Site: pt.shopify.com
Fontes:
Texto: www.seomarketing.com.br
(Por Lavínia Sousa)
Foto: Divulgação
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]]>A mudança na cobrança do ICMS para vendas no comércio eletrônico está gerando polêmica e preocupando os empreendedores.
Preços 20% mais caros, entregas até cinco dias mais demoradas, carga tributária 11% maior e falências. Este é o resultado esperado da mudança na cobrança do ICMS para empresas que vendem pela internet e pelo telefone.
A Emenda Constitucional 87/2015, publicada em abril de 2015, criou uma nova forma de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços, o ICMS, para vendas interestaduais feitas a não contribuintes, ou seja, pessoas físicas e prestadores de serviços.
O objetivo da nova regra é fazer uma partilha mais justa do ICMS entre os Estados. Os dados mais recentes do e-bit mostram que o comércio eletrônico brasileiro faturou, em 2015, R$ 41,3 bilhões, com mais de 105,6 milhões de pedidos e ticket médio de R$ 388. Segundo a consultoria Conversion, especializada em e-commerce, os estados de São Paulo e Rio de Janeiro são destino de 58,9% das compras.
Antes, todo o recolhimento do ICMS de uma compra ficava com o estado de origem da venda do produto. A questão é que este é considerado um tributo de consumo. Por isso, é de direito do estado onde está o consumidor receber tudo. Com o crescimento do e-commerce, os estados com mais empresas do tipo estavam arrecadando mais por falta de uma legislação específica.
Agora, a Emenda Constitucional determinou o recolhimento do imposto para o estado de destino da mercadoria. O processo será gradual. Em 2016, o estado de destino ficará com 40% do valor. No ano que vem, passa a ser 60%. Em 2016, será de 80% do ICMS devido. Até que, em 2019, o estado de destino receberá 100% do tributo.
Até este ponto, a maior parte das pessoas do setor concorda com a determinação. A polêmica começou em setembro de 2015, quando o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicou as regras para a cobrança deste novo ICMS em um documento chamado Convênio ICMS 93.
O problema está, mais especificamente, na cláusula nona que diz que mesmo as micro e pequenas empresas optantes do Simples Nacional devem seguir as novas regras. “Essa cláusula violenta os direitos fundamentais do tratamento diferenciado da micro e pequena empresa”, diz Guilherme Afif Domingos, presidente do Sebrae, ementrevista exclusiva.
Segundo o Sebrae, a mudança pode levar ao fechamento de um pequeno negócio por minuto no país. Por isso, a Confederação Nacional do Comércio (CNC), o Sebrae e instituições ligadas ao comércio eletrônico vão recorrer ao Supremo Tribunal Federalcontra a cláusula, exigindo a suspensão da medida. “As novas regras sobrecarregam as empresas com obrigações acessórias complexas e onerosas – são 27 legislações tributárias distintas, mais guias de recolhimento e de escrituração fiscal para cada estado”, diz a Câmara Brasileira de comércio Eletrônico (camara-e.net), em posicionamento oficial.
O que muda na prática
Para entender o impacto da mudança, é preciso mergulhar nas regras do ICMS. Vamos usar o exemplo de uma loja virtual de São Paulo que vai vender um produto de R$ 1000 para um consumidor no Rio de Janeiro.
Neste caso, trata-se um item nacional e uma empresa que faz parte do Simples. A alíquota interestadual é de 12% e a alíquota interna do Rio de Janeiro é de 19%. O ICMS da operação, devido a São Paulo, seria de 1,25%, considerando que a empresa está na primeira faixa do Anexo I do Simples. Já o ICMS partilhado seria a diferença entre as alíquotas: 7%, ou R$ 70. Deste valor, 60% seriam pagos a São Paulo e 40% ao Rio de Janeiro.
Tem mais uma regra para complicar o empreendedor: se o estado de destino tiver o chamado Fundo de Combate à Pobreza, o empresário paga, em geral, mais 1% ou 2% do valor do produto. “Além da burocracia, as empresas do Simples Nacional perderão competitividade porque vão ter que aumentar seu preço. Na prática, a cada venda para um não contribuinte, o empresário vai ter que fazer uma guia com o diferencial de alíquota para anexar na nota fiscal e acompanhar a mercadoria”, diz Welinton Mota, diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil.
Se o empresário não quiser fazer uma guia para cada nota emitida, ele precisa se inscrever em todos os estados para os quais envia produtos. Com a inscrição estadual, ele pode fazer o pagamento de uma única vez. “A inscrição é grátis, mas não sei se é rápido ou não. O previsto é que até junho seja tudo online e não precise mandar documento nenhum. Basta colocar o CNPJ e em poucos dias ele terá esse número de inscrição”, afirma Mota.
Se pretende vender a todos os estados, o empreendedor deve ter 27 inscrições diferentes. “Com a nova regra do ICMS, os pequenos empresários gastarão parte considerável do seu tempo cumprindo tarefas burocráticas de cálculo da diferença de alíquota entre o estado de origem e destino, preenchimento de guias, pagamentos, análise de alíquotas e outras medidas”, diz Danielle Serafino, especialista em direito tributário do Opice Blum, Bruno, Abrusio e Vainzof Advogados. Agora, o empresário tem ao menos sete procedimentos antes de despachar o pedido, segundo a Fecomércio-RJ:
1. Gerar a nota fiscal eletrônica e imprimir duas vias.
2. Conferir a tabela de alíquota do ICMS, de acordo com a origem e o destino.
3. Calcular a diferença entre as alíquotas interna e interestadual.
4. Dividir essa diferença entre destino e origem. Neste ano, 40% ficam para o estado do cliente e 60% para o estado de origem. No próximo ano, a regra muda.
