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redes sociais – Abra Seu Negócio http://www.abraseunegocio.com.br Seja um empresário de sucesso! Fri, 17 Mar 2023 13:57:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.6.29 5 passos para mensurar os resultados nas redes sociais em 2017 http://www.abraseunegocio.com.br/2016/12/5-passos-para-mensurar-os-resultados-nas-redes-sociais-em-2017/ Mon, 26 Dec 2016 11:21:37 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=17547 Autora do livro “Facebook Marketing” explica formas de avaliar métricas de desempenho.

Quem tem um negócio sabe que com a chegada do fim de ano é essencial fazer um balanço de resultados e coisas que não deram certo. Camila Porto, especialista em Internet Marketing, explica que isso também funciona com as redes sociais: “saber analisar é fundamental para avaliar se está no caminho certo ou se precisa mudar a rota”. Para isso, a especialista lista as cinco melhores métricas para entender como foi o crescimento da página na rede social.

1 – Número de fãs

A métrica é uma forma de avaliar ou medir o desempenho da sua empresa na internet. Por exemplo, o número de fãs da página é uma métrica importante, pois diz respeito sobre a evolução da página e se ela está sendo atrativa, o quanto está sendo vista, e se as pessoas estão querendo receber mais informações. Uma dica da Camila é “tenha uma meta para saber o quão rápido você está caminhando ou não para o seu objetivo. Mensure quantos fãs você tem hoje, quantos terá daqui 30 dias e sempre defina uma meta para cada uma dessas métricas”.

2 – Envolvimento com a publicação

A autora do livro “Facebook Marketing” explica que de nada adianta ter 1 milhão de fãs se pouquíssimas pessoas interagem com o conteúdo publicado. Quando questionada sobre a importância do envolvimento, Camila explica que quando se aumenta o engajamento, isso quer dizer que as pessoas estão curtindo o que está sendo publicado, estão interagindo e participando. “A minha dica é avaliar é o envolvimento com a publicação. Por exemplo: se hoje você tem 1000 pessoas se envolvendo com a publicação, mês que vem pode aumentar 5% disso. Você pode melhorar a maneira como você se comunica para aumentar esse envolvimento”.

3 – Alcance

“Quanto mais engajamento você tem, quanto mais as pessoas interagem com seu conteúdo, maior tende a ser o seu alcance”, conta Camila. A dica da especialista é sempre olhar o alcance para saber quantas pessoas estão sendo impactadas pelo conteúdo todos os dias, meses, ou por um período específico.

4 – Taxa de envolvimento

O Facebook, por exemplo, avalia quantas pessoas foram impactadas por um conteúdo versus quantas curtidas, comentários e compartilhamentos ele gerou. “Quanto maior essa taxa, maior a qualidade do seu conteúdo e mais engajamento você conseguiu gerar, ou seja, será melhor para você e seu negócio”.

5 – Engajamento de ação

Por fim, Camila oferece uma dica valiosa: analisar o engajamento de ação, que é saber quantos cliques uma publicação teve, quantas pessoas visitaram o site a partir de um post. “Em muitos casos, uma publicação tem o intuito de levar pessoas para o site ou e-commerce. Nesse caso, é muito importante mensurar quantos cliques para ir até o seu site você obteve, não necessariamente quantas curtidas e comentários ele recebeu”. A especialista pede para sempre avaliar os posts baseados no objetivo com aquele determinado conteúdo. “São métricas diferentes para medir o desempenho específico de cada publicação. Se o objetivo é levar pessoas para o site, mensure quantos cliques sua publicação recebeu”.

Contatos

Nome: Grecia Baffa – Sigma Six Comunicação
Email: grecia@sigmasix.com.br
Telefone: DDD+11 2429-1001 / DDD+11 97548-6006

 

 

Fontes:
Texto: Sigma Six Comunicação
(Por Grecia Baffa)
Foto: Divulgação

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3 formas simples para gerar engajamento nas redes sociais http://www.abraseunegocio.com.br/2016/10/3-formas-simples-para-gerar-engajamento-nas-redes-sociais/ Thu, 13 Oct 2016 13:10:17 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=16746 Especialista em Internet Marketing ensina dicas poderosas para engajar fãs e conquistar clientes.

