SÃO PAULO (Reuters) – As expectativas para a inflação e para a atividade econômica sofreram ligeiros ajustes na pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira, com a estimativa para os juros básicos neste ano permanecendo em 6,75 por cento.
A estimativa para a alta do IPCA em 2017 agora é de 2,79 por cento, de 2,78 por cento na pesquisa anterior, permanecendo abaixo da meta de inflação, que é de 4,5 por cento pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. O IBGE divulga na quarta-feira o resultado do IPCA do ano passado.
Para 2018, o ajuste também foi de 0,01 ponto percentual, mas para baixo, a 3,95 por cento. A meta de inflação para este ano é a mesma do ano passado.
Com a fraqueza da inflação e as sinalizações do BC de que deve continuar reduzindo a taxa básica de juros no início deste ano, a expectativa é de que a Selic termine 2018 a 6,75 por cento, após fechar o ano passado na mínima histórica de 7 por cento.
Já o grupo de economistas que mais acertam as previsões, o Top-5, continua vendo os juros básicos a 6,5 por cento ao final de 2017.
O Focus mostrou ainda que a conta para o Produto Interno Bruto é de expansão de 1,01 por cento em 2017, 0,01 ponto a mais do que o esperado no levantamento anterior. Para este ano, houve queda de 0,01 ponto na projeção de crescimento, a 2,69 por cento.
Fontes:
Texto: Reuters
(Por Camila Moreira)
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SÃO PAULO (Reuters) – O mercado reduziu suas expectativas de inflação para este ano e 2018 e, ao mesmo tempo, passou a ver que a Selic fechará o próximo ano abaixo de 7 por cento, em meio à recuperação gradual da economia, mostrou nesta terça-feira a pesquisa Focus do Banco Central.
As projeções para a alta do IPCA neste ano recuaram a 2,78 por cento, sobre 2,83 por cento no levantamento anterior, enquanto que para 2018 foram a 3,96 por cento, ante 4 por cento.
Assim, as estimativas para a Selic no fim do próximo ano recuaram a 6,75 por cento, sobre 7 por cento, atual patamar da taxa básica de juros e na mínima histórica.
O Top 5, grupo de economistas que mais acerta as projeções, manteve a expectativa de que a Selic fechará 2018 a 6,50 por cento.
Na semana passada, ao divulgar seu Relatório Trimestral de Inflação, o BC reduziu novamente suas expectativas sobre a inflação neste ano, ainda mais abaixo da meta oficial, e manteve a sinalização de que deve continuar reduzindo os juros básicos no início de 2018.
A meta de inflação para 2017 e 2018 é de 4,5 por cento pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
O Focus mostrou ainda que as contas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano subiram ligeiramente a 0,98 por cento, sobre 0,96 por cento. Para 2018, passaram a 2,68 por cento, sobre 2,64 por cento.
Fontes:
Texto: Reuters
(Por Patrícia Duarte)
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SÃO PAULO (Reuters) – O mercado voltou a ver a inflação abaixo do piso da meta neste ano e ainda elevou a expectativa para o crescimento da economia, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central nesta segunda-feira.
A alta do IPCA este ano passou a ser calculada agora em 2,88 por cento, ante 3,03 por cento na semana anterior, sendo que a meta de inflação é de 4,5 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.
A redução acontece em um cenário de persistente fraqueza dos preços dos alimentos, que levou a alta do IPCA a desacelerar mais do que o esperado em novembro –0,28 por cento, contra 0,42 por cento em outubro, acumulando em 12 meses avanço de 2,80 por cento.
Se o IPCA terminar o ano com alta abaixo de 3 por cento, será a primeira vez desde a criação do regime de metas que a inflação fica abaixo do piso e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, terá de fazer uma carta aberta para explicar o porquê do erro.
Para 2018, o cálculo no levantamento junto a uma centena de economistas é de 4,02 por cento de inflação, sem alterações.
