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selic – Abra Seu Negócio http://www.abraseunegocio.com.br Seja um empresário de sucesso! Fri, 17 Mar 2023 13:57:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.6.29 BC corta Selic a 6,5% ao ano, nova mínima histórica, e surpreende ao indicar nova redução em maio http://www.abraseunegocio.com.br/2018/03/bc-corta-selic-a-65-ao-ano-nova-minima-historica-e-surpreende-ao-indicar-nova-reducao-em-maio/ Thu, 22 Mar 2018 11:19:32 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=21706 fvbrasil

 

BRASÍLIA (Reuters) – O Banco Central cortou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual nesta quarta-feira, levando-a à nova  mínima histórica de 6,5 por cento ao ano, e indicou que fará mais uma redução da Selic em maio antes de encerrar o ciclo de afrouxamento monetário.

“Para a próxima reunião, o Comitê vê, neste momento, como apropriada uma flexibilização monetária moderada adicional. O Comitê julga que este estímulo adicional mitiga o risco de postergação da convergência da inflação rumo às metas”, afirmou o Comitê de Política Monetária do BC em comunicado.

“Para reuniões além da próxima, salvo mudanças adicionais relevantes no cenário básico e no balanço de riscos para a inflação, o Comitê vê como adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária, visando avaliar os próximos passos, tendo em vista o horizonte relevante naquele momento”, acrescentou.

O BC também reduziu sua projeção de inflação pelo cenário de mercado a 3,8 por cento em 2018, ante 4,2 por cento na reunião de fevereiro. Para 2019, o cálculo foi a 4,1 por cento, contra 4,2 por cento antes.

“O Comitê julga que o cenário básico para a inflação evoluiu de forma mais benigna que o esperado nesse início de ano. O comportamento da inflação permanece favorável, com diversas medidas de inflação subjacente em níveis baixos, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária”, destacou o BC.

Em pesquisa Reuters, 36 de 41 economistas projetavam a redução de 0,25 ponto percentual na Selic agora, enquanto cinco esperavam manutenção.

Com o comunicado, o BC apontou que repetirá a dose com outro corte de 0,25 ponto percentual nos juros em maio, afirmou o economista-chefe da Mirae Asset, André Pimentel, avaliando que o BC optou pela clareza para que o mercado não entre “em um oba-oba, apostando em diversas outras quedas”.

“Pouca gente tinha em mente que o BC ia manter as portas abertas para um corte e ele deixou as portas escancaradas. Na verdade, ele já deu de antemão um resultado para a próxima reunião, ao mesmo tempo em que ele fecha para a reunião seguinte”, disse.

CICLO ESTENDIDO

Até agora, já foram 12 reduções consecutivas na taxa básica de juros, somando 7,75 pontos percentuais. O prosseguimento do ciclo de cortes que começou em outubro de 2016 se dá em meio ao quadro de inflação persistentemente baixa.

No mês passado, o BC chegou a sinalizar claramente o fim dos cortes na Selic, mas indicou que poderia seguir em frente caso visse sinais de fraqueza na inflação, cenário que acabou se concretizando. Com o comunicado desta quarta-feira, o BC indicou que o ciclo se estende por ao menos mais uma reunião.

Em fevereiro, o IPCA atingiu o menor nível para o mês em 18 anos, somando em 12 meses alta de apenas 2,84 por cento, abaixo da meta oficial —de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

O próprio presidente do BC, Ilan Goldfajn, afirmou no início deste mês que a inflação surpreendeu também a autoridade monetária, vindo abaixo do esperado. Foi a senha para que o mercado e analistas mudassem seus cenário sobre a Selic, precificando mais um corte agora, ao invés de manutenção.

Ainda que a expectativa seja de retomada um pouco mais forte da economia neste ano, o ambiente de juros baixos ainda não conseguiu acelerar firmemente a atividade em meio à alta ociosidade das empresas e elevado nível de desemprego.

Na pesquisa Focus mais recente, feita pelo BC junto a uma centena de economistas, a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) recuou a 2,83 por cento em 2018. Ao mesmo tempo, a perspectiva para a inflação neste ano também caiu a 3,63 por cento.

No comunicado desta quarta-feira, o BC ponderou que a visão para a próxima reunião do Copom, que acontece em 16 de maio, pode mudar e levar ao fim da flexibilização monetária caso não veja mais risco de ser adiada a convergência da inflação.

