Montar um negócio próprio exige conhecimento e apoio para minimizar erros e prejuízos. Por isso, com o objetivo de oferecer suporte ao mercado de food trucks – que segue em franca expansão em todo o Brasil –, a Friboi, marca número 1 em carnes no Brasil, coloca no ar o hotsite intitulado Food Trucks de Confiança Friboi (http://friboi.com.br/food-truck), material que abrange o passo a passo de como criar um restaurante sobre rodas.
Pensando em qualificar os novos empreendedores nas áreas de gestão de negócio, gastronomia, manuseio e conservação de alimentos, a página é uma cartilha digital criada com base em estudos elaborados pelo Sebrae-SP, além dos materiais didáticos que são apresentados nas aulas do Curso Food Trucks, também oferecido pelo Sebrae-SP em parceria com a Friboi.
“Percebemos que, depois de dois anos, muitos empreendedores acabavam deixando o mercado de trucks por desconhecer como gerenciar o seu próprio negócio. Com esse hotsite, buscamos ajudar as pessoas que sonham em empreender a ter sucesso nesse ramo tão específico e que tem tantas particularidades. Já tínhamos uma estrutura para ajudar os “truckeiros” parceiros, e o lançamento desse conteúdo é mais um diferencial que trazemos para o mercado”, comenta João Galoppi, coordenador de comunicação da Divisão de Carnes da JBS.
Com navegação simples e intuitiva, a página Food Trucks de Confiança Friboi reúne diversos conteúdos para tirar dúvidas, desde a concepção do negócio, passando por formatos de veículos permitidos para comida de rua, até as principais normas de boas práticas conforme o regulamento sanitário. Trata-se de um verdadeiro guia para empreendedores que desejam iniciar os negócios com mais confiança no mercado alimentício.
Além das informações essenciais, a plataforma destaca pontos estruturais importantes, como as questões que podem interferir na presença de público, segurança, abastecimento de água, descarte correto de lixo e até mesmo dicas de manutenção de um food truck.
Para quem deseja investir nesse meio, o hotsite também possibilita a inscrição para tornar-se um food truck parceiro da Friboi. Atualmente, já são mais de 50 trucksatuantes em São Paulo com o selo de confiança Friboi.
Para mais detalhes, acesse http://friboi.com.br/food-truck.
Informações à imprensa – Friboi:
Ketchum
Ana Paula Stroher – ana.stroher@ketchum.com.br – (11) 5090-8900 ramal 8621
João Suyama – joao.suyama@ketchum.com.br – (11) 5090-8900 ramal 6308
Luciana Cesetti – Marcas1@ketchum.com.br – (11) 5090-8900 ramal 8574
Fontes:
Texto: Ketchum
(Por Luciana Cesetti)
Foto: Internet
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]]>Desde 2008, o Brasil tem sido palco para uma febre de food trucks com os mais variados temas: de cupcakes à paellas espanholas. Esse modelo de negócio é caracterizado pelo cardápio sofisticado, com preços atrativos e rápida execução dos pratos.
Entretanto, montar um restaurante sobre rodas exige estudo e muito preparo, pois, embora a ideia pareça simples, é preciso ter afinidade com o mundo dos negócios e da gastronomia.
O Los Cabrones Mexicano, rede de franquias de restaurantes e food trucks, que ocupa posição de destaque no ranking elaborado pela Top Qualidade Brasil das 100 Melhores Gastronomias do Brasil, dá dicas para quem quer investir em seu próprio truck:
1 – Escolha do cardápio
O tipo de cardápio é um dos fatores mais importantes no processo de montagem de um food truck. Procure fugir de menus complicados, uma vez que o espaço físico de um food truck é menor que o de um restaurante, o que limita o preparo de determinados pratos.
2 – Escolha o trailer e a região certa
Faça pesquisas para saber escolher o melhor valor para compra ou aluguel de um trailer e em qual região – ou regiões – ele terá mais força. Vale consultar e conversar com empreendedores do ramo.
3 – Previna-se de contratempos
Trabalhar na rua depende muito de fatores externos, como a meteorologia, o que exige uma consulta fiel e constante às previsões do tempo. Se o seu food truck contar com mesas ao redor, procure ter uma cobertura para elas em caso de chuva.
