura e sua colocação de mercado.
7. Tenha transparência e autenticidade, esses pontos que atraem as empresas, portanto, não queira construir um personagem, seja você mesmo, demonstre o quanto tem valor nas competências técnicas e comportamentais.
Estou empregado, mas insatisfeito!
O fato de passarmos por uma crise não significa que os profissionais que estejam posicionados e desmotivados devam ficar estagnados, sem analisar novas possibilidades. Porém, aconselho que primeiramente se busque quais os motivos que estão levando a condição de desmotivação, criando oportunidades de mudança do ambiente e tornando-o mais atraente.
Após essas ações e análises, concluindo-se que realmente é momento, recomendo que busque novas oportunidades, contudo, antes de deixar a colocação atual, aguarde o melhor momento e uma boa proposta para tomar a decisão em definitivo.
Enquanto isso não ocorrer, busque motivação para contribuir com a empresa, atitude que considero no mínimo profissional e que dará respeito e consideração futura. Lembrando que deixar um legado positivo em resultados e em atitudes pode consolidar sua imagem em seu campo profissional.
Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH.
Fontes:
Texto: Bazz Estratégia e Operação de RH
(Por Paulo Fabrício Ucelli)
Foto: Internet
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]]>A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua mostrou que o número de desempregados no período subiu 33,1 por cento na comparação com o mesmo período de 2015, atingindo um total de 12,132 milhões de pessoas, maior nível para a série iniciada em 2012. Nos três meses até outubro eram 12,042 milhões de pessoas sem emprego.
A taxa de desemprego divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira não foi ainda pior porque aumentou o número de pessoas fora da força de trabalho.
Esse grupo representa aqueles que não estão procurando emprego e por isso saem da conta e aumentou 1,5 por cento no período entre setembro e novembro sobre o ano anterior, o que representa 967 mil trabalhadores.
A população ocupada continuou diminuindo, registrando um recuo de 2,1 por cento no trimestre até novembro sobre o ano anterior, ou 1,941 milhão de pessoas a menos.
A apatia do mercado de trabalho é reflexo da forte retração econômica pela qual o país passa, com a taxa de desemprego bem acima da leitura de 9,0 por cento no trimestre até novembro de 2015.
A expectativa em pesquisa da Reuters era de que o dado dos três meses até novembro ficasse em 11,9 por cento.
A renda média do trabalhador, ainda segundo a Pnad Contínua, caiu mais uma vez, mostrando perda de 0,5 por cento sobre o mesmo período do ano passado, a 2.032 reais.
A recessão econômica vem ajudando a inflação a perder força no país em meio ao desemprego alto, mas as perspectivas não são de recuperação sustentada em breve, com a atividade mostrando dificuldades de retomada.
A última pesquisa Focus do Banco Central mostra que os economistas veem uma expansão de apenas 0,5 por cento em 2017, após contração do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,49 por cento este ano.
Fontes:
Texto: Reuters
(Por Camila Moreira)
Foto: Divulgação
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]]>Com o resultado, mostrou a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego renovou a máxima do levantamento, iniciado em 2012. No trimestre até junho, a taxa havia sido de 11,3 por cento.
A expectativa em pesquisa da Reuters era de que a taxa de desemprego atingisse 11,5 por cento em julho pela mediana das projeções.
“Estamos caminhando para o terceiro trimestre e a taxa ainda está subindo e no nível mais alto dela. Isso é de estranhar em termos históricos”, afirmou o coordenador da pesquisa Cimar Azeredo. “Tradicionalmente, o número de desocupados era para estar cedendo. Isso é reflexo claro da recessão instalada no Brasil”, acrescentou.
A Pnad Contínua mostrou que o total de desempregados no período de maio a julho foi de 11,847 milhões, salto de 37,4 por cento em relação ao mesmo período do ano passado, ou 3,225 milhões a mais de pessoas. Nos três meses até junho, eram 11,586 milhões de desempregados.
