
Contabilizar despesas e receitas é muito importante para planejar o futuro e identificar eventuais gastos desnecessários e/ou exagerados.
Recebimentos, pagamentos, imprevistos, investimentos. Certamente, ao pensar em cada um desses temas, o gestor de uma empresa já pensa em diversas operações que estão ocorrendo ao mesmo tempo em sua companhia, o que é absolutamente normal. Há uma consideração, porém: todas essas atividades devem estar organizadas. E nem sempre isso acontece.
A organização de todas essas operações financeiras tem um nome simples, mas que pode causar (embora não devesse) calafrios em alguns: fluxo de caixa. E o planilhamento de todos os custos e receitas da empresa traz, apenas, benefícios para o gestor.
Como qualquer outro controle, o início do fluxo de caixa pode trazer dificuldades e dúvidas. O empreendedor pode, também, cometer pequenos erros no planilhamento. E, por isso, é importante saber como realizá-lo:
Ao contabilizar “contas a pagar” e “contas a receber”, inicie, apenas, com gastos e receitas já integralmente recebidos ou liquidados e/ou facilmente estimados – e busque, sempre que possível, adiantar os valores que serão creditados;
No item “contas a pagar”, estime despesas básicas ainda não lançadas – como água, luz e telefone; também esteja por dentro da sazonalidade das contas, datas de vencimento e eventuais reajustes;
Para evitar surpresas desagradáveis, mantenha um controle diário de receitas (como adiantamento de recebíveis) e despesas e mentalize que receitas quase nunca são certas, enquanto as despesas quase sempre são.
Para auxiliar no adiantamento de recebíveis, a Adianta oferece uma plataforma inteligente e integralmente digital, capaz de cobrar o cliente e finalizar a operação em minutos, com direito à análise de crédito e sem tarifas antecipadas.
Vale destacar, aqui, que o resultado de todo esse organograma pode ser positivo ou negativo. Seja qual for o número final do cálculo, não há motivo para grandes euforias ou desolações. Caso haja lucro no período, é necessário refletir sobre o eventuais investimentos e aplicações. Se o intervalo culminar em déficit, o pensamento deve estar focado em como obter capital de giro.
Conforme o acompanhamento e gestão do fluxo de caixa se tornarem frequentes, a gestão financeira se tornará cada vez mais assertiva e rápida. Dessa maneira, os benefícios que o planilhamento traz para uma empresa se tornarão ainda mais evidentes. São eles:
A gestão das Notas Fiscais é outro ponto que, se mal administrado, pode gerar prejuízos e até o consequente pagamento de multas ao fisco. Há, ainda, as emissões de Notas indevidas contra o seu CNPJ. Isto é um assunto bastante sério e que precisa ser acompanhado de perto para evitar problemas de ordem fiscal. A Arquivei, startup que fornece tecnologia para armazenamento, gestão e consulta de notas e dados fiscais, permite, entre outros benefícios, a consulta automática de CTEs, o download automática de NFes e a importação de XMLs. É tudo o que o seu CFO precisa.
Sobre a Adianta
Fundada em 2016, a Adianta é uma fintech focada em antecipação de recebíveis para pequenas e médias empresas. Dentre seus diferenciais estão a agilidade na concessão de crédito, com resposta em tempo real e sem burocracia, e taxas de juros e tarifas mais baixas em relação a instituições financeiras tradicionais. Em dois anos de operação, a startup recebeu pedidos de cerca R$ 120 milhões em crédito e recebeu investimento de fundos como Yellow Ventures, OsherTech, 42K Investimentos e DGF Investimentos.
Sobre a Arquivei
A Arquivei é uma empresa que fornece plataforma de monitoramento, gestão e inteligência de documentos fiscais. Criada em 2014, surgiu para suprir uma dificuldade das empresas na gestão mais eficiente de seus dados fiscais. Com sede em São Carlos, interior paulista, a startup já atende mais de 80 mil empresas, com gigantes como McDonald’s, Riachuelo e C&A. Foi, por duas vezes (2018 e 2019), eleita uma das 100 startups com maior potencial de inovação.
RELACIONAMENTO COM A MÍDIA
SEVEN PUBLIC RELATIONS
Willian Ferreira ( willian@sevenpr.com.br )
Deborah Reis ( deborah@sevenpr.com.br )
Marcelo Volpato ( marcelo@sevenpr.com.br )
Telefone.: (11) 2344-9140
Fontes:
Texto: SEVEN PR
(Por Willian Ferreira)
Foto: Internet
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A principal característica do fluxo de caixa está em disponibilizar para os gestores uma visão panorâmica das finanças da empresa.
A falta de organização na parte financeira é um dos fatores que mais prejudicam o crescimento das pequenas e médias empresas. Deixar o fluxo de caixa de lado, pode gerar inúmeros problemas.
O fluxo de caixa documenta todas as movimentações financeiras de uma empresa. Na prática, ele permite que se entenda o que é o registro das entradas e saídas de dinheiro.
A principal característica dessa ferramenta está em disponibilizar para os gestores uma visão panorâmica das finanças da empresa, o que serve de base para um processo decisório mais assertivo.
Depois de montado o fluxo de caixa, é possível extrair relatórios que vão servir de base para a administração da empresa, seja qual for o prisma que se deseje avaliar. Isso quer dizer que através do fluxo de caixa o gestor pode compreender melhor a alocação de recursos, entender quais atividades demandam mais capital, identificar gargalos financeiros e saber quais as fontes de receita mais importantes, dentre outras informações.
Além de todos esses dados, o fluxo de caixa garante ao administrador maior controle das atividades. É possível perceber que o acompanhamento periódico da ferramenta permite a correção de eventuais desvios em tempo adequado.
Por fim, cabe ao administrador saber qual a situação financeira da empresa em cada momento de sua vida. Para isso, deve-se dispor de um fluxo de caixa atualizado, que mostre de forma bem estruturada o real cenário da organização, aspecto de especial importância para a tomada de decisão.
Para facilitar o entendimento do conceito e da importância do fluxo de caixa, vamos analisar o seguinte exemplo, começando pelas entradas de recursos (receitas):
Agora, vamos exemplificar o registro das saídas (despesas):
De posse dos registros feitos, o gestor pode entender melhor a situação de sua empresa e extrair informações gerenciais de grande valor.
Analisando os dados do exemplo, percebe-se que a situação líquida da empresa é positiva, já que o fluxo de entrada de recursos é maior que o de saída em R$ 6.000. Além disso, o administrador pode entender que há caixa disponível para investimentos na capacidade produtiva e, por outro lado, observa-se excesso nas despesas administrativas — e essa é uma conta que poderia ser reduzida.
Muitas informações valiosas podem ser extraídas do fluxo de caixa e cabe ao gestor estudar os dados mediante as particularidades da empresa.
A utilização do fluxo de caixa é uma forma simples de resolver os desafios do setor financeiro de uma empresa. Contudo, abastecer os registros, categorizar os dados e produzir relatórios consistentes de variados prazos pode ser uma tarefa um tanto quanto desmotivante para os usuários.
