Veja alguns pontos que o diretor executivo da Confirp Contabilidade (http://www.confirp.com/), Richard Domingos, selecionou para ser levado em conta antes de abrir uma empresa.
Planejamento do negócio – O grande problema na maioria das empresas abertas é que isso ocorre impulsivamente, e em função disso não há um plano de negócio estabelecido, público alvo e estrutura necessária, assim, antes de qualquer coisa é necessário sentar e ver o que se pretende e como se objetiva atingir.
Muitas vezes após essa primeira análise se percebe a necessidade de uma capacitação e hoje se encontra um grande número de cursos de capacitação para empreendedores, como os oferecidos pelo Sebrae e pela DSOP Educação Financeira (http://www.dsop.com.br/). Também é importante pesquisar como está o mercado em que pretende atuar, para ver em qual nicho de público se encaixará.
Cálculo de custos para começar a funcionar – É preciso que se tenha em mente que para colocar uma empresa para funcionar haverá custos que vão além dos que já se conhece no dia a dia de uma empresa com infraestrutura e pessoal. Dentre esses os principais são as taxas da junta comercial e da emissão do alvará, dentre outras que variam de acordo com a localidade e o ramo de atuação.
Para facilitar esse processo existem profissionais especializado em resolver a burocracia, para se ter ideia, a Confirp tem uma área que apenas se responsabiliza por isso, tirando do cliente qualquer ‘dor de cabeça’ relacionada ao tema.
Elaboração do contrato social – Para toda empresa funcionar é imprescindível que se elabora um contrato social, é nesse documento que estão relacionados os pontos práticos do funcionamento da empresa. Pontos primordiais que devem englobar são informações como nome, endereço e atividade, capital social (valor ou bens investidos), qual a relação entre os sócios e como se dá a divisão dos lucros.
Importante frisar que quaisquer alterações contratuais, faz com que se tenha que refazer as inscrições federal, estadual e municipal e as licenças. As sociedades limitadas só podem alteradas se 75% do capital estiver de acordo. Geralmente o registro de um contrato social pode ser agilizado procurando o sindicato da categoria da empresa, sendo que o mesmo pode possuir um posto avançado da junta comercial. Com isso, todo esse processo pode ser finalizado em até 24 horas.
Opção pelo regime tributário que a empresa seguirá – Hoje três são basicamente três os regimes de tributação existentes, Simples, Presumido ou Real. A opção pelo tipo de tributação que a empresa utilizará deve ser feita até o início do próximo ano, mas, as análises devem ser realizadas com antecedência para que se tenha certeza da opção, diminuindo as chances de erros.
Outro ponto é que cada caso deve ser analisado individualmente, evidenciando que não existe um modelo exato para a realização de um planejamento. Apesar de muitos pensarem que melhor tipo de tributação é o Simples, existem até mesmo casos que esse tipo de tributação não é o mais interessante, mesmo que a companhia se enquadre em todas as especificações.
Definição da estrutura física – Além de definir o local onde será o empreendimento é necessário também que se adquira toda uma estrutura para o funcionamento da empresa, e isso dependerá de cada ramo de atuação, podendo ir desde maquinário até material de escritório.
Sobre o local em que será é importante que se observe também se esse se adéqua ao público que pretende atingir e, principalmente, diretrizes estabelecidas pelo município referente ao local. Uma boa orientação para quem está iniciando é a utilização de espaços de coworking, como é o caso da Gowork (http://www.gowork.com.br/) em São Paulo. Que são espaços compartilhados que possibilitam foco no trabalho, network e economia.
Obtenção de registros e licenças – hoje a burocracia é tanta para empresas que grande maioria não possuem todos os registros e licenças necessários para o funcionamento, no que se configura em um risco jurídicos para essas, dentre os registro necessários estão o habite-se do imóvel (autorização da prefeitura para que ele possa ser habitado) e as regras de ocupação de solo (cada cidade define regras específicas em leis de zoneamento), alvará de funcionamento, pagamento de taxas de funcionamento, dentre outras licenças necessárias dependendo da atividade da empresa.
Veja todos os documentos necessários e em quais órgão buscar:
Contratação de uma contabilidade – Toda empresa necessita de uma contabilidade par funcionar. Essa que será responsável por estar gerando as informações imprescindíveis para a empresa esteja em dia com os órgãos públicos.
Também são responsáveis pelo cálculo de impostos e tributos que a empresa deverá pagar, bem como análise da situação contábil da empresa e geração de informações imprescindíveis para a gestão empresarial
Processo de contratação de profissionais – Sua empresa terá necessidade de funcionários? Se sim é necessário abrir processos seletivos para contratação, hoje esse ponto é um dos mais problemáticos para as empresas em função de um crescente apagão de mão de obra que passa o país. Após a contratação é necessário elaborar o contrato de trabalho, definir salários benefícios ver qual o melhor regime de trabalho e regularizar o mesmo junto ao INSS.
DSOP Educação Financeira
Avenida Paulista, 726, conjunto 1205 – 12º andar, Bela Vista/SP. Telefone: 11 3177-7800
Confirp Consultoria Contábil
Assessoria de Imprensa
Jornalista: Paulo Fabrício Ucelli
Fone: 11 5078-3007
11 99342-7909
19 99786-3938
E-mail: paulo.ucelli@confirp.com
Fontes:
Texto: Confirp Consultoria Contábil
(Por Paulo Fabrício Ucelli)
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]]>A razão para o fracasso de uma empresa, muitas vezes, é quem a comanda. Saiba que comportamentos mudar para conquistar o sucesso.
Ao abrir o próprio negócio, o empreender dá o primeiro passo rumo à realização de dois sonhos: fazer o que gosta e ganhar um bom dinheiro. Entretanto, o caminho é muito difícil e, em muitos casos, a razão para o fracasso de uma empresa é o próprio empreendedor.
Kevin Daum, colunista, do site da revista “Inc.” compilou uma série de sinais de que você não está pronto para prosperar como empreendedor.
Naturalmente, nenhum deles é irreversível. Basta corrigir os pontos negativos. Confira:
1. Você liga muito para o sentimento dos outros
Na opinião de Daum, empreendedores como Steve Jobs, da Apple, Jeff Bezos, da Amazon, e Bill Gates, da Microsoft têm algo em comum: eles são modelos do mundo corporativo, mas são odiados por muitos de seus funcionários. O colunista afirma que empreendedores bem-sucedidos devem pensar apenas na saúde de sua empresa, mesmo que possam ferir os sentimentos de alguém ou prejudicar outros negócios. Além disso, o mesmo objetivo faz com que, como um chefe, você precise ser duro com seus comandados. A dica é ser a melhor pessoa sempre que possível, mas não fazê-lo quando seu negócio for ameaçado.
