SÃO PAULO (Reuters) – Economistas de instituições financeiras voltaram a ver expansão de 1 por cento da economia brasileira em 2017, uma alta ante previsão de 0,98 por cento no levantamento anterior, e melhoraram também a expectativa para 2018, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta terça-feira.
A estimativa de 1 por cento para a expansão do Produto Interno Bruto em 2017 não era vista desde novembro de 2016.
Para 2018, a melhora foi de 0,02 ponto percentual, a 2,70 por cento.
Já para a inflação não houve mudanças nas contas, e a alta do IPCA em 2017 continuou sendo calculada em 2,78 por cento e, para 2018, em 3,96 por cento.
A meta de inflação para 2017 e 2018 é de 4,5 por cento pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
Com a fraqueza da inflação e as sinalizações do BC de que deve continuar reduzindo a taxa básica de juros no início deste ano, a expectativa é de que a Selic termine 2018 a 6,75 por cento, após fechar o ano passado na mínima histórica de 7 por cento.
Já o grupo de economistas que mais acerta as previsões, o Top-5, continua vendo a taxa básica de juros a 6,5 por cento no final deste ano.
Fontes:
Texto: Reuters
(Por Camila Moreira)
Foto: Divulgação
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SÃO PAULO (Reuters) – A perspectiva para o crescimento da economia em 2017 na pesquisa Focus do Banco Central melhorou depois que o país avançou mais que o esperado no segundo trimestre, houve novas reduções nas projeções para a inflação e expectativa de manutenção do ritmo de corte da Selic nesta semana.
Os economistas consultados na pesquisa divulgada nesta segunda-feira passaram a ver crescimento do Produto Interno Bruto este ano de 0,50 por cento, ante 0,39 por cento anteriormente. Para 2018, a conta continua sendo de expansão de dois por cento.
Na sexta-feira, o IBGE informou que o PIB do segundo trimestre cresceu 0,2 por cento em relação ao primeiro, resultado acima do esperado e que levou a revisões para a expansão deste ano.
Para a inflação, a conta no Focus para a alta do IPCA em 2017 foi reduzida em 0,07 ponto percentual, a 3,38 por cento. Para 2018, a redução foi de 0,02 ponto, para 4,18 por cento. A meta oficial de inflação é de 4,5 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual, tanto para 2017 quanto para 2018.
A fraqueza da inflação favorece o afrouxamento monetário. O BC se reúne nas próximas terça e quarta-feiras para decidir sobre a política monetária, e a expectativa no Focus é de novo corte de 1 ponto percentual. A taxa está atualmente em 9,25 por cento, após duas reduções de 0,25 ponto, duas de 0,75 ponto e três de 1 ponto.
Para o final deste ano e do próximo, permanecem as expectativas de Selic a 7,25 e 7,50 por cento, respectivamente. Já o grupo que mais acerta as previsões, o Top-5, continua vendo a taxa básica de juros em 7 por cento em ambos os anos.
Fontes:
Texto: Reuters
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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RIO DE JANEIRO / SÃO PAULO, 1 Set (Reuters) – O Brasil cresceu mais do que o esperado no segundo trimestre diante da recuperação do consumo das famílias em meio ao cenário de inflação e juros em queda, mas os investimentos produtivos continuaram caindo, evidenciando que a recuperação da atividade será gradual.
O Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 0,2 por cento entre abril e junho passados sobre os três meses anteriores, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.
A boa surpresa também veio na comparação com o segundo trimestre de 2016, com o PIB crescendo 0,3 por cento, o primeiro resultado anual positivo desde o primeiro trimestre de 2014 (+3,5 por cento).
Pesquisa da Reuters apontava que a economia cresceria 0,1 por cento entre abril e junho na comparação com o trimestre anterior e ficaria estagnada sobre o segundo trimestre de 2016.
“Acho que não dá para chamar de recuperação do PIB, mas claramente estamos num ciclo ascendente da economia”, afirmou a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.
No primeiro trimestre deste ano, o Brasil havia crescido 1 por cento sobre o período imediatamente anterior, interrompendo dois anos seguidos de recessão devido à forte expansão do setor agropecuário, mas com os investimentos produtivos ainda em queda.
Entre abril e junho passado, o consumo das famílias mostrou expansão de 1,4 por cento sobre o trimestre anterior, primeiro crescimento após nove trimestres e movimento que pode sugerir que a recuperação econômica continua nos trilhos. Sobre o mesmo período de 2016, o consumo cresceu 0,7 por cento, ainda segundo o IBGE.
