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Para que seu negócio crie alicerces e, enfim, comece a se desenvolver de maneira contínua, você precisa aprender a interpretar os números que ele produz. Só para ficar na área financeira, existem diversos indicadores que dizem muito a respeito da verdadeira situação da empresa. Um dos principais é o índice de lucratividade. Em princípio, você pode até achar que se trata de algo complicado e inacessível. Com um pouco de atenção e prática, entretanto, verá que é totalmente possível ganhar um pouco mais de intimidade com os indicadores financeiros. Além disso, saber ler os dados financeiros é essencial para projetar rotas de crescimento próximas da realidade do mercado. Interessante, não? Então, veja, agora mesmo, o que é este índice de lucratividade, por que ele é tão importante e como é feito o seu cálculo! Cadastre-se de graça e conheça as soluções da Serasa Experian para a sua empresa O que é índice de lucratividade?Se você ainda costuma contar o dinheiro que sobra no fim do dia e relacioná-lo ao lucro diário da empresa, está na hora de rever essa prática. Afinal, você tem à disposição o índice de lucratividade, indicador financeiro que revela o potencial lucrativo de uma empresa. Dito de outro modo, ele é capaz de demonstrar, em porcentagem, qual tem sido a capacidade operacional de gerar lucro. Repare que essa mesma métrica pode contemplar todo o negócio ou mensurar o desempenho lucrativo de um setor específico da sua empresa. Imagine, por exemplo, que o índice de lucratividade de certa operação ficou na casa dos 12%. Isso significa que R$ 1000 de trabalho proporcionam R$ 120 de lucro líquido. Basicamente, se trata do retorno obtido após o abatimento dos custos de produção (matéria-prima, mão de obra, etc.) do item comercializado. Qual é a importância do índice de lucratividade?Pelo que foi dito até aqui, já é possível supor porque esse índice é tão relevante para aprimorar a gestão financeira da sua empresa. Para facilitar a visualização dos benefícios proporcionados pelo indicador, sejamos mais específicos. Observe, a seguir, que você só tem a ganhar. Visão geral da empresaPor visão geral, é importante entender que o índice de lucratividade é usado para detalhar o rendimento operacional da empresa. Os detalhes ficam por conta da flexibilidade de utilização do indicador-chave do nosso artigo. Você pode, por exemplo, empregá-lo para verificar qual é o grau de produtividade de cada funcionário. Ao reunir os índices exibidos por departamento do negócio, você terá uma visualização mais fidedigna quanto ao desempenho operacional global. Análise de lucros ou prejuízos em projetosSem dúvida alguma, uma das principais vantagens do índice de lucratividade consiste na apresentação de uma visão panorâmica da empresa. No entanto, é fundamental entender que a lucratividade está associada ao lucro líquido — aquele resultante da subtração dos custos operacionais e tributos. Já a rentabilidade é um produto obtido da relação entre o investimento e o lucro líquido. Por ora, é importante que você saiba que ambos os indicadores são indispensáveis para atestar a viabilidade de uma empresa ou projeto. Por sinal, não foi à-toa que mencionamos anteriormente a expressão, potencial lucrativo. Se de um lado temos o índice de endividamento geral, a outra ponta é ocupada pelo índice de lucratividade. Enquanto o primeiro é decisivo para evidenciar o nível de comprometimento do fluxo de caixa com gastos de terceiros, o segundo define o quanto uma operação pode ser lucrativa. Na prática, antes mesmo de pensar em prestar um serviço ou criar um produto as empresas verificam quais sãos os custos operacionais, a fim de estimar os lucros. O índice de lucratividade existe justamente para exibir tal viabilidade — de maneira muito mais prática e assertiva. O mesmo raciocínio vale para o investimento inicial de um dado negócio. Será que vale mesmo a pena injetar aquela quantia solicitada para adesão ao projeto? A diferença é que, aqui, também entra em cena a estimativa da rentabilidade da referida empreitada. Auxílio na tomada de decisãoTodo indicador financeiro pode e deve ser usado em qualquer processo de tomada de decisão que envolva o presente ou o futuro do negócio. Em se tratando dos dados propiciados pela lucratividade, cabe observar se ela está dentro do nível estipulado pelo planejamento financeiro. Se não estiver, é preciso reavaliar se o momento é o mais adequado para, por exemplo, implantar o projeto de inovação tecnológica da empresa. Conforme o nicho de atuação da organização, esse tipo de transformação pode reunir nuances relativamente complexas e caras. Por outro lado, se sabe