2. A riqueza é seu objetivo principal
Apesar de o empreendedorismo ser um caminho rumo a um saldo bancário polpudo, é difícil conquistar ao sucesso pensando apenas na grana. É importante escolher uma área em que você gosta de atuar. Ao pensar só no dinheiro, você não vai dar a devida atenção ao desenvolvimento de um produto ou serviço de qualidade e nem à satisfação dos seus clientes. É claro que você deve pensar em lucrar bastante, mas há muitos outros fatores envolvidos, de acordo com Daum.
3. Você não lida bem com maus momentos
São muitas as conjunções que levam uma empresa ao sucesso. Até que tudo se alinhe, você vai passar por maus bocados. Pode faltar dinheiro, você pode ter problemas ao montar sua equipe e seus produtos ou serviços podem precisar de ajustes, dentre inúmeros obstáculos. Se você não souber lidar com tudo isso, ficar nervoso e “dar chilique”, talvez seja melhor procurar algo mais estável para fazer, segundo o colunista.
4. Você acredita em revoluções
Daum sugere que tentemos listar cinco empresas que, ao surgir, revolucionaram o mercado em que estavam inseridas. Já antecipamos o resultado: você provavelmente vai se lembrar de umas três. No entanto, há muito mais que três bilionários no mundo, e eles nem sempre atuam em negócios disruptivos. Warren Buffett, o terceiro homem mais ricos do mundo, investe em produtos simplórios como o ketchup. A maior parte dos empreendedores de sucesso segue dois caminhos: o primeiro é apostar em um mercado já consolidado, mas fazendo melhor que a concorrência e o segundo é oferecer algo novo, mas usando tecnologias já existentes.
5. Você quer ser o Zuckerberg
Ou Jobs, ou Gates. Em outras palavras, você também quer ser famoso. Só que você não precisa ser conhecido para ser bem rico. Por exemplo, você não deve conhecer Gina Rinehart. No entanto, ela é a 94ª pessoa mais rica do mundo, com uma fortuna de US$ 12,4 bilhões, segundo a revista “Forbes”. Você não precisa aparecer na TV para ter dinheiro.
6. Você quer ter uma vida mansa
Muita gente acha que trabalha mais que o chefe e abre um negócio para ter uma vida mansa. Esta é uma das maiores ilusões do mundo dos negócios. Para que sua empresa decole, você vai ter que trabalhar ainda mais. Não há mais salários. Ao contrário, você tem que pagar o salário dos seus colaboradores e, se preciso, ficar com os bolsos vazios. Serão noites em claro. Várias delas. Por isso, de acordo com Daum, só há um caminho para quem quer ter uma vida mansa: ganhar na loteria.
Fontes:
Texto: revistapegn.globo.com
(Da Redação)
Foto: ThinkStock
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]]>Para a maioria das pessoas, janeiro é mês de aproveitar as férias e de colocar os impostos em dia. Porém, para quem pretende ser um empreendedor, este mês também pode ser usado para começar a pôr em prática o sonho do negócio próprio.
Ter essa atitude pró-ativa é essencial para qualquer um que segue uma carreira empreendedora. “Especialmente nesse momento de crise pelo qual estamos passando, não dá para esperar as oportunidades caírem no colo. Quem opta pelo empreendedorismo tem que procurar algo diferente por conta própria”, afirma Adriano Campos, consultor do Sebrae/SP.
Isso é ainda mais importante caso você aposte em um negócio sazonal. “Se for um negócio de verão ou estiver localizado no litoral – como a venda de sorvetes ou de biquínis, por exemplo -, aproveite para faturar nessa época. Deixe suas férias para depois”, aconselha João Bonomo, coordenador do Núclero Acadêmico de Vocação Empreendedora do Ibmec/MG.
Quer começar desde já a pensar no seu futuro negócio? Veja, a seguir, o que já dá para fazer para concretizar esse sonho:
1. Trace metas e objetivos claros
Fazer promessas durante o ano-novo já é tradição. Porém, se você quer mesmo ter um negócio em 2016, é bom traçar metas empresariais que, de fato, serão cumpridas. “Sem objetivos, a gente não sabe se está caminhando na direção correta ou não. Por isso, estabeleça planos, desde que eles possam ser atingidos. Caso contrário, você se desmotiva no meio do caminho”, recomenda Campos.
2. Desenvolva melhor sua ideia
Você até já pode ter uma ideia de negócio, mas pode tirar esse começo do ano para refiná-la. Campos recomenda, por exemplo, ter bem delineado qual o problema exato que essa ideia irá resolver para os potenciais clientes; depois, é hora de testar esse modelo de negócios com um protótipo.
3. Pesquise o mercado em que você irá atuar
Se você já tem uma ideia de negócio, pode tirar o começo do ano para descobrir exatamente a dimensão do mercado do que seu negócio irá participar. “Busque informações sobre o potencial do setor, o comportamento do seu público-alvo, que soluções ele procura hoje e quanto ele paga por esses serviços”, exemplifica Campos. Veja como fazer isso.
4. Procure pontos comerciais
Outra atitude que pode ser tomada neste começo de ano é a procura de um ponto comercial para sua empresa. Isso porque vários contratos de aluguel terminam ou estão perto de terminar nestes primeiros meses, diz Campos.
Não poupe esforços na hora de selecionar o melhor local para abrir seu negócio – e fuja de erros comuns. “Dependendo do segmento, o ponto comercial pode fazer toda a diferença. Aproveite esse tempo para procurar com cuidado.”
5. Fortaleça seus contatos
Mesmo que você trabalhe sozinho, será preciso falar com possíveis fornecedores, por exemplo. Por isso, tirar esse começo do ano para reforçar seus contatos pode ser uma boa ideia. Campos recomenda que, além de formar parcerias comerciais, o empreendedor também procure um mentor que o ajude a refletir sobre sua empresa (saiba por que o networking é tão importante assim).
6. Recrute
O início do ano é uma ótima época para contratar funcionários para seu negócio. “Esse é um período em que muitas pessoas estão buscando uma vida nova, então aproveite para trazer pessoas capacitadas para seu empreendimento”, recomenda Campos. Veja um passo a passo para não errar na hora de contratar.
Fontes:
Texto: EXAME.com
(Por Mariana Fonseca)
Foto: Thinkstock
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]]>Navegue pelas imagens abaixo e veja 15 mitos e verdades sobre abrir a própria empresa:
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Empreendedores nascem empreendedores. MITO: segundo Cynthia Serva, do Insper, há características que são desejadas quando se quer empreender, como foco, capacidade de automotivação e disposição para assumir riscos, mas elas podem ser desenvolvidas e aprimoradas se a pessoa estiver disposta a aprender. “Ninguém nasce pronto para empreender, é necessário se preparar, estudar e ter habilidades técnicas, além das comportamentais”, afirma . (Foto: Thinkstock)