É comum ver em páginas do Facebook um post com muitas visualizações, porém, sem curtidas ou compartilhamentos do conteúdo. O que fazer nestas situações? A especialista Camila Porto, a autora do livro Facebook Marketing, mostra que é possível conseguir engajar os fãs com três maneiras diferentes e simples.

1- Saiba com quem você está falando

Camila, que também é criadora do treinamento Facebook Essencial, ensina que é necessário entender o que é ‘persona’, que é o público-alvo. “A partir do momento que você sabe com quem está falando, saberá quais são os desejos e dores do seu público”. A especialista explica que quem produz o conteúdo para a rede social tende a publicar posts que acha legal, mas que não são necessariamente coisas que a audiência quer. A consequência disso são pessoas que simplesmente não interagem.

2- Não insista no mesmo erro

Um erro muito comum é postar um determinado conteúdo que não gera engajamento e, no dia seguinte, postar algo parecido ou igual. “Algo que aprendi é que quando não temos um feedback, isso é um feedback”, comenta. Camila explica que é necessário encontrar tipos de conteúdo que seja possível publicar e que trarão engajamento na página do Facebook. “Comece a perceber os assuntos que mais geram engajamento na sua página para procurar assuntos semelhantes”, ensina.

3 – Interaja para engajar

Para que as pessoas respondam a um post, é necessário haver uma pergunta. “Quando se publica algum tipo de conteúdo, é fundamental que se peça para interagir: fazer perguntas, pedir para marcar amigos, perguntar quais as principais dúvidas que as pessoas têm sobre o produto e assim por diante”, afirma Camila.

ASSESSORIA DE IMPRENSA – SIGMA SIX COMUNICAÇÃO
11 2429-1001 | 97548-6006
Direção: Nathana Lacerda – nathana@sigmasix.com.br | 96737-4800
Taiana Bueno – taiana@sigmasix.com.br
Grecia Baffa – grecia@sigmasix.com.br
Kelly Moraes – kelly@sigmasix.com.br

 

 

Fontes:
Texto: SIGMA SIX COMUNICAÇÃO
(Por Grecia Baffa)
Foto: Internet

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STATO oferece dicas de como construir uma marca pessoal sustentável nas redes sociais http://www.abraseunegocio.com.br/2016/08/stato-oferece-dicas-de-como-construir-uma-marca-pessoal-sustentavel-nas-redes-sociais/ Mon, 08 Aug 2016 18:00:27 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=15319 Especialista da STATO recomenda manter perfil completo e atualizado, conteúdo de qualidade sobre a área em que atua e engajamento com os pares.

São Paulo, 8 de agosto de 2016 – O posicionamento de cada indivíduo diante do mercado em que atua é responsável pela imagem que será transmitida para outras pessoas. Ao longo do tempo esse posicionamento individual é conhecido como marca pessoal. “Uma marca pessoal de representatividade é o que vai diferenciá-lo de outras pessoas no mundo, tanto na esfera pessoal quanto na profissional”, afirma Juliana Palermo, especialista de marketing da STATO.

Devido ao alcance da internet e a exposição das pessoas nas plataformas sociais, o processo de construção dessa marca nunca foi tão importante. Ao passo que as redes sociais possibilitam a qualquer pessoa comunicar seus anseios, posicionamentos e capacidades em tempo real, elas permitem interpretações e reações quase que ao mesmo tempo. Nesse sentido, de forma mais estruturada ou não, a marca pessoal precisa de uma estratégia que, por sua vez, precisa de objetivos.

Os objetivos podem englobar o reforço do posicionamento da pessoa no mercado, ou mesmo o destaque como especialista em determinado assunto, ou como formador de opinião. “Para atingir tais objetivos, a pessoa pode utilizar as mídias sociais para fazer networking em contato com profissionais de diversas áreas, ex-colegas de trabalho, formadores de opinião e até possíveis clientes”, enfatiza Juliana.

