A falta de organização na parte financeira é um dos fatores que mais prejudicam o crescimento das pequenas e médias empresas. Entretanto, existe uma ferramenta administrativa simples para a solução desse problema: o fluxo de caixa. Ele é o que documenta todas as movimentações financeiras de uma empresa — em outras palavras, pode-se entender que é o registro das entradas e saídas de dinheiro.
A principal característica dessa ferramenta está em disponibilizar para os gestores uma visão panorâmica das finanças da empresa, o que serve de base para um processo decisório mais assertivo.
A importância do fluxo de caixa nas empresas
Depois de montado o fluxo de caixa, é possível extrair relatórios que vão servir de base para a administração da empresa, seja qual for o prisma que se deseje avaliar. Isso quer dizer que através do fluxo de caixa o gestor pode compreender melhor a alocação de recursos, entender quais atividades demandam mais capital, identificar gargalos financeiros e saber quais as fontes de receita mais importantes, dentre outras informações.
Além de todos esses dados, o fluxo de caixa garante ao administrador maior controle das atividades. Nesse enfoque, é possível perceber que o acompanhamento periódico da ferramenta permite a correção de eventuais desvios em tempo adequado.
Por fim, cabe ao administrador saber qual a situação financeira da empresa em cada momento de sua vida. Para isso, deve-se dispor de um fluxo de caixa atualizado, que mostre de forma bem estruturada o real cenário da organização, aspecto de especial importância para a tomada de decisão. É perceptível, portanto, a importância do fluxo de caixa para as finanças corporativas.
Na prática: veja um exemplo de fluxo de caixa
Para facilitar o entendimento do conceito e da importância do fluxo de caixa, vamos analisar o seguinte exemplo, começando pelas entradas de recursos (receitas):
• Receita de vendas: R$ 15.000
Agora, vamos exemplificar o registro das saídas (despesas):
• Despesas administrativas: R$ 2.000
• Despesas com pessoal: R$ 5.000
• Compra de insumos: R$ 2.000
De posse dos registros feitos, o gestor pode entender melhor a situação de sua empresa e extrair informações gerenciais de grande valor.
Analisando os dados do exemplo, percebe-se que a situação líquida da empresa é positiva, já que o fluxo de entrada de recursos é maior que o de saída em R$ 6.000. Além disso, o administrador pode entender que há caixa disponível para investimentos na capacidade produtiva e, por outro lado, observa-se excesso nas despesas administrativas — e essa é uma conta que poderia ser reduzida.
Muitas informações valiosas podem ser extraídas do fluxo de caixa e cabe ao gestor estudar os dados mediante as particularidades da empresa.
Aposte em um software de gerenciamento de fluxo de caixa
A utilização do fluxo de caixa é uma forma simples de resolver os desafios do setor financeiro de uma empresa. Contudo, abastecer os registros, categorizar os dados e produzir relatórios consistentes de variados prazos pode ser uma tarefa um tanto quanto desmotivante para os usuários.
Para solucionar a questão, vale a pena empregar um software de gerenciamento no seu negócio para facilitar as operações financeiras, resultando em relatórios mais bem elaborados e com menos chance de erros. Nesse sentido, um bom software de gerenciamento resolverá essa situação, pois proporciona:
• Controle de receitas e despesas;
• Previsão de fluxo de caixa;
• Programação de pagamentos e recebimentos;
• Acompanhamento de contas e muito mais.
Além disso, com versões desktop, em rede e na nuvem, você pode acessá-lo de qualquer dispositivo.
Como você faz o fluxo de caixa na sua pequena empresa? Ainda tem dúvidas sobre investir ou não em um software para facilitar o seu trabalho? Conheça o JFinanças e veja como ele pode ajudar a organizar suas entradas e saídas de capital.
Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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]]>Os negócios de micro e pequeno porte correspondem a 95% do total de empresas brasileiras, empregam 52% da população que tem carteira assinada e respondem por 27% do PIB nacional. Toda essa força passa a ser mais conhecida com o Movimento Compre do Pequeno Negócio, lançado no dia 5 de agosto pelo Sebrae.
“É a primeira vez que fazemos um movimento para a sociedade, para que as pessoas percebam que, ao comprar do pequeno, estão melhorando sua cidade, gerando empregos e ajudando a economia”, diz Luiz Barretto, presidente do Sebrae. Campanhas nas redes sociais e na mídia estimularão o engajamento da população. “Pretendemos criar um valor de cidadania. A ideia é que a sociedade abrace esse projeto e que conquistemos o apoio de vários setores.”
Entre os primeiros apoiadores do movimento estão a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) e a ABF (Associação Brasileira de Franchising).
O segmento de bares e restaurantes soma 1 milhão de empresas, a maioria delas no time dos pequenos. “Nós empregamos 6 milhões de pessoas”, diz Paulo Solmucci, presidente da Abrasel.
Responsável por mais de 1 milhão de vagas diretas em 37% dos municípios brasileiros, o setor de franquias acredita na capacitação do empresariado e na redução de custos como formas de continuar crescendo, segundo Maria Cristina Franco, presidente da ABF: “Nosso faturamento aumentou mais de 11% no primeiro semestre de 2015”.
Vantagens para o consumidor
Para o Sebrae, há bons motivos para que a população concentre seu consumo nos pequenos negócios. O primeiro deles é a proximidade de casa ou do trabalho, o que evita perda de tempo com deslocamentos. Como consequência, o dinheiro fica no bairro e pode ser reinvestido em melhores instalações. Outro argumento está na geração de empregos, como lembra Barretto: “É muito comum que os jovens consigam seu primeiro emprego em estabelecimentos pequenos”.
Por estarem disseminados pelo Brasil, os pequenos negócios fortalecem a economia nacional e beneficiam toda a sociedade, já que podem se adaptar mais rapidamente a mudanças de rumo, principalmente em tempos de crise.
A data oficial do movimento será em dois meses. “É claro que todo dia é dia de comprar do pequeno negócio, mas nós queremos transformar o 5 de outubro em uma data especial, assim como existem o Dia Nacional de Luta contra o Câncer de Mama e o Dia dos Pais, por exemplo”, afirma Barretto.
Mutirão de capacitação
A fim de que os donos de pequenos negócios estejam bem preparados para receber o público no dia 5 de outubro, na semana de 21 a 26 de setembro o Sebrae vai promover uma espécie de mutirão de capacitação, com pontos de atendimento móveis, palestras, cursos presenciais e a distância, clínicas tecnológicas, consultorias e seminários.
“Planejamos fazer 300 mil atendimentos nesse período, de norte a sul do Brasil”, diz Barretto, que contará com ações comandadas também pelo Sebrae nos estados. Toda essa capacitação, explica o presidente, visa fortalecer o empresário e prepará-lo para gerir seu negócio com mais eficiência.
Fontes:
Texto: revistapegn.globo.com
(Cristiane Teixeira) Matéria Original:
http://revistapegn.globo.com/Empreender/noticia/2015/08/movimento-valoriza-forca-dos-pequenos-negocios.html
Foto: Reprodução/Sebrae
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