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Fontes:
Texto: Loja Set
(Por Felipe dos Santos Rocha)
Foto: Divulgação
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Fábio Ricotta, cofundador da Agência Mestre. (Foto: Divulgação)
Cada vez mais as pessoas buscam vender produtos pela internet. Assim como uma loja física pode se beneficiar ao permitir que pessoas de outros lugares do país comprem os produtos, indo além da cidade onde atua, sites de diferentes conteúdos podem ter seus próprios produtos e aumentar a fonte de faturamento. É o que explica Fábio Ricotta, fundador da Agência Mestre e especialista em estratégias de venda online, que lista 5 fatores essenciais para os donos de e-commerce.
1-Um bom nome para a loja é essencial
O primeiro passo para ter uma loja online é criar um nome e domínio que seja criativo, fácil e claro. “Quanto mais facilmente a pessoa digita o nome da loja, e quanto mais óbvio o nome dela seja em relação ao que ela vende, melhores serão os resultados”, explica. Desta forma, o especialista alerta para nomes confusos ou em inglês, por exemplo. “Se o nome já existe e não tem como mudar, é possível criar um domínio que deixe mais claro o que se vende, ou desenvolver estratégias para que o site seja encontrado mais facilmente nas buscas”, explica Ricotta.
2-É preciso anunciar
Independentemente do faturamento do negócio, Ricotta sugere que é necessário anunciar para alcançar mais público. “Embora o Google, Facebook e outras plataformas permitam maior controle dos gastos em anúncios, é uma ilusão pensar que as vendas vão ocorrer de forma totalmente orgânica”, explica. Quando questionado sobre a quantia que deve ser investida, o especialista diz que não existe uma regra. “Geralmente, as empresas devem investir de 15% a 30% do faturamento em marketing digital, ou seja, estratégias de SEO, anúncios, blog com conteúdo interessante ao público-alvo, entre outros”, explica.
3-O ambiente online precisa ser agradável
Em uma loja do shopping, a tendência é comprar mais quando o ambiente é bom e o atendimento é eficiente. No ambiente online acontece a mesma coisa, conforme explica Ricotta. “Além de investir em SEO, com as palavras-chave relacionadas ao seu produto, é preciso que o site tenha um visual agradável e fácil de navegar”, explica. Segundo o especialista, poucas pessoas têm paciência para esperar por sites lentos ou procurar funcionalidades escondidas. “Um bom e-commerce precisa dar preferência para a experiência do usuário”, explica.
4-Configure o monitoramento de e-commerce no Google Analytics
O especialista destaca que é possível configurar a ferramenta Google Analytics para monitorar dados importantes do e-commerce. “É crucial que seja possível analisar os números das compras realizadas, transações e receitas”, explica. Existe uma maneira de inserir um código na página final do processo de compra, que deve ser colocado depois na seção de “E-commerce” disponível na ferramenta do Google. “Com uma configuração assim, que deve ser feita após estudar a ferramenta, ou por profissionais capacitados, vai ser possível mensurar o número de compras, analisar os produtos mais vendidos e as palavras-chave de entrada para cada produto vendido, além de outros dados que vão ajudar no planejamento dos próximos produtos e no conteúdo da loja”, ensina Ricotta.
5-Cuidado com a concorrência
Por fim, o empresário conta que é preciso prestar muita atenção na concorrência. Ricotta ensina que, além de sites que vendem os mesmos produtos, também é possível que haja um site oficial da marca. “Isso depende muito do tipo de produto do e-commerce, mas um vendedor de perfumes importados pode não conseguir vender online porque é possível comprar por meio da loja oficial, mesmo que ela seja internacional”, exemplifica. Portanto, quanto mais único for o produto, melhor será para a loja. “Se isso não for possível, será preciso ter um investimento em anúncios e SEO, por exemplo, para que a sua loja se diferencie de qualquer outro e-commerce que venda a mesma coisa. Focar em um público-alvo diferente é uma ótima opção”, sugere.
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Fontes:
Texto: SIGMA SIX COMUNICAÇÃO
(Por Jean Cláudio)
Foto: Internet
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]]>O setor de franquias no Brasil não para de crescer e atrai cada vez mais adeptos. A Associação Brasileira de Franchising (ABF) apurou crescimento nominal de 11,2% no primeiro semestre de 2015. Na primeira metade deste ano foram movimentados R$ 63,885 bilhões ante R$ 57,464 bilhões registrados nos seis primeiros meses de 2014.