Vale a pena empregar um software de gerenciamento no seu negócio para facilitar as operações financeiras, resultando em relatórios mais bem elaborados e com menos chance de erros. Tendo assim:
Além disso, com versões desktop, em rede e na nuvem, você pode acessá-lo de qualquer dispositivo.
Para aqueles que têm a missão de gerenciar o fluxo de caixa de uma pequena ou média empresa, nada melhor do que recorrer ao conhecimento para extrair dele as melhores dicas possíveis. Abaixo, listamos alguns conselhos que podem ser de grande valia na hora de gerir o seu patrimônio, especialmente se a companhia na qual você trabalha não for de grande porte.
Empresas menores tendem a ser menos rígidas nesse quesito e, por essa razão, não realizam o fluxo de caixa todos os dias. No entanto, o conselho que se dá é que independentemente do tamanho do negócio o melhor a se fazer é estabelecer regras claras desde o início, de preferência com controle diário.
A principal razão é evitar que eventuais despesas e receitas se acumulem e possam acabar sendo negligenciadas na hora do registro. O uso de um software de gestão contábil é o melhor caminho para enraizar esse hábito rapidamente.
Para quem utiliza softwares de gestão contábil, fica mais fácil diferenciar despesas de receitas na hora de fazer o cadastro dos valores. Porém, para quem ainda está limitado a planilhas de controle ou até mesmo a anotações manuais, é comum que ocorram confusões entre esses conceitos.
A solução é adotar meio claros de destacar quais são as entradas e quais são as saídas. Use cores distintas, símbolos ou qualquer outro indicativo que seja claro e dispense legendas. Quem bater olho precisa compreender de imediato o que corresponde às receitas e o que corresponde às despesas.
Principalmente entre as despesas, é preciso diferenciar quais são os gastos recorrentes daqueles que ocorrem de maneira esporádica. Os valores destinados ao pagamento do aluguel, por exemplo, se repetem todos os meses. Já a compra de uma impressora é evento que não ocorre mais do que uma vez por ano.
Sendo assim, separe tanto as despesas quanto as receitas por subcategorias, deixando mais claro em seus relatórios quais gastos se repetirão mês a mês e quais valores foram pagos naquele mês específico. Isso o ajudará a encontrar o ponto de equilíbrio da empresa.
Compreender o seu fluxo de caixa é o fundamental para descobrir quais são os prazos de pagamento mais adequados para a sua empresa. Para uma companhia com pouco capital de giro, por exemplo, pode ser mais interessante fazer compras parceladas, ainda que sem desconto, do que compras à vista por um valor menor.
Tudo vai depender das circunstâncias. O mesmo vale para compras realizadas em maior quantidade para se obter um menor valor unitário. É preciso analisar se dentro de um prazo específico esse tipo de investimento em estoque é válido. Essas não são decisões simples, e o fluxo de caixa é que dará subsídios para que as respostas sejam encontradas.
Da mesma maneira que comprar à prazo pode ser mais interessante do que comprar à vista em alguns contextos, o mesmo se aplica aos descontos e às promoções por compras em maior volume ou com pagamento antecipado. Pode haver boas oportunidades nesse sentido junto aos seus fornecedores.
A partir da análise do fluxo de caixa você poderá decidir se vale a pena ou não fazer propostas como essas para as empresas com as quais você trabalha. Há muitas companhias que são receptivas e concedem bons descontos para quem tem condições de fazer investimentos mais altos em curto prazo.
Sim, é preciso fazer um planejamento financeiro de tal forma que os recebíveis (valores devidos a você que ainda estão por ser pagos) sejam contemplados na previsão de receitas do mês seguinte. Entretanto, lembre-se sempre que “previsão” é diferente de “dinheiro em caixa”.
Pode acontecer, por exemplo, de 80% dos seus clientes entrarem em crise em um determinado mês e não honrarem seus compromissos. Há dinheiro no caixa suficiente para cobrir uma eventual falta de receitar por quanto tempo? Trabalhe para que pelo menos três meses possam ser cobertos pelo seu caixa.
Esse é um grande problema que assola especialmente as pequenas empresas e companhias com poucos funcionários: por não atribuírem um salário mensal a si próprios, é comum que os proprietários utilizem parte do caixa para pagar despesas eventuais do dia a dia. Acabam recaindo na mistura de gastos pessoais com empresariais.
Além de complicar bastante a avaliação do fluxo de caixa, esse tipo de comportamento é um passo largo para a desestruturação das finanças de uma companhia. Aos poucos, torna-se impossível saber quais são os gastos de pessoa física e de pessoa jurídica. Essa confusão, além de problemas contábeis, pode resultar em complicações financeiras para a empresa.
Softwares de gestão contábil existem para facilitar a sua vida, mas a interpretação dos dados sempre caberá ao empresário e aos gestores. Não compreender exatamente o que os números estão dizendo é mais comum do que você imagina.
Se esse for o seu caso, saiba que o melhor a se fazer é procurar auxílio. Profissionais de contabilidade, economistas e administradores poderão trazer insights valiosos para o seu negócio com uma simples análise de fluxo de caixa. Porém, é preciso que você faça a sua parte, deixando os números sempre em dia.
Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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Você já parou para pensar como andam as finanças da sua empresa? O que você poderia fazer para otimizar o gerenciamento dos seus recursos financeiros? Neste post, você vai entender melhor o que é fluxo de caixa e como essa ferramenta pode ser o pontapé inicial para que você organize melhor as suas finanças.
O fluxo de caixa é, sem dúvidas, uma das ferramentas mais úteis não apenas para controlar e gerir as finanças empresariais, mas também para tomar decisões de extrema importância para a organização, como a identificação de necessidade de cortes, investimentos e até mesmo realocação de recursos ou redefinição de processos.
O fluxo de caixa é uma ferramenta financeira que, apesar do nome, leva em consideração não só o dinheiro propriamente dito da empresa, mas também os recursos disponíveis como contas-correntes e aplicações de curto prazo. Essa ferramenta é essencial para qualquer tipo de negócio, independentemente do tamanho, e indica a disponibilidade de recursos em um determinado período.
Mesmo que você esteja iniciando seu negócio, já pode colocar na sua rotina o fluxo de caixa. Assim, será necessário separar os saldos inicias de seu caixa e de suas contas-correntes e daquelas aplicações de curto prazo.
Depois, utilizando uma planilha eletrônica ou um software de gestão, é só registrar esses valores, bem como as entradas que serão representadas pelos recebimentos em sua empresa, valores referentes a clientes e outras receitas, e também as saídas — representadas pelo pagamento de salários, contas, fornecedores, entre outros desembolsos.
Após comparar os saldos iniciais com todas as suas entradas e saídas, você verá que o fluxo de caixa apresentará os recursos disponíveis em um determinado período e que podem ser utilizados de acordo com as suas necessidades.