Para o Produto Interno Bruto (PIB), os economistas consultados passaram a ver agora crescimento de 0,91 por cento em 2017, 0,02 ponto percentual acima da projeção anterior. Para o ano que vem, a melhora também foi de 0,02 ponto, para 2,62 por cento.
O PIB brasileiro cresceu 0,1 por cento no terceiro trimestre ante o período anterior, mas o destaque foi o melhor desempenho em quatro anos dos investimentos, uma vez que a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) cresceu 1,6 por cento no período.
O Focus mostrou ainda que a projeção para a taxa básica de juros Selic no final de 2018 continua sendo de 7 por cento, após redução de 0,25 ponto percentual em fevereiro e elevação na mesma proporção em dezembro.
Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC cortou a Selic em 0,5 ponto percentual, para a mínima histórica de 7 por cento ao ano, deixando a porta aberta para nova redução adiante, mas ressalvando que encarará a investida com “cautela”.
Já o grupo dos que mais acertam as previsões, o chamado Top-5, calcula a taxa básica a 6,5 por cento em 2018.
Fontes:
Texto: Reuters
(Por Camila Moreira)
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SÃO PAULO (Reuters) – O mercado ajustou para baixo a expectativa para a inflação neste ano e no próximo apesar do aumento nas projeções para os preços administrados, de acordo com a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.
A alta do IPCA em 2017 foi calculada agora em 3,06 por cento, de 3,09 por cento no levantamento anterior. Para 2018, o ajuste foi de 0,01 ponto percentual para baixo, a 4,02 por cento.
A meta de inflação para ambos os anos é de 4,5 por cento com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.
A redução acontece apesar do aumento nas contas para os preços administrados. Para este ano, a projeção para esse grupo subiu a 7,90 por cento, de 7,55 por cento, enquanto que para o próximo a alta foi de 0,10 ponto percentual, a 4,90 por cento.
Em novembro, o recuo dos preços dos alimentos ajudou o IPCA-15 a subir 0,32 por cento, menos do que o esperado, compensando a pressão exercida pela energia elétrica.
A fraqueza da inflação favorece a continuidade do afrouxamento monetário e os economistas consultados continuam vendo corte de 0,5 ponto percentual na Selic na reunião deste mês do Comitê de Política Monetária, levando a Selic a terminar o ano em 7 por cento, patamar em que deve encerrar também 2018.
Após reduzir a Selic a 7,5 por cento em outubro, o BC optou por não dar pistas sobre suas decisões futuras e manter o cenário aberto para agir conforme o panorama do momento, deixando a porta aberta para mais reduções.
O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também vê a Selic a 7 por cento este ano, mas continua calculando a taxa a 6,5 por cento no fim de 2018.
Para a economia, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) continuou sendo calculado em 0,73 por cento este ano, enquanto que para 2018 melhorou a 2,58 por cento
Fontes:
Texto: Reuters
(Por Camila Moreira; Edição de Claudia Violante)
Foto: Internet
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SÃO PAULO (Reuters) – A expectativa para a inflação no Brasil neste ano caiu ainda mais na pesquisa Focus do Banco Central, com deflação maior em junho, enquanto os economistas que mais acertam as projeções elevaram a estimativa para a taxa básica de juros em 2018.
O levantamento publicado nesta segunda-feira apontou ainda manutenção da perspectiva de redução do corte de juros em 0,75 ponto percentual na próxima reunião de política monetária, no próximo mês.
Os economistas passaram a ver alta do IPCA este ano de 3,48 por cento, 0,16 ponto percentual a menos. Para a 2018, a conta caiu a 4,30 por cento, de 4,33 por cento.
Para junho, a expectativa de deflação aumentou a 0,15 por cento, contra queda de 0,07 por cento no mês anterior. Entretanto, para julho é esperada inflação de 0,18 por cento, menor que a alta de 0,23 por cento calculada anteriormente.
O IPCA-15, prévia da inflação brasileira, desacelerou em junho ao menor nível em 11 anos para o mês, de 0,16 por cento, acumulando em 12 meses 3,52 por cento.