“Para que ele não reduza em maio teria acontecer algo muito negativo, um pulo do câmbio ou leitura de inflação muito adversa. Essa é a condição para que não ocorra o corte”, opinou o economista-chefe do Santander, Mauricio Molan.

NOVO BALANÇO DE RISCOS

Em seu cenário básico para a inflação, o BC eliminou a menção a “possíveis efeitos secundários do choque favorável nos preços de alimentos e da inflação de bens industriais em níveis correntes baixos”.

Com isso, o risco de o IPCA vir abaixo do esperado passou a derivar, na visão do BC, apenas da possibilidade de propagação por mecanismos inerciais do nível baixo de inflação.

Como fatores que podem provocar eventual pressão inflacionária, por outro lado, o BC voltou a apontar os efeitos de frustração com as reformas econômicas e a reversão do cenário externo favorável para economias emergentes.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Marcela Ayres, com reportagem adicional de Bruno Federowski)
Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino

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Top-5 passa a ver Selic menor em março com dados fracos sobre inflação http://www.abraseunegocio.com.br/2018/02/top-5-passa-a-ver-selic-menor-em-marco-com-dados-fracos-sobre-inflacao/ Mon, 26 Feb 2018 12:44:06 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=21497 fvbrasil
SÃO PAULO (Reuters) – O grupo dos que mais acertam as projeções na pesquisa Focus realizada pelo Banco Central passou a indicar expectativa de corte da taxa básica de juros Selic em março, após dados fracos sobre a inflação.

O chamado Top-5 agora projeta a Selic a 6,63 por cento na mediana das projeções em março, quando acontece o próximo encontro do Comitê de Política Monetária (Copom), ante manutenção em 6,75 por cento segundo o levantamento divulgado nesta segunda-feira.

Para o fim do ano, entretanto, o grupo continua vendo a taxa no patamar atual de 6,75 por cento, indo a 8 por cento no final de 2019.

Na semana passada, o IPCA-15 ficou abaixo do esperado ao subir 0,38 por cento em fevereiro devido à queda dos preços da energia elétrica, indo a 2,86 por cento em 12 meses.

A fraqueza da inflação levanta a perspectiva de novo corte da taxa básica de juros em março, depois de o BC sinalizar o fim do ciclo de afrouxamento monetário, mas o mercado futuro de juros mostrava aposta dividida entre novo corte e manutenção.

Na pesquisa geral, os economistas consultados continuavam vendo manutenção da Selic nos atuais 6,75 por cento, mínima histórica, terminando o ano nesse nível. Em 2019 a projeção é de que a Selic vá a 8 por cento, sem alterações.

Já as constas para a inflação neste ano caíram pela quarta vez seguida, com os especialistas vendo agora alta do IPCA de 3,73 por cento em 2018, frente a 3,73 por cento na semana anterior. Para 2019, a projeção continua sendo de avanço de 4,25 por cento.

A meta do governo para a inflação neste ano é de 4,5 por cento, com tolerância de 1,5 ponto para mais ou para menos.

Em relação à economia, o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer 2,89 por cento em 2018 segundo a projeção no levantamento, sobre 2,80 projetados antes. Em 2019 a expansão aceleraria a 3 por cento.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Camila Moreira)
Foto: Divulgação

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Piora no cenário internacional contribui para fim do ciclo de cortes nos juros, diz BC http://www.abraseunegocio.com.br/2018/02/piora-no-cenario-internacional-contribui-para-fim-do-ciclo-de-cortes-nos-juros-diz-bc/ Thu, 15 Feb 2018 12:36:32 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=21376 fvbrasil

 

BRASÍLIA (Reuters) – O Banco Central indicou que a piora no cenário internacional e a retomada mais consistente da atividade são fatores que contribuem para o fim deste ciclo de queda da taxa básica de juros.

“A evolução da conjuntura em linha com o cenário básico do Copom, a recuperação mais consistente da economia e uma piora no cenário internacional favoreceriam a interrupção do processo de flexibilização”, mostrou a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada nesta quinta-feira, em trecho sobre a discussão dos membros do comitê sobre os próximos passos.

Na semana passada, o BC desacelerou o passo e cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, à nova mínima recorde de 6,75 por cento ao ano, e sinalizou o fim do ciclo de afrouxamento na Selic devido à melhor recuperação da atividade econômica no país.

