O fluxo de caixa é o controle que aponta quais foram as entradas e saídas de capital em determinado período. Para que ele seja mais preciso, é necessário registrar tudo que é realizado — mesmo as transações de pequeno valor, que podem ser consideradas insignificantes a princípio —, além de fazer uma revisão diária, reduzindo as chances de esquecer algum lançamento.
Com essa análise em dia, o gestor pode avaliar melhor como o dinheiro está sendo gasto, se alguns custos são supérfluos, se as receitas estão satisfatórias e se a empresa está operando com lucro ou prejuízo, por exemplo. Tudo isso facilita o processo de tomada de decisão e a elaboração de um planejamento mais objetivo.
Um grande desafio de muitas empresas menores é encontrar um bom equilíbrio entre as contas a receber e as contas a pagar. O segredo para garantir que esse controle seja eficaz é programar os compromissos com data mais longa enquanto os recebimentos são feitos em um prazo menor. Ou seja, tente sempre antecipar as entradas de capital e postergar as saídas.
Dessa forma, evita-se o risco de que, na data do pagamento de uma conta, não haja dinheiro disponível para pagá-la, prejudicando as finanças.
Por ser uma área diretamente relacionada às atividades operacionais, a gestão de estoque acaba não tendo o foco necessário nas análises das finanças da empresa. Porém, as decisões tomadas para esse setor e seus resultados impactam diretamente na realidade econômica da companhia e, por isso, essa é uma das dicas financeiras mais importantes.
Afinal, é preciso usar uma parte do capital de giro para compor o estoque e qualquer excesso, perda ou obsolescência representa desperdício de dinheiro. Por outro lado, a falta de produtos faz com que vendas sejam perdidas, impactando no faturamento. Assim, é preciso ter uma gestão de estoque eficiente para encontrar o ponto em que não haja perdas financeiras.
Existem alguns demonstrativos (como a DRE e o balanço patrimonial, por exemplo) que ajudam o empreendedor a verificar a saúde financeira do seu negócio, além de serem necessários para a prestação de contas ao Governo.
Além desses controles, vale acompanhar alguns indicadores de desempenho, que ajudam a compor uma visão ainda mais apurada a respeito dos resultados alcançados. Exemplos mais comuns deles são indicadores de faturamento, custos, lucratividade, inadimplência e rentabilidade.
A tecnologia tem se desenvolvido cada vez mais para atender a empresas e ajudar empreendedores a tornar sua gestão mais eficiente. Para tanto, é possível contar com soluções que ajudam na gestão financeira, automatizando as atividades, facilitando os controles e gerando relatórios, que fornecem dados a respeito de cada rotina empresarial.
Além disso, esses softwares tornam os processos menos suscetíveis a erros, fazendo com que as informações sejam mais confiáveis, seguras e precisas.
No artigo de hoje, fornecemos apenas algumas dicas financeiras para que empreendedores possam cuidar melhor dos seus negócios e obter resultados cada vez mais satisfatórios. Porém, vale sempre buscar meios de aprimorar a gestão e, principalmente, evitar cometer erros que podem comprometer o futuro da empresa.
Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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