E para chamar cada vez mais os consumidores, as franquias buscam romper as fronteiras do mundo físico e expandir seus produtos também para o ambiente virtual. Alguns cuidados, porém, devem ser tomados para que a sua franquia obtenha sucesso no comércio eletrônico. Listamos abaixo seis dicas que especialistas dão a franqueados e franqueadores ao montar uma loja virtual. Confira:
Evite o conflito de canais
Os franqueados veem no e-commerce um concorrente que tira vendas das lojas físicas, avalia Mauricio Salvador, presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). “Há sim uma parte de consumidores que deixam de comprar na loja física pra comprar no e-commerce, mas há uma parte muito maior que não compraria se não fosse por Internet”, afirma. Salvador diz que ao oferecer um canal de vendas pela Internet, a franquia aumenta o alcance da marca. “Suas vendas atingem consumidores que você jamais conseguiria somente com lojas físicas.”
Busque harmonia entre franqueado e franqueador
Para o franqueador que pretende investir no e-commerce como estratégia para alavancar o faturamento, é essencial criar um modelo de negócios que harmonize os interesses do franqueador e do franqueado, aconselha Luan Gabellini, sócio-fundador da Betalabs, empresa especializada em gestão de comércio eletrônico. “Em um cenário, a administração do e-commerce pode ser realizada pela franqueadora e os franqueados participam de acordo com a região onde atuam”, diz Gabellini. “Em algumas situações específicas, os franqueados podem não participar do processo e nesse caso é importante que o franqueador busque evitar políticas de promoções e preços que concorram de forma desleal com as lojas físicas”, completa.
Defina a estratégia dos franqueados
Ao abrir o e-commerce, a franquia deve se preocupar com todos os aspectos do negócio e definir claramente qual é a sua estratégia com relação aos seus franqueados, ressalta Leandro Marques, sócio-fundador da Tray, empresa especializada em criação de lojas virtuais. “É preciso definir se a franqueadora vai considerar o e-commerce como uma operação da master, se vai considerar como mais uma unidade de negócios ou se vai criar uma loja virtual para cada um dos seus franqueados”, avalia Marques. O especialista considera ainda que os aspectos geofísicos – onde se encontra a franquia e onde se encontram os clientes – é de vital importância. “O fornecedor escolhido deve ter competência para atender à especificação da franquia”, ressalta.
Aumente a satisfação dos franqueados
Buscar estratégias que atraiam os consumidores que visitam a loja online da franquia para o ambiente físico também deve ser pensado, avalia Mauricio Salvador, da ABComm. “Há várias estratégias que podem ser seguidas para levar consumidores da Internet para as lojas físicas, aumentando a satisfação dos franqueados”, diz. “Outro ponto importante é buscar um modelo de comissionamento para os franqueados pelas vendas geradas pela Internet. Os franqueadores são contra isso, mas se não houver comissão, os franqueados não entram no jogo”, ressalta o especialista.
Conheça a mudança de hábito dos consumidores
O planejamento e a busca por informações ao abrir um e-commerce são fundamentais para alguém que possua uma franquia e que tenha a intenção de explorar as oportunidades que o mundo digital oferece, avalia Guilherme Pizzini, diretor comercial da Mundipagg, empresa especializada em pagamentos online. “Ainda vivemos uma fase de mudança de hábito dos consumidores em relação à maneira como eles consomem ou compram produtos de uma maneira geral”, afirma Pizzini. “Por se tratar de algo diferente, é importante que os empreendedores procurem conhecer detalhes desse ambiente. Esse conhecimento pode ser adquirido por meio da participação de eventos especializados na área ou de literatura especializada”, complementa o executivo.
Escolha as ferramentas corretas
Ao iniciar no e-commerce, a franquia deve procurar uma plataforma que atenda os requisitos da região de atuação e de entrega onde pode atuar, afirma Leandro Marques, da Tray. “Comece pequeno, com uma plataforma escalável para que você não tenha custos que inviabilizem o projeto”, avalia. Além disso, é necessário escolher a ferramenta adequada para viabilizar as transações de venda via internet, de acordo com Guilherme Pizzini, da MundiPagg. “Em média apenas 70% das transações feitas pela internet são aprovadas, o que impacta diretamente na performance das empresas. Para corrigir essa ineficiência, a sugestão é contratar um gateway adequado de pagamento.”
