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Fontes:
Texto: Loja Set
(Por Felipe dos Santos Rocha)
Foto: Divulgação

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Loja virtual ou marketplace: que canal de vendas usar na internet? http://www.abraseunegocio.com.br/2020/02/loja-virtual-ou-marketplace-que-canal-de-vendas-usar-na-internet/ Sat, 08 Feb 2020 17:40:01 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=24450 fvbrasil

Loja ou virtual ou marketplace, qual a melhor opção? Neste artigo, você descobre como escolher o melhor canal de vendas para seu negócio na internet!

Tomar a decisão de vender pela internet envolve uma questão fundamental para seu novo negócio: que canal de vendas utilizar? Cada uma das opções envolve determinadas particularidades. Por isso, neste artigo, vamos mergulhar em duas possibilidades que costumam ter bastante popularidade: a loja virtual e o marketplace.

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Vamos apresentar abaixo os prós e contras de cada uma dessas alternativas. Dessa forma, você pode entender melhor qual delas se encaixa melhor no modelo de negócios que você planeja para seu empreendimento. Vamos conhecer um pouco cada canal de vendas?

Loja virtual

Criar uma loja virtual é uma das formas populares de comercializar produtos pela internet. Neste modelo, você cria seu próprio site para realizar as vendas. Ele pode ser criado do zero, com a ajuda de um desenvolvedor, ou a partir de uma plataforma de e-commerce, em que pessoas sem conhecimento técnico podem criar suas lojas virtuais.

Prós

Ao criar sua loja virtual, você será o responsável pelo seu negócio em todos os aspectos. O site será seu, o que significa que você poderá expor os produtos da forma que quiser, utilizar o layout que preferir em seu e-commerce e integrar os meios de pagamento e de envio que preferir.

Além disso, por você ter um ambiente virtual só seu para vender online, você conseguirá um reconhecimento de marca maior. Isso significa que seus clientes associarão seus produtos à sua marca, uma vez que verão seu logo e toda a identidade visual do seu site. Dessa forma, o nome, as cores e as características da sua empresa ficarão mais vivos na memória do consumidor.

Contras

Montar seu e-commerce significa que você estará criando um site completamente novo e, por isso, você precisará construir toda a sua audiência. Dessa forma, o investimento inicial em marketing digital será fundamental e precisará ser bem planejado.

Por essa razão, é possível que você demore um pouco para ver um aumento no seu volume de vendas. Então, além de uma excelente organização para criar as estratégias do seu negócio, você vai precisar ter um pouco de paciência também.

Marketplace

Os marketplaces são grandes sites em que pessoas podem cadastrar produtos para vender pela internet. É bastante provável que você conheça alguns deles, como, por exemplo, o Mercado Livre e a OLX.

Prós

Esse canal de vendas já conta com um grande número de visitas diariamente, pois os sites atraem muitos usuários acostumados a comprar por eles todos os dias. Dessa forma, é como se você estivesse expondo seus produtos na vitrine de um shopping center bastante movimentado.

Por não precisar se preocupar em conquistar suas primeiras visitas, é possível que o volume de vendas no início já seja suficiente para seus primeiros passos. Então, se quiser, você pode esperar um pouco para começar a pensar em fazer anúncios no Google e nas redes sociais.

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Contras

Ao vender apenas por meio dos marketplaces, você precisa ter em mente que seu modelo de negócios de baseará totalmente nas diretrizes de outra empresa. Isso significa que você estará sujeito a todas as políticas daquele canal de vendas, como, por exemplo, as taxas sobre produtos vendidos — que podem chegar a 20% do preço final — e eventuais mudanças nessas regras, que podem pegar o lojista desprevenido.

Além disso, ao vender exclusivamente por meio de marketplaces, você não terá como expor sua marca para o cliente de forma efetiva. Os produtos estarão todos expostos com o mesmo layout nesse canal de vendas, o que torna difícil se diferenciar visualmente.

Lembre-se de quando comprou algo por meio de um marketplace. Você sabe qual foi a loja que te vendeu ou prestou atenção apenas ao site onde realizou a compra? Se seu comportamento é como o da maioria dos clientes, provavelmente você não se lembra de que loja adquiriu seu produto.

Então, que canal de vendas escolher?

Cada canal de vendas possui seus pontos positivos e negativos. Por isso, é importante saber quais aspectos você considera mais importantes para seu modelo de negócios. Entretanto, é importante saber que você não precisa se limitar a apenas uma das opções.

É possível que você realize suas vendas online tanto por sua loja virtual quanto por um marketplace. Dependendo da plataforma de e-commerce que você utilizar, é possível integrar sua conta no marketplace ao seu painel de gestão dos pedidos. Assim, você consegue unir o lado bom de cada canal de vendas de forma organizada!

E aí, está pronto para escolher seus canais de venda na internet?

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Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Por Victoria Salemi)
Foto: Divulgação

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Vender pela internet requer mais atenção. Veja dez dicas para ajudar o empreendedor a montar uma loja virtual bem-sucedida. http://www.abraseunegocio.com.br/2016/04/vender-pela-internet-requer-mais-atencao-veja-dez-dicas-para-ajudar-o-empreendedor-a-montar-uma-loja-virtual-bem-sucedida/ Sun, 10 Apr 2016 12:31:24 +0000 /?p=10231 O  comércio eletrônico é um espaço virtual no qual produtos e serviços são ofertados aos clientes por meio da internet. Trata-se de um canal online em que consumidores podem fazer e acompanhar compras, pedir encomendas, realizar transações financeiras, entre outras coisas, diretamente de qualquer lugar.