4 – Tenha organização financeira
O que será servido impacta diretamente no custo da estrutura, customização e preparo das refeições pelo chef. Se estiver com o orçamento apertado, procure pratos mais simples, mas capriche no visual do carro sem fugir da proposta do cardápio.
5 – Cuidado com a cozinha
Diferente de um restaurante, o food truck permite que os clientes observem o preparo dos pratos. Por isso, a higienização da cozinha e dos funcionários deve estar sempre impecável e, por ser na rua, a preocupação deve ser ainda maior devido à grande proliferação de bactérias.
6 – Atente-se à legislação da sua cidade
Na cidade de São Paulo, por exemplo, existe uma legislação específica para esse segmento em vigor desde maio de 2014. Não exclusiva à food trucks, a lei também engloba culinária comercializada em outros tipos de veículos e barracas.
Portanto lembre-se de sempre, consultar os órgãos públicos da sua cidade para saber se esse modelo de negócio é permitido e quais são as regras para seu funcionamento. Outro cuidado a ser tomado é com relação aos funcionários, que devem ter a documentação necessária em dia, de acordo com as leis.
7 – Faça Parcerias
Atente-se sempre aos eventos gastronômicos para poder dar voz ao seu negócio e torná-lo conhecido. Há muitas feiras no país que acontecem em galpões, permitindo a participação de food trucks. Fique de olho também em comerciantes e empresas que oferecem parcerias com trucks em um processo de permuta.
Franquias de food truck
Caso queira começar o seu negócio com uma marca já existente, que já possui suporte e todo modelo formatado e testado, alguns food trucks já são disponíveis em modelos de franquias. É o caso do Los Cabrones Mexicano e da Franquia da Pizza. As duas redes oferecem o trailer e treinamento para o franqueado e seus funcionários.
Para mais informações: http://www.loscabrones.com.br/ e http://www.franquiadapizza.com/

Informações para a imprensa:
Lucky Assessoria de Comunicação
Livia Geampaulo
Tel.: (11) 5573-4777 /
e-mail: lucky3@luckyassessoria.com.br
www.luckyassessoria.com.br
SP fevereiro 2016
Fontes:
Texto: Lucky Assessoria de Comunicação
(Por Livia Geampaulo)
Foto: Divulgação
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]]>Dizem que a ousadia é uma das características principais de um bom empreendedor. Imagine só levar um alimento tipicamente nordestino e de regiões quentes para um dos estados mais frios do Brasil? Foi o que fez o cearense Rodrigo Queiroz quando começou a vender açaí em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul (RS), em 1996.
Pouco conhecida no estado, a polpa da fruta, que é consumida gelada é a preferida dos brasileiros nos dias quentes, devido a seu alto índice nutricional e sabor único. Mas, para os gaúchos descobrirem isso, foram necessários alguns anos. “Vi uma oportunidade de negócio e não hesitei. Até então, quem conhecia o açaí eram somente as pessoas que visitavam outros lugares do País e Estados Unidos. Logo todos se apaixonaram e o açaí entrou de vez pro cardápio”, contou Queiroz.
A fruta amazônica era chamada por muitos gaúchos de “sarado” e daí o empreendedor conseguiu um nome para fortalecer sua marca, o Açaí do Sarado. Com nome e o gosto na boca do povo, Queiroz rapidamente abriu quatro pontos de vendas dentro de academias em Porto Alegre. “Mesmo as academias sendo concorrentes, me convidaram e ofereceram o ponto gratuitamente, pois trazia alunos de uma forma impressionante”, lembra o empresário.
Mas, como o sucesso do açaí foi estrondoso, a concorrência começou a explorar a venda na região e uma multinacional invadiu o mercado. Foi neste momento que Rodrigo Queiroz teve que se reinventar. “Resolvi diminuir custos e não ter mais lojas físicas, então iniciei um site com e-commerce e tele-entrega em, no máximo, 12 horas”, explica. Através do site, que também pode ser acessado por smartphones, os consumidores podem optar por pacotes em açaís de dois sabores: banana e açaí com Whey Protein, que é o preferido dos amantes da boa forma.
