Com a crise econômica no Brasil, vários comércios estão sofrendo grandes impactos em seus faturamentos e por falta de alternativas, estão fechando as portas. De acordo com pesquisas, um dos setores que vem se destacando no mercado por não sofrerem sazonalidade e que, consequentemente, estão conseguindo driblar a economia, é o franchising, mais especificamente nos segmentos alimentícios, cosméticos, seguros e serviços.
Segundo dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising), nos últimos anos os franqueados obtiveram um crescimento em torno de 37% em suas redes, e estão conseguindo driblar a crise sem afetar a estabilidade, credibilidade e faturamento da empresa.
Os empreendedores afirmam que a dica é apostar numa fonte de renda para os negócios, traçar um planejamento realista, manter um lucro de 30% em casos de emergência, apostar em produtos novos e estar sempre prontos para novos desafios.
Por conta disso, separamos redes que não sofrem sazonalidade, tornando-se assim, excelentes opções de investimento. Confira:
A Seguralta, pioneira em rede de franquias de corretoras de seguros do Brasil, está no mercado há 49 anos e conta com mais de 1.000 unidades comercializadas em todas as regiões do país. A rede oferece todas as modalidades de seguros individuais e empresariais disponíveis no mercado e espera alcançar até o final do ano cerca de 300 franquias.
“Para estar à frente de uma franquia sazonal, é necessário estar preparado para a queda de movimento, assim como para as altas temporadas e demandas. Já ao investir em uma franquia que não é sazonal e que pode dar lucro independente do momento, o franqueado consegue manter uma estabilidade no faturamento. A falta de sazonalidade também ajuda na fidelização de clientes”, explica Leonardo Cannizza, diretor de expansão da Seguralta – uma das maiores corretoras de seguro do país.
A rede de franquias Mary Help tem como proposta central fornecer mão de obra de diaristas e mensalistas para serviços em residências e empresas, além do serviço de seleção de profissionais e terceirização de mão de obra. A rede possui mais de 67 unidades franqueadas espalhadas por todas as regiões do país. Investimento inicial varia de R$ 40 a R$ 50 mil. Faturamento pode chegar a R$ 150 mil mês.
“Nossas unidades estão sendo bem-sucedidas e crescem mês a mês, batendo recordes sobre recordes. As melhores unidades da rede já atingiram faturamento mensal de quase R$ 150 mil, deixando um lucro líquido de até R$ 35 mil no mesmo período. As estratégias recomendadas pela rede e utilizadas pelos franqueados são a divulgação adequada e bom atendimento aos clientes.”, complementa Campanelli, idealizador da rede.
Criada no final de 2016, a inovadora Cofice surgiu com o objetivo de acabar com as dificuldades que muitos empresários encontram na hora de fazer reuniões. A falta de locais adequados para tal pratica foi o que motivou os três sócios a abrirem o negócio.
“Estávamos em um processo de constituição de uma empresa S/A para investimentos em outros negócios e todo o processo ocorreu com reuniões realizadas em Shopping Centers. Nestes locais, não tínhamos privacidade tão pouco estrutura para os encontros, passamos então a freqüentar cafeterias, onde ganhamos privacidade, porém ainda não tínhamos a estrutura necessária, faltavam, por exemplo, tomadas para carregar notebooks, tablets e celulares”, explica Sady Viana. Foi então que em uma dessas reuniões, os sócios decidiram que ninguém mais poderia passar pelas mesmas dificuldades que eles passaram. Tudo o que fosse necessário para fazer com que reuniões e encontros pudessem ser mais eficientes e agradáveis possíveis, seria feito. Eles uniram as delícias de uma cafeteria com a praticidade dos coworkings. Foi assim que surgiu o COFICE: Coffee + Office.
Outra franquia que também não sofre sazonalidade é a Só Varais. Pioneira no segmento de varais internos e externos no Brasil, a franquia oferece serviços de consultoria, comercialização, instalação e manutenção de varais. “A Só Varais possui mais de 30 produtos em sua linha, com uma ampla variedade de modelos e tamanhos. Além disso, são práticos e modernos e se adequam em áreas internas e externas. Varal é uma necessidade diária que independe do clima, datas comemorativas e classes sociais por isso não sofre sazonalidade”, explica Williams Duarte, diretor comercial da rede.
A Só Varais é um negócio inédito e com taxa de franquia atrativa – apenas R$ 20 mil. Além disso, o franqueado economiza com ponto comercial, pois a franquia atua através de um escritório e vendas pela internet. O lucro médio mensal da rede é de até R$ 18 mil. O investimento inicial é de R$ 98.912,00.