Para vender, não importa qual seja o negócio, é preciso satisfazer o cliente. Na internet, a lógica é a mesma. No entanto, devido a particularidades do universo online, é preciso estar atento a fatores-chave de sucesso. Caso contrário, por maior que seja o esforço, as vendas na web podem não decolar.

Veja, a seguir, 10 dicas para o sucesso no mercado digital.

Estar preparado para entrar na internet

Antes de dar o primeiro passo, é preciso entender o que está por trás de um e-commerce: quais investimentos são necessários; quem são os parceiros, fornecedores, clientes e concorrentes; como será a estratégia de marketing.

Para isso, é necessário elaborar um Plano de Negócios, que reduzirá as chances de fracasso e testará a viabilidade do projeto. Tenha em conta também que é possível concorrer em nichos, nos quais o pequeno negócio poderá ser mais eficiente, ou no mercado de massa, em que a competição será basicamente por preço.

Ter um site 100% funcional e de ótima navegabilidade

Tudo que estiver disponível no site deve funcionar da melhor forma possível. O cliente precisa ter facilidades ao entrar na loja (usabilidade). Caso contrário, ele desiste em um clique e dificilmente voltará.

Os problemas mais comuns são: site lento, imagens muito pequenas, grande quantidade de anúncios, pouco contraste entre fundo da página e cor da letra inadequada.

Ser verdadeiro e legal

Deve-se evitar prometer o que não se pode cumprir. Também é bom não deixar o cliente confuso, por exemplo, sobre cobrança de frete ou prazo de entrega.

Isso dará confiabilidade ao site e poderá ser fator decisivo de compra. Já em termos legais, o empreendimentos deve alinhar-se às regras obrigatórias para funcionamento de lojas virtuais (nome, CNPJ, atendimento ao cliente etc.).

Ter obsessão pela logística

Não existe contato físico na compra pela web, e isso gera uma grande expectativa no cliente para receber a mercadoria. O tempo de espera deve ser igual ou menor que o prazo acordado no site. E a mercadoria tem que chegar impecavelmente embalada. Sempre!

Oferecer multicanais ao cliente

É necessário estar presente nas redes sociais, ter um chat ou um e-mail específico para o atendimento ao cliente, colocar o número de telefone bem visível no site. Se o empreendimento não tiver um site ou o empreendedor ainda não sabe como criá-lo, é bom avaliar possibilidades de inserção em Market Places, isto é, em locais virtuais para negociações de comércio eletrônico.

Avaliar a possibilidade de criar um blog, sobretudo se estiver em um mercado de nicho em que conteúdos sejam influenciadores de compra, é uma boa ação. Além de reunir o público-alvo, o blog serve para divulgar ofertas da loja virtual, o que favorece aos mecanismos de busca atribuir relevância à loja.

É muito importante facilitar ao máximo o acesso do cliente ao negócio, pois o comprador pode sentir a necessidade de contatar a loja antes, durante e depois da compra. E todos os canais precisam efetivamente funcionar. Se algum não funciona, é melhor não ter.

Montar uma equipe preparada e bem treinada

Para cuidar do conteúdo, do design, de questões relacionadas à tecnologia da informação e ao marketing. Todos esses profissionais devem conversar, interagir, se integrar, para que se alcance êxito no trabalho que cada um executa.

Anunciar

Uma boa maneira é começar fazendo testes com pequenos investimentos e medindo os resultados (verificar se houve aumento de cliques, de visitas e de vendas).

Há muitas maneiras de fazer anúncios na internet: por links patrocinados (destaques do empreendimento em mecanismos de busca como Google e Yahoo) ou pelas mídias sociais (canais nos quais se pode ter uma segmentação de público-alvo mais refinada – também se paga por clique).

Em todos esses formatos de anúncio, o mais comum é pagar por clique.

Investir em SEO (Search Engine Optimization)

A tradução do termo, Otimização para Mecanismos de Buscas, já diz muito. O trabalho de SEO é otimizar um site e direcionar os motores de busca para dar destaque ao conteúdo.

Hoje, os sites de busca são a principal fonte de procura de informações pelos que navegam na web. Portanto, ter um site bem posicionado nesses buscadores é fundamental para ser visto.

O trabalho de SEO é lento e deve ser ininterrupto e detalhado para gerar resultados relevantes. Quando bem-feito, gera maior visibilidade para o negócio e diminui a necessidade de investimentos em anúncios.

Ter um site seguro

Há diversas empresas que oferecem serviço de proteção ao site, análise de vulnerabilidades e bloqueio de ataques para garantir operações seguras. É preciso avaliar a solução ideal para o porte do negócio, mas não se pode deixar de garantir segurança ao cliente no momento da compra, pois este é um dos fatores mais determinantes de compra no mercado digital.