Em seu Relatório de Inflação, o BC cortou sua projeção para a inflação a 3,8 por cento em 2017 e 4,5 por cento em 2018, sobre 4 e 4,6 por cento vistos no comunicado da última reunião do Copom.
Os especialistas consultados no Focus também mantiveram a perspectiva para o corte da Selic, atualmente em 10,25 por cento, na reunião de julho do Comitê de Política Monetária, depois de o BC reafirmar que a redução moderada do ritmo de corte na Selic deve se mostrar adequada diante do cenário de incerteza que envolve a economia.
No fim deste ano e de 2018, eles continuam vendo a Selic a 8,5 por cento. Já o grupo que mais acerta as previsões, o chamado Top-5, voltou a reduzir a expectativa para a taxa básica de juros em 2017 a 8,38, de 8,50 por cento. Mas, para 2018, a projeção subiu a 8,25 por cento, contra 8 por cento antes.
Já a visão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano piorou em 0,01 ponto percentual e chegou a 0,39 por cento, enquanto que para 2018 a queda foi de 0,1 ponto, a 2,10 por cento.
Fontes:
Texto: Reuters
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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BRASÍLIA (Reuters) – O Banco Central reduziu suas previsões sobre inflação neste ano e no próximo, mas reafirmou que a redução moderada do ritmo de corte na Selic deve se mostrar adequada diante do cenário de incerteza que envolve a economia, em meio à intensa crise política que enfrenta o governo do presidente Michel Temer.
Segundo Relatório Trimestral de Inflação divulgado nesta quinta-feira, o BC passou a ver a alta do IPCA em 3,8 por cento em 2017 e em 4,5 por cento em 2018 pelo cenário de mercado, sobre 4 e 4,6 por cento vistos no comunicado da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), de maio.
“Em função do cenário básico e do balanço de riscos avaliados em sua última reunião, o Copom entendeu que uma redução moderada do ritmo de flexibilização monetária em relação ao ritmo adotado naquela ocasião deveria se mostrar adequada em sua próxima reunião, em julho”, escreveu o BC.
No mês passado, o BC cortou a Selic em 1 ponto percentual, a 10,25 por cento ao ano, ciclo de afrouxamento que começou em outubro passado. No relatório, reafirmou que o ritmo de flexibilização daqui para frente continuará dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos, de possíveis reavaliações da estimativa da extensão do ciclo e das projeções e expectativas de inflação.
E acrescentou: “O Copom reitera sua preferência por explicitar condicionalidades sobre a evolução da política monetária, o que melhor transmite a racionalidade econômica que guia suas decisões”.
Para analistas, o BC continuou apontando que deve cortar menos a taxa básica de juros daqui para frente, em meio à crise política, mas a manutenção do ritmo de redução de 1 ponto não estava totalmente descartada.
“A crise provavelmente gera efeitos desinflacionários, mas isso não implica aumentar os estímulos monetários porque aumentaram os riscos em relação ao cenário de 2018”, avaliou o economista-chefe da corretora Votorantim, Roberto Padovani, que prevê redução de 0,75 ponto nos juros em julho, com a Selic fechando o ano em 9 por cento.
No relatório, a autoridade monetária repetiu a mensagem do aumento das incertezas diante da crise política, e reiterou que o resultado líquido desse quadro pode ser tanto desinflacionário, em função do impacto negativo sobre a atividade econômica, quanto inflacionário, com mudanças na formação de preços e sobre as estimativas da taxa de juros estrutural.
“Existe também a possibilidade de os efeitos se compensarem e a trajetória prospectiva da inflação não ser impactada. Não há, portanto, relação direta e mecânica entre o aumento de incerteza e a política monetária”, reforçou.
No mercado de juros futuros, as apostas majoritárias continuavam em corte de 0,75 ponto na Selic em julho, segundo dados da Reuters.
