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ipca – Abra Seu Negócio http://www.abraseunegocio.com.br Seja um empresário de sucesso! Fri, 17 Mar 2023 13:57:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.6.29 Mercado vê inflação mais alta e mais perto da meta em 2017 http://www.abraseunegocio.com.br/2017/10/mercado-ve-inflacao-mais-alta-e-mais-perto-da-meta-em-2017/ Mon, 09 Oct 2017 13:10:11 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=20197 fvbrasil

 

SÃO PAULO (Reuters) – O mercado elevou a projeção para a inflação neste ano, praticamente colocando-a de volta dentro do intervalo da meta oficial, após aumentos importantes em alguns preços administrados, mas ainda acredita que a taxa básica de juros vai continuar recuando para nova mínima histórica.

Segundo pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feia, a expectativa é de que o IPCA feche 2017 com alta de 2,98 por cento, contra estimativa anterior de 2,95 por cento. Com isso, a previsão para o IPCA aproximou-se do intervalo da meta do governo, que é de 4,5 por cento com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

O IPCA subiu mais do que o esperado em setembro, a 0,16 por cento, sobretudo por conta dos preços dos combustíveis diante da nova política de preços da Petrobras. Daqui para frente, também vai pesar na inflação as tarifas de energia elétrica, após a adoção da bandeira vermelha nível 2 pela primeira vez, o nível mais alto de custo.

Com isso, as estimativas de aumento dos preços administrados subiram a 6,60 por cento neste ano, sobre 6,50 por cento, mostrou o Focus.

O levantamento, que ouve a opinião de uma centena de analistas todas as semanas, mostrou ainda que as projeções para o IPCA em 2018 tiveram leve redução a 4,02 por cento, sobre 4,06 por cento antes.

Para a política monetária, diante de um BC que vem indicando encerramento gradual da flexibilização monetária, o levantamento semanal manteve a projeção de corte de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros neste mês.

A Selic está atualmente em 8,25 por cento após ter sido reduzida pela última vez em 1 ponto percentual. Tanto para este ano quanto para o próximo permaneceu a expectativa de que a taxa irá a 7 por cento, abaixo da mínima histórica de 7,25 por cento.

O Focus mostrou ainda que as projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foram mantidas em 0,70 por cento neste ano e levemente elevadas a 2,43 por cento em 2018, sobre 2,38 por cento.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Patrícia Duarte)
Foto: Divulgação

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Economistas veem inflação abaixo do piso da meta em 2017 pela 1ª vez, mostra Focus http://www.abraseunegocio.com.br/2017/09/economistas-veem-inflacao-abaixo-do-piso-da-meta-em-2017-pela-1a-vez-mostra-focus/ Mon, 25 Sep 2017 13:08:13 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=20070 fvbrasil

 

SÃO PAULO (Reuters) – A expectativa de economistas para a inflação neste ano foi pela primeira vez abaixo do piso da meta na pesquisa Focus, que trouxe ainda melhora nas projeções para a economia tanto em 2017 quanto em 2018.

O levantamento divulgado nesta segunda-feira mostrou que a projeção de alta do IPCA neste ano agora é de 2,97 por cento, ante 3,08 por cento antes. Assim, a inflação terminaria o ano abaixo do piso da meta, de 3 por cento. A meta está fixada em 4,5 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Em seu relatório de inflação divulgado na semana passada, o BC estimou alta do IPCA de 3,2 por cento em 2017 e de 4,3 por cento em 2018 pelo cenário de mercado, abaixo dos patamares de 3,3 e 4,4 por cento vistos anteriormente.

No mesmo dia, o IBGE divulgou que nos 12 meses até setembro o IPCA-15, considerado prévia da inflação oficial, ficou em 2,56 por cento, ampliando as chances de a inflação terminar este ano abaixo do piso da meta pela primeira vez.

Se isso de fato acontecer, será a primeira vez que o BC terá que justificar porque a inflação ficou abaixo do objetivo –o BC descumpriu a meta três vezes nas últimas duas décadas, mas em todos esses casos entregou a inflação acima do alvo.

Para o ano que vem, o ajuste nas contas para a inflação no Focus também foi para baixo, de 0,04 ponto percentual, chegando a 4,08 por cento.

O BC vem mantendo a postura de que adotará um encerramento gradual da flexiblização monetária depois de cortar a taxa básica de juros em 1 ponto percentual, para 8,25 por cento, e seus novos cálculos para a inflação pavimentarem o caminho para que continue cortando os juros e eventualmente leve a Selic a um nível inferior a 7 por cento.