Inflação em queda livre, juros básicos cada vez menores, maior massa salarial e liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) explicam essa recuperação, movimento que ainda deve continuar nos próximos meses. O Banco Central, desde outubro passado, já reduziu a Selic em 5 pontos percentuais, a 9,25 por cento, e já há expectativas de que a taxa vá abaixo de 6 por cento.
Beneficiado por esse consumo mais forte, o setor de serviços também foi destaque positivo, com expansão de 0,6 por cento na comparação com o trimestre imediatamente anterior, mas na variação anual, mostrou queda de 0,3 por cento.
“Quem mais puxou o setor de serviços foi o comércio graças ao melhor consumo das famílias, com queda na inflação e algum avanço na renda”, acrescentou Rebeca. Só o comércio mostrou expansão de 1,9 por cento na margem.
O IBGE informou ainda que, no trimestre passado, o consumo do governo recuou 0,9 por cento, em meio à crise fiscal.
O investimento continuou em contração no trimestre passado, sinal de que o crescimento deve ser gradual daqui para frente diante do forte endividamento e excesso de capacidade das empresas.
Segundo o IBGE, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) recuou 0,7 por cento na comparação com janeiro a março e despencou 6,5 por cento sobre um ano antes. O segmento da construção civil foi o mais afetado, com contração de 2 por cento sobre o primeiro trimestre.
Com isso, a taxa de investimento no trimestre passado ficou em 15,5 por cento do PIB, abaixo do observado no mesmo período do ano anterior (16,7 por cento), segundo o IBGE.
“O cenário de incerteza e desconfiança na economia também explica a queda na FBCF. Tem ainda o efeito negativo do investimento público que está contingenciado por conta da crise fiscal”, afirmou a coordenadora do IBGE.
A indústria continuou sofrendo, com queda de 0,5 por cento na margem, enquanto a agropecuária ficou estagnada após crescer fortemente no primeiro trimestre.
“Houve certa frustração com o ritmo de melhora dos investimentos, o impulso mais significativo deve ocorrer apenas em meados de 2018”, afirmou o economista do banco Santander, Rodolfo Margato, para quem o PIB crescerá 0,5 por cento neste ano e 2,5 por cento em 2018.
“A nosso ver é justamente o desempenho dos investimentos em 2018 que vai dizer se a gente vai crescer 1,5 ou 3 por cento no ano que vem”, acrescentou.
Reportagem adicional de Bruno Federowski; Edição de Camila Moreira
Fontes:
Texto: Reuters
(Por Rodrigo Viga Gaier e Patrícia Duarte)
Foto: Divulgação
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RIO DE JANEIRO/ SÃO PAULO (Reuters) – Por Rodrigo Viga Gaier e Patrícia Duarte.
A economia brasileira aprofundou a crise e encolheu mais do que o esperado no último trimestre de 2016, com forte retração dos investimentos, marcando a recessão mais longa do Brasil ao fechar o ano com queda de 3,6 por cento.
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil encolheu 0,9 por cento no quarto trimestre sobre os três meses anteriores, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira, oitavo trimestre seguido de perdas. No terceiro trimestre, com a mesma base de comparação, a queda havia sido de 0,7 por cento.
Sobre o quarto trimestre de 2015, o PIB despencou 2,5 por cento. Em 2015, a economia havia caído 3,8 por cento.
Pesquisa da Reuters apontava que o Brasil teria queda de 0,6 por cento entre outubro e dezembro na comparação com o trimestre anterior e de 3,5 por cento em 2016 fechado.
Segundo o IBGE, de longe a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), uma medida de investimento, foi a que mais sofreu. Em 2016, marcou contração de 10,2 por cento e, no último trimestre, queda de 1,6 por cento sobre o período anterior. O consumo das famílias também foi bastante afetado, em meio ao desemprego cada vez maior, com contrações de 4,2 e 0,6 por cento, respectivamente.
A indústria também encolheu no ano passado (-3,8 por cento) e no trimestre passado (-0,7 por cento), o mesmo comportamento do setor de serviços. (-2,7 por cento e -0,8 por cento, respectivamente).
O setor agropecuário teve expansão de 1 por cento na comparação trimestral, segundo o IBGE, mas fechou o ano passado com forte retração de 6,6 por cento.
Apesar dos dados ruins, alguns indicadores econômicos têm mostrado que a atividade já começou a dar sinais de recuperação, ainda que de maneira tímida. Entre eles, estão a melhora da confiança dos agentes econômicos.
A perda de força da inflação também vai ajudar neste cenário, uma vez que o Banco Central já iniciou processo de redução dos juros básicos, em outubro passado, o que tende a baratear o crédito e estimular o consumo.