Mas o empreendimento não para por aí, pois o cearense está expandindo seus negócios para o mercado de franquias móveis, que já conta com um franqueado e cinco em avaliação. “Em um primeiro momento estamos dando mais atenção aos interessados na região Sul, mas a ideia é expandir para outras regiões”, detalha.
A franquia consiste em uma van personalizada e adequada aos padrões do Açaí do Sarado e treinamento nos procedimentos de atendimento, higiene e produto. “É uma ótima oportunidade, pois não temos nenhum concorrente em unidades móveis no País. “Além disso, a burocracia para obter a licença ou alvará das prefeituras de qualquer cidade do Brasil é simples e rápida de conseguir em função da classificação fiscal e tipo de negócio voltado ao empreendedor, que o Governo Federal, via Sebrae, incentiva na classe, facilitando seu ingresso no mercado de trabalho como microempresário”, ressalta Queiroz.
O empresário estima que o investimento inicial seja de R$ 35 mil, mas nada impede que o franqueado utilize um veículo mais barato, o que reduz o custo da adaptação a R$ 5 mil somados a R$ 7 mil para capital de giro para 90 dias. O tempo estimado de retorno do investimento é entre 6 e 9 meses, com lucro integral após 18 meses. “No primeiro mês o faturamento já pode chegar a R$ 9 mil, pois o lucro do concessionário é de 100% por produto. Coloco em contrato que garanto um mínimo aceitável da venda de 20 potes por dia, senão ele terá seu dinheiro de volta”, garante.
Segundo Queiroz, a principal vantagem é a mobilidade do negócio, que pode ir até seu cliente onde estiver ou até mesmo ser utilizado para tele-entregas. “Além disso, o investimento é um dos menores do mercado, oferecendo um lucro real que nenhum empreendimento tem. Há também a possibilidade do concessionário ter sua própria rede de vans e conquistar de vez sua liberdade financeira, que afinal, é o que todos queremos”, completa.
Outro ponto é a venda de qualidade de vida aos clientes. “O açaí tem dez vezes mais vitamina C do que a acerola e 20 vezes mais ferro que o feijão, sendo ideal para pessoas que tem problemas de anemia. Também propriedades antioxidantes que protegem o organismo, dentre outras vitaminas, como a B, D e E”, explica Queiroz.
Apesar da crise econômica no Brasil, Rodrigo Queiroz diz que esta é uma gigantesca oportunidade de crescimento, pois é durante este momento que empreendedores de verdade se destacam. “O agora é o tempo certo para mudar nossas vidas, saindo da zona de conforto e perdendo o medo de arriscar, pois senão nunca saberemos se dá certo ou não. Está na hora de vendermos lenço para quem está chorando, então arrisque e mude de vez sua carreira, realizando o sonho de ser seu próprio patrão”, finaliza.
Website: http://www.acaidosarado.com.br/

Fontes:
Texto: EXAME.com
(Por empresa Dino)
Foto: Divulgação
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]]>Diferentemente dos carrinhos de venda de comida expostos na rua, muitas vezes representando comidas de baixo custo e qualidade, os food trucks trazem para esse mercado itinerante as chamadas comidas gourmets, de alta qualidade e sabor para se agregar a um mercado muitas vezes em desuso nas capitais.
Para isso, é preciso ficar atento à legislação vigente da cidade em que você quer instalar seu negócio.
Nem todas as cidades têm legislação específica para a atividade, em Belo Horizonte, por exemplo, está tramitando o projeto de lei que regulamenta a atividade, mas ainda não foi aprovado. Em São Paulo, a legislação específica foi aprovada em 2013.
Os food trucks são carros adaptados para comportar a atividade de cozinha dentro do automóvel tendo, portanto, uma legislação do Detran específica para aprovação de veículos modificados. Segundo as regras estabelecidas pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), para o exercício da atividade, é necessário passar por processo de licitação e obter licença prévia.
Somente são permitidas as atividades elencadas na legislação, nas quais se enquadram os veículos automotores de no máximo 1 tonelada. Além disso, é proibido o comércio em trailer ou reboque na rua. Pela proposta de lei em BH, o limite seria de 6,30 metros de altura por 2,20 metros de largura, e peso entre 1 mil kg a 3,5 mil kg.