A população ocupada diminuiu 1,8 por cento frente ao mesmo período do ano passado, o que representa 1,698 milhão de pessoas a menos em relação ao ano passado.
A Pnad Contínua mostrou que nos três meses até julho houve queda de 3 por cento no rendimento médio em relação ao mesmo período de 2015, para 1.985 reais.
Na semana passada, dados do Ministério do Trabalho já haviam mostrado números destacando a deterioração do mercado de trabalho no mês passado, com o fechamento de 94.724 vagas, acima do esperado pelo mercado.
Fontes:
Texto: Reuters
(Por Rodrigo Viga Gaier e Patrícia Duarte)
Foto: Divulgação
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]]>A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgada nesta sexta-feira, mostrou piora da taxa de desemprego, que havia ficado em 9,0 por cento no quarto trimestre, renovando mais uma vez a máxima da série histórica iniciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2012.
O quadro de forte deterioração do mercado de trabalho fica ainda mais claro quando se compara com o primeiro trimestre do ano passado, quando a taxa de desemprego foi de 7,9 por cento. No trimestre encerrado em fevereiro, a taxa havia passado de dois dígitos pela primeira vez, a 10,2 por cento.
“Não houve no primeiro trimestre deste ano efetivação de temporários. O mercado de trabalho é reflexo da conjuntura e, como ela está desfavorável, há impacto direto no emprego”, o coordenador da pesquisa no IBGE, Cimar Azeredo.
No trimestre passado, o número de desempregados chegou ao novo recorde de 11,089 milhões, alta de 22,2 por cento sobre o quarto trimestre. Em relação a um ano antes, o salto foi de 39,8 por cento, o que representa 3,155 milhões de pessoas a mais procurando emprego.
Já a população ocupada, segundo a Pnad Contínua, mostrou queda de 1,7 por cento no primeiro trimestre sobre o quarto e de 1,5 por cento sobre igual período de 2015, ou 1,384 milhão de pessoas a mais sem trabalho em relação ao ano passado.
O rendimento médio da população ocupada, informou ainda o IBGE, apresentou avanço de 0,3 por cento no primeiro trimestre sobre o período anterior, mas queda de 3,2 por cento sobre os três primeiros meses de 2015, para 1.966 reais.
No primeiro trimestre do ano, foram fechadas 319.150 vagas formais de trabalho, segundo dados do Ministério do Trabalho.
A pesquisa Focus do Banco Central, que ouve semanalmente uma centena de economistas, mostra que a expectativa é de que o Produto Interno Bruto (PIB) sofra contração de 3,88 por cento este ano.
Fontes:
Texto: Reuters
(Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira)
Foto: Divulgação
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]]>A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta quinta-feira mostrou que a taxa de desemprego atingiu 7,6 por cento em janeiro, após registrar 6,9 por cento em dezembro em Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.
Passado o efeito favorável da sazonalidade de fim de ano, a taxa foi a mais alta para janeiro desde 2009, quando foi de 8,2 por cento. Expectativa em pesquisa da Reuters era de que a taxa ficaria em 7,95 por cento por cento no mês na mediana das previsões.
O IBGE informou ainda que a renda caiu 1,3 por cento em janeiro na comparação com dezembro, chegando a 2.242,90 reais. Sobre o mesmo mês de 2015, despencou 7,4 por cento, em meio ao cenário de inflação e juros elevados.
No mês passado, a população ocupada recuou 1,0 por cento na comparação mensal, e sobre janeiro de 2015 teve recuo 2,7 por cento, o que reflete as dispensas de trabalhadores no início do ano.
A população desocupada, que são as pessoas à procura de uma posição, avançou 8,4 por cento em janeiro contra o mês anterior e teve forte alta de 42,7 por cento sobre um ano antes, chegando 1,879 milhão de pessoas.
“O desemprego cresce em razão da população ocupada menor e mais pessoas foram procurar trabalho. As demissões não parecem ser um fenômeno temporário”, disse a técnica da pesquisa no IBGE, Adriana Beringuy.