A primeira coisa a fazer é organizar as contas da empresa: onde estão disponibilizados os recursos financeiros da empresa? Existe mais de uma conta responsável pelos pagamentos ou recebimentos do negócio? Todas elas precisam estar devidamente organizadas, incluindo a “caixinha” disponibilizada no financeiro para necessidades corriqueiras.
O segundo passo é identificar qual o valor inicial disponível nas contas, em cada período. Com o auxílio de planilhas ou de um software, este valor será atualizado a cada lançamento e, por isso, é sempre válido conferir se os valores batem. Determine uma data fixa periódica para conferir, isso ajudará a identificar falhas processuais e as devidas soluções para elas.
Depois, categorize despesas e receitas. Apenas números isolados não trarão a análise necessária para suas decisões de gestor. Por isso, é preciso, além de especificar quais correspondem a despesas e receitas, categorizar todos eles. A que cada um dos valores de saída se destinou? De onde vem cada valor de entrada?
E o que você poderá fazer com as informações do fluxo de caixa? Como é uma ferramenta financeira, poderá ser utilizada de várias formas na gestão de sua empresa. Uma dessas possibilidades é o fluxo de caixa projetado, que poderá lhe dar uma boa noção de suas finanças no futuro, permitindo conhecer antecipadamente as entradas e desembolsos que serão feitos em um determinado período.
Outra utilização, que dependerá do nível de informatização dessa ferramenta, é a separação das despesas em categorias, o que permite uma análise diferenciada por tipo e valor que está sendo gasto, o que pode ser utilizado para seu planejamento, substituições ou até mesmo corte de alguns gastos. Você também poderá separar os recebimentos por tipo, o que lhe indicará quais são aqueles clientes que mais compram de sua empresa e também os melhores pagadores.
Para que uma empresa tenha sucesso, independentemente do ramo de atuação, é preciso que ela tenha planejamento. É a previsão de entradas e despesas que vai determinar quais são as principais ações que uma companhia deve tomar para crescer e atingir os seus objetivos. Dentro desse escopo, o fluxo de caixa se mostra essencial.
É por meio dele que você analisa quais são as sazonalidades, os períodos aos quais sua empresa está sujeita a receber menos ou gastar mais, e com isso pode criar um plano de ação para não ficar descoberto. Por exemplo, pode ser que em um dos meses a sua receita seja menor, mas coincidentemente as suas despesas são maiores, por conta de impostos.
O planejamento baseado na análise de fluxo de caixa é que vai permitir que você provisione uma determinada verba em um dos meses para não comprometer o caixa em meses mais fracos. Por exemplo, sabendo que no mês de dezembro você precisa pagar o décimo terceiro salário para os funcionários, é possível criar uma poupança mês a mês de forma a não fazer com que esse valor pese de uma só vez.
Essa poupança, inclusive, pode ser criada sob a forma de algum investimento com boa liquidez. Dessa forma, seu capital segue rendendo, mas provisionado, de forma que quando chegar a hora de quitar as dívidas não seja preciso tirar tudo do faturamento do mês. Outra possibilidade é o pagamento antecipado das dívidas: se essa opção render algum tipo de bonificação, vale a pena analisar a relação entre rendimento e desconto e julgar qual delas sai mais em conta.
É preciso tomar alguns cuidados para que seu fluxo de caixa seja realmente efetivo, como relacionar todas as entradas e saídas, independentemente do valor, e de preferência utilizar um software integrado de gestão que permita que as informações sejam obtidas de outras áreas, como o departamento de compras e de vendas.
Fique atento também à periodicidade da elaboração, ou seja, ao prazo em que são inseridas as informações — que, de preferência, deve ser diário para que você tenha a informação em tempo real. Com todos os dados e análises financeiras em mãos, não se esqueça de atentar-se, em seguida, ao planejamento estratégico de sua empresa.
Muitos dos insights gerados por meio desta ferramenta são de grande importância para o futuro da organização e, por isso, precisam ser considerados em ajustes no plano inicial. Isso garantirá um crescimento sustentável ao seu negócio!
Já citamos acima alguns conselhos para que você faça um fluxo de caixa de maneira eficiente. Porém, convém ressaltar alguns deles. O uso de um software de gestão, por exemplo, é mais do que essencial. Além de permitir acesso às informações em tempo real, ele permite que múltiplos membros de uma mesma equipe tenham acesso aos dados a partir de qualquer lugar.
Delegue uma pessoa para ser a responsável por gerenciar esses dados. Nas grandes empresas, os profissionais de contabilidade, em geral, são os responsáveis por acompanhar mais de perto esses fluxos. É importante que a transição de informações envolva todos os setores. Um centavo gasto é um centavo que precisa estar descrito no fluxo de caixa. Caso contrário, você corre o risco de planejar sobre uma projeção de base pouca sólida e o resultado disso pode ser desastroso.
Por fim, não deixe de realizar relatórios mensais ou periódicos. Esses dados compilados devem ser analisados pelos acionistas, pelos proprietários ou pelos gestores, de forma a identificar se há margem para redução dos gastos ou mesmo oportunidades para ampliar as receitas mediante investimentos. Acima de tudo, é fundamental refletir sobre as informações obtidas, e não apenas arquivar o documento.
O fluxo de caixa pode ser um elemento vivo para diagnóstico e tomada de decisão nos seus negócios. Para isso, mantenha-o sempre atualizado e envolva os responsáveis por direcionar as políticas da empresa para que sempre seja possível evoluir nesse quesito.
Neste post você viu que, mesmo no início de suas atividades, é possível (e recomendável) utilizar o fluxo de caixa. Se bem elaborado, ele pode trazer diversos benefícios para o seu negócio.
Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Da Redação)
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Com um fluxo de caixa transparente, é possível verificar qual o retorno real obtido por meio da venda de produtos e serviços.
Com a retomada da economia nacional, as empresas voltam a passar por alguns bons momentos. Para que os ventos se mantenham a favor, entretanto, é necessário que as companhias realizem gestões eficientes de caixa, fazendo com que o fluxo financeiro seja positivo, com a manutenção da equipe e dos produtos. Para isso, é fundamental que o fluxo de caixa seja transparente, expondo ao líder quais são os ganhos e as despesas. Para isso, confira cinco dicas para ter uma gestão de caixa eficaz:
1. Registre e categorize tudo
Não importa o valor gasto ou recebido, é importante registrá-lo. Só assim é possível organizar as contas, evitando o desperdício de dinheiro. É essencial separar tudo em categorias, facilitando a identificação das despesas e receitas, além de permitir uma fácil visualização de sua origem. Com o detalhamento, identifica-se como, quando e como o valor foi gasto ou recebido, trazendo maior conhecimento ao gestor.
Dessa maneira, o estabelecimento terá mais informações sobre seu fluxo financeiro, podendo verificar qual é sua maior fonte de renda, o que pode lhe dar argumentos e poder de barganha para negociar os contratos junto com as adquirentes. Com a classificação de custos e ganhos, é possível desenvolver um planejamento financeiro mais elaborado, o que ajuda a garantir a estabilidade do negócio.