Para otimizar o processo de construção da marca pessoal, confira algumas dicas da STATO:

  • Complete e atualize seu perfil com boa foto e dados corretos;
  • Utilize palavras-chave que identifiquem quem você é para que seja encontrado(a) com mais facilidade;
  • Planeje seu conteúdo, faça postagens que demonstrem seu conhecimento em sua área de atuação;
  • Compartilhe ideias, dicas e novidades sempre com a sua opinião;
  • Comente as publicações de seus colegas que sejam relacionadas;
  • Crie posts que busquem engajamento e faça relacionamento;
  • Seja criativo, pense em posts que chamem a atenção do público, gerando interação quanto ao conteúdo publicado;
  • Crie uma chamada para a ação, se você quer que alguém comente ou compartilhe algo, deixe isto explícito no texto e se envolva com os comentários;
  • Aproveite a oportunidade para desenvolver relacionamentos.

Carreira corporativa

Pensou em carreira corporativa? Crie um perfil no LinkedIn. Presente em mais de 200 países, o LinkedIn é a maior rede profissional do mundo com 443 milhões de usuários. Utilizada não somente para a busca de emprego, a rede possibilita desenvolver uma estratégia pessoal focada em networking, sendo que 80% dos decisores e formadores de opinião se encontram nessa rede e 75% das pessoas que estão na rede querem fazer contatos importantes.

Além disso, ele pode ser uma fonte de geração de negócios e leads e impulsionar sua presença profissional na internet, aumentando suas chances de aparecer no Google. “Com o perfil atualizado e o mais completo possível, o profissional chamará atenção dos recrutadores, que consideram a rede social uma importante ferramenta para encontrar e conhecer melhor os candidatos”, alerta Juliana.

Contudo, as redes sociais funcionam como uma vitrine e podem ser acessadas a qualquer momento, por isso, a visibilidade e o excesso de exposição proporcionada pode trazer riscos ao indivíduo/candidato, pois o recrutador pode encontrar algo que resulte na desistência da contratação. Portanto, tenha cuidado com os conteúdos compartilhados.

O que evitar nas redes:

  • Reclamar do trabalho, colegas ou chefes;
  • Mostrar nas redes sociais alguém que você não é, seja autêntico;
  • Perder o controle ao discutir política, religião e outros temas polêmicos;
  • Falar muitos palavrões;
  • Preste atenção na ortografia;
  • Demonstrar preconceito e intolerância.

O que postar para tornar seu marketing pessoal interessante:

  • Publique suas conquistas;
  • Divida suas experiências;
  • Compartilhe notícias sobre a área;
  • Compartilhe eventos;
  • Interaja, comente, dê sua opinião – sempre de forma respeitosa.

Por fim, utilize os recursos que as redes disponibilizam. No LinkedIn, por exemplo, existe um espaço dedicado para uploads de publicações que você já tenha feito, explore esse recurso. Já o Facebook é uma rede social para registrar e compartilhar acontecimentos de caráter pessoal, portanto, vale mostrar mais de quem você é: seus hobbies, gostos, etc.

Sobre a STATO           

A STATO é uma consultoria especializada em recrutamento de executivos, desenvolvimento organizacional e transição de carreira/outplacement. A STATO atua em todas as etapas do ciclo dos profissionais nas empresas identificando, desenvolvendo e apoiando pessoas para o sucesso dos profissionais e das organizações. A empresa conta com especialistas em assuntos relacionados à carreira, seja do ponto de vista das organizações ou dos indivíduos.

Mais informações: http://www.statobr.com/

Informações para a imprensa:

TREE COMUNICAÇÃO
Jeane Morais
(11) 3093-3615 – jeane.morais@tree.inf.br
Heloiza Carvalho
(11) 3093-3607 – heloiza@tree.inf.br

 

 

Fontes:
Texto: TREE COMUNICAÇÃO
(Por     Analina Arouche)
Foto: Internet

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Listado na Forbes, filho de ex-camelô dá dicas para vender mais na internet http://www.abraseunegocio.com.br/2015/10/listado-na-forbes-filho-de-ex-camelo-da-dicas-para-vender-mais-na-internet/ Sat, 24 Oct 2015 13:49:04 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=6408 Thiago Monsores (esq.) e seu pai, David Portes, ex-camelô que virou palestrante (Foto: Divulgação).