que a manutenção do nível de competitividade perante a concorrência depende de tais investimentos. Com o referencial de lucratividade das operações, fica muito mais fácil e seguro tomar decisões difíceis como essa. Afinal, por mais necessário que seja a inovação de dispositivos e processos, a projeção de fluxo de caixa deve ser compatível com essas realizações. Gestão financeira estratégica da empresaCom um planejamento estratégico devidamente alinhado aos objetivos do negócio e metas claras, a gestão financeira ganha um respaldo de peso. Nesse sentido, o índice de lucratividade cumpre um papel crucial para que você monitore os resultados e providencie eventuais correções de rumo. A estratégia, vale salientar, também comporta a criação de planos de contingência, o que proporciona tranquilidade perante circunstâncias desfavoráveis. Como deve ser feito o cálculo do índice de lucratividade?O cálculo em si é muito simples, pois consiste na divisão do lucro líquido pela receita da empresa. Por fim, é necessário multiplicar o resultado por 100, para obter a porcentagem do indicador. Antes de mais nada, você precisa ter em mãos o total do lucro bruto, oriundo da subtração dos custos e despesas. Em seguida, basta pegar o lucro líquido e descontar os tributos, que variam de acordo com a atuação da empresa e a política de elisão fiscal praticada. Como interpretar o índice de lucratividade?Basicamente, esse índice deve ser positivo, evidenciando uma gestão financeira benéfica para a saúde do seu negócio. Sempre que ele ficar negativo, isso é sinal de que a lucratividade do negócio é insuficiente para arcar com os custos e despesas operacionais. O fato de o resultado ficar acima de 0%, entretanto, não deve ser interpretado como um sucesso de gestão. Tudo depende da meta traçada lá no início, no planejamento estratégico. Caso o índice de lucratividade esteja muito aquém do esperado, é necessário investigar as origens da discrepância, a fim de não prejudicar as finanças da empresa. Mesmo que ele esteja satisfatório, vale a pena verificar os pontos da operação que precisam ser aperfeiçoados. Agora que você sabe como fazer o cálculo do índice de lucratividade, aprenda a calcular e usar outros indicadores financeiros determinantes para o sucesso do seu negócio! Para isso, basta assinar nossa newsletter e não perder nenhum conteúdo do nosso blog! |
Fontes:
Texto: Serasa Experian
(Por Serasa Experian)
Foto: Divulgação
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Estamos vivenciando uma evolução no relacionamento entre empresas e seus clientes, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas. A experiência do cliente durante toda a sua jornada conta muito para o processo de recompra, para indicação a outros clientes e até para manter o bom relacionamento e evitar atritos por meio das redes sociais. Neste contexto, no momento de realizar a cobrança, usar dados e inteligência analítica pode ser crucial para conhecer o perfil do cliente e traçar a estratégia mais adequada. Importante ressaltar que, por mais que você conheça seu cliente, ele não se relaciona apenas com sua empresa e esse relacionamento, que para você é uma zona cinzenta, pode ser facilmente desvendado com a combinação de dados com ferramentas estatísticas poderosas. Claro que suas informações internas, como as de uma aging list (de que já falamos aqui), e dados de contato sempre atualizados vão ajudar você a atuar com os diferentes tipos de inadimplente de forma mais efetiva. Estar inadimplente não define o perfil de uma pessoa ou empresa. Situações fora do controle podem levá-los a não conseguir quitar uma dívida. As características dos inadimplentes também podem variar de acordo com o tipo de negócio. Por isso, cada organização deve traçar os perfis específicos de seus clientes e entender como e por que deixam de honrar suas dívidas no prazo. Independentemente dessas variações, podemos agrupar o perfil dos devedores em quatro grandes modelos: 1. Devedor ocasionalNeste grupo estão aqueles que não costumam deixar de pagar. Seus atrasos estão frequentemente relacionados a problemas inesperados ou, simplesmente, ao esquecimento. Quando cobrados, tendem a pagar o mais rápido possível, por isso o mais inteligente é fazer uma cobrança preditiva, algo como “sua fatura vence amanhã”. Vale lembrar que um devedor ocasional também pode estar passando por problemas financeiros e ter a sua capacidade de pagamento limitada, por isso é importante saber a sua probabilidade de pagamento. Para esse tipo de cliente, as ações de cobrança podem ser mais direcionadas e inteligentes, pois essa é uma dívida relativamente fácil de ser recuperada e esse é um perfil de cliente com o qual o relacionamento deve sempre ser mantido. Uma abordagem equivocada no tom pode deixá-lo muito insatisfeito. 