2. Verifique o fluxo de caixa periodicamente
Fazer um acompanhamento frequente do fluxo de caixa ajuda a evitar surpresas. Esse processo permite um planejamento mais assertivo, além de prever situações complicadas e facilitar a tomada de decisões antes mesmo que os problemas aconteçam. A periodicidade deve ser definida pelo gestor e seguida de maneira firme, evitando que seja realizada em longos intervalos de tempo.
O procedimento possibilita que a gestão financeira permaneça segura e saudável, assim o estabelecimento tem maior controle sobre tudo o que já recebeu e o que ainda irá receber. A medida também evita que seja necessária a antecipação dos recebíveis, que quando não planejada, pode se transformar em uma bola de neve devido às taxas. Compras parceladas, por exemplo, quando adiantadas, podem representar uma perda de até 20% do valor de venda.
3. Gerencie o estoque
O estoque dos estabelecimentos, na maioria das vezes, é um investimento que não rende juros nem gera renda. Ou seja, é um capital imobilizado. No entanto, o valor utilizado na aquisição dos produtos pode impedir que você aproveite outras oportunidades lucrativas. Saber a posição de estoque, seu limite mínimo e máximo, além do total investido, ajudam no entendimento e no controle sobre as tomadas de decisão, evitando prejuízos.
Um armazenamento bem gerenciado é aliado no planejamento de como, quando e quanto deve ser comprado para suprir a demanda de produtos. Ao realizar uma boa gestão, é possível saber como aumentar ou diminuir os investimentos e gastos no seu fluxo de caixa.
4. Analise todos os cenários
Por meio de uma gestão de fluxo de caixa clara e transparente, é possível projetar uma média para o ano todo. Ao avaliar os mais variados cenários, há tempo hábil para se preparar para as adversidades. Nesse cenário, é fundamental estipular os gastos e ganhos, permitindo a comparação entre a projeção e a realidade, com uma ampla visualização sobre as despesas inesperadas e as maneiras de evitá-las no futuro.
5.Seja realista
Com um fluxo de caixa transparente, é possível verificar qual o retorno real obtido por meio da venda de produtos e serviços. Ao ter controle sobre a origem e destino dos valores, pode-se reavaliar e renegociar os contratos com fornecedores e prestadores de serviço, aumentando a margem de lucro e fazendo com que haja um crescimento saudável do negócio.
Marcelo Garcia — CEO da Equals, empresa especialista em gestão e conciliação de recebíveis. – www.equals.com.br
Fontes:
Texto: administradores.com
(Por Marcelo Garcia)
Foto: iStock
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O fluxo de caixa é essencial para qualquer empresa, independentemente do tamanho, e indica a disponibilidade de recursos em um determinado período.
Você já parou para pensar como andam as finanças da sua empresa? O que você poderia fazer para otimizar o gerenciamento dos seus recursos financeiros? Neste post, você vai entender melhor o que é fluxo de caixa e como essa ferramenta pode ser o pontapé inicial para que você organize melhor as suas finanças.
O fluxo de caixa é, sem dúvidas, uma das ferramentas mais úteis não apenas para controlar e gerir as finanças empresariais, mas também para tomar decisões de extrema importância para a organização, como a identificação de necessidade de cortes, investimentos e até mesmo realocação de recursos ou redefinição de processos.
O fluxo de caixa é uma ferramenta financeira que, apesar do nome, leva em consideração não só o dinheiro propriamente dito da empresa, mas também os recursos disponíveis como contas-correntes e aplicações de curto prazo. Essa ferramenta é essencial para qualquer tipo de negócio, independentemente do tamanho, e indica a disponibilidade de recursos em um determinado período.
Mesmo que você esteja iniciando seu negócio, já pode colocar na sua rotina o fluxo de caixa. Assim, será necessário separar os saldos inicias de seu caixa e de suas contas-correntes e daquelas aplicações de curto prazo.
Depois, utilizando uma planilha eletrônica ou um software de gestão, é só registrar esses valores, bem como as entradas que serão representadas pelos recebimentos em sua empresa, valores referentes a clientes e outras receitas, e também as saídas — representadas pelo pagamento de salários, contas, fornecedores, entre outros desembolsos.
Após comparar os saldos iniciais com todas as suas entradas e saídas, você verá que o fluxo de caixa apresentará os recursos disponíveis em um determinado período e que podem ser utilizados de acordo com as suas necessidades.
A primeira coisa a fazer é organizar as contas da empresa: onde estão disponibilizados os recursos financeiros da empresa? Existe mais de uma conta responsável pelos pagamentos ou recebimentos do negócio? Todas elas precisam estar devidamente organizadas, incluindo a “caixinha” disponibilizada no financeiro para necessidades corriqueiras.
O segundo passo é identificar qual o valor inicial disponível nas contas, em cada período. Com o auxílio de planilhas ou de um software, este valor será atualizado a cada lançamento e, por isso, é sempre válido conferir se os valores batem. Determine uma data fixa periódica para conferir, isso ajudará a identificar falhas processuais e as devidas soluções para elas.
Depois, categorize despesas e receitas. Apenas números isolados não trarão a análise necessária para suas decisões de gestor. Por isso, é preciso, além de especificar quais correspondem a despesas e receitas, categorizar todos eles. A que cada um dos valores de saída se destinou? De onde vem cada valor de entrada?
E o que você poderá fazer com as informações do fluxo de caixa? Como é uma ferramenta financeira, poderá ser utilizada de várias formas na gestão de sua empresa. Uma dessas possibilidades é o fluxo de caixa projetado, que poderá lhe dar uma boa noção de suas finanças no futuro, permitindo conhecer antecipadamente as entradas e desembolsos que serão feitos em um determinado período.
Outra utilização, que dependerá do nível de informatização dessa ferramenta, é a separação das despesas em categorias, o que permite uma análise diferenciada por tipo e valor que está sendo gasto, o que pode ser utilizado para seu planejamento, substituições ou até mesmo corte de alguns gastos. Você também poderá separar os recebimentos por tipo, o que lhe indicará quais são aqueles clientes que mais compram de sua empresa e também os melhores pagadores.
Para que uma empresa tenha sucesso, independentemente do ramo de atuação, é preciso que ela tenha planejamento. É a previsão de entradas e despesas que vai determinar quais são as principais ações que uma companhia deve tomar para crescer e atingir os seus objetivos. Dentro desse escopo, o fluxo de caixa se mostra essencial.
É por meio dele que você analisa quais são as sazonalidades, os períodos aos quais sua empresa está sujeita a receber menos ou gastar mais, e com isso pode criar um plano de ação para não ficar descoberto. Por exemplo, pode ser que em um dos meses a sua receita seja menor, mas coincidentemente as suas despesas são maiores, por conta de impostos.
