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dia internacional da mulher – Abra Seu Negócio http://www.abraseunegocio.com.br Seja um empresário de sucesso! Fri, 17 Mar 2023 13:57:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.6.29 Especial Dia Internacional da Mulher: Se inspire na história da Luzia Costa http://www.abraseunegocio.com.br/2020/03/especial-dia-internacional-da-mulher-se-inspire-na-historia-da-luzia-costa/ Thu, 05 Mar 2020 13:48:53 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=25484 fvbrasil

O Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 08 de março, se aproxima, e queremos que você relembre histórias de mulheres incríveis que lutaram e ainda lutam diariamente para terem seu espaço, serem reconhecidas, entre outros motivos que as tornam protagonistas deste marco.

Lembrou de grandes nomes?! Pois bem, infelizmente nem sempre as mulheres recebem os créditos que merecem e precisam diariamente enfrentar os grandes desafios da vida. É o caso da Luzia Costa, hoje, empresária, fundadora de uma das maiores redes de embelezamento do olhar e da face, a Sóbrancelhas, é uma mulher que transmite força, determinação e poder. Porém sua trajetória até conquistar todo reconhecimento, não foi nada fácil.

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Com mais de 15 anos no mercado trilhando sua história marcada por dificuldades e uma trajetória bem-sucedida, Luzia Costa já foi manicure, dona de carrinho de lanches, teve lanchonete, pizzaria, faliu, vendeu biscoitos caseiros, produziu tomates secos e pirulitos, mas nunca desistiu de crescer profissionalmente e ser reconhecida por toda sua competência.

Em um momento de muita dificuldade surgiu uma oportunidade de fazer um curso de massagem gratuito na prefeitura de Roseira (interior de SP) onde morava na época, e após algumas semanas começou a atender clientes em sua casa mesmo. Mas ainda não estava satisfeita e teve a ideia de realizar o serviço que acabara de aprender, em uma tenda na praia de Ubatuba (SP) em alta temporada.

Luzia não tinha condições financeiras e muito menos experiência no mundo empresarial, mas as massagens e serviços de manicure, sobrancelhas e depilação foram os primeiros passos para virar o jogo e se tornar uma empresária de muito sucesso.

Após um ano de muita luta conseguiu pagar as dívidas que possuía da falência e voltou a morar em Taubaté (SP) onde recomeçou toda sua vida atendendo alguns clientes de graça para se tornar conhecida até conseguir alugar uma sala para atendê-los.

Para crescer cada vez mais, a empreendedora fez outras especializações no setor de estética, e sempre se destacou no segmento de sobrancelhas. Então com seu sucesso no ramo, outros profissionais iam até seu pequeno empreendimento para aprender as técnicas. Foi assim que a sala de atendimento virou um centro de treinamento renomado tanto na cidade como em todo Vale do Paraíba.

O Centro de Treinamento mudou a sua vida quando começou a ministrar técnicas para funcionárias de uma franquia que acabara de chegar na cidade. Assim surgiu o momento da Luzia abrir sua própria rede de franquia.

Em 2013 fundou a Sóbrancelhas no Taubaté Shopping e após quatro meses de operação teve sua primeira franqueada na cidade de Guaratinguetá (SP). O sucesso não parou mais, hoje a rede está consolidada com mais de 200 unidades em todas as regiões do Brasil e vem ganhando espaço em outros países como Argentina e Bolívia.

“A maioria das pessoas pensam que foi fácil ou rápido alcançar a posição que tenho hoje, mas demorou anos, enfrentei julgamento desigual, tive medo de fracassar, muitas vezes faltou apoio, porém o segredo é você ser a pessoa que mais acredita em você mesmo. Ser resiliente e ter determinação, são dois fatores importantes para todas as mulheres que sonham em crescer seja profissionalmente ou em questões pessoais”, completa Luzia Costa.