É necessário ter muito dinheiro para começar um negócio. MITO: atualmente, existem modelos de negócio que não exigem grande capital, além de haver no mercado investidores em busca de boas ideias e executores. “Muita gente começa do zero. A escassez de recursos, muitas vezes, é importante para fazer o indivíduo pensar mais e se desdobrar para achar soluções”, diz Tales Andreassi, da FGV. (Foto: Thinkstock)

Abrir uma empresa no Brasil é demorado. VERDADE: de acordo com o Banco Mundial, leva-se 107 dias, em média, para abrir uma empresa no Brasil, enquanto nos EUA a espera é de cinco dias. “Se o negócio exigir certificados ou regulamentações específicas, como no ramo de alimentação, a demora é ainda maior”, declara Tales Andreassi, da FGV. (Foto: Thinkstock)

É preciso ter uma ideia inovadora para abrir uma empresa. PARCIALMENTE VERDADE: uma inovação irá ajudá-lo a se diferenciar da concorrência e a se destacar no mercado, mas não é necessário descobrir a nova roda para começar. “Mais importante do que uma ideia inovadora é ter pessoas dispostas a pagar pelo seu produto ou serviço”, afirma Cynthia Serva, do Insper. (Foto: Thinkstock)

Quanto mais jovem começar a empreender, melhor. MITO: de acordo com Tales Andreassi, da FGV, há vantagens e desvantagens ao se empreender muito jovem. “Por um lado, o jovem ainda não formou família, não tem dependentes e pode correr mais riscos. Por outro lado, ele não tem experiência e poderá ter mais dificuldades na implantação do negócio. (Foto: Thinkstock)

Só quem faz o que gosta tem sucesso. VERDADE: para Cynthia Serva, do Insper, essa deve ser a principal motivação para empreender. “A pergunta inicial a se fazer é: o que eu gosto e sei fazer? A partir disso, vamos identificar as oportunidades de mercado. O dinheiro é consequência”, declara. (Foto: Thinkstock)

Empreendedores não têm chefe e trabalham menos. MITO: Cynthia Serva, do Insper, diz que o empreendedor tem os dois piores chefes que existem: o cliente e ele próprio. “O empreendedor tem que cuidar de todo o negócio, ele não tem horário de trabalho porque precisa estar disponível o tempo todo, não pode tirar férias quando quer e, muitas vezes, não ganha de acordo com sua dedicação”. (Foto: Thinkstock)

Vou ganhar mais dinheiro sendo dono de uma empresa. MITO: os ganhos dependem da oportunidade de negócio identificada e podem variar bastante se o mercado de atuação tiver sazonalidade. “Há muitos casos de pessoas que deixaram bons cargos para empreender e hoje ganham menos, mas estão mais realizadas profissionalmente”, diz Cynthia Serva, do Insper . (Foto: Thinkstock)

Empreendedores precisam ser bons vendedores. VERDADE: segundo Cynthia Serva, do Insper, o empreendedor precisa saber vender sua ideia para possíveis investidores, sócios, fornecedores e potenciais clientes. “Mais do que vender um produto ou serviço, ele precisa vender seu sonho, convencer os demais a confiarem no seu projeto”, diz. (Foto: Thinkstock)