O planejamento baseado na análise de fluxo de caixa é que vai permitir que você provisione uma determinada verba em um dos meses para não comprometer o caixa em meses mais fracos. Por exemplo, sabendo que no mês de dezembro você precisa pagar o décimo terceiro salário para os funcionários, é possível criar uma poupança mês a mês de forma a não fazer com que esse valor pese de uma só vez.
Essa poupança, inclusive, pode ser criada sob a forma de algum investimento com boa liquidez. Dessa forma, seu capital segue rendendo, mas provisionado, de forma que quando chegar a hora de quitar as dívidas não seja preciso tirar tudo do faturamento do mês. Outra possibilidade é o pagamento antecipado das dívidas: se essa opção render algum tipo de bonificação, vale a pena analisar a relação entre rendimento e desconto e julgar qual delas sai mais em conta.
É preciso tomar alguns cuidados para que seu fluxo de caixa seja realmente efetivo, como relacionar todas as entradas e saídas, independentemente do valor, e de preferência utilizar um software integrado de gestão que permita que as informações sejam obtidas de outras áreas, como o departamento de compras e de vendas.
Fique atento também à periodicidade da elaboração, ou seja, ao prazo em que são inseridas as informações — que, de preferência, deve ser diário para que você tenha a informação em tempo real. Com todos os dados e análises financeiras em mãos, não se esqueça de atentar-se, em seguida, ao planejamento estratégico de sua empresa.
Muitos dos insights gerados por meio desta ferramenta são de grande importância para o futuro da organização e, por isso, precisam ser considerados em ajustes no plano inicial. Isso garantirá um crescimento sustentável ao seu negócio!
Já citamos acima alguns conselhos para que você faça um fluxo de caixa de maneira eficiente. Porém, convém ressaltar alguns deles. O uso de um software de gestão, por exemplo, é mais do que essencial. Além de permitir acesso às informações em tempo real, ele permite que múltiplos membros de uma mesma equipe tenham acesso aos dados a partir de qualquer lugar.
Delegue uma pessoa para ser a responsável por gerenciar esses dados. Nas grandes empresas, os profissionais de contabilidade, em geral, são os responsáveis por acompanhar mais de perto esses fluxos. É importante que a transição de informações envolva todos os setores. Um centavo gasto é um centavo que precisa estar descrito no fluxo de caixa. Caso contrário, você corre o risco de planejar sobre uma projeção de base pouca sólida e o resultado disso pode ser desastroso.
Por fim, não deixe de realizar relatórios mensais ou periódicos. Esses dados compilados devem ser analisados pelos acionistas, pelos proprietários ou pelos gestores, de forma a identificar se há margem para redução dos gastos ou mesmo oportunidades para ampliar as receitas mediante investimentos. Acima de tudo, é fundamental refletir sobre as informações obtidas, e não apenas arquivar o documento.
O fluxo de caixa pode ser um elemento vivo para diagnóstico e tomada de decisão nos seus negócios. Para isso, mantenha-o sempre atualizado e envolva os responsáveis por direcionar as políticas da empresa para que sempre seja possível evoluir nesse quesito.
Neste post você viu que, mesmo no início de suas atividades, é possível (e recomendável) utilizar o fluxo de caixa. Se bem elaborado, ele pode trazer diversos benefícios para o seu negócio.
Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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A falta de organização na parte financeira é um dos fatores que mais prejudicam o crescimento das pequenas e médias empresas. Entretanto, existe uma ferramenta administrativa simples para a solução desse problema: o fluxo de caixa. Ele é o que documenta todas as movimentações financeiras de uma empresa — em outras palavras, pode-se entender que é o registro das entradas e saídas de dinheiro.
A principal característica dessa ferramenta está em disponibilizar para os gestores uma visão panorâmica das finanças da empresa, o que serve de base para um processo decisório mais assertivo.
A importância do fluxo de caixa nas empresas
Depois de montado o fluxo de caixa, é possível extrair relatórios que vão servir de base para a administração da empresa, seja qual for o prisma que se deseje avaliar. Isso quer dizer que através do fluxo de caixa o gestor pode compreender melhor a alocação de recursos, entender quais atividades demandam mais capital, identificar gargalos financeiros e saber quais as fontes de receita mais importantes, dentre outras informações.
Além de todos esses dados, o fluxo de caixa garante ao administrador maior controle das atividades. Nesse enfoque, é possível perceber que o acompanhamento periódico da ferramenta permite a correção de eventuais desvios em tempo adequado.
Por fim, cabe ao administrador saber qual a situação financeira da empresa em cada momento de sua vida. Para isso, deve-se dispor de um fluxo de caixa atualizado, que mostre de forma bem estruturada o real cenário da organização, aspecto de especial importância para a tomada de decisão. É perceptível, portanto, a importância do fluxo de caixa para as finanças corporativas.
Na prática: veja um exemplo de fluxo de caixa
Para facilitar o entendimento do conceito e da importância do fluxo de caixa, vamos analisar o seguinte exemplo, começando pelas entradas de recursos (receitas):
• Receita de vendas: R$ 15.000
Agora, vamos exemplificar o registro das saídas (despesas):
• Despesas administrativas: R$ 2.000
• Despesas com pessoal: R$ 5.000
• Compra de insumos: R$ 2.000
De posse dos registros feitos, o gestor pode entender melhor a situação de sua empresa e extrair informações gerenciais de grande valor.
Analisando os dados do exemplo, percebe-se que a situação líquida da empresa é positiva, já que o fluxo de entrada de recursos é maior que o de saída em R$ 6.000. Além disso, o administrador pode entender que há caixa disponível para investimentos na capacidade produtiva e, por outro lado, observa-se excesso nas despesas administrativas — e essa é uma conta que poderia ser reduzida.
Muitas informações valiosas podem ser extraídas do fluxo de caixa e cabe ao gestor estudar os dados mediante as particularidades da empresa.
Aposte em um software de gerenciamento de fluxo de caixa
A utilização do fluxo de caixa é uma forma simples de resolver os desafios do setor financeiro de uma empresa. Contudo, abastecer os registros, categorizar os dados e produzir relatórios consistentes de variados prazos pode ser uma tarefa um tanto quanto desmotivante para os usuários.
Para solucionar a questão, vale a pena empregar um software de gerenciamento no seu negócio para facilitar as operações financeiras, resultando em relatórios mais bem elaborados e com menos chance de erros. Nesse sentido, um bom software de gerenciamento resolverá essa situação, pois proporciona:
• Controle de receitas e despesas;
• Previsão de fluxo de caixa;
• Programação de pagamentos e recebimentos;
• Acompanhamento de contas e muito mais.
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Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Da Redação)
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Por menores que sejam, há erros de gestão financeira que podem destruir seu negócio. Confundir venda com receita, misturar finanças pessoais com as da empresa e ignorar o capital de giro estão entre alguns dos que podem comprometer o crescimento e até mesmo colocar fim à existência da empresa.