Para quem quer investir na atividade com segurança, confira as dicas:
1. Pesquise muito
A pesquisa de mercado é indispensável para começar qualquer tipo de negócio. Além disso, é importante conversar com empreendedores do ramo para buscar informações e sanar dúvidas, pois trabalhar na rua não é uma tarefa fácil. Desmistifique os mitos antes de investir no negócio.
2. Invista na estrutura
Lembre-se de que seu veículo não servirá somente como meio de locomoção, mas também prioritariamente será o local da montagem dos pratos ou lanches. Recomenda-se avaliar antes se tudo está de acordo com a maneira como você trabalha e com o produto que você deseja oferecer.
3. Cuide da cozinha
O mais interessante do food truck é que seus clientes estarão acompanhando de perto como você manuseia os alimentos. Por isso, os cuidados com higiene e conservação dos produtos são indispensáveis e fazem toda a diferença na experiência de compra do consumidor final. É importante também verificar quais são as documentações essenciais para capacitar os seus funcionários. Tenha um lugar de apoio e com condições de higiene exigidas para armazenar o estoque e para realizar a pré-produção do alimento, seguindo sempre a legislação.
4. Prepare-se emocionalmente
Trabalhar na rua não é fácil, além de lidar com os clientes é preciso ficar de olho nos contratempos da meteorologia. Além disso, outros fatores influenciam, como o trânsito para se deslocar até o ponto de venda e o grande esforço físico do empreendedor.
5. Busque parcerias
Eventos e feiras gastronômicas podem ser boas oportunidades para quem está começando a divulgar seu produto. Além disso, há uma crescente demanda de comércios que desejam promover eventos em parceria com food trucks em estacionamentos privados, o que pode te ajudar no início a divulgar seu produto.
Fontes:
Texto: revistapegn.globo.com
(Por Alessandra Ribeiro Simões – analista da Unidade de Acesso a Mercados e Relações Internacionais do Sebrae Minas)
Foto: Divulgação
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]]>A ideia de franquias de food trucks e outros tipos de restaurantes sobre rodas no Brasil é recente e muitas pessoas que buscam investir nesse segmento ainda não conhecem. O Los Cabrones, de culinária mexicana, foi o pioneiro em franquias de comida sobre rodas.
Conheça abaixo alguns trucks que trazem um quê de charme em suas receitas mais rebuscadas e que buscam novos franqueados:
1 – Los Cabrones
A comida mexicana não é mais exclusiva aos restaurantes temáticos e pode ser encontrada sobre rodas. O Los Cabrones foi criado em 2010, quando um dos sócios inspirou-se em um chef de cozinha mexicano que conheceu em uma de suas viagens internacionais e, muito interessado na culinária mexicana, acabou abrindo o restaurante.
A ideia do food truck veio da percepção da necessidade que as pessoas, além de apreciar uma boa refeição, têm de se alimentar rapidamente em meio a tanta correria, em um ambiente agradável.
A franquia surgiu em 2014, quando Reinaldo Zanon, renomado empresário do ramo de franquias, decidiu que poderia ampliar o negócio de forma criativa. Sendo assim, nasceu a primeira rede de franquias de food trucks.
O principal diferencial do Los Cabrones foi adaptar a culinária mexicana ao paladar brasileiro. Além dos conhecidos nachos e tacos, o truck traz diferentes pratos da culinária mexicana, como os deliciosos Dedos Rellenos, que é a pimenta dedo de moça recheada com provolone.
Uma das especialidades do Los Cabrones é a Quesadilla Pollo, feitas com filé de frango, champignon, muçarela, tomate e cebola.
Fácil administração, baixo custo fixo, alto giro de clientes e suporte permanente são só algumas das vantagens oferecidas para os franqueados. O investimento inicial do food truck é de R$ 70 mil, tendo 14 meses como prazo de retorno.
Los Cabrones ainda não tem truck na cidade de São Paulo, mas é possível encontrar em São José do Rio Preto, Osasco e Americana.
Pastéis quentinhos, bolinhos crocantes, escondidinhos caprichados e outras comidas tradicionais de boteco acompanhadas de um chopp gelado e caipirinhas de frutas variadas. Quem não gosta? Esta é a proposta do Boteco em Casa, que reproduz os típicos “botecos” nacionais e os espalhados pelo mundo em festas e eventos, corporativos ou não.
