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Loja ou virtual ou marketplace, qual a melhor opção? Neste artigo, você descobre como escolher o melhor canal de vendas para seu negócio na internet! Tomar a decisão de vender pela internet envolve uma questão fundamental para seu novo negócio: que canal de vendas utilizar? Cada uma das opções envolve determinadas particularidades. Por isso, neste artigo, vamos mergulhar em duas possibilidades que costumam ter bastante popularidade: a loja virtual e o marketplace.
Vamos apresentar abaixo os prós e contras de cada uma dessas alternativas. Dessa forma, você pode entender melhor qual delas se encaixa melhor no modelo de negócios que você planeja para seu empreendimento. Vamos conhecer um pouco cada canal de vendas? Loja virtualCriar uma loja virtual é uma das formas populares de comercializar produtos pela internet. Neste modelo, você cria seu próprio site para realizar as vendas. Ele pode ser criado do zero, com a ajuda de um desenvolvedor, ou a partir de uma plataforma de e-commerce, em que pessoas sem conhecimento técnico podem criar suas lojas virtuais. PrósAo criar sua loja virtual, você será o responsável pelo seu negócio em todos os aspectos. O site será seu, o que significa que você poderá expor os produtos da forma que quiser, utilizar o layout que preferir em seu e-commerce e integrar os meios de pagamento e de envio que preferir. Além disso, por você ter um ambiente virtual só seu para vender online, você conseguirá um reconhecimento de marca maior. Isso significa que seus clientes associarão seus produtos à sua marca, uma vez que verão seu logo e toda a identidade visual do seu site. Dessa forma, o nome, as cores e as características da sua empresa ficarão mais vivos na memória do consumidor. ContrasMontar seu e-commerce significa que você estará criando um site completamente novo e, por isso, você precisará construir toda a sua audiência. Dessa forma, o investimento inicial em marketing digital será fundamental e precisará ser bem planejado. Por essa razão, é possível que você demore um pouco para ver um aumento no seu volume de vendas. Então, além de uma excelente organização para criar as estratégias do seu negócio, você vai precisar ter um pouco de paciência também. MarketplaceOs marketplaces são grandes sites em que pessoas podem cadastrar produtos para vender pela internet. É bastante provável que você conheça alguns deles, como, por exemplo, o Mercado Livre e a OLX. PrósEsse canal de vendas já conta com um grande número de visitas diariamente, pois os sites atraem muitos usuários acostumados a comprar por eles todos os dias. Dessa forma, é como se você estivesse expondo seus produtos na vitrine de um shopping center bastante movimentado. Por não precisar se preocupar em conquistar suas primeiras visitas, é possível que o volume de vendas no início já seja suficiente para seus primeiros passos. Então, se quiser, você pode esperar um pouco para começar a pensar em fazer anúncios no Google e nas redes sociais. ContrasAo vender apenas por meio dos marketplaces, você precisa ter em mente que seu modelo de negócios de baseará totalmente nas diretrizes de outra empresa. Isso significa que você estará sujeito a todas as políticas daquele canal de vendas, como, por exemplo, as taxas sobre produtos vendidos — que podem chegar a 20% do preço final — e eventuais mudanças nessas regras, que podem pegar o lojista desprevenido. Além disso, ao vender exclusivamente por meio de marketplaces, você não terá como expor sua marca para o cliente de forma efetiva. Os produtos estarão todos expostos com o mesmo layout nesse canal de vendas, o que torna difícil se diferenciar visualmente. Lembre-se de quando comprou algo por meio de um marketplace. Você sabe qual foi a loja que te vendeu ou prestou atenção apenas ao site onde realizou a compra? Se seu comportamento é como o da maioria dos clientes, provavelmente você não se lembra de que loja adquiriu seu produto. Então, que canal de vendas escolher?Cada canal de vendas possui seus pontos positivos e negativos. Por isso, é importante saber quais aspectos você considera mais importantes para seu modelo de negócios. Entretanto, é importante saber que você não precisa se limitar a apenas uma das opções. É possível que você realize suas vendas online tanto por sua loja virtual quanto por um marketplace. Dependendo da plataforma de e-commerce que você utilizar, é possível integrar sua conta no marketplace ao seu painel de gestão dos pedidos. Assim, você consegue unir o lado bom de cada canal de vendas de forma organizada! E aí, está pronto para escolher seus canais de venda na internet? |