O tino para os negócios está no sangue. Filho de David Portes, ex-camelô que virou palestrante, Thiago Monsores, 27, é um empreendedor serial. Já abriu de restaurante a aceleradora de start-ups. No ano passado, entrou no ranking da revista Forbes dos 30 brasileiros mais influentes com menos de 30 anos. Sua mais recente aposta é uma agência de publicidade para pequenas empresas, a Adpop.

“Aprendi com o meu pai a me comunicar bem desde criança e a observar as oportunidades.” Monsores diz que sempre gostou da área de comunicação e marketing, mas seu primeiro negócio foi um restaurante. “Quando eu percebi que não era o que eu queria, vendi o estabelecimento e resolvi ir atrás do que realmente me motivava.” O negócio foi repassado por R$ 1,2 milhão.

Com o dinheiro, ele criou a D!Marketing, que faturou R$ 5 milhões no ano passado criando estratégias de marketing para grandes empresas. Apaixonado por negócios de tecnologia, fundou ainda a Investcomm, uma aceleradora que investe na criação de start-ups.

Recentemente, lançou a Adpop, junto com seu pai. A agência oferece soluções de publicidade e identidade visual para pequenas empresas e atua na capacitação de empreendedores no comércio eletrônico. “A empresa que não está na internet não se comunica com o mundo. Há espaço para todas e elas precisam aprender a explorar todo o potencial da rede. ”

A seguir, veja as dicas dele para que pequenas empresas marquem presença na internet e vendam mais:

1. Atue nas redes sociais

(Foto: Impulso Digital)

(Foto: Impulso Digital)

As redes sociais são essenciais para o negócio alavancar, inclusive as micro e pequenas empresas, segundo Monsores. Ele diz que, dependendo do público, do produto ou serviço, é interessante estar presente no Facebook, Instagram, LinkedIn. Segundo ele, esses canais podem ser usados para oferecer informações sobre os produtos, dar dicas de como usá-los e divulgar ações promocionais.

2. Ofereça conteúdo relevante

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

Nas redes sociais, criar relacionamento com seu público é importante. Para manter o interesse do público, uma boa estratégia, segundo Monsores, é oferecer conteúdo relevante. “Se você deseja vender itens de pet shop, por exemplo, pode levar um conteúdo específico para o seu público-alvo e cativá-lo, como dicas de saúde para um cachorro, qual a melhor ração para o seu tipo de raça etc.”

3. Forme opinião

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

De acordo com Monsores, uma das armas para ter êxito na internet é conquistar a opinião pública. Uma forma de alcançar o público é descobrir quem são as pessoas que influenciam opiniões na internet e tentar buscar parcerias. “É comum que as empresas enviem seus produtos para blogueiros divulgarem.”

4. Mantenha suas plataformas atualizadas

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

Segundo Monsores, é importante acompanhar a tecnologia e manter as plataformas atualizadas. Atualmente, o site da empresa precisa ser responsivo, ou seja, que permite o acesso pelo computador, tablet ou smartphone, sem comprometer o layout, afirma. “Cada vez mais as pessoas estão acessando a internet pelo celular. Por isso, é preciso ter tecnologia para atender a todos eles.”

5. Otimize as buscas

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

Quanto mais você colocar palavras-chaves que facilitem o acesso ao seu site, mais visibilidade você ganhará no Google e mais visitas o seu site vai receber, segundo Monsores. “Se você tem um pet shop, por exemplo, coloque os nomes das rações que comercializa e a sua localização. Quando o consumidor for procurar o produto e o local mais próximo, o seu site aparecerá na pesquisa dele”, afirma.

6. Faça promoções

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

Oferecer cupons de descontos ajuda a fidelizar os clientes na rede, segundo Monsores. “Uma ideia é desenvolver ações do tipo: ‘os 100 primeiros clientes que comprarem tal produto ganham desconto ao adquirir o segundo ou os 100 primeiros clientes que comprarem tal produto ganham um cupom de desconto para pagar menos'”, afirma.

7. Controle seu estoque

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

Segundo Monsores, a parte operacional precisa estar em dia no e-commerce. “O empresário deve escolher um software que faça um controle bastante preciso do que há disponível para vender. Qualquer erro pode deixar o cliente insatisfeito e abalar o negócio”, diz. Deixar de vender por não saber se possui o produto ou fechar a venda sem ter o item em estoque são exemplos.