É neste clima de Boteco que a rede realiza 400 eventos ao ano e atualmente registra um faturamento de R$ 3,5 milhões.
Com uma unidade piloto em São Paulo, o Boteco em Casa tem expectativa de atingir 15 unidades até 2016.
A rede oferece aos interessados, além da proposta original e que proporciona uma verdadeira experiência de boteco, o modelo food truck, mais conhecido como Truck do Boteco. O investimento inicial para esta modalidade é de R$ 125 mil.
A versão sobre rodas do Boteco em Casa, leva desde PFs (pratos feitos) típicos de boteco, como escondidinho, polenta com carne moída, baião de dois, até porções de pastéis quentinhos, bolinhos crocantes fritos na hora, além é claro de chopp e bebidas como caipirinhas.
Com o slogan “Comida de Spa na sua Casa”, a Light Food Way foi criada para atender aqueles que buscam qualidade de vida e principalmente praticidade, já que não são todas as pessoas que podem ou tem tempo para permanecerem dias hospedadas em Spas.

A rede oferece delivery de refeições com um cardápio variado de mais de 50 pratos de comida balanceada, hipocalóricas e hipossódicas. O consumidor pode optar também por refeições completas (café da manhã, colação, almoço, café da tarde, jantar e ceia) ou simplesmente um almoço light. Também são comercializados pratos congelados e voltados para dietas especiais como a low carb (menos carboidrato), sem glúten e detox.
Com infinitas opções de refeições, a Light Food Way possui um cadastro com mais de 5 mil clientes satisfeitos.
Para expandir e levar o sucesso da marca para todas as regiões do Brasil, a rede entrou para o sistema de franchising no início de 2015 e um dos modelos oferecidos aos interessados em abrir o próprio negócio é o Food Truck, indicado para empreendedores jovens e versáteis.
O valor de investimento do Light Food Truck é de R$ 52.500,00.

Outra modalidade da Light Food Way é o Tuk Tuk por apenas R$ 36 mil. Além da economia na aquisição dos tuk tuks, o empreendedor economiza no futuro, pois os custos de manutenção representam 1/3 do valor gasto com carros.

O Trailer Food também é uma das opções, pois além de oferecer inúmeras opções de transformação e equipamentos, possui um custo-benefício bem mais atrativo. O valor de investimento para esta modalidade é de R$ 42 mil.
Mas para quem gosta de bicicleta, a Light Food Way também oferece o modelo Light Food Truck que requer investimento de R$ 10 mil.
Informações para a imprensa:
Lucky Assessoria de Comunicação
Adriana Guedes ou Livia Geampaulo
(11) 5573-4777 /
lucky@luckyassessoria.com.br
www.luckyassessoria.com.br
SP dezembro 15
Fontes:
Texto: Lucky Assessoria de Comunicação
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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]]>Montada numa bike florida de 15 quilogramas, Gabriela Neves vai pedalando pelas ruas de Angra dos Reis para vender brigadeiros, cupakes e outros doces finos.
Formada em Teologia, ela decidiu empreender em abril deste ano e já colhe os frutos de sua Sweet Bike. E, apesar do pouco tempo, já conquistou o público com seu case de sucesso de confeitaria artesanal.
“Demorei 15 dias para aprender a pedalar uma bike desse tamanho e, na primeira vez em que levei brigadeiros para a rua, fiquei meia hora em pé sem vender nada”, disse a empreendedora.
O primeiro cliente chegou a pensar que ela vendesse flores. Desfeito o engano, ele acabou comprando um brownie e um minibolo. Mais tarde, começou a fazer doces por encomenda e inovou, lançando novos tipos de brigadeiro. Hoje, fornece para clientes no Rio, em Niterói e São Gonçalo.
Food truck
Outro que aproveita o momento da comida de rua é o “food truckeiro” de São Paulo, Rolando Massinha. De sobrenome Vanucci, começou a vida empreendedora fazendo e vendendo massas numa Kombi, em 2007.

Food truck do Rolando Massinha. (Foto: Reprodução)
O apelido Massinha surgiu e vingou sete meses depois, com o boca a boca de clientes.
