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Empreender com pouco dinheiro é possível e, acredite: o que falta mesmo é criatividade! Com uma boa pesquisa de mercado e um planejamento estruturado, é possível ter o seu próprio negócio sem gastar muito. Logo, continue a leitura, para descobrir os primeiros passos de quem tem o sonho de ter o próprio negócio e tem pouco dinheiro, bem como alguns modelos de negócio lucrativos e que não demandam muitos recursos. Como empreender com pouco dinheiro?De acordo com relatório apresentado em 2020 pela Global Entrepreneurship Monitor(GEM), 90% dos empreendedores iniciais brasileiros concordam que a falta e ou escassez de emprego é uma das principais razões para empreender. Todavia, no lugar de pensar que pode ser algo temporário, por que não focar em crescer profissionalmente no empreendedorismo? Veja algumas dicas para começar a empreender e, fazer de uma ideia temporária, um negócio realmente lucrativo. Os primeiros passos de quem seja abrir o próprio negócioContudo, para que um sonho se torne realidade, não basta apenas sonhar e você já deve saber disso. Então, para quem deseja ser o próprio chefe, antes de tudo, precisa se planejar. Portanto, veja os passos básicos para abrir um negócio:
Bem como, outra recomendação, que vale para qualquer etapa e negócio é buscar ajuda especializada. Porém, isso não significa grandes investimentos. Constantemente, na internet, é possível encontrar vários bons conteúdos gratuitos sobre empreendedorismo, marketing digital, vendas e análise de dados. Nesse sentido, listamos para você 10 modelos de negócios para empreender com poucos recursos .Confira! 10 modelos de negócios para empreender com pouco dinheiroConheça agora 10 modelos de negócios para empreender com poucos recursos. 1. Refeições congeladasAtualmente, a busca pela qualidade de vida só aumenta e a pandemia acelerou ainda mais este processo. De acordo com uma pesquisa divulgada pela NutriNet Brasil, da USP, houve um aumento de consumo de frutas, hortaliças e feijão durante a pandemia. Ou seja, o estudo aponta uma alta de 4% nesse índice no período. Outro estudo que devemos analisar foi realizado pelo Ministério da Economia. Segundo pesquisa, o mercado das marmitas cresceu mais de 130% nos últimos anos. Logo, investir em refeições congeladas vai completamente de encontro a esta onda, uma vez que é possível oferecer alimentação de qualidade e praticidade ao mesmo tempo. Pode-se optar por, além das grandes refeições, como almoço e jantar, comercializar os lanches e até mesmo o café da manhã. 2. Alimentação infantilA busca pela alimentação saudável para as crianças também está virando tendência. Dessa forma, investir no oferecimento de refeições infantis saudáveis e convidativas torna-se uma opção viável. Afinal, tendo em vista o baixo número de negócios como este aqui no país. 3. Nichos específicos de alimentaçãoVeganos, vegetarianos, diabéticos e intolerantes à lactose são alguns grupos de pessoas que possuem necessidades alimentares muito específicas. Eles não são minoria, como muitos pensam. Só no Brasil:
Em suma, investir em alimentação para alguns desses grupos pode ser algo muito lucrativo, tendo em vista a baixa quantidade de concorrentes e a alta procura. 4. Revenda de produtos para empreender com pouco dinheiroDessa forma, revender produtos é uma opção barata e prática para quem ainda tem pouquíssima estrutura, já que não é necessário um grande investimento em estoques. Entretanto, não basta apenas fazer como todos estão fazendo: aplique o seu toque pessoal na sua venda e desenvolva suas próprias estratégias para se destacar na área que escolher. Outra dica é optar por revender algo que você realmente goste. 5. Presentes customizadosCestas de chocolate, de café da manhã, acessórios, caixas, livros, agendas, canetas, etc: em um mercado onde todo mundo quer se destacar, a personalização é quem dita a regra! E, ainda levando em consideração que as restrições devido à pandemia, desenvolver opções de presentes customizados, com foco principalmente nas datas sazonais, pode gerar um bom dinheiro. 6. BrechóDe todos os modelos de negócio sugeridos até agora, o brechó configura-se como um dos mais simples e que requer menos quantidade de recursos. Você pode começar vendendo as suas próprias peças, ou intermediando a venda de outras pessoas. O lucro desse tipo de negócio pode girar em torno de 20%, segundo o SEBRAE- SP. 7. Maquiagem e cabelo em casaEmbora muitos salões de beleza e estúdios de maquiagem estejam seguindo rigorosamente as recomendações de prevenção ao coronavírus, ainda tem muita gente com medo de frequentá-los. Nesse sentido, oferecer os serviços de maquiagens e alguns procedimentos para cabelos, como escova, pintura e hidratação, direto na casa dos clientes, figura como boa opção de renda. 8. Reforço escolar para crianças da educação infantil e fundamentalAqui, duas coisas são fundamentais: saber lidar com crianças e dominar alguma matéria escolar. Ou seja, pode-se explorar as duas modalidades de ensino, presencial, desde que tomados os cuidados necessários e on-line. 9. Criação de conteúdo digital para empreender com pouco dinheiroEm suma, o uso das redes sociais só aumenta: em pesquisa do Cuponation, no ano passado, a população digital das redes sociais bateu o recorde com 141.450 milhões de pessoas ativas. Então, se você tem afinidade com as redes sociais, sabe falar bem e gosta deste universo, pode ser que investir em ganhar dinheiro com a criação de conteúdo digital seja para você. 10. ConsultoriasAfinal, já parou para pensar que podem existir pessoas que desejam aprender mais sobre alguma área que domina? Investir em consultorias requer pouquíssimo investimento e ainda pode abrir possibilidades para outros tipos de negócios. |
Fontes:
Texto: www.whow.com.br
(Por Redação Whow)
Foto: Divulgação
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Felizmente, alguns sinais podem mostrar que você está preparado para essa grande tarefa. E, segundo todos os especialistas consultados por EXAME.com, chega uma hora na qual virar a página realmente ajuda o negócio a se expandir.