Investir na gestão do negócio

Depois que o cliente clica no botão comprar, no site de uma loja virtual, se inicia uma complexa e delicada operação, invisível aos olhos dos clientes e que inclui logística, gerenciamento de pedidos, estoque, relatórios, faturamento, entre outros.

Back Office (“a parte de trás do balcão”) representa a estrutura física completa nos bastidores do website de uma loja virtual e é fundamental gerenciá-lo para garantir que o produto adquirido pelo cliente seja entregue de acordo com as especificações e o prazo combinado.

 

 

Fontes:
Texto: SEBRAE
(Da Redação)
Foto: Internet

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Quanto custa montar uma loja? Em meio à crise, é muito importante planejar-se. Descubra quanto vai gastar em uma loja física e na virtual http://www.abraseunegocio.com.br/2016/03/quanto-custa-montar-uma-loja-em-meio-a-crise-e-muito-importante-planejar-se-descubra-quanto-vai-gastar-em-uma-loja-fisica-e-na-virtual/ Thu, 10 Mar 2016 16:32:24 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=9199 Com a crise, não está fácil ser um empreendedor. E mais difícil ainda vai ser abrir o próprio negócio com o cenário brasileiro da maneira que está. Então, trazemos um infográfico com um balanço dos gastos a serem considerados para abrir uma loja. Tanto física, quanto online. Afinal, a loja virtual conquista cada vez mais espaço, porque é uma solução prática, econômica e que dá a chance de driblar a crise.

Site: pt.shopify.com

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Fontes:
Texto: www.seomarketing.com.br
(Por Lavínia Sousa)
Foto: Divulgação

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5 dicas para criar um negócio online em 2016 http://www.abraseunegocio.com.br/2015/12/5-dicas-para-criar-um-negocio-online-em-2016/ Sat, 12 Dec 2015 14:07:27 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=7357 Alto índice de lojas virtuais inativas no Brasil revela a importância do planejamento para o sucesso do e-commerce.

Para quem está planejando empreender em 2016, poucas áreas são tão promissoras quanto o e-commerce. Apesar da desaceleração da economia, o comércio eletrônico não para de crescer no Brasil. Em 2015, as vendas devem ultrapassar os 40 bilhões de reais, um avanço de 15% em relação a 2014.

O cenário é encorajador para os empreendedores, mas também exige certos cuidados. Dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) mostram que, das cerca de 45 000 lojas virtuais abertas hoje no país, 70% registram menos de dez vendas por mês e, por isso, são consideradas inativas.

Segundo Maurício Salvador, presidente da ABComm e fundador da ComSchool, escola especializada em cursos de e-commerce, muito disso se deve à falta de uma análise criteriosa. “Começar uma loja online é relativamente fácil e barato e por isso muita gente se aventura sem ter certeza de que se trata de um bom mercado”, diz Salvador. “No longo prazo, isso tende a consumir muito investimento e dar um baixo retorno financeiro.”

Ouvimos especialistas para elencar 5 cuidados que todo empreendedor precisa ter antes de abrir uma loja online. Veja o que eles recomendam.

1_ Aposte em um nicho

Para quem está começando, não é bom negócio competir diretamente com grandes varejistas, que vendem de tudo. A recomendação é de Daniel Cardoso, sócio-diretor da Universidade Buscapé Company, que oferece cursos de formação de profissionais de e-commerce. “O ideal é ocupar um mercado bem específico para fugir da guerra de preços”, diz Cardoso.

Mas como fazer isso? Ter um sócio especializado no mercado em que você pretende atuar pode ser de grande ajuda. Com a experiência de alguém do ramo, será mais fácil entender o comportamento de consumo do público-alvo e criar um portfólio de produtos com margens equilibradas. “Para uma loja virtual, é muito importante oferecer produtos que rendam vendas recorrentes e itens de maior rentabilidade”, diz Cardoso.

2_ Tenha uma boa reserva financeira

Segundo Maurício Salvador, da ABComm, uma loja virtual bem planejada demora entre 12 e 18 meses para se tornar um negócio autossuficiente, e de 18 a 24 meses para se tornar lucrativa. Por isso, o empreendedor precisa contar com uma boa reserva financeira para enfrentar os primeiros meses.

Montar um bom plano de negócios, com estimativas de receitas e despesas, é essencial para não ter surpresas desagradáveis. Nessa fase, é preciso ficar atento a custos que, aparentemente, são inofensivos. “Loja virtual não paga aluguel de ponto comercial, mas tem custo de plataforma e de marketing digital”, diz Salvador. “Há, ainda, os custos com designer, fotógrafo, programador e editor de vídeos, para que a apresentação dos produtos chame a atenção.”

3_ Prepare-se para investir pesado na atração de clientes

Segundo especialistas em marketing digital, 50% do orçamento de um e-commerce precisa ser reservado para aquisição de tráfego. Isso inclui investimentos em links patrocinados, campanhas de e-mail marketing e produção de conteúdo para redes sociais e para o próprio site. “Essa é a principal fatia do orçamento justamente porque, no começo, a loja precisa se tornar conhecida para criar uma base de clientes fiéis”, diz Fernando Tassinari, diretor-geral da Criteo no Brasil, agência especializada em marketing digital.

Segundo Tassinari, a outra metade do orçamento se dividirá entre gastos gerenciais, cerca de 30%, e em plataforma, 20%.