A fraqueza do mercado de trabalho também fica clara nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, cuja taxa de desemprego permaneceu em 9 por cento no trimestre encerrado em novembro, maior patamar da série iniciada em 2012.
Analistas não veem melhora do mercado de trabalho deste ano, diante do quadro de recessão prolongada. A expectativa na pesquisa Focus do Banco Central, que ouve semanalmente uma centena de economistas, é de contração econômica de 3,40 por cento em 2016, com inflação de 7,62 por cento, acima do teto da meta do governo.
Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Camila Moreira em São Paulo e Rodrigo Viga Gaier no Rio de Janeiro)
Foto: Internet
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]]>Vestir o jaleco de metalúrgico do setor naval era o sonho de Everton Dayvid, 27 anos. Enquanto trabalhava na portaria de um edifício de classe média em Boa Viagem, aproveitava o tempo vago para estudar. A vida como porteiro foi curta. Uma oportunidade no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Suape, fez o jovem trocar de farda. Aprendeu a profissão de montador e passou também pela Refinaria Abreu e Lima (Rnest) e pelo Estaleiro Promar. Em dezembro do ano passado, Everton entrou na estatística do desemprego. Em Pernambuco, o setor de metalurgia demitiu 4 mil profissionais, impactado pela crise econômica e pela operação Lava Jato. A dificuldade de voltar ao mercado de trabalho fez o metalúrgico se aventurar na carreira de empreendedor. Montou a oficina Candeias Reboques, especializada na fabricação de trailer para food truck.

Foto (Heudes Regis/JC Imagem): Ricardo, George, Everton e Rodrigo apostaram no próprio negócio.
Diante do avanço do desemprego, os brasileiros estão investindo o dinheiro de suas rescisões na abertura do próprio negócio. “Em momentos de crise, ocorrem esses ciclos de empreendedorismo. No primeiro semestre deste ano, o número de microempresas e empresas de pequeno porte cresceu 16,5% no Estado. Esse é um caminho, mas precisa fazer o dever de casa. O empresário tem que ter capacidade de correr risco calculado, que é diferente de correr perigo”, alerta o analista de Atendimento Individual do Sebrae em Pernambuco, Luiz Nogueira, com 35 anos de experiência no tema.
A desmobilização da Rnest, em Suape, contribuiu para Pernambuco liderar o ranking de desemprego no Nordeste. Em julho, a taxa na Região Metropolitana do Recife alcançou 9,2%. Nos sete primeiros meses do ano foram fechados 77,9 mil postos de trabalho. Em contraponto ao desemprego, cresceram os investimentos em abertura de novos empreendimentos, com destaque para as franquias. “Está acontecendo um fenômeno que chamamos de empreendedorismo por necessidade. A expansão do número de Microempreendedores Individuais (MEIs) coincide com a intensificação do desemprego a partir do segundo trimestre. Até abril, o crescimento estava na casa dos 7%, mas a partir de maio dobrou para 15%”, compara o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi.
As franquias estão na lista dos negócios mais procurados. “Há uma tendência de crescimento do setor em anos de crise, porque as pessoas temem arriscar num negócio novo e apostam nas marcas consolidadas. As microfranquias, com investimento entre R$ 2 mil e R$ 80 mil são as mais procuradas. Para este ano, estamos apostando numa expansão de 13% do faturamento, na comparação com 2014. No primeiro semestre, o aumento foi de 11,2%”, observa o diretor da regional Nordeste da Associação Brasileira de Franchising (ABF), Leonardo Lamartine.