“Nesse momento histórico em que a gente está vivendo, com a globalização e o acirramento da concorrência, nunca a falta de foco foi tão punida. Se com atenção já e difícil ser bem sucedido, imagine sem ela”, sentencia Marcelo Veras, CEO da Inova Business School.
Para obter sucesso, não adianta simplesmente delegar a gestão para alguém próximo e permanecer no conforto do emprego fixo – a não ser que seu empreendimento seja extremamente automatizado.
“Na maioria das pequenas empresas, o estilo de administração e a essência do negócio são um reflexo do próprio empreendedor. Sua figura é muito relevante, já que o olhar do dono é único”, afirma Adriano Augusto Campos, consultor do Sebrae. Isso é especialmente verdade em negócios que precisam muito do contato com fornecedores e clientes, operando em horário comercial – o varejo, por exemplo.
Porém, mesmo que seja fundamental se dedicar integralmente para que seu negócio cresça, também não dá para abandonar o emprego sem o mínimo de preparação..
“Tem que ter uma garantia, inclusive financeira, porque existe um risco de o negócio não dar certo. Tenha um plano de retorno ao mundo de funcionário [ou seja, não saia do emprego atual de forma arrogante, fechando as portas] e tenha uma reserva de capital. Com essa tranquilidade, você pode tomar decisões melhores”, afirma Lucia Barbosa de Oliveira, professora de Gestão de Carreiras do Ibmec/RJ.
A docente cita três pontos que você já deve ter cumprido ao tomar essa decisão: autoconhecimento, estudo apurado do mercado e networking estabelecido. “Confira se ser empreendedor é mesmo o que você quer, se você conhece bem o mercado em que atua ou vai atuar e se você tem uma rede de relacionamentos que pode ajudá-lo a ser bem sucedido.”
Não tem certeza de que este é o momento de largar o emprego e se dedicar somente ao seu empreendimento? Veja, a seguir, alguns sinais que podem indicar que já está na hora de deixar de ser funcionário:
1. Você não aguenta mais o seu trabalho
Você começa a semana já rezando para que a sexta-feira chegue logo? Pode ser que você esteja insatisfeito temporariamente. Ou também pode ser um alerta de que essa vida de funcionário não corresponde mais aos seus objetivos de carreira.
“Nenhum trabalho é perfeito e todo mundo engole sapos eventualmente. Mas, se isso é recorrente e não há perspectiva de mudança, talvez esse seja seu final nesse emprego e nesse estilo de vida de funcionário”, alerta Lucia.
Um sinal de que isso ocorre é quando você comete pequenas falhas, o que não acontecia antes. “A vontade de ir ao trabalho diminui a ponto de afetar o rendimento. Isso é relativamente comum: a desmotivação gera desatenção com detalhes e o foco fica em outra atividade, longe do emprego”, conta Campos.
É preciso praticar o autoconhecimento para encontrar a resposta sobre se você quer mesmo abrir seu negócio. Foi o que aconteceu com Veras. “Eu já tinha passado tanto por multinacionais quanto por empresas familiares. Vinte anos de carreira depois, olhei para tudo aquilo e pensei que queria mesmo era ter uma operação minha. Isso foi um sinal de que não só o ciclo na empresa já havia terminado, mas também meu ciclo como funcionário.”
2. Você quer fazer algo que não é possível no emprego
Muitos funcionários já passaram por uma situação bem complicada: eles têm ideias que consideram geniais, mas a empresa não pensa da mesma forma e, portanto, descarta a sugestão.