(Foto: Divulgação)
Veja quais são os erros de gestão financeira que você deve evitar:
Confundir venda com receita
Registrar uma venda como se fosse uma receita é um dos erros de gestão mais perigosos, já que o pagamento pode não ser realizado. Para não cometer esse equívoco, é importante só contabilizar como receita o dinheiro que efetivamente entrar no caixa da empresa. Valores parcelados a serem recebidos devem ser registrados e identificados como tais, de forma separada.
Misturar as finanças pessoais com as do negócio
Muitos empresários cometem o erro de misturar suas finanças com as da empresa, como se fossem únicas, e usar o dinheiro em caixa para pagar contas pessoais. Essa é uma atitude mortal para o negócio! Para manter o caixa corporativo em dia, é importante não usar dinheiro da empresa para despesas pessoais e, também, o contrário: não usar a conta-corrente particular para pagar as contas do negócio Uma das melhores formas de não cometer esse erro é ter uma conta para cada coisa e investir o dinheiro da empresa no seu crescimento.
Não ter atenção às pequenas despesas
Muitos pequenos empresários têm o hábito de ignorar despesas pequenas e, consequentemente, não as incluem na contabilidade. Errado! Mesmo que o gasto seja de baixo valor pode fazer grande diferença nas contas no final do mês. Para não cometer esse erro, registre e lance todas as despesas, por menores que elas sejam. Assim, você não corre o risco de, no futuro, ter um rombo nas contas e não saber a origem da discrepância.
Não dar a devida importância para o capital de giro
Não basta apenas ter o investimento inicial necessário para começar um negócio: para manter a empresa funcionando, é essencial ter uma quantia reservada para pagar as despesas iniciais, usar em caso de imprevistos e investir em seu crescimento. Fique atento ao seu capital de giro e, assim, evite pedir empréstimos e arcar com todas as taxas e juros desse tipo de operação. Mas o que é capital de giro? O capital de giro é o recurso utilizado para sustentar as operações rotineiras da sua empresa, ou seja, é o capital disponível para a condução normal dos seus negócios. Em outras palavras, é o valor que a sua empresa possui para custear e manter as suas despesas operacionais do dia a dia.
Não planejar
Empresas que têm gestão financeira restrita ao mês corrente têm muito mais chances de terem problemas no futuro. Invista em planejamento financeiro anual, considerando todas as contas e despesas que têm que ser pagas ao longo dos 12 meses. Ao planejar o décimo terceiro dos funcionários, por exemplo, você já pode fazer caixa para essa finalidade ao longo do ano. Assim, não comprometerá o fluxo da empresa nos meses de novembro e dezembro e terá dinheiro suficiente para pagar os empregados mesmo que aconteça um imprevisto (como falta de pagamento de clientes).
Ter atenção para não cometer erros de gestão financeira é essencial para a sobrevivência do negócio. A melhor forma de evitar esse tipo de problema é contratar um contador para auxiliar na gestão financeira e permitir que você se dedique ao core business da empresa. A sua empresa ainda precisa ajudar o contadorna busca pelos melhores resultados.
Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Da Redação)
Foto: Internet
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Analise a seguinte situação: certo empreendedor resolve completar os estoques de mercadorias para cobrir uma demanda inesperada com um desembolso da sua conta corrente pessoal. Afinal, a demanda era urgente e volumosa, mas não havia caixa disponível para este fim. Ao final do mês, satisfeito ao perceber um lucro razoável, resolve tirar o dinheiro do caixa da empresa para comprar a televisão que sempre sonhou. Identificou-se com esse empreendedor? Caso a resposta seja positiva, é sinal de que algumas coisas precisam mudar.
A confusão patrimonial, isto é, a mistura entre as contas pessoais do empreendedor e as contas da empresa, é uma situação que pode trazer uma série de problemas para o negócio. O primeiro deles é a falta de controle financeiro e, ao contrário do que muitos pensam, esse descontrole não afeta apenas os recursos do negócio, mas também as finanças pessoais. Neste post, pretendemos falar um pouco mais sobre a importância de separar as contas para que você consiga prosperar ainda mais com a sua empresa. Confira!
Descontrole financeiro pode forçar a dissolução da empresa
Muitos empreendedores enfrentam dificuldades para planejar o crescimento da empresa simplesmente por não realizarem um controle efetivo das finanças, e a confusão entre os patrimônios empresariais e pessoais contribui muito para o problema — uma vez que os dados são distorcidos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), metade das empresas brasileiras fecha as portas em apenas três anos justamente por não controlar as finanças de maneira adequada.
É preciso saber exatamente quanto o seu negócio consegue gerar de lucro e, para isso, é indispensável que não se misture as contas, além, é claro, de que seja realizado um efetivo controle dos fluxos de caixa. Só dessa forma o empresário conseguirá reunir dados precisos para tomar decisões mais acuradas, o que contribui, principalmente, para planejar o crescimento, realizar investimentos e criar condições favoráveis para cumprir com obrigações, principalmente aquelas provenientes de instituições financeiras.
Separando as contas empresariais e pessoais
Para acabar com o problema, é fundamental que o empresário defina com clareza qual deve ser a participação dos sócios sobre o lucro, e isso deve ser feito, inclusive, no contrato social da empresa. No caso do sócio que administra a empresa, é importante definir o seu pró-labore (sua remuneração pela função administrativa), principalmente se estamos falando de uma empresa individual de responsabilidade limitada — caso em que a confusão patrimonial é ainda mais comum. Além disso, não podemos nos esquecer de que o próprio gestor deve se conscientizar da importância da separação de contas, já que o problema, muitas vezes, é justamente a negligência nesse aspecto.
Por fim, a tecnologia e os serviços contábeis também podem ajudar nessa tarefa. A primeira por possibilitar a automação de todos os processos financeiros, como a emissão de notas ficais, o registro de fluxos de caixa, entre outros. Atualmente, existe uma série de aplicativos e softwares destinados para essas finalidades. O contador, por outro lado, pode auxiliá-lo a definir a participação societária de acordo com o histórico das atividades da empresa, além, é claro, de definir também o pró-labore do sócio-administrador. São pequenos passos, mas que podem gerar muitos benefícios para o negócio.
Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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Uma empresa tem como função principal gerar riquezas para todas as partes envolvidas, sejam elas funcionários, sócios, clientes, governo ou fornecedores.
Os administradores ou sócios das empresas estão, a princípio, em busca de uma lucratividade sempre maior. Porém, é comum observarmos que, normalmente, a preocupação está focada somente no crescimento do faturamento, o que é um erro muito sério e que, provavelmente, impactará de forma negativa na continuidade da empresa.
Uma empresa tem como função principal gerar riquezas para todas as partes envolvidas, sejam elas funcionários, sócios, clientes, governo, fornecedores. Quando uma empresa não consegue ser sustentável, ou seja, pagar as próprias contas, ela passa a gerar pobreza para toda essa cadeia, causando prejuízos a todos os envolvidos.
