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inovação – Abra Seu Negócio http://www.abraseunegocio.com.br Seja um empresário de sucesso! Fri, 17 Mar 2023 13:57:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.6.29 Inovação, a essência do empreendedorismo http://www.abraseunegocio.com.br/2015/10/inovacao-a-essencia-do-empreendedorismo/ Thu, 15 Oct 2015 20:01:38 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=6229 Peter Drucker, o homem que inventou a administração, segundo a revista Business Week, certa vez, em um de seus vários lampejos de criatividade, afirmou que “não se gerencia o que não se pode medir”. Em outras palavras, não adianta ao empreendedor ter um negócio se efetivamente não consegue realizar uma gestão eficiente de processos, produtos e pessoas.

Infelizmente, o Brasil ainda está longe de outros países neste quesito. Pesquisa do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) mostra que somos o primeiro colocado no ranking mundial de empreendedorismo, com 45 milhões de brasileiros envolvidos com alguma atividade empresarial. Por outro lado, o Índice Global de Empreendedorismo (GEI) detectou que nosso país ocupa a 100ª posição em uma classificação de 130 países.

O primeiro indicador nos mostra que, quantitativamente, estamos bem colocados. Já o segundo, conclui que, qualitativamente, a realidade é outra. Nossa nota no GEI é muito baixa (25.8), comparada à do primeiro colocado, os Estados Unidos (85) e o Chile (63.2), 19ª posição e melhor nota da América Latina.

Dentre os 14 pilares do empreendedorismo avaliados para qualificar a nota destacam-se quatro em que perdemos feio para o Chile: internacionalização, capital humano, inovação em processos e inovação em produtos. Ao analisarmos os dados acima sob a ótica do Balanced Scorecard (BSC), ferramenta criada por Robert Kaplan, professor da Harvard Business School, para mensurar os resultados da gestão estratégica das organizações, podemos chegar a conclusões interessantes. A técnica baseia-se no monitoramento de resultados e processos em quatro dimensões das empresas: financeira, processos, clientes e desenvolvimento.

Esta última reflete, em linhas gerais, o quanto a empresa aprende e torna-se mais preparada para a competição. Muitas mensuram as horas de capacitação de seus colaboradores para acompanhar o seu índice de desenvolvimento. Contudo, Kaplan defende que o melhor indicador de sucesso neste quesito é a criação de novos produtos e serviços ou o atendimento a novos mercados. Isto porque, para inovar, é preciso aprender. Enfim, é um indicador diretamente ligado à inovação.

Independentemente do setor, sempre haverá concorrência, da mesma que forma que existirá espaço para quem puder inovar com produtos e serviços customizados, além de promover um atendimento diferenciado aos clientes, agregando valor ao negócio. Hoje, o mundo caminha para o uso do conceito de ominchannel, em que o atendimento aos clientes passa por todos os canais, físicos ou eletrônicos.

Para conquistar clientes, a solução passa, imprescindivelmente, pela introdução de inovações em processos e serviços. Para isso, o primeiro passo é a capacitação dos empreendedores, especialmente em cursos e eventos. Há muitos disponíveis, inclusive on-line, e que até são encontrados gratuitamente. O SEBRAE é a referência para este tipo de treinamento. Afinal, não se constrói um caminho de sucesso sem muito trabalho e estudo.

O empreendedor é um insatisfeito eterno, que reconhecidamente busca transformar seu inconformismo em descobertas de soluções para os problemas. A atitude empreendedora eleva consideravelmente as chances de transformar eminente fracasso em sucesso retumbante.

Não há mágica. Para tal, é fundamental a adoção de ferramentas globais de gestão e inovação. Muitos empreendedores ainda desconhecem esses instrumentos, que são úteis para os negócios. A partir deles é possível realizar modelagem de negócios com Business Model Generation (Canvas); gestão estratégica de resultados com Balanced Scorecard (BSC); gestão estratégica de clientes com Customer Relationship Management (CRM), Net Promoter Score (NPS) e Guestology; gestão comercial com Solution Selling.

O empreendedor é um insatisfeito que transforma seu inconformismo em descobertas. Por outro lado, o insatisfeito que só reclama e nada faz para mudar, não é empreendedor de verdade. A atitude empreendedora transforma os problemas em oportunidades; cria inovações para atender melhor os clientes e lidar da melhor forma com os fornecedores.

