Nova solução da Louyt engaja e fideliza novos usuários a baixo custo.
Cerca de 73% dos consumidores preferem entrar em contato com uma empresa por meio de um chat inteligente, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Ao perceber essa tendência no mercado, a franquia europeia Louyt (www.louyt.com), presente no Brasil há pouco mais de dois anos, passa a oferecer o serviço de chatbots para ser revendido pelos seus franqueados a partir de abril. O novo recurso visa ampliar o engajamento e fidelização de clientes com investimento mínimo, aumentando as vendas via smartphones, em especial para pequenas empresas.
Os assistentes virtuais contam com um banco de respostas ilimitado para as perguntas mais comuns dos clientes, funcionam 24 horas e simulam o “jeito humano” nas conversas, a fim de fortalecer a confiança do usuário. Além disso, eles são integrados a um navegador ou aplicativo de mensagem. “Os maiores apps do mercado são os browsers de navegação e os de mensagem. Por isso, estabelecer um canal de comunicação por esses meios significa atingir um público maior”, afirma Alessandro Ribas, CEO da Louyt.
Além de estimular o user engagement e ser mobile-friendly, os chatbots incentivam as vendas, passando mais rapidamente informações relevantes aos clientes com real intenção de compra, explica Ribas. “Leads mais qualificados são transmitidos ao departamento comercial, tornando o processo todo mais produtivo”, completa. A ferramenta ajuda ainda a reduzir custos com equipe, já que há menor necessidade de profissionais on-line todo o tempo, favorecendo os pequenos negócios.
O serviço de chatbots da Louyt é personalizável à identidade visual da empresa e traz respostas variáveis de acordo com o segmento em que atua, além de ter reconhecimento de vozes masculinas e femininas. “A inteligência artificial é o futuro da comunicação – as maiores empresas do segmento no mundo estão investindo nesse tipo de tecnologia. Queremos acompanhar essa tendência”, conclui o CEO.
Sobre a Louyt
Empresa integrante da holding Sharing Global Business, fundada em 2013, com 17 anos de experiência na criação de campanhas de mobile marketing, telecomunicações e desenvolvimento de sistemas. A Louyt trabalha com campanhas integradas de mobile marketing através de produtos como landing pages e chatbots. Com sócios brasileiros e europeus, e de olho no potencial do mercado de smartphones no Brasil, a empresa já possui 55 unidades no país. www.louyt.com.

Fontes:
Texto: Press Works
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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Ainda que o setor de franquias tenha crescido 8,1% no segundo trimestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo dados mais recentes da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o momento desfavorável da economia brasileira ainda assusta quem está prestes a empreender no segmento. Mas não é para tanto, segundo Alessandro Ribas, CEO da Louyt (www.louyt.com), empresa espanhola de mobile marketing presente em mais de 20 países.
“Pelo contrário, a crise é até favorável ao desenvolvimento de algumas áreas. O que é preciso é saber se planejar”, conta Ribas. Para ele, o aspirante a franqueado deve tomar quatro cuidados na hora de empreender hoje no Brasil:
1.Pense grande, mas invista pouco
Há franquias com faixas de investimento variados para objetivos e orçamentos variados. Ainda assim, num momento economicamente complicado, é uma boa ideia optar por uma empresa com capital inicial reduzido e capaz de ser recuperado de forma rápida – no pior dos casos, o prejuízo não é tão grande. Uma atenção especial deve ser dada aos custos fixos, como aluguel de escritório, folha de pagamento e necessidade de estoque. “São estes que podem ‘arruinar’ o empresário”, diz o CEO da Louyt.
2.Entenda o potencial do produto
Na crise, nada melhor do que vender algo a combata. Se o produto oferecido traz uma solução para o momento difícil, então automaticamente isto passa a ser uma vantagem para o franqueado. “É o caso da Louyt”, explica Ribas. “O mobile marketing é uma alternativa barata para as empresas alavancarem seus negócios. Logo, ao comercializar esse serviço na crise, a perspectiva é de uma demanda alta”.