5. Entrar no site da Secretária da Fazenda para emitir a guia para pagamento dos 40% da diferença de alíquota, sendo que cada estado tem seu próprio site e procedimentos.
6. Digitar as informações de sua empresa e da venda manualmente e emitir a Guia Nacional de Tributos Interestaduais (GNRE).
7. Pagar a guia do imposto do Simples Nacional no final do mês.
Medieval e irracional
Para Afif, as normas operacionais são irracionais. “O sistema que foi concebido é medieval. Quando se tem instrumentos como a nota fiscal eletrônica, você poderia fazer tudo eletronicamente, inclusive com uma câmara de compensação e repasse de recursos. Paga de uma vez só e o sistema faz a divisão. Isso seria algo mais moderno do que essa estrutura bizarra que foi criada”, diz Afif.
Para a camara-e.net, o ideal seria suspender a medida por, ao menos, seis meses. “Para dar às empresas tempo de adaptação tecnológica e operacional, já que a última norma técnica da emenda foi publicada em 30/12, dois dias antes de as regras entrarem em vigor”, diz o posicionamento oficial.
Já para Vivianne Vilela, diretora executiva do E-Commerce Brasil, empresa de fomento ao comércio eletrônico, uma cobrança única já resolveria o problema. “Uma fonte de inspiração para resolver essa parafernália burocrática criada pelo Confaz é a câmara de compensação do Simples Nacional. A empresa recolhe os impostos de uma vez e cada estado recebe sua parte. O varejo não está questionando a distribuição, mas essa burocracia para poder pagar”, diz Vivianne.
A preocupação agora é que as empresas percam o benefício de sistema simplificado, garantido pela Lei Complementar 123, de 2006, que criou o Simples. “Essa mudança está quase abolindo o Simples Nacional para o ICMS”, diz Mota, da Confirp.
Outro problema é a falta de informação. Não existe hoje um documento de fácil acesso para a consulta das alíquotas nos diferentes estados. O empresário precisa, então, dedicar tempo para conseguir descobrir o percentual de cada produto em cada estado. “Não existem dados públicos disponíveis de fácil acesso aos empresários. Atualmente, eles têm conhecimento da tabela por meio de entidades de classe ou sites”, diz Danielle. A sugestão é seguir as orientações da Secretaria da Fazenda onde estiver localizada sua empresa.
Muitos empresários estão suspendendo a emissão de nota fiscal ou até mesmo evitando vender para fora do estado. Vale lembrar que deixar de emitir nota ou não pagar corretamente o imposto pode gerar muita dor de cabeça. “As empresas que não cumprirem o estabelecido ficarão sujeitas à fiscalização e autuação fiscal com aplicação de juros e multa pelo descumprimento da obrigação tributária”, explica a advogada.
Hoje, o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) já permite que os estados filtrem as notas emitidas sem o pagamento correto do ICMS. “Com este retrocesso no processo de desburocratização, estima-se que haverá aumento na informalidade e sonegação, além de suspensão de venda para determinadas regiões do país”, diz Danielle.
Como as empresas estão lidando
Mesmo lojas mais consolidadas, como a Giuliana Flores, estão sentindo os efeitos da nova regra. “O sistema de emissão de notas fiscais teve que ser customizado, o que gerou custos e retrabalhos. Tivemos que oferecer treinamento ao pessoal e readequamos o preço de venda ao consumidor fora do estado de São Paulo. Readequamos nossos custos operacionais, tributários e administrativos para atender à nova legislação, o que derrubou nossa expectativa de crescimento”, diz Leandro Bueno, responsável pela área de contabilidade da empresa.
Sem opção, as pequenas empresas precisam se adaptar até que o Superior Tribunal de Justiça tome uma decisão. Roberth Gustmann, da Loja das Porcelanas, diz que o site já está cumprindo todas as recomendações, mas o custo aumentou. “O maior impacto será nos preços, pois o custo deste imposto irá alterar o preço final de cada produto, já que não temos como absorver essa alteração. Acredito que no início não teremos prejuízos, mas será mais um desafio para o e-commerce brasileiro se adaptar”, diz Gustmann.
No caso da E-Casa Nove, de Curitiba, a estratégia foi buscar preços melhores para não perder competitividade. “Quando a emenda foi anunciada pelo Governo Federal, nós iniciamos conversas com nossos fornecedores para amortizar o repasse de um possível aumento ao consumidor final. Porém, a medida teve impacto no processo de entrega do pedido ao consumidor final, que aumentou cinco dias úteis em média, tempo que levamos para emitir e recolher duas guias (GNRE) distintas da diferença de ICMS”, diz o empreendedor Fabio Skraba.
Para algumas empresas, no entanto, falar em fechamento não é exagero. É caso do e-commerce O Caneco, de Santa Catarina. Silvano Spiss, sócio da empresa, publicou nas redes sociais um desabafo sobre a nova regra.