Por fim, a Tutores por contar com uma grande oferta de serviços, faz com que o franqueado não enfrente sazonalidade. Especializada em educação complementar voltada para o reforço escolar multidisciplinar, a rede oferece reforço escolar, tutoria e cursos livres para o Ensino Fundamental I e II, Ensino Médio, Superior, TCC e para a Melhor Idade. Também conta com cursos preparatórios para o Enem, vestibular e concursos, além de aulas de português para estrangeiros.
Pertencente ao Grupo Multus – líder nacional no segmento de microfranquias, a Tutores conta com mais de 100 unidades em todo país e quer finalizar 2017 com 150 em todo território nacional. Sua modalidade de negócios é baseada no tamanho das cidades e no número de habitantes, engloba investimentos a partir de R$ 20 mil e a possibilidade de começar trabalhando home-base (de casa). O faturamento médio da rede também é um grande atrativo, cerca de R$ 28 mil por mês, sendo que algumas unidades chegam a faturar mais de R$ 35 mil, o lucro em média de 35% e retorno de investimento de até um ano.

Fontes:
Texto: Lucky Assessoria
(Por Adilson Mendes)
Foto: Internet
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]]>A qualidade da gestão praticada pelas redes de franquias tem sido um dos pontos mais pesquisados e questionados pelos empreendedores antes da decisão de investimento em uma franquia de determinada marca. O modelo e a excelência da gestão são os principais aspectos que determinam o sucesso das redes de negócios.
Por mais que o franqueado pesquise sobre a qualidade do suporte e dos serviços prestados pela franqueadora à rede e como é a gestão praticada pela franqueadora, ele só tem condições de avaliar de fato estes aspectos a partir do momento em que inicia a operação de sua unidade.
No primeiro momento, este ponto é pouco tangível, no entanto, cabe ao franqueador não descuidar do monitoramento freqüente das novas unidades, e, desde o primeiro momento deixar claro ao franqueado o que ele vai ou não receber. Com isso, a chance de eliminar frustrações do franqueado por percepções e expectativas irreais são maiores.
Com relação a excelência da gestão ou do gerenciamento, o que acontece nas redes de franquia não é diferente do que acontece nos negócios de uma maneira geral. O que muda são as consequências geradas pela excelência ou pela falta dela em função da existência neste cenário da figura do franqueado. Este, de acordo com o nível de expectativas geradas, tem comportamento totalmente distinto de um gerente de rede com operações próprias.
Ao fazer uma análise mais holística sobre a origem dos problemas gerados nas redes em função do modelo de gestão utilizado pelos franqueadores, chegamos a algumas conclusões. A primeira é que a maior parte dos franqueadores que existe no Brasil é constituída por pequenos e médios empresários e estima-se que um número significativo desses empreendedores não está totalmente estruturado em relação ao modelo organizacional; processos; sistema de informação; gestão e capacitação de pessoas; administração de custos e de fluxo de caixa; contabilidade gerencial; entre outros.
A cultura dessas empresas, algumas familiares, é trazida pelos seus fundadores, que ao longo do tempo tiveram que lutar pela sobrevivência da empresa e que aprenderam com os próprios erros.
Acontece também nestas empresas um fenômeno comum no meio dos negócios: a empresa cresce mais do que a capacidade da estrutura organizacional pode suportar. Este é o momento em que os problemas começam a aparecer, frutos da dificuldade interna de gerenciamento, da pouca eficiência ou falta de controle na operação do negócio (pessoas, custos e o relacionamento com o cliente). E isso não é algo que o empresário percebe e muda de um dia para o outro, é um processo que muitas vezes custa caro para a imagem e para os resultados da empresa.
Em muitas empresas este é o momento que o empresário também está investindo em tecnologia, estrutura física, ou pessoas e tem planos para abrir novas unidades em outras regiões. Neste estágio de desenvolvimento, muitos destes empresários vislumbram a possibilidade de franquear o negócio. É comum ele iniciar o projeto de expansão motivado por pedidos de franquias de outros empreendedores que desejam abrir um negócio próprio.
É nesse ponto que a maioria dos problemas de gestão nas redes de franquia tem origem. O empresário e futuro gestor da rede, ou está passando por um processo de reestruturação dos processos internos e de implantação de sistema de informação em sua base, ou ainda não percebeu esta necessidade.
Percebe-se que o empresário tem todo o know how de operação do negócio em relação à compra, fabricação e venda, mas falta-lhe o conhecimento de quais processos devem ser implantados para gerenciar as atividades da empresa como um todo, com uma visão holística, de forma a manter o controle do negócio e gerar bons resultados. Geralmente, o negócio vai bem, mas tem pouca informação e condição para que sejam feitas algumas análises como: curva de crescimento do negócio, evolução das despesas, margem de contribuição de cada produto, gastos com pessoal e benefícios, lucratividade etc.