Em oito anos, montou oito trucks e, há dois meses, passou a vender franquias. Rolando Massinha foi camelô, sacoleiro, gerente de loja e até fotógrafo. Foi ao clicar um garfo enrolando espaguete que ganhou o primeiro apelido, o que o estimulou a abrir a pequena fábrica para produzir suas massas, vendidas hoje nos trucks.
“O crescimento foi natural e intuitivo, mas quem não tem percepção deve procurar ajuda; o Sebrae é o caminho”, garantiu. Outro segredo está nos preços a cobrar. “O valor deve ser justo”, ensina.
* Com informações da Agência Sebrae de Notícias do Rio de Janeiro
Fontes:
Texto: revistapegn.globo.com
(Da Redação)
Foto: Reprodução/Facebook
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]]>A fama dos salgados da sogra e a onda dos food trucks em São Paulo motivaram Juliana Nagy Caltabiano, 35, a deixar o emprego em marketing em uma multinacional para investir na Só Coxinhas, uma Kombi personalizada de venda de coxinhas inaugurada em setembro de 2014, em São Paulo. Pouco mais de um ano depois, o negócio virou franquia com investimento que parte de R$ 75 mil.

A franquia do food truck Só Coxinhas tem investimento inicial a partir de R$ 130 mil (custos de instalação, incluindo o veículo e a adaptação + taxa de franquia + capital de giro); faturamento médio mensal de R$ 35 mil; margem de lucro que varia de 20% a 30%, ou seja, de R$ 7.000 a R$ 10,5 mil; retorno do investimento a partir de 12 meses – dados fornecidos pela empresa. (Foto: Divulgação)
São dois modelos de negócio: o de R$ 75 mil é chamado de “cart”, um tipo de barraca móvel que imita a frente de uma Kombi e é indicado para eventos, e o food truck, em uma Kombi adaptada, que sai a partir de R$ 130 mil (custos de instalação, incluindo o veículo e a adaptação + taxa de franquia + capital de giro).
O faturamento médio mensal da franquia é estimado em R$ 35 mil. A margem de lucro varia de 20% a 30%, dependendo da operação, ou seja, de R$ 7.000 a R$ 10,5 mil. O retorno do investimento se dá a partir de 12 meses, segundo a empresa.

Outro modelo de negócio da franquia Só Coxinhas é o “cart”, um tipo de barraca móvel, que tem investimento inicial a partir de R$ 75 mil (custos de instalação + taxa de franquia + capital de giro); faturamento médio mensal de R$ 35 mil; margem de lucro que varia de 20% a 30%, ou seja, de R$ 7.000 a R$ 10,5 mil; retorno do investimento a partir de 12 meses – dados fornecidos pela empresa. (Foto: Divulgação)
“Meu marido sempre falava da receita da coxinha da mãe dele, que é famosa na cidade dela por fornecer salgados para lanchonetes, restaurantes e eventos. Meu amigo, que acabou virando sócio, deu a ideia do food truck, que estava em alta, e assim nasceu o negócio”, diz a empresária. O investimento inicial foi de cerca de R$ 65 mil.
São dez sabores de coxinha, inclusive doces
As coxinhas vêm congeladas da cozinha industrial da sogra de Caltabiano, em Guaratinguetá (176 km a nordeste de São Paulo), e o franqueado só precisa fritar, vender e servir.

Os sócios João Victor Curial e Juliana Nagy Caltabiano investiram cerca de R$ 65 mil para fundar a Só Coxinhas em setembro de 2014; hoje, eles têm três food trucks e um “cart” em São Paulo, além de uma loja em Guaratinguetá, no interior de SP. (Foto: Divulgação)
São dez sabores, incluindo doces: tradicional de frango, mix de queijos, alho poró com cream cheese, espinafre com ricota, calabresa, carne seca, frango com bacon, brigadeiro, Nutella e doce de leite. A mais vendida, segundo a empresária, é a tradicional de frango.
Os salgados são vendidos em versões mini, em copos com 14 unidades, que custam R$ 12 cada. O negócio também vende bebidas e café e, com isso, o gasto médio dos clientes chega a R$ 17, segundo Caltabiano.