Por isso, é de suma importância que a empresa tenha um conhecimento detalhado de seu faturamento e também dos seus custos e despesas, podendo, assim, enxergar seu verdadeiro lucro ou prejuízo. Essa informação do resultado atingido ou projetado pela empresa é demonstrada em um relatório denominado Demonstrativo de Resultado. O profissional da contabilidade é conhecedor desse relatório e poderá contribuir muito na sua construção, possibilitando, assim, aos gestores e demais interessados conhecer com clareza se a empresa apresenta lucro ou prejuízo.
Não dá para administrar uma empresa sem a informação do resultado que ela gera para poder tomar decisões de comprar ou vender mais ou, por exemplo, fazer novos investimentos. Todas as empresas precisam dessa informação. Não importa se é uma pequena empresa que fatura cinco mil reais por mês ou uma grande que fatura cem mil.
Outra ferramenta muito importante é o relatório que demonstra o movimento do dinheiro na empresa, que é chamado de Fluxo de Caixa. Nesse relatório pode ser identificado de onde vem o dinheiro da empresa e em que está sendo aplicado.
Com esses dois relatórios será possível saber se uma empresa apresenta lucro ou prejuízo e se a origem do dinheiro que a mantém está em suas vendas ou em empréstimos, por exemplo. A matemática é simples: faturamento maior do que seus custos e despesas é o que irá gerar lucros. O contrário irá gerar prejuízos.
Dependendo do ramo de atividade a empresa poderá ter maior percentual de lucro em relação a seu faturamento ou menor. Existem setores com 3%, outros com 10% ou 15%, o resultado é variável de acordo com o ramo de atividade, depende também da capacidade dos gestores em aumentar seu faturamento e reduzir suas despesas e custos e de outros fatores externos que podem comprometer a lucratividade das empresas por um período.
Paulo Felicioni – Mestre em Contabilidade e Finanças e diretor executivo da Gumz Contabilidade, de Jaraguá do Sul/SC.
Fontes:
Texto: administradores.com
(Por Paulo Felicioni, administradores.com)
Foto: Internet
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O que você vai ler neste artigo.
O objetivo de qualquer empresário é lucrar. Para isso se concretizar é necessário ter recursos para a atividade, cumprir as obrigações e tomar decisões a todo momento, não é mesmo?
Mas como fazer isso sem informação? É quase impossível. Seria como dirigir um carro sem instrumentos, ou ainda andar a cavalo sem as rédeas. Mas o empresário possui à disposição o Fluxo de Caixa, uma ferramenta simples e eficiente para se ter esse controle.
Quando analisamos os índices de mortalidade, podemos observar que 56% dos motivos são claramente financeiros, como não ter recursos, problemas de caixa, inadimplência e precificação. O que não podemos negligenciar é que o restante é de más decisões de negócio, que poderiam ser melhor tomadas com boas informações financeiras.
Estamos engajados em facilitar um empreendedorismo mais efetivo, por isso te convido a seguir na leitura desse guia, que facilitará a adoção desta ferramenta em sua empresa. Vamos lá!
O Fluxo de Caixa é uma ferramenta básica de controle financeiro. Sua função é demonstrar os valores de recebimentos, pagamentos e saldos de recursos financeiros da empresa em determinado período.
A sua adoção é bem simples, pois partindo de um saldo existente nas contas de caixa e bancos da empresa, se registra as movimentações e as classifica conforme ocorrem, tendo ao seu final informações essenciais para tomar decisões do negócio.
É essencial que todo empreendedor adote o controle financeiro através do fluxo de caixa para que seu negócio possa ser realizado.
Veja, não é possível lucrar sem ter recursos para sua atividade, cumprir as obrigações, ter informações para tomar decisões e buscar por melhores resultados.
Então, tão importante quanto o produto e serviço que sua empresa entrega ao cliente, é cuidar de sua saúde financeira, e não existe ferramenta mais simples e fácil de entregar informações com qualidade quanto o Fluxo de Caixa.
Vamos listar alguns benefícios de se realizar o Fluxo de Caixa para que entenda melhor do que estamos falando:
O Fluxo de Caixa por ser uma ferramenta simples, pode te dizer a qualquer momento qual é a situação financeira da empresa, o que ela recebeu, o quanto gasto e qual é o resultado.
Isso pode acontecer a todo o momento, e você saber agora o que está acontecendo, é uma ferramenta quase que simultânea. Assim você sabe onde será o seu próximo passo.
Eu costumo brincar que um empreendedor só tem obrigações. São salários, fornecedores, governo, clientes, parceiros, etc.
É muito ruim não saber se você poderá cumprir com as suas obrigações no dia de amanhã, não é mesmo? O pior é quando não há tempo para tomar uma ação preventiva. O Fluxo de Caixa vai te auxiliar nesta descoberta.
Ao longo da gestão da empresa, você terá uma série de gastos desnecessários que não influenciarão nos resultados.
Descobrir, reduzir e otimizar é uma constante. Com informação financeira você saberá onde deve atuar.
Você já teve dúvidas de qual é o melhor momento para contratar novos funcionários ou parceiros, ampliar os investimentos, abrir uma nova unidade ou ainda fazer promoções para melhorar o estoqu
Tome decisões embasados com as finanças de sua empresa, e assim, evite tomar decisões certas em momentos errados.
O empreendedor que não tem controle fica ansioso, não sabe o que vai acontecer, perde noites de sono, tem uma qualidade de vida pior.
Acabe com isso em sua vida. Tenha controle de seu negócio. Saiba mais como se recuperar de uma crise financeira.
Bem, acho que com estes motivos, podemos seguir para os próximos passos, certo?
É melhor superar as barreiras do que ser atingido por elas…
Então você me vira e diz: “Leandro eu já tentei fazer, mas não consegui continuar, ou ainda, não vi nenhuma vantagem.”
Isso acontece muitas vezes, e muitas vezes é porque o novo nos dá medo e receito. É muito melhor estar na zona de conforto e fazer aquilo que sabemos muito bem fazer. Mas lembre-se, esse é o seu negócio, se não cuidar, logo mais aquele sonho pode não ser a realidade.
Veja abaixo algumas barreiras que você encontrará ao longo do percurso:
O fluxo de caixa é uma ferramenta simples, totalmente aplicável e que tem que estar alinhada ao seu negócio.
Não se trata de “finanças aplicadas puras” e sim de gestão do dia a dia. Afinal, pagamentos e recebimentos fazem parte de qualquer empresa.
Quando a coisa complicar e aparecerem muitos termos financeiros, repense, procure ajuda e simplifique.
Esse também é uma lenda, achar que o fluxo de caixa tem matemática avançada… Não!!!
O fluxo de caixa é a matemática das duas primeiras operações, soma e subtração. Não tem nada a ver nem com multiplicação e divisão. O fluxo de caixa é parecido com o primeiro problema que você teve na escola: “João tinha duas maçãs, deu uma para Pedro. Quantas maçãs João tem agora?”.
A matemática e lidar com números não pode impedir você de ter informações financeiras.
