Febre nos últimos meses, os games de realidade aumentada, capitaneados pelo ‘Pokémon Go’, prometem ajudar o varejo em uma tarefa até então considerada quase impossível. Pouca gente sabe, mas a grande sacada por trás do game está em levar fãs aficionados pelo mundo virtual a consumirem nas tradicionais lojas físicas.

Quem explica isso é Rodrigo Pereira, 38 anos, co-fundador do Play Pet, um aplicativo brasileiro desenvolvido dentro da mesma filosofia que o jogo na Niantic e que promete movimentar o mercado em 2017.
Rodrigo elaborou uma série de quatro dicas para ajudar pequenos empresários a usar a tecnologia do Pokémon Go como forma de buscar os clientes em um ano difícil para o varejo – segundo o IBGE, amargou uma perda de 7,3% nos cinco primeiros meses de 2016.
De acordo com o empresário, as ferramentas disponíveis já são capazes de aumentar o fluxo de clientes nas lojas físicas.
Para saber como fazer isso, confira as dicas abaixo:
1- O Pokémon Go é interessante para a minha empresa?
Antes de qualquer coisa, determine se o aplicativo é interessante para a sua empresa. Se você estiver em uma área movimentada, adotar as ferramentas do jogo pode ser um bom negócio para atrair os usuários do jogo para o seu estabelecimento.
2 – Use as PókeStops próximas de você
Use as redes sociais para que as pessoas saibam que existe uma PokéStop (locais onde os usuários podem coletar itens gratuitos) ou um Gym (onde acontecem as batalhas de Pokémons) perto ou até mesmo dentro do seu estabelecimento. Tire fotos dos personagens e divulgue isso nas redes sociais.
3 – Ofereça descontos
Os usuários podem escolher um time, que são representados pelas cores amarelo, azul e vermelho. À medida que mais usuários aderem às equipes, a rivalidade aumenta. Ofereça descontos e traga essas pessoas para a sua loja.
4 – Ofereça serviços aos jogadores
Venda carregadores portáteis ou disponibilize tomadas. Aplicativos consomem uma grande quantidade de bateria dos smartphones e, como os jogadores do ‘Pokémon Go’ estão nas ruas, a chance de ficarem sem bateria é enorme. Ofereça este tipo de serviço para eles.

Fontes:
Texto: Passo Avanti
(Por Marcus Santana)
Foto: Divulgação
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]]>Era uma vez, um jogo de tamanho sucesso que foi capaz de virar um fenômeno mundial em poucos dias após o lançamento… Já conseguiu pensar em que estamos falando? Isso mesmo, esta é mais uma matéria sobre o Pokémon Go, porém, tem um viés diferente: é voltada para empreendedores e empresários que querem tirar boas lições e inspirações até mesmo de um jogo de celular.
Segundo os conceitos de marketing, um produto (bem sucedido) passa por quatro fases: experiência do usuário, adoção, monetização e potencial de crescimento. Conforme percebemos, o aplicativo Pokémon Go já ultrapassou todas essas metas, uma vez que já foi baixado por 15 milhões de pessoas somente na última semana. E aí, como podemos entender tamanha aderência?
Sob uma perspectiva de publicidade, o especialista em plataformas midiáticas “MediaMath”, Madhusdhan Gurumurthy, falou ao site Entrepreneur sobre o fenômeno. Para ele, é preciso olhar com muita atenção a este jogo, já que ele soube usar, de maneira muito eficaz, todos os aspectos da plataforma – que é o dispositivo móvel -, alcançando uma taxa de adoção sem precedentes.
Além disso, conseguiu tornar-se viral também na grande mídia, superando a base de usuários do Twitter nos Estados Unidos, por exemplo. Se você ainda não está convencido, então se liga nessa informação: este foi o jogo de maior monetização da história – chegando ao topo do número de receita por downloads em celulares. Tudo isso em sete dias.
