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De acordo com especialista, os brasileiros estão mais interessados em aprender sobre finanças; conhecimento pode ajudar a sair das dívidas e a poupar. Em 2020, a educação financeira passa a fazer parte da Base Nacional Comum Curricular e deve ser implantada em escolas de ensino básico em todo o país. Mas não são apenas crianças e adolescentes que estão se educando no tema. No ano passado, dos 15 livros mais vendidos no Brasil, quatro falam sobre finanças (Nielsen).
“Depois do longo período de recessão, os brasileiros perceberam a utilidade de aprender mais sobre finanças e sobre gerenciar o próprio dinheiro. Isso é positivo, pois todos deveriam ter um conhecimento básico do tema”, defende o coordenador do curso de Gestão Financeira do Centro Universitário Internacional Uninter, Daniel Cavagnari. Para aqueles que estão começando a se informar sobre o assunto, o professor define oito termos úteis. Orçamento Reserva de Emergência Poupança Taxa Selic Juros Os juros podem ser simples, quando são cobrados apenas sobre o valor inicial do empréstimo. Ou então compostos, quando englobam o valor inicial mais os rendimentos ao longo do tempo. IOF Cheque especial IRRF Sobre o Grupo Uninter Sediado em Curitiba (PR), já formou mais de 500 mil alunos e, hoje, tem mais de 250 mil alunos ativos nos mais de 200 cursos ofertados entre graduação, pós-graduação, mestrado e extensão, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância. Com polos de apoio presencial, estrategicamente localizados em todo o território brasileiro, mantém cinco campi no coração de Curitiba. São 2 mil funcionários trabalhando todos os dias para transformar a educação brasileira em realidade. Para saber mais acesse uninter.com |
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Fontes:
Texto: Pg1
(Por Lola Dias)
Foto: Divulgação
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Acompanhe a coluna Primo Rico e saiba tudo sobre Finanças Pessoais e mais.
Quando o assunto é finanças pessoais, a forma como lidamos com o dinheiro diz muito sobre o nosso sucesso financeiro. Principalmente no que se refere à possibilidade de estarmos ou não endividados.
Em si, um dos maiores problemas dos brasileiros com as finanças pessoais é que são poucos aqueles que conseguem, efetivamente, guardar seu dinheiro até o final do mês. Muitos, ao considerar o alto desemprego no país, tem a falsa impressão de que isso acontece devido a situação econômica atual do país, onde, apesar da melhora dos índices econômicos, ainda há problemas concretos com a falta de emprego no mercado de trabalho.
Mas acontece que essa dificuldade com o dinheiro, até mesmo antes da crise econômica, era uma realidade presente na vida de muitas famílias. E a causa disso é simples: cometemos erros desastrosos que não deveríamos cometer.
Pensando nisso, preparamos uma listinha com três dos erros mais cometidos pelas pessoas e como evitá-los! São eles:
Não acompanhar a gestão de um terceiro sob o seu patrimônio é, frequentemente, um erro que costumamos notar ao ver a relação de uma pessoa com o seu gerente do banco.
Muitas pessoas que hoje investem pelo banco, quando deixam o gerente escolher aplicações, mal sabem as características dos investimentos do qual seu dinheiro está para ser aplicado. Pior: acabam pouco se importando com tais características, pois acabam confiando demais em seu gerente e nas escolhas dele.
E aqui entra um ponto complicado da relação cliente/gerente: o gerente precisa bater meta, e atende muitos clientes simultaneamente. Com pouca disponibilidade para traçar o perfil do cliente de forma efetiva, e ainda tendo uma necessidade de bater meta, o dinheiro que deverá ser investido pode muito bem acabar sendo destinado à investimentos que possuem baixa rentabilidade ou baixa coesão com a necessidade do cliente.
Já vi casos, inclusive, onde o banco acabou investindo o dinheiro do cliente em um fundo multimercado e o cliente só teve ciência dos riscos da aplicação quando viu seu dinheiro ter um rendimento negativo. Ter a ciência de onde o seu dinheiro está investido e conhecer a aplicação são fundamentais para entender se o seu dinheiro está gerando benefícios para você ou não.