Os economistas consultados no Focus mantiveram a projeção de desaceleração do ritmo de corte a 0,75 ponto percentual no encontro de outubro de política monetária, com a Selic terminando o ano a 7 por cento, patamar que eles veem se mantendo até o final de 2018.

Para o grupo que mais acerta as previsões, o Top-5, a taxa básica de juros fica em 7 por cento no fim deste ano, mas termina 2018 a 7,25 por cento, contas que não foram alteradas em relação ao levantamento anterior.

Para a economia, a perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) melhorou para ambos os anos. Em 2017, a expansão foi calculada em 0,68 por cento, de 0,60 por cento, enquanto que para 2018 a expectativa chegou a 2,30 por cento, de 2,20 por cento.

 

 

Fontes:
Texto: Reuterss
(Da Redação)
Foto: Internet

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IPCA tem menor alta para janeiro desde Plano Real e reforça queda nos juros http://www.abraseunegocio.com.br/2017/02/ipca-tem-menor-alta-para-janeiro-desde-plano-real-e-reforca-queda-nos-juros/ Wed, 08 Feb 2017 12:31:22 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=18008 fvbrasil

 

RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) – A inflação oficial do Brasil atingiu o menor nível para janeiro desde a criação do Plano Real e em 12 meses recuou com força abaixo de 6 por cento, resultados abaixo do esperado que pavimentam o caminho para que o Banco Central corte ainda mais os juros básicos da economia em meio ao cenário de atividade ainda fraca.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,38 por cento em janeiro, depois de ter fechado dezembro com alta de 0,30 por cento, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira. Essa é a leitura mais baixa para o mês desde 1994.

Em 12 meses a alta foi de 5,35 por cento, menor nível desde setembro de 2012 (5,28 por cento) e contra 6,29 por cento em 2016 fechado. Com isso, o índice caminha para o centro da meta oficial, de 4,5 por cento com tolerância de 1,5 ponto percentual.

Os resultados ficaram abaixo das expectativas em pesquisa da Reuters, de avanço de 0,44 por cento em janeiro, acumulando alta de 5,41 por cento em 12 meses.

O grupo Vestuário foi o que mais contribuiu para a desaceleração da inflação no mês passado, com queda nos preços de 0,36 por cento e impacto negativo de 0,02 ponto percentual no IPCA.

Os preços do grupo Transportes também foram destaque, com desaceleração da alta a 0,77 por cento em janeiro, sobre 1,11 por cento em dezembro.

Já o grupo Alimentação e bebidas, que tem importante peso sobre a renda das famílias, viu o avanço dos preços acelerar para 0,35 por cento no início do ano, contra 0,08 por cento em dezembro.

O BC vem observando com atenção a inflação de serviços para a condução da política monetária e, em janeiro, ela desacelerou com força a 0,36 por cento, sobre 0,65 por cento em dezembro.

Com a recessão econômica no país e a queda da Selic, as projeções para a inflação este ano vêm se aproximando do centro da meta. Economistas consultados na pesquisa Focus do próprio BC passaram a ver alta de 4,64 por cento do IPCA este ano.

Segundo o presidente do BC, Ilan Goldfajn, a política monetária tem sido efetiva em conter a inflação e ancorar as expectativas. A taxa básica de juros já foi reduzida para 13 por cento e a expectativa é de novo corte de 0,75 ponto percentual na Selic este mês. Para o ano, a expectativa é de que ela feche em um dígito, a 9,50 por cento.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira)
Foto: Internet

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Projeção para inflação este ano cai e se aproxima do centro da meta http://www.abraseunegocio.com.br/2017/02/projecao-para-inflacao-este-ano-cai-e-se-aproxima-do-centro-da-meta/ Mon, 06 Feb 2017 11:57:22 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=17978 fvbrasil

 

SÃO PAULO (Reuters) – A expectativa para a inflação este ano se aproximou ainda mais do centro da meta, de acordo com as projeções de economistas na pesquisa Focus do Banco Central, mas pioraram ligeiramente a perspectiva econômica para 2017.

A projeção para a alta do IPCA este ano no levantamento divulgado nesta segunda-feira caiu 0,06 ponto percentual e chegou a 4,64 por cento, marcando a quinta redução seguida.