Ter um plano de negócios é fundamental para começar uma empresa. PARCIALMENTE VERDADE: para negócios tradicionais, como um restaurante, ele pode ser útil, mas para modelos inovadores, como start-ups, ele pode não funcionar. “O plano de negócios ainda é uma ferramenta importante, principalmente para pedir recursos financeiros, mas não precisa ser feito no início do negócio, necessariamente”, diz Tales Andreassi, da FGV. (Foto: Thinkstock)

Empreendedores correm riscos altos. MITO: bons empreendedores correm riscos calculados. “Riscos sempre existem, mas é necessário minimizá-los. Monitorar a concorrência, analisar o mercado, avaliar o impacto das ações que pretende tomar, considerar cenários negativos e positivos são maneiras de se fazer isso”, diz Tales Andreassi, da FGV. (Foto: Thinkstock)

É possível começar um negócio em casa, sem planejamento. VERDADE: de acordo com os especialistas, é possível começar assim, mas o planejamento será necessário se desejar crescer. “É importante conhecer os concorrentes, saber o que oferecem e os preços que praticam para se aprimorar se quiser sobreviver no mercado”, diz Cynthia Serva, do Insper. (Foto: Thinkstock)

Ter sócios não é bom. MITO: os sócios devem ter objetivos em comum para a empresa e perfis complementares em conhecimento e comportamento para dividir as responsabilidades do negócio. “Além de um sócio suprir as deficiências do outro, eles se apoiam mutuamente, pois muitas vezes o empresário pode pensar em desistir”, diz Cynthia Serva, do Insper. (Foto: Thinkstock)

Os impostos no Brasil são complicados e caros. VERDADE: Embora exista o Simples, que facilitou o pagamento dos impostos, ele atende a apenas uma parcela das empresas. “A grande dificuldade é para a média empresa. A grande tem benefícios fiscais, a pequena pode estar no Simples. Tem empresa que evita crescer muito porque não consegue sobreviver quando muda o regime tributário”, diz Tales Andreassi, da FGV. (Foto: Thinkstock)

Empreendedores têm sorte. MITO: assim como qualquer profissional, empreendedores precisam se preparar se quiserem ter sucesso. “Eles não têm sorte, eles têm espírito inovador, buscam oportunidades onde há problemas, enxergam além do que outras pessoas”, diz Tales Andreassi, da FGV. (Foto: Thinkstock)
Fontes:
Texto: economia.uol.com.br
(Da Redação)
Foto: Arte/UOL
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]]>“Se essa rua fosse minha, eu mandava ladrilhar com pedrinhas de brilhante”. O trecho de uma das cantigas de roda mais populares do Brasil ilustra bem um aspecto da natureza humana: o desejo de deixar as coisas com o nosso jeito, a nossa cara. “Se esse restaurante fosse meu, eu faria assim…”, “se eu fosse o dono dessa loja, ela seria assado…” Quem nunca disse pelo menos uma dessas típicas frases?
Se é assim na vida cotidiana, não é diferente no mundo dos negócios. Aqueles que almejam deixar o emprego fixo de lado e investir em um negócio próprio, em geral, visualizam um empreendimento fruto de suas próprias ideias, “à imagem e semelhança do dono”.
Mas, e se surgir a oportunidade de adquirir uma empresa pronta? Um negócio já estabelecido, com paredes pintadas, equipamentos funcionando, funcionários treinados e, principalmente, clientes fiéis. Seria um ‘bom negócio’? Atualmente, é bastante expressivo o número de negócios à venda no Brasil: são pontos comerciais, franquias e empresas de pequeno e médio porte em pleno funcionamento.
As razões são as mais diversas: empreendimentos em dificuldades financeiras devido à atual situação econômica do País, negócios familiares desfeitos, perda do interesse pela área de atividade por parte do empreendedor, entre outras. Os sites de compra e venda de empresas nunca estiveram tão recheados de opções.
Como quase tudo na vida, comprar um negócio pronto ao invés de começar do zero por conta própria tem vantagens e desvantagens. No primeiro caso, o planejamento é bem mais simples, já que é possível identificar na prática as áreas que precisam de mais atenção. No segundo, no entanto, a decisão requer um profundo conhecimento da história do negócio e do motivo da venda.
Prós e contras
Do lado dos pontos positivos, os fornecedores já conhecem a empresa a ser comprada, os funcionários já estão treinados e os equipamentos funcionando regularmente. Além disso, o capital de giro pode ser mais baixo, pois haverá um estoque e, o mais importante, o ponto já terá uma clientela fixa, o que tende a proporcionar um lucro mais rápido.
Já do outro lado, a gestão anterior pode ter deixado hábitos que não condizem com a sua forma de conduzir a equipe, e há o risco de o mercado não ver mais a marca ou o negócio de forma positiva, ou seja, um problema de imagem. Sem contar que as finanças e a lucratividade podem não ser exatamente o que é informado pelos atuais proprietários.
Se, depois de analisados esses e outros aspectos, você concluir que vale a pena fechar a compra do negócio, não dê um passo adiante sem se atentar aos seguintes cuidados:
– A empresa possui dívidas com bancos e impostos não recolhidos? Em caso afirmativo, esse passivo precisa ser quantificado e descontado do valor do negócio.
– Possui processos trabalhistas em andamento? Os funcionários estão registrados corretamente? Em caso de demissões, os funcionários foram pagos corretamente?
– Está no polo passivo de ações judiciais, principalmente em execuções de qualquer natureza?
– A empresa se comprometeu com contratos de longo prazo?
Lembre-se que qualquer ponto que ficar mal amarrado numa transação dessa natureza pode colocar em risco a sustentabilidade do empreendimento e acabar com o seu sonho de se tornar empresário de sucesso.
Por isso, na hora de colocar em prática o espirito empreendedor, é imprescindível avaliar todas as variáveis e, de preferência, procurar um especialista para orientá-lo no investimento. Uma dica é procurar o Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae), especialista em pequenos negócios.
Para saber mais, acesse http://www.sebrae.com.br/
Fontes:
Texto: g1.globo.com
(Por SEBRAE MS)
Foto: Divulgação/Sebrae-MS
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]]>Muitos brasileiros sonham em ser donos do próprio negócio. De acordo com pesquisa recente do instituto Data Popular, 38,5 milhões de brasileiros têm a intenção de empreender. O levantamento diz que 28% dos brasileiros querem ser patrões. Enquanto que, em 2013, eram 23%.
Renato Meirelles, presidente do Data Popular, afirma que o achatamento do salário impulsiona a vontade de ser o dono do próprio negócio.
— Os brasileiros enxergam no empreendedorismo uma iniciativa para garantir mais renda e um bom futuro para a família.
Uma das opções para colocar esse sonho em prática é abrir uma franquia. Segundo o especialista Marcus Rizzo, da Rizzo Franchise (consultoria especializada em estruturação e implantação de redes de franquias), a taxa de mortalidade (falência) das franquias é 3% ao final do primeiro ano, de 8% até o quinto ano e de 9% até o décimo ano.