De acordo com Maurício Salvador, para garantir que os acessos à loja virtual cresçam consistentemente é essencial investir desde o início em produção de conteúdo e otimização do site para mecanismos de buscas. O ideal é encontrar um equilíbrio. Textos descritivos, vídeos explicativos e conteúdo de interesse em redes sociais ajudam a incrementar os acessos usando sites como o Google. “Combinada com o investimento em publicidade digital, essa estratégia ajuda a escalar a base de clientes”, diz Salvador.

4_ Cuidado com o frete grátis

Uma das características mais fortes do e-commerce é a possibilidade de vender para clientes em qualquer lugar do país e até no exterior. Na ponta do lápis, isso significa custos com frete, que não podem ser subestimados.

De acordo com Salvador, os gastos com frete representam de 6% a 12% do valor de cada pedido. Deixar de cobrá-lo pode comprometer a rentabilidade do negócio no longo prazo.

“Uma maneira de driblar essa dificuldade é priorizar a divulgação da loja em regiões para onde o envio dos produtos seja mais barato”, diz Salvador. “Dessa forma, o empreendedor pode fazer campanhas de frete grátis apenas em momentos em que é importante oferecer alguma vantagem para ganhar mercado.”

5_ Fique de olho nas métricas

O comportamento dos consumidores online é uma infinita fonte de dados para donos de lojas virtuais. Na internet, é possível medir praticamente tudo, mas justamente por isso é preciso ter foco para acompanhar os dados mais relevantes para o sucesso do e-commerce.

Os indicadores mais importantes para acompanhar, segundo Cardoso, são o retorno sobre o investimento em divulgação (vendas sobre o valor investido em aquisição de tráfego), as conversões (número de visitas dividido pelo número de pedidos confirmados) e o tíquete médio (média de gasto a cada transação efetivada). “Esses indicadores são uma espécie de termômetro para identificar como está a saúde do negócio. Eles devem ser checados, no mínimo, mensalmente”, diz o especialista.

Quando algum deles não vai bem, é preciso fazer uma análise mais aprofundada. Um retorno negativo pode ser sinal de que uma campanha de marketing digital foi direcionada para um público com menos afinidade com o seu produto, por exemplo.

Por outro lado, uma queda repentina do tíquete médio pode indicar que um produto com maior valor agregado esteja em falta na sua loja. “Se o lojista estiver atento aos números, vai conseguir identificar pontos a corrigir e também descobrir oportunidades para ganhar mais.”

Fontes:
Texto: EXAME.com
(Da Redação)
Foto: Shutterstock

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5 áreas quentes para abrir uma loja online http://www.abraseunegocio.com.br/2015/12/5-areas-quentes-para-abrir-uma-loja-online/ Mon, 07 Dec 2015 18:59:33 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=7264 Comportamento de consumo no e-commerce: quase 60% dos pedidos se concentraram em cinco grandes categorias.

A reta final de novembro foi de euforia para o e-commerce brasileiro. Nos últimos cinco dias do mês, período da megapromoção Black Friday, o faturamento do comércio eletrônico foi superior a 3 bilhões de reais, 44% mais que em 2014. Os dados são da E-bit, empresa que compila dados do e-commerce no país.

Na sexta-feira, dia 27, principal data da ação de marketing, as vendas chegaram a 1,6 bilhão de reais, 38% acima do ano anterior. Só nesse dia, foram mais de 2,7 milhões de pedidos. Quer saber os itens mais vendidos? Eletrodomésticos (17,2%); telefonia e celulares (16,6%); eletrônicos (9,2%); moda e acessórios (9,1%); e artigos de informática (9%).

De acordo com Pedro Guasti, cofundador da E-bit, a predominância de itens mais caros no topo da lista tem uma explicação. “A Black Friday já se tornou tradicional, e o consumidor tende a esperar por esse período para comprar artigos de alto valor”, afirma Guasti.

Para empreendedores com a intenção de abrir uma loja online, porém, o ideal é estudar as categorias mais vendidas em um período maior. “A promoção dá uma ideia dos produtos com grande demanda, mas o e-commerce brasileiro é um mercado muito mais vasto”, diz Guasti.

Veja, a seguir, quais foram as cinco categorias com maior volume de vendas no primeiro semestre de 2015, segundo a E-bit. Elas respondem por quase 60% do total de 49,4 milhões de pedidos realizados no período – e representam boas oportunidades para quem quer fazer sucesso no e-commerce.

1_ Moda e acessórios

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Artigos de moda e acessórios foram os campeões de vendas nos primeiros seis meses deste ano, respondendo por 15% do total de pedidos. Em mercados mais maduros, como os Estados Unidos, roupas tradicionalmente movimentam um grande volume de vendas. No Brasil, a categoria ganhou a dianteira em 2013.

Uma explicação para isso foi a entrada no e-commerce de grandes varejistas tradicionais, como Renner, Marisa, Hering e C&A. “O fato de essas marcas já serem reconhecidas pelos consumidores fortaleceu as vendas online na categoria”, diz Pedro Guasti.

As oportunidades mais quentes são ligadas à moda feminina. Segundo dados do Google, hoje 58% dos consumidores de moda no Brasil são mulheres. A maioria (63%) tem entre 25 e 44 anos, e 36% compram a cada dois meses.

