Mas como conseguir “ignorar” aquele dia em que o desânimo parece tomar conta de nós?
É fato que muitas vezes ficamos desmotivados no nosso ambiente de trabalho. Há várias razões para isso acontecer: um gestor que se expõe errado, colegas com pensamentos e ações muito antagônicos aos seus ou\e clima organizacional com demasiada pressão.
Entretanto, para evoluirmos profissionalmente e também pessoalmente devemos aprender a superar essas adversidades e dar a volta por cima dos dias ruins.
Mas como conseguir “ignorar” aquele dia em que o desânimo parece tomar conta de nós?
Para ajudar você a manter uma rotina positiva o psicólogo Augusto Jimenez, CEO da rede Minds Idiomas, listou abaixo 5 dicas:
1) Fuja da rotina
Essa dica parece óbvia, porém você deve estar pensando como fugir da rotina sendo que tenho atividades que precisam ser executadas todos os dias?
Simples! Estabeleça quais são essas atividades e as intercale com tarefas diferentes. Entre uma ação e outra escute uma música, tome um café e espaireça a cabeça. Lembre- se que a rotina somos nós que estabelecemos e alterá-la um pouco só depende de você!
2) Escute mais
Estamos na era digital em que todos podem ter um Facebook, Instagram, entre outras redes. Perceba que trata-se de usuários, ou seja todos podem postar, falar o que pensam, mas quantos de nós escutamos ativamente o outro? Lemos e absorvemos realmente o que o outro indivíduo postou? É fácil distribuirmos “likes” em fotos, mas quantos de nós lemos um texto ou anotamos dicas de livros\filmes que podem realmente nos fazer seres humanos melhores?
Logo, escute mais os seus colegas de trabalho e gestores. Ao ouvir, ler, e processar conteúdos realmente importantes conseguimos tornar a nossa rotina no trabalho e na vida melhor.
3) Se mantenha no presente
Durante os períodos de crise de uma empresa é normal acontecerem cortes e demissões. Entretanto, quando deixamos de viver o presente e ficamos preocupados se seremos o próximo da lista, automaticamente não cumprimos com os nossos afazeres. Uma boa tática é praticar Mindfulness e manter uma planilha de atividades no dia a dia. Anote todas as tarefas que cumpriu naquele dia. Ao final do expediente você conseguirá mensurar o que fez e programar o dia seguinte. Dará a sensação de dever cumprido e concomitantemente a sua mente ficará relaxada. Isso é um processo químico. Assim, você se manterá no presente e influenciará na produtividade da sua empresa.
4) Fique longe de fofocas
As conversas paralelas no ambiente de trabalho podem dar subsídios para novas ideias. O lado ruim delas é quando toma um norte negativo, ou seja quando acontecem as famosas fofocas. Quando surgirem assuntos desse cunho levante da sua mesa, tome um café, caminhe pelo bairro da empresa, mas não participe. Pensamentos ruins levam a conversas ruins e estragam o dia a dia de qualquer um.
5) Faça algo que goste todos os dias
Seja um esporte ou conversar com um amigo reserve um período do seu dia para fazer algo que realmente goste. Isso será refletido no seu ambiente de trabalho e fará de você um funcionário melhor e mais feliz.
Fontes:
Texto: administradores.com
(Da Redação)
Foto: iStock
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]]>“Motivação é o motivo que leva as pessoas à ação”.
Eu aposto que assim como eu, você também já deve ter lido essa expressão em algum lugar pelo menos uma vez na vida. Em minha opinião, apesar dela ser bastante didática, o termo peca por ser muito simplista, e é justamente por esse motivo que eu julgo ser uma grande falha querer utiliza-la com o intuito de tentar explicar algo tão complexo.
Se fosse para destrinchar a palavra, eu diria que motivação é a compreensão de alguém sobre o que precisa ser feito e sua disposição em fazê-lo em qualquer dado momento. Mais precisamente, motivação é uma combinação da escolha de alguém em realizar uma tarefa, seu desejo de dedicar esforço em executá-la e a determinação de persistir com esforço.
Na frase inicial do texto, tem-se a impressão de que a motivação se resume a um único fator. Mas não. Existem muitas fontes possíveis de motivação, porém, três se destacam como as mais relevantes para a vida no trabalho, que é o que verdadeiramente nos interessa.