Fontes:
Texto: economia.uol.com.br
(Por Márcia Rodrigues – Colaboração para o UOL)/Matéria Original:
http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2015/10/19/listado-na-forbes-filho-de-ex-camelo-da-dicas-para-vender-mais-na-internet.htm
Foto: Divulgação

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Marcas usam as redes sociais para cativar os consumidores http://www.abraseunegocio.com.br/2015/10/marcas-usam-as-redes-sociais-para-cativar-os-consumidores/ Fri, 09 Oct 2015 19:16:37 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=6183 Com ações oportunistas, chamadas de Marketing em Tempo Real, as empresas avançam sobre a internet para conquistar a massa digital. Há casos de imenso sucesso, mas tem cada fiasco…

“SALA DE GUERRA” DA COCA-COLA, NO RIO, ONDE UMA EQUIPE DA MARCA MONITORA O ZUM-ZUM DAS REDES SOCIAIS (FOTO: EDUARDO ZAPPIA).

No fim de junho, a Suprema Corte dos Estados Unidos declarou inconstitucionais as leis que proibiam o casamento entre gays nos 50 estados americanos. Tão logo a medida foi anunciada, Barack Obama tuitou: #LoveWins (literalmente, o “amor vence”). Foi uma festa. A partir daí, um turbilhão digital varreu o mundo. De acordo com o Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic), uma consultoria especializada no monitoramento da web, a expressão apareceu em 12 milhões de publicações na internet, em todos os idiomas – sendo 630 mil em português. Isso em somente 24 horas. Ou seja, a repercussão, tanto do fato quanto da frase, foi estonteante – e instantânea.

Muitas empresas farejaram uma oportunidade nessa insólita proliferação de manifestações. Rapidamente, tingiram as suas logomarcas com os tons do arco-íris, tomado como símbolo dos direitos homossexuais, ou dispararam pela internet textos enaltecendo o amor. No Brasil, não foi diferente. Por aqui, mergulharam nessa onda companhias de setores variados como Gatorade, Citroën, Netflix, Livraria Cultura, Saraiva, Outback e Domino’s… (só para citar algumas).

O que se viu naquela ocasião, contudo, não foram ações irrefletidas, disparadas a esmo por empresas que agiram de forma espontânea, levadas pelo inebriante zum-zum das redes sociais. Na maioria dos casos, a investida das marcas (como na inundação de arco-íris digitais) retrata um fenômeno executado com algum cálculo e uma pilha de segundas intenções. Esse tipo de iniciativa tem até nome. Os publicitários a definem como marketing em tempo real (ou real time marketing, no jargão).

O termo designa um tipo de intervenção promovido pelas empresas em grandes pontos de encontro na internet, onde multidões de consumidores estão reunidas. Os locais mais visados são o Facebook (1,44 bilhão de usuários ativos por mês) e o Twitter (302 milhões de participantes por mês), além do YouTube (1 bilhão de adeptos) e aplicativos como o Snapchat (100 milhões de participantes por dia), um sucesso entre adolescentes. O objetivo dessas intromissões não se resume à venda de um produto – embora não a exclua. Elas têm, na maioria dos casos, um caráter institucional. As ações visam estabelecer uma espécie de cumplicidade das empresas com a massa que habita as redes sociais – e, no fim do dia, talvez conquistá-la.

Para isso, o marketing em tempo real utiliza-se de um amplo matiz de mensagens. Elas instigam a plateia das redes com vozes que vão da solidariedade (como no caso da questão homossexual) à indignação. Em outros momentos, tentam cativar a audiência online pela ironia ou pelo humor. Há um pouco de tudo, contanto que esse “tudo” ative uma repercussão positiva da marca no universo digital. Há casos de impacto impressionante.