De lá para cá, o BC cortou a Selic a 12,25 por cento, ante 14,25 por cento, e as expectativas gerais são de que vai continuar nessa toada e levá-la ao patamar de 9 por cento ainda neste ano, o menor desde 2013.
A economia sentiu sobretudo o baque do desarranjo das contas públicas, o que levou a atual equipe econômica a adotar medidas ortodoxas, como limitar o crescimento do gasto público pelos próximos 20 anos.
Fontes:
Texto: Reuters
(Por Rodrigo Viga Gaier e Patrícia Duarte)
Foto: Divulgação
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]]>O levantamento, que ouve uma centena de economistas de instituições financeiras toda a semana, mostrou que, pela mediana das estimativas, o IPCA fechará este ano com alta de 6,40 por cento –dentro da meta oficial, de 4,5 por cento com margem de tolerância de 2 pontos percentuais–, abaixo dos 6,49 por cento esperados até então.
Para 2017, as contas passaram a 4,85 por cento, sobre 4,90 por cento da semana anterior, aproximando-se ainda mais do centro do objetivo, de 4,5 por cento, mas com banda de 1,5 ponto.
O cenário de inflação menor vem em meio ao de forte recessão do país, que levou a novas pioras nas expectativas para o Produto Interno Bruto (PIB) no Focus. Para 2016, espera-se queda de 3,49 por cento, sobre 3,48 por cento, enquanto que para 2017, a alta recuou a 0,50 por cento, sobre 0,58 por cento.
O IPCA-15, prévia da inflação oficial e divulgado na semana passada, subiu menos do que o esperado em dezembro e fechou o ano muito próximo da meta do governo, o que levou a alguns especialistas a não descartarem que o BC pode acelerar ainda mais o passo e reduzir a Selic em 0,75 ponto em janeiro. Por enquanto, as apostas majoritárias são de corte de 0,5 ponto, já maior do que as duas reduções de 0,25 ponto feitas até agora.
Na semana passada, o BC passou a ver inflação dentro da meta neste ano, ao mesmo tempo em que piorou sua projeção de crescimento econômico tanto em 2016 quanto em 2017, reiterando que o ritmo de desinflação nas suas projeções pode se intensificar diante da retomada mais lenta na atividade, mantendo aberto o espaço para corte maior nos juros.
A Selic está em 13,25 por cento ao ano. No Focus, pela mediana das projeções, a taxa básica de juros fechará 2017 a 10,50 por cento. Mas, pelo Top 5 –instituições que mais acertam as estimativas–, o BC será mais agressivo e levará a Selic a 10 por cento no período.
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Texto: Reuters
(Por Patrícia Duarte; Edição de Eduardo Simões)
Foto: Internet
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]]>O levantamento com uma centena de economistas divulgado nesta segunda-feira mostrou que a projeção para a alta do IPCA em 2016 caiu em 0,03 ponto percentual e agora é de 7,43 por cento, ainda muito acima do teto da meta, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos.
Para 2017 a estimativa da inflação continuou pela sexta vez em 6 por cento, permanecendo no limite máximo do governo, de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual.
Ainda que os níveis de inflação permaneçam em níveis elevados, a pesquisa não mostrou mudanças nas expectativas para a taxa básica de juros, que continuam apontando Selic a 14,25 por cento no fim deste ano e a 12,50 por cento em 2017.
Para o dólar, a projeção para o final deste ano caiu a 4,20 reais, sobre 4,25 reais antes. Para 2017 também recuou a 4,30 reais, contra 4,34 reais no levantamento anterior.
Já as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2016 mantiveram a trajetória de deterioração, com contração agora estimada em 3,60 por cento, ante queda na pesquisa anterior de 3,54 por cento. Para o ano que vem o crescimento esperado agora é de apenas 0,44 por cento, sobre 0,50 por cento antes.
Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Camila Moreira)
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]]>De acordo com o levantamento junto a uma centena de economistas, a projeção para a dívida líquida do setor público em 2016 subiu em 0,3 ponto percentual, a 41,05 por cento do PIB, enquanto para 2017, o aumento foi de 1,2 ponto, a 45,2 por cento do PIB.
A semana passada foi recheada de eventos econômicos e políticos. Na sexta-feira, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi alvo da nova etapa da operação Lava Jato, aproximando ainda mais a investigação do atual governo. Na véspera, notícia sobre delação premiada do ex-líder do governo no Senado Delcídio do Amaral (PT-MS) já animara os favoráveis ao impeachment.
