SÃO PAULO (Reuters) – A expectativa para a taxa básica de juros em 2018 voltou a cair nesta segunda-feira na pesquisa Focus do Banco Central, em que os economistas realizaram pequenos ajustes em suas projeções.
A projeção para a Selic no ano que vem agora é de 9 por cento, contra 9,38 por cento antes, na quarta semana seguida de redução. Para este ano, a conta permaneceu em 9,50 por cento, com os especialistas consultados vendo na reunião de fevereiro do BC um corte de 0,75 ponto percentual na Selic, atualmente em 13 por cento.
O Top-5, que reúne as instituições que mais acertam as projeções, entretanto, veem a Selic a 9,5 por cento tanto este ano quanto no próximo.
A expectativa para a alta do IPCA em 2017 foi ajustada para baixo em 0,01 ponto percentual, a 4,70 por cento. Já para 2018 permaneceu sendo de 4,5 por cento. Para os dois anos, a meta é de 4,5 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.
Já as contas para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) não foram alteradas, com perspectiva de expansão de 0,50 por cento em 2017 e de 2,20 por cento em 2018.
Fontes:
Texto: Reuters
(Da Redação)
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SÃO PAULO (Reuters) – Os economistas consultados na pesquisa Focus do Banco Central reduziram a expectativa para a taxa básica de juros neste ano, embora tenham elevado ligeiramente a perspectiva para a inflação.
O levantamento divulgado nesta segunda-feira mostrou que a expectativa agora é de que a Selic termine o ano a 10,25 por cento, contra 10,5 por cento esperados anteriormente.
Foi mantida a expectativa de aceleração do corte da Selic em janeiro, a 0,5 ponto percentual, após duas reduções de 0,25 ponto que levaram a taxa básica de juros aos atuais 13,75 por cento.
Já o Top-5, que reúne as instituições que mais acertam as previsões, continua vendo a Selic a 10 por cento no fim de 2017.
Em relação à inflação, entretanto, a conta deste ano passou a 4,87 por cento, contra 4,85 por cento na pesquisa anterior, afastando-se um pouco do centro da meta, de 4,5 por cento, com banda de 1,5 ponto.
Para 2016, o cenário de recessão no país vem levando a reduções nas expectativas para a inflação. A pesquisa com uma centena de economistas aponta agora alta do IPCA em 2016 de 6,38 por cento, 0,02 ponto percentual a menos e dentro da meta oficial, de 4,5 por cento com margem de tolerância de 2 pontos percentuais.
O Focus não mostrou mudanças nas expectativas para o Produto Interno Bruto (PIB), com a retração em 2016 calculada em 3,49 por cento e expansão esperada este ano de 0,50 por cento, na mediana das projeções.
Fontes:
Texto: Reuters
(Por Camila Moreira)
Foto: Divulgação
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]]>A pesquisa Focus do BC divulgada nesta segunda-feira mostrou que os economistas consultados veem a Selic a 10,5 por cento no final de 2017, contra 10,75 por cento anteriormente.
Na semana passada, o BC reduziu a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, a 13,75 por cento ao ano, indicando que seus próximos passos levarão em conta o cenário externo e a atividade econômica brasileira.
Preparando o terreno para intensificar os cortes daqui para frente, o BC avaliou positivamente o andamento das medidas de ajuste fiscal. Agora, os agentes aguardam a divulgação da ata da reunião, na terça-feira, para calibrar suas apostas.
Entretanto, as instituições que mais acertam as previsões, o chamado Top-5, deixaram inalterada a perspectiva de Selic a 11,25 por cento no final de 2017.
O levantamento apontou ainda piora nas expectativas para a atividade econômica no ano que vem, depois que dados do IBGE mostraram que a recessão no país se aprofundou no terceiro trimestre. Os especialistas consultados passaram a ver uma expansão de apenas 0,8 por cento, ante 0,98 por cento na pesquisa anterior.
