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produto interno bruto – Abra Seu Negócio http://www.abraseunegocio.com.br Seja um empresário de sucesso! Fri, 17 Mar 2023 13:57:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.6.29 Brasil encolhe mais do que o esperado e marca em 2016 maior recessão da história http://www.abraseunegocio.com.br/2017/03/brasil-encolhe-mais-do-que-o-esperado-e-marca-em-2016-maior-recessao-da-historia/ Tue, 07 Mar 2017 13:23:31 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=18311 fvbrasil

 

RIO DE JANEIRO/ SÃO PAULO (Reuters) – Por Rodrigo Viga Gaier e Patrícia Duarte.

A economia brasileira aprofundou a crise e encolheu mais do que o esperado no último trimestre de 2016, com forte retração dos investimentos, marcando a recessão mais longa do Brasil ao fechar o ano com queda de 3,6 por cento.

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil encolheu 0,9 por cento no quarto trimestre sobre os três meses anteriores, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira, oitavo trimestre seguido de perdas. No terceiro trimestre, com a mesma base de comparação, a queda havia sido de 0,7 por cento.

Sobre o quarto trimestre de 2015, o PIB despencou 2,5 por cento. Em 2015, a economia havia caído 3,8 por cento.

Pesquisa da Reuters apontava que o Brasil teria queda de 0,6 por cento entre outubro e dezembro na comparação com o trimestre anterior e de 3,5 por cento em 2016 fechado.

Segundo o IBGE, de longe a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), uma medida de investimento, foi a que mais sofreu. Em 2016, marcou contração de 10,2 por cento e, no último trimestre, queda de 1,6 por cento sobre o período anterior. O consumo das famílias também foi bastante afetado, em meio ao desemprego cada vez maior, com contrações de 4,2 e 0,6 por cento, respectivamente.

A indústria também encolheu no ano passado (-3,8 por cento) e no trimestre passado (-0,7 por cento), o mesmo comportamento do setor de serviços. (-2,7 por cento e -0,8 por cento, respectivamente).

O setor agropecuário teve expansão de 1 por cento na comparação trimestral, segundo o IBGE, mas fechou o ano passado com forte retração de 6,6 por cento.

Apesar dos dados ruins, alguns indicadores econômicos têm mostrado que a atividade já começou a dar sinais de recuperação, ainda que de maneira tímida. Entre eles, estão a melhora da confiança dos agentes econômicos.

A perda de força da inflação também vai ajudar neste cenário, uma vez que o Banco Central já iniciou processo de redução dos juros básicos, em outubro passado, o que tende a baratear o crédito e estimular o consumo.

De lá para cá, o BC cortou a Selic a 12,25 por cento, ante 14,25 por cento, e as expectativas gerais são de que vai continuar nessa toada e levá-la ao patamar de 9 por cento ainda neste ano, o menor desde 2013.

A economia sentiu sobretudo o baque do desarranjo das contas públicas, o que levou a atual equipe econômica a adotar medidas ortodoxas, como limitar o crescimento do gasto público pelos próximos 20 anos.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Rodrigo Viga Gaier e Patrícia Duarte)
Foto: Divulgação

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Projeções para dívida líquida do setor público pioram em 2016 e 2017 http://www.abraseunegocio.com.br/2016/03/projecoes-para-divida-liquida-do-setor-publico-pioram-em-2016-e-2017/ Mon, 07 Mar 2016 15:54:37 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=9100 Em meio a pequenos ajustes nas projeções econômicas, o destaque na pesquisa Focus do Banco Central desta segunda-feira foi a piora nas estimativas para a dívida líquida do setor público para 2016 e mais acentuadamente para 2017.

De acordo com o levantamento junto a uma centena de economistas, a projeção para a dívida líquida do setor público em 2016 subiu em 0,3 ponto percentual, a 41,05 por cento do PIB, enquanto para 2017, o aumento foi de 1,2 ponto, a 45,2 por cento do PIB.

A semana passada foi recheada de eventos econômicos e políticos. Na sexta-feira, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi alvo da nova etapa da operação Lava Jato, aproximando ainda mais a investigação do atual governo. Na véspera, notícia sobre delação premiada do ex-líder do governo no Senado Delcídio do Amaral (PT-MS) já animara os favoráveis ao impeachment.