Depois de um ano de funcionamento, ele simplesmente fechou sua loja virtual por causa do ICMS. “Se eu falo sim para essa regra, eu prejudico meu pilar principal: o cliente. A burocracia trava meu processo, preciso repassar um custo operacional altíssimo de mais um funcionário só para gerir esse sistema. Foi a melhor decisão. Minha empresa não conseguiria arcar com esses custos”, diz Spiss, em entrevista a Pequenas Empresas & Grandes Negócios.
Hoje, 95% dos seus 120 pedidos mensais vão para fora do estado em que reside. “Como empreendedor, estou extremamente frustrado pelos nossos governantes não conseguirem ter um ambiente propício para negócios”, diz Spiss.
Fontes:
Texto: revistapegn.globo.com
(Por Priscila Zuini)
Foto: ThinkStock
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]]>Para quem está planejando empreender em 2016, poucas áreas são tão promissoras quanto o e-commerce. Apesar da desaceleração da economia, o comércio eletrônico não para de crescer no Brasil. Em 2015, as vendas devem ultrapassar os 40 bilhões de reais, um avanço de 15% em relação a 2014.
O cenário é encorajador para os empreendedores, mas também exige certos cuidados. Dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) mostram que, das cerca de 45 000 lojas virtuais abertas hoje no país, 70% registram menos de dez vendas por mês e, por isso, são consideradas inativas.
Segundo Maurício Salvador, presidente da ABComm e fundador da ComSchool, escola especializada em cursos de e-commerce, muito disso se deve à falta de uma análise criteriosa. “Começar uma loja online é relativamente fácil e barato e por isso muita gente se aventura sem ter certeza de que se trata de um bom mercado”, diz Salvador. “No longo prazo, isso tende a consumir muito investimento e dar um baixo retorno financeiro.”
Ouvimos especialistas para elencar 5 cuidados que todo empreendedor precisa ter antes de abrir uma loja online. Veja o que eles recomendam.
1_ Aposte em um nicho
Para quem está começando, não é bom negócio competir diretamente com grandes varejistas, que vendem de tudo. A recomendação é de Daniel Cardoso, sócio-diretor da Universidade Buscapé Company, que oferece cursos de formação de profissionais de e-commerce. “O ideal é ocupar um mercado bem específico para fugir da guerra de preços”, diz Cardoso.
Mas como fazer isso? Ter um sócio especializado no mercado em que você pretende atuar pode ser de grande ajuda. Com a experiência de alguém do ramo, será mais fácil entender o comportamento de consumo do público-alvo e criar um portfólio de produtos com margens equilibradas. “Para uma loja virtual, é muito importante oferecer produtos que rendam vendas recorrentes e itens de maior rentabilidade”, diz Cardoso.
2_ Tenha uma boa reserva financeira
Segundo Maurício Salvador, da ABComm, uma loja virtual bem planejada demora entre 12 e 18 meses para se tornar um negócio autossuficiente, e de 18 a 24 meses para se tornar lucrativa. Por isso, o empreendedor precisa contar com uma boa reserva financeira para enfrentar os primeiros meses.
Montar um bom plano de negócios, com estimativas de receitas e despesas, é essencial para não ter surpresas desagradáveis. Nessa fase, é preciso ficar atento a custos que, aparentemente, são inofensivos. “Loja virtual não paga aluguel de ponto comercial, mas tem custo de plataforma e de marketing digital”, diz Salvador. “Há, ainda, os custos com designer, fotógrafo, programador e editor de vídeos, para que a apresentação dos produtos chame a atenção.”
3_ Prepare-se para investir pesado na atração de clientes
Segundo especialistas em marketing digital, 50% do orçamento de um e-commerce precisa ser reservado para aquisição de tráfego. Isso inclui investimentos em links patrocinados, campanhas de e-mail marketing e produção de conteúdo para redes sociais e para o próprio site. “Essa é a principal fatia do orçamento justamente porque, no começo, a loja precisa se tornar conhecida para criar uma base de clientes fiéis”, diz Fernando Tassinari, diretor-geral da Criteo no Brasil, agência especializada em marketing digital.
Segundo Tassinari, a outra metade do orçamento se dividirá entre gastos gerenciais, cerca de 30%, e em plataforma, 20%.
De acordo com Maurício Salvador, para garantir que os acessos à loja virtual cresçam consistentemente é essencial investir desde o início em produção de conteúdo e otimização do site para mecanismos de buscas. O ideal é encontrar um equilíbrio. Textos descritivos, vídeos explicativos e conteúdo de interesse em redes sociais ajudam a incrementar os acessos usando sites como o Google. “Combinada com o investimento em publicidade digital, essa estratégia ajuda a escalar a base de clientes”, diz Salvador.
4_ Cuidado com o frete grátis
Uma das características mais fortes do e-commerce é a possibilidade de vender para clientes em qualquer lugar do país e até no exterior. Na ponta do lápis, isso significa custos com frete, que não podem ser subestimados.
De acordo com Salvador, os gastos com frete representam de 6% a 12% do valor de cada pedido. Deixar de cobrá-lo pode comprometer a rentabilidade do negócio no longo prazo.
“Uma maneira de driblar essa dificuldade é priorizar a divulgação da loja em regiões para onde o envio dos produtos seja mais barato”, diz Salvador. “Dessa forma, o empreendedor pode fazer campanhas de frete grátis apenas em momentos em que é importante oferecer alguma vantagem para ganhar mercado.”