A inflação vem mostrando sinais favoráveis, com o IPCA somando nos 12 meses até maio alta de 3,60 por cento, bem abaixo do centro da meta de inflação de 4,5 por cento para este ano e o próximo, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.
No documento, o BC também calculou inflação em torno de 4,3 por cento nos 12 meses até o segundo trimestre de 2019.
A equipe econômica quer reduzir a meta de inflação para 2019, decisão que tomará na próxima reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), na semana que vem. A ideia é cortar o centro da meta, estabelecido em 4,5 por cento desde 2005, para algo entre 4 e 4,25 por cento.
O BC também manteve sua perspectiva para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano a 0,5 por cento, justificando que colocou na balança resultados favoráveis de indicadores de atividade recentes que, se mantidos, levariam a uma revisão de alta, mas também ao maior ambiente de incertezas, que pode ter efeito negativo sobre a economia.
(Reportagem adicional de Camila Moreira, em São Paulo)
Fontes:
Texto: Reuters
(Por Marcela Ayres)
Foto: Divulgação
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SÃO PAULO (Reuters) – As perspectivas de crescimento e de inflação para a economia brasileira continuaram em trajetória de queda na pesquisa Focus do Banco Central, enquanto o grupo que mais acerta as previsões elevou sua visão para a taxa básica de juros este ano.
O levantamento divulgado nesta segunda-feira mostrou que a conta para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano caiu em 0,01 ponto percentual e agora é de apenas 0,40 por cento.
Para 2018, a piora foi ainda mais forte, e a estimativa para o crescimento do PIB passou a 2,20 por cento, de 2,30 por cento antes.
O segundo trimestre começou com o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), subindo 0,28 por cento em abril ante março, num sinal de retomada.
Para a inflação, os especialistas consultados passaram a ver uma alta de 3,64 por cento do IPCA neste ano, contra estimativa anterior de 3,71 por cento. Para 2018, a projeção agora é de 4,33 por cento, de 4,37 por cento antes.
O cenário para a política monetária, por sua vez, não sofreu alterações, com a perspectiva de corte de 0,75 ponto percentual da Selic, atualmente em 10,25 por cento, na reunião de julho do Banco Central.
Permaneceram também as projeções de que a taxa básica de juros terminará este ano e o próximo a 8,5 por cento.
Por sua vez, o Top-5, que reúne aqueles que mais acertam as projeções, elevou a perspectiva para a Selic este ano a 8,50 por cento, de 8,38 por cento na mediana das projeções da semana anterior. Para o ano que vem, permanece a expectativa de que a taxa básica de juros termine a 8 por cento.
Fontes:
Texto: Reuters
(Da Redaçaõ)
Foto: Internet
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SÃO PAULO (Reuters) – Economistas cravaram suas projeções na pesquisa Focus de que o Banco Central vai manter o ritmo de afrouxamento monetário nesta semana e cortar a Selic em 1 ponto percentual, o que a levará a 10,25 por cento ao ano, em meio à crise política que atinge o governo Michel Temer.
Neste cenário, mostrou ainda a pesquisa nesta segunda-feira, o Top 5 –grupo que mais acerta as projeções– passou a ver que a taxa básica de juros vai fechar este ano maior, a 8,63 por cento no cenário de médio prazo. Na semana anterior, era esperado que ela iria a 8,13 por cento.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC se reúne nos próximos dias 30 e 31, na primeira reunião depois que eclodiu a crise política que atingiu em cheio o presidente Temer, que é alvo de inquérito autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A Selic está em 11,25 por cento ao ano, após dois cortes de 0,25 ponto cada, dois de 0,75 ponto e um de 1 ponto. Com a inflação perdendo força, boa parte dos agentes econômicos apostava que o BC aceleraria o passo e cortaria os juros em 1,25 ponto.
Mas esse cenário foi varrido com os temores de que os problemas envolvendo o governo possam atrasar as reformas, sobretudo a da Previdência, considerada essencial para colocar as contas públicas em ordem.