Números do Sebrae mostram que a taxa de fechamento de pequenos negócios baixou, mas ainda é de 27% (Foto: Getty Images)
Enquanto isso, números do Sebrae mostram que a taxa de fechamento de pequenos negócios baixou, mas ainda é de 27%. Essa diferença tem atraído muitos empreendedores para as franquias, mas especialistas afirmam que o setor não é livre de riscos.
Rizzo diz que muitos novos franqueados acham que investir em uma franquia é a garantia de sucesso imediato e, em muitos casos, há a percepção de que o negócio vai andar sozinho.
— É importante não esquecer que é apenas no dicionário que “sucesso” vem antes de “trabalho”. Subestimar o envolvimento e o trabalho exigido do franqueado no dia a dia do negócio é sempre um erro capital.
Razões para empreender
Para boa parte dos brasileiros que querem abrir próprio negócio, os principais motivos para tomar essa decisão são a possibilidade de ganhar mais, crescer profissionalmente e de não ter chefe.
Os empreendedores devem ter em mente que “não importa o tamanho do negócio, cada franqueado deve se dedicar pessoalmente às vendas para se certificar de que o negócio está realmente acontecendo”, segundo Rizzo.
Fontes:
Texto: noticias.r7.com
(Por Joyce Carla, do R7)/Matéria Original:
http://noticias.r7.com/economia/falencia-de-franquias-e-oito-vezes-menor-do-que-em-negocios-do-varejo-26062015
Foto: Internet
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]]>Trabalhar e ao mesmo tempo dar atenção para os filhos nunca foi tarefa simples. Porém, para quem decide ter o próprio negócio, esse malabarismo entre família e trabalho é um pouco mais complexo.
Por um lado, os empreendedores têm uma vantagem por conta da maior flexibilidade que o cargo de dono proporciona. “A maior vantagem de ter um negócio próprio é a liberdade de fazer seus horários, especialmente se você consegue trabalhar de casa”, explica Lucia Stradiotti, sócia da MOM’SA, empresa de incentivo e capacitação para mães empreendedoras.
Porém, nem tudo são flores. Apesar de não haver um patrão monitorando suas atividades, o empreendedor tem um compromisso com os próprios clientes. “Você precisa ter o olhar de um dono, ou seja, pensar estrategicamente e tomar decisões. Isso requer atenção e atualização constantes em relação às tendências de mercado. Não é por ter um negócio que você terá todo o tempo do mundo”, alerta Maria Alice Alves, gerente do Sebrae de São Paulo.
Outra dificuldade é a de obter um retorno financeiro. “Nós temos que correr atrás de cada cliente. O fluxo de caixa não é como o de um funcionário, que recebe todo mês. Pagamos as contas sem saber se o dinheiro dos próximos contratos irá entrar ou não”, conta Heloisa Motoki, diretora administrativa e financeira da Rede Mulheres Empreendedoras.
“Num negócio, o primeiro destino do dinheiro são os funcionários, depois os impostos. Só então vem o salário do dono. Se você não se planejar para essas contas, terá de recorrer ao banco, o que tornará o valor a pagar ainda maior com o tempo. Quem é empregado nem se preocupa com isso”, lembra Heloisa.
Se a rotina de um empreendedor já é difícil, fica ainda mais quando os filhos entram nessa equação. Para que você saiba como conciliar todas essas exigências, as especialistas separaram três dicas para ter um negócio e, ao mesmo tempo, ser um pai ou uma mãe presente. Veja, a seguir, quais são elas:
1. Tenha um planejamento prévio (mas também não espere demais)
Se você ainda está pensando em abrir um negócio, essa é uma boa hora para organizar as finanças e separar valores para a empreitada profissional e para a familiar. Também é importante estar ciente de que, no início, seu negócio provavelmente vai exigir mais do seu tempo.
“No começo, você não terá muita autonomia, porque o negócio demanda muito nesse momento”, afirma Maria Alice. Depois, a empresa ficará mais consolidada e é possível estabelecer horários mais equiparados.
No entanto, não deixe que o medo da falta de tempo paralise sua ideia. Apesar de o planejamento ser essencial, há pessoas que acabam pensando demais e não tomam a iniciativa, na esperança de que seus filhos tomarão menos tempo mais para frente. Com isso, a empresa pode acabar perdendo a oportunidade de se lançar com o timing certo.
“Atendemos muita gente que tem a ideia de negócio, com tudo pronto, mas não começa porque acredita que não é o momento ideal”, diz Lucia Stradiotti, da MOM’SA. “Saiba que, em todas as fases, os filhos irão demandar atenção. É muito melhor ir ao mercado e ajustar os ponteiros enquanto a empresa está rodando do que ficar esperando”.
2. Monte uma agenda