A primeira é a motivação extrínseca. É ela que impulsiona, em alguma medida, a maioria de nós em nosso trabalho. Resumidamente, seria a motivação de fazer alguma coisa de modo a conquistar alguma outra coisa. É o dar para receber.
Ela é o que te motiva a aceitar determinado cargo porque o salário e os benefícios são mais vantajosos dos que os atuais; ou a trabalhar jornadas de 14 horas, a semana inteira, apenas para cumprir um prazo que lhe foi imposto no contrato; ou a fazer tudo o que for preciso para ganhar aquele sonhado prêmio da empresa; ou ainda a escrever um parecer que você sabe que ficará bem por ocasião da avaliação de seu desempenho.
Para fixar o que é motivação extrínseca, tente pensar na famosa analogia da cenoura presa ao cavalo, ficando à frente de visão. É ela, e somente ela, a única inspiração de fazê-lo caminhar.
A segunda é a motivação intrínseca. É o amor pelo trabalho em si. É realiza-lo porque ele é interessante, prazeroso, satisfatório, fascinante ou pessoalmente desafiador. Como o próprio nome diz, tratam-se de razões internas ao indivíduo.
Em outras palavras, a motivação intrínseca se resume por um intenso engajamento no trabalho. Ela pode impulsionar profundas demonstrações de esforço aparentemente não recompensadas. Ou seja, você faz porque gosta, e não pelo fato de ter uma cenoura te esperando após o término do projeto.
Como exemplo, podemos citar o caso das pessoas que trabalham em grandes empresas de tecnologia, como a Apple ou o Google. O desafio de criar algo que poderá deixar uma marca no mundo, mais do que propriamente o dinheiro, é o principal combustível que move esses colaboradores.
E por último temos a motivação relacional, ou altruísta. Ela surge principalmente da necessidade de ajudar outras pessoas. É a crença de que nosso trabalho tem valor real para alguém, um grupo ou para a sociedade em geral.
A motivação altruísta pode ser bastante genérica, como por exemplo: “Meu trabalho ajuda pessoas com câncer de mama”, ou ainda bastante específica, como por exemplo: “Minha pesquisa poderia resultar em um tratamento para a minha esposa com câncer de mama”.
Estudar sobre motivação é algo extremamente importante não apenas porque ela determina o que as pessoas vão fazer, quando e como elas vão fazer, mas também se elas vão fazer seu trabalho. Sem algum nível de motivação, o trabalho simplesmente não acontece.
Além disso, as diferentes formas de motivação podem coexistir na mesma pessoa, ao mesmo tempo, pelo mesmo trabalho.
De fato, quase todas as tarefas intrinsicamente motivadas têm os mesmos motivadores extrínsecos. Por exemplo, você pode ser intrinsecamente motivado pelo desafio de criar uma estratégia de marketing para um novo produto, enquanto ainda está sendo impulsionado pelo prazo da próxima semana para apresentar essa estratégia ao dono da empresa – um motivador extrínseco.
Infelizmente, existe um desagradável lado oculto da motivação extrínseca, uma faceta que muitos gestores não reconhecem: se os motivadores extrínsecos forem extremamente fortes e acentuados, eles podem minar a motivação intrínseca. Quando isso acontece, a criatividade, e consequentemente o resultado, podem ficar prejudicados.
Digamos que o funcionário lembre daquele prazo para apresentar sua estratégia de marketing duas vezes em um mesmo dia; pressionado pelo sentido de que está trabalhando principalmente para cumprir o prazo, ele poderia perder o entusiasmo por criar algo maravilhoso. Dessa forma, a tendência é que ele comece a se concentrar estritamente em apenas executar o trabalho, em vez de explorar em busca de uma estratégica “bacana” e realmente nova.
Por fim, podemos dizer que a maioria das pessoas tem forte motivação intrínseca para fazer seu trabalho, pelo menos no princípio da carreira. Esta motivação existe e continua a existir, até que algo impeça o caminho.
Isso tem uma implicação surpreendente: desde que o trabalho seja importante e significativo, os administradores de empresas não precisam ficar buscando maneiras de motivar os funcionários a executá-lo.
Entretanto, como argumento para ir contra a essa teoria, você ainda pode me dizer que a sua equipe não reconhece o seu trabalho como sendo algo significativo, e por isso você enfrentando grande problemas para motivá-la.
Bem, pelo menos eu acho que agora você já sabe por onde deve começar…
Fontes:
Texto: administradores.com
(Por Diego Andreasi)
Foto: Internet
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