Alguns ficam tão desapontados com essa atitude que pensam em como seria ter seu próprio negócio. A situação fica ainda mais crítica caso sua área de interesse não tenha nada a ver com seu emprego atual.
“Muito do que você gostaria de fazer não está na empresa dos outros. Esse sentimento de querer fazer algo que tenha sua alma, algo em que você acredita, é um grande motivador para largar o emprego e investir integralmente na sua ideia”, conta Veras, da Inova Business School.
Essa sensação de que você possui uma missão maior é também conhecida como “propósito”. É algo extremamente subjetivo, mas já serve como sinal de que essa pode ser a hora de colocar seu sonho em prática, alerta Campos, do Sebrae.
“Ao longo do tempo, o futuro empreendedor vai descobrindo que tem outras motivações profissionais. Ele se pergunta se está no caminho certo, e então percebe que gosta muito mais de seu empreendimento paralelo.”
3. Você já mostra que sabe empreender, mesmo sendo funcionário
Mais um sinal de que você deveria investir mais no seu negócio é se você já desenvolveu suas habilidades empreendedoras no próprio emprego: ou seja, tornou-se um “intraempreendedor”.
“Alguns sinais de que você é um intraempreendedor é conseguir movimentar e inspirar seus colegas; solucionar problemas com o apoio destes; transitar entre departamentos da corporação; e, por fim, liderar processos que você até não chefia oficialmente”, enumera Campos.
“Tudo isso significa que você poderá desempenhar o papel de um empresário – que é assumir diversas responsabilidades dentro de um empreendimento.”
4. O negócio exige muito do seu tempo
Por mais que você se dedique, dá para sentir que seu negócio se expandiria se você pudesse investir mais tempo nele? Por trabalhar no horário comercial, você perdeu oportunidades de fechar negócio no seu empreendimento? Então, preste atenção: esse é um sinal de que talvez seja precisa tomar a decisão de abandonar o conforto do emprego atual.
“Se o seu cliente começa a ficar inseguro, é preciso repensar essa situação de conciliação de trabalhos”, afirma Campos, do Sebrae. Por exemplo, quando esse consumidor precisa ser acompanhado no horário comercial, mas você não pode por conta do seu emprego fixo; ou quando seu e-commerce fica fora do ar e, por estar no trabalho, você não consegue resolver a situação com a rapidez necessária.
“De repente, sua forma de se organizar dava tempo e agora não dá mais: temos um sinal de que o negócio está pedindo mais atenção sua. Nesse caso, sem tomar essa decisão de sair do emprego, sua empresa nunca irá crescer tanto quanto poderia”, completa Lucia, do Ibmec/RJ.
Isso, é claro, contando que sua produtividade está afinada e que há, realmente, um caso de falta de tempo hábil de gestão.
5. Sua empresa já está se estabelecendo no mercado
Cada dia que passa, sua marca é mais conhecida pelo público-alvo pretendido? E sua carteira de clientes começa a engordar? O dinheiro entra na conta? Pode ser um sinal de que agora é a hora de deslanchar a empresa de vez.
“O principal sinal vem do seu negócio: se ele começa a crescer aceleradamente, é um sinal de que seu empreendimento está adquirindo momento”, resume Lucia. Ou seja: você está no lugar certo e na hora certa, e cabe apenas a você mesmo decidir aproveitar essa oportunidade.
Fontes:
Texto: EXAME.com
(Por Mariana Fonseca)
Foto: Thinkstock
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]]>ISSO ME DEIXA MALUCO.
O medo do fracasso é a razão número um pela qual as melhores empresas nunca são construídas, o porquê de muitas descobertas importantes nunca terem sido feitas e o motivo pelo qual as pessoas passam 40 anos em um trabalho que elas odeiam ou, no melhor dos casos, são indiferentes. Tudo isso pelo benefício de ter uma “segurança no emprego”.
Eu não sei como mudar uma cultura inteira a não ser tentando altera-la pessoa por pessoa – o que é uma das razões pelas quais eu dou tanto valor a toda interação que tenho com algum aspirante a empreendedor. É simples, basta você se perguntar esta única questão:
SE EU FRACASSAR, QUAL É O PIOR QUE PODE ACONTECER?
Se a sua resposta não for morte, uma completa ruína financeira para o resto da sua vida ou uma doença significante a resposta é simples: faça. Você não tem nada a temer. No pior dos casos, você falha e aprende alguma coisa com isso.
E esse aprendizado será algo que você nunca poderia aprender com um livro, algum colega de trabalho ou em qualquer forma de educação. Muito provavelmente você não irá fracassar totalmente e algo de bom sairá da situação. Uma coisa geralmente leva a outra, você só precisa começar a andar.