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Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Por Victoria Salemi)
Foto: Divulgação
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Conheça a extensa carga tributária brasileira e entenda quais são os impostos que você paga ao longo do ano na sua empresa e como consumidor. A alta carga de impostos que existe no Brasil não é novidade para ninguém. Listar de cabeça quais são os impostos federais, estaduais e municipais é uma tarefa que é difícil para os próprios contadores, que trabalham com isso todos os dias, acompanharem. A falta de integração dos sistemas aliada à falta de uma reforma tributária resulta em um cenário complexo e que requer muita atenção. Para que você não fique perdido em meio à verdadeira cascata de impostos que incide sobre as suas transações, listamos aqui todos os impostos federais, estaduais e municipais que você ou sua empresa paga todos os meses. Você saberia dizer quantos são no total antes de ler esse artigo? Impostos federaisOs impostos federais são tributos arrecadados pela União e quem tem como destino o custeio de necessidades públicas da população brasileira. Os gastos das áreas de saúde, educação e segurança, por exemplo, são cobertos graças ao recolhimento de impostos feito pelas pessoas físicas e jurídicas. Se não fosse pelo pagamento dos impostos federais, muitos dos serviços aos quais temos acesso hoje em dia, como saúde pública, aposentadoria ou policiamento nas rodovias federais não seriam possíveis, pois não haveria capital para financiá-los. É função ainda dos tributos federais estimular ou desestimular o consumo de certos produtos. Esse controle é feito a partir dos impostos de importação e exportação, por exemplo, que visam incentivar o consumo de mercadorias nacionais e a exportação. No total, são 13 os impostos federais que você deve conhecer. 1. Imposto de Importação (II)Trata-se de um tributo federal que, como o próprio nome indica, incide sobre todos os produtos importados. Não importa se você é uma pessoa física ou jurídica: ao trazer mercadorias de um outro país para o Brasil elas só terão a entrada liberada no país se o II for recolhido. Há dois tipos de tributação aqui: regime de tributação simplificada (para produtos cujo valor seja igual ou inferior a US$ 100) e regime de tributação especial (para produtos cujo valor seja acima de US$ 100 e igual ou menor do que US$ 3 mil). 2. Imposto de Exportação (IE)Os impostos de exportação são atribuídos pela União e se aplicam sobre produtos fabricados por empresas brasileiras e que tenham como destino final um consumidor de outro país. O valor da alíquota, nesse caso, depende da categoria de produto exportado. Há produtos isentos, assim como há produtos com taxas mais altas. Os percentuais variam de acordo com os interesses da política cambial e de comércio exterior brasileira. 3. Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)Outro tributo de competência da União, o Imposto sobre Produtos Industrializados deve ser pago por importadores ou comerciantes e donos de indústrias. As taxas incidem tanto sobre mercadorias importadas quanto sobre produtos de fabricação nacional. Se passou por um processo de industrialização, a alíquota é gerada. 4. Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)Esse também é um imposto bastante recorrente na vida dos brasileiros. O IOF incide sobre operações de câmbio, crédito ou seguros. Seja Pessoa Física ou Pessoa Jurídica, a incidência do imposto é exatamente a mesma. Ele está descrito em detalhes no Artigo 63 do Código Tributário Nacional. 5. Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ)É o imposto que incide sobre a renda bruta das empresas, independentemente do tamanho e do regime tributário adotado. Há duas alternativas de alíquotas: 6%, quando recolhido sobre o lucro acumulado inflacionário, e 15%, quando recolhido sobre o lucro real. A declaração do IRPJ pode ser feita a cada três meses (março, junho, setembro e dezembro) ou uma vez por ano. 6. Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF)Já o IRPF é o imposto que incide sobre a renda bruta de cada um de nós. Embora possa ser cobrado de todos os brasileiros, somente aqueles cujos ganhos sejam maiores do que R$ 28.559,70 por ano são tributados. A alíquota varia de acordo com a renda mensal, que pode ir de 7,5% a 27,5%. Alguns rendimentos não são tributáveis, como as cadernetas de poupança, as bolsas de estudo, as pensões e as heranças. 7. Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)É um imposto federal cobrado todos os anos dos proprietários rurais. O não pagamento implica em uma cobrança de juros de 1% ao mês a partir da data limite de vencimento. O ITR incide tanto sobre propriedades de pessoas físicas quanto jurídicas. 8. Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS)Todas as empresas brasileiras, excetuando-se aquelas registradas sob o regime do Simples Nacional, precisam recolher o COFINS. O imposto é destinado para auxiliar o governo a financiar programas de seguridade social, como previdência social e saúde pública, por exemplo. As alíquotas variam entre 3% e 7,6%, de acordo com o regime de lucros. 9. Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE)Esse imposto está agregado ao gás natural, ao petróleo e seus derivados. As alíquotas são de R$ 100 por metro cúbico de gás natural e R$ 50 por metro cúbico de óleo diesel. Produtos que serão destinados à exportação ou que tenham como destino final a produção de petroquímicos estão isentos dessa contribuição. 10. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)Esse é outro tributo que incide sobre a renda líquida de pessoas jurídicas. A CSLL varia de 9% a 20%. O percentual a ser cobrado depende do valor final do lucro líquido do período base verificado antes da provisão do IRPJ. 11. Instituto Nacional da Seguridade Nacional (INSS)Criado em 1988, o INSS é responsável, entre outras coisas, pela aposentadoria social. Assim, o imposto é recolhido tanto de pessoas físicas quanto de empresas. Quanto maior for o salário, maior é o desconto e as alíquotas variam entre 8% e 11%. 12. Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)Outro tributo que incide sobre os recebimentos do trabalhador, desde que ele atue com carteira assinada. Todos os meses, 8% do salário do empregado é depositado em um fundo nominal ao trabalhador em uma conta na Caixa Econômica Federal. O valor pode ser sacado mediante demissão ou em casos previstos em lei, como a compra da casa própria. 13. Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP)Essas contribuições sociais têm como objetivo pagar abonos e seguro-desemprego a trabalhadores de entidades e órgãos governamentais. É como se ele fosse uma garantia ao FGTS. Foi implantado em 1988 e seu objetivo é melhorar a distribuição de renda em todo o Brasil. Impostos EstaduaisDe acordo com a Constituição Federal, compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: operações relativas à circulação de mercadorias, sobre prestações de serviços de transportes interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. No total são três os impostos estaduais: ICMS, ITCMD e IPVA. Cada estado é livre para definir em quais atividades ou benefícios para a população serão aplicados os recursos dos impostos recolhidos. Vamos conhecer mais detalhes sobre cada um deles. 14. Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)Primeiro dos impostos estaduais, o ICMS incide sobre todas as mercadorias e serviços vendidos no Brasil. Quem recolhe esse valor são as empresas (que frequentemente os repassam ao consumidor). Cada estado é livre para atribuir a alíquota que desejar sobre a circulação de mercadorias. 15. Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD)O objetivo desse imposto é recolher tributos sobre heranças e doações. Alíquota varia de caso a caso e função do imposto é meramente fiscal. O valor arrecadado vai parar no cofre do Estado. 16. Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)Quem tem carro sabe que todos os anos não há como fugir do pagamento do IPVA. Carros, motos, caminhões, ônibus e outros veículos automotores devem recolher anualmente o tributo, cuja alíquota varia de estado para estado e de acordo com o valor do veículo na tabela FIPE. Metade do valor fica com o Estado e a outra metade vai para a cidade na qual o bem foi registrado. Impostos MunicipaisSão três também os impostos municipais: ITBI, ISS e IPTU. O valor arrecadado com eles é destinado às prefeituras e permite que elas mantenham a folha de pagamento dos servidores e as despesas para custeio dos serviços públicos. Seguindo a legislação federal, a destinação dos valores arrecadados é de responsabilidade dos próprios municípios. Conheça mais detalhes sobre cada um dos impostos municipais. Vale lembrar ainda que as alíquotas podem variar de cidade para cidade. 17. Imposto sobre Transmissão de Bens Inter Vivos (ITBI)É o imposto que incide sobre a transferência de casas, apartamentos, prédios, barracões e os demais tipos de imóveis. Em geral, o ITBI é pago pelo comprador do imóvel. A alíquota varia de cidade para cidade, mas em média ela é de 2% sobre o valor de mercado do imóvel. 