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Fontes:
Texto: www.tnh1.com.br
(Por Blog Rico)
Foto: Divulgação

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Homenagem à Mulher – Um pouco da história feminina no Brasil e no mundo http://www.abraseunegocio.com.br/2016/03/homenagem-a-mulher-um-pouco-da-historia-feminina-no-brasil-e-no-mundo/ Tue, 08 Mar 2016 19:48:30 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=9150 O Dia 08 de março é marcado pelo Dia Internacional da Mulher, e pensando em várias maneiras de homenagear nossas leitoras, resolvemos contar um pouco da história da mulher no mundo e no Brasil, assim, você fica conhecendo um pouco mais da sua história e descobre como o chamado “Sexo Frágil”, é na verdade, muito forte, determinado e vitorioso!

Os fatos por trás da data, as histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento.

Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.

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Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – em um protesto conhecido como “Pão e Paz” – que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.

Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

“O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países”, explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas (Unicamp).

No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.

Conquistas históricas das mulheres no Brasil

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– 1822: Maria Leopoldina Josefa Carolina, arquiduquesa da Áustria e imperatriz do Brasil, exerce a regência, em 1822, na ausência de D. Pedro I, que se encontrava em São Paulo. A imperatriz envia-lhe uma carta, juntamente com outra de José Bonifácio, além de comentários a Portugal criticando a atuação do marido e de dom João VI. Ela exige que D. Pedro proclame a independência do Brasil e, na carta, adverte: “O pomo está maduro, colhe-o já, senão apodrece”.
– 1827: surge a primeira lei sobre educação das mulheres, permitindo que freqüentassem as escolas elementares; as instituições de ensino mais adiantado eram proibidas a elas.
– 1879: As mulheres têm autorização do governo para estudar em instituições de ensino superior; mas as que seguiam este caminho eram criticadas pela sociedade.
– 1885: A compositora e pianista Chiquinha Gonzaga estreia como maestrina, ao reger a opereta “A Corte na Roça”. É a primeira mulher no Brasil a estar à frente de uma orquestra. Precursora do chorinho, Chiquinha compôs mais de duas mil canções populares, entre elas, a primeira marcha carnavalesca do país: “Ô Abre Alas”. Escreveu ainda 77 peças teatrais.
– 1887: Formou-se a primeira médica no Brasil: Rita Lobato Velho. As pioneiras tiveram muitas dificuldades em se afirmar profissionalmente e algumas foram ridicularizadas.
– 1917: A professora Deolinda Daltro, fundadora do Partido Republicano Feminino em 1910, em plena República Oligárquica, lidera uma passeata exigindo a extensão do voto às mulheres.
– 1927: O Governador do Rio Grande do Norte, Juvenal Lamartine, consegue uma alteração da lei eleitoral dando o direito de voto às mulheres. O primeiro voto feminino no Brasil – e na América Latina! – foi em 25 de novembro, no Rio Grande do Norte. Quinze mulheres votaram, mas seus votos foram anulados no ano seguinte. No entanto, foi eleita a primeira prefeita da História do Brasil: Alzira Soriano de Souza, no município de Lages – RN.
– 1932: Getúlio Vargas, no início da Era Vargas, promulga o novo Código Eleitoral, garantindo finalmente o direito de voto às mulheres brasileiras. A primeira atleta brasileira a participar de uma Olimpíada, a nadadora Maria Lenk, de 17 anos, embarca para Los Angeles. É a única mulher da delegação olímpica.
– 1933: Nas eleições para a Assembléia Constituinte, são eleitos 214 deputados e uma única mulher: a paulista Carlota Pereira de Queiroz.
– 1937/1945: O Estado Novo criou o Decreto 3199 que proibia às mulheres a prática dos esportes que considerava incompatíveis com as condições femininas tais como: “luta de qualquer natureza, futebol de salão, futebol de praia, pólo, pólo aquático, halterofilismo e beisebol”. O Decreto só foi regulamentado em 1965.