Mais recentemente, novas tendências têm se destacado no e-commerce de moda. É o caso das lojas online que alugam vestidos e bolsas de grife por tempo determinado ou das que mandam uma certa quantidade de roupas para o consumidor provar em casa e devolver só o que não for comprar.

Os sapatos femininos são os campeões de vendas da categoria. Na sequência, aparecem tênis, vestidos e sandálias femininas.

2_ Eletrodomésticos

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De 2010 a 2012, eletrodomésticos estiveram no topo da lista das categorias com maior volume de vendas. Desde 2013, ocupam a segunda posição. No primeiro semestre, eles representaram 13% dos pedidos.

Segundo Rafael Jakubowski, diretor da Sanders, agência especializada em estratégia digital, essa importância se deve a uma característica do comprador online brasileiro. “O consumidor típico tem mais de 40 anos e é acostumado a fazer pesquisa de preços online mesmo quando pretende comprar numa loja física”, diz ele. “Como as condições de preço e parcelamento das lojas virtuais são bem agressivas, muitos acabam optando pela compra online.”

A categoria inclui geladeiras, fogões, máquinas de lavar, ventiladores, aquecedores, liquidificadores, entre outros itens.

Por serem mais caros, os eletrodomésticos lideram o ranking de faturamento, responsável por um quarto do volume financeiro apurado no primeiro semestre do ano.

3_ Telefonia e celulares

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A categoria telefonia e celulares foi a que mais cresceu em participação no número de pedidos nos primeiros seis meses de 2015. Responsáveis por 11% do total de transações, esses produtos registraram 54% mais pedidos em relação ao mesmo período de 2014.

O crescimento chama a atenção especialmente porque, de acordo com dados da consultoria IDC Brasil, a venda de celulares em geral registrou queda de 23% nos primeiros nove meses de 2015, na comparação com 2014.

De acordo com Guasti, a explicação para isso é a mesma que move a venda de eletrodomésticos – o preço. Segundo ele, estimativas internacionais apontam que o e-commerce oferece produtos até 10% mais baratos que nas lojas do varejo tradicional.

Atualmente, a E-bit conduz uma pesquisa em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para aferir essa relação no Brasil. “Nossa hipótese é que a diferença seja equivalente ou até maior que 10%”, diz Guasti.

No ranking do faturamento, telefonia e celulares são a segunda maior categoria, com 18% do total.

4_ Cosméticos, perfumaria, cuidados pessoais e saúde

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Itens de higiene, beleza e saúde formam a quarta categoria mais representativa em número de pedidos no Brasil, com 11% do total no primeiro semestre.

Embora tenha caído duas posições em relação a 2014, esse grupo ainda apresenta muitas oportunidades para quem quer abrir uma loja virtual.

Um exemplo é o mercado de beleza para homens. Segundo a consultoria inglesa Mintel, 33% dos homens brasileiros dizem que comprariam produtos específicos para eles.

Outro mercado promissor é o de produtos feitos com matéria-prima orgânica, um tipo de cosmético mais difícil de ser encontrado em supermercados e farmácias e que tem consumidores fiéis, como pessoas com algum tipo de alergia.

Para Daniel Cardoso, diretor da Universidade Buscapé, que desenvolve cursos para profissionais do e-commerce, explorar nichos de mercado é uma boa estratégia para quem está começando. “Mercados específicos podem ser pequenos demais para grandes lojas online, mas são ideais para iniciar uma operação sem um grande capital de giro”, diz Cardoso.

5_ Livros e assinaturas de revistas

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Em 2010, pela primeira vez desde que a E-bit passou a mapear o e-commerce brasileiro, há dez anos, a categoria de livros e revistas foi ultrapassada pela de eletrodomésticos. No primeiro semestre, 8% dos pedidos foram livros e assinaturas.

De acordo com Guasti, por serem itens de fácil entendimento, livros, revistas, CDs e DVDs caíram no gosto do consumidor que costuma comprar online. “Muitos lojistas fortes no canal offline utilizam o e-commerce como uma maneira de melhorar a gestão do estoque, uma vez que promoções são facilmente divulgadas na internet”, diz Pedro Guasti.

Fontes:
Texto: EXAME.com
(Da Redação)
Foto: iStockphoto

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9 mercados para investir no e-commerce em 2016 http://www.abraseunegocio.com.br/2015/11/9-mercados-para-investir-no-e-commerce-em-2016/ Sat, 21 Nov 2015 12:59:09 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=6952 Pesquisa encomendada pelo PayPal analisou o perfil do consumidor brasileiro no comércio eletrônico.

O PayPal, em parceria com a Ipsos, divulgou nesta terça-feira (17/11) uma pesquisa sobre o perfil do consumidor online. O estudo mostrou que o brasileiro confia mais no e-commerce nacional do que no estrangeiro.

O estudo apontou ainda que, no último ano, 51% dos consumidores adquiriram produtos somente de sites do Brasil, enquanto 45% fizeram transações tanto no país como no exterior. Apenas 4% compram somente nos sites estrangeiros.