Também na quinta-feira foi divulgado o número oficial do tombo da economia brasileira em 2015, de 3,8 por cento, o pior resultado desde 1990. Antes disso, o BC deixou a taxa básica de juros em 14,25 por cento ao ano, sugerindo que não deve cortar a Selic tão cedo.

Entretanto, os especialistas consultados no Focus podem ainda não ter incorporado esses resultados em suas projeções.

O ajuste no Focus mostrou a estimativa para a inflação este ano a 7,59 por cento, contra 7,57 por cento antes, bem acima do teto da meta para este ano, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos. Para o ano que vem permanece pela quarta semana seguida a expectativa de que o IPCA subirá 6 por cento, exatamente no limite máximo estabelecido pelo governo, de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Em relação à Selic, também não houve mudança na projeção de que a taxa terminará este ano a 14,25 por cento e 2017 a 12,50 por cento.

Em relação à economia, a mediana das projeções no Focus para Produto Interno Bruto (PIB) de 2016 agora é de contração de 3,50 por cento, ante queda de 3,45 por cento na pesquisa anterior. Para 2017 a estimativa de crescimento permaneceu em 0,50 por cento.

 

Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Camila Moreira)
Foto: Divulgação

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Projeção de inflação em 2016 cai, expectativa para Selic nesta semana é de manutenção http://www.abraseunegocio.com.br/2016/02/projecao-de-inflacao-em-2016-cai-expectativa-para-selic-nesta-semana-e-de-manutencao/ Mon, 29 Feb 2016 16:34:43 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=8892 A projeção para a inflação deste ano foi reduzida após oito semanas seguidas de piora na pesquisa Focus do Banco Central, que ainda confirmou expectativa de manutenção da taxa básica de juros na reunião desta semana.

A perspectiva para a alta do IPCA este ano caiu em 0,05 ponto percentual, para 7,57 por cento, mas permanece bem acima do teto da meta para este ano, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos.

Para 2017, a pesquisa com uma centena de economistas segue mostrando projeção de inflação de 6 por cento, exatamente no limite máximo estabelecido pelo governo, de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Apesar da forte recessão econômica, o BC tem deixado claro que não há espaço para cortar a Selic diante do atual quadro inflacionário.

O Focus desta segunda-feira confirmou a expectativa de manutenção da Selic nos atuais 14,25 por cento na reunião desta semana do Comitê de Política Monetária (Copom), terminando o ano no mesmo patamar.

Já para 2017 a projeção para a Selic foi ajustada a 12,50 por cento, ante 12,63 por cento na pesquisa anterior.

Por sua vez, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2016 piorou. A mediana das estimativas agora é de contração de 3,45 por cento, ante queda de 3,40 por cento anteriormente. Para 2017, a previsão de crescimento permaneceu em 0,50 por cento.

 

Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Camila Moreira)
Foto: Divulgação

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Perspectiva para PIB pioram, projeção para Selic em 2017 cai http://www.abraseunegocio.com.br/2016/02/perspectiva-para-pib-pioram-projecao-para-selic-em-2017-cai/ Mon, 22 Feb 2016 16:01:14 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=8721 As expectativas para a atividade econômica do Brasil continuam se deteriorando segundo a pesquisa Focus do Banco Central, que apontou ainda redução na estimativa para a taxa básica de juros em 2017.

O levantamento semanal com uma centena de economistas apontou que a projeção agora é de contração do Produto Interno Bruto (PIB) este ano de 3,40 por cento, ante queda de 3,33 por cento na pesquisa anterior.

Para 2017 a estimativa de crescimento diminuiu pela quinta semana seguida, e agora é de apenas 0,50 por cento, sobre 0,59 por cento no levantamento anterior.

Já a perspectiva para a inflação este ano foi ajustada a 7,62 por cento, 0,01 ponto percentual a mais, bem acima do teto da meta de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos.

Para 2017 as contas para a alta do IPCA permaneceram em 6 por cento, exatamente no limite máximo estabelecido pelo governo, de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

O Top-5, entretanto, com as instituições que mais acertam as projeções, já vê a inflação superando a meta em 2017, com a mediana das projeções de médio prazo calculando a alta do IPCA em 6,50 por cento.

Em relação à política monetária, a mediana das projeções para a Selic neste ano foi mantida em 14,25 por cento ao ano, mas para 2017 caiu a 12,63 por cento, contra 12,75 por cento antes.