São nove unidades em SP, MG, PR e RJ
São quatro unidades próprias em São Paulo, três no modelo food truck e uma no modelo “cart”, em operação há três meses. Há dois meses, foi inaugurada uma loja física em Guaratinguetá, que vende todos os salgados da sogra, não apenas coxinhas. Até o final do ano, deve ser inaugurada mais uma loja física em São Paulo, com coxinhas para viagem.

Dona Miriam Caltabiano é a dona das receitas da Só Coxinhas e sogra de Juliana Caltabiano, fundadora da empresa; os salgados que abastecem as franquias da Só Coxinhas saem congelados de sua cozinha industrial em Guaratinguetá (interior de SP). (Foto: Divulgação)
Há duas franquias em operação em Belo Horizonte (uma delas no modelo “cart”), uma em Curitiba e uma no Rio de Janeiro. Segundo Caltabiano, o foco da expansão inicialmente será as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. “Para atender Norte e Nordeste, precisaremos de outra cozinha industrial, que já está sendo estudada, para aumentar a produção e facilitar a logística”, diz.
Segundo a empresária, o foco principal do negócio é a realização de eventos, como festas particulares e corporativas. Nesse caso, é cobrado um valor fixo por pessoa, que pode variar de R$ 25 a R$ 50, dependendo do número de convidados, do local, entre outros.

As coxinhas são vendidas em dez sabores na franquia Só Coxinhas, inclusive doces: tradicional de frango, mix de queijos, alho poró com cream cheese, espinafre com ricota, calabresa, carne seca, frango com bacon, brigadeiro, Nutella e doce de leite; a mais vendida, segundo a empresária Juliana Nagy Caltabiano, é a tradicional de frango. Foto: Divulgação)
Negócio é promissor, mas exige experiência da franqueadora
Para Marcus Rizzo, consultor especializado em franquias e dono da Rizzo Franchise, o negócio tem potencial, pois une um produto barato e fácil de vender a uma operação enxuta. No entanto, ele diz que é importante investigar a experiência da franqueadora com os modelos de negócio propostos.
“O modelo tem que ter sido testado há pelo menos um ano, para verificar se há sazonalidade. Se a franqueadora ainda não testou, não tem como repassar experiência para os franqueados.”
Outro ponto que merece atenção, segundo ele, é o fato de o franqueado depender de produtos vendidos pela franqueadora. “A franqueadora tem que focar no custo do franqueado, em ajudá-lo a comprar com as melhores condições para aumentar sua rentabilidade, e não na venda de produtos”, afirma.
Onde encontrar:
Só Coxinhas: www.socoxinhas.com
Fontes:
Texto: economia.uol.com.br
(Por Larissa Coldibeli)
Foto: Divulgação
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]]>Com opções rápidas e um ambiente totalmente personalizado, que remete à Inglaterra, essa parceria tem como objetivo trazer o típico e tradicional sabor do prato inglês, fazendo com que os apreciadores vivam uma experiência única de viagem sem sair do país.
O interessante é que todos, tanto alunos quanto pessoas que passarem pelo local, poderão treinar o idioma já que todo atendimento dos funcionários do food truck será em inglês.
A ação acontece no dia 17 na unidade da Pompéia no dia 31 em Guarulhos.
Confira o Menu:
Fish and Chips – Filé de Sant Peter (peixe), cortado em tiras e batas fritas em corte formato de canoas, servido igual ao da Inglaterra com molho tártaro em uma embalagem personalizada com impressão de um jornal inglês.
Onion Rigs – Anéis de Cebolas empanados, fritos, crocantes e sequinhos!
Irresistível! 100% United Kingdom
Fritas Palito – Batatas Fritas palito de procedência Holandesa, acompanhada de um delicioso queijo ralado!
– Os pratos custam em média R$ 20,00 cada.
ENDEREÇOS:
São Domingos- 7 de outubro – Rua Brigadeiro Henrique Fontenelle, 403.
Pompéia – 17 de outubro – Rua Caraíbas, 957.
Guarulhos – 31 de outubro – Av. Salgado Filho, 1443.