Segundo Renato Pelissaro, diretor de Marketing do PayPal para a América Latina, este é um sinal que o e-commerce respondeu bem ao cenário econômico brasileiro, mostrando que o setor segue “bastante preservado”.

Além disso, o executivo também afirma que essa pode ser uma oportunidade para os empreendedores da área. “É muito importante que os varejistas desenvolvam estratégias para aproveitar o mercado do e-commerce neste momento”, diz Pelissaro

Produtos

Segundo as projeções do PayPal, o Brasil deve fechar 2015 com um faturamento de R$ 121 bilhões em transações online – número que deve alcançar os R$ 180 bilhões em 2017.

Analisando o perfil do consumidor brasileiro, a pesquisa mostrou que a categoria de produtos com mais vendas no último ano foi a de roupas, calçados e acessórios, consumida por 61% dos compradores online. Atrás dela estão as seguintes categorias: equipamentos eletrônicos e itens de entretenimento, com 57% e 52%, respectivamente.

Mas isso deve mudar em 2016: a companhia prevê o crescimento de outros segmentos, como os de saúde e beleza e de gêneros alimentícios, que devem aumentar seu percentual de compra online aproximadamente 31%.

O PayPal apontou ainda que alguns setores, em 2016, serão bem atraentes para quem trabalha no ramo do comércio eletrônico ou para quem deseja empreender na área. São elas:

1. Saúde e beleza (31%)

2. Gêneros alimentícios (31%)

3. Artigos domésticos (27%)

4. Lazer (27%)

5. Produtos infantis (27%)

6. Roupas, calçados e acessórios (22%)

7. Viagem e turismo (21%)

8. Entretenimento (19%)

9. Eletrônicos (17%)

Fontes:
Texto: revistapegn.globo.com
(Por Fabiano Cândido e Rennan A. Julio)
Foto: Internet

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4 dicas para criar um blog para seu e-commerce http://www.abraseunegocio.com.br/2015/11/4-dicas-para-criar-um-blog-para-seu-e-commerce/ Sat, 21 Nov 2015 12:38:46 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=6948 Confira, neste artigo, como montar um blog para seu e-commerce.

Com o avanço das inovações em mídias sociais, o blog tornou-se uma ferramenta de segundo plano, embora seu potencial permaneça inabalável. Confira, neste artigo, como montar um blog para seu e-commerce:

1. Invista na comunicação de mão-dupla. A internet deu voz ao consumidor, e este benefício deve ser bem aproveitado por empreendimentos virtuais, tornando seu cliente participante do negócio. Ao compartilhar informações relevantes ao público no blog de sua loja virtual, e permitir comentários e outros tipos de interações, é possível criar um relacionamento duradouro.

2. Crie autoridade sobre o seu segmento. A partir do momento em que foge-se da natural cópia de informações dos fabricantes, e cria-se o próprio conteúdo do blog com um novo ponto de vista, focado na experiência e na realidade do consumidor, conquista-se autoridade no segmento e ganha-se a confiança do cliente virtual.

3. Permita-se ser encontrado. Apostar em um blog significa melhores possibilidades de ser encontrado na web. O conteúdo bem focado ao público, com as palavras-chave corretas, garante melhores posicionamentos nos resultados de pesquisa em sites buscadores; facilitando a encontrabilidade do seu blog e, consequentemente, da sua loja virtual.

4. Obtenha leads qualificados. Um blog no e-commerce permite ao negócio obter leads qualificados para suas campanhas de e-mail marketing. Ou seja, um público interessado em suas publicações, também tem grande interesse em suas ações promocionais de vendas, fortalecendo o marketing do seu e-commerce.

O blog funciona como um ótimo recurso de relacionamento e divulgação do seu negócio, por isso, em união com as mídias sociais é uma ótima aposta para o desenvolvimento da sua loja virtual. Sucesso!

Fontes:
Texto: administradores.com
(Por Felipe Martins)
Foto: Internet

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6 dicas para sua franquia montar uma loja virtual http://www.abraseunegocio.com.br/2015/10/6-dicas-para-sua-franquia-montar-uma-loja-virtual/ Tue, 06 Oct 2015 14:24:17 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=5854 Cuidados e estratégias entre franqueados e franqueadores devem ser adotados para criação do comércio eletrônico; veja dicas de especialistas do que fazer.

O setor de franquias no Brasil não para de crescer e atrai cada vez mais adeptos. A Associação Brasileira de Franchising (ABF) apurou crescimento nominal de 11,2% no primeiro semestre de 2015. Na primeira metade deste ano foram movimentados R$ 63,885 bilhões ante R$ 57,464 bilhões registrados nos seis primeiros meses de 2014.

E para chamar cada vez mais os consumidores, as franquias buscam romper as fronteiras do mundo físico e expandir seus produtos também para o ambiente virtual. Alguns cuidados, porém, devem ser tomados para que a sua franquia obtenha sucesso no comércio eletrônico. Listamos abaixo seis dicas que especialistas dão a franqueados e franqueadores ao montar uma loja virtual. Confira:

Evite o conflito de canais

Os franqueados veem no e-commerce um concorrente que tira vendas das lojas físicas, avalia Mauricio Salvador, presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). “Há sim uma parte de consumidores que deixam de comprar na loja física pra comprar no e-commerce, mas há uma parte muito maior que não compraria se não fosse por Internet”, afirma. Salvador diz que ao oferecer um canal de vendas pela Internet, a franquia aumenta o alcance da marca. “Suas vendas atingem consumidores que você jamais conseguiria somente com lojas físicas.”