Fontes:
Texto: administradores.com
(Da Redação) Matéria Original:
http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/6-dicas-para-sua-franquia-montar-uma-loja-virtual/105964/
Foto: iStock
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]]>Em um ano em que as perspectivas de crescimento da economia são, praticamente, nulas, olhar para um setor que deve alcançar 43 bilhões de receita, com um avanço de 20% sobre o ano anterior, é quase bom demais para ser verdade.
Mas não é. Esses são os números previstos para o e-commerce no Brasil em 2015. No ano passado, mais de 10 milhões de brasileiros fizeram sua primeira compra pela internet. E muitos outros ainda estão por vir. Apenas um quarto da população brasileira faz compras online atualmente, o que significa que o comércio eletrônico ainda tem muito para crescer no país.
Apesar de tantos números impressionantes, apenas uma pequena parcela dos quase 18 milhões de empresas ativas no Brasil vende seus produtos e serviços na internet. E muitos dos que se aventuram no mundo digital acabam desistindo no meio do caminho.
SIM, O UNIVERSO DO E-COMMERCE É VASTO E CHEIO DE OPORTUNIDADES, MAS DEVE SER NAVEGADO COM CAUTELA.
Veja o caso do Alcyr Neto, dono do Empório do Lazer, loja de produtos para a diversão em família. Com mais de dez anos de experiência no varejo físico, ele criou sua loja online em 2009, mas até hoje não obteve lucro. Quem banca o negócio online é a “operação” física.
Os problemas que Neto enfrenta – que estão sendo apresentados no reality show online Impulso Digital, do qual participei como especialista – são comuns para quem faz a transição do mundo físico para o virtual: falta de conhecimento de como atrair o público certo para o seu site, pouco domínio dos canais de divulgação e falta de visão dos resultados (métricas) para tomar decisões melhores, entre outros.
Como todo empreendedor, Neto quer crescer e explorar o potencial da internet para atender todo o Brasil, mas não sabe por onde começar.
Não há receita pronta para se ter uma loja online de sucesso, mesmo quando se tem um varejo físico lucrativo. Mas há, sim, alguns passos que podem ajudar nessa jornada. Essas são algumas das dicas que compartilhei com o Neto durante nosso papo.
Conheça a fundo seus clientes
Entender bem quais são os desejos do seu cliente é uma lição de casa que todo varejista deve fazer, o tempo todo. Mas ela se torna ainda mais importante na hora de atrair compradores para o seu e-commerce.
Toda compra começa com uma necessidade. E ganha o jogo da venda na internet quem entende bem qual é ela. Se você quer vender bem, precisa saber qual é o perfil dos seus clientes e o que os motiva a comprar de você.
Descubra as personas – os tipos de consumidores que compram na sua loja virtual e se interessam por seu produto. Depois, parta para o mapeamento da jornada do consumidor.
Qual é o momento em que surge a necessidade ou o desejo de comprar determinado produto? Em que local o seu cliente está? Quais são as dúvidas que passam pela cabeça dele antes de comprar esse produto? Que tipo de pesquisa faz para chegar até ele?
É FUNDAMENTAL TRAÇAR TODA A TRAJETÓRIA QUE LEVA O CLIENTE ATÉ O BOTÃO COMPRAR.
Conteúdo é a alma do negócio
Depois de entender quais são as necessidades e os desejos dos seus potenciais clientes, é hora de se comunicar com eles. E na internet isso significa produzir conteúdo de qualidade que responda às dúvidas deles.
Seja nas páginas de produtos, em um blog, em vídeos ou redes sociais, você precisa compartilhar informações que ajudem o consumidor.
Seu potencial cliente quer comprar uma lareira a gás? Ele provavelmente vai pesquisar antes quais os tipos de lareira disponíveis no mercado, qual o consumo de gás do equipamento, se ele é seguro para usar dentro de casa ou não.
