Jairo Martins, presidente-executivo da Fundação Nacional da Qualidade, dá algumas dicas de gestão, em especial, para micros e pequenas empresas. “Na reestruturação de seu negócio, é indispensável transparência junto aos credores e na prestação de contas ao administrador judicial. Além disso, devem ser analisados os pontos críticos da gestão para que a situação econômico-financeira não se agrave ainda mais”, afirma Jairo. Confira, abaixo, dicas para aprimorar e firmar a empresa em tempos tão instáveis.
1. Engaje sua equipe
Os colaboradores são essenciais no processo e, engajar sua equipe na redução de despesas e na busca de maior produtividade, por exemplo, é muito importante. Isso pressupõe otimização da estrutura organizacional – redistribuição de tarefas, considerando as competências de cada um. Não se trata apenas da redução de custos, mas também da busca de oportunidades que possam aumentar a percepção de valor pelo público-alvo e, com isso, alavancar os resultados.
2. Mantenha o estoque em níveis mínimos
O ideal é manter estoques de produtos acabados e intermediários em níveis mínimos. Ter estoques elevados, com as taxas de juros atuais, são decorrentes de planejamento e controle da produção ineficientes. Isso normalmente absorve capital de giro, o qual fica parado dentro da empresa sujeito a riscos e à deterioração e que poderia ser utilizado de outra maneira.
3. Reveja os custos e a precificação
Ao identificar os custos fixos, variáveis, diretos e indiretos, é preciso buscar a sua redução – como substituição de matérias-primas ou terceirização de serviços, por exemplo- sem que prejudique a qualidade final dos produtos. Além disso, pode-se canalizar o engajamento das pessoas com implementação de campanhas em prol da redução de água, energia, telefone, entre outros.
4. Controle o fluxo de caixa
É importante controlar o fluxo de caixa e não apenas o montante de receitas e de despesas. Muitas vezes, a simples gestão sobre as entradas de recursos e de contas a serem pagas na linha do tempo evita a necessidade de se contrair empréstimos e, consequentemente, o pagamento de juros, os quais absorvem recursos vitais para a companhia.
Fontes:
Texto: administradores.com
(Da Redação)
Foto: iStock
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