Então, na próxima vez que você ouvir alguém falando que ela falhou, pergunte: O que você aprendeu? Depois a elogie pela iniciativa e pelo grande passo que é começar.
Fontes:
Texto: endeavor
(Por Unreasonable Institute)
Foto: Divulgação
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]]>Empreender é uma arte que tem muitas variações, dependendo da idade, experiência anterior ou fase de vida em que você está. É mais uma dessas atividades do ser humano que não pode ser estruturada rigidamente ou merecer um manual que deva ser seguido de forma automática.
A maneira como um jovem decide empreender é bastante diferente de um executivo que resolve abandonar sua carreira para dar um vôo solo. Como também difere de alguém que se aposenta, depois de longos anos de vínculo empregatício, e imagina poder realizar sonhos que foram guardados durante anos de dedicação ao trabalho e à uma organização.
Vale lembrar que, na minha concepção, empreendedor é aquele que consegue ver oportunidades onde a maioria das pessoas apenas vê problemas. Ou, em outras palavras:
PESSOAS QUE TÊM A CAPACIDADE DE TRANSFORMAR PROBLEMAS/DESAFIOS EM OPORTUNIDADES E, EM MUITOS CASOS, CONSEGUE ESTAR À FRENTE DO SEU TEMPO.
Comecemos pelo jovem que decide criar algo próprio. De forma geral, os dois primeiros desestimuladores para essa opção devem se apresentar na própria família e, depois, no sistema de ensino formal, ou seja, a escola.
A família, especialmente se for de classe média para cima, na escala social, inibe a busca de um empreendimento com o discurso das “maravilhas” de um emprego. Especialmente se puder conseguir algo em uma grande empresa privada ou realizar um concurso para a administração pública. Ou seja, ilusões do mundo organizacional que impregnaram a vida passada dos pais.
O segundo obstáculo para o jovem está na Escola. Os programas acadêmicos ainda educam as pessoas a buscar o emprego formal e tornarem-se funcionários adaptados a empresas que, muitas vezes, já não existem no mercado.
O segundo agrupamento mencionado é o executivo ou profissional que decide abandonar o emprego para criar algo próprio. Nesse caso, as dificuldades são de outra ordem.
Acostumado, por longo tempo, com as “benesses” do mundo empresarial, o profissional imagina criar algo onde vai assumir muito mais o cargo de “presidente”, uma vez que agora o negócio “será seu“. Mas, diferente do que alguns podem pensar, é necessário estar preparado para conciliar, por um bom tempo, os papéis de presidente e office-boy, simultaneamente.
Na empresa, havia um superior de quem ele podia reclamar. Uma secretária que resolvia as questões menores… e, muitas vezes, as maiores. Alguém que ele nem identifica claramente, mas que pagava a conta de luz, água, telefone e condomínio. Só que agora tudo isto deverá sair do seu bolso.
Portanto, o novo desafio será grande. Mas, acima de tudo, ele deverá alterar sua postura de empregado para empreendedor. E muitos não conseguem isso com facilidade.
Por último – o que não significa que esgotam as alternativas -, existe o profissional que se aposenta e imagina realizar o sonho da sua vida, criando um negócio próprio. Para esse caso, aplicam-se as reflexões colocadas para os que decidem abandonar o emprego.
Além disso, é muito importante que o preparo para essa nova fase de vida tenha se iniciado com, pelo menos, 12 ou 18 meses de antecedência do desligamento da empresa em que trabalhava.
Uma das maiores dificuldades que os aposentados encontram, especialmente aqueles que trabalharam na mesma empresa por longo tempo, é criar uma nova “identidade”, ou seja, substituir o sobrenome que vão perder no dia seguinte.
ENFIM, O QUE PROCUREI ALERTAR, NESSE ARTIGO, SÃO OS CUIDADOS QUE CADA GRUPO DEVE LEVAR EM CONTA AO VIVEREM SEU SONHO DE EMPREENDER.
Cada grupo desses deve abordar o tema de forma distinta, da mesma maneira como não existe uma receita para o sucesso de todos eles.
Empreender é uma arte que varia para cada caso e situação, mas o país precisa, a cada dia, de novos empreendedores. Esse é também um país com muitas oportunidades, escondidas atrás dos problemas que todos nós conhecemos tão bem.
Fontes:
Texto: endeavor
(Por Renato Bernhoeft – Höft Consultoria)
Foto: Divulgação
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]]>O dom de transformar uma habilidade em um negócio lucrativo não é de domínio de todo mundo, alguns têm facilidade em canalizar e levar adiante, enquanto outros não têm nem ideia de como começar. Mas deveriam ter, principalmente em tempos de crise econômica, pois uma ideia tirada do papel pode ser a ponte entre sofrer com a crise ou enfrentá-la e não sentir tanto os efeitos.