A AÇÃO MAIS BEM-SUCEDIDA DE MARKETING EM TEMPO REAL OCORREU NA FINAL DO SUPER BOWL, EM 2013, NOS ESTADOS UNIDOS. UMA IMAGEM DA MARCA DE BISCOITOS OREO SOMOU 525 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES NO FACEBOOK E NO TWITTER

A AÇÃO MAIS BEM-SUCEDIDA DE MARKETING EM TEMPO REAL OCORREU NA FINAL DO SUPER BOWL, EM 2013, NOS ESTADOS UNIDOS. UMA IMAGEM DA MARCA DE BISCOITOS OREO SOMOU 525 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES NO FACEBOOK E NO TWITTER

A invasão do biscoito

Nova Orleans, 3 de fevereiro de 2013. O Baltimore Ravens e o San Francisco 49ers estavam em campo para disputar a 47ª edição do Super Bowl, a grande final do campeonato de futebol americano – e um dos intervalos publicitários mais caros do planeta (à época, US$ 4 milhões por 30 segundos). Enquanto as equipes se preparavam para iniciar os dois últimos quartos da partida, um blecaute deixou metade do estádio na escuridão.

Foi automático. Grande parte dos mais de 100 milhões de telespectadores que acompanhava o jogo lançou-se sobre as redes sociais. Essa turma, uma assembleia gigante, estava à caça de informações sobre o motivo da queda de energia ou apenas passava o tempo em mexericos diversos.

Nesse instante, a equipe de publicidade da Mondelez, dona da marca Oreo, publicou a seguinte frase, acompanhada de uma foto, no Twitter e no Facebook: “Você pode mergulhar o seu biscoito mesmo no escuro (You can still dunk in the dark)”. O texto remetia à tradicional maneira usada pelos americanos de embeber a bolacha no leite antes de consumi-la.

A rede – esse universo tão populoso quanto indômito – adorou a brincadeira. A expressão foi compartilhada mais de 15 mil vezes no Twitter e no Facebook apenas na primeira hora, com um alcance de 525 milhões de visualizações da imagem. Além disso, a iniciativa gerou reportagens em veículos de imprensa (mídia espontânea) de mais de cem países. A marca Oreo, que nem patrocinava a competição, meteu-se no meio do jogo e fez um golaço – ou um touchdown, para ser mais preciso – sem suar a camisa.

Um nó na garganta e outro no canudo

Não existe uma receita, um manual, para a atuação das empresas nessa variedade do marketing. As investidas estão mais para ações de guerrilha do que para ciência. Afinal, trata-se de uma prática recente. O termo “real time marketing” começou a ser pesquisado no Google em 2008, mas a consulta se tornou mais frequente em 2013. O ápice das buscas deu-se em julho de 2014, durante a Copa do Mundo, quando várias marcas criaram equipes para atuar em tempo real. A Coca-Cola é um exemplo.

A empresa conta com um time de 50 profissionais atuando em real time marketing somente no Brasil. Essa turma fica em uma “sala de guerra” (war room), dentro da sede da empresa, no Rio. Lá, há colaboradores de oito diferentes prestadores de serviço da marca, como agências de publicidade, gente especializada em monitoramento de redes sociais ou em produção de conteúdo. O local é chamado de “basement” (porão).

A Coca-Cola avança sobre as redes sociais em quatro etapas. Elas são segmentadas em 1) escutar, 2) reagir, 3) falar e 4) amplificar. Muitas vezes, entre o começo e o fim dessa sequência não se passam três horas. Aliás, o real time é veloz. Velocíssimo. Exige, como se diz, timing. Tudo pode começar pelo monitoramento das redes, quando se capta uma oportunidade de inserção da marca em um burburinho digital. “Precisamos ouvir os consumidores e contextualizar o que eles desejam ver nas redes sociais”, diz Rafael Prandini, diretor de real time marketing da multinacional no Brasil. “Depois, fazemos com que essas conversas cheguem a um público mais amplo.”

Esse processo foi posto à prova na Copa, em 2014. Após a tragédia dos 7 a 1, a maioria das empresas ficou muda (ou seria catatônica?) nas redes sociais. A Coca-Cola reagiu. Publicou a imagem de um canudo com um nó, colocado dentro da garrafa da marca. O texto dizia: “Um sentimento: nó na garganta” (veja quadro abaixo). A decisão de publicar a mensagem não foi simples. Tratava-se de uma situação delicadíssima. “Nesse momento, foi importante contar com a proximidade da liderança corporativa. Tínhamos de ter clareza que estávamos no caminho correto e aprovar rapidamente a intervenção”, diz Prandini. No balanço final, a investida foi bem-sucedida. De acordo com a Coca-Cola, a marca alcançou 92% de menções positivas nas redes sociais com essa e outras ações durante o Mundial no Brasil.

