Hoje, qualquer negócio com até um funcionário pode ser enquadrado na categoria de MEI – Microempreendedor Individual – para usufruir de benefícios trabalhistas e fiscais, e sair da informalidade. O número de brasileiros nessa situação já ultrapassa os cinco milhões. No entanto, ainda há uma escassez de ferramentas que auxiliem na organização da rotina de trabalho desses profissionais. A Acelera MEI (www.aceleramei.com.br) é uma plataforma criada para solucionar essa demanda.
Desenvolvido a partir de um edital do Sebrae-SC, o aplicativo – disponível para Android e iOS – oferece uma série de funcionalidades que facilitam o trabalho do MEI. A primeira delas é uma base de microempreendedores, um ambiente onde esses prestadores de serviços se conectam com clientes em potencial. “Na prática, funciona como um buscador. Conforme se cadastram, os profissionais independentes, como pintores e eletricistas, por exemplo, ganham mais visibilidade junto ao seu público-alvo”, conta Juliano Londero, fundador da plataforma.
Além da conectividade com clientes, o app também é uma ferramenta de gestão. Em uma interface simples, é possível emitir notas fiscais eletrônicas de serviço, solução disponível para mais de 600 municípios. “Não há nenhum outro sistema capaz de emitir esses documentos em tantas cidades”, afirma o fundador. A ferramenta também simplifica a quantidade de informações necessárias para o processo, basta colocar descrição da atividade, valor da nota e CPF ou CNPJ do destinatário. “Todas as outras informações são puxadas de bancos de dados do governo.”
Para o fundador da Acelera MEI, uma das principais vantagens do app de gestão, no entanto, é a melhora no atendimento. O sistema cria um workflow com as etapas das negociações até o cliente fechar, assim como manda lembretes para os profissionais não se esquecerem de enviar orçamentos ou responderem propostas. “Normalmente, o atendimento é um ponto de melhoria dos MEIs, e pode estar aí uma oportunidade de crescimento”, diz.
A plataforma tem, ainda, uma série de parcerias com empresas que facilitam a vida dos MEIs, como meios de pagamento, criadores de logomarcas e cartões de visitas, entre outros. Para orientar os microempreendedores a utilizarem todas as funcionalidades, há cursos online e workshops curtos. O download do app de conexão e cadastro é gratuito, mas para acessar todas as funções relacionadas à gestão do negócio, há uma anuidade de R$ 149. “Já temos cinco mil cadastrados, mas a expectativa é terminar 2016 com 50 mil”, conta Londero.
Sobre a Acelera MEI
Plataforma de gestão para microempreendedores individuais, os MEIs. Criada em Santa Catarina por Juliano Londero, a Acelera MEI agrega funcionalidades como facilidade de emissão de NFs-e, organização de fluxo de atendimento e ambiente de conexão com clientes, além de estabelecer parcerias com empresas que prestam serviços voltados aos MEIs. www.aceleramei.com.br.
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Fontes:
Texto: Press Works
(Da Redação)
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]]>Ser um MEI, Microempreendedor Individual, é a chance que o pequeno comerciante ou prestador de serviço, têm de sair da informalidade. Ser formalizado oferece muitos benefícios ao micro e pequeno empresário, como direito à aposentadoria, ao auxílio doença e a licença-maternidade. Quem é MEI também pode emitir nota fiscal e conseguir crédito como pessoa jurídica.
Hoje, sete em cada dez pessoas que se formalizam conseguem aumentar as vendas. Em seis anos, mais de 5 milhões de brasileiros viraram Microempreendedores Individuais. Para ser MEI, o empresário não pode ter participação em outras empresas como sócio ou titular. Mas o faturamento pode chegar a R$ 60 mil por ano – uma média de cinco mil reais por mês.
O Sebrae dá as dicas para quem quer virar MEI: ir ao site Portal do Empreendedor, preencher as informações cadastrais e imprimir os documentos necessários. Depois, pedir na Secretaria da Fazenda do estado ou do município a autorização para emitir a nota fiscal, que pode ser em talão ou eletrônica. O empresário ganhará um CNPJ e o número de inscrição na Junta Comercial.
Quase quinhentas atividades podem virar MEI, como personal trainer, barbeiro ou encanador. A Nabyrie Francelino, por exemplo, estava perdendo clientes porque vendia bolos e doces sem nota fiscal. Agora, com a formalização e CNPJ, ela pretende triplicar o faturamento, que hoje é de R$ 800.
Já o tatuador Gustavo Teixeira virou MEI graças ao incentivo do chefe, que enxergou nele um futuro sócio. Além dos benefícios da previdência, no caso do Gustavo, outra grande vantagem foi poder adquirir a máquina de cartão de crédito. A opção de pagamento parcelado fez com que ele aumentasse as vendas.
Mas se engana quem pensa que é só virar empresário para o negócio dar certo. O especialista do Sebrae, Paulo Marcelo, diz que é necessário ter iniciativa. No caso do MEI, ele destaca que a pessoa é a própria empresa, então tem que estar preparada pra controlar as contas e fazer a gestão do negócio.
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Fontes:
Texto: g1.globo.com
(Da Redação)/Matéria Original:
http://noticias.r7.com/economia/falencia-de-franquias-e-oito-vezes-menor-do-que-em-negocios-do-varejo-26062015
Foto: Internet
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