5_ Fique de olho nas métricas
O comportamento dos consumidores online é uma infinita fonte de dados para donos de lojas virtuais. Na internet, é possível medir praticamente tudo, mas justamente por isso é preciso ter foco para acompanhar os dados mais relevantes para o sucesso do e-commerce.
Os indicadores mais importantes para acompanhar, segundo Cardoso, são o retorno sobre o investimento em divulgação (vendas sobre o valor investido em aquisição de tráfego), as conversões (número de visitas dividido pelo número de pedidos confirmados) e o tíquete médio (média de gasto a cada transação efetivada). “Esses indicadores são uma espécie de termômetro para identificar como está a saúde do negócio. Eles devem ser checados, no mínimo, mensalmente”, diz o especialista.
Quando algum deles não vai bem, é preciso fazer uma análise mais aprofundada. Um retorno negativo pode ser sinal de que uma campanha de marketing digital foi direcionada para um público com menos afinidade com o seu produto, por exemplo.
Por outro lado, uma queda repentina do tíquete médio pode indicar que um produto com maior valor agregado esteja em falta na sua loja. “Se o lojista estiver atento aos números, vai conseguir identificar pontos a corrigir e também descobrir oportunidades para ganhar mais.”
Fontes:
Texto: EXAME.com
(Da Redação)
Foto: Shutterstock
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]]>A reta final de novembro foi de euforia para o e-commerce brasileiro. Nos últimos cinco dias do mês, período da megapromoção Black Friday, o faturamento do comércio eletrônico foi superior a 3 bilhões de reais, 44% mais que em 2014. Os dados são da E-bit, empresa que compila dados do e-commerce no país.
Na sexta-feira, dia 27, principal data da ação de marketing, as vendas chegaram a 1,6 bilhão de reais, 38% acima do ano anterior. Só nesse dia, foram mais de 2,7 milhões de pedidos. Quer saber os itens mais vendidos? Eletrodomésticos (17,2%); telefonia e celulares (16,6%); eletrônicos (9,2%); moda e acessórios (9,1%); e artigos de informática (9%).
De acordo com Pedro Guasti, cofundador da E-bit, a predominância de itens mais caros no topo da lista tem uma explicação. “A Black Friday já se tornou tradicional, e o consumidor tende a esperar por esse período para comprar artigos de alto valor”, afirma Guasti.
Para empreendedores com a intenção de abrir uma loja online, porém, o ideal é estudar as categorias mais vendidas em um período maior. “A promoção dá uma ideia dos produtos com grande demanda, mas o e-commerce brasileiro é um mercado muito mais vasto”, diz Guasti.
Veja, a seguir, quais foram as cinco categorias com maior volume de vendas no primeiro semestre de 2015, segundo a E-bit. Elas respondem por quase 60% do total de 49,4 milhões de pedidos realizados no período – e representam boas oportunidades para quem quer fazer sucesso no e-commerce.
1_ Moda e acessórios

Artigos de moda e acessórios foram os campeões de vendas nos primeiros seis meses deste ano, respondendo por 15% do total de pedidos. Em mercados mais maduros, como os Estados Unidos, roupas tradicionalmente movimentam um grande volume de vendas. No Brasil, a categoria ganhou a dianteira em 2013.
Uma explicação para isso foi a entrada no e-commerce de grandes varejistas tradicionais, como Renner, Marisa, Hering e C&A. “O fato de essas marcas já serem reconhecidas pelos consumidores fortaleceu as vendas online na categoria”, diz Pedro Guasti.
As oportunidades mais quentes são ligadas à moda feminina. Segundo dados do Google, hoje 58% dos consumidores de moda no Brasil são mulheres. A maioria (63%) tem entre 25 e 44 anos, e 36% compram a cada dois meses.
Mais recentemente, novas tendências têm se destacado no e-commerce de moda. É o caso das lojas online que alugam vestidos e bolsas de grife por tempo determinado ou das que mandam uma certa quantidade de roupas para o consumidor provar em casa e devolver só o que não for comprar.
Os sapatos femininos são os campeões de vendas da categoria. Na sequência, aparecem tênis, vestidos e sandálias femininas.
2_ Eletrodomésticos

De 2010 a 2012, eletrodomésticos estiveram no topo da lista das categorias com maior volume de vendas. Desde 2013, ocupam a segunda posição. No primeiro semestre, eles representaram 13% dos pedidos.
Segundo Rafael Jakubowski, diretor da Sanders, agência especializada em estratégia digital, essa importância se deve a uma característica do comprador online brasileiro. “O consumidor típico tem mais de 40 anos e é acostumado a fazer pesquisa de preços online mesmo quando pretende comprar numa loja física”, diz ele. “Como as condições de preço e parcelamento das lojas virtuais são bem agressivas, muitos acabam optando pela compra online.”
A categoria inclui geladeiras, fogões, máquinas de lavar, ventiladores, aquecedores, liquidificadores, entre outros itens.
Por serem mais caros, os eletrodomésticos lideram o ranking de faturamento, responsável por um quarto do volume financeiro apurado no primeiro semestre do ano.