Não é difícil de se ver famílias que acabam gastando mais do que a sua renda mensal permite e acabam entrando em dívidas perigosas, como o rotativo do cartão. São muitas vezes juros altos que são pagos sem nenhuma necessidade, e que poderiam ser evitados.
Mas esse não é o único problema. Outro problema que acaba surgindo nesse processo é o problema de não saber exatamente em qual parte dos gastos mensais está o gasto que precisa ser corrigido. Saber que está gastando demais é uma coisa, agora saber qual gasto é o que está dando maior problema e saber qual gasto é possível economizar é uma coisa muito diferente. E é aqui que as pessoas pecam.
Como muitos não têm a prática de anotar seus gastos, quando a situação de suas finanças pessoais começa a apertar, a pessoa tem a noção de que precisa economizar, mas não sabe onde ou em qual gasto economizar faria mais sentido. Ou seja, ela fica perdida.
Inclusive, é um problema que ocorre em especial também com as empresas. Uma boa parte das pequenas empresas pequenas brasileiras pecam com a falta de noção sobre as perspectivas do seu fluxo de caixa. Muitos empresários, por não entenderem essa necessidade de imediato, acabam muitas vezes adquirindo dívidas bancárias maiores do que suas possibilidades de cumprir o pagamento, arriscando demais sem ter uma necessidade.
Por isso mesmo, não só para os trabalhadores quanto para os empresários, é necessário entender o funcionamento do fluxo de sua renda. Entenda para onde vai, os dias que vão, se esse fluxo permite que se adquira coisas adicionais, enfim, entenda todo o fluxo de suas finanças pessoais ou empresariais.
A partir do momento que fizer isso, até mesmo com uma simples anotação de gastos, caso ocorra algum imprevisto você terá possibilidade de elaborar um plano de ação de forma bem mais rápida.
Uma vez que se os levantamentos necessários para entender o fluxo de sua renda, se torna muito importante também que a segmentação de cada parte do fluxo seja feita de forma coerente.
Se a família não separar os custos essenciais dos supérfluos, por exemplo, e juntar tudo num valor só, caso o seu custo do mês acabe excedendo a sua renda mensal, o responsável pelo controle financeiro da família poderá ter problemas sérios para reorganizar todo o financeiro familiar. E pior: ele pode tomar as decisões erradas, e os erros – geralmente bobos – podem persistir. Se estes erros bobos continuam a acontecer todo mês, o inevitável acontece: a falta de noção com os valores gastos leva, na maioria das vezes, à grandes dívidas.
E assim como no exemplo anterior, isso acontece também para as empresas. Não dá para juntar todo o lucro de uma empresa num valor só e não especificar valores para reinvestimento e renda do empresário do negócio, assim como é errado não separar os custos fixos das variáveis. Se torna necessário, então, que os gastos sejam direcionados já diretamente na planilha dos levantamentos, para evitar erros e distorções para aquilo que foi definido primariamente.
Por isso, sejamos sensatos: com finanças, seja as finanças pessoais ou as empresariais, não há espaço para preguiça. Faça-as do jeito correto para que não acabe sofrendo as consequências no futuro.
Link deste artigo: http://economia.ig.com.br/colunas/primo-rico/2017-09-19/financas-pessoais-3-erros-horriveis.html
Fontes:
Texto: economia.ig.com.br
(Por iG São Paulo – por O Primo Rico)
Foto: shutterstock
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Ao contrário do que pode parecer, a estabilidade financeira depende de ações relativamente simples – basicamente de planejamento e disciplina.
A organização das finanças pessoais representa um ponto fundamental na vida de todos nós. Dificuldades financeiras afetam diretamente o aspecto emocional e a produtividade no trabalho, além de acarretar instabilidade no ambiente familiar. Muitos acreditam que basta ter dinheiro para que todos os problemas se resolvam. Na verdade, isso é consequência, não causa.