Busque harmonia entre franqueado e franqueador

Para o franqueador que pretende investir no e-commerce como estratégia para alavancar o faturamento, é essencial criar um modelo de negócios que harmonize os interesses do franqueador e do franqueado, aconselha Luan Gabellini, sócio-fundador da Betalabs, empresa especializada em gestão de comércio eletrônico. “Em um cenário, a administração do e-commerce pode ser realizada pela franqueadora e os franqueados participam de acordo com a região onde atuam”, diz Gabellini. “Em algumas situações específicas, os franqueados podem não participar do processo e nesse caso é importante que o franqueador busque evitar políticas de promoções e preços que concorram de forma desleal com as lojas físicas”, completa.

Defina a estratégia dos franqueados

Ao abrir o e-commerce, a franquia deve se preocupar com todos os aspectos do negócio e definir claramente qual é a sua estratégia com relação aos seus franqueados, ressalta Leandro Marques, sócio-fundador da Tray, empresa especializada em criação de lojas virtuais. “É preciso definir se a franqueadora vai considerar o e-commerce como uma operação da master, se vai considerar como mais uma unidade de negócios ou se vai criar uma loja virtual para cada um dos seus franqueados”, avalia Marques. O especialista considera ainda que os aspectos geofísicos – onde se encontra a franquia e onde se encontram os clientes – é de vital importância. “O fornecedor escolhido deve ter competência para atender à especificação da franquia”, ressalta.

Aumente a satisfação dos franqueados

Buscar estratégias que atraiam os consumidores que visitam a loja online da franquia para o ambiente físico também deve ser pensado, avalia Mauricio Salvador, da ABComm. “Há várias estratégias que podem ser seguidas para levar consumidores da Internet para as lojas físicas, aumentando a satisfação dos franqueados”, diz. “Outro ponto importante é buscar um modelo de comissionamento para os franqueados pelas vendas geradas pela Internet. Os franqueadores são contra isso, mas se não houver comissão, os franqueados não entram no jogo”, ressalta o especialista.

Conheça a mudança de hábito dos consumidores

O planejamento e a busca por informações ao abrir um e-commerce são fundamentais para alguém que possua uma franquia e que tenha a intenção de explorar as oportunidades que o mundo digital oferece, avalia Guilherme Pizzini, diretor comercial da Mundipagg, empresa especializada em pagamentos online. “Ainda vivemos uma fase de mudança de hábito dos consumidores em relação à maneira como eles consomem ou compram produtos de uma maneira geral”, afirma Pizzini. “Por se tratar de algo diferente, é importante que os empreendedores procurem conhecer detalhes desse ambiente. Esse conhecimento pode ser adquirido por meio da participação de eventos especializados na área ou de literatura especializada”, complementa o executivo.

Escolha as ferramentas corretas

Ao iniciar no e-commerce, a franquia deve procurar uma plataforma que atenda os requisitos da região de atuação e de entrega onde pode atuar, afirma Leandro Marques, da Tray. “Comece pequeno, com uma plataforma escalável para que você não tenha custos que inviabilizem o projeto”, avalia. Além disso, é necessário escolher a ferramenta adequada para viabilizar as transações de venda via internet, de acordo com Guilherme Pizzini, da MundiPagg. “Em média apenas 70% das transações feitas pela internet são aprovadas, o que impacta diretamente na performance das empresas. Para corrigir essa ineficiência, a sugestão é contratar um gateway adequado de pagamento.”

Fontes:
Texto: administradores.com
(Da Redação) Matéria Original:
http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/6-dicas-para-sua-franquia-montar-uma-loja-virtual/105964/
Foto: iStock

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As top 5 dúvidas (respondidas) para quem quer abrir uma loja virtual http://www.abraseunegocio.com.br/2015/09/as-top-5-duvidas-respondidas-para-quem-quer-abrir-uma-loja-virtual/ Thu, 01 Oct 2015 01:51:53 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=5754 Confira algumas dicas que devem sanar suas principais peguntas sobre sua loja virtual.

Pensando em abrir uma loja virtual e não sabe por onde começar? Realmente, empreender gera muitas dúvidas, em especial quando não temos afinidade com determinadas ferramentas e conceitos.

Mas fique tranquilo, neste post vamos te contar tudo o que você precisa saber para abrir sua loja virtual e começar sua venda online. Garantimos que não é nada difícil e que você vai ter muito sucesso no mundo do e-commerce. Confira as principais dúvidas e comece já!

