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O planejamento estratégico é uma das ferramentas mais importantes para começar um negócio, pois dá ao empreendedor uma visão real do que pode ser feito, ou, até mesmo, se o negócio poderá sair do papel. “Uma das especificações mais importantes são os recursos, afinal é preciso investir para começar e ter segurança nos primeiros meses, levando em conta todos os pontos da logística”, conta Carol Farina, especialista em liderança empreendedora feminina e analista comportamental. Aqui vão algumas perguntas básicas sobre o planejamento dos recursos: |
| 1. Local: preciso de um escritório, loja, consultório? Posso trabalhar home office?
2. Equipamentos: o que preciso pro meu negócio funcionar? Aqui preciso colocar TUDO que é necessário ter no meu espaço. 3. Pessoas: precisa de funcionários? Serão CLT ou pode contratar prestador de serviço? Estagiário? 4. Know-how: o que precisa saber pra começar o negócio? O que precisa saber pra crescer, que cursos precisa fazer para se especializar? 5. Transporte: precisa de carro? Como entregará os produtos? Como irá para o trabalho? Como visitará os clientes? 6. Telefone: precisa de telefone fixo? Quantos? 7. Computador: os funcionários precisam cada um de um equipamento? 8. Internet: Se vou vender online ou apenas divulgar através das mídias, quanta velocidade é necessária pro o negócio? “Também é importante ter um plano B, pois se algo falhar, a empresa não pode parar de funcionar”, relata Carolina. “Se receber pedidos pelo telefone e ele parar de funcionar, quais são as alternativas para que a produtividade não seja afetada?” ou “se funcionários faltarem, como produzirá?”, essas perguntas também precisam aparecer no planejamento, para que o empreendedor esteja bem preparado. “Um bom planejamento estratégico é aquele que cobre todas as possibilidades, além do esperado, como situações de urgência”, finaliza a especialista. Serviço: Carolina Farina Especialista em Liderança Empreendedora Feminina, Coach Pessoal e de Negócios, Palestrante, Analista Comportamental, Thetahealer e Hipnóloga. (41) 98854-6483 falecom@carolinafarina.com.br carolinafarina.com.br https://www.facebook.com/carolfarina.oficial https://www.instagram.com/carolfarina.oficial https://www.linkedin.com/in/carol-farina-b93679157/ https://www.youtube.com/channel/UCavVcEVh6WdYaivepfP3OOg?view_as=subscriber Rua Dr. Correa Coelho, 741 – Bairro Jardim Botânico, 80210-350 – Curitiba |
Fontes:
Texto: Toda Comunicação
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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Entenda como fazer um planejamento estratégico e aumentar as possibilidades.
Toda empresa, seja ela micro, média ou grande, precisa de planejamento para decolar. Ao colocar seu plano no papel, é possível visualizar se o investimento é realmente viável, quais recursos serão necessários e se você tem o tempo necessário para fazer tudo funcionar.
“Para que o negócio dê certo, o principal é planejar estrategicamente e partir disso”, conta Carolina Farina, especialista em liderança empreendedora feminina. Até mesmo depois do negócio já ter estreado, ainda dá tempo de fazer o planejamento para não perder a linha.

Mas o que é preciso colocar nesse planejamento e como usá-lo posteriormente? A especialista dá dicas sobre o que você precisa saber:
Todos esses itens são indispensáveis no planejamento, e lhe darão uma visão ampla do negócio, mesmo que acabe descobrindo não ser possível colocá-lo em prática no momento, assim evita sair no prejuízo.
“O planejamento só traz benefícios ao empreendedor, quanto mais conhecimento você tiver, melhor se sairá no mundo dos negócios”, finaliza Carolina.
Serviço: Carolina Farina
Especialista em Liderança Empreendedora Feminina, Coach Pessoal e de Negócios, Palestrante, Analista Comportamental, Thetahealer e Hipnóloga.
(41) 98854-6483
falecom@carolinafarina.com.br
carolinafarina.com.br
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Rua Dr. Correa Coelho, 741 – Bairro Jardim Botânico, 80210-350 – Curitiba
Fontes:
Texto: Toda Comunicação
(Por Verônica Pacheco)
Foto: Divulgação
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Para Flávio Ítavo, 30 anos de expertise em Turnaround, o primeiro passo para construir um plano estratégico é ter objetivos claros. Confira algumas dicas para iniciar o processo de forma assertiva e ter um 2018 ainda mais produtivo.