Quando alguém fica desempregado, quer aumentar o seu rendimento mensal ou mesmo se tornar um empreendedor, mil ideias surgem, mas como saber qual delas é a melhor? A resposta é “não há”, mas tem grandes chances de que se você englobar alguma habilidade a seu empreendimento, vai estar um passo à frente no caminho do sucesso.
1. Pesquisa de mercado ou validação da ideia
Pesquise com possíveis clientes sobre o interesse no produto que você vai ofertar. Tenha junto uma lista de opções e amostras, dependendo do que pretende comercializar, se isso for possível.
2. Coleta de informações: conheça o seu potencial cliente
Não hesite em perguntar:
• quanto estão dispostos a pagar?
• com que frequência costumam adquirir determinado item
• qual a quantidade aproximada do pedido que eles costumam comprar
Lembre-se: quanto mais dados colher, mais fácil se tornará montar e direcionar o seu negócio.
3. Estipule a meta de atendimento e valide as finanças
É preciso que saiba quantos locais poderá atender, para ir ao passo seguinte, que é o levantamento do que será necessário para a sua produção e o custo desses produtos. Esta é a fase em que entra em contato com possíveis fornecedores, faz pesquisas de preços, prazos para entregas etc.
4. Planejamento de tempo
Ter um planejamento de tempo é necessário. O tempo tem que contar a seu favor, pois além da qualidade dos seus produtos, você também deverá se preocupar com coisas como a apresentação dos mesmos (embalagem, por exemplo) e pontualidade nas entregas. Considere que há também os prazos de entrega dos fornecedores.
5. Logística
O planejamento de tempo também englobará a logística, principalmente se houver várias entregas em um mesmo dia em locais diferentes. Lembre-se de, ao fechar um negócio, programe a entrega com tempo suficiente entre a anterior e a atual. Considere o trânsito e eventuais paradas.
Grosso modo, esses são os passos iniciais, tudo que vem depois fará com que negócio seja levado ao próximo nível: aumentar os clientes e a produção, contratar um ajudante, investir na marca, investir mais em marketing e tudo mais que venha a somar à ideia que se transformou em um negócio lucrativo.
Não se esqueça, que para qualquer ideia se transformar em um negócio lucrativo é preciso capacitação, então, estude, informe-se e procure compreender todos os pontos do seu negócio e mercado de atuação.
Entretanto, para quem ainda vê dificuldades neste ponto, pode contar com uma consultoria especializada para ajudá-lo em todos os passos, isso pode ser mais profissional e evitar desperdício de tempo e dinheiro.
Fontes:
Texto: administradores.com
(Por Rui Mesquita)
Foto: Internet
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]]>A razão para o fracasso de uma empresa, muitas vezes, é quem a comanda. Saiba que comportamentos mudar para conquistar o sucesso.
Ao abrir o próprio negócio, o empreender dá o primeiro passo rumo à realização de dois sonhos: fazer o que gosta e ganhar um bom dinheiro. Entretanto, o caminho é muito difícil e, em muitos casos, a razão para o fracasso de uma empresa é o próprio empreendedor.
Kevin Daum, colunista, do site da revista “Inc.” compilou uma série de sinais de que você não está pronto para prosperar como empreendedor.
Naturalmente, nenhum deles é irreversível. Basta corrigir os pontos negativos. Confira:
1. Você liga muito para o sentimento dos outros
Na opinião de Daum, empreendedores como Steve Jobs, da Apple, Jeff Bezos, da Amazon, e Bill Gates, da Microsoft têm algo em comum: eles são modelos do mundo corporativo, mas são odiados por muitos de seus funcionários. O colunista afirma que empreendedores bem-sucedidos devem pensar apenas na saúde de sua empresa, mesmo que possam ferir os sentimentos de alguém ou prejudicar outros negócios. Além disso, o mesmo objetivo faz com que, como um chefe, você precise ser duro com seus comandados. A dica é ser a melhor pessoa sempre que possível, mas não fazê-lo quando seu negócio for ameaçado.
2. A riqueza é seu objetivo principal
Apesar de o empreendedorismo ser um caminho rumo a um saldo bancário polpudo, é difícil conquistar ao sucesso pensando apenas na grana. É importante escolher uma área em que você gosta de atuar. Ao pensar só no dinheiro, você não vai dar a devida atenção ao desenvolvimento de um produto ou serviço de qualidade e nem à satisfação dos seus clientes. É claro que você deve pensar em lucrar bastante, mas há muitos outros fatores envolvidos, de acordo com Daum.