3_ Telefonia e celulares

A categoria telefonia e celulares foi a que mais cresceu em participação no número de pedidos nos primeiros seis meses de 2015. Responsáveis por 11% do total de transações, esses produtos registraram 54% mais pedidos em relação ao mesmo período de 2014.
O crescimento chama a atenção especialmente porque, de acordo com dados da consultoria IDC Brasil, a venda de celulares em geral registrou queda de 23% nos primeiros nove meses de 2015, na comparação com 2014.
De acordo com Guasti, a explicação para isso é a mesma que move a venda de eletrodomésticos – o preço. Segundo ele, estimativas internacionais apontam que o e-commerce oferece produtos até 10% mais baratos que nas lojas do varejo tradicional.
Atualmente, a E-bit conduz uma pesquisa em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para aferir essa relação no Brasil. “Nossa hipótese é que a diferença seja equivalente ou até maior que 10%”, diz Guasti.
No ranking do faturamento, telefonia e celulares são a segunda maior categoria, com 18% do total.
4_ Cosméticos, perfumaria, cuidados pessoais e saúde

Itens de higiene, beleza e saúde formam a quarta categoria mais representativa em número de pedidos no Brasil, com 11% do total no primeiro semestre.
Embora tenha caído duas posições em relação a 2014, esse grupo ainda apresenta muitas oportunidades para quem quer abrir uma loja virtual.
Um exemplo é o mercado de beleza para homens. Segundo a consultoria inglesa Mintel, 33% dos homens brasileiros dizem que comprariam produtos específicos para eles.
Outro mercado promissor é o de produtos feitos com matéria-prima orgânica, um tipo de cosmético mais difícil de ser encontrado em supermercados e farmácias e que tem consumidores fiéis, como pessoas com algum tipo de alergia.
Para Daniel Cardoso, diretor da Universidade Buscapé, que desenvolve cursos para profissionais do e-commerce, explorar nichos de mercado é uma boa estratégia para quem está começando. “Mercados específicos podem ser pequenos demais para grandes lojas online, mas são ideais para iniciar uma operação sem um grande capital de giro”, diz Cardoso.
5_ Livros e assinaturas de revistas

Em 2010, pela primeira vez desde que a E-bit passou a mapear o e-commerce brasileiro, há dez anos, a categoria de livros e revistas foi ultrapassada pela de eletrodomésticos. No primeiro semestre, 8% dos pedidos foram livros e assinaturas.
De acordo com Guasti, por serem itens de fácil entendimento, livros, revistas, CDs e DVDs caíram no gosto do consumidor que costuma comprar online. “Muitos lojistas fortes no canal offline utilizam o e-commerce como uma maneira de melhorar a gestão do estoque, uma vez que promoções são facilmente divulgadas na internet”, diz Pedro Guasti.
Fontes:
Texto: EXAME.com
(Da Redação)
Foto: iStockphoto
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]]>Uma das principais formas de fazer marketing digital e se apresentar ao consumidor virtual é através do Google. Quem hoje não abre o buscador e procura aquilo que deseja, esperando um resultado satisfatório?
É sobre isso que falaremos hoje: como ser o resultado que meu consumidor potencial busca no Google, especialmente na primeira página? Para conquistar esse feito você vai precisar das técnicas do famoso SEO – otimização para sites de busca.
Dessa forma, separamos alguns pontos principais que podem fortalecer a presença digital do seu e-commerce no buscador. Confira:
Conteúdo. O Google é uma ferramenta inteligente e seu foco é conteúdo. Por isso, o primeiro passo é estruturar seu site ou loja virtual com boas informações: um bom texto institucional, descrições dos serviços/produtos oferecidos, política de trocas e devoluções, além de informações complementares que podem fortalecer sua presença online. É muito importante focar em informações originais e que proporcionem fácil acesso ao seu público consumidor. Isso é parte das estratégias de SEO.
Marketing de conteúdo. Ter um blog é uma ótima forma de realizar SEO e levar suas páginas para o ranking do Google, pois o conteúdo apresentado nesse ambiente será responsável por atrair consumidores interessados pelo assunto tratado, e levá-los à sua loja virtual. Dessa forma, os temas devem ser elaborados com foco no interesse do público-alvo, que buscará no Google termos específicos contidos em suas publicações.
Detalhes. Dentro do processo de SEO, há alguns detalhes muito importantes que devem ser aplicados ao conteúdo. Os títulos dos produtos na loja virtual ou mesmo dos artigos no blog devem ser pensados para a busca: quanto mais objetivos, melhor. Além disso, o nome das imagens também precisa ser estrategicamente escolhido, destacando o conteúdo da foto; e ainda, palavras-chave devem ser aplicadas conforme o contexto das informações.
Anúncios pagos. Além das técnicas de SEO, para aparecer no Google também é possível apostar no SEM, que são anúncios pagos. Apresentados na parte superior e lado direito da busca, esses anúncios são configurados com base em termos específicos, ou seja, paga-se por palavra-chave; e quando esta for buscada, retornará seu anúncio ao potencial consumidor.
Profissionalismo. Contar com um profissional de marketing digital para realizar ações de SEO e SEM é uma ótima alternativa para os empreendedores que têm foco nas vendas. Nem sempre é fácil criar uma ação, desenvolvê-la e mensurar seus resultados, precisando pensar em inúmeros outros pontos de gestão; por isso, realizar um trabalho em conjunto com um profissional pode render melhores retornos para o seu negócio.