Para o próximo ano, a mediana das projeções aponta inflação de 4,5 por cento, sem alteração pela 28ª semana seguida. A meta de inflação de 2017 e 2018 é de 4,5 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Entretanto, as contas para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017 foram reduzidas a 0,49 por cento, sobre 0,50 por cento anteriormente, depois de cinco semanas sem mudanças. Por outro lado, a projeção para o ano que vem melhorou a uma expansão de 2,25 por cento, 0,05 ponto a mais.

Isso apesar da perspectiva de que a taxa básica de juros irá abaixo de 10 por cento este ano e ficará ainda mais baixa no final de 2018.

Os especialistas consultados continuam vendo na reunião de fevereiro do BC corte de 0,75 ponto percentual na Selic, atualmente em 13 por cento. A expectativa é que a Selic encerre 2017 a 9,50 por cento e 2018 a 9,0 por cento, sem alterações sobre o levantamento anterior.

Já o Top-5, que reúne as instituições que mais acertam as projeções, calcula a Selic a 9,5 por cento em ambos os anos.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Camila Moreira)
Foto: Internet

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Expectativa de inflação para 2016 e 2017 é reduzida http://www.abraseunegocio.com.br/2016/09/expectativa-de-inflacao-para-2016-e-2017-e-reduzida/ Mon, 26 Sep 2016 12:44:21 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=16521 SÃO PAULO (Reuters) – Economistas reduziram a expectativa para a inflação tanto ao final deste ano quanto do próximo, enquanto as perspectivas para a taxa básica de juros permaneceram inalteradas.

A estimativa para a alta do IPCA na pesquisa Focus do Banco Central passou a 7,25 por cento no final deste ano, 0,09 ponto percentual a menos do que na semana anterior, segunda redução seguida. A projeção para os preços administrados também foi reduzida, a 6,20 por cento, sobre 6,30 por cento.

Para 2017, a projeção para a inflação caiu a 5,07 por cento, contra 5,12 por cento no levantamento anterior. Mas a conta para o avanço dos preços administrados subiu a 5,45 por cento, 0,05 ponto percentual a mais.

Em setembro, o IPCA-15, prévia da inflação oficial, desacelerou a alta a 0,23 por cento, dando força às expectativas de que o BC reduza os juros em breve ainda que em 12 meses tenha continuado próximo de 9 por cento.

Entretanto, na pesquisa com uma centena de economistas divulgada nesta segunda-feira, a projeção para a Selic permaneceu em 13,75 ao final de 2016, e em 11 por cento para 2017.

A expectativa para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em outubro, também continua sendo de manutenção da Selic no atual patamar de 14,25 por cento.

O Top-5, que reúne os economistas que mais acertam as previsões, também não apresentou mudanças, estimando a taxa básica de juros a 13,75 por cento em 2016 e a 11,25 por cento em 2017.

Para a economia, a visão apresentou pouca mudança, com a contração do Produto Interno Bruto (PIB) este ano estimada em 3,14 por cento, sobre recuo de 3,15 por cento antes. Para 2017 os economistas projetam expansão de 1,30 por cento, queda de 0,06 ponto percentual.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Camila Moreira)
Foto: Internet

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IPCA sobe mais que o esperado, com maior alta no preço de alimentos para julho em 16 anos http://www.abraseunegocio.com.br/2016/08/ipca-sobe-mais-que-o-esperado-com-maior-alta-no-preco-de-alimentos-para-julho-em-16-anos/ Wed, 10 Aug 2016 17:37:15 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=15391 RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) – A inflação oficial no Brasil acelerou em julho, acima do esperado, puxada pela alta elevada nos preços dos alimentos, mantendo pouco espaço para o Banco Central reduzir os juros no curto prazo.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,52 por cento em julho, depois de ter avançado 0,35 por cento no mês anterior, informou nesta quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 12 meses até o mês passado, a alta acumulada foi de 8,74 por cento, abaixo dos 8,84 por cento no período até junho.

As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de que o IPCA mostrasse alta mensal de 0,45 por cento e de 8,66 por cento em 12 meses.

Ainda refletindo significativas altas nos preços do leite e do feijão, o grupo Alimentação e Bebidas subiu 1,32 por cento no mês passado, a mais elevada variação para julho desde 2000 (1,78 por cento), após ter subido 0,71 por cento em junho.

Com isso, o grupo foi responsável sozinho por 0,34 ponto percentual para do IPCA todo em julho, quando os preços do leite subiram 17,58 por cento. Já o preço do feijão-carioca subiu 32,42 por cento no período.