3.Estude a clientela
Tão importante quanto avaliar a capacidade financeira, é descobrir se há público-alvo para o produto que a marca escolhida oferece. Aqui, é importante optar por uma rede que seja capaz de atender a uma gama variada de consumidores. “Se é algo muito específico, a empresa fica sujeita a variações no mercado e pode sentir muito a crise. Por outro lado, se são disponibilizadas soluções a diversos segmentos, a franquia tem potencial para se adequar à demanda”, afirma o empresário.
4.Preze pela independência da unidade
A matriz é uma facilitadora, que oferece know-how, mas as unidades devem caminhar com as próprias pernas. Verifique se a marca desejada permite esse tipo de liberdade. “Claro, o franqueado sempre deve encontrar respaldo na franqueadora, mas é essencial trabalhar de forma independente. E isso vale para qualquer momento da economia, especialmente durante uma crise”, conclui Ribas.
Sobre a Louyt
Empresa fundada em 2013, integrante da holding Sharing Global Business, com 17 anos de experiência no mercado mobile, telecomunicações e desenvolvimento de sistemas. A Louyt tem como principal produto as mobile landing pages – páginas interativas acessadas por dispositivos móveis. Com sócios brasileiros e europeus, e de olho no potencial do mercado de acesso à internet via tablets e smartphones no Brasil – que é o primeiro da América Latina e o quarto do mundo –, a empresa lançou em 2015 no país modelo de franquia home office para consultores de marketing. www.louyt.com.

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Texto: Press Works
(Da Redação)
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Ainda que o setor de franquias tenha crescido 8,1% no segundo trimestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo dados mais recentes da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o momento desfavorável da economia brasileira ainda assusta quem está prestes a empreender no segmento. Mas não é para tanto, segundo Alessandro Ribas, CEO da Louyt (www.louyt.com), empresa espanhola de mobile marketing presente em mais de 20 países.
“Pelo contrário, a crise é até favorável ao desenvolvimento de algumas áreas. O que é preciso é saber se planejar”, conta Ribas. Para ele, o aspirante a franqueado deve tomar quatro cuidados na hora de empreender hoje no Brasil:
1.Pense grande, mas invista pouco
Há franquias com faixas de investimento variados para objetivos e orçamentos variados. Ainda assim, num momento economicamente complicado, é uma boa ideia optar por uma empresa com capital inicial reduzido e capaz de ser recuperado de forma rápida – no pior dos casos, o prejuízo não é tão grande. Uma atenção especial deve ser dada aos custos fixos, como aluguel de escritório, folha de pagamento e necessidade de estoque. “São estes que podem ‘arruinar’ o empresário”, diz o CEO da Louyt.
2.Entenda o potencial do produto
Na crise, nada melhor do que vender algo a combata. Se o produto oferecido traz uma solução para o momento difícil, então automaticamente isto passa a ser uma vantagem para o franqueado. “É o caso da Louyt”, explica Ribas. “O mobile marketing é uma alternativa barata para as empresas alavancarem seus negócios. Logo, ao comercializar esse serviço na crise, a perspectiva é de uma demanda alta”.
3.Estude a clientela
Tão importante quanto avaliar a capacidade financeira, é descobrir se há público-alvo para o produto que a marca escolhida oferece. Aqui, é importante optar por uma rede que seja capaz de atender a uma gama variada de consumidores. “Se é algo muito específico, a empresa fica sujeita a variações no mercado e pode sentir muito a crise. Por outro lado, se são disponibilizadas soluções a diversos segmentos, a franquia tem potencial para se adequar à demanda”, afirma o empresário.