Pense nisso, e leve seu e-commerce aos resultados de pesquisa do Google. Sucesso!
Fontes:
Texto: administradores.com
(Por Felipe Martins)
Foto: iStock
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]]>O PayPal, em parceria com a Ipsos, divulgou nesta terça-feira (17/11) uma pesquisa sobre o perfil do consumidor online. O estudo mostrou que o brasileiro confia mais no e-commerce nacional do que no estrangeiro.
O estudo apontou ainda que, no último ano, 51% dos consumidores adquiriram produtos somente de sites do Brasil, enquanto 45% fizeram transações tanto no país como no exterior. Apenas 4% compram somente nos sites estrangeiros.
Segundo Renato Pelissaro, diretor de Marketing do PayPal para a América Latina, este é um sinal que o e-commerce respondeu bem ao cenário econômico brasileiro, mostrando que o setor segue “bastante preservado”.
Além disso, o executivo também afirma que essa pode ser uma oportunidade para os empreendedores da área. “É muito importante que os varejistas desenvolvam estratégias para aproveitar o mercado do e-commerce neste momento”, diz Pelissaro
Produtos
Segundo as projeções do PayPal, o Brasil deve fechar 2015 com um faturamento de R$ 121 bilhões em transações online – número que deve alcançar os R$ 180 bilhões em 2017.
Analisando o perfil do consumidor brasileiro, a pesquisa mostrou que a categoria de produtos com mais vendas no último ano foi a de roupas, calçados e acessórios, consumida por 61% dos compradores online. Atrás dela estão as seguintes categorias: equipamentos eletrônicos e itens de entretenimento, com 57% e 52%, respectivamente.
Mas isso deve mudar em 2016: a companhia prevê o crescimento de outros segmentos, como os de saúde e beleza e de gêneros alimentícios, que devem aumentar seu percentual de compra online aproximadamente 31%.
O PayPal apontou ainda que alguns setores, em 2016, serão bem atraentes para quem trabalha no ramo do comércio eletrônico ou para quem deseja empreender na área. São elas:
1. Saúde e beleza (31%)
2. Gêneros alimentícios (31%)
3. Artigos domésticos (27%)
4. Lazer (27%)
5. Produtos infantis (27%)
6. Roupas, calçados e acessórios (22%)
7. Viagem e turismo (21%)
8. Entretenimento (19%)
9. Eletrônicos (17%)
Fontes:
Texto: revistapegn.globo.com
(Por Fabiano Cândido e Rennan A. Julio)
Foto: Internet
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]]>Com o avanço das inovações em mídias sociais, o blog tornou-se uma ferramenta de segundo plano, embora seu potencial permaneça inabalável. Confira, neste artigo, como montar um blog para seu e-commerce:
1. Invista na comunicação de mão-dupla. A internet deu voz ao consumidor, e este benefício deve ser bem aproveitado por empreendimentos virtuais, tornando seu cliente participante do negócio. Ao compartilhar informações relevantes ao público no blog de sua loja virtual, e permitir comentários e outros tipos de interações, é possível criar um relacionamento duradouro.
2. Crie autoridade sobre o seu segmento. A partir do momento em que foge-se da natural cópia de informações dos fabricantes, e cria-se o próprio conteúdo do blog com um novo ponto de vista, focado na experiência e na realidade do consumidor, conquista-se autoridade no segmento e ganha-se a confiança do cliente virtual.
3. Permita-se ser encontrado. Apostar em um blog significa melhores possibilidades de ser encontrado na web. O conteúdo bem focado ao público, com as palavras-chave corretas, garante melhores posicionamentos nos resultados de pesquisa em sites buscadores; facilitando a encontrabilidade do seu blog e, consequentemente, da sua loja virtual.
4. Obtenha leads qualificados. Um blog no e-commerce permite ao negócio obter leads qualificados para suas campanhas de e-mail marketing. Ou seja, um público interessado em suas publicações, também tem grande interesse em suas ações promocionais de vendas, fortalecendo o marketing do seu e-commerce.
O blog funciona como um ótimo recurso de relacionamento e divulgação do seu negócio, por isso, em união com as mídias sociais é uma ótima aposta para o desenvolvimento da sua loja virtual. Sucesso!
Fontes:
Texto: administradores.com
(Por Felipe Martins)
Foto: Internet
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]]>Gabriel Lima, sócio-fundador da consultoria em comércio eletrônico eNext, afirma que a principal vantagem de se aderir a um marketplace, ou shopping virtual, é o baixo custo para atrair usuários. “Enquanto os gastos com marketing para adquirir novos usuários podem superar 20% do faturamento bruto, é possível ter ótimos resultados com os shoppings virtuais investindo entre 10% e 15% da receita”, explica.

Marketplaces podem gerar um aumento de cerca de 20% nas vendas (Foto: baloon111 / Shutterstock)
Para ele, a adesão a um ou mais marketplaces é benéfica para todos os tipos de e-commerce. A grande questão, no entanto, é saber em qual modelo de shopping virtual investir: os de massa, como Submarino e Mercado Livre, ou os de nicho, como a Estante Virtual, por exemplo, especializada em livros. “Os primeiros geram grande exposição, mas a taxa de conversão de vendas é menor. Já nos segundos o tráfego gerado não é tão grande, mas são pessoas com interesse na sua área de atuação.”
