A cidade de Belém do Pará recebe, no mês de maio, a primeira franquia da Showcolate. Segundo a franqueadora, a região norte do país tem enorme potencial para a venda de sobremesas tendo como base o chocolate, além da grande oferta de frutas presentes na capital paraense.
“A região norte tem um enorme potencial para o franchising. O número de franquias existentes por lá é muito pequeno se comparado ao que existe no sudeste/sul do país. Há espaço para crescer”, explica Wallace Tonon, fundador da rede, que tem como meta abrir mais três unidades da Showcolate na região ainda em 2016.
As franquias contrariam o atual cenário econômico do país e vêm apresentando forte expansão no mercado brasileiro. De acordo com a ABF (Associação Brasileira de Franchising), em 2015, o faturamento das redes cresceu cerca de 8,3%. Só o setor de alimentação representa 20% do total, ficando atrás apenas de Negócios e Serviços.
Por conta da grande demanda no sudeste, algumas empresas têm procurado abrir seu leque de expansão para outras regiões do país.
“Abriremos a loja dentro do Shopping Grão Pará e temos uma série de pontos em análise. A ideia é ofertar os pontos aos interessados na franquia já com o estudo de viabilidade mapeado”, conta Valter Phan, Consultor Comercial do grupo.
O Estado do Pará concentra apenas cerca de 1,8% do total de franquias do país. Em 2014, esse número era ainda menor, 1,6%. De acordo com Phan, não existem franquias de fondue na região. “Somos pioneiros neste tipo de ação. A ideia surgiu por conta do potencial de crescimento enorme que Norte e Nordeste representam”, explica.
Negócio
A Showcolate opera em dois modelos: quiosque e loja, sempre dentro de shoppings, galerias, hipermercados e lojas de rua. Para começar o negócio, o pequeno empresário precisa investir de 65 a R$ 109 mil. Estão inclusas as taxas de franquia e toda a infraestrutura necessária para dar start à operação. O franqueador indica um capital de giro de R$ 15 a R$ 20 mil para viabilizar a abertura.
Para instalar o quiosque são necessários cerca de 6m² de espaço e cerca de quatro funcionários para tocar a operação. A previsão de retorno do investimento é de cerca de 18 meses.
Ficha técnica
Capital inicial: R$ 65 a 109 mil
Capital de giro: R$ 15 a 20 mil (dentro do Capital Inicial)
Taxa de franquia: R$ 1 (por tempo determinado)
Tipo de negócio: Fondue Express
Ano de fundação: 2003
Ano de fundação no franchising: 2004
Número de unidades franqueadas: 46
Área média para instalação: a partir de 6m²
Prazo médio para retorno: 18 meses
Número de funcionários: 04
Royalties: R$ 2 a 3 mil fixos
Taxa de publicidade: R$ 350/mês
Informações à Imprensa:
Passo Avanti
Marcus Santana – Assessor de Imprensa
11 3512-2126 || 11 9 7065-9930
Av. Dr. Arnaldo, 2285 | Sumaré – SP | CEP: 01255-000
marcus@passoavanti.com.br
www.passoavanti.com.br
Fontes:
Texto: Passo Avanti
(Por Marcus Santana)
Foto: Divulgação
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A Showcolate vende fondues de chocolate com frutas que permitem até 200 combinações diferentes, segundo o fundador Wallace Tonon; os preços variam de R$ 9,90 (porção pequena) a R$ 15,90 (porção grande). (Foto: Divulgação/Showcolate)
Ele aplica os princípios do toyotismo (modo de produção da Toyota, de qualidade total) que aprendeu numa fábrica de ar-condicionado automotivo terceirizada da montadora. Como operário, cuidava da inspeção, verificava se as peças estavam dentro do padrão, se havia vazamentos.
Na loja, usa balança na montagem das sobremesas para calcular a quantidade certa de frutas e de chocolate em cada porção, prova as frutas para saber se estão no ponto certo para o consumo e confere a temperatura do produto antes de servir.
Isso ajuda a diminuir o desperdício de matéria-prima e a controlar a qualidade.

A Showcolate vende fondues de chocolate com frutas que permitem até 200 combinações diferentes, segundo o fundador Wallace Tonon; os preços variam de R$ 9,90 (porção pequena) a R$ 15,90 (porção grande). (Foto: Divulgação/Showcolate)
“Estar preocupado com cada detalhe, achar que sempre dá para melhorar e ter dedicação total são lições que aprendi no Japão que faculdade nenhuma ensina”, diz Makiyama que cursou até o ensino médio.
Com essas ações, ele consegue vender mais que a média da rede nas unidades que opera em shoppings de Osasco, na Grande São Paulo. Em uma delas, um quiosque, ele afirma vender cerca de 4.000 sobremesas por mês, o que representa 60% mais que a média de 2.500 doces mensais vendidos por loja da franquia, segundo a Showcolate. Em outra unidade, uma loja, ele chega a vender 3.000 sobremesas mensais (20% mais que a média). Ele não divulga faturamento e lucro.
Lojas são consideradas modelo de gestão
Isso faz de Makiyama um franqueado modelo, segundo Wallace Tonon, fundador da Showcolate. “O Maurício tem a dedicação dos orientais, ele consegue extrair todo o potencial do negócio. Ele segue todas recomendações e faz além. O uso da balança, por exemplo, nós recomendamos, mas nem todos franqueados adotam.”

A Showcolate foi fundada em Belo Horizonte há 12 anos e tem 47 unidades em sete Estados. (Foto: Divulgação/Showcolate)
As lições da linha de produção foram aprendidas em jornadas exaustivas de 14 horas de trabalho diárias, diz ele. Mas os rendimentos valiam o esforço, tanto que as franquias foram adquiridas com o dinheiro que ele juntou no Japão.
“Quando voltei ao Brasil, queria ter um negócio próprio por não ter qualificação, pois seria difícil achar um bom emprego. Escolhi a franquia por ser um investimento que cabia no meu bolso”, diz.
A franquia Showcolate tem investimento inicial a partir de R$ 124 mil (custos de instalação + taxa de franquia + capital de giro). O faturamento médio mensal é de R$ 35 mil. O lucro não foi divulgado. O retorno do investimento se dá a partir de 18 meses, segundo a empresa.
A afinidade com o negócio também contou na escolha, pois Makiyama é adorador de chocolate assumido. “Eu sempre fui chocólatra e comia muito chocolate no pior momento da depressão. Agora consumo com moderação”, diz ele.
Cinco anos depois de voltar ao Brasil, curado da depressão e com os negócios indo bem, ele trouxe seus pais do Japão há três meses, para ajudá-lo na administração.
Franqueado pode inovar, mas deve seguir padrão da rede
André Friedheim, consultor de franquias e sócio da consultoria Francap, diz que franquias são redes de aprendizado contínuo, e os franqueados também podem propor melhorias. “O papel de inovar é do franqueador, mas ele não deve inibir ações dos franqueados. Se forem bem-sucedidas e estiverem alinhadas com o negócio, sem fugir do padrão, podem ser disseminadas para toda a rede.”
Ele diz que uma boa gestão de custos ajuda a melhorar os resultados do negócio e é mais fácil do que conquistar novos clientes para aumentar o faturamento. “As empresas têm que ser eficientes na contratação e gestão da equipe, na compra e controle de mercadorias, no pagamento de impostos, em todas as esferas.”
Fontes:
Texto: economia.uol.com.br
(Por Larissa Coldibeli)
Foto: Divulgação
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