2. Devedor crônicoEste é um dos perfis que mais ocupam os profissionais de cobrança e, geralmente, é abordado de forma errada. Ele se caracteriza pela má organização de suas finanças, perdendo prazos com frequência. Sua principal característica é estar sempre em atraso. Muitas vezes, paga somente após uma ação efetiva de cobrança. Um detalhe importante é que esse cliente, cedo ou tarde, sempre acaba pagando (com multa e juros, quando necessário). Por isso, não deve ser abordado como um mau pagador. Demanda ações frequentes de cobrança com abordagem direta, mas não excessivamente incisiva. Vale considerar disparos de e-mail ou SMS amigável, que recordem o devedor de pagar quanto antes, evitando juros, e até ofereçam condições especiais de descontos ou parcelamento. O relacionamento deve ser preservado, pois este é um perfil que, apesar dos atrasos, gera retorno financeiro para o negócio. 3. Devedor negligenteO perfil deste devedor é marcado pelo descontrole de suas finanças, já que adquire mais dívidas do que pode honrar. Muitas vezes, não dispõe de condições imediatas para quitar os débitos. É um perfil com elevado risco de manter sua inadimplência por um longo tempo ou mesmo de representar uma perda irreversível. Para esse tipo de devedor, é muito importante acompanhar as chances de pagamento usando modelos como o Score de Cobrança. A régua de cobrança para esse perfil deve prever ações antes mesmo do vencimento e exige uma abordagem mais incisiva, considerando a negativação (inclusão da dívida no cadastro de inadimplentes). Leia também: 4. Mau pagadorFazem parte deste grupo pessoas que são menos afetadas por ações de cobrança, o que se torna um grande desafio recuperar suas dívidas. Para elas, o não pagamento de um débito não parece um grande problema. Por isso, há maior dificuldade para se estabelecer contato e diálogo para uma negociação. Na régua de cobrança, é preciso deixar claros os riscos de implicações legais que as dívidas não pagas acarretam. Aqui, embora seja conveniente manter um tom cordial, para esse tipo de cliente, muitas vezes, o mais adequado é partir para a negativação. Com a negativação, ele vê sua capacidade de obter crédito limitada, o que o fará procurar sua empresa para uma negociação. A importância dos dados e da inteligênciaMais do que identificar esses quatro perfis, é muito importante apurar detalhes sobre o comportamento de cada perfil em relação a dívidas e fugir das ações padronizadas, tratando todas as dívidas da mesma forma. Isso é possível por meio do uso de fontes externas de informação e inteligência analítica para criar segmentações. Com isso, é possível definir quem é o cliente certo a ser cobrado para decidir quanto cobrar, quando, onde e como fazer o acionamento, definindo estratégias de cobrança simples ou com negativação e combinando canais tradicionais, como a carta, com canais digitais, como e-mail e SMS. Pode parecer complexo, mas hoje em dia existem diversas soluções de cobrança que podem ajudar você e a sua empresa nessa tarefa. Lançar mão destes recursos otimiza os investimentos, aumenta a eficiência das ações e, o mais importante: não impacta o relacionamento com o cliente. |
Fontes:
Texto: Serasa Experian
(Por Serasa Experian)
Foto: Divulgação
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O número de novas empresas no Brasil cresceu 5,3% em 2015, ao passar de 1.865.183 novos registros em 2014 para 1.963.952 no ano passado.
Os dados são do Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, apurado pela Serasa Experian.
Segundo os economistas da empresa, o resultado foi impulsionado pelo avanço de novos microempreendedores individuais (MEIs), que representaram 75,9% ou 1.491.485 do total das empresas criadas no País no ano passado.
“Tal movimento foi estimulado tanto pelos incentivos fiscais e menor burocracia associadas a esta natureza jurídica, bem como pela perda de postos formais no mercado de trabalho por causa da recessão econômica, impulsionando trabalhadores desempregados a buscarem, de forma autônoma, muitos deles como MEI formalmente constituídos, formas alternativas de geração de renda”, explicaram os especialistas, em nota.
Ainda segundo a Serasa, as MEIs vêm registrando aumento crescente desde o início da série histórica do Indicador. Em 2010, por exemplo, a fatia do segmento era de 49%.
Na sequência, por natureza jurídica, 167.767 (8,5% do total) foram registros de novas Empresas Individuais; 198.263 (10,1% do total) foram de Sociedades Limitadas e 106.437 (5,4% do total) foram de empresas de outras naturezas jurídicas.