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– 1948: Depois de 12 anos sem a presença feminina, a delegação brasileira olímpica segue para Londres com 11 mulheres e 68 homens.
– 1960: Durante o Período Democrático, a grande tenista brasileira, a paulista Maria Esther Andion Bueno torna-se a primeira mulher a vencer os quatros torneios do Grand Slam (Australian Open, Wimbledon, Roland Garros e US Open). Conquistou, no total, 589 títulos em sua carreira.
– 1979: Eunice Michilles, então representante do PDS/AM, torna-se a primeira mulher a ocupar o cargo de Senadora, por falecimento do titular da vaga. A equipe feminina de judô inscreve-se com nomes de homens no campeonato sul-americano da Argentina. Esse fato motivaria a revogação do Decreto 3.199.
– 1980: Recomendada a criação de centros de autodefesa, para coibir a violência contra a mulher. Surge o lema: “Quem ama não mata”.
– 1983: Surgem os primeiros conselhos estaduais da condição feminina (MG e SP), para traçar políticas públicas para as mulheres. O Ministério da Saúde cria o PAISM – Programa de Atenção Integral à Saúde da Mulher, em resposta à forte mobilização dos movimentos feministas, baseando sua assistência nos princípios da integralidade do corpo, da mente e da sexualidade de cada mulher.
– 1985: Surge a primeira Delegacia de Atendimento Especializado à Mulher – DEAM (SP) e muitas são implantadas em outros estados brasileiros. Ainda neste ano, com a Nova República, a Câmara dos Deputados aprova o Projeto de Lei que criou o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher. É criado o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem), em lugar do antigo Fundo de Contribuições Voluntárias das Nações Unidas para a Década da Mulher.
– 1988: Através do lobby do batom, liderado por feministas e pelas 26 deputadas federais constituintes, as mulheres obtêm importantes avanços na Constituição Federal, garantindo igualdade a direitos e obrigações entre homens e mulheres perante a lei.
– 1990: Eleita a primeira mulher para o cargo de senadora: Júnia Marise, do PDT/MG. Zélia Cardoso de Mello é a primeira ministra do Brasil. Ela assume a pasta da Economia no governo de Fernando Collor (1990-92).
– 1993: Assassinada Edméia da Silva Euzébia, líder das Mães de Acari, o grupo de nove mães que ainda hoje procuram seus filhos, 11 jovens da Favela de Acari (RJ), seqüestrados e desaparecidos em 1990. Ocorre, em Viena, a Conferência Mundial de Direitos Humanos. Os direitos das mulheres e a questão da violência contra o gênero recebem destaque, gerando assim a Declaração sobre a eliminação da violência contra a mulher.
– 1994: Roseana Sarney é a primeira mulher eleita governadora de um estado brasileiro: o Maranhão. Foi reeleita em 1998.

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– 1996: O Congresso Nacional inclui o sistema de cotas, na Legislação Eleitoral, obrigando os partidos a inscreverem, no mínimo, 20% de mulheres nas chapas proporcionais.
– 1996: A escritora Nélida Piñon é a primeira mulher a ocupar a presidência da Academia Brasileira de Letras. Exerce o cargo até 1997 e é membro da ABL desde 1990.
– 1997: As mulheres já ocupam 7% das cadeiras da Câmara dos Deputados; 7,4% do Senado Federal; 6% das prefeituras brasileiras (302). O índice de vereadoras eleitas aumentou de 5,5%, em 92, para 12%, em 96.
– 1998: A senadora Benedita da Silva é a primeira mulher a presidir a sessão do Congresso Nacional.
– 2003: No Brasil do século XXI, Marina Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT) do Acre, reeleita senadora com o triplo dos votos do mandato anterior, assume o Ministério do Meio Ambiente do governo Lula.
– 2010: Em 31 de outubro, Dilma Rousseff (PT – Partido dos Trabalhadores) venceu as eleições presidenciais no segundo turno, tornando-se a primeira mulher presidente da República no Brasil. Em 2014, Dilma é reeleita presidente para mais quatro anos de mandato presidencial.

 

Fontes:
Texto: www.jornalcontabil.com.br
(Por Blog www.araguarimg.com.br)
Foto: Internet

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