Respondendo a essas questões, você pode ser encontrado durante o processo de pesquisa do cliente e sair na frente da concorrência. Se tiver um vídeo detalhando o funcionamento da lareira, melhor ainda!
Abrace o omni-channel
Muitos empreendedores que entram no mundo virtual acreditam que se trata de um universo completamente diferente, que deve ser mantido separadamente da loja física.
O Neto, por exemplo, ficava incomodado toda vez que um cliente desistia de fechar o pedido no site e ligava para finalizar a compra na loja física.
Acontece que, indo até a loja, muitos clientes acabavam comprando mais produtos que comprariam pelo site, garantindo um ticket médio maior.
Ser omini-channel, ou seja, oferecer ao cliente a possibilidade de comprar como quiser, onde quiser, da forma como quiser, é o que muitos dos grandes varejos online buscam hoje.
NÃO É O EMPREENDEDOR QUEM DECIDE A JORNADA DO CLIENTE, É ELE MESMO.
Quem já tem uma loja física e está entrando no e-commerce conta com a grande vantagem de já nascer omni-channel. Portanto, é preciso abraçá-la e aproveitar cada oportunidade de vender, seja pelo telefone, pelo site, por e-mail, pela rede social, na loja física, enfim, como o cliente quiser comprar. O que importa é vender.
Seguindo esses passos, o caminho para fazer a transição do mundo físico para o virtual se torna menos tortuoso. É claro que os desafios virão. Mas para quem persistir, a recompensa é promissora.
Fontes:
Texto: endeavor.org.br
(Por Edson Rigonatti, Astella Investimentos) Matéria Original:
https://endeavor.org.br/loja-fisica-e-commerce-sucesso/
Foto: Divulgação
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]]>As empreendedoras Sofia Hernández e Martha Ribeiro, da Mims Bags (Foto: Divulgação)
SÃO PAULO – Em busca de diferenciação e competitividade, algumas startups de comércio eletrônico apostam em produtos personalizados. É o caso do Mims Bags, que vende bolsas de couro, e do Meu Salto, especializado em calçados.
O Mims Bags está em operação há um ano e segundo a fundadora, Sofia Hernández, cresce em média de 10% a 20% ao mês. No site, as internautas criam a própria bolsa a partir de combinações entre os 12 modelos-base e entre as diversas opções de cores, texturização e acessórios. O ticket médio da bolsa é de R$ 300,00 e o valor aumenta conforme a customização.
“A ideia surgiu de uma necessidade minha e da minha sócia, Martha Ribeiro, pois tínhamos dificuldade de encontrar uma bolsa que fosse do nosso gosto e tivesse um preço acessível”, conta Sofia. “Depois de fazer uma pesquisa de mercado vimos que não tinha ninguém oferecendo este tipo de serviço aqui, então resolvemos apostar no negócio”.
As empresárias, que começaram o negócio com investimento próprio de R$ 35 mil, estimam faturar R$ 1 milhão no próximo ano se as vendas continuarem no mesmo ritmo de crescimento.
Segundo a consultora de marketing do Sebrae-SP Caroline Minucci, a personalização é uma tendência que veio para ficar. “O consumidor está cada vez mais exigente e em busca de um produto que seja exclusivo e diferente dos demais, que tenha suas próprias características e combine com sua personalidade”, diz.
De olho nessa tendência que já alcançou mercados como Estados Unidos e Europa, o gaúcho Henrique Oliveira decidiu apostar em um e-commerce de sapatos personalizados. O empreendedor investiu R$ 100 mil no negócio, que está em operação desde janeiro.
No site é possível escolher o modelo do sapato, a cor, o material, o tipo de solado e o tamanho do salto. A plataforma criada é semelhante à usada pela Nike e pela britânica Uperstreet, que também oferecem este tipo de serviço aos clientes.
Com ticket médio de R$ 279, a empresa vende aproximadamente 100 pares por mês. A expectativa do empreendedor é atingir a meta de 600 a 700 pares por mês no próximo ano com a ajuda de parceiros e investidores.
Fontes:
Texto: www.dci.com.br
(Por Luana Meneghetti) Matéria Original:
http://www.dci.com.br/comercio/sites-apostam-na-venda-de-produtos-customizados-id495243.html
Foto: Divulgação
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