O BC avaliou que a evolução da economia global tem sido favorável, mas apontou que a trajetória prospectiva da inflação de preços e salários em economias centrais pode tornar o processo de normalização da política monetária nesses países “mais volátil e produzir algum aperto das condições financeiras globais”.

“(A ata) foi mais na linha da pausa (do corte nos juros) e achei que ele explicou melhor que não impede algum corte residual”, afirmou a economista-chefe da XP Investimentos, Zeina Latif, acrescentando que deve mudar seu cenário para manutenção da Selic em março, ante corte de 0,25 ponto previsto antes.

O BC também mostrou que os membros do Copom divergiram sobre qual comunicação deveria ser adotada para a próxima reunião, em março. Enquanto alguns manifestaram preferência por manter “elevado grau de liberdade”, outros defenderam sinalizar de modo mais claro o possível fim do ciclo de afrouxamento na Selic, com liberdade de ação mantida, mas em menor grau.

A conclusão de todos, no fim, foi por indicar o encerramento do ciclo “caso a conjuntura evolua conforme o cenário básico”, mas mantendo espaço para queda “moderada” adicional nos juros caso haja alteração nesse quadro.

Se de um lado o Brasil conta com capacidade para absorver eventual revés no cenário externo, de outro os membros do Copom voltaram a ponderar sobre o risco que isso representaria num contexto de frustração das reformas e ajustes na economia brasileira.

Os mercados mundo afora têm reagido com volatilidade aos sinais de fortalecimento da economia dos Estados Unidos. O temor é de que o Federal Reserve, banco central do país, poderá ser mais duro ao elevar a taxa de juros para enfrentar as pressões inflacionárias.

O movimento tornaria os títulos dos Estados Unidos mais atrativos, potencialmente atraindo recursos atualmente aplicados em outras praças financeiras, como a brasileira.

Diante desse quadro e dos sinais dados pelo BC no comunicado de sua decisão, o mercado já havia consolidado apostas de que os juros básicos ficarão inalterados em março. O grupo de economistas que mais acerta as projeções na pesquisa Focus, o Top 5, também passou a adotar essa visão, ante expectativa de nova redução de 0,25 ponto na Selic.

Na ata, o BC também repetiu que a porta não está totalmente fechada para nova redução da Selic no próximo mês. Uma investida nesse sentido, contudo, dependerá de mudanças na evolução do cenário básico e do balanço de riscos.

Nesse sentido, o BC foi mais explícito ao apontar quais fatores pavimentariam o caminho para mais uma tesourada nos juros.

“De um lado, a continuidade do ambiente com inflação subjacente em níveis confortáveis ou baixos, com intensificação do risco de sua propagação, abriria espaço para essa flexibilização adicional”, informou.

“O mesmo ocorreria no caso de alterações no balanço de riscos que resultem em menor probabilidade de aumento de prêmios de risco e consequente elevação da trajetória prospectiva da inflação”, completou o BC, numa provável referência à aprovação da reforma da Previdência.

Na leitura de parte dos agentes econômicos, apenas a votação da reforma da Previdência poderia levar a mais um corte da Selic em março. Mas essa possibilidade tem sido encarada com ceticismo, já que o próprio governo admite não possuir apoio suficiente para garantir a vitória da matéria na Câmara dos Deputados, onde será votada até o fim deste mês.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Marcela Ayres)
Foto: Divulgação

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Especialistas mantêm no Focus perspectiva de corte de 0,25 p.p. dos juros esta semana, último no ano http://www.abraseunegocio.com.br/2018/02/especialistas-mantem-no-focus-perspectiva-de-corte-de-025-p-p-dos-juros-esta-semana-ultimo-no-ano/ Mon, 05 Feb 2018 11:44:33 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=21313 fvbrasil

 

SÃO PAULO (Reuters) – Os especialistas consultados na pesquisa Focus do Banco Central mantiveram a expectativa de que o Banco Central vai cortar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual na reunião desta semana e não fará mais nenhum movimento ao longo deste ano.

Com isso, a expectativa é de que a Selic, atualmente em 7 por cento, encerre 2018 a 6,75 por cento. Para 2019, a conta foi mantida em 8 por cento.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC se reúne na terça e quarta-feiras, quando anunciará sua decisão sobre a Selic. Pesquisa da Reuters junto a economistas mostra que o BC deve cortar os juros pela última vez nesta semana e mantê-los em mínimas históricas até pelo menos o início de 2019.