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR (FOTOS: ROGÉRIO LACANNA; CBS PHOTO ARCHIVE/GETTY IMAGES; DIVULGAÇÃO)

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR (FOTOS: ROGÉRIO LACANNA; CBS PHOTO ARCHIVE/GETTY IMAGES; DIVULGAÇÃO)

As três versões do tempo real

Há, atualmente, pelo menos três modalidades de real time marketing. Algumas ações são definidas como “sociais”. As empresas, nesses casos, conversam com o público diariamente. Essa versão representa um aprimoramento do SAC (um SAC 2.0, por assim dizer). O segundo grupo tem a ver com efemérides. É o mais comum. As intervenções ocorrem em eventos (Oscar, Globo de Ouro, Copa do Mundo, Olimpíada) ou em datas especiais (Dia dos Namorados, Mães, Pais). O terceiro modelo distingue-se pela forma contínua de comunicação com os consumidores. Ela é executada com base na análise de comportamento das pessoas nas redes. “Hoje, o sucesso de uma iniciativa de marketing em tempo real vem 80% de planejamento e 20% de improviso”, diz Laura Kroeff, vice-presidente de planejamento da agência de publicidade W3haus.

Seja qual for a estratégia, tomar o pulso das redes sociais com perspicácia é uma tarefa essencial para as equipes de real time. Para isso, o Bradesco firmou recentemente uma parceria com um painel de indicadores da web da agência R/GA. Trata-se do Social Dynamite. Criada no Brasil, e com prognóstico de ser exportada para outros mercados em breve, a ferramenta tem como objetivo antecipar eventos na web a partir da análise de expressões utilizadas nas redes. Conta, hoje, com cerca de 20 mil datas monitoradas. “Olhamos para a marca, para o estilo de vida dos consumidores que a companhia quer atingir e priorizamos os assuntos que são mais relevantes”, diz Fabiano Coura, vice-presidente de operações da R/GA. “Acompanhamos também os portais de notícias que são importantes para esses públicos.”

Outra marca com forte interação junto ao público digital é O Boticário. A partir do estudo de casos de real time marketing, a empresa lançou uma plataforma chamada “Espelho da Beleza”, assinada pela agência W3haus. Ela elabora rankings com os desejos de beleza das brasileiras. Faz isso “escutando” as conversas nas redes sociais. Aberto ao público, o portal mostra os assuntos mais comentados em determinado momento no país. A partir daí, a equipe da agência produz conteúdos especiais sobre os temas de maior apelo.

Em setembro do ano passado, por exemplo, o programa Encontro com Fátima Bernardes, da Globo, abordou o assunto “cabelos afro”. De olho nos comentários que brotavam das redes, a turma da W3haus constatou que as consumidoras gostariam de receber dicas sobre produtos para cabelos cacheados. A equipe de real time, então, publicou posts sobre esse tema.

Com o sucesso no Facebook, a oportunidade migrou para os canais de venda: a companhia lançou uma promoção com 15% de desconto nas linhas para cabelos cacheados no e-commerce. A ação gerou um incremento de 30% no tíquete médio na efetivação de compras online, além de um aumento de 140% nas visitas às linhas relacionadas a cabelos cacheados. “Com os dados e as análises corretas, podemos conseguir algo semelhante à bola de cristal do consumo, que todo mundo gostaria de ter”, diz Laura Kroeff, da W3haus. A agência possui mais de 20 pessoas atuando nessa ferramenta.

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Às vezes, dá um problemão

O Ponto Frio, da Via Varejo, também acumula ações bem-sucedidas de marketing em tempo real. Desde 2008, criou um personagem, o Pinguim, que interage com os consumidores nas redes. A marca tem mais de 1 milhão de fãs no Facebook e 200 mil seguidores no Twitter. “O marketing do futuro vai ser em tempo real. É uma evolução dos canais de contato com o consumidor”, diz Vicente Rezende, executivo-chefe da Cnova, empresa que também pertence à Via Varejo e opera o e-commerce do Pontofrio.com.