3. Você não lida bem com maus momentos
São muitas as conjunções que levam uma empresa ao sucesso. Até que tudo se alinhe, você vai passar por maus bocados. Pode faltar dinheiro, você pode ter problemas ao montar sua equipe e seus produtos ou serviços podem precisar de ajustes, dentre inúmeros obstáculos. Se você não souber lidar com tudo isso, ficar nervoso e “dar chilique”, talvez seja melhor procurar algo mais estável para fazer, segundo o colunista.
4. Você acredita em revoluções
Daum sugere que tentemos listar cinco empresas que, ao surgir, revolucionaram o mercado em que estavam inseridas. Já antecipamos o resultado: você provavelmente vai se lembrar de umas três. No entanto, há muito mais que três bilionários no mundo, e eles nem sempre atuam em negócios disruptivos. Warren Buffett, o terceiro homem mais ricos do mundo, investe em produtos simplórios como o ketchup. A maior parte dos empreendedores de sucesso segue dois caminhos: o primeiro é apostar em um mercado já consolidado, mas fazendo melhor que a concorrência e o segundo é oferecer algo novo, mas usando tecnologias já existentes.
5. Você quer ser o Zuckerberg
Ou Jobs, ou Gates. Em outras palavras, você também quer ser famoso. Só que você não precisa ser conhecido para ser bem rico. Por exemplo, você não deve conhecer Gina Rinehart. No entanto, ela é a 94ª pessoa mais rica do mundo, com uma fortuna de US$ 12,4 bilhões, segundo a revista “Forbes”. Você não precisa aparecer na TV para ter dinheiro.
6. Você quer ter uma vida mansa
Muita gente acha que trabalha mais que o chefe e abre um negócio para ter uma vida mansa. Esta é uma das maiores ilusões do mundo dos negócios. Para que sua empresa decole, você vai ter que trabalhar ainda mais. Não há mais salários. Ao contrário, você tem que pagar o salário dos seus colaboradores e, se preciso, ficar com os bolsos vazios. Serão noites em claro. Várias delas. Por isso, de acordo com Daum, só há um caminho para quem quer ter uma vida mansa: ganhar na loteria.
Fontes:
Texto: revistapegn.globo.com
(Da Redação)
Foto: ThinkStock
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]]>Para a maioria das pessoas, janeiro é mês de aproveitar as férias e de colocar os impostos em dia. Porém, para quem pretende ser um empreendedor, este mês também pode ser usado para começar a pôr em prática o sonho do negócio próprio.
Ter essa atitude pró-ativa é essencial para qualquer um que segue uma carreira empreendedora. “Especialmente nesse momento de crise pelo qual estamos passando, não dá para esperar as oportunidades caírem no colo. Quem opta pelo empreendedorismo tem que procurar algo diferente por conta própria”, afirma Adriano Campos, consultor do Sebrae/SP.
Isso é ainda mais importante caso você aposte em um negócio sazonal. “Se for um negócio de verão ou estiver localizado no litoral – como a venda de sorvetes ou de biquínis, por exemplo -, aproveite para faturar nessa época. Deixe suas férias para depois”, aconselha João Bonomo, coordenador do Núclero Acadêmico de Vocação Empreendedora do Ibmec/MG.
Quer começar desde já a pensar no seu futuro negócio? Veja, a seguir, o que já dá para fazer para concretizar esse sonho:
1. Trace metas e objetivos claros
Fazer promessas durante o ano-novo já é tradição. Porém, se você quer mesmo ter um negócio em 2016, é bom traçar metas empresariais que, de fato, serão cumpridas. “Sem objetivos, a gente não sabe se está caminhando na direção correta ou não. Por isso, estabeleça planos, desde que eles possam ser atingidos. Caso contrário, você se desmotiva no meio do caminho”, recomenda Campos.
2. Desenvolva melhor sua ideia
Você até já pode ter uma ideia de negócio, mas pode tirar esse começo do ano para refiná-la. Campos recomenda, por exemplo, ter bem delineado qual o problema exato que essa ideia irá resolver para os potenciais clientes; depois, é hora de testar esse modelo de negócios com um protótipo.
3. Pesquise o mercado em que você irá atuar
Se você já tem uma ideia de negócio, pode tirar o começo do ano para descobrir exatamente a dimensão do mercado do que seu negócio irá participar. “Busque informações sobre o potencial do setor, o comportamento do seu público-alvo, que soluções ele procura hoje e quanto ele paga por esses serviços”, exemplifica Campos. Veja como fazer isso.
4. Procure pontos comerciais
Outra atitude que pode ser tomada neste começo de ano é a procura de um ponto comercial para sua empresa. Isso porque vários contratos de aluguel terminam ou estão perto de terminar nestes primeiros meses, diz Campos.
Não poupe esforços na hora de selecionar o melhor local para abrir seu negócio – e fuja de erros comuns. “Dependendo do segmento, o ponto comercial pode fazer toda a diferença. Aproveite esse tempo para procurar com cuidado.”