Diferenciar-se dos concorrentes é seguramente o caminho para o sucesso. Só assim, é possível obter o justo valor ao que se vende, e não somente formar um preço sem qualquer método. Afinal, lembrando mais uma vez Peter Drucker, “se você quer algo novo, você precisa parar de fazer algo velho”.

(*) Roberto Dias Duarte é sócio e presidente do Conselho de Administração da NTW Franchising, primeira franquia contábil do país.

Fontes:
Texto: www.segs.com.br
(Por Roberto Dias Duarte)/Matéria Original:
http://www.segs.com.br/seguros/62804-inovacao-a-essencia-do-empreendedorismo.html
Foto: Internet

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Inspire-se: conheça as 25 empresas globais mais inovadoras de 2015 http://www.abraseunegocio.com.br/2015/09/inspire-se-conheca-as-25-empresas-globais-mais-inovadoras-de-2015/ Mon, 07 Sep 2015 22:27:45 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=5290 A lista da MIT Technology Review inclui companhias que combinam tecnologia e modelo de negócios inovador para liderar suas áreas de atuação.

Para ser uma empresa líder nos dias atuais não basta ser boa de vendas. “É preciso ter um modelo de negócios que ao mesmo tempo é prático e ambicioso, ter tecnologia realmente inovadora, e combinar ambos para ditar a agenda da área onde você atua”.

O critério é da revista MIT Technology Review e foi usado como filtro para que a revista lançasse a sua lista anual das 50 empresas “mais espertas” (smartest) de 2015. A lista inclui empresas bastante conhecidas e várias novidades globais muito interessantes.

As 50 empresas escolhidas pertencem a cinco grandes blocos econômicos: Transportes, Tecnologia da Informação e Comunicação; Biotecnologia; Internet e Mídia Digital e Energia. O genial Elon Musk emplacou dois empreendimentos – a Tesla, fabricante de carros elétricos, e a SpaceX, fabricante de foguetes.

E se você pensa que as empresas de TI lotaram o ranking, revise seu critério de smart company. Das gigantes de TI “mais antigas”, entram Apple (por causa do Apple Watch); IBM (por conta de Watson e big data) e Microsoft (por causa do HoloLens), mas apenas Apple ficou entre as primeiras 25.

Confira abaixo a lista das 25 mais espertas e no site da MIT Technology Review a lista completa das 50.

1. Tesla Motors (Automóveis–Palo Alto, Califórnia)
2. Xiaomi (Smartphones–Beijing, China)
3. Illumina (máquinas para leitura de DNA –San Diego, Califórnia)
4. Alibaba (varejo online–Hangzhou, China)
5. Counsyl (testes de DNA –South San Francisco, Califórnia)
6. SunEdison (produtos de energia renovável–Maryland Heights, Missouri)
7. Tencent (portal de serviços de internet–Shenzhen, China)
8. Juno Therapeutics (testes para tratamento de câncer–Seattle, Washington)
9. SolarCity (painéis solares–San Mateo, Califórnia)
10. Netflix (streaming de vídeo –Los Gatos, Califórnia)
11. OvaScience (ciências médicas–Cambridge, Massachusetts)
12. Google (mecanismos de busca–Mountain View, Califórnia)
13. Amazon (varejo online–Seattle, Washington)
14. AliveCor (monitores cardíacos–San Francisco, Califórnia)
15. Gilead Sciences (farmacêutica–Foster City, Califórnia)
16. Apple (computadores–Cupertino, Califórnia)
17. Voxel8 (impressoras 3D–Somerville, Massachusetts)
18. IDE Technologies (desalinização de água–Kadima, Israel)
19. Amgen (farmacêtica–Thousand Oaks, California)
20. Aquion Energy (armazenamento de energia–Pittsburgh, Pennsylvania)
21. Baidu (serviços de internet–Beijing, China)
22. SpaceX (foguetes–Hawthorne, California)
23. Sakti3 (armazenamento de energia–Ann Arbor, Michigan)
24. Freescale Semiconductor (semicondutores–Austin, Texas)
25. Universal Robots (robótica–Odense, Denmark)

Fontes:
Texto: idgnow.com.br
(Por Silvia Bassi) Matéria Original:
http://idgnow.com.br/ti-pessoal/2015/09/06/inspire-se-conheca-as-25-empresas-globais-mais-inovadoras-de-2015/
Foto: Da Redação

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Quando a inovação supera o risco http://www.abraseunegocio.com.br/2015/07/quando-a-inovacao-supera-o-risco/ Tue, 07 Jul 2015 20:14:04 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=4696 Qual o preço da inovação na era digital para os negócios antigos?

