São Paulo, junho de 2016 – No Brasil, o cenário de crise impulsionou iniciativas envolvendo novos negócios, sejam apenas ideias, criação de novas startups, aceleradoras ou, ainda, investidores de olho nas pequenas pelo potencial de criarem projetos inovadores e se tornarem grandes conglomerados, impulsionando o chamado Corporate Venture.
De acordo com o último relatório sobre o empreendedorismo no Brasil, feito pela Global Entrepreneurship Monitor e publicado pelo SEBRAE, a taxa de empreendedorismo brasileiro cresceu de 34,4% para 39,3% em 2015. Segundo Allan Pires, CEO da consultoria PA Latinoamericana e da multinacional dinamarquesa Targit, os Estados de Goiás, São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais são exemplos de que o Brasil está próximo de algo semelhante ao movimento do Vale do Silício por conta de três fatores decisivos:
1.Conhecimento acadêmico –A região do Vale do Silício possui diversas excelentes Universidades, como é o caso da Stanford University, uma das instituições de pesquisa de ensino mais prestigiadas globalmente. O local é cercado por alunos e docentes, que impulsionam a troca de conhecimento constante, gerando grandes ideias. A busca por apoio de uma base forte acadêmica/ conhecimento é tão importante para uma empresa tradicional quanto para as que estão começando agora. Exemplo clássico desse movimento foi a aproximação entre a comunidade de TI e o governo estadual de Goiânia, auxiliando no desenvolvimento de startups, principalmente em termos de financiamento e pesquisa. Outros exemplos de regiões é a Santa Rita do Sapucaí e Santa Catarina;
2.Investidores dispostos a correr o risco –As empresas compradoras de tecnologia estão cada vez mais próximas das startups. Exemplo disso é o movimento do Corporate Venture, que traz a proposta de investimento das grandes corporações em negócios nascentes e isolados e que, futuramente, podem ser incorporados aos próprios negócios do grupo empresarial, visando o lucro futuro. No Brasil, já é possível identificar a criação de novas unidades de negócio em empresas já existentes;
3.Alianças corporativas –Apesar de a cultura ser recente em relação à criação de uma rede de alianças, é essencial possuir uma base apoiadora, seja ela da área acadêmica ou mercadológica. Saber identificar potenciais investidores e ofertar a estas pessoas participação societária como forma de inventivo é uma forma de crescer. O que era muito comum no Vale do Silício e hoje já é possível identificar no Brasil e atualmente startups bem sucedidas ou em crescente expansão possuem aliados.
Sobre a Targit
Presente em 50 países, a Targit é uma multinacional dinamarquesa especializada em BI. Com sua solução, concentra mais de quatro mil clientes e mais de 350 usuários. Com sede na Dinamarca e subsidiárias em Tampa, Flórida e Boston, Massachusets, a Targit também conta com mais de 12 escritórios distribuídos no mundo. No Brasil, a empresa está presente desde 2010.
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Fontes:
Texto: Digital Trix
(Por Beatriz Destefani)
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]]>São Paulo, abril de 2016 – Se 2015 foi ruim para diversos setores da economia, o mesmo não se pode dizer do agronegócio no Brasil, segmento que ampliou para 23% sua fatia no PIB. Para este ano, a expectativa é que os números do setor continuem crescendo, só que dessa vez com a ajuda da tecnologia. É de olho nesse cenário que a goiana Siagri, em parceria com a multinacional dinamarquesa Targit, lança sua plataforma de inteligência de negócios para o agronegócio.
“A plataforma SIAGRI BI proporciona a combinação de informações da empresa com dados do mercado, oferecendo visões amplas do negócio. O resultado é a formação de um conhecimento – entendido como inteligência de negócio – que viabiliza a criação de indicadores de desempenho e análises de cenários, bem como torna as tomadas de decisões mais ágeis e seguras”, diz Eduardo Bitu, diretor de produtos da Siagri.
Esta plataforma permite que as empresas, clientes ou não das soluções da Siagri, possam criar análises, relatórios, dashboards e storyboards, sem a necessidade da aquisição e implementação de licenças das soluções tradicionais de BI e de novos servidores para seu processamento, pois a plataforma é oferecida em nuvem. Também já está disponível aos clientes um portfólio de análises pré-elaboradas. Com isto, os clientes podem se beneficiar da plataforma em questão de horas após a decisão de aquisição, sem precisar de um investimento relevante.
“Nossas projeções estão estimadas em aproximadamente 1.000 usuários nos primeiros anos de operação”, avalia Bitu. Ele também estima alcançar um percentual significativo de clientes e atender demandas do agronegócio como nas atividades econômicas de distribuição de insumos, produção, armazéns gerais, sementeira, algodoeira e agroindústria. Para isso, a plataforma de BI da Siagri se integrou ao software analítico e de visualização da Targit e pode ser acessada de qualquer lugar por meio de um browser ou de qualquer smartphone.
“Nós sempre buscamos líderes de cada segmento de mercado para, junto com nossa plataforma, oferecer uma solução com alto impacto de análise para os clientes no segmento que eles atuam. A nossa aliança com a Siagri para produzir algo inovador para o setor agrícola é um exemplo claro desta estratégia”, comenta o CEO da Targit, Allan Pires.
Sobre a Targit
Presente em 50 países, a Targit é uma multinacional dinamarquesa especializada em BI. Com sua solução, concentra mais de quatro mil clientes e mais de 400 mil usuários. Com sede na Dinamarca e subsidiárias em Tampa, Flórida e Boston, Massachusets, a Targit também conta com mais de 12 escritórios distribuídos no mundo. No Brasil, a empresa está presente desde 2010. Para informações, acesse: http://www.targit.com/pt
Sobre a Siagri
Com 18 anos de história, a SIAGRI surgiu no agronegócio e é especialista em desenvolver softwares de gestão para atender necessidades específicas dos segmentos de distribuição de insumos, loja agropecuária, produção agrícola, armazéns gerais e cerealista, sementeira, algodoeira e agroindústria. Com ampla experiência no agronegócio, a empresa oferece um portfólio de produtos e serviços (software de gestão + serviços de implantação, treinamento e consultoria) que tem como objetivo promover a gestão completa do negócio, além de otimizar recursos, garantir a segurança nas transações e a rentabilidade.
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Texto: Digital Trix
(Por Ana Paula Guedes)
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