Trabalhar em casa é uma vantagem pelos horários mais flexíveis. Ao mesmo tempo, quem não organiza um cronograma pode acabar frustrado. “A família tem que entender que existe o horário de trabalho e o horário de relacionamentos. Se você tentar fazer tudo ao mesmo tempo, você não se foca em cuidar do negócio direito e nem dá atenção suficiente aos parentes”, explica Lucia. Por isso, nada de escrever um e-mail importantíssimo enquanto está com o filho no colo, exemplifica a empresária.
Isso é mais comum no caso das mães empreendedoras, diz Heloisa, da Rede Mulheres Empreendedoras. “Ela tem aquela ideia de ser multitarefas, e isso leva à frustração. Tome cuidado: a gente não é mulher-maravilha”.
3. Divida tarefas e aceite ajuda
Lembre-se: cuidar dos filhos é uma responsabilidade tanto do pai quanto da mãe, afirma Heloisa. Para a especialista, ainda é comum que as mulheres acabem ficando com mais tarefas em relação aos pequenos, o que gera sobrecarga e frustração. “Muitas atividades com os filhos recaem sobre elas, e depois vem a culpa de não arranjar tempo. A responsabilidade precisa ser compartilhada, então não faça tudo sozinha”, aconselha.
Caso você não tenha alguém com quem dividir o cuidado dos filhos, aceite que terá de conseguir algum tipo de assistência, seja ela paga (como uma babá) ou não (parentes e amigos), aconselha Lucia. “Essa pessoa pode ficar com o filho enquanto você trabalha, mesmo que você esteja no mesmo ambiente”, explica. Heloisa chama esses contatos já combinados de “anjos da guarda”. “Pense antes no que você fará caso haja alguma emergência com sua criança. Não deixe esse pedido de ajuda para ser feito em cima da hora”, recomenda.
Na mesma linha, delegue tarefas profissionais quando for possível: “Hoje, há tecnologias que ajudam a fazer controles que não requeiram sua presença no negócio, como relatórios financeiros, fechamento de caixa e segurança. Com isso, o empreendedor pode monitorar parte da operação à distância ou então ter uma equipe. Tudo isso ajuda a dar mais flexibilidade no tempo, gerando autonomia”, diz Alice, do Sebrae.
Fontes:
Texto: EXAME.com
(Por Mariana Fonseca, de EXAME.com) Matéria Original:
http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-conciliar-filhos-e-negocio-proprio-sem-enlouquecer
Foto: Thinkstock
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Tadeu: muitos empreendedores nascem na crise (Foto: Divulgação)
Para o consultor Júlio Tadeu Alencar, do Sebrae-SP, quem está em busca de um negócio para chamar de seu tem que se conhecer bem e saber qual é o seu perfil. “Hoje as melhores marcas de franquia também avaliam o perfil dos interessados, porque já tiveram problemas”, diz.
Isso porque, do ponto de vista do franqueador a padronização de produtos e serviços é essencial para a consolidação da marca. Isso envolve toda a gestão do negócio, como os processos de controle, o relacionamento com os fornecedores e, claro, o atendimento ao cliente. Qualquer passo fora pode causar ruídos na identificação entre a unidade e a franqueadora.
Assim, pessoas que gostam de inventar e inovar tendem a se sentir engessadas pelo modelo de franquia. “Afinal, é a marca que decide as vitrines, fachadas, até qual é a publicidade que farão”, diz o consultor.
A franquia é mais fácil de tocar e tem riscos reduzidos? Em geral, sim. Mas não é para todos os perfis. Para não se frustrar com o engessamento a que são submetidas nesses modelos de negócio, pessoas inovadoras podem desenvolver melhor seu potencial ao optar por elaborar um plano de negócios próprio, ainda que com a ajuda de consultores.
“Nas crises sempre tem mais gente procurando oportunidades. Vemos muito microempreendedores nascendo”, diz Tadeu. Aquela moça que faz bolo muito bem, torna-se conhecida e, com muito trabalho e dedicação, começa a fazer festas em seu bairro, lembra. Ou o moço que lava carros e desenvolve um jeito genial de fazer isso sem (ou com pouca) água e vende de porta em porta nos bairros. Assim nascem os Micro Empreendedores Individuais (MEIs), que, bem administradas, tendem a evoluir para o formato de microempresas e assim em diante.
“Se você tem um produto ou serviço próprios, procure ajuda antes de começar”, sugere Tadeu. O público que mais aparece em seu posto de atendimento do Sebrae é de pessoas que já têm empresas, não conseguem crescer e não entendem o motivo. Um caso: um senhor tem uma mercearia, vendeu muito, comprou muito, mas está sem dinheiro em caixa e não entende a razão. O problema é evidente: falta um procedimento de controle de estoque. Uma vez identificado, a solução é simples. “Aí o senhor aprendeu a gerenciar estoque, comprar, estabelecer seus preços de forma mais objetiva”, conta.