Fonte: Flávio Ítavo
“Para construir um planejamento estratégico eficaz, o primeiro passo é o estabelecimento de objetivos”. A frase é de Flávio Ítavo, especialista em Turnaround e que já recuperou mais de 15 empresas. “Ao longo do tempo, por experiência própria e por ter visto muitas vezes nas empresas onde atuei, entendi que o ato de estabelecer objetivos e metas não é fácil. Infelizmente, muitos dos planos colocados no papel estão condenados à não execução, por falhas no estabelecimento dos objetivos”. Para Flávio, há três fatores essenciais na hora de estabelecer objetivos:
1.Um objetivo precisa ser, antes de tudo, convincente. Sendo ele fácil ou difícil, o ponto chave é acreditar e conseguir convencer aqueles que estarão ao seu lado na execução: “quando começo um turnaround, não é fácil convencer a todos de que a coisa vai funcionar. Mas só podemos começar a trabalhar quando há certeza da explicação e do direcionamento para todos os que vão participar”
2.Um objetivo precisa ser motivador. “Não dá para pedir para uma equipe ir para a guerra sem uma motivação. Melhor mesmo é ter várias”. Flávio lembra que o dinheiro é um dos motivadores que não falha, mas experiência, defesa do trabalho, valorização da equipe, bom clima e o desafio ao poder de reversão das expectativas também são motivadores poderosos.
3.Um objetivo precisa ser alcançável e numericamente viável, dentro do conjunto de recursos que vai ser disponibilizado. “Um dos erros mais comuns, quase banal mesmo, é estabelecer objetivos de vendas crescentes sem fazer as contas do capital de giro necessário para o crescimento”, explica Flávio, que segue: “depois, o gestor descobre que tem objetivos e demanda para alcançar os objetivos, mas não tem mais linha de crédito para a compra de matéria prima. Neste momento começa a longa discussão entre o gestor e o board, sobre quem é o responsável pela falha. Este erro é clássico, recorrente e muito popular”.
Além desses 3 itens primordiais, Flávio cita outros que não são essenciais, mas podem ajudar e muito na hora de elencar objetivos mais assertivos:
Saiba mais:
Flávio Ítavo | flavioitavo.com.br | flavio_itavo@uol.com.br
Mais informações
Clozel Comunicação | Katiuscia Zanatta – katiuscia.zanatta@clozel.com.br | 2594-7891 | 99497-8523
Fontes:
Texto: Clozel Comunicação
(Por Katiuscia Zanatta)
Foto: Internet
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Engana-se quem pensa que o planejamento estratégico de uma empresavale apenas para o seu pontapé inicial. Seja para crescer, expandir seu mercado ou até mesmo para sair de uma crise financeira, não importa o objetivo, essa ferramenta é de grande utilidade para o gestor. O problema é que nem todos sabem como utilizá-la.
Neste artigo, você vai ver:
Planejamento estratégico é uma ferramenta relacionada à administração de empresas, que consiste na definição de uma série de ações para alcançar um objetivo pré-estabelecido. Quando bem elaborada, sua utilização garante ao gestor subsídios de grande importância para a tomada de decisão no negócio.
Não é surpresa para nenhum empreendedor, ou não deveria ser, ouvir falar sobre a relevância de planejar. Desde a fase embrionária da empresa, quando elabora um plano de negócio, ele está em contato com instrumentos que buscam prepará-lo adequadamente para o que vem pela frente.
Depois que a ideia sai do papel e a empresa abre suas portas, essa necessidade não desaparece. Ao contrário, ela é permanente. Conduzir um negócio com assertividade obriga o empreendedor a prever ações para atingir aos seus objetivos, não importa quais eles sejam.
Se houver o desejo de abrir uma filial em cinco anos, será o planejamento estratégico que irá estabelecer cada passo a ser dado até lá. Se o desejo for de simplesmente colocar as contas em dia e acabar com dívidas, também. E até mesmo para fechar a empresa é preciso estar preparado, com as ações a adotar claramente definidas.
Como você pode perceber por esses exemplos, toda hora é uma boa hora para cuidar do planejamento estratégico de uma empresa. Aquilo que você planejar e executar a partir de agora terá reflexos em um futuro melhor para o seu negócio.
O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) recomenda que o planejamento estratégico de uma empresa seja construído de forma a respondertrês questões principais:
1.Onde estou?
2.Para onde quero ir?
3.Como chegar lá?