Na semana passada, declarações de membros do Banco Central, incluindo o presidente Alexandre Tombini, indicaram que a autoridade monetária deve manter a taxa básica de juros no atual patamar para conter a inflação.

 

Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Camila Moreira)
Foto: Divulgação

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Brasil encolhe por 3 trimestres seguidos, maior sequência já vista, e amplia recessão http://www.abraseunegocio.com.br/2015/12/brasil-encolhe-por-3-trimestres-seguidos-maior-sequencia-ja-vista-e-amplia-recessao/ Tue, 01 Dec 2015 18:16:36 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=7118 A economia brasileira encolheu mais do que o esperado no terceiro trimestre deste ano sobre os três meses anteriores, com destaque para a fraqueza dos investimentos, sinal de que uma recuperação ainda está longe.

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil encolheu 1,7 por cento de julho a setembro contra o período imediatamente anterior, no terceiro trimestre seguido de contração, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira.

Essa sequência de quedas é a maior desde o início da série histórica do IBGE, em 1996. Sobre o terceiro trimestre de 2014, o PIB despencou 4,5 por cento, também o maior tombo histórico na comparação anual.

Pesquisa da Reuters apontava que a economia teria queda de 1,2 por cento entre julho e setembro na comparação trimestral e de 4,1 por cento sobre um ano antes.

O país vive profunda crise econômica e política, em meio ao cenário de inflação de dois dígitos, que tem abalado profundamente a confiança de agentes econômicos e colocado desafios cada vez maiores para a presidente Dilma Rousseff, sobretudo no campo fiscal.

No terceiro trimestre, a atividade encolheu em praticamente todos os setores, com forte destaque para os investimentos produtivos. Segundo o IBGE, a Formação Bruta de Capital Fixa (FBCF) despencou 4 por cento no trimestre passado, comparado com os três meses anteriores, nono trimestre seguido de queda, também maior sequência no vermelho registrada pelo IBGE.

O consumo das famílias recuou 1,5 por cento, na mesma base de comparação, enquanto o consumo do governo teve leve crescimento de 0,3 por cento –único segmento que não caiu no terceiro trimestre sobre o imediatamente anterior.

“Olhando para a frente, não há nada que permita visualizar cenário positivo. Nossa avaliação é que o atual quadro recessivo deve prolongar-se ao longo do restante do ano e do próximo”, afirmou o economista-chefe do banco Fibra, Cristiano Oliveira, em nota. Ele piorou suas estimativas para o PIB deste ano e do próximo, projetando agora quedas de 3,8 e de 3,1 por cento, respectivamente.

Ainda segundo o IBGE, a indústria caiu 1,3 por cento no terceiro trimestre sobre o imediatamente anterior, enquanto que serviços e agropecuária mostraram recuo de 1 e de 2,4 por cento, respectivamente.

O IBGE revisou ainda, e para pior, as contrações do PIB vistas nos segundo e primeiro trimestres deste ano, para quedas de 2,1 e de 0,8 por cento, respectivamente, também sobre os três meses anteriores.

O desempenho pífio da economia acontece no momento em que as contas públicas estão em desordem, o que abala ainda mais a confiança, com redução de investimentos e consumo e, consequentemente, da arrecadação. O cenário ainda deve piorar, já que mais de um milhão de pessoas perderam o emprego formal nos últimos 12 meses, no início do que deve ser a recessão mais longa do Brasil desde a década dos anos 1930.

Pesquisa Focus do Banco Central mostra que a expectativa de economistas é de contração de 3,19 por cento este ano e recuo de 2,04 por cento em 2016.

“Não tem nenhum aspecto positivo para extrair dos dados (divulgados pelo IBGE), que refletem a situação delicada que o país vive hoje… A única coisa é que se vê algum reflexo nas exportações da forte desvalorização do real, mas ainda assim a balança comercial contribuiu positivamente muito mais pela forte queda das importações do que pelo crescimento das exportações”, afirmou o estrategista-chefe do banco Mizuho, Luciano Rostagno.

A disparada do dólar sobre o real –de cerca de 45 por cento neste ano– levou à contribuição positiva externa ao PIB do terceiro trimestre.

Segundo a gerente de contas trimestrais do IBGE, Claudia Dionísio, a contribuição do setor externo é positiva à atividade a partir do primeiro trimestre deste ano. O instituto só informará dados detalhados da ajuda da valorização do dólar ao PIB brasileiro no resultado anual.