Ocorre que, não raro, a comunicação em tempo real pode virar um pesadelo. Em outubro passado, por exemplo, a marca divulgou nas redes uma hipotética lista de presentes para o casamento entre Suzane von Richthofen, condenada por participar do assassinato dos pais, em 2002, e Sandra Regina Gomes. Ambas cumprem pena no mesmo presídio. A “lista” incluía sugestões como um conjunto de facas, um batedor de carne e um taco de beisebol. Foi considerada absurda na internet. “Nesse caso, a empresa deve ser verdadeira e assumir que está errada”, diz Rezende.

Foi o que o Ponto Frio fez. E o tropeço não diminuiu a importância das mídias sociais para a companhia. Segundo o último relatório disponível (2012), a empresa faturou mais de R$ 20 milhões pelo Twitter. No mês passado, o pinguinzinho, o avatar criado nas redes, migrou de hábitat. Ele passou a estrelar as campanhas publicitárias da marca na televisão.

O Boticário também se enrascou em uma polêmica de marketing em tempo real. No Dia dos Namorados, lançou um filme na TV, replicado nas redes sociais, com diferentes tipos de casais (heterossexuais e homossexuais) trocando presentes. A ideia foi alvo de um massacre na web. Foi parar no site Reclame Aqui. Só no dia 1º de junho, foram mais de 160 queixas. As respostas corporativas tiveram de passar pela aprovação de executivos de departamentos como marketing, comunicação e jurídico. A empresa, no entanto, decidiu defender a campanha.

A partir daí, milhares de pessoas apoiaram o conteúdo dos filmes em seus perfis nas redes. Gente que nem sequer comprava os produtos da marca O Boticário foi a lojas da empresa, tirou fotos e as postou em uma crítica frontal aos que se opuseram às imagens dos casais. Apesar da grande turbulência, a companhia, no fim das contas, saiu no lucro.

Os críticos disseram que O Boticário, ao manter o apoio à “diversidade do amor”, soube se posicionar de maneira firme diante de uma questão polêmica. E esse bafafá é típico do marketing em tempo real: uma simples mensagem – ou uma postura adotada pela corporação – pode virar a história de uma marca de ponta-cabeça ou deixá-la de vez na mente dos consumidores.

NO DIA DOS NAMORADOS, O BOTICÁRIO DIVULGOU UM FILME COM CASAIS HOMOSSEXUAIS. A MENSAGEM PROVOCOU GRANDE POLÊMICA NA WEB.MAS A EMPRESA DEFENDEU A PROPAGANDA E CONQUISTOU O APOIO DOS INTERNAUTAS

NO DIA DOS NAMORADOS, O BOTICÁRIO DIVULGOU UM FILME COM CASAIS HOMOSSEXUAIS. A MENSAGEM PROVOCOU GRANDE POLÊMICA NA WEB.MAS A EMPRESA DEFENDEU A PROPAGANDA E CONQUISTOU O APOIO DOS INTERNAUTAS

Ferramentas de risco

Este ano, programas como o Periscope, do Twitter, e o Meerkat chegaram ao mercado, incrementando as possibilidades do real time marketing. Ambos transmitem vídeos captados por celulares ao vivo pela internet. Com isso, qualquer pessoa com um smartphone na mão pode realizar a cobertura de um evento (ou uma entrevista para seus seguidores nas redes sociais). A audiência também faz comentários enquanto as imagens são reproduzidas.

Em março, a Adidas veiculou ao vivo, pelo Periscope, um anúncio que contou com a participação do jogador colombiano James Rodríguez, do Real Madrid. Ao vivo, a C&A e a Skol também repassaram para as redes imagens do festival Lollapalooza, para ampliar o alcance das ações realizadas no evento. O problema, porém, é a imprevisibilidade inerente a esse tipo de ferramenta. Agências e anunciantes nem sempre têm o controle sobre as imagens e muito menos sobre os comentários do público durante as transmissões. Ou seja, o potencial de gafes e tiros no pé das marcas é gigantesco – e todo o cuidado, como dizem, parece pouco.

Fontes:
Texto: epocanegocios.globo.com
(Por RENATO PEZZOTTI) Matéria Original:
http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Acao/noticia/2015/09/marcas-usam-redes-sociais-para-cativar-os-consumidores.html
Foto: EDUARDO ZAPPIA

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