Ao contrário do que pode parecer, a estabilidade financeira depende de ações relativamente simples – basicamente de planejamento e disciplina. Organizar as finanças representa o primeiro passo em direção à concretização de sonhos e projetos. A partir de iniciativas implementadas no dia-a-dia, qualquer pessoa pode obter equilíbrio financeiro e se transformar, em uma segunda etapa, em investidor. Eis algumas dicas:
1 – Dia do orçamento
Reserve um dia no mês para organizar a sua vida financeira. Monte uma planilha com despesas fixas, dívidas, pagamentos, gastos eventuais. Insira também todas as suas receitas, tais como salário, recebimento de aluguéis, ganhos eventuais etc. Monte seu orçamento mensal, adequando os gastos às receitas. O ideal é que sempre haja sobra de 10% a 20%.
2 – Defina prioridades
Caso o orçamento esteja em desequilíbrio – gastos maiores que as receitas –, o caminho é reduzir imediatamente as despesas. Defina prioridades e elimine o que não é essencial. Esse período de ajuste requer disciplina. Lembre-se que ele é necessário, porém transitório. Idas ao restaurante, passeios, viagens ou compras supérfluas podem esperar até que o equilíbrio financeiro seja retomado.
3 – Aprenda a usar o dinheiro
A maioria das pessoas se preocupa em aprender como ganhar dinheiro, mas não como usá-lo. Existe uma grande diferença entre as duas situações. Todos conhecem histórias de empresários que acumularam fortunas, mas que terminaram falidos. Nada melhor que aprender com os erros dos outros. Leia, estude, busque informação sobre finanças. Há diversos livros, revistas, jornais e sites que traduzem o “economês” para a linguagem do dia-a-dia.
4 – Estabeleça objetivos financeiros
Determine um valor, um prazo e um objetivo financeiro a ser atingido. Organize-se de forma a criar as condições para que a meta seja cumprida. Exemplo: comprar um carro no valor de R$ 30 mil, dentro de dois anos. Analise seu orçamento e veja como reorganizá-lo de forma a adquirir o automóvel no prazo estabelecido.
5 – Poupar sempre
Não há organização das finanças pessoais sem poupança. É a reserva de capital que permite que a pessoa enfrente situações emergenciais ou crises sazonais. Encare como compromisso a tarefa de guardar de 10% a 20% de sua receita mensal.
6 – Aprenda a investir
A partir de um determinado nível de organização das finanças, a pessoa dispõe de recursos para investimento. As contas estão em dia, não há dívidas pendentes e a meta de gastar menos do que ganha virou lei. Chegou a hora de fazer o dinheiro trabalhar para você. Busque investimentos de acordo com o seu perfil. Para isso, solicite a ajuda do seu gerente do banco, conte com o auxílio empresas especializadas em prestar esse tipo de assessoria ou se capacite para assumir a tarefa de cuidar dos próprios investimentos.
7 – Limite ao máximo o endividamento
Sempre que possível, opte por compras à vista. Controle a ânsia de consumo, junte recursos e adquira o produto ou serviço pagando de uma só vez. Isso aumenta o poder de barganha na hora da compra, permitindo descontos e outras vantagens (brindes, pontos extras em programas de fidelização etc). Use o financiamento apenas para situações específicas, como a compra de um imóvel.
8 – Fuja do crédito fácil (e caro)
Linhas de crédito como a do cheque especial e a dos cartões representam graves ameaças para qualquer planejamento financeiro. As taxas de juros são maiores e a pessoa é seduzida pela facilidade em contrair a dívida. Lembre-se que dinheiro fácil custa muito mais caro.
9 – Use a portabilidade
Quem tem contrato de financiamento ou empréstimo pode aproveitar as vantagens da portabilidade. Com ela, o devedor tem sua dívida “comprada” por outra instituição financeira, que lhe oferece condições de pagamento mais favoráveis. A pessoa troca a dívida cara por uma mais barata.
10 – Disciplina, antes de tudo
Nenhuma das dicas anteriores funcionará, se a pessoa não tiver disciplina para organizar as suas finanças. Seguir o planejamento traçado é fundamental. As tentações do consumo surgem a todo instante e é preciso se manter permanentemente focado no objetivo financeiro.
