*Por Semadar Marques.
Especialista em Inteligência Emocional e liderança colaborativa.
Você pode estar sentindo-se estagnado na carreira, não encontrando mais sentido em fazer o que faz ou não mais identificado com os valores do lugar onde trabalha. Também pode estar sonhando com o negócio próprio. Não importa. Essa é a hora de estabelecer metas que traduzam algum desafio e o façam sair da zona de conforto, mostrando a si o quanto é capaz de mudar e aprimorar-se profissionalmente.
Acredite, sempre há algo novo que pode ser feito.
Por isso preparei cinco dicas que farão você pensar sobre o assunto, afinal, o Carnaval está aí e o ano definitivamente vai começar. Esse é o momento adequado para avaliar o que ficou para trás, quais as lições aprendidas e determinar explicitamente que resultados queremos alcançar daqui pra frente:
Pergunte-se o que lhe move: Para que esse plano comece a ganhar forma, é preciso questionar o que irá instigar você a desenvolver-se e ser uma pessoa melhor e um profissional superior ao que é hoje, reconhecendo e utilizando suas melhores habilidades e levando em conta o que satisfaz suas aspirações e interesses genuínos. Esses motivos lhe trarão a inspiração necessária para seguir firme no caminho que decidir. Esteja sempre consciente deles.
Brinque com possíveis cenários: Entendendo o que realmente lhe inspira, é hora de usar a criatividade e fazer uma chuva de ideias, permitindo-se imaginar os possíveis cenários, sem restrições colocadas por preocupações e incertezas. Lembre-se que ao deixar sua imaginação correr solta, você pode ser capaz de ter aquele insight que fará toda a diferença na próxima fase de planejamento. É super importante também inteirar-se sobre os assuntos escolhidos, participando de eventos, fóruns na internet e tudo mais que possa lhe trazer informações precisas sobre os temas.
Estabeleça objetivos claros e monte seu plano: Analise tudo que você colocou no papel e defina metas e objetivos que sejam passíveis de serem alcançados e que irão impulsioná-lo a evoluir e expandir-se na carreira. O planejamento inicia na definição de onde você quer chegar e como quer estar quando estiver lá. Defina minuciosamente o que você quer e quais as ações necessárias para trilhar este caminho. Quando colocamos no papel o que está no plano das ideias, fica mais fácil de tomar atitudes efetivas em direção do que queremos.
Leve em conta objetivos pessoais e profissionais: Reflita sobre quais objetivos pessoais e profissionais precisam ser atendidos, já que uns irão influenciar nos outros e é preciso entender melhor o que pode ser feito para que estejam integrados. Por exemplo, se seu objetivo pessoal é ter mais tempo para seus filhos, ficará complicado matricular-se naquele MBA que lhe tomará algumas noites na semana.
Estabeleça prazos e defina uma forma de convergir todos seus objetivos de maneira saudável.
Tenha riscos calculados, mas nem tanto: Sejam financeiros ou não, estudar e definir rigorosamente seu plano irá minimizar os riscos e ajudar para que você não meta os pés pelas mãos, arrependendo-se depois. Mas é importante não ficar preso a estas incertezas, lembrando-se que qualquer tipo de mudança irá envolver dúvidas e medos. E para crescer, não existe outro meio que não seja enfrentar suas próprias dúvidas e se permitir saltar de cabeça rumo ao desconhecido.
*SEMADAR MARQUES é especialista em Empatia, Liderança Colaborativa, Propósito de Vida e Inteligência Emocional. www.semadarmarques.com.br
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Fontes:
Texto: Agência +PLUS Comunicação
(Por Danielle Keslarek)
Foto: Internet
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Especialistas afirmam que momentos difíceis na carreira nem sempre são sinal de fracasso profissional.
Ao longo da vida profissional, não são todos os momentos em que a nossa carreira vai de vento em popa. Entre promoções, projetos e demissões, os altos e baixos vão acontecer e é melhor estar preparado para aproveitar as oportunidades e aprender com os momentos de crise.
Segundo a orientadora de carreira Adriana Gomes, é incorreto pensar que um momento ruim no trabalho necessariamente signifique um sinal de fracasso. Para ela, a frustração é um sentimento natural e faz parte do amadurecimento de qualquer profissional.
“Muitas pessoas que hoje são experientes e bem-sucedidas tiveram fracassos na carreira. Nessa hora, não se frustrar não vai ajudar a solucionar os problemas. É necessário compreender de alguns projetos podem não ter sucesso, mas isso é algo natural e faz parte do processo de crescimento”.
Adriana afirma que a melhor maneira de lidar com momentos difíceis da carreira é buscar aprender com os erros. “Quando recebemos um “não” do chefe é importante aproveitar essa oportunidade para fazer uma autoavaliação e sempre tentar melhorar, buscando o crescimento na carreira”, completa.
Chefes também são importantes nesses momentos. Segundo ela, o gestor deve buscar sempre o melhor desempenho dos seus colaboradores sem esquecer de ajudá-los a corrigir seus erros. “Todo mundo erra e o gestor tem o papel de condicionar para onde seus funcionários estão caminhando, dando feedbacks constantes. Para o trabalhador, o pior é nunca receber um não e depois ser demitido sem saber o porquê”, ressalta.
O mestre em neuropsicologia Eduardo Shinyashiki afirma que escutar críticas é um ótimo exercício para melhorar o desempenho no trabalho. Ele afirma que pedir sugestões e dicas de amigos e colegas de profissão é um importante caminho para evoluir.
“Às vezes estamos tão envolvidos com o seu trabalho que não percebemos nossas falhas. É muito positivo quando a pessoa tem a força e o desapego para se autoavaliar, criar e transformar alguma coisa dentro da carreira”, completa Shinyashiki.
Eduardo Shinyashiki afirma que o momento ideal para investir na nossa carreira é quando as coisa vão bem. “O profissional que busca se aperfeiçoar constantemente num momento de crise vai estar preparado e qualificado para enfrentar as dificuldades”.
Para os desesperados que pulam de uma profissão a outra com facilidade, a orientadora Adriana Gomes lembra que nas horas difíceis a última coisa que se deve fazer é buscar mudanças radicais. “Não se muda de carreira como quem muda de camisa. Nossa carreira é um reflexo de um esforço muito grande que fizemos ao longo da nossa história e às vezes não se trata de estarmos na carreira errada, mas no lugar de trabalho errado”, alerta.
Mesmo quando a carreira vai bem, é essencial que o profissional esteja em constante processo de autoavaliação. “Todos os dias devemos nos perguntar como podemos ir além. É necessário assumir esse compromisso de se tornar melhor do que fomos ontem”, completa Shinyashiki.
O neuropsicólogo afirma que existem duas posturas quando se fala em futuro na carreira. “Uma delas é determinada e focada e a outra é passiva”. O risco da apatia, diz, é que pessoas que não estabelecem um objetivo na carreira recebem notícias negativas como uma condenação profissional. “Nossa postura deve ser de constante aprendizado. Devemos sempre pensar: onde quero estar daqui a cinco anos?”.
Segundo ele, as nossas conquistas e falhas sempre partem de nós e não dependem de terceiros. Transformar pontos fracos em pontos fortes e estar constantemente em processo de evolução é a chave para construir uma carreira sólida.
Fontes:
Texto: EXAME.com
(Por Fernando Pivetti)
Foto: grinvalds/Thinkstock
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