O cenário de contração econômica vem também em meio à inflação elevada, com perspectivas de que estoure a meta do governo –de 4,5 por cento pelo IPCA, com margem de dois pontos percentuais para mais ou menos– tanto em 2015 quanto em 2016.

Diante disso, o Banco Central já deu sinais que deve elevar a taxa básica de juros do país, hoje em 14,25 por cento ao ano, em breve para conter a escalada nos preços. Porém, ao limitar o consumo por meio do encarecimento do crédito, o movimento pode impactar ainda mais a atividade econômica.

(Reportagem adicional de Caio Saad, no Rio de Janeiro, e Camila Moreira, em São Paulo)

Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Rodrigo Viga Gaier e Patrícia Duarte)
Foto: Divulgação

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Planejamento passa a ver queda de 1,9% do PIB em 2016 http://www.abraseunegocio.com.br/2015/11/planejamento-passa-a-ver-queda-de-19-do-pib-em-2016/ Tue, 24 Nov 2015 11:39:43 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=6990 O Ministério do Planejamento trabalha com queda de 1,9 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) no ano que vem, ante crescimento de 0,2 por cento anteriormente, segundo parâmetros econômicos atualizados enviados ao Congresso Nacional no fim da sexta-feira, no âmbito do Projeto de Lei Orçamentária de 2016.

O relator de receitas do Orçamento de 2016, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), já havia apontado em seu primeiro parecer que não considerava o desempenho positivo factível, adotando uma queda de 1,0 por cento do PIB em suas projeções.

Gurgacz, que deve apresentar um novo relatório sobre o tema à Comissão Mista de Orçamento (CMO) na terça-feira, disse em pronunciamento em plenário nesta segunda que não incluirá no texto as receitas com a recriação da CPMF, apesar de o governo ter enviado na semana passada um adendo ao projeto prevendo a volta da polêmica contribuição sobre movimentação financeira.

Na atualização dos parâmetros econômicos, o Planejamento também apontou uma inflação medida pelo IPCA de 6,47 por cento em 2016, mais de um ponto superior à leitura de 5,4 por cento de antes.

Confrontado com receitas em queda em função da fraca atividade econômica, o governo busca aprovar novas medidas de ajuste fiscal para conseguir equilibrar as contas públicas. Em relação à CPMF, contudo, enfrenta franca resistência dos parlamentares, que não querem se associar à criação de um novo imposto com a economia em recessão.

Fontes:
Texto: br.reuters.com
(Por Marcela Ayres)
Foto: Internet

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Brasil: FMI dobra projeção de queda do PIB http://www.abraseunegocio.com.br/2015/10/brasil-fmi-dobra-projecao-de-queda-do-pib/ Wed, 07 Oct 2015 13:29:00 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=5863 Fundo prevê que retração da economia brasileira alcançará 3% este ano e 1% em 2016.

A projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgada nesta terça-feira, é de que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil vai encolher 3% este ano. A estimativa é o dobro da projeção de queda feita em julho, de 1,5%.

Ainda segundo o relatório “Perspectiva Econômica Global”, o FMI passou a ver retração de 1% em 2016, alterando por completo a expectativa de crescimento de 0,7% de até então. “No Brasil, a confiança de empresários e consumidores continua retraindo em grande parte pela deterioração das condições políticas, o investimento está diminuindo rapidamente e a necessidade de aperto na política macroeconômica está colocando pressão negativa sobre a demanda doméstica”, informou o FMI.

A visão negativa que o FMI tem do Brasil para os próximos dois anos só não é pior do que a que tem para a Venezuela, cujas estimativas para o PIB são de contração de 10% e 6% em 2015 e 2016, respectivamente. O Brasil vai ter desempenho também pior do que a América do Sul no período, que deve encolher 1,5% e 0,3% no geral. A Argentina, ainda na visão do FMI, vai crescer 0,4% neste ano para depois encolher 0,7% em 2016. As estimativas do FMI aproximam-se das projeções feitas por economistas locais, para quem a retração do PIB alcançará 2,85% este ano e de 1% no próximo ano.

Fontes:
Texto: www.segs.com.br
(Por CNseg) Matéria Original:
http://www.segs.com.br/seguros/62215
Foto: Interrnet

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