Já por segmento de atuação, Serviços segue na liderança, com a abertura de 1.198.698 companhias ou 61% do total, acompanhado de Comércio (598.180 empresas ou 30,5% do total) e Industrial (160.634 ou 8,2% do total).
A participação do segmento de Serviços cresceu de 53,1% em 2010 para 61% no ano passado.
Por outro lado, a representatividade do setor comercial tem recuado nestes últimos anos (de 35,6% em 2010 para 30,5% em 2015) e a das novas empresas industriais vem se mantendo estável, variando pouco – de 8,5% em 2010 para 8,2% em 2015.
Por região, o Sudeste apresentou o maior número de abertura de companhias em 2015, com 1.104.947 novos registros ou 51,7% do total. Em seguida, com 18,0% do total e 352.697 empresas, vem a Região Nordeste.
O Sul ocupa o terceiro lugar, com 322.206 empresas criadas em 2015 (16,4% do total), seguida pelo Centro-Oeste, com 176.305 empresas (9,0% do total).
A Região Norte manteve o quinto lugar durante todo o ano, fechando 2015 com a criação de 97.796 empresas (5,0% do total).
Entre os Estados, São Paulo liderou a abertura de empresas, com 27,5% dos novos empreendimentos ou 539.953 empresas criadas.
Em seguida, ficou o Rio de Janeiro, com 216.074 nascimentos empresariais ou 11% do total e Minas Gerais se posicionou em terceiro, com o registro de 211.501 novos empreendimentos ou 10,8% do total.
Para o levantamento, são levadas em conta a quantidade mensal de novas empresas registradas nas juntas comerciais de todas as Unidades Federativas do Brasil, bem como a apuração mensal dos CNPJs consultados pela primeira vez à base de dados da Serasa Experian.
Fontes:
Texto: EXAME.com
(Por Suzana Inhesta – Estadão)
Foto: Thinkstock
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]]>Os empresários que irão aproveitar o Feirão Limpa Nome Online Empresas Serasa Experian, que acontece entre os dias 28 de setembro e 5 de outubro, para renegociar dívidas em atraso pela internet, devem se preparar antes de iniciar o processo. O serviço gratuito conta com a participação de credores de vários segmentos, dispostos a oferecer condições especiais, como prazos e descontos, para que as empresas negativadas regularizem as finanças.
Os especialistas da Serasa Experian apresentam um passo a passo, que pode contribuir para o sucesso da renegociação.
Confira as dicas:
1. Reconheça as dívidas
Anote quanto você deve a cada fornecedor, instituição financeira e ao Governo (taxas e impostos).
2. Liste as prioridades
Coloque em ordem de prioridade a dívida atrasada que deve ser sanada em primeiro lugar. Os critérios para estabelecer essas prioridades são objetivos: o custo da dívida, a interrupção do serviço por parte de fornecedores estratégicos, as penalidades associadas às dívidas em atraso – como execução de garantias, risco de execução judicial ou extrajudicial –, a perda de crédito junto aos bancos e/ou agentes financeiros não bancários, como as factorings, etc.
3. Saiba qual o caixa disponível para saldar a renegociação
O responsável pela empresa deve saber o valor disponível para pagar a nova dívida gerada pela renegociação, escolhendo as condições e formas de pagamento que melhor se encaixam no orçamento da companhia. Coloque na ponta do lápis todas as despesas fixas e as previstas.
4. Você já está pronto para acessar o Feirão Limpa Nome Online
Acesse o Limpa Nome Online Empresas (https://portal.serasaexperian.com.br/limpanome). Ao se cadastrar, o empresário tem acesso aos débitos do seu CNPJ e pode negociá-los diretamente com as empresas participantes Em seguida, ele irá acessar a página onde estarão relacionadas os participantes do Feirão Limpa Nome Online Empresas com os quais existem dívidas pendentes. As companhias dispostas à renegociação poderão ser consultadas no menu lateral na mesma página. Ao escolher e clicar no nome da empresa são apresentadas as pendências e os canais de atendimento disponíveis (telefones, e-mail, chat) para renegociar. As propostas do Feirão Limpa Nome Online Empresas são apresentadas de forma individualizada, permitindo que o devedor regularize sua situação sem deslocamentos, aproveitando a praticidade da internet.
5. Conquiste descontos
O contato com o credor via Feirão Limpa Nome Online Empresas facilita a obtenção de possíveis descontos nas dívidas atrasadas, com condições de pagamento diferenciadas. Em alguns casos é possível até mesmo que o boleto já esteja disponível, a partir de uma proposta inicial feita pelo próprio credor.