A maneira como o empreendedor busca responder a cada uma dessas perguntas aparece diretamente nas ações que ele propõe em seu planejamento. Por isso, é fundamental que ele saiba o que deve fazer em todas as etapas previstas pela ferramenta.
Todo planejamento estratégico, obrigatoriamente, começa ao estabelecer um objetivo. Afinal, sem foco, a empresa não chega a lugar algum. Para essa definição, é preciso olhar para a frente, mas não basta pensar em dias ou meses, mas sim em anos.
Isso não significa que as metas de curto prazo não devam ser planejadas, mas o conceito da ferramenta que estamos apresentando compreende uma visão de futuro. Onde a sua empresa pretende estar em 5, 10 ou 20 anos? Esse é o tipo de pergunta que deve ser respondida na definição do objetivo.
E aqui vai mais uma dica: quanto mais específico for nessa etapa, melhor. Busque metas quantificáveis. É mais fácil definir ações, por exemplo, se você estabelecer o objetivo de aumentar o faturamento em 30% em até cinco anos, ou melhorar o market share em 15% e se tornar a referência do mercado em dez anos.
Uma orientação do Sebrae é que os objetivos estejam relacionados com o horizonte de tempo. Não que a sua meta não possa ser audaciosa, mas elaprecisa ser viável. Quer um exemplo fácil de entender? Imagine você fundar um clube de futebol hoje e definir que em cinco anos ele estará na primeira divisão nacional. Qual a chance de isso acontecer? Beira o impossível, não é?
Alguns autores defendem que essa etapa seja anterior à definição do objetivo, já que poderia auxiliar na compreensão da meta. De fato, essa visão não é equivocada, pois se a empresa não conhece a sua própria realidade, pode propor um objetivo fora dela.
Mas vamos considerar que a sua meta seja realizável por qualquer empresa, envolvendo questões de faturamento, rentabilidade, expansão e posicionamento no mercado, que são as mais comuns. Nesses cenários, antes de determinar as ações, é preciso identificar o quão longe você está do objetivo. É aí que entra o diagnóstico empresarial.
Mesmo que você esteja seguindo à risca o plano de negócios e a estratégia proposta para a empresa, há fatores internos e externos que podem prejudicar a previsão feita anteriormente. E isso vale tanto para resultados abaixo como acima do esperado. Afinal, se há dinheiro sobrando, é hora de ajustar o planejamento para talvez reinvestir no negócio.
Uma das melhores ferramentas de diagnóstico na empresa é a Análise SWOT, que em português recebeu o nome de FOFA. O acrônimo significa o seguinte:
Obviamente, forças, fraquezas, oportunidades e ameaças são determinadas a partir de uma análise de mercado, na comparação com os concorrentes. Para esse diagnóstico, contudo, não podem ficar de fora possíveis fatores econômicos, sociais e políticos, por exemplo. Ou seja, tudo aquilo que pode influenciar positiva ou negativamente para alcançar os objetivos da empresa.
Quer um exemplo? A crise econômica vai até quando? Será que acaba em 2018 ou respinga em 2019? De que forma a meta que você propôs no passo anterior enfraquece ou até se torna inviável se a instabilidade não passar logo? Essa é a hora de responder a todas essas questões.
Em primeiro lugar, não confunda estratégias com ações no seu planejamento. As estratégias correspondem à forma como o seu objetivo será atingido, enquanto as ações indicam as medidas práticas implantadas na empresa para que chegar lá.
Ainda não ficou claro? Bons exemplos sempre ajudam.
Supondo que o seu objetivo seja triplicar o faturamento em 10 anos, você estabelece que uma das estratégias será lançar um novo produto a cada 12 meses. Para que isso se torne possível, é necessário definir as ações, que podem ser contratar determinados profissionais, realizar uma pesquisa de mercado, entre outras.
Uma boa maneira de chegar a essas definições é promover um brainstorm com sua equipe, que é a reunião do tipo tempestade de ideias, onde todos podem colaborar, opinando sobre o que pode ser feito e como eles próprios podem contribuir para atingir as metas propostas.
Seja qual for o método, cabe ao gestor selecionar e organizar as melhores sugestões, estabelecendo o que é preciso para realizar as ações definidas, em especial no que diz respeito a custos, e também um prazo limite para a sua realização. Criar um cronograma para desenvolvimento do plano é fundamental.