O Top-5, que reúne aqueles que mais acertam as previsões, também vê corte de 0,25 ponto neste encontro, mas continua esperando mais uma redução na mesma proporção em março, com a Selic terminando 2018 a 6,5 por cento.

Para o ano que vem, esse grupo também manteve a projeção de que a taxa básica ficará em 8 por cento.

O Focus mostrou apenas ajustes marginais nas projeções de crescimento e inflação. As contas para o Produto Interno Bruto mostram que a expectativa é de um crescimento este ano de 2,70 por cento, 0,04 ponto percentual a mais do que no levantamento anterior, indo a 3 por cento em 2019.

Já para a inflação houve ajuste de 0,01 ponto para baixo na estimativa de 2018, a 3,94 por cento, enquanto que para 2019 os especialistas continuam vendo alta de 4,25 por cento do IPCA.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Camila Moreira)
Foto: Internet

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FOCUS – Mercado vê inflação menor e Selic abaixo de 7% em 2018 http://www.abraseunegocio.com.br/2017/12/focus-mercado-ve-inflacao-menor-e-selic-abaixo-de-7-em-2018/ Tue, 26 Dec 2017 11:43:16 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=20956 fvbrasil

 

SÃO PAULO (Reuters) – O mercado reduziu suas expectativas de inflação para este ano e 2018 e, ao mesmo tempo, passou a ver que a Selic fechará o próximo ano abaixo de 7 por cento, em meio à recuperação gradual da economia, mostrou nesta terça-feira a pesquisa Focus do Banco Central.

As projeções para a alta do IPCA neste ano recuaram a 2,78 por cento, sobre 2,83 por cento no levantamento anterior, enquanto que para 2018 foram a 3,96 por cento, ante 4 por cento.

Assim, as estimativas para a Selic no fim do próximo ano recuaram a 6,75 por cento, sobre 7 por cento, atual patamar da taxa básica de juros e na mínima histórica.

O Top 5, grupo de economistas que mais acerta as projeções, manteve a expectativa de que a Selic fechará 2018 a 6,50 por cento.

Na semana passada, ao divulgar seu Relatório Trimestral de Inflação, o BC reduziu novamente suas expectativas sobre a inflação neste ano, ainda mais abaixo da meta oficial, e manteve a sinalização de que deve continuar reduzindo os juros básicos no início de 2018.

A meta de inflação para 2017 e 2018 é de 4,5 por cento pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

O Focus mostrou ainda que as contas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano subiram ligeiramente a 0,98 por cento, sobre 0,96 por cento. Para 2018, passaram a 2,68 por cento, sobre 2,64 por cento.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Patrícia Duarte)
Foto: Internet

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BC fala novamente em “liberdade de ação”, mas com cautela, e indica nova queda dos juros http://www.abraseunegocio.com.br/2017/12/bc-fala-novamente-em-liberdade-de-acao-mas-com-cautela-e-indica-nova-queda-dos-juros/ Tue, 12 Dec 2017 11:31:59 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=20813 fvbrasil

 

SÃO PAULO (Reuters) – O Banco Central informou que mantém sua “liberdade de ação” para decidir os próximos passos da política monetária daqui para frente, mas ressaltou que suas decisões serão tomadas com “cautela”, mantendo o caminho pavimentado para novo corte, porém menor, da taxa básica de juros no início de 2018.

“Houve consenso em manter liberdade de ação, mas sinalizar que o atual estágio do ciclo recomenda cautela na condução da política monetária”, mostrou a ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC publicada nesta terça-feira.

Na semana passada, o BC reduziu a Selic para a mínima histórica de 7 por cento ao ano, deixando a porta aberta para nova redução adiante e já indicando que a investida viria com “cautela”.

Isso porque o BC deixou claro que os passos seguintes estão mais sensíveis a eventuais mudanças no cenário de riscos o que, para analistas, foi uma sinalização sobre como será o desfecho da reforma da Previdência. E reforçou essa visão na ata.

“Para a próxima reunião, caso o cenário básico evolua conforme esperado, e em razão do estágio do ciclo de flexibilização, o Comitê vê, neste momento, como adequada uma nova redução moderada na magnitude de flexibilização monetária”, trouxe o documento.