18. Imposto sobre Serviços (ISS)Esse é um imposto municipal a ser recolhido pelas empresas, independentemente do segmento em que elas atuem. A alíquota mínima de cobrança é de 2%, podendo chegar a 5%. O imposto a destinado não apenas às empresas, mas também aos profissionais autônomos. 19. Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU)Assim como o IPVA incide sobre os veículos, o IPTU incide sobre os imóveis de qualquer espécie. Diversos fatores são levados em consideração para se atribuir o valor de venda do imóvel. Esse valor é multiplicado pela alíquota (que varia de estado para estado). Em geral, o percentual fica entre 1% e 3%. LEIA MAIS: |
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. Curso Maquiagem na Web
. Bolos Caseiros da Vovó com Marrara Bortoloti
. Bolos no Pote Lucrativos
. Curso Instagram Para Iniciantes
. Marketing Multinível – Clube de Vantagens Vantus
Fontes:
Texto: blog.sage.com.br
(Da Redação)
Foto: Divulgação
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Com apenas 6 anos no mercado, a plataforma se tornou uma das mais buscadas e está fazendo um enorme sucesso entre os usuários. Confira entrevista exclusiva. Alugar ou comprar um casa, está entre o sonho de milhares de pessoas pelo mundo inteiro. E foi com o objetivo de realizar este sonho que o QuintoAndar nasceu. Fundada em 2013 por Gabriel Braga e André Penha, a startup brasileira de tecnologia focada no aluguel de imóveis, ficou conhecida pelo sistema inovador e mais seguro para o proprietário. Sem falar da simplicidade e agilidade para o inquilino. Milhares de usuários cadastram diariamente seus imóveis na plataforma, enquanto outros buscam por um novo lugar para morar. No conceito de “match” que fez da empresa um unicórnio, os fatores burocráticos das imobiliárias foram esquecidos. E aí está a chave do sucesso. E é com esse método, que com apenas 6 anos no mercado, a plataforma se tornou uma das mais buscadas e está fazendo um enorme sucesso entre os usuários. Mas qual será a chave para todo esse reconhecimento? Flávia Mussalem, gerente regional do QuintoAndar em São Paulo, revelou 5 questões sobre a empresa de ramo imobiliário mais querida do momento. Confira! 1. ALGUÉM FALOU IMOBILIÁRIA?
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Fontes:
Texto: www.consumidormoderno.com.br
(Por ALINE BARBOSA)
Foto: Divulgação
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Andre Penha e Gabriel Braga, fundadores do QuintoAndar: empresa vai focar no serviço de vendas de imóveis no primeiro semestre de 2020 (Germano Lüders/EXAME). Startup de locação de imóveis se mudou para a Vila Madalena, em São Paulo, para acomodar seus mil funcionários em um único endereço. A startup brasileira QuintoAndar, que intermedeia o aluguel de imóveis em 30 cidades no Brasil, está de casa nova. A empresa, fundada em Campinas em 2013 por Gabriel Braga e André Penha, inaugurou na última segunda-feira, 16, sua nova sede na Vila Madalena, em São Paulo. A sede antiga, em um prédio da WeWork na avenida Paulista, já não comportava todos os empregados da companhia, que passou de 350 funcionários em janeiro para 1.080 em dezembro de 2019. O crescimento rápido foi intensificado pela captação de 250 milhões de dólares em uma rodada de investimentos, liderada pelo conglomerado japonês SoftBank em setembro, que precificou a companhia em 1,3 bilhão de dólares. Antes de ocupar o prédio 555 da Rua Girassol, os mais de mil funcionários da startup estavam divididos em três prédios na avenida Paulista e no escritório de tecnologia de Campinas. O maior benefício da mudança para o chamado Campus QuintoAndar é permitir essa integração das equipes que ficam alocadas na cidade de São Paulo. André Penha, fundador e diretor de tecnologia da empresa, está animado com a possibilidade de concentrar os funcionários em um mesmo endereço. Até agora, as equipes de tecnologia, produtos, design e ciência de dados que ele comanda estavam fisicamente divididas, o que o obrigava a se deslocar constantemente e tornava a comunicação mais impessoal. “Gosto de quando a gente senta pertinho um do outro, aí as conversas fluem, os times diferentes conversam entre si. Essa integração faz com que a resolução dos problemas aconteça mais depressa e de maneira mais interdisciplinar”, diz o fundador. Penha ressalta que a ideia da mudança é trazer conforto para os funcionários, com espaços de convivência agradáveis ao ar livre. “Temos ambientes super interessantes, mas não é nada luxuoso e não tem brinquedo, mesa de ping pong, nada disso”, comenta. Nova sede do QuintoAndar fica na Rua Girassol, 555, na Vila Madalena, em São Paulo (Germano Lüders/EXAME)