Também na quinta-feira foi divulgado o número oficial do tombo da economia brasileira em 2015, de 3,8 por cento, o pior resultado desde 1990. Antes disso, o BC deixou a taxa básica de juros em 14,25 por cento ao ano, sugerindo que não deve cortar a Selic tão cedo.
Entretanto, os especialistas consultados no Focus podem ainda não ter incorporado esses resultados em suas projeções.
O ajuste no Focus mostrou a estimativa para a inflação este ano a 7,59 por cento, contra 7,57 por cento antes, bem acima do teto da meta para este ano, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos. Para o ano que vem permanece pela quarta semana seguida a expectativa de que o IPCA subirá 6 por cento, exatamente no limite máximo estabelecido pelo governo, de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
Em relação à Selic, também não houve mudança na projeção de que a taxa terminará este ano a 14,25 por cento e 2017 a 12,50 por cento.
Em relação à economia, a mediana das projeções no Focus para Produto Interno Bruto (PIB) de 2016 agora é de contração de 3,50 por cento, ante queda de 3,45 por cento na pesquisa anterior. Para 2017 a estimativa de crescimento permaneceu em 0,50 por cento.
Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Camila Moreira)
Foto: Divulgação
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]]>A perspectiva para a alta do IPCA este ano caiu em 0,05 ponto percentual, para 7,57 por cento, mas permanece bem acima do teto da meta para este ano, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos.
Para 2017, a pesquisa com uma centena de economistas segue mostrando projeção de inflação de 6 por cento, exatamente no limite máximo estabelecido pelo governo, de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
Apesar da forte recessão econômica, o BC tem deixado claro que não há espaço para cortar a Selic diante do atual quadro inflacionário.
O Focus desta segunda-feira confirmou a expectativa de manutenção da Selic nos atuais 14,25 por cento na reunião desta semana do Comitê de Política Monetária (Copom), terminando o ano no mesmo patamar.
Já para 2017 a projeção para a Selic foi ajustada a 12,50 por cento, ante 12,63 por cento na pesquisa anterior.
Por sua vez, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2016 piorou. A mediana das estimativas agora é de contração de 3,45 por cento, ante queda de 3,40 por cento anteriormente. Para 2017, a previsão de crescimento permaneceu em 0,50 por cento.
Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Camila Moreira)
Foto: Divulgação
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]]>O levantamento semanal com uma centena de economistas apontou que a projeção agora é de contração do Produto Interno Bruto (PIB) este ano de 3,40 por cento, ante queda de 3,33 por cento na pesquisa anterior.
Para 2017 a estimativa de crescimento diminuiu pela quinta semana seguida, e agora é de apenas 0,50 por cento, sobre 0,59 por cento no levantamento anterior.
Já a perspectiva para a inflação este ano foi ajustada a 7,62 por cento, 0,01 ponto percentual a mais, bem acima do teto da meta de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos.
Para 2017 as contas para a alta do IPCA permaneceram em 6 por cento, exatamente no limite máximo estabelecido pelo governo, de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
O Top-5, entretanto, com as instituições que mais acertam as projeções, já vê a inflação superando a meta em 2017, com a mediana das projeções de médio prazo calculando a alta do IPCA em 6,50 por cento.
Em relação à política monetária, a mediana das projeções para a Selic neste ano foi mantida em 14,25 por cento ao ano, mas para 2017 caiu a 12,63 por cento, contra 12,75 por cento antes.
Na semana passada, declarações de membros do Banco Central, incluindo o presidente Alexandre Tombini, indicaram que a autoridade monetária deve manter a taxa básica de juros no atual patamar para conter a inflação.
Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Camila Moreira)
Foto: Divulgação
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]]>O levantamento semanal com uma centena de economistas divulgado nesta segunda-feira mostrou que as projeções para a Selic no final de 2016 foram mantidas em 14,25 por cento ao ano.
O BC já sinalizou que não deve mexer tão cedo na taxa básica de juros diante da fragilidade econômica do país, mas o cenário para a inflação continua em deterioração.
A projeção para a alta do IPCA este ano voltou a piorar, pela sétima vez seguida, chegando a 7,61 por cento contra 7,56 por cento anteriormente, reforçando a perspectiva de novo estouro da meta, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos, depois de isso já ter acontecido em 2015.
Para o ano que vem permanece a previsão de inflação de 6 por cento, exatamente no teto da meta, que seguirá em 4,5 por cento mas com uma margem menor, de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2016, a mediana das projeções no Focus agora é de contração de 3,33 por cento, ante queda de 3,21 por cento na pesquisa anterior. Para 2017 a estimativa de crescimento agora é de apenas 0,59 por cento, 0,01 ponto percentual a menos.
Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Camila Moreira)
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