4.Preze pela independência da unidade
A matriz é uma facilitadora, que oferece know-how, mas as unidades devem caminhar com as próprias pernas. Verifique se a marca desejada permite esse tipo de liberdade. “Claro, o franqueado sempre deve encontrar respaldo na franqueadora, mas é essencial trabalhar de forma independente. E isso vale para qualquer momento da economia, especialmente durante uma crise”, conclui Ribas.
Sobre a Louyt
Empresa fundada em 2013, integrante da holding Sharing Global Business, com 17 anos de experiência no mercado mobile, telecomunicações e desenvolvimento de sistemas. A Louyt tem como principal produto as mobile landing pages – páginas interativas acessadas por dispositivos móveis. Com sócios brasileiros e europeus, e de olho no potencial do mercado de acesso à internet via tablets e smartphones no Brasil – que é o primeiro da América Latina e o quarto do mundo –, a empresa lançou em 2015 no país modelo de franquia home office para consultores de marketing. www.louyt.com.

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]]>Há um ano e meio, a Louyt (www.louyt.com), franquia de mobile marketing, chegou ao mercado brasileiro. Em agosto de 2015, a rede despertou o interesse de dois amigos de Belo Horizonte, que decidiram se tornar sócios da marca na capital mineira, apostando em um produto inovador e em uma das maiores populações de usuários de smartphones do Brasil. Oito meses depois, Ediglei Nascimento e Matheus Pimenta recuperaram seu investimento inicial, já cresceram 47% desde o início das atividades e atualmente possuem mais de 40 clientes ativos.
“O que mais nos atraiu foi a novidade”, ressalta Matheus. “A ferramenta é econômica, simples de usar e de grande eficiência, podendo ser utilizada por todos os tipos e tamanhos de empresas, levando autonomia ao empresário”, completa. Formado em publicidade, o empreendedor já havia trabalhado com marketing digital, mas não focado em mobile. O sócio, formado em Administração com especialização em Gestão Comercial pela FGV – Fundação Getúlio Vargas, tornou-se responsável pela parte financeira e pelo pós-vendas da empresa.
A novidade do produto da Louyt gerou também um grande desafio para a dupla: não havia cases de sucesso no Brasil que comprovassem a sua eficácia; apenas resultados fora do país. “Tivemos que conhecer bem a ferramenta para transmitir seu potencial a possíveis clientes. O treinamento da franqueadora foi fundamental para isso”, explica Ediglei.
Os franqueados optaram por atuar em um escritório – apesar da marca oferecer a opção home office. Depois de dez meses, tiveram que mudar para um local maior e aumentar a equipe. “Isso para conseguir atender e dar o melhor suporte a clientes de ramos variados, como restaurantes, academias, concessionárias, clínicas e hotéis”, ressalta o empreendedor.
Para 2017, Matheus e Ediglei esperam triplicar o número de clientes e aumentar a equipe. Para novos empreendedores da marca, os mineiros dão a dica: “É necessário se dedicar bastante, estar sempre antenado às tendências do mercado e ter metas claras. A inovação trazida pela Louyt somada a isso reserva muito sucesso”.

Sobre a Louyt
Empresa fundada em 2013, integrante da holding Sharing Global Business, com 17 anos de experiência no mercado mobile, de telecomunicações e desenvolvimento de sistemas. A Louyt tem como principal produto as mobile landing pages – páginas interativas acessadas por dispositivos móveis. Com sócios brasileiros e europeus, a franqueadora está de olho no potencial do mercado de acesso à internet via tablets e smartphones no Brasil – que é o primeiro da América Latina e o quarto do mundo. A empresa lançou em 2015 no país modelo de franquia home office para consultores de marketing. www.louyt.com.

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Alessandro Ribas, CEO da Louyt
O celular, hoje, é mais usado para acessar a internet do que qualquer outro dispositivo – mesmo em lares onda há computadores e tablets. A conclusão pode ser tirada de estudo da FGV, que mostra que no país há 168 milhões de smartphones e embasa uma percepção de Alessandro Ribas, CEO da Louyt (www.louyt.com), franquia espanhola especializada em mobile marketing.