1. O que eu preciso saber e ter para abrir uma loja virtual?

Abrir uma loja virtual é um pouco diferente de abrir uma loja física. Apesar de você não precisar se preocupar com o ponto de venda, existem outros requisitos que são extremamente importantes, como é o caso da logística e distribuição. Mas como esse processo está mais para o final, vamos fazer um checklist do que você precisa saber e ter para abrir o seu e-commerce:

• Conhecimento de mercado: quem são seus concorrentes, qual a fatia de mercado de cada um deles, como agem, pensam e se destacam no mercado;

• Quem é o seu público: para quem você vende, como essas pessoas tomam a decisão de compra, o que as motiva e o que as leva a comprar de você ou de outra loja virtual;

• Uma boa plataforma de e-commerce: um site seguro e com design responsivo, que tenha todas as funcionalidades necessárias para gerir seus produtos, vendas e estoque;

• Um CRM para gerir os clientes: pode fazer parte da plataforma de e-commerce ou ser uma ferramenta à parte, mas deve ter integração com a sua loja virtual para automatizar processos e a comunicação com eles;

• Um bom sistema de logística e distribuição: gestão de estoque bem estruturada, parceiros que realizem as entregas e fornecedores de qualidade;

• Política de preços condizente com o mercado: produtos nem muito baratos nem muito caros, mas de acordo com o que seus clientes pagariam para tê-los, gerando uma boa margem de lucro para você.

2. Qual é o passo a passo para abrir uma loja virtual?

Depois que você já tiver estudado o seu mercado, feito uma boa pesquisa sobre o seu público-alvo e localizado os fornecedores ideais para a sua loja virtual, é hora de começar a montar o seu negócio:

1. Adquira seu domínio (nome da loja) e escolha uma plataforma de hospedagem de sites;

2. Escolha a plataforma de e-commerce que atenda às suas necessidades;

3. Escolha os gateways de pagamento (cartões de crédito, Paypal, PagSeguro, etc);

4. Defina o layout da sua loja virtual;

5. Construa seu portfólio de produtos e abasteça seu estoque;

6. Planeje a logística e distribuição de produtos;

7. Contrate uma equipe comprometida para dar suporte aos seus clientes;

8. Invista na divulgação da sua loja virtual com marketing digital.

3. Quais são as vantagens e desvantagens de terceirizar este serviço?

Planejar a sua loja virtual antes de sair atirando para todos os lados é a melhor forma de garantir que ela será um sucesso de venda online. Por parecer trabalhoso, muitos empreendedores terceirizam toda a fase de planejamento e implantação da loja virtual e acabam vendo um e-commerce funcional, mas muito longe do que esperavam.

Isso porque cada pessoa pensa de uma maneira diferente e, se você não participar do processo de desenvolvimento da sua loja virtual, o designer ou a empresa fornecedora da solução vão fazer o que acreditam ser melhor. Sendo assim, se você preferir terceirizar o trabalho todo, não deixe de acompanhar o desenvolvimento do seu e-commerce, opinando, dando sugestões e tendo a certeza de que a ferramenta que está sendo desenvolvida tem a cara da sua empresa.

Se não tiver muitos recursos de início, uma opção também é usar serviços e templates pré-definidos para e-commerces – fáceis de manusear e uma boa forma de testar seu negócio online antes de investir em um visual super arrojado. Em contrapartida, se preferir criar o seu e-commerce de forma personalizada e sozinho, busque informações, estude, peça opiniões de outras pessoas e faça o devido benchmarking. Lembre-se de que você precisa se destacar, não ser apenas mais um.

4. Quais são as ferramentas que podem auxiliar na criação de uma loja virtual?

A escolha da plataforma de e-commerce é a maior decisão que você vai ter que tomar para criar a sua loja virtual, pois é ela quem estará entre você e seus clientes. Para atender à demanda crescente, você precisa de uma plataforma com capacidade escalável, que seja integrada a um bom sistema de ERP para gestão logística e de CRM para a gestão de clientes, para que nada fuja do seu controle.

Uma boa opção para quem está em busca de uma ferramenta completa é a Loja Integrada, uma plataforma que facilita a criação do seu e-commerce e ainda conta com recursos que colocam você em pé de igualdade com a concorrência, como domínio próprio, ferramentas de pagamento, selos de segurança, otimização para o Google, loja no Facebook e versão mobile.

5. Abrir uma loja virtual ou vender em marketplace? O que é melhor?

Se você tem a estrutura necessária para ter sua própria loja virtual, é interessante que você desenvolva sua marca, capte seus próprios clientes e cresça com as próprias pernas. Mas se você não tem estrutura para suportar toda a operação de um e-commerce, talvez o marketplace seja uma boa alternativa. Tendo uma plataforma externa para expor seus produtos – que pode ser a Amazon ou o Mercado Livre, por exemplo – você atua apenas fornecendo e entregando os produtos.

Mas fique atento: no marketplace, a qualidade se mantém. Qualquer deslize de reputação da sua marca e ela pode ser retirada da cadeia de fornecimento a qualquer momento, se houver reclamação por parte dos clientes.

O trabalho de marketing também continua sendo necessário: por mais que você possa ter um alcance orgânico mais significativo dentro do marketplace, a concorrência ainda é pesada. Sua página deve ser bem apresentada e as descrições de seus produtos, fiéis e atraentes.

Ainda restaram dúvidas sobre como montar sua loja virtual? Baixe gratuitamente o eBook “Como montar seu e-commerce”, que contém um passo-a-passo detalhado e outras ferramentas para suas vendas online dispararem!

Fontes:
Texto: endeavor.org.br
(Da Redação) Matéria Original:
https://endeavor.org.br/loja-virtual/
Foto: Divulgação

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