O especialista lembra que as micro e pequenas são as empresas que mais empregam no País, e também as que apresentam mais flexibilidade para enfrentar e superar crises. “Os pequenos mudam muito rápido. A farmácia passa a vender skate, a pessoa que vende cupcake passa a fazer bolo”, diz.
Fontes:
Texto: www.dci.com.br
(Por Lucia Freitas) Matéria Original:
http://www.dci.com.br/especial/negocio-proprio-ou-franquia-depende-de-quem-e-o-empreendedor-id500306.html
Foto: Internet
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]]>Antigamente pensar em ter uma franquia de negócios era algo inviável para a maioria dos brasileiros, por conta dos altos investimentos e dos formatos fechados que exigiam muito mais do que a maioria podia oferecer.
Os modelos que eram negociados há cinco ou dez anos atrás eram muito formatados para exigir do futuro franqueado itens como imóvel próprio, infraestrutura mínima, capital alto e uma série de exigências que inviabilizavam a entrada de pequenos e médios interessados. R$ 100 mil, R$ 200 mil e até investimentos de 1 milhão de reais eram predominantes no mercado.
Agora não é mais, pois já surgiram modelos de franquias disponíveis para todos os bolsos e condições. Até mesmo os modelos tradicionais de fast food, serviços e comércio se renderam e ajustaram seus planos para alcançar também aqueles que possuem menos capital, mas que estão dispostos a investir em um negócio próprio.
E a crise parece não atinge o setor. Segundo a Associação Brasileira de Franchising, o mercado cresceu 11,2% no primeiro semestre de 2015, alcançando 13,1% a mais em comparação do mesmo período em 2014.
HOME BASED É A TENDÊNCIA – Segundo matéria veiculada no jornal mineiro O Tempo, o modelo de franquia que está se popularizando é o formato home based, que dispensa uma estrutura física própria e pode ser desenvolvida em um ambiente dentro da casa do franqueado. Com modelos a partir de três mil reais, logo se percebe que os modelos de negócios estão disponíveis para todo tipo de interessado e bolso.
A maioria desses modelos se conceitua na oferta de serviços, suporte online e gerenciamento por sistema integrado na web, modelo mais atrativo que pode ajudar a pessoa que quer ter um negócio próprio ou investir em uma segunda opção de renda e trabalho.
Capital de Giro, garantias do franqueador e plano de negócio são as principais ferramentas do franqueado para tentar ao máximo obter o sucesso do negócio e garantir lucro e o retorno do capital investido.
Para isso, ele deve estar atento ao plano de negócios oferecido pelo franqueador, onde deve constar o máximo de informações possíveis sobre o negócio e sua operação no dia a dia, desde o básico até o mais completo processo que envolve a franquia. Este material deve estar acompanhado pela Circular de Oferta de Franquia, que descreve todos os pontos do negócio que é oferecido ao interessado. Casos de sucesso, riscos e dados do setor são importantes nesta hora também.
E quem quer comprar uma franquia deve ter em mente que não é somente o valor gasto para adquirir que será importante para alcançar o sucesso e resultados. É preciso planejar o custo mensal que um negócio exige como contas de água, luz, internet, contabilidade, impostos, divulgação e funcionários, ou seja, tem que ter capital de giro para manter tudo em dia.
O ideal é que você consiga manter a empresa em dia utilizando uma reserva programada para isso, evitando empréstimos e limites de bancos logo no começo do negócio. Se conseguir colocar dinheiro seu na empresa, mais rápido pode ter o lucro sem precisar devolver aquele dinheiro que tomou emprestado.
A EXPLOSÃO DE MODELOS DE FRANQUIAS
Hoje temos de tudo um pouco no segmento: Limpeza, Faz Tudo, Limpa Ar Condicionado, Reforma e Pintura, Baby Sitter, Confeitaria e Comidas, Food Trucks, Faxina e Diarista, Academias e Fitness, Lavagem Ecológica de Carros, Reparos e reformas, Seguros e Previdência e muitos outros modelos são oferecidos para o interessado. E claro, os modelos tradicionais também estão aí esperando o próximo franqueado.
Fontes:
Texto: br.blastingnews.com
(Por Carlos Rogério da Silva) Matéria Original:
http://br.blastingnews.com/economia/2015/09/franquias-viram-opcao-de-investimento-para-ter-negocio-proprio-00542371.html
Foto: Internet
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]]>É o caso das franquias. Dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising) mostram que o setor cresceu 7,7% em 2014 e a expectativa para 2015 é de um crescimento de cerca de 8%. Só no primeiro trimestre do ano, o mercado de franquias cresceu 9,2% em faturamento e 9,4% em número de unidades franqueadas.