Muitas empresas com as quais nos relacionamos atualmente nasceram na era da rápida inovação tecnológica: têm os negócios baseados em aplicativos, processos eficientes, baixo custo de operação, dão respostas rápidas e conseguem entender o comportamento dos clientes e, além disso, adaptam-se com grande agilidade às necessidades deles. Os empreendimentos – em alguns casos, chamados de “start-ups” – focados em serviço são os que mais se destacam e nem nos damos conta do quão comum é pedirmos comida, táxi, reservarmos hotel e até adquirirmos cartão de crédito com apenas alguns clicks.

Mas nem só de novidades é feito o nosso dia a dia. Ainda mantemos contato muito próximo com empresas que, mesmo tentando se encaixar nesse mundo, possuem um custo alto de operação e convivem com tecnologias antigas, as quais não podem ser simplesmente desligadas ou substituídas.

Um exemplo são as empresas do mercado financeiro, que, embora convivam com um legado, têm outra característica marcante: a capacidade de investimento para inovar. O nosso sistema bancário é um dos mais desenvolvidos do mundo e acompanha, como poucos, o comportamento da nova geração da tecnologia. São inúmeras aplicações móveis, uma ampla gama de serviços e formas de atendimento diferenciadas que melhoram a experiência e até fidelizam os clientes. Essa capacidade pode ser identificada facilmente, ou você não realizou nenhuma transação hoje por meio do seu aplicativo móvel ou internet banking?

Por quanto tempo isso será novidade? Sabemos que inovar de maneira cada vez mais ágil é preciso, mas, garantir a segurança e a estabilidade dos serviços prestados também. Por essa razão, o cuidado com o ambiente antigo é fundamental. Os bancos possuem um grande sistema legado, softwares robustos que suportam suas transações; são verdadeiras espinhas dorsais do negócio e qualquer nova aplicação impacta diretamente em sua operação.

Mesmo com o crescimento brutal dos aplicativos, ainda não vimos todo o potencial que esses serviços podem nos oferecer. Isso pode gerar ameaças para as grandes instituições. Qual será o posicionamento delas? Hoje, há casos em que – apesar de todo o investimento em tecnologia – as decisões dessas instituições financeiras são tomadas tendo como base políticas padronizadas, aplicadas igualmente a todos os clientes. Essa prática parece espantosa se considerarmos que o avanço tecnológico possibilita justamente o contrário: que essas instituições bancárias tenham acesso, por meio de redes sociais ou dentro dos próprios bancos de dados, ao comportamento de consumo dos clientes, para, assim, ofertar produtos de maneira mais personalizada. Este paradoxo ocorre justamente pela falta de capacidade de uma rápida adaptação e ausência de mecanismos que deem visibilidade ao impacto dessas inovações nas tecnologias do banco.

Afim de evitar problemas gerados por esse impacto e interrupções dos serviços, é preciso, antes de qualquer coisa, ter visibilidade total desse universo. A nova aplicação precisa integrar-se perfeitamente – e com rapidez – às já existentes. Mais do que isso, ela precisa ser desenvolvida tendo em vista a plataforma na qual será implantada, sobre quais operações atuará, quais clientes atingirá e qual diferencial imprimirá ao negócio. Todas essas pontas precisam estar muito bem amarradas para o investimento em um novo aplicativo ou funcionalidade fazer sentido.

Ótimas aplicações podem ser desenvolvidas de forma muito rápida, entretanto nem sempre elas são introduzidas adequadamente em um ambiente complexo ou pensadas considerando processos inovadores e criativos. Quando qualquer problema derruba um sistema bancário, por exemplo, ele deixa de realizar transações e gera perdas financeiras significativas que nem sempre são consideradas. Por isso, a clareza e conhecimento do ambiente são fundamentais para o CIO conseguir uma perfeita harmonia entre a inovação atual, a que está chegando, o legado que continuará existindo e até o potencial de substituição deste legado que resultar em reduções significativas de custo e risco.

Sabe-se dos vários riscos inerentes à inovação, mas assim como uma construção não resiste sem um bom alicerce, um sistema legado precisa de uma arquitetura bem estabelecida com transparência e preparo para suportar o novo. Esse é o ponto de partida para o sucesso de qualquer tecnologia que vise modernizar e trazer vantagens competitivas às organizações.

Fonte: cio.com.br
(Fernando Menchini é gerente de soluções da Software AG) Matéria Original:
http://cio.com.br/opiniao/2015/07/07/quando-a-inovacao-supera-o-risco/

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