Esse é a minha rotina diária: Acordo cedo, levo meu filho na escola e chego às 07hs na empresa. Faço a conciliação e às 07:20 já tenho o fluxo de caixa pronto, antes mesmo da coluna do Ricardo Boechat na Bandnews FM.
Bem, claro, faço isso há muito tempo, mas se você estabelecer uma rotina diária, com o tempo será o que gastará para saber no dia, se sua empresa foi bem ou não.
O que acontece é quando não cumprimos a rotina, acumulam-se períodos, informações são esquecidas e demoramos para fazer a atividade. Não deixe isso acontecer e o fluxo de caixa nunca levará seu tempo embora.
Fluxo e Rotina de Caixa
A primeira questão a se lembrar para estabelecer a rotina é de que para ter um bom fluxo de caixa é necessário anotar e registrar receitas de despesas da empresa, quando ocorreram e através de qual conta bancária ou caixa.
Esses registros devem ocorrer em categorias, para poderem ser analisadas e comparadas mês a mês.
Um dos erros que são desmotivadores, é a criação de um plano de categorias com várias subcontas e níveis e não estruturado para trazer informações úteis para o empresário.
O melhor é sempre trazer uma Categoria e uma Subcategoria. Nas categorias indicamos ter Receitas/Entradas, Custos, Despesas, Investimentos e Financiamentos. Sim, é possível ter um nível a mais e separar as despesas administrativas, de RH e outros, mas muito cuidado!
Com essas categorias, é possível extrair algumas informações úteis do Fluxo, como a Margem de Contribuição, o Lucro Operacional, o Lucro após Investimentos e o Resultado Líquido.
O resultado disto ficará parecido com o exemplo abaixo. O interessante é procurar por uma ferramenta que já lhe traga essas informações neste formato. Por sorte, rs e também por muita procura encontramos um parceiro que nos entrega a informação desta maneira.
Outra questão importante é fazer os registros separados por conta bancária ou caixa da empresa.
Após os registros de despesas e receitas, separando por contas, você terá informação de saldos. Isso é importante pois imagine só, ter saldo em uma conta e pagar juros de cheque especial na outra.
Depois da criação das contas e iniciar o fluxo de caixa, somente não se esqueça de realizar transações de transferências entre contas, assim você terá os saldos conciliados e ajustados às suas movimentações.
Chega a hora de definir a ferramenta em que você registrará as informações.
Pode ser uma planilha de excel, se ajustada às suas necessidades. Particularmente a minha preferência é por sistemas nas nuvens. Existem alguns no mercado com um custo bom, e que trazem algumas funcionalidades que ajudam a ser mais produtivo.
Nosso parceiro por exemplo, puxa diretamente do banco as movimentações prontas para você conciliar. Além disto ele “aprende” por inteligência artificial as categorias que você utiliza e te sugere para gerar as receitas e despesas, uma mão na roda, não? Esses sistemas ajudam a você realizar de forma muito mais fácil e prática essa tarefa, dando mais tempo para análises.
As únicas formas proibida, por mim é claro, são o papel, livro caixa, ou tudo aquilo manual que vai fazer você desistir logo e não ter informação alguma para te ajudar na empresa.
Bem, em finanças não existe meio termo, ou você faz ou não faz. Então tenha uma rotina e a siga custe o que custar.
Para te ajudar, segue uma sugestão:
Diário
Semanal
Mensal
É claro, você pode variar essa rotina, a única coisa que sugiro evitar mudar é a conciliação do extrato bancário diariamente. Isso vai evitar uma série de imprevistos e possibilitará você tomar ações imediatas se algo inesperado acontecer.
Agora basta você definir o dia que iniciará o controle, colocar os saldos iniciais e começar a registrar tudo o que entra e sai da conta. Saiba mais sobre como fazer a conciliação bancária.
Analises
Iniciados os controles, tendo algum período já registrado segue o tão esperado momento de analisar. Mas para onde olhar? O que verificar? Por onde começar?
Bom, não existe um caminho definido pois depende de empresa a empresa. Mas, para ajudar seguem algumas dicas:
A primeira visão que você deve ter é geral, observar todas as entradas e saídas e o resultado final no caixa. Por fim, comece a fazer comparações com os meses anteriores.
Para poder ter um caixa, você precisa vender e receber, certo? Comece a analisar a evolução das entradas relacionadas às vendas ao longo do tempo. Qual é a tendência? Estão subindo ou caindo e porquê?
A Gestão de Custos é estratégica em qualquer empresa ou organização. Entenda as principais em volume financeiro, avalie a sua necessidade, e crie planos para avaliar e reduzir esses gastos.
Em muitos negócios há lucros, mas em alguns meses há algum engasgo financeiro no fluxo de caixa. Isso é ocasionado por concentração nos dias de pagamento ou recebimento. Por exemplo, no dia 20 há uma série de pagamentos com impostos, imagine que o vencimento de suas vendas seja 25, esses 5 dias de diferença, com certeza irão te impactar.
Por isso, observe a sua informação diária, e identifique problemas como esse, isso sinalizará se você precisa mexer nas datas de suas contas ou dos recebimentos. Conheça as dicas para se otimizar o caixa da empresa.
proximos-passos
Depois de ler esse texto, se você aplicar o que ele diz e começar a analisar as finanças de sua empresa, eu já ficarei 100% feliz.
Como disse, é essencial, e só de ter este controle a sua informação e gestão sobre o negócio melhorarão. E se não melhorarem, rs “me mande um e-mail que eu retiro esse texto do ar”. Garantia incondicional!
Bem, mas vamos lá, se eu conseguir te provocar você vai querer mais, não é mesmo? Então vamos aos próximos passos de controle financeiro.
Se você controlar o que ocorre, nada te impede de prever o futuro. Como por exemplo incluir no seu fluxo uma estimativa de tudo que ocorrerá em algum horizonte de tempo, do tipo 3 meses, e começar a observar se terá recursos para a empresa.
Pronto, depois do fluxo de caixa futuro, o próximo passo é fazer um controle orçamentário, com metas de crescimento, receitas e gastos, e transformar a gestão de sua empresa através das finanças.
Esse é o passo que muitas grandes companhias seguem com resultados efetivos.
A Capital Social é um escritório de Contabilidade e temos alguns motivos para escrever este texto. Temos um grande papel junto aos empreendedores, já que somos, para muitas empresas, o profissional de gestão mais próximo do empreendedor. Saiba mais os motivos para contratar um contador.
Queremos fazer bem esse papel, para isso:
Essa contribuição é uma ajuda para todo o início, e com isso teremos muitos benefícios, dentre eles:
Esse é o nosso compromisso, se quiser saber mais entre em contato para falarmos.
Não vou estender muito na conclusão pois ela deve ser simples: Tenha um fluxo de caixa na empresa. Simplifique ao máximo para obter produtividade com boas informações. Use uma ferramenta que automatize parte do processo. Analise sempre o financeiro para tomar decisões e esteja junto sempre com o seu contador.
Fontes:
Texto: capitalsocial.cnt.br
(Por Leandro Oliveira)
Foto: Divulgação
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