“Essa visão para a próxima reunião é mais suscetível a mudanças na evolução do cenário e seus riscos que nas reuniões anteriores”, acrescentou.

O atual ciclo começou em outubro de 2016, quando a Selic foi reduzida em 0,25 ponto percentual, a 14 por cento ao ano. A investida de agora dá sequência à estratégia do BC de seguir cortando os juros e impulsionar a atividade num quadro de inflação baixa, expectativas ancoradas e recuperação econômica ainda gradual.

Diante da conjuntura, a maioria dos agentes econômicos já esperava nova dose de afrouxamento monetário em fevereiro, primeira reunião do Copom em 2018, de 0,25 ponto percentual.

A reforma da Previdência, em especial, tem sido sinalizada pelo BC como fundamental na política monetária, por ter capacidade de melhorar as contas públicas do país. O governo, no entanto, vem enfrentando forte resistência política no Congresso para tentar tirar a matéria do papel.

Na semana passada, o BC também reduziu a projeção de inflação pelo cenário de mercado a 2,9 por cento em 2017, ante 3,3 por cento em sua última estimativa, de outubro, e abaixo do piso da meta oficial deste ano –de 4,5 por cento pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Na ata, ressaltou que os preços administrados, afetados pelas tarifas de energia elétrica, “têm constituído um choque inflacionário”, estavam sendo compensados pela queda nos preços dos alimentos.

“Com a perspectiva de redução de preços da ordem de 5 por cento no ano, o componente de alimentação no domicílio medido pelo IPCA explica grande parte do desvio da inflação em relação à meta de 4,5 por cento vigente para o ano corrente”, acrescentou.

Para 2018, o BC passou a ver a alta do IPCA em 4,2 por cento, contra 4,3 por cento antes, e manteve seu cenário em 4,2 por cento para 2019. O cenário de mercado supõe Selic de 7 por cento ao fim deste ano e do próximo e de 8 por cento ao fim de 2019.

Pesquisa Focus mais recente do BC, que ouve semanalmente uma centena de economistas, mostrou que a estimativa deste ano é que a inflação ficará abaixo da meta, o que deixa o caminho aberto para juros menores.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Patrícia Duarte)
Foto: Divulgação

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Top-5 na Focus passa a ver corte em fevereiro e Selic a 6,5% em 2018 http://www.abraseunegocio.com.br/2017/11/top-5-na-focus-passa-a-ver-corte-em-fevereiro-e-selic-a-65-em-2018/ Mon, 06 Nov 2017 11:40:05 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=20421 fvbrasil

 

SÃO PAULO (Reuters) – Os economistas que mais acertam as previsões passaram a ver a taxa básica de juros mais baixa em 2018 na pesquisa Focus do Banco Central, com um corte em fevereiro, depois que a autoridade monetária optou pela liberdade de ação na condução da política monetária e deixou a porta aberta para mais reduções.

Para o Top-5, a autoridade monetária deve promover uma redução na taxa básica logo na primeira reunião do ano de 0,5 ponto percentual, levando a Selic a 6,5 por cento, patamar em que ficaria até o final do ano. Para 2017, a projeção segue sendo de 7 por cento

Entretanto, a expectativa geral do mercado no levantamento feito com mais de uma centena de especialistas continua sendo de 7 por cento para ambos os anos.

Na semana passada, o BC optou por não dar pistas sobre suas decisões futuras em relação aos juros no ano que vem, mantendo o cenário aberto para agir conforme o panorama do momento, de acordo com a ata do encontro em que reduziu a taxa básica de juros para os atuais 7,5 por cento.

Assim, o BC mantém a porta aberta para fazer mais uma redução na Selic em fevereiro, primeira reunião do Copom de 2018, ou encerrar o atual ciclo de afrouxamento. No mesmo dia, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, repetiu a mensagem.

Em relação à inflação e à economia, o Focus não trouxe mudanças.