Aqueles que optam por investir em uma franquia acabam se deparando com mais um problema: qual empresa escolher. Existem inúmeras opções de investimentos, setores e tipos de franquias. Para quem é novo na área, às vezes, fale a pena ir atrás de marcas já consolidadas no mercado e que já tem projeções mais definidas de como deve ser o futuro da empresa.
Veja abaixo algumas franquias tradicionais para se investir:
5 à Sec
Investimento inicial: de R$ 380 mil a R$ 525 mil
Taxa de franquia: R$ 50 mil (incluso no investimento inicial)
Capital de instalação: de R$ 330 mil a R$ 470 mil
Capital de giro: de R$ 15 mil a R$ 20 mil
Royalties: 5%
Taxa de propaganda: 2%
Faturamento mensal: de R$ 45 mil a R$ 150 mil
Lucro médio mensal: de 25% a 30%
Retorno em 44 meses
Arezzo
Capital de instalação: de R$ 240 mil a R$ 600 mil
Taxa de franquia: a partir de R$ 50 mil
Capital de giro: de R$ 110 mil a R$ 300 mil
Taxa de publicidade: 4,1% sobre as compras
Royalties: 40%
Faturamento: R$ 190 mil
Retorno de 18 a 36 meses
Big X Picanha
Investimento total: de R$ 200 mil a R$ 600 mil
Faturamento: de R$ 30 mil a R$ 300 mil
Rentabilidade média: de 12% a 20%
Retorno de 24 a 36 meses
Doctor Feet
Investimento inicial: R$ 307 mil
Faturamento bruto médio mensal: R$ 70 mil
Lucro líquido: de 20% a 25%
Taxa de franquia: R$ 62 mil (já incluso no valor de investimento inicial)
Capital de giro: a partir de R$ 30 mil
Royalties: 5%
Taxa de publicidade: 2,5%
Investimento inicial em produtos: a partir de R$ 30 mil
Retorno de 18 a 24 meses
Domino’s Pizza
Investimento: de R$ 460 mil a R$ 800 mil
Faturamento médio mensal: R$ 145 mil
Capital de giro: R$ 20 mil
Taxa de franquia: a partir de R$ 60 mil
Taxa de publicidade: 4%
Royalties: 6%
Margem de lucro médio: 15%
Retorno em 36 meses
Fisk
Investimento inicial: a partir de R$ 73,5 mil
Capital de giro: de R$ 10 mil a R$ 80 mil
Taxa de franquia: não cobra
Royalties: não cobra
Taxa de publicidade: não cobra
Lucro líquido: em média 30% do valor da receita
Retorno de 12 a 24 meses
Griletto
Taxa de franquia: R$ 45 mil
Montagem: R$ 340 mil
Capital de giro e estoque inicial: R$ 25 mil
Royalties: 4%
Taxa de propaganda: 1,5%
Faturamento bruto: R$ 120 mil
Resultado operacional: de 12% a 15% do faturamento
Retorno em 36 meses
Habib’s
Investimento total: de R$ 800 mil a R$ 1,8 milhão
Taxa de franquia: R$ 110 mil
Royalties: 5%
Taxa de publicidade: 4%
Retorno de 32 a 48 meses
Lilica & Tigor
Investimento total: R$ 310 mil
Taxa de Franquia: R$ 40 mil
Reforma e instalações: R$ 250 mil
Projeto arquitetônico: R$ 10 mil
Marketing de inauguração: R$ 10 mil
Estoque inicial: R$ 130 mil
Multicoisas
Investimento total: de R$ 590,5 mil a R$ 650,5 mil
Capital de giro: R$ 70 mil
Taxa de franquia: R$ 60 mil
Capital para instalação: de R4 460,5 mil a R$ 520,5 mil
Royalties: 5%
Taxa de propaganda: 1%
Faturamento médio mensal: R$ 185 mil
Retorno de 48 a 60 meses
PBF
Investimento inicial: a partir de R$ 35 mil
Capital de giro: de R4 10 mil a R$ 50 mil
Taxa de franquia: não cobra
Royalties: não cobra
Taxa de publicidade: não cobra
Retorno de 12 a 24 meses
Puket
Investimento total: R$ 350 mil
Taxa de franquia: R$ 48 mil
Royalties: 1,5%
Taxa de publicidade: 2,5%
Rei do Mate
Investimento total: de R$ 250 mil a R$ 400 mil
Taxa de franquia: de R$ 20 mil a R$ 29,5 mil
Taxa de adesão ao fundo de promoção: R$ 1 mill
Projeto arquitetônico e complementares: R$ 15 mil
Montagem: a partir de R$ 140 mil
Despesas pré-operacionais: a partir de R$ 32 mil
Marketing de inauguração: R$ 10 mil
Capital de giro: R$ 20 mil
Treinamentos: a partir de R$ 2.500
Subway
Investimento total: de R$ 312,5 mil a R$ 555 mil
Capital de giro: de R$ 20 mil a R$ 30 mil
Taxa de franquia: R$ 12,5 mil a R$ 25 mil
Capital para instalação: de R$ 280 mil a R$ 500 mil
Royalties: 8%
Taxa de propaganda: 4,5%
Faturamento médio mensal: R$ 80 mil
Retorno de 24 a 36 meses
Spoleto
Investimento: de R$ 400 mil a R$ 550 mil
Taxa de franquia: R$ 60 mil
Faturamento médio mensal : R$ 105 mil
Taxa de publicidade: 4%
Royalties: 6%
Margem de lucro médio: 15%
Retorno de 30 a 36 meses
Tip Top
Investimento total: de R$ 415 mil a R$ 1,5 milhão
Taxa de franquia: de R$ 45 mil a R$ 60 mil
Royalties: 30% sobre as compras de vestuário e de 4% a 6% sobre o faturamento dos itens de puericultura
Taxa de propaganda: 4% sobre as compras ou 1,5% sobre o faturamento
Capital para instalação: de R4 282 mil a R$ 810 mil
Faturamento: de R$ 80 mil a R$ 250 mil
Retorno de 36 a 40 meses
Vivenda do Camarão
Taxa de franquia: R$ 47 mil
Capital para instalação: de R$ 403 mil a R$ 545 mil
Investimento total: de R$ 480 mil a R$ 627 mil (valor inclui estoque inicial, taxa de franquia, capital para instalação e capital de giro)
Royalties: não cobra
Retorno de 24 a 36 meses
Fonte: infomoney.com.br
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