A pesquisa Focus mostrou ainda que as projeções são de que o IPCA fechará este ano com alta de 3,95 por cento, frente a 3,92 por cento na semana anterior. Para 2018, as contas são de alta de 4,40 por cento, sobre 4,34 por cento. Em ambos os casos, o indicador ficaria abaixo do centro da meta oficial, de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
Sobre o Produto Interno Bruto (PIB), as estimativas são de crescimento de 0,49 por cento neste ano, sobre 0,50 por cento antes, e de 2,48 por cento em 2018, também ligeiramente abaixo dos 2,50 por cento esperados até então.
Fontes:
Texto: Reuters
(Por Patrícia Duarte)
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SÃO PAULO (Reuters) – A perspectiva de economistas para a inflação neste ano permaneceu em trajetória de queda na pesquisa Focus desta segunda-feira, porém para 2018 aumentou pela primeira vez após quatro semanas
Agora, a projeção para a alta do IPCA em 2017 é de 4,01 por cento, contra 4,03 por cento no levantamento anterior. Essa foi a nona redução consecutiva.
Em relação ao ano que vem, porém, os especialistas passaram a ver uma inflação de 4,39 por cento, 0,09 ponto percentual a mais do que no levantamento anterior.
Em meio à fraqueza das pressões inflacionárias este ano, os especialistas consultados continuam vendo ao final deste mês novo corte de 1 por cento na taxa de juros Selic, que hoje está em 11,25 por cento.
Permaneceu inalterada ainda a previsão de que a Selic terminará 2017 e 2018 a 8,5 por cento, cenário também contemplado pelo grupo que reúne os que mais acertam as previsões, o Top-5.
O Top-5, entretanto, já vê a alta do IPCA em 2017 abaixo de 4 por cento, tendo reduzido a projeção de 4,03 por cento a 3,89 por cento. Para 2018, a perspectiva permanece em 4,25 por cento.
Para a economia, houve pequeno ajuste nas contas para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017 a 0,47 por cento, 0,01 ponto percentual a mais. Já para 2018, a expectativa continua sendo de crescimento de 2,5 por cento.
Fontes:
Texto: Reuters
(Por Camila Moreira)
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SÃO PAULO (Reuters) – A expectativa para a taxa básica de juros no final deste ano voltou a ser reduzida na pesquisa Focus do Banco Central junto a economistas, que continuam vendo aceleração do ritmo de corte da taxa básica de juros esta semana e passaram a projetar a inflação abaixo de 4,5 por cento em 2018.
O levantamento divulgado nesta segunda-feira mostrou que a perspectiva é de redução da Selic na reunião desta semana do BC de 1 ponto percentual, acelerando o ritmo de afrouxamento monetário.
Após dois cortes seguidos de 0,25 ponto percentual e outros dois de 0,75 ponto, a taxa básica de juros está agora em 12,25 por cento. Para o fim deste ano, os especialistas consultados passaram a ver a Selic a 8,50 por cento, de 8,75 por cento anteriormente.
Para 2018, permanece a projeção de que a Selic ficará em 8,50 por cento.
O Top-5, grupo que mais acerta as previsões, também vê a taxa básica de juros em 8,50 por cento em ambos os anos, em estimativas que não sofreram alterações.
A pesquisa semanal mostrou ainda queda de 0,01 ponto percentual na estimativa para a alta do IPCA em 2017, para 4,09 por cento.
Para 2018, a expectativa caiu pela primeira vez após 36 semanas, indo a 4,46 por cento de 4,5 por cento antes. A meta oficial de inflação para 2017 e 2018 é de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
Em março, o IPCA desacelerou a alta a 0,25 por cento, de 0,33 por cento em fevereiro, acumulando em 12 meses avanço de 4,57 por cento.
Para o crescimento do Produto Interno Bruto, os especialistas no Focus reduziram a perspectiva de crescimento este ano a 0,41 por cento, 0,06 ponto percentual a menos, e continuam vendo expansão de 2,5 por cento em 2018.
Fontes:
Texto: Reuters
(Da Redação)
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