(Redação – Agência IN)
Fontes:
Texto: http://www.investimentosenoticias.com.br/
(Por Pamella Cajano) /Matéria Original:
http://www.investimentosenoticias.com.br/noticias/negocios/franquia-investe-em-food-truck-pra-movimentar-os-negocios
Foto: Divulgação
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]]>Loja da Delícias Glauci Doceria localizada na rua Antonio Carlos, em São Paulo; ponto fica na região onde casal Glaucia e Aparecido Pereira conquistou clientela com a venda de biscoitos na rua (Foto: Divulgação)
Uma promoção de pacotes de biscoitos quebrados motivou o casal Glaucia e Aparecido Pereira a abrir um negócio. Eles começaram revendendo bolachas na rua. A empresa móvel funcionava, primeiro, numa Brasília e, depois, em uma Kombi. Hoje, a Delícias Glauci Doceria tem duas lojas e uma confeitaria na região da Avenida Paulista, zona nobre de São Paulo.
“Minha mãe fez uma cirurgia em Guarulhos e, quando estávamos voltando para casa, vi uma placa na fábrica da Bauducco anunciando a promoção. O cliente comprava um pacote e ganhava outro. Resolvemos lotar a nossa Brasília de bolacha para vender”, diz Aparecido Pereira.

Kombi da Delicias Glauci Doceria atraía público cativo nas ruas, nos anos 90, e hoje empresa tem lojas e confeitaria; primeiros produtos vendidos foram biscoitos comprados numa promoção da fábrica da Bauducco; clique nas imagens acima para ver mais (Foto: Divulgação)
Na época, em 1991, ele, publicitário, trabalhava em uma editora e em um jornal, e a mulher era bancária. Ele deixou um dos empregos para poder dedicar parte do tempo ao negócio. “Nós lotávamos a calçada de caixas com os doces quando parávamos o veículo, normalmente na região da Avenida Paulista e da Avenida Angélica.”
Após um ano e meio, o casal abriu uma loja no bairro Casa Verde, zona norte, e ambos passaram a se dedicar somente à venda de doces. Mesmo assim, o forte do negócio era o comércio itinerante. “70% do nosso faturamento vinha da rua e 30% da loja. E olha que dávamos nota fiscal também na rua.”
Loja na zona norte foi inundada e perdeu estoque
Após trocar a Brasília por uma Caravan e, depois, por uma Kombi, o casal investiu em um minicaminhão, com o qual ficou até 2011. Mas as frequentes apreensões de mercadorias feitas pela Guarda Civil começaram a dar prejuízo. Na época, a venda de alimentos na rua não era regulamentada em São Paulo. A lei começou a valer em 2014.
Além disso, uma enchente destruiu a loja da zona norte, que havia acabado de mudar de ponto. Foi quando decidiram abrir uma loja mais próxima da clientela, na região da Paulista. “A enchente levou tudo e ficamos sem estoque. Foi difícil levantar, mas não somos de desistir fácil.”
Hoje, o casal mantém duas lojas na região da Avenida Paulista e uma confeitaria. “Nossos produtos próprios representam 15% das vendas. Fazemos mais como diferencial para o cliente porque não pretendemos focar nossa atuação em doces próprios. A ideia é oferecer um mix que atenda a maior parte das pessoas.” Pereira não revela faturamento, mas diz que o consumo médio por cliente é de R$ 12.
Migrar comércio de rua para loja exige inovação
Para o economista-chefe da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Marcel Solimeo, com a criação do Simples Nacional, em 2006, ficou mais fácil para o pequeno comerciante sair da informalidade e buscar a melhoria do seu negócio. “Hoje, com a regulamentação dos negócios móveis como food-truck, por exemplo, ter um comércio assim passou a ser atrativo.”
Na opinião dele, quem quer investir na migração para uma loja física precisa inovar. “Lançar sempre produtos, estar antenado ao que o mercado deseja e, se for o caso, modificar a sua forma de atuação para atrair mais clientes são algumas dicas que podem manter a saúde da empresa em dia.”
Fontes:
Texto: economia.uol.com.br
(Por Márcia Rodrigues) Matéria Original:
http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2015/09/10/casal-dono-de-food-truck-em-kombi-nos-anos-90-tem-hoje-loja-e-confeitaria.htm#fotoNav=3
Foto: Divulgação
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