5. Fortaleça seus contatos
Mesmo que você trabalhe sozinho, será preciso falar com possíveis fornecedores, por exemplo. Por isso, tirar esse começo do ano para reforçar seus contatos pode ser uma boa ideia. Campos recomenda que, além de formar parcerias comerciais, o empreendedor também procure um mentor que o ajude a refletir sobre sua empresa (saiba por que o networking é tão importante assim).
6. Recrute
O início do ano é uma ótima época para contratar funcionários para seu negócio. “Esse é um período em que muitas pessoas estão buscando uma vida nova, então aproveite para trazer pessoas capacitadas para seu empreendimento”, recomenda Campos. Veja um passo a passo para não errar na hora de contratar.
Fontes:
Texto: EXAME.com
(Por Mariana Fonseca)
Foto: Thinkstock
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]]>A seguir veja alguns itens importantes que você deve considerar antes de iniciar o seu negócio:
Espirito empreendedor
Ser seu próprio patrão pode ser muito gratificante, mas não é para todos. Antes de dar o primeiro passo, gaste algum tempo descobrindo se você tem o que é preciso para ser um empreendedor.
Entenda os benefícios do empreendedorismo para aprender sobre suas chances de sucesso.
Descubra se sua experiência, atitude, objetivos e estilo de vida são compatíveis com seu interesse em possuir seu próprio negócio.
Avalie sua ideia
Se você decidiu começar um novo negócio, terá que gastar algum tempo desenvolvendo sua ideia de negócio. Uma das maiores vantagens de ser um empreendedor é ser capaz de trabalhar em algo que lhe interessa e que se é apaixonado. Infelizmente, a paixão nem sempre se traduz em lucros.
Investigação, pesquisa, investigação! Quanto mais informações você puder reunir sobre a demanda potencial para seu produto ou serviço, sobre seus concorrentes, e sobre as necessidades e desejos dos seus clientes potenciais, mais chances terá de ser bem sucedido.
Antes de iniciar um negócio, você precisa avaliar a sua ideia e determinar quais são suas chances de se ter um lucro a partir dela.
Para ajudá-lo a avaliar a sua ideia, tente responder as seguintes questões:
. A sua ideia é original ou não?
. As pessoas vão estar dispostas a pagar pelo seu produto ou serviço?
. Será que o seu produto ou serviço é capaz de competir com os de empresas já existentes?
. Você precisa de proteção de propriedade intelectual para sua ideia?
. Como é que vai produzir e distribuir seu produto ou serviço?
. Como é que vai promover o seu produto ou serviço?
. Existem restrições governamentais ou obrigações que possam inviabilizar a sua ideia?
. Que recursos financeiros você precisa para começar seu negócio e qual o prazo de retorno?
Faça um plano de negócio
Um plano de negócio é uma ferramenta valiosa para todo proprietário de negócio, esteja ele começando, com o negócio em andamento, ou se está pronto para crescer.
Pense no seu plano de negócio como uma ferramenta de vendas. Ele deve convencê-lo de que seu negócio tem o potencial para ser bem sucedido.
Se você está começando um negócio, um plano de negócio pode ajudá-lo a:
. Transformar suas ideias em um negócio viável.
. Identificar pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças.
Faça uma pesquisa de mercado
Você tem profundo conhecimento do que seu cliente em potencial realmente busca? Se a resposta for não, é interessante fazer uma pesquisa de mercado minuciosa antes de iniciar o empreendimento, para evitar que você perca seu tempo, e o que é pior, seu dinheiro.
Contrate serviços de empresas especializadas
Por mais que você tenha conhecimento e experiência, é muito difícil iniciar um empreendimento sem contar com ajuda especializada. É necessário que o empreendedor se proteja em todas as frentes que possam lhe causar dúvidas, e principalmente, problemas.
Para abrir a empresa, contrate um escritório de contabilidade que goze de altíssima reputação, e fora isso, se proteja juridicamente, no início e no decorrer da vida do empreendimento.
Seja perseverante
Pode passar algum tempo até que seu empreendimento se estabilize, mesmo com todo seu comprometimento e dedicação, tudo deve ser conseguido passo a passo. É de total importância que você tenha muita perseverança, e o entendimento de que, quase sempre, os frutos não são colhidos logo de cara.
Fontes:
Texto: www.abraseunegocio.com.br
(Por Maciel Kenji Sato, Portal Abra Seu Negócio) Matéria Original:
http://www.abraseunegocio.com.br/antes-de-abrir-um-negocio/
Foto: Interrnet
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]]>Empreender requer dedicação e, acima de tudo, planejamento. Antes de abrir a empresa, o futuro empreendedor deve definir:
• Ramo de atividade
• Mercado consumidor
• Fornecedor e concorrente
• Produtos e serviços que serão comercializados
• Localização da empresa
• Processo operacional
• Volume de produção
• Análise financeira
O Plano de Negócio é um documento de planejamento capaz de demonstrar a viabilidade de um empreendimento a partir da estratégia, do mercado, das operações e da gestão financeira.A partir das informações disponibilizadas, ele ajuda a definir o que é ou o que pretende ser a empresa.