Optar por uma franquia foi o caminho escolhido pelo geógrafo Rodrigo Ferreira, 30. Depois de passar três anos e meio trabalhando numa empresa de tecnologia do Porto Digital, em fevereiro deste ano, ele recebeu a notícia de que seria demitido por conta da crise. A empresa precisava cortar custos e ele entrou na lista. “Foi um momento doloroso porque gostava do que fazia ali e as pessoas me respeitavam. Fiquei sem saber pra onde ia até que recebi o convite de um casal de amigos para assumir a franquia da Docecleta na Zona Norte do Recife”, conta. Criada há um ano, a food bike é especializada na venda de brownie, com uma unidade fixa no RioMar e cinco bicicletas na comercialização de rua. O empreendedor conta que já está conseguindo tirar uma renda superior a que tinha no emprego de carteira assinada.
Acostumado a ciclos na carreira, o empresário Ricardo Dornelas, 44, aproveitou um hobby para empreender. “Sempre gostei de fazer comida, mas minha especialidade era a culinária regional. Preparava buchada, rabada e mão-de-vaca para comer com os amigos. Nunca tinha feito um bolo na vida até decidir fazer brownie. Pesquisei na internet, li livros e montei minha receita”, diz. O negócio ganhou escala e se transformou na Seven Brownie. O empresário procurou o Sebrae para profissionalizar a empreitada.
De carona na tendência do food truck, Everton aproveitou seus conhecimentos em metalurgia para montar trailer. “Entrego o trailer todo pronto com instalação hidráulica e elétrica, além de fazer parceria com fornecedores para adesivar e equipar com equipamentos de cozinha. Quero expandir meu negócio e continuar empreendendo. Hoje tiro o triplo do salário que tinha em Suape e emprego meu irmão e três colegas que perderam emprego no complexo”, comemora.
História de ousadia é a do administrador George Rodrigues, 30. Diferente dos demais exemplos desta reportagem, ele deixou um emprego estável na Unilever para investir na My Burger. A hamburgueria tem duas lojas (Piedade e Casa Forte) e emprega 18 pessoas. Prestes a ser promovido ao mais alto nível de gerência na multinacional, George achou que era o momento de sair e arricar na criação do próprio negócio. O sonho de ser empreendedor ele já tinha. Causou surpresa entre os colegas da empresa quando anunciou a saída. Sem receber indenização porque pediu demissão, o empresário raspou as economias que fez ao longo da vida profissional. “Desde que comecei a estagiar decidi que juntaria entre 10% e 20% da minha renda por mês. Foi com esse dinheiro que abri a My Burger”, conta.
O jovem empresário conta que investiu R$ 200 mil na primeira loja, inaugurada em Piedade. “Para empreender é necessário observar o momento do mercado, ter uma boa ideia e estar num bom momento pessoal. Eu tinha tudo isso e resolvi arriscar”, afirma. Para conhecer o segmento ele visitou 27 hamburguerias no Brasil e no exterior até definir seu modelo de negócio. Optou pela personalização, pelo conceito “faça do seu jeito”. Na My Burger, o cliente monta escolhe a carne, o queijo, o complemento e o molho, além de batizar o próprio sanduíche, que recebe uma plaquinha impressa com o nome escolhido.
Em outro movimento de ousadia, George inaugurou há pouco mais de dois meses a segunda unidade da My Burger, em plena crise econômica. A nova loja demandou investimento de R$ 250 mil. “Empreender é exercitar a cidadania. Gero empregos e vejo meus colaboradores realizando sonhos. Mas não é fácil, porque o Brasil não tem um ambiente de negócios favorável ao pequeno empreendedor. Tem que planejar, ter uma boa poção de loucura e arriscar”, diz. A próxima meta da My Burger é inaugurar mais duas ou três lojas próprias e comercializar franquia da marca a partir de 2017.
Fontes:
Texto: jconline.ne10.uol.com.br
(Por Adriana Guarda) Matéria Original:
http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/economia/pernambuco/noticia/2015/08/30/na-crise-desempregados-viram-empreendedores–196646.php
Fotos: Foto Destaque (Internet) e Foto (Heudes Regis/JC Imagem): Ricardo, George, Everton e Rodrigo apostaram no próprio negócio.Heudes
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