A alta do IPCA continua sendo calculada em 3,08 por cento em 2017 e em 4,02 por cento em 2018, enquanto que a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano é de 0,73 por cento e, no próximo, de 2,5 por cento.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Da Redação)
Foto: Divulgação

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BC reduz Selic a 7,5% ao ano e sinaliza cortes mais moderados adiante http://www.abraseunegocio.com.br/2017/10/bc-reduz-selic-a-75-ao-ano-e-sinaliza-cortes-mais-moderados-adiante/ Thu, 26 Oct 2017 11:51:11 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=20340 fvbrasil

 

BRASÍLIA (Reuters) – O Banco Central desacelerou o passo e reduziu nesta quarta-feira a taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, a 7,5 por cento ao ano, deixando a porta aberta para novos e menos intensos cortes à frente.

“Para a próxima reunião (em dezembro), caso o cenário básico evolua conforme esperado, e em razão do estágio do ciclo de flexibilização, o Comitê vê, neste momento, como adequada uma redução moderada na magnitude de flexibilização monetária”, informou o BC, retirando do comunicado a menção ao “encerramento gradual do ciclo” de afrouxamento monetário.

O BC havia reduzido os juros em 1 ponto percentual em suas últimas quatro reuniões. Em pesquisa Reuters, 53 de 54 analistas consultados previam que o corte desta vez seria menor, de 0,75 ponto. Esse foi o nono corte consecutivo na Selic, que a levou ao nível mais baixo desde abril de 2013.

Desde o início do mês passado, o BC vinha apontando que o Comitê de Política Monetária (Copom) antevia o encerramento gradual do ciclo.

“A gente está vendo um cenário relativamente tranquilo para inflação, em que pese o susto do aumento da energia elétrica”, afirmou o economista do banco Santander Luciano Sobral, para quem a Selic irá a 6,75 por cento em fevereiro.

No comunicado, o BC elevou marginalmente a projeção de inflação pelo cenário de mercado a 3,3 por cento em 2017, ante 3,2 por cento em sua última estimativa, feita em setembro no relatório trimestral de inflação. Para 2018 e 2019, a perspectiva foi mantida em 4,3 por cento e 4,2 por cento, respectivamente.

A meta de inflação para este ano e o próximo é de 4,5 por cento pelo IPCA, caindo a 4,25 por cento em 2019, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Apesar das expectativas de inflação bastante comportadas, os preços administrados têm pressionado os preços nos últimos tempos, em especial os de combustíveis e da energia elétrica.

Na véspera, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou importantes mudanças nas bandeiras tarifárias, que elevam custos quando a oferta de eletricidade é menor, e os consumidores deverão sentir impactos já em novembro, com elevação nas contas de luz.

CORTE OU CORTES?

Na pesquisa Focus mais recente, feita pelo BC junto a uma centena de economistas todas as semanas, a expectativa era de que a Selic vá a 7 por cento no fim deste ano e do próximo, que já seria seu menor patamar histórico, hoje de 7,25 por cento.

Com a inflação projetada abaixo do centro da meta para 2017 e 2018 e pouco pressionada pela ainda lenta retomada da economia, uma parte dos analistas já enxergava a possibilidade de a Selic ir abaixo dos 7 por cento, com o atual ciclo de reduções entrando em 2018.

E, segundo parte dos analistas, o BC deixou a porta aberta para isso agora. “Agora estamos adicionando outro corte de 50 pontos base em fevereiro no próximo ano, seguindo a redução de 50 pontos que esperamos na reunião de 6 de dezembro. Isso levaria o nível final da taxa Selic neste ciclo para 6,50 por cento”, escreveram em nota os economistas do JP Morgan Cassiana Fernandez e Vinicius Moreira.

No entanto, há posturas mais cautelosas também.

“Acho que vai ser unânime no mercado nova redução em dezembro. A Selic com certeza fecha o ano a 7 por cento”, disse o economista do UBS Fabio Ramos, para quem o atual ciclo de afrouxamento acaba neste ano.

Reportagem adicional de Bruno Federowski

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Por Marcela Ayres)
Foto: REUTERS/Ueslei

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Top-5 reduz expectativa para a taxa básica de juros a 7% em 2018 no Focus http://www.abraseunegocio.com.br/2017/10/top-5-reduz-expectativa-para-a-taxa-basica-de-juros-a-7-em-2018-no-focus/ Mon, 02 Oct 2017 12:43:46 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=20140 fvbrasil

 

SÃO PAULO (Reuters) – O grupo que mais acerta as previsões na pesquisa Focus do Banco Central, o chamado Top-5, reduziu a perspectiva para a taxa básica de juros em 2018 a 7 por cento, mesmo patamar esperado para a Selic ao final deste ano.