Para que serve um Plano de Negócio
• Organizar as ideias para iniciar um novo empreendimento
• Orientar a expansão de empresas já em atividade
• Apoiar a gestão do negócio, seja em seus números ou estratégias
• Facilitar a comunicação entre sócios, empregados, clientes, investidores, fornecedores e parceiros
• Captar recursos, sejam financeiros, humanos ou parcerias
Formas de utilização
• Como instrumento de planejamento – Avalia o novo empreendimento do ponto de vista mercadológico, técnico, financeiro, jurídico e organizacional. Assim, é possível ter uma noção prévia do funcionamento da empresa.
• Como instrumento de diagnóstico – Avalia a evolução da empresa para cada aspecto definido no plano. Assim, é possível efetuar um acompanhamento comparativo entre o previsto e o que vem sendo realizado, tomando medidas para corrigir desvios.
• Como ferramenta de financiamento – Facilita a obtenção de capital de terceiros (sócios ou agentes financeiros) quando o capital próprio não é suficiente para cobrir os investimentos.
A organização das informações relativas ao negócio é extremamente dinâmica e as etapas do Plano de Negócio podem ser revistas a qualquer momento, de forma interativa.
Não há regra definida ou metodologia única para o desenvolvimento do plano, mas o planejamento das atividades que serão desenvolvidas e a definição de tarefas, responsáveis, prazos e resultados almejados contribui para a atividade.
O Software Plano de Negócio 3.0 facilita esse processo por meio da simulação de dados que identificam a viabilidade da empresa e contribuem para transformar o seu sonho em realidade.
Baixe o Software Plano de Negócio – Esse produto está disponível na Biblioteca Digital do Sebrae Minas. Para baixá-lo, cadastre-se em www.sebraemg.com.br/atendimento
Fontes:
Texto: www.sebrae.com.br
(Por Sebrae Minas Gerais) Matéria Original:
http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/mg/artigos/Software-Plano-de-Neg%C3%B3cios-2.0
Foto: Internet
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]]>O sonho de ter o próprio negócio bate forte dentro de você? Quais motivos levam-no a desejar empreender? Há riscos de dar tudo errado e perder dinheiro?
Ser dono do próprio negócio sugere a conquista da liberdade, inclusive financeira, fator importante para viver mais feliz. Ao menos aparentemente, pois vemos patrões com muito dinheiro que trabalham quando querem. Será verdade?
Uma pesquisa realizada pelo Data Folha em abril e maio deste ano revelou algumas informações importantes e que valem a pena refletir:
• 28% da população com mais de 18 anos tem a intensão de empreender;
• deste grupo, 38% estão se preparando por meio de pesquisas;
• 28% estão poupando dinheiro;
• 12% fazem cursos.
Estes números são motivadores, pois a intenção de empreender garante a continuidade de empresas que certamente ofertarão emprego à população (72% que não tem a intenção de empreender). Vemos ainda que 78% daqueles que desejam empreender não têm a simples intenção, ou seja, ficam aguardando a sorte surgir, mas estão poupando e se preparando para a chegada do momento de constituir o próprio negócio.
Os motivos que levam ao desejo de empreender são muitos, mas os principais revelados pela pesquisa do Data Folha são:
• 42% desejam ganhar mais e crescer profissionalmente;
• 33% porque não querem mais ter chefe;
• 16% para fazer o que gosta e
• 9% para ter mais flexibilidade de horários.
Se você está dentro dos 28% da população que deseja empreender, não importa o motivo, é necessário que se prepare bastante, pois o outro lado das estatísticas, que recentemente publiquei em um desses artigos, mostra que quase 25% dos empreendedores encerram as atividades antes de completar dois anos e 50% sucumbem antes de completar cinco anos.
Além de fazer o planejamento cauteloso, conhecer o ramo no qual pretende atuar e ter aptidão para gerir é necessário ter profundo conhecimento da técnica de precificar, momento no qual se definem todos os custos e o lucro desejado. Atribuir preço ao produto ou serviço é difícil, mas nada impossível de ter sucesso quando as técnicas são conhecidas.
Como diz Thomas Nagle, “precificar é pensar e agir de maneira estratégica como uma tática para calcular os preços de venda, pois esta é a alma do negócio”.
Fonte: jornalcontabil.com.br
Gilmar Duarte – www.gilmarduarte.com.br
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