6. Estabeleça condições reais de pagamento
Ao renegociar, saiba qual sua verdadeira capacidade de pagamento, tendo em vista a crise que a empresa atravessa e o momento econômico do país. Renegociar apenas para postergar o problema só piora a situação e deixa a empresa sem credibilidade frente aos credores.
7. Honre os compromissos assumidos na negociação
Cumpra os compromissos assumidos. Caso tenha algum problema e não consiga fazer um pagamento no prazo estabelecido, entre em contato com o credor antes da data de vencimento e explique a situação.
8. Peça ajuda
Quando o apoio técnico de uma consultoria especializada couber no orçamento, vale a pena buscar esta orientação.
9. Identifique os erros
Procure entender os fatores/situações que levaram sua empresa a estar no vermelho. Falhas na gestão? Compras mal feitas? Custos elevados? Precificação incorreta de produtos e serviços oferecidos?
10. Não adie decisões drásticas
Caso a análise da situação aponte na direção de cortes mais radicais com pessoal e custos, não espere para agir. Ao adiar essas ações o empresário coloca em risco a própria existência da empresa.
11. Não repita erros do passado
Uma empresa em crise é a prova de que algo foi mal executado. Ao tentar sair do colapso financeiro o pré-requisito é evitar cometer os mesmos erros.
12. Comece sua história positiva
Em tempos de crédito escasso, o Cadastro Positivo pode ajudar as Micro e Pequenas Empresas em financiamentos. Com a crise e a expectativa de recuperação mais lenta da economia, as instituições tendem a frear financiamentos por medo da inadimplência. Para aproveitar as vantagens do Cadastro Positivo, o micro e pequeno empreendedor pode abrir seu Cadastro Positivo nas unidades da Serasa, pelo site www.cadastropositivoempresas.com.br e nas agências bancárias.
13. Conheça seus clientes
Utilize ferramentas de análise de crédito eficazes, evitando fazer negócios com clientes maus pagadores, o que agravará a situação do caixa da empresa.
14. Faça planos
Estabeleça metas a serem alcançadas no curto, médio e longo prazo. À medida que conseguir atingir os objetivos, o empreendedor se sentirá mais forte para seguir adiante.
Equipe de Relações com a Imprensa
Carolina Pereira 5511 2847-8428 carolina.pereira@br.experian.com
Indicadores Econômicos, Plataformas de Decisão baseadas em Análises, Fraude, Serviços de Marketing, Certificação Digital e TI.
Viviane Evangelista 5511 2847-8456 viviane.evangelista@br.experian.com
Indicadores Econômicos, Serviços ao Consumidor e Educação Financeira
Ana Greghi 5511 2847-9504 ana.greghi@br.experian.com
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Gerente Executiva de Relações com a Imprensa
Serasa Experian
A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Responde on-line/real-time a 6 milhões de consultas por dia, auxiliando 500 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais ICP-Brasil, tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.
Constantemente orientada para soluções inovadoras em informações para crédito, marketing, identidade digital e negócios, a Serasa Experian vem contribuindo para a transformação do mercado de soluções de informação, com a incorporação contínua dos mais avançados recursos de inteligência e tecnologia.
Para mais informações, visite www.serasaexperian.com.br
Experian
A Serasa Experian é parte da Experian, líder mundial em serviços de informação, fornecendo dados e ferramentas de análise a clientes ao redor do mundo. O Grupo auxilia os clientes no gerenciamento do risco de crédito, prevenção a fraudes, direcionamento de campanhas de marketing e na automatização do processo de tomada de decisão. A Experian também apoia pessoas físicas na verificação de seus relatórios e scores de crédito e na proteção a fraudes de identidade. Em 2015, a Experian foi eleita pela revista Forbes como uma das companhias mais inovadoras do mundo.
A Experian plc está registrada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100. A receita total para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2015 foi de US$ 4,8 bilhões. A empresa emprega cerca de 17.000 pessoas em 38 países e possui sede corporativa em Dublin, na Irlanda e sedes operacionais em Nottingham, no Reino Unido; na Califórnia, Estados Unidos, e em São Paulo, Brasil.
Para mais informações, visite www.experianplc.com
Fontes:
Texto: www.maxpressnet.com.br
(Por Serasa Experian) Matéria Original:
http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,786685,Serasa_da_dicas_para_empresas_inadimplentes_
renegociarem_suas_dividas_com_sucesso_no_Feirao_Limpa_Nome_Online,786685,5.htm
Foto: Internet
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