Havendo ou não a participação da equipe na fase de proposição de ações e estratégias, o plano só vai funcionar se todos se envolverem com ele. Mais do que acreditar, é preciso participar e cabe novamente ao gestor, na função de líder, garantir as condições para que isso aconteça.
Nesta etapa, pode entrar em cena outra ferramenta muito interessante, que é o Balanced Scorecard, um instrumento que também se mostra válido para outras fases do planejamento. Sua aplicação aqui se destina a alinhar o que foi planejado ao que será executado, ou seja, cria um link com as atividades operacionais.
As metas dos colaboradores, não importa quais sejam e que prazos tenham, precisam estar alinhadas aos objetivos da empresa, contribuindo para que eles se tornem mais próximos.
É por isso que o planejamento deve ser fruto de consenso, já que em geral a sua realização depende de funcionários motivados e engajados, que aceitem e acreditem em possíveis mudanças internas necessárias para tanto.
Se você fez bem a “lição de casa” nos passos anteriores, não deve ter dificuldades na hora de colocar suas ações em prática. Aplique o cronograma estabelecido na etapa de número 3, mas não esqueça de acompanhar e monitorar o andamento do plano. A simples presença do gestor pode ser decisiva para contagiar a equipe e garantir que tudo transcorra dentro do previsto.
No entanto, se algo não sair como planejado, ficará muito mais fácil encontrar uma solução se já tiver pensado nela anteriormente. Ou seja, um gestor atento não deixa de estar preparado para obstáculos e adversidades que alterem a sua estratégia.
Como acabamos de ver no passo anterior, não é preciso esperar a conclusão do planejamento para analisar os resultados. Ao contrário disso, é fundamental que as ações sejam avaliadas tão logo sejam colocadas em prática. Se demorar a identificar um erro que prejudica o planejamento, a solução proposta já pode nascer comprometida.
É preciso garantir que seu plano de ação funcione de forma a concretizar as estratégias que levam seu negócio ao objetivo maior. E isso pode exigir tanto a manutenção do que vem dando certo como a correção do que fugiu do escopo.
Agora que já tem o passo a passo para elaborar o planejamento estratégico de uma empresa, vale conferir um exemplo prático de sua aplicação para reforçar conceitos. Para a construção da tabela abaixo, consideramos a situação hipotética de um pequeno negócio na área de consultoria.
| Objetivo | Aumentar a carteira de clientes em 30% nos próximos 10 anos |
| Diagnóstico | Empresa oferece o mesmo serviço pelo mesmo preço dos concorrentes |
| Estratégias | Encontrar um diferencial competitivo
Qualificar o atendimento ao cliente Priorizar a retenção de clientes |
| Ações | Contratar consultoria para realizar pesquisa de mercado
Definir um calendário de treinamentos de vendas Criar o cargo de gerente pós-venda Criar um blog interligado com as redes sociais |
Obviamente, essa é uma versão resumida de todas as etapas. Ela não traz, por exemplo, um cronograma para as ações, que é imprescindível. Para cada ação, não se esqueça de definir um responsável, seja pela sua execução ou coordenação, um prazo para isso e também o custo previsto para realizá-la.
Para tornar o planejamento estratégico da sua empresa ainda melhor, crie uma versão inicial, uma espécie de esboço, e vá aperfeiçoando. Faça e refaça o documento diversas vezes. Mostre aos gerentes e até mesmo aos familiares antes de aprovar a versão final e divulgá-la a todos na equipe.
Como tudo na vida, a prática leva à perfeição e, com esse exercício, você pode se tornar um verdadeiro especialista em planejar o futuro do seu negócio.
E se o objetivo definido por sua empresa for negativo, algo como encerrar as atividades em um prazo de seis meses? Que tipo de meta é essa?
Como comentamos na parte inicial deste artigo, até mesmo o pior dos cenários, que é a falência, depende de um bom planejamento. Nesse caso, o foco estará em minimizar os danos, de forma que o patrimônio da pessoa física não seja afetado por dívidas da pessoa jurídica, por exemplo.
Talvez não seja preciso fechar a empresa, mas reduzir custos de forma drástica, em razão do esperado agravamento da crise. Melhor agir antes que ela bata na sua porta com consequências piores, concorda? Nessa situação, uma estratégia pode ser diminuir o peso da folha de pagamento e, entre as ações, talvez estejam demissões e terceirização de mão de obra.