O campus QuintoAndarO espaço ocupado pelo QuintoAndar na Vila Madalena é exclusivo da empresa, mas administrado pela companhia de aluguéis de espaços corporativos WeWork, que customizou o espaço para a startup. O projeto do edifício é do premiado arquiteto Isay Weinfeld. Os andares têm pé direito duplo, janelas que vão até o chão e varandas circundando as estações de trabalho. São três prédios no número 555 da rua Girassol, um azul, um rosa e um verde. Os dois primeiros já estão funcionando e acomodam os mil funcionários da empresa. Em fevereiro, a unidade esverdeada será liberada para poder alocar mais 600 pessoas da startup. Os funcionários estão animados principalmente com o maior número de salas de reunião e com as novas salas de atendimento, pensadas para ter uma acústica melhor para os funcionários que passam boa parte do dia falando no telefone. “Dois andares do prédio azul foram preparados para as equipes de atendimento, com pé direito mais baixo, para garantir uma acústica melhor para quem está no telefone seis horas por dia e também para o cliente que está do outro lado da linha”, diz Penha. Para evitar que cada equipe fique isolada em seu prédio do campus, a empresa centralizou o espaço de comida e confraternização no piso térreo do edifício rosa. Lá há dezenas de mesas, cadeiras, sofás, microondas e geladeiras que os funcionários podem utilizar. Além disso, a sala foi projetada com um palco, para que os fundadores possam conduzir reuniões gerais com a empresa toda. Às sextas-feiras, no final da tarde, acontecem happy hours com chopp à vontade das 17h30 às 20h30. Pensando ainda no conforto, o QuintoAndar vai oferecer vans das estações de metrô Vila Madalena e Fradique Coutinho nos horários de pico de entrada e saída dos funcionários. “Foi importante para a gente encontrar um lugar acessível de transporte público, as estações estão há 10 minutos de caminhada do escritório, as vans entram para complementar, especialmente em dias difíceis de chuva”, explica Penha. Nova casa, novos desafiosNo primeiro semestre de 2020, com o espaço novo funcionando, os fundadores querem focar em dois novos desafios: a consolidação do modelo de compra e venda de imóveis e o desenvolvimento de tecnologia para que a operação ganhe escala. O QuintoAndar tem mais de dois mil pedidos por mês de clientes que precisam de ajuda para comprar e vender um imóvel. No começo do ano que vem, as equipes estarão focadas no desafio de desburocratizar essa etapa da vida das pessoas. “Estamos investindo forte em tecnologia. O serviço entra no ar em janeiro e vai evoluir semana a semana”, diz Penha. A segunda prioridade, relacionada à escala da operação, é pensada para que a tecnologia permita que a empresa cresça sem a necessidade de novas contratações. O objetivo do time de engenharia de software da empresa é desenvolver mecanismos para automatizar e tornar mais eficiente o atendimento ao cliente. “Nós temos muitas informações dos clientes, então temos que encontrar formas de antecipar e resolver rapidamente os problemas de quem usa nossa plataforma”, diz o fundador. A equipe liderada por Penha trabalha a todo vapor para desenvolver uma ferramenta capaz de olhar os dados, entendê-los, moldar o atendimento, entender se a estratégia utilizada foi bem sucedida e se modificar sozinha mês a mês. Com esses mecanismos de aprendizado de máquina, o QuintoAndar quer responder mais rapidamente ao crescimento da própria empresa. Para isso, é necessário trazer mais profissionais experientes em desenvolvimento de software e gestão de times de engenharia. A expectativa é ampliar o time de desenvolvedores de 300 para cerca de 400 pessoas. Hoje, a companhia tem 150 vagas abertas. No final de 2020, a meta dos fundadores é estar com o segmento de vendas consolidado e ter três vezes mais volume de negócio do que no final de 2019. Com isso posto, a companhia planeja dar seus primeiros passos rumo à internacionalização da operação, em local que ainda está sendo estudado. Nos próximos anos, o objetivo do QuintoAndar é chegar a 1 milhão de imóveis alugados. Hoje a empresa fecha 5.000 contratos por mês e projeta fechar o ano com mais de 2 milhões de visitas agendadas.
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Fontes:
Texto: exame.abril.com.br
(Por )
Foto: Germano Lüders/EXAME
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