Na ponta oposta, apenas os grupos Vestuário e Habitação mostraram queda nos preços em julho, de 0,38 e 0,29 por cento, respectivamente.

O Banco Central conduzido por Ilan Goldfajn vem reforçando seu compromisso em levar a inflação ao centro da meta em 2017 e, consequentemente, afirmando que não há espaço para corte da Selic –em 14,25 por cento há mais de um ano– no curto prazo.

Conforme o BC segue reforçando sua postura dura no combate à inflação, as projeções do mercado para a alta do IPCA no próximo ano vêm recuando e estão agora em 5,14 por cento, segundo a mais recente pesquisa Focus do BC, que ouve semanalmente uma centena de economistas.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Rodrigo Viga Gaier e Patricia Duarte)
Foto: Internet

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Focus mostra projeções menores para inflação em 2017 http://www.abraseunegocio.com.br/2016/08/focus-mostra-projecoes-menores-para-inflacao-em-2017/ Mon, 08 Aug 2016 18:18:50 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=15322 SÃO PAULO (Reuters) – As projeções para a alta dos preços para o próximo ano diminuíram mais um pouco conforme o Banco Central segue reforçando que seu objetivo é levar a inflação medidas pelo IPCA ao centro da meta em 2017.

Pesquisa Focus do BC, que ouve semanalmente uma centena de economistas de instituições financeiras, mostrou que a estimativa para a alta do IPCA este ano recuou 0,01 ponto para 7,20 por cento. Para 2017, as expectativas recuaram pela sexta semana seguida, a 5,14 por cento, ante 5,20 por cento na semana anterior.

Apesar da previsão mais baixa, a estimativa segue acima do centro da meta para o período, que é de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual.

As estimativas para a Selic ao final deste ano permaneceram em 13,50 por cento. Para o fim de 2017, a projeção foi mantida em 11 por cento.

Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o BC afastou a possibilidade de corte na taxa básica de juros –em 14,25 por cento há um ano– no curto prazo. No documento, também estimou a inflação pelo IPCA em torno de 6,75 por cento para 2016.

O Top 5 –grupo que mais acerta as projeções no Focus– manteve a projeção para a Selic ao fim do ano em 13,75 por cento e em 11,25 por cento para 2017. Para a inflação este ano, a mediana subiu para 7,20 por cento, ante 7,16 por cento, enquanto para 2017, a estimativa ficou em 4,97 por cento.

A expectativa dos economistas para a retração do Produto Interno Bruto (PIB) este ano passou a 3,23 por cento na mais recente pesquisa Focus, ante recuo de 3,24 por cento na semana anterior. Para 2017 a projeção permaneceu em crescimento de 1,10 por cento.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Flavia Bohone)
Foto: Internet

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IPCA desacelera em junho com administrados, mas preços de alimentos ainda pressionam http://www.abraseunegocio.com.br/2016/07/ipca-desacelera-em-junho-com-administrados-mas-precos-de-alimentos-ainda-pressionam/ Fri, 08 Jul 2016 17:18:54 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=13999 RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) – A inflação oficial do país desacelerou com força em junho e voltou abaixo do patamar de 9 por cento em 12 meses pela primeira vez em um ano por conta de maior alívio nos preços administrados, movimento que deve ajudar o trabalho do Banco Central no controle dos preços.

Por outro lado, a inflação de alimentos continuou bastante pressionada por conta dos efeitos do clima e oferta.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,35 por cento em junho, depois de ter avançado 0,78 por cento em maio, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse é o menor resultado mensal desde agosto do ano passado (0,22 por cento) e a leitura mais baixa para junho em três anos (0,26 por cento).

Em 12 meses até junho, o indicador acumulou alta de 8,84 por cento, após 9,32 por cento até maio, menor resultado desde maio do ano passado (8,47 por cento) e a primeira vez que o IPCA em 12 meses fica abaixo de 9 por cento desde junho de 2015 (8,89 por cento).

O resultado continua superando com folga o teto da meta do governo para este ano, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos percentuais.

As expectativas em pesquisa da Reuters junto a economistas eram de que o IPCA subisse 0,37 por cento na comparação com o mês anterior e 8,87 por cento em 12 meses.

“O IPCA mostra tendência de desacelaração mais consolidada. A insistência na (alta nos preços de) alimentos ainda segura essa trajetória, que depende muito de clima e de oferta”, resumiu a economista do IBGE Eulina Nunes dos Santos.

“Mas os preços administrados já exerceram a maior pressão que tinham para exercer”, completou.