Na realidade o “faça o que eu digo e não o que faço” acaba acontecendo nas redes de franquias. A idéia de que, com a contratação de um kit de manuais e um contrato que regulamente a relação entre franqueador e franqueado tudo vai funcionar sem esforço da franqueadora não é uma realidade. A gestão nas redes de franquias deve começar a partir de uma estrutura interna na franqueadora com pessoas capacitadas e processos para acompanhar, monitorar e incrementar resultados nas unidades franqueadas. Se a empresa franqueadora não tem essa cultura de gerenciamento internalizada fica difícil “dar o testemunho” frente aos franqueados.
Antes de iniciar o processo de expansão com franquias, o esforço da franqueadora deve ter foco maior na estruturação interna, além de uma profunda avaliação do negócio como um todo, desde a estrutura organizacional, pessoas, processos e resultados e, como vai conceder o acesso a todo esse complexo sistema para o seu franqueado usar, obter sucesso e ser feliz com a franquia.
Costumo conceituar a franquia como “franquia é a disseminação da inteligência empresarial”. Portanto, a recomendação para os futuros franqueadores é: avalie o nível inteligência do seu negócio e se ele pode atrair futuros franqueados para a sua rede.
Claudia Bittencourt – Fundadora e diretora Executiva do Grupo Bittencourt.
Fontes:
Texto: Spin Comunicação
(Por Laís Gianfagna)
Foto: Internet
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]]>O cenário não podia ser mais desafiador. Placas de “Aluga-se” proliferam nas ruas, negócios estão fechando, empregos estão sendo perdidos, e o poder de compra do brasileiro despencando. Apesar da confiança do consumidor começar a dar sinais vitais, ainda é um momento de instabilidade e incertezas.
A todo esse cenário macroeconômico adiciona-se ainda a mudança do comportamento do consumidor, que passa a ser mais criterioso em suas compras, quer comprar mais por cada vez menos, fazendo com que o mercado entre em guerra de preços e muitas vezes os valores do produto e da marca acabam se reduzindo ao preço da tabela.
Também a isso, adiciona-se a atenção do consumidor, que se concentrou em ver tudo por meio de um aparelhinho que cabe na sua mão, valoriza mais as experiências que pode compartilhar e usufruir. Ser é mais importante do que o ter, busca por valores que façam mais sentido dentro do seu objetivo de vida. Tudo isso nos faz questionar o quanto as empresas franqueadoras estão preparadas para encarar esse novo universo. Uma coisa é certa. É preciso mudar, e mudar rápido!
O que temos visto no mercado é que as empresas estão conscientes desse processo (até porque sentem o impacto nos resultados no final do mês) mas ainda tem dificuldade de enfrentar e superar esse desafio e decidir como e qual caminho seguir para garantir a sobrevivência, manter ou aumentar as margens de resultado e obter sucesso com o negócio.
As empresas começaram a agir com o agravamento da crise em corte de custos e otimização de recursos. Um ótimo ponto de partida que deu o fôlego necessário para seguir com as demais ações de ajustes requeridas para o momento.
E essas ações envolvem desde rever a estratégia de vendas, o modelo de negócio, o uso de tecnologia para aumento da produtividade e redução de custos, e na diferenciação por valor e não por preço.
Os questionamentos estratégicos dos pontos acima podem impactar as redes de franquias com um agravante, no franchising tudo se potencializa, as coisas boas e as ruins, uma ação errada ou uma não ação, resultam em efeitos em cadeia, nesse sentido sugiro uma grande reflexão sobre como estão em relação aos seguintes pontos:
Revisão do Modelo de Negócio
Qual a proposta de valor que a empresa está entregando para os consumidores. E para os franqueados?
Está se relacionando de forma efetiva a fim de manter o engajamento com a marca e com o negócio? Quais são as atividades chave que são o coração da atuação da empresa e que não podem nunca perder o ritmo e o compasso com o mercado? Como trazer mais parceiros para colaborar com a construção e manutenção do negócio ao longo do tempo?
Isso tudo sem tirar os olhos dos custos e das fontes de receita que garantirão os resultados e a perenidade do negócio.
Com o olhar com o foco na saúde da rede, é preciso identificar o encaixe exato entre as dores dos franqueados e os “analgésicos” fornecidos pela franqueadora. Ou seja, o que a franqueadora pode fornecer para a rede que proporcione ganhos para o franqueado, para a franqueadora, e que os permita ganhar resistência para superar os desafios mercadológicos.