Por todas essas características, o especialista aponta 3 lições que todo empreendedor deveria tirar deste case de sucesso.
O uso correto do mobile pode ser maravilhoso
O Pokemón Go é a perfeita ilustração do poder que a plataforma mobile pode trazer aos seus negócios/suas ideias se seus recursos são usados corretamente. A Nintendo já foi apontada como “muito atrasada” para migrar para o mobile – mesmo com tudo de bom que há nisso. Eles construíram um produto que entrega uma experiência única, usando as capacidades de localização, câmera, gráficos e mapas em alta definição.
O aplicativo teve de superar muitas dificuldades (como problemas de segurança do Gmail no iOS), mas é forte o suficiente para atrair a atenção de milhões de usuários. Ele possui uma engenharia tal como a Ingress (houve um aplicativo previamente construído pela Niantic, Ingress) – o que é um exemplo muito legal sobre desenvolvimento de produtos, com testes eficientes e rápidos da ideia até a construção de um produto verdadeiramente poderoso.
Os mundos reais e virtuais podem ser misturados com perfeição
O aplicativo Pokémon Go é o primeiro exemplo sólido de uma quebra de paradigma no universo tecnológico ao longo de uma década – mostrando-nos a tal “realidade aumentada”. Este conceito é muito badalado, mas nunca houve, anteriormente, um modelo que superasse as problemáticas técnicas encontradas nos dispositivos móveis (tais como capacidade de processamento e fragmentação de desenvolvimento). E a promessa de futuro deste mercado é imensa: junto da “realidade virtual”, a realidade aumentada deverá chegar a US$120 bilhões em 2020, de acordo com a empresa Digi-Capital.
Assim, com o sucesso do novo aplicativo, percebemos a maravilha que pode ser a mistura do real e o virtual – como podem caminhar juntos. A Nitendo trouxe a interação por meio de imagens que aparecem na câmera do seu celular, personagens que agem “dentro” da realidade, do mundo físico. Veja só como o comportamento dos usuários já se tornou notícia! Pessoas estranhas que começam a se encontrar, a conversar e a interagir por causa de uma “jogo de caça”. É ou não é um exemplo impressionante de como o ser humano pode ser influenciado por um mundo virtual.
E isso só está começando! Afinal, o Pokémon Go já tomou o primeiro passo lógico em relação à publicidade integrada na experiência de app com varejistas e restaurantes se tornando locais patrocinadores-patrocinados, em vez de anúncios chato ou de pop-up. As oportunidades para aproveitar a ideia e construir novas experiências na plataforma estão logo aí.
Publicidade deveria se misturar ao conteúdo, melhorando a experiência do usuário
O objetivo final para qualquer marca é ser capaz de direcionar o usuário à compra do produto. A pergunta eterna de publicitários é conseguir entregar uma experiência comercial que seja relevante, valiosa e possível para o consumidor. Todo empreendedor sabe que o fluxo para a publicidade online começa com anúncios, passando por cliques de potenciais clientes, chegando às compras dos produtos online e, por fim, a ação atribuída à publicidade veiculada. Dessa maneira, é essencial que o anúncio esteja na hora certa, no lugar correto.
O novo aplicativo traz uma forma elegante que simplifica esse fluxo por, literalmente, fazer com que os consumidores andem para a porta de locais físicos, enquanto os mantêm engajados nessa caça aos monstrinhos. É algo inacreditavelmente esperto que a Nintendo pode fazer com esse produto – de uma experiência pura para a monetização e a publicidade.
Pense no deslocamento de potenciais consumidores, chegando próximo de locais patrocinados (tudo baseado em dados em tempo real – com informações sobre o clima, ofertas de lojas próximas e muito mais). Portanto, vale a pena ficar de olho no Pokémon Go para se inspirar e ser um empreendedor melhor.
Fontes:
Texto: economia.ig.com.br
(Por Brasil Econômico)
Foto: Divulgação
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