Se preparar para o pior, embora pareça visão de um empreendedor pessimista, tem na verdade o dedo de um gestor inteligente. São várias as causas para um desempenho ruim no negócio, desde erros internos a complicações externas. Como o empresário lida com isso diz muito sobre a sua capacidade e depende, prioritariamente, do quanto ele se planejou para tanto.
Neste artigo, apresentamos um passo a passo para colocar em prática o planejamento estratégico de uma empresa. Como você pôde acompanhar, os objetivo podem variar, mas não a necessidade de o empreendedor estar bem preparado.
Você pode ter certeza que, por trás dos negócios que tanto admira, há um empresário que entende o real significado da palavra planejamento e que, como dizem, não dá ponto sem nó. O melhor que você tem a fazer é se espelhar nele e levar essa postura para a condução da sua empresa.
Se há uma lição importante que este artigo deixa é que, não importa a hora, nem o momento, mas o futuro do seu negócio depende de uma boa estratégia. Que tal usar esse conhecimento para garantir dias melhores pela frente?
Fontes:
Texto: blog.contaazul.com
(Por Edison Morais)
Foto: Divulgação
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O que você vai ler neste artigo.
Nunca foi tão urgente realizar o Planejamento Estratégico de sua Pequena e Média Empresa. Estamos em um momento de crise e o momento seguinte será de retomada do crescimento. Se não estivermos preparados e cientes da estratégia a ser seguida, com certeza haverá mais dificuldades.
Diante desta importância, fui procurar no nosso blog se havia alguma matéria interessante para compartilhar e não encontrei. Então me coloquei a escrever este post na intenção de demonstrar a importância do Planejamento Estratégico.
Muitas vezes nos perguntamos se isso é para nós, pequenos empresários, se não é algo somente para as grandes empresas. A minha resposta é: não só serve como todos deveríamos adota-lo para instrumento de gestão.
Tenho certeza que após você ler este texto terá certeza disto e aplicará em sua empresa.
O Planejamento Estratégico é uma ferramenta gerencial que pode ser adotada por qualquer empresa ou organização. Nele estão detalhados onde se espera chegar e como atingiremos os objetivos. No documento também estará detalhada a visão da empresa, sua missão, valores e objetivos de negócio, além de das estratégias de ação.
Existem diversas ferramentas úteis para realizar um planejamento de forma que ele se transforme em um mapa direcionador. Ele demonstrará o que fazer em diferentes situações.
Esse é um instrumento que fortalece a empresa. É claro, não é garantia de acertos, afinal erros existem, mas estes se tornaram menos amadores na medida em que se faz uma ação e se espera uma reação. É possível com ele avaliar onde erramos e aprender muito, muito mesmo com os erros.
1 – Melhora as decisões e reduz o achismo na gestão
Muitas vezes iniciamos uma empresa sozinhos. Então somos nós que decidimos e realizamos todas as ações. Quando isso acontece, estamos tão envolvidos com a empresa, que fazemos, erramos, consertamos, tudo ao mesmo tempo.
Conforme a empresa deixa de ter o trabalho somente do seu dono, as decisões do empreendedor se tornam mais importantes. É um erro continuar decidindo igual como se fazia no passado. É preciso ter decisões mais assertivas e isso somente é possível planejando antecipadamente.
Isso reduz as decisões por impulso e com certeza maximiza as chances de sucesso.
2 – Favorece a comunicação
Conforme o tópico anterior, no crescimento já não somos somente nós que atuamos pela empresa. Existem os colaboradores bem como parceiros e fornecedores. Todos eles são muito importantes para o sucesso e devem estar alinhados a um só objetivo.
Com o Planejamento Estratégico fica claro para todos os públicos de interesse, onde se quer chegar. Além disso fica visível o papel que cada um deve desempenhar e o que é esperado para o sucesso.
O documento portanto vira um ótimo instrumento de comunicação.
3 – Ajuda na identificação de ameaças e oportunidades
O Planejamento Estratégico não é realizado sem uma análise profunda do negócio e tudo que o cerca. Com isso é possível pensar previamente em ameaças que podem ocorrer e oportunidades ainda não exploradas.
Isso servirá para que você drible de forma mais fácil aquilo que é um empecilho e que seria uma surpresa desagradável se ocorresse sem o conhecimento prévio.
Aproveite também oportunidades de mercado. Muitas vezes há espaços em branco ainda não explorados que podem servir para que você cresça sem concorrência. Imagine só encontrar um Oceano Azul!