Fontes:
Texto: administradores.com
(Por Roberto Navarro)
Foto: iStock
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]]>De acordo com Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 59,6% das famílias brasileiras estavam endividadas em abril desse ano. Muitas delas deixam de pagar o que devem não por falta de dinheiro, mas de planejamento. Segundo Liao Yu Chieh, professor do Insper, o fator que resume os maiores erros cometidos pelos brasileiros na hora de gerir suas finanças pessoais é a falta de planejamento. “Quando a pessoa não se planeja da forma correta, ela não consegue saber o quanto realmente gasta e o quanto disso poderia ser ajustado na vida dela”, diz.
O empreendedor deve tomar cuidado em dobro quando o assunto é finanças pessoais. Elas não podem ser confundidas com os recursos do negócio. Para o consultor do Sebrae-SP, Guilherme Soares, esse planejamento precisa acompanhar as oscilações de preço que ocorrem frequentemente. “Atualmente, a maioria das despesas do dia a dia está aumentando. Sofremos com a alta dos preços na comida, em mensalidade de escola e outras coisas. E, ao mesmo tempo, o salário não sobe nessa mesma proporção. Nessa hora, é preciso ficar atento com os gastos”, afirma. Confira abaixo os erros mais comuns que podem acabar com seu capital:
1.Excedente
Normalmente, as pessoas possuem três tipos de despesa: as fixas, como uma conta de luz, as variáveis, como uma ida ao cinema, e as de emergência. Para lidar com o último tipo, é preciso ter sempre um excedente em sua conta. “As pessoas costumam gastar tudo que ganham. Não ter uma reserva financeira é um grande erro, porque você vive um padrão de vida hoje que vai comprometer o seu futuro”, diz Chieh.
Um acidente de trânsito ou um problema de saúde com um familiar são situações que causam despesas de emergência. Sem uma reserva, a pessoa fica a mercê da situação e pode se endividar. Para evitar esse tipo de problema, Soares recomenda que uma parcela fixa da renda seja sempre guardada. “É bom sempre colocar na poupança uma parcela de 10% a 20% do que você recebe mensalmente”, afirma.
2.Crie novas fontes de renda
Criar novas fontes de rendas é uma forma de ficar seguro em relação ao futuro. Mas isso só é possível se parte da renda guardada for bem aplicada. “Aquilo que é guardado deve ser colocado em uma conta ou usado para, por exemplo, comprar um apartamento e alugá-lo. Isso é o que vai garantir que você não dependa apenas do salário como única fonte de renda”, diz Chieh.
3.Gastos
A maioria das pessoas não tem controle total de suas compras e gasta mais do que imagina. ”Se você pedir para uma pessoa estimar qual é o gasto mensal dela, normalmente ela estimará errado. Ela acaba esquecendo várias despesas e não só as menores. Gastos significativos passam despercebidos muitas vezes”, afirma Chieh. De acordo com ele, um dos gastos mais subestimados é com presentes.
Soares ainda chama atenção para a praticidade do cartão de crédito, que leva as pessoas a perderem controle de suas finanças. “As pessoas vão passando o cartão sem se atentar ao seu limite e também parcelam sem levar em consideração as outras coisas. Quando veem, já estão com uma quantia muito grande para pagar e as taxas de juros do cartão são muito altas”, diz.
4.Família
Dentro das famílias, o hábito é que apenas uma pessoa fique encarregada da gestão das finanças. No entanto, isso não significa que os outros membros devem ficar alheios a tudo que acontece financeiramente. Segundo Soares, um dos maiores erros é não deixar a família toda ciente da situação financeira atual. “Deve-se envolver toda a família na administração de qualquer conflito financeiro. Todos devem saber que estão com dificuldades e, assim, gastarem menos e abrirem mão de certos privilégios”, explica.
Fontes:
Texto: revistapegn.globo.com
(Por Talita Monaco)
Foto: ThinkStock
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