De acordo com o levantamento divulgado nesta segunda-feira, o Top-5 cortou a perspectiva depois de tê-la elevado a 7,25 por cento.

A expectativa em geral dos economistas consultados apontada no Focus também é de Selic a 7 por cento tanto ao final de 2017 quanto de 2018. A taxa básica de juros está atualmente em 8,25 por cento após ter sido reduzida pela última vez em 1 ponto percentual.

Diante de um BC que vem indicando encerramento gradual da flexibilização monetária, o levantamento semanal mantém a projeção de corte de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros na reunião de outubro do Banco Central.

As perspectivas para a inflação neste ano e no próximo também voltaram a ser reduzidas. A conta para 2017 agora é de uma alta do IPCA de 2,95 por cento, ante 2,97 por cento anteriormente.

Se de fato terminar este ano abaixo de 3 por cento, a inflação ficará em um patamar inferior ao do piso da meta, fixada em 4,5 por cento com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Diante disso o BC terá que justificar porque a inflação não ficou dentro do objetivo, mas seria a primeira vez em que faria isso para explicar porque a inflação ficou aquém do alvo.

Para 2018, os economistas consultados fizeram novo ajuste para baixo na projeção de alta do IPCA, de 0,02 ponto percentual, calculando agora inflação de 4,06 por cento. A meta para o ano que vem é a mesma de 2017.

Para a economia, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017 passou a ser calculado em 0,70 por cento, de 0,68 por cento na semana anterior, enquanto que para o ano que vem a melhora foi de 0,08 ponto percentual, a 2,38 por cento.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Da Redação)
Foto: Divulgação

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Expectativa para taxa básica de juros em 2017 cai a 7,25% http://www.abraseunegocio.com.br/2017/08/expectativa-para-taxa-basica-de-juros-em-2017-cai-a-725/ Mon, 28 Aug 2017 12:38:20 +0000 http://www.abraseunegocio.com.br/?p=19850 fvbrasil

 

SÃO PAULO (Reuters) – Economistas de instituições financeiras passaram a ver um afrouxamento monetário ainda maior neste ano ao reduzirem a perspectiva para a taxa básica de juros na pesquisa Focus do Banco Central, em meio a um ambiente de inflação persistentemente fraca.

A mediana das projeções no levantamento divulgado nesta segunda-feira mostra que a expectativa agora é de que a Selic termine 2017 a 7,25 por cento, ante 7,50 por cento anteriormente. Para 2018, permanece a projeção de 7,50 por cento.

Os especialistas consultados também mantiveram a estimativa de que o BC manterá o ritmo forte de corte da taxa básica de juros, atualmente em 9,25 por cento, e reduzirá novamente a Selic em 1 ponto percentual na reunião de 5 e 6 de setembro do Comitê de Política Monetária (Copom).

Além do cenário de pressão fraca dos preços, a expectativa de trajetória firme de corte de juros também foi favorecida na última semana pelo avanço da medida provisória que cria a Taxa de Longo Prazo (TLP) no Congresso Nacional, aprovada em comissão mista e depois no plenário da Câmara.

Essas aprovações ajudam no ânimo dos investidores em relação o avanço das reformas, o que já foi citado pelo BC como essencial para a condução da política monetária.

Por sua vez, o grupo que mais acerta as previsões, o Top-5, passou a ver a Selic ainda mais baixa tanto este ano quanto no próximo –a 7,0 por cento em ambos os casos, ante 7,25 por cento antes.

Para a inflação, houve novo corte nas contas para 2017. A alta do IPCA em 2017 passou a ser calculada em 3,45 por cento, uma queda de 0,06 ponto percentual em relação ao levantamento anterior. Para 2018, permanece a estimativa de inflação de 4,20 por cento.

Tanto para 2017 quanto para 2018 a meta oficial de inflação é de 4,5 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Em agosto, o IPCA-15 teve alta de 0,35 por cento, subindo em 12 meses 2,68 por cento, menor patamar desde março de 1999.

Para o Produto Interno Bruto (PIB), houve ajuste na estimativa para um crescimento neste ano de 0,39 por cento, de 0,34 por cento antes. Para 2018, a expectativa continua sendo de expansão de 2 por cento.

 

 

Fontes:
Texto: Reuters
(Da Redação)
Foto: Internet

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