4 – Permite que a empresa descubra potencialidades não exploradas
Ao fazer um amplo diagnóstico da empresa, será possível verificar seus pontos fortes e fracos. Ao longo do tempo, o empreendedor perde a referência disto.
Sabendo, fica mais fácil a empresa explorar pontos fortes para ganhar “terreno”. Cuidar dos pontos fracos também ajudará e evitará riscos pertinentes a eles.
5 – Preveja e se prepare para investimentos
Um caminho tortuoso pode aparecer quando a empresa não está preparada para investir no seu crescimento. Se gasta mais e não obtêm um Retorno do Investimento (ROI) adequado.
Quando tudo isso é previsto no plano é possível se preparar para investir. Pode-se reservar parte do caixa em uma aplicação de prazo adequado, pesquisar o melhor equipamento para a necessidade e verificar financiamentos subsidiados e de menor custo.
Tudo isso irá ajudar a melhorar o ROI e que você execute de uma forma melhor. A própria implementação será facilitara e proporcionará uma analise do impacto nos resultados da empresa.
6 – Protege de mudanças repentinas no mercado
Baseado em um plano, as suas ações serão mais robustas e direcionadas a sua necessidade. É claro que todas as ações foram definidas diante de uma situação de mercado conhecida e que a realidade pode ser mais dinâmica.
Mas ao contrário do que muitos acham, não se perde o plano quando grandes mudanças no cenário acontece. Pelo contrário fica mais fácil identificar qual variável do mercado mudou, ajustar a empresa e colocar o pé no acelerador novamente.
A empresa precisa ser rápida, e somente será se conhecer o contexto de mercado. O Planejamento Estratégico ajudará nisto.
7 – É uma vantagem competitiva
Existe uma infinidade de empresas do mercado com as suas estratégias. Conhecer a fundo a sua empresa, maximizar os pontos fortes, aproveitar as oportunidades e direcionar todos em um único objetivo, fortalecerá demais sua PME.
Isso é uma enorme vantagem competitiva. E isso sem precisar se ater a competição ruim do mercado, aquela baseada no preço onde todos saem perdendo. Você terá a oportunidade de se posicionar no mercado e atingir o público que pretende sem se preocupar com a concorrência, tudo isso com uma execução bem planejada e realizada por todos.
Seja você um Grande ou Pequeno Empresário, realizar um Planejamento Estratégico trará muitos benefícios para a sua empresa. Crescer sem direção certamente te levará para o fracasso. Com um plano, mesmo que erre é possível agir rapidamente, corrigir os rumos e aprender. Se você não faz um Planejamento indico fortemente que inicie agora.
Fontes:
Texto: capitalsocial.cnt.br
(Por Leandro Oliveira)
Foto: Divulgação
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]]>No artigo de hoje vamos apresentar algumas dicas a respeito desse assunto. Continue com a leitura e saiba como planejar melhor as operações da sua empresa!
Pegue o histórico dos resultados — faturamento, lucratividade, rentabilidade, endividamento, custos, inadimplência e estoques, por exemplo — que sua empresa tem apresentado ultimamente e faça uma análise dos números.
Elas podem te ajudar a identificar alguns aspectos importantes, como:
Além de ter uma ideia do desempenho que sua empresa apresentou no último ano, por exemplo, essa análise ajuda a identificar quais foram as falhas que impediram uma alavancagem no resultado e o que precisa ser mudado para conseguir chegar ao sucesso.
Alguns empreendedores acreditam que, ao elaborar metas otimistas — ou seja, acima do que pode ser esperado —, o empenho no trabalho é ainda maior, fazendo com que os resultados, de fato, consigam ir além das expectativas.
Porém, quando se trata de planejar o futuro da empresa, principalmente sob a ótica financeira, o ideal é analisar a realidade em que o negócio se encontrar e criar objetivos que estejam mais coerentes com essa rotina. Isso ajuda a estabelecer um plano que seja possível de seguir, além de manter a visão mais realista.
O planejamento estratégico é um documento elaborado pelo empreendedor, que contempla todos os aspectos ligados à empresa e suas estimativas para o futuro. Dessa forma, pode-se dizer que devem contar informações como: objetivos, situação atual, condições do mercado, pontos fortes e fracos (ambiente interno), oportunidades e ameaças (ambiente externo), necessidade de investimentos, entre outras coisas.
É importante que esse plano seja criado com todos os detalhes possíveis, pois é ele que guiará o empreendedor a respeito da estratégia adotada para alcançar as metas.