Uma característica bastante peculiar do mercado brasileiro torna ainda mais interessante a adesão a mais de um shopping virtual. “Em todos os países do mundo, existe um marketplace de massa que domina o mercado. Porém, isso não acontece no Brasil, onde existem alguns sites que dividem essa preferência. Assim, o pequeno empresário tem uma boa possibilidade de discutir preços e até fechar com mais de um para ampliar sua visibilidade”, recomenda Gabriel.
Para destacar seu negócio entre os concorrentes presentes em um shopping virtual, o especialista ressalta a importância de uma atenção redobrada no cadastro dos produtos. “A exposição no marketplace é similar à de buscadores como Google. É preciso saber usar as palavras-chave e estar atento a como as outras empresas vêm posicionando os produtos delas.”
Outro ponto fundamental é gerar poucas reclamações, pois isso também influencia na posição que seus produtos vão aparecer. “O e-commerce precisa se preparar para um aumento de demanda de cerca de 20%, e criar uma estrutura que dê suporte a isso e não resulte em atrasos de entregas, por exemplo”, completa.
Fontes:
Texto: economia.terra.com.br
(Da Redação)
Foto: Internet
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]]>Pensando em abrir uma loja virtual e não sabe por onde começar? Realmente, empreender gera muitas dúvidas, em especial quando não temos afinidade com determinadas ferramentas e conceitos.
Mas fique tranquilo, neste post vamos te contar tudo o que você precisa saber para abrir sua loja virtual e começar sua venda online. Garantimos que não é nada difícil e que você vai ter muito sucesso no mundo do e-commerce. Confira as principais dúvidas e comece já!
1. O que eu preciso saber e ter para abrir uma loja virtual?
Abrir uma loja virtual é um pouco diferente de abrir uma loja física. Apesar de você não precisar se preocupar com o ponto de venda, existem outros requisitos que são extremamente importantes, como é o caso da logística e distribuição. Mas como esse processo está mais para o final, vamos fazer um checklist do que você precisa saber e ter para abrir o seu e-commerce:
• Conhecimento de mercado: quem são seus concorrentes, qual a fatia de mercado de cada um deles, como agem, pensam e se destacam no mercado;
• Quem é o seu público: para quem você vende, como essas pessoas tomam a decisão de compra, o que as motiva e o que as leva a comprar de você ou de outra loja virtual;
• Uma boa plataforma de e-commerce: um site seguro e com design responsivo, que tenha todas as funcionalidades necessárias para gerir seus produtos, vendas e estoque;
• Um CRM para gerir os clientes: pode fazer parte da plataforma de e-commerce ou ser uma ferramenta à parte, mas deve ter integração com a sua loja virtual para automatizar processos e a comunicação com eles;
• Um bom sistema de logística e distribuição: gestão de estoque bem estruturada, parceiros que realizem as entregas e fornecedores de qualidade;
• Política de preços condizente com o mercado: produtos nem muito baratos nem muito caros, mas de acordo com o que seus clientes pagariam para tê-los, gerando uma boa margem de lucro para você.
2. Qual é o passo a passo para abrir uma loja virtual?
Depois que você já tiver estudado o seu mercado, feito uma boa pesquisa sobre o seu público-alvo e localizado os fornecedores ideais para a sua loja virtual, é hora de começar a montar o seu negócio:
1. Adquira seu domínio (nome da loja) e escolha uma plataforma de hospedagem de sites;
2. Escolha a plataforma de e-commerce que atenda às suas necessidades;
3. Escolha os gateways de pagamento (cartões de crédito, Paypal, PagSeguro, etc);
4. Defina o layout da sua loja virtual;
5. Construa seu portfólio de produtos e abasteça seu estoque;
6. Planeje a logística e distribuição de produtos;
7. Contrate uma equipe comprometida para dar suporte aos seus clientes;
8. Invista na divulgação da sua loja virtual com marketing digital.
3. Quais são as vantagens e desvantagens de terceirizar este serviço?
Planejar a sua loja virtual antes de sair atirando para todos os lados é a melhor forma de garantir que ela será um sucesso de venda online. Por parecer trabalhoso, muitos empreendedores terceirizam toda a fase de planejamento e implantação da loja virtual e acabam vendo um e-commerce funcional, mas muito longe do que esperavam.
Isso porque cada pessoa pensa de uma maneira diferente e, se você não participar do processo de desenvolvimento da sua loja virtual, o designer ou a empresa fornecedora da solução vão fazer o que acreditam ser melhor. Sendo assim, se você preferir terceirizar o trabalho todo, não deixe de acompanhar o desenvolvimento do seu e-commerce, opinando, dando sugestões e tendo a certeza de que a ferramenta que está sendo desenvolvida tem a cara da sua empresa.
Se não tiver muitos recursos de início, uma opção também é usar serviços e templates pré-definidos para e-commerces – fáceis de manusear e uma boa forma de testar seu negócio online antes de investir em um visual super arrojado. Em contrapartida, se preferir criar o seu e-commerce de forma personalizada e sozinho, busque informações, estude, peça opiniões de outras pessoas e faça o devido benchmarking. Lembre-se de que você precisa se destacar, não ser apenas mais um.