Outro ponto que faz parte da revisão do modelo para sustentação da rede no mercado é a escolha dos parceiros certos, ou a manutenção na rede apenas daqueles que tem aderência à cultura e ao propósito do negócio. Para isso, a franqueadora tem que ter muito claro todos os aspectos que envolvem o perfil do seu franqueado. Ou seja, suas características pessoais, profissionais e também suas competências técnicas. Momentos de instabilidade econômica vão e vem, e estar com o empreendedor certo na rede faz toda a diferença nos momentos de grandes desafios.
Estrutura organizacional, processos, tecnologia e pessoas
Nada mais importante do que um olhar crítico para os pilares que sustentam as empresas e direcionam para a obtenção de resultados.
Nas redes de franquias a estrutura da franqueadora deve ter como objetivo fazer com que os franqueados gerem resultados e consequentemente remunerar a franqueadora.
Para uma rede de franquias, outro ponto que pode ser considerado alicerce é ter processos bem definidos. A identificação de lacunas pode fazer com que a companhia ganhe eficiência pois todos saberão o que, como e quando fazer. Associados aos processos, a capacitação dos profissionais que vão aplicá-los no seu dia-a-dia, o que vai garantir que a empresa consiga identificar pontos de melhoria constantemente, definir indicadores e acompanhar resultados. Mais um ponto para o ganho de eficiência.
Com relação à tecnologia, não há como negar que ela está aí para facilitar a nossa vida. Desde simples aplicativos à completos sistemas de gestão que dão a visão geral do negócio. Em muitos deles, a informação necessária está a um clique, tornando mais ágil o processo decisório, embasado por dados e fatos, e com menor risco.
As pessoas. Não é à toa que deixei esse aspecto por último. Sem elas nada do que foi explorado acima acontece. E deve ser nesse ativo o principal investimento das companhias – seja em capacitação, acompanhamento, desenvolvimento, mentorias… infinitas formas de desenvolver e evoluir cada profissional, seja em aspectos técnicos ou comportamentais. Trazer as pessoas certas, garantir que elas tenham a informação necessária e deixá-las trabalhar com autonomia e responsabilidade. Assim se cria o senso de responsabilidade e cria-se um ambiente propício para o estabelecimento de metas, níveis de excelência e atingimento de resultados. Fica mais fácil separar quem puxa a performance para baixo e quem eleva a barra na companhia.
Nunca foi tão necessário rever tudo, e essa prática a franqueadora deve levar para a rede, com programas de atendimento estruturado de acordo com as necessidades e fraquezas de cada franqueado. Aplicar o mesmo remédio para todos é jogar dinheiro fora. Hoje falamos em Estruturas Inteligentes, onde o foco é atender de forma personalizada cada membro da equipe e da rede e com isso potencializar resultados. Para que isso seja possível precisa=se avaliar se temos as competências necessárias ou se precisamos trocar ou trazer competências compatíveis com o que queremos gerar de resultados. Na atual conjuntura não comporta ter pessoas mais ou menos.
Rever Mix de Produtos e Serviços
Muitas empresas ficam batendo na mesma tecla, com o mesmo mix de produtos e serviços, desconsiderando as mudanças de mercado, e principalmente as mudanças no perfil dos consumidores, que não compram mais como antigamente. As vezes só acordam quando começam as dificuldades de caixa, quando efetivamente sentem o peso no bolso.
Agora é o momento de reavaliar a curva ABC dos produtos e serviços; quais geram as melhores margens, quais os mais aceitos pelo consumidor e como agregar valor a esses produtos e aplicar margens melhores. Sair da concorrência de preço e melhorar nos atributos e na forma apresentar, embalar ou premiunizar.
Atrelado a isso rever fornecedores, negociar preços e exigir mais qualidade.
Pode ser que a empresa chegue à conclusão que deve se reinventar totalmente, ou estará com os dias contatos.
Marketing tradicional x Marketing digital
Com o mundo globalizado e digital ficará cada vez mais difícil para os empresários atrair e convencer consumidores para suas marcas e produtos utilizando ações de marketing do mundo analógico. Um compartilhar nas mídias sociais gera mais resultados ou rejeição do que um anúncio na mídia impressa, avaliar a atuação do marketing nesse aspecto é fundamental para a rede. Os franqueados precisam dessa orientação por parte da franqueadora e esta eleger uma empresa especializada no campo do marketing digital para atuar com a rede no sentido de potencializar vendas e engajar clientes.
Cuidando desses aspectos é possível dizer que a rede está mais suscetível a gerar resultados, ter baixa rotatividade de franqueados pois eles estarão engajados e motivados com a marca e com o negócio e com o devido acompanhamento e orientações para gerar resultados para a rede e para a sua unidade.
Claudia Bittencourt – Sócia fundadora e Diretora Geral do Grupo BITTENCOURT.
Fontes:
Texto: Spin Comunicação
(Por Laís Gianfagna)
Foto: Internet
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