Com uma longa carreira na área de marketing, Ribas trabalha com telecomunicações desde 2001 e foi um dos fundadores da Louyt em 2013, quando notou uma mudança no status quo do relacionamento entre clientes e empresas (ver entrevista abaixo). Especialista em mobile marketing, o CEO conta que o campo – que deve superar US$ 100 bi em investimentos em todo o mundo neste ano – ainda tem muito a crescer no Brasil e destaca os benefícios que pode trazer, em especial, para empreendimentos com capacidade reduzida de investimento.
O que mudou no relacionamento com clientes por meio do celular do começo dos anos 2000 para cá?
Alessandro Ribas (AR): Houve uma mudança de conceito e uma evolução no relacionamento. Nós tínhamos basicamente SMSs de contato e o celular era um acessório. Hoje, transformou-se em um centro de informações a partir do qual as pessoas organizam sua vida. Por consequência, temos a possibilidade de abrir relacionamentos de maneiras infinitas por meio do aparelho, de acordo com o objetivo da empresa. Uma gigante de aviação, caso atendida pela Louyt, pode consultar os passageiros sobre a satisfação do voo assim que desembarcam. Já uma pequena lanchonete, por sua vez, pode enviar a foto de uma promoção do dia junto com um botão de delivery para seus clientes do bairro.
Esse imediatismo é o principal atrativo do mobile marketing?
AR: Não é só isso. Hoje, o mobile marketing é a maneira mais efetiva de chegar às mãos do público-alvo. Vai muito além da questão da rapidez, é como abrir um canal de comunicação direto em vez de, por exemplo, colocar um comercial no horário nobre da TV – pode acontecer, inclusive, de o cliente estar prestando atenção no smartphone enquanto passa o comercial.
Você considera a prática especialmente vantajosa para PMEs e startups, que, em geral, têm uma capacidade limitada de investimento?
AR: No caso de microempresas e startups, sem dúvida, o mobile marketing é uma ferramenta fundamental, pois é uma opção de relacionamento direto, barato e efetivo. Ainda que a venda de palavras, como no Adwords, esteja na moda, é mais difícil ter uma garantia de resultado. No mobile marketing, por sua vez, você dá o recado direto a quem precisa, é mais certeiro. Inclusive, é uma ótima maneira de enfrentar a crise. E uma ressalva: ainda que algumas PMEs, e mesmo grandes empresas, tenham capacidade maior de investimento, isso não significa que a estratégia não se aplique, afinal, qual gestor de marketing não gostaria de ter maior efetividade, resultados e ROI (Retorno do Investimento) melhores em sua campanha? O mobile marketing, aliás, é um ótimo complemento a outros canais de propaganda e também tem desempenho excepcional na ativação de campanhas promocionais.
Então o mobile marketing é a garantia de um melhor ROI?
AR: Não. Eu consigo garantir que uma campanha de mobile marketing desenvolvida dentro da plataforma da Louyt tenha um ROI positivo. No entanto, o meio por si só não faz milagres, é preciso ter estratégia. Interatividade, por exemplo, é essencial, como no caso de um botão dentro de uma landing page que leva o cliente direto à loja da empresa.
Como você define o campo do mobile marketing no futuro?
AR: Sem dúvida, o mercado só está aquecendo. Ainda há muito espaço para expansão tanto para a Louyt, quanto para concorrentes e soluções inovadoras voltadas à área – e posso afirmar que há demanda para tal. A nossa marca atua em 20 países e, se formos fazer uma comparação, posso dizer que a penetração dos smartphones no Brasil não deixa a desejar para a Europa e está à frente do México, por exemplo. Então, há espaço. E muito.