4. Quais são as ferramentas que podem auxiliar na criação de uma loja virtual?
A escolha da plataforma de e-commerce é a maior decisão que você vai ter que tomar para criar a sua loja virtual, pois é ela quem estará entre você e seus clientes. Para atender à demanda crescente, você precisa de uma plataforma com capacidade escalável, que seja integrada a um bom sistema de ERP para gestão logística e de CRM para a gestão de clientes, para que nada fuja do seu controle.
Uma boa opção para quem está em busca de uma ferramenta completa é a Loja Integrada, uma plataforma que facilita a criação do seu e-commerce e ainda conta com recursos que colocam você em pé de igualdade com a concorrência, como domínio próprio, ferramentas de pagamento, selos de segurança, otimização para o Google, loja no Facebook e versão mobile.
5. Abrir uma loja virtual ou vender em marketplace? O que é melhor?
Se você tem a estrutura necessária para ter sua própria loja virtual, é interessante que você desenvolva sua marca, capte seus próprios clientes e cresça com as próprias pernas. Mas se você não tem estrutura para suportar toda a operação de um e-commerce, talvez o marketplace seja uma boa alternativa. Tendo uma plataforma externa para expor seus produtos – que pode ser a Amazon ou o Mercado Livre, por exemplo – você atua apenas fornecendo e entregando os produtos.
Mas fique atento: no marketplace, a qualidade se mantém. Qualquer deslize de reputação da sua marca e ela pode ser retirada da cadeia de fornecimento a qualquer momento, se houver reclamação por parte dos clientes.
O trabalho de marketing também continua sendo necessário: por mais que você possa ter um alcance orgânico mais significativo dentro do marketplace, a concorrência ainda é pesada. Sua página deve ser bem apresentada e as descrições de seus produtos, fiéis e atraentes.
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Fontes:
Texto: endeavor.org.br
(Da Redação) Matéria Original:
https://endeavor.org.br/loja-virtual/
Foto: Divulgação
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]]>O e-commerce brasileiro faturou R$ 18,6 bilhões no primeiro semestre de 2015 – 16% a mais do que o mesmo período de 2014. O dado faz parte da 32ª edição do Webshoppers, levantamento dos resultados do comércio eletrônico brasileiro feito pelo E-bit.
Segundo o estudo, o crescimento do tíquete médio impulsionou a alta. Os consumidores online gastam, em média, R$ 377, valor 13% maior do que no ano passado. Apesar do faturamento, o número de pessoas que realizaram ao menos uma compra caiu 7%, de 18,9 milhões no primeiro semestre de 2014 para 17,6 no mesmo período de 2015. “Aqueles que estão preocupados com as contas em dia e a comida na mesa não têm realizado esse tipo de compra”, diz Pedro Guasti, vice-presidente de relações institucionais da Buscapé Company, que controla o E-bit.
Um tipo específico de consumidor online derrubou a quantidade de pedidos. Os light users, que compram pela internet uma vez a cada seis meses, não fizeram aquisições no primeiro semestre deste ano Já os heavy users, consumidores que compram quatro produtos ou mais por semestre, seguem utilizando a internet para encontrar o menor preço. “Em um período de instabilidade econômica, quem sempre utilizou a internet como principal fonte de compra vai intensificar essa atitude”, afirma.
O que mais vende na internet
A pesquisa também mostrou quais foram os setores que tiveram o melhor desempenho neste primeiro semestre em total de pedidos e faturamento. As vendas de eletrodomésticos despontaram como as mais significativas para o e-commerce, representando 25% do faturamento de todo o mercado. No entanto, a área de moda e acessórios segue liderando o volume de pedidos, com 15% das solicitações.
André Ricardo Dias, diretor da E-bit, afirma que o crescimento do setor de eletrodomésticos e telefonia reflete o aumento de confiança do consumidor. “Antigamente, as pessoas tinham medo de comprar produtos mais caros pela internet. Mas hoje elas têm confiado mais. Além disso, quem compra na internet tem a vantagem de poder pesquisar os detalhes e a vasta gama de produtos de maneira mais qualificada”, diz.
Confira quais são os setores que mais faturaram até julho de 2015 e quanto representam no e-commerce brasileiro:
1. Eletrodomésticos – 25%
2. Telefonia/Celulares – 18%
3. Eletrônicos – 12%
4. Informática – 12%
5. Casa e Decoração – 7%
6. Moda e Acessórios – ¨%
7. Esporte e Lazer – 3%
8. Livros – 2%
9. Brinquedos e Games – 2%
10. Acessórios Automotivos – 2%
Veja quais foram os itens mais pedidos por e-commerce no mesmo período e quanto representam no mercado:
1. Moda e Acessórios – 15%
2. Eletrodomésticos – 13%
3. Telefonia/Celulares – 11%
4. Cosméticos e Perfumaria/Saúde – 11%
5. Assinaturas e Revistas/Livros – 8%
6. Casa e Decoração – 8%
7. Informática – 8%
8. Eletrônicos – 5%
9. Esporte e Lazer – 4%
10. Brinquedos e Games – 3%
Fontes:
Texto: revistapegn.globo.com
(Por Priscila Zuini com Rennan A. Julio) Matéria Original:
http://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/E-commerce/noticia/2015/08/10-areas-que-mais-faturam-no-e-commerce.html
Foto: Internet
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