A estimativa para a contração do Produto Interno Bruto (PIB) este ano passou agora para 3,43 por cento, ante recuo de 3,49 por cento antes.
Em relação à inflação, a expectativa para este ano caiu 0,03 ponto percentual e foi a 6,69 por cento. Para o ano que vem a alta do IPCA continua sendo estimada em 4,93 por cento.
Fontes:
Texto: Reuters
(Por Camila Moreira)
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]]>A pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira mostrou que a projeção para a Selic no final de 2016 permanece em 13,25 por cento, terminando 2017 a 11 por cento.
Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa básica de juros em 14,25 por cento ao ano, repetindo não haver espaço para corte nos juros tão cedo e apontando riscos para o cenário de inflação.
As atenções se voltam agora para a ata da reunião, a ser divulgada na terça-feira, em busca de mais pistas sobre o rumo da condução da política monetária.
O Top 5 –grupo que mais acerta as projeções no Focus– também não mostrou mudanças nas suas contas, mas vê os juros mais altos, a 13,75 por cento no fim deste ano e a 11,25 por cento no próximo.
O levantamento com uma centena de economistas mostrou ainda leves ajustes para baixo nas perspectivas para a inflação. A estimativa de alta do IPCA este ano caiu 0,05 ponto percentual e atingiu 7,21 por cento, acima do teto da meta do governo, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos percentuais.
Em relação a 2017 a mediana das projeções foi reduzida em 0,01 ponto percentual, a 5,29 por cento, dentro da tolerância de 1,5 ponto para a meta de 4,5 por cento.
A projeção de contração do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016 chegou a 3,27 por cento, contra recuo de 3,25 por cento no levantamento anterior. Para 2017 permanece a expectativa de expansão de 1,10 por cento.
Fontes:
Texto: Reuters
(Por Camila Moreira)
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]]>A mensagem foi repetida diversas vezes pelo diretor de Política Econômica do BC, Altamir Lopes, após a divulgação do Boletim Regional nesta quinta-feira, reforçando a postura mais dura do BC em meio à persistência do cenário de indefinições fiscais e turbulências políticas no país.
Em sua primeira coletiva de imprensa no cargo, Lopes destacou que o BC “adotará as medidas necessárias para o cumprimento dos objetivos do regime de metas e para trazer a inflação à 4,5 por cento ao ano em 2017”, apontando que, para 2016, o alvo será levar o IPCA o mais próximo possível desse patamar. A meta do próximo ano é de 4,5 por cento, com margem de dois pontos percentuais para mais ou menos.
“A intenção é a manutenção de juros por período suficientemente prolongado, sem descartar a adoção de medidas para o cumprimento do regime de metas. Esse é o ponto fundamental”, disse ele.
Após manter a Selic em 14,25 por cento ao ano no fim de outubro, o BC deixou claro que o objetivo de levar a inflação ao centro da meta havia sido deslocado do fim de 2016 para 2017.
Na ata do Copom, divulgada na semana passada, o BC piorou sua previsão para a inflação neste ano e em 2016, afirmando que ambas estão acima do centro da meta, e já havia elavado o tom ao afirmar que permaneceria vigilante “independentemente do contorno das demais políticas”, citando claramente o atual cenário fiscal conturbado e incerto.
“Por eventos que não estavam no radar, por força de eventos não econômicos que acabaram por afetar preços de ativos, por um ajuste de preços relativos entre administrados e livres mais prolongado e mais intenso, o Banco Central entendeu como razoável estender o período para a convergência da inflação à meta para 2017”, disse Lopes.
“A manutenção (da Selic) por um período prolongado, no nosso entendimento, cumpre esse papel…, mas se for necessário, o BC tem medidas e pode adotá-las independentemente do nível de atividade que se apresente”, completou.
Na mais recente pesquisa Focus do BC, economistas de instituições financeiras elevaram suas expectativas para a alta do IPCA neste ano e no próximo a 9,91 e 6,29 por cento, respectivamente, enxergando há semanas o IPCA acima do centro da meta em 2017, a 5 