Os preços no grupo Alimentação e Bebidas desacelerou a alta em junho a 0,71 por cento, sobre 0,78 por cento no mês anterior, mas ainda assim teve o maior peso entre os grupos, respondendo por 0,18 ponto percentual do índice.

O feijão-carioca continua pesando no prato do consumidor, com o preço do quilo em junho 41,78 por cento mais caro, mas também destacou-se a alta de 10,16 por cento do leite longa vida. Juntos, os dois alimentos foram responsáveis por 60 por cento do IPCA do mês, de acordo com o IBGE.

Por outro lado, os preços administrados mostraram maior alívio ao subirem 0,24 por cento no mês passado, contra alta de 1,40 por cento em maio, segundo o IBGE. O índice de serviços subiu 0,33 por cento no mês passado, contra 0,37 por cento em maio.

Sob o comando de Ilan Goldfajn, o BC vem adotando postura dura em relação ao compromisso de levar a inflação para o centro da meta, destacando a maior pressão sobre os alimentos. De modo geral, os agentes econômicos acreditam que a taxa básica de juros –em 14,24 por cento ao ano desde julho passado– somente começará a ser reduzida a partir de outubro.

Depois de seis semanas de alta, a pesquisa Focus do próprio BC com especialistas mostrou redução na projeção para a alta do IPCA este ano, a 7,27 por cento.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira)
Foto: Internet

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BC vê mais inflação em 2016 e reafirma que não há espaço para cortar juros http://www.abraseunegocio.com.br/2016/06/bc-ve-mais-inflacao-em-2016-e-reafirma-que-nao-ha-espaco-para-cortar-juros/ Tue, 28 Jun 2016 19:56:06 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=13454 BRASÍLIA (Reuters) – O Banco Central piorou seu cenário de inflação para 2016, diante de maior pressão de alimentos, mas melhorou sua perspectiva para 2017 ainda que não esteja no centro da meta oficial, segundo Relatório Trimestral de Inflação divulgado nesta terça-feira, pelo qual reafirmou que não há condições de reduzir a taxa básica de juros ainda.

Pelo documento, o BC passou a ver que o IPCA subirá 6,9 por cento em 2016, acima da conta anterior de 6,6 por cento, mas que a alta perderá força e fechará 2017 em 4,7 por cento, 0,2 ponto percentual a menos do que a projeção anterior. O BC também apontou o IPCA em 4,2 por cento no segundo trimestre de 2018, tudo pelo cenário de referência.

Os cenários colocados pelo BC foram considerados, de modo geral, mais duros e levaram parte dos especialistas e o mercado financeiro a verem início de afrouxamento dos juros mais tarde.

O documento, o primeiro sob a gestão do atual presidente do BC, Ilan Goldfajn, ressaltou o compromisso do Comitê de Política Monetária (Copom) com a inflação no centro da meta em 2017 –de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual– e que buscará deixá-la dentro da margem de tolerância neste ano, de dois pontos. Até então, Ilan não mencionava prazos.

O cenário de referência considera a manutenção do dólar em 3,45 reais e da Selic atual, de 14,25 por cento ao ano, no horizonte de previsão.

O mercado aguardava o relatório com ansiedade em busca de pistas mais concretas da política monetária orquestrada por Ilan, principalmente quanto ao início do ciclo de afrouxamento da Selic, que segue inalterada desde julho do ano passado.

Em suas últimas comunicações, tanto o ex-presidente do BC Alexandre Tombini quanto diretores da autarquia enfatizaram não haver espaço para flexibilização da política monetária, frase também presente no atual relatório.

“O Comitê buscará circunscrever a inflação aos limites estabelecidos pelo CMN em 2016 e adotará as medidas necessárias de forma a assegurar a convergência da inflação para a meta de 4,5 por cento, em 2017”, trouxe o documento. “Dessa forma, o cenário central não permite trabalhar com a hipótese de flexibilização das condições monetárias”, complementou.

Apesar de ter reconhecido avanços no combate à inflação, o BC sublinhou no relatório que “sua continuidade depende de ajustes –principalmente fiscais– na economia brasileira”. Também chamou a atenção para os problemas climáticos que afetaram a produção mundial de alimentos, em especial o de grãos, e os efeitos sobre os preços domésticos.

Para o BC, a inércia do processo de realinhamento de preços relativos e incertezas sobre a economia mundial também têm afetado o combate à inflação.