Para conseguir controlar melhor todos os custos e evitar que eles sejam maiores do que o necessário — aumentando o risco de a receita não ser suficiente para cobri-los —, é recomendável criar um orçamento mensal para cada área, definindo um teto de gastos.
Além disso, esse acompanhamento ajuda a visualizar melhor onde e com o que o dinheiro da empresa é gasto.
Já se sabe que, para começar com o pé direito o ano de 2017, é necessário definir ações que serão tomadas — sejam elas de melhoria ou de correção de falhas. Para que isso funcione na prática, é preciso reunir a equipe, explicar sobre as mudanças e ressaltar a importância do empenho de cada um para que os objetivos possam ser alcançados.
Pode ser que, durante o processo de análise da situação da empresa, seja identificada a necessidade de criar setores ou aumentar a equipe. Se isso for preciso, verifique a possibilidade de os recursos atuais serem aproveitados — estrutura, mão de obra e equipamentos, por exemplo — e quem serão as pessoas-chave na reestruturação, ou seja, aquelas que serão as multiplicadoras do conhecimento.
Como se pode ver, para começar com o pé direito o próximo ano é necessário investir um bom tempo planejando e analisando todos os aspectos operacionais, táticos e estratégicos, desde o passado até as previsões para o futuro.
Gostou desse artigo? Seu objetivo é fazer o sua empresa crescer em 2017? Então saiba como conhecer seu mercado antes de começar a expandir seu negócio!
Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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]]>Fazer um planejamento estratégico, além de fundamental, é uma atividade relativamente simples, que exige conhecimento sobre o empreendimento, uma grande dose de dedicação e um sistema de avaliação.
Começando um planejamento estratégico
A base de um planejamento estratégico é a definição da cultura organizacional de sua empresa (missão, visão e valores). Com base nesses pontos, pode-se estabelecer metas que, por sua vez, devem ser as mais específicas possível. Determine exatamente o que ou onde se quer chegar, em quanto tempo e qual a grandeza escalar dessa meta.
Por exemplo: quero aumentar minhas vendas (o que) em 15% (grandeza escalar) no ano de 2016 (quanto tempo). Mas seja sempre realista. Não coloque metas exageradas ou muito fáceis de serem atingidas.
Estude a sua empresa e o mercado
Após estabelecer uma meta, é preciso definir a maneira como isso deve ocorrer. Nesse ponto, o empresário precisa estudar sua empresa, avaliando a eficiência de seus processos e identificando as suas forças e fraquezas, listando-as para a construção de um futuro diagnóstico geral do processo.
Encerrada essa etapa, chegou a hora de olhar para o mercado e procurar por oportunidades que favoreçam a sua empresa, como necessidades não declaradas dos consumidores ou falhas que a concorrência comete e que podem beneficiar seu negócio. Deve-se também olhar para o mercado e analisar as possíveis ameaças, como as altas taxas de importação ou legislações que exigem uma adequação ou investimento maior.
Pegue todos esses dados e avalie a real situação da sua empresa, observando o cenário interno (forças e fraquezas) e externo (oportunidades e ameaças).
Busque inspiração nos concorrentes
Buscar inspiração não é copiar. Para desenvolver as melhores práticas, é muito comum fazer benchmarking, que consiste em selecionar alguns pontos críticos (geralmente as fraquezas identificadas internamente) e comparar com os mesmos pontos dos seus principais concorrentes, identificando a maneira como eles atuam sobre aquela questão e adaptando essa prática à sua empresa. Essa é uma atitude legal e utilizada com frequência no mundo dos negócios.
Defina métricas para avaliação de resultados
Antes de começar a desenvolver o seu planejamento estratégico, pense em como avaliar a evolução do processo depois. Pegando o exemplo do aumento de vendas em 15% citado anteriormente, podemos definir que um dos métodos de avaliação será a comparação dos resultados obtidos no mês com o mesmo mês do ano anterior, podendo ainda estabelecer comparativos trimestrais e semestrais.
O processo de avaliação não pode ser feito apenas ao final da aplicação de um planejamento estratégico. Essas mensurações devem acontecer ao longo de toda a ação para que, se necessário, estratégias sejam revistas ou metas sejam modificadas. Esse tipo de planejamento só é estratégico pois se adapta à realidade do momento, ou seja, tem fluidez. Um planejamento engessado perde a sua força muito fácil, pois não leva em conta a dinâmica de mercado.
Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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]]>Planejar o dia, planejar a semana, planejar o mês, planejar o ano… O método muda e as ferramentas mudam, mas o objetivo é sempre o mesmo: focar a energia e a atenção para que nossa ação nos leve na direção que desejamos, e não na direção a que as distrações nos conduzem. Essa é a função do Planejamento Estratégico.
Mas atingir metas é só o final de um processo! Antes é preciso definir como medi-las, alocar recursos e traçar caminhos para transformar ideias em resultados, e finalmente chegar lá. Pensando nisto, reunimos 6 ferramentas gratuitas e fundamentais para colocar seu Planejamento Estratégico de pé:
O trio Missão-Visão-Valores é um recurso poderoso para que empreendedores consigam planejar negócios diferenciados, atrair colaboradores engajados e se orgulhar de seu trabalho. Esta definição é o ponto de partida do planejamento dos novos negócios e deve ser constantemente validado ao longo da existência da empresa.
o Indicada para organizações que queiram definir a direção estratégica da empresa: da integração das operações à estratégia da companhia e da motivação da equipe.
o É útil porque permite que o empreendedor reflita sobre o papel do seu negócio na sociedade e sobre o futuro da empresa
2. Análise 360° de oportunidades de negócio
Sua cabeça está fervilhante de boas ideias e você não sabe ao certo como transformá-las em negócios lucrativos? A Ferramenta de Análise 360° pode ajudá-lo a verificar se sua ideia é viável ou não. Além disto, ela te faz refletir se o benefício oferecido é claro para o cliente, se o tamanho de mercado é adequado e se ela tem potencial de lucratividade e rentabilidade.
o Indicado para empreendedores que queiram avaliar, dentre um pacote de ideias, qual delas representa a melhor oportunidade de negócio.
o É útil porque guia o empreendedor em suas reflexões pessoais e análises dos aspectos internos e externos de um negócio.
É chegada a época de fazer o Planejamento Estratégico e você precisa elaborar um diagnóstico de sua empresa? Com a Ferramenta da Matriz SWOT você vai aprofundar o conhecimento a respeito da sua organização e ter uma análise do contexto externo em que seu negócio está inserido.
o Indicada para organizações de todos os portes
o É útil porque proporciona uma análise dos pontos fortes (strenghts) e fracos (weaknesses), e as oportunidades (opportunities) e ameaças (threats) de um negócio. Em seguida, o empreendedor pode organizar um plano de ação para reduzir os riscos e aumentar as chances de sucesso da empresa.
Você conhece bem os concorrentes do seu negócio? Sabe exatamente o que faz melhor do que eles e em que pontos eles se destacam? Com a Ferramenta 5 Forças de Porter você faz uma reflexão sobre a rivalidade entre seus concorrentes, produtos e serviços substitutos, poder de barganha dos fornecedores e clientes e como dificultar a entrada de novos players.
o Indicada para organizações de todos os tamanhos, que queiram analisar o ambiente competitivo em que a organização está inserida e para determinar o melhor posicionamento do negócio diante dos concorrentes.
o É útil porque o empreendedor passa a ter uma visão mais abrangente da concorrência e de como pode tirar proveito disso.
Você sabe quais dos seus produtos ou serviços oferecidos são os mais rentáveis? A Matriz BCG serve para o empreendedor fazer uma análise periódica para melhorar sua oferta de produtos ou serviços existentes e avaliar os que geram mais caixa e exigem menos esforço para a manutenção.
o Indicada para empresas estabelecidas que já tenham uma carteira de produtos ou serviços oferecidos
o É útil porque é um método eficaz de se analisar o ciclo de vida de um produto, desempenhar a gestão de marcas, montar planos estratégicos, ou até mesmo uma estratégia de vendas.
6. Definição de metas para pequenas e médias empresas
A definição de metas da empresa é um clássico desse período. É fundamental defini-las antes de botar a mão na massa, para garantir que os esforços de crescimento estejam alinhados à estratégia da empresa. Estabelecer metas não significa implementar uma gestão estratégica com disciplina militar, mas requer firmeza para colher os frutos.
o É indicado para empresas de médio e pequeno porte.
o É útil porque a ferramenta torna mais claros os conceitos de objetivo, indicador e meta, que são complementares, mas diferentes. Traduz em linguagem simples a complexidade das ferramentas consagradas de gestão estratégica.
Fontes:
Texto: endeavor.org.br
(DA Redação)
Foto: Divulgação
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