Sobre a Louyt
Empresa fundada em 2013, integrante da holding Sharing Global Business, com 17 anos de experiência no mercado mobile, telecomunicações e desenvolvimento de sistemas. A Louyt tem como principal produto as mobile landing pages – páginas interativas acessadas por dispositivos móveis. Com sócios brasileiros e europeus, e de olho no potencial do mercado de acesso à internet via tablets e smartphones no Brasil – que é o primeiro da América Latina e o quarto do mundo –, a empresa lançou em 2015 no país modelo de franquia home office para consultores de marketing. www.louyt.com.

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Texto: Press Works
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]]>Após crescimento significativo em 2015, a franquia espanhola Louyt (www.louyt.com) quer ampliar suas operações no Brasil e América Latina em 2016. Há menos de um ano em solo brasileiro, a empresa lança novos serviços que aumentarão em 30% o faturamento de seus franqueados e expandirão a marca para 230 unidades no país ainda este ano.
Uma das novidades é o Storytelling, espécie de editor na web que viabiliza o desenvolvimento e publicação de revistas digitais “folháveis” em qualquer dispositivo móvel. Assim, qualquer estabelecimento pode contar sua história em uma espécie de mídia própria. Outro lançamento é o UpperMail, ferramenta para criação, medição e envio de e-mail marketing. As novas ferramentas somam-se ao serviço já oferecido pela marca, de landing pages com ações promocionais e/ou de fidelização que podem ser enviadas via SMS, e-mail ou compartilhadas pelas redes sociais.
“Agora, os franqueados conseguem fazer um trabalho muito mais elaborado e em menos tempo dentro de uma única plataforma. Isso deve aumentar o faturamento do empreendedor em cerca de 30% por conta da ampliação das possibilidades que eles passam a oferecer para os seus clientes”, avalia a diretora de marketing da Louyt, Bruna Schwerz.
Para os sócios de uma unidade em Belo Horizonte, Matheus Pimenta e Ediglei Nascimento, o Storytelling é um produto sofisticado e moderno em termos de tecnologia. “As aplicações são inúmeras e se ajustam à necessidade de divulgação de nossos clientes em diferentes tipos de negócios, como salões de beleza, restaurantes, redes varejistas e e-commerces”, explica Nascimento.
Recentemente, a Louyt se associou à ABF (Associação Brasileira de Franchising) e contratou a Cherto Consultoria para padronizar os processos da operação nacional. Em março, a rede espanhola também inaugura as primeiras unidades no México, seguido por Argentina, Colômbia e Peru. O movimento deve intensificar ainda mais a expansão da marca pela América Latina, região que já conta com franquias no Chile e Uruguai.
Com investimento inicial de R$ 31 mil e faturamento estimado em até R$ 100 mil mensais, a Louyt caminha para se consolidar como uma oportunidade de negócio rentável frente ao aumento do desemprego e a crise econômica no país. “Com custo baixo, receitas recorrentes, suporte e treinamento, conquistamos 30 franquias em menos de um ano de atuação no Brasil. Para 2016 queremos crescer dez vezes as operações brasileiras”, diz Bruna.
Sobre a Louyt
Empresa fundada em 2013 – integrante da holding Sharing Global Business -, com 17 anos de experiência na criação de companhias de mobile marketing, telecomunicações e desenvolvimento de sistemas. A Louyt tem como principal produto as mobile landing pages – páginas interativas acessadas por dispositivos móveis. Com sócios brasileiros e europeus, e de olho no potencial do mercado de smartphones no país – que é o primeiro da América Latina e o quarto do mundo –, a empresa acaba de lançar no Brasil modelo de franquia home office para consultores de marketing. www.louyt.com
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É uma Assessoria de Imprensa especializada em soluções de comunicação para Pequenas Empresas, Startups, Franquias e Profissionais Liberais. A Press Works nasceu com o objetivo de dar visibilidade às companhias e pessoas com ideias e negócios inovadores. https://www.pressworks.com.br
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