Com os sinais dados pelo BC, os juros futuros mais curtos tinham em forte alta nesta manhã, com a curva mostrando chances majoritárias de que o ciclo de redução da Selic deve começar em outubro, praticamente enterrando a probabilidade disso ocorrer em agosto.

“Pelas projeções, o BC mostra que não tem espaço para cortar juros. Com isso, eu acho que reduziu bastante esse espaço para este ano”, disse o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa, que preliminarmente ajustou sua projeção de início de corte para outubro, e não mais em agosto. Também passou a enxergar redução de 1 ponto percentual até o fim do ano, sobre 1,25 ponto antes.

As expectativas para o avanço de preços este ano vêm piorando nas últimas semanas e distanciando-se ainda mais do teto da meta do governo. Pesquisa Focus mais recente mostrou que, pela mediana das perspectivas, a inflação fechará 2016 a 7,29 por cento, caindo para 5,50 por cento em 2017.

CENA EXTERNA

O BC assinalou que a decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia (UE), somada a fatores como eleições nos Estados Unidos, “aumentaram as incertezas em relação ao cenário econômico e financeiro global, com desdobramentos sobre a volatilidade nos mercados financeiros”.

Com a dinâmica da recuperação da economia global ainda frágil, o BC apontou “o aprofundamento do caráter acomodatício das políticas monetárias” de importantes economias, com perspectiva de manutenção de taxas de juros negativas.

“Como você tem ainda para acrescentar um cenário de câmbio mais favorável e a perspectiva de juros negativos lá fora continuar por muito tempo, acho que tem aí um sinal de que é possível em agosto começar a redução dos juros (no Brasil)”, disse o economista-chefe do banco Fator, José Francisco de Lima, mas ressaltando que ainda é “um pouco cedo para cravar”.

O BC melhorou um pouco sua projeção para o Produto Interno bruto (PIB) do Brasil neste ano, passando a ver contração de 3,3 por cento, contra 3,5 por cento antes.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Marcela Ayres)
Foto: Divulgação

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Projeções para inflação e taxa básica de juros em 2016 sobem http://www.abraseunegocio.com.br/2016/06/projecoes-para-inflacao-e-taxa-basica-de-juros-em-2016-sobem/ Mon, 27 Jun 2016 15:35:11 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=13379 SÃO PAULO (Reuters)  –  A expectativa para a alta dos preços neste ano continuou se deteriorando mesmo depois de a prévia da inflação oficial ter mostrado algum alívio em junho, e levou especialistas a elevarem a perspectiva para a taxa básica de juros em 2016.

Economistas de instituições financeiras elevaram pela sexta vez seguida sua projeção para a alta do IPCA em 2016 na pesquisa do Focus do Banco Central, divulgada nesta segunda-feira, desta vez em 0,04 ponto percentual, a 7,29 por cento. A previsão supera o teto da meta do governo, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos percentuais.

O IPCA-15 registrou alta de 0,40 por cento em junho, desacelerando ante 0,86 por cento em maio, porem em 12 meses ainda acumulou alta de 8,98 por cento.

Em relação a 2017 os economistas continuaram vendo a inflação a 5,50 por cento, dentro da meta para 2017, que é de 4,5 por cento com tolerância de 1,5 ponto.

Sob o comando agora de Ilan Goldfajn, o BC tem reforçado o compromisso de levar a inflação para o centro da meta oficial, mas sem especificar quando.

O Focus continua mostrando que os especialistas veem redução na taxa básica de juros este ano, porém agora em menor magnitude, com a força dos preços e expectativas em torno da pressão dos alimentos mantendo o sinal de alerta.

Para a Selic, que atualmente está a 14,25 por cento, a expectativa é que encerre 2016 a 13,25 por cento, contra 13 por cento na semana anterior. Para 2017, entretanto, a projeção caiu a 11 por cento, sobre 11,25 por cento.

O Top 5 –grupo que mais acerta as projeções no Focus– não mudou suas contas, mas vê a taxa básica em níveis acima, de 13,75 por cento em 2016 e de 11,25 por cento no ano que vem.

O levantamento foi fechado na sexta-feira, dia em que saiu o resultado do referendo em que o Reino Unido decidiu deixar a União Europeia, e não reflete as expectativas dos analistas considerando esse acontecimento.

As estimativas para a economia foram mantidas. A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostra projeção de contração do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,44 por cento este ano e expansão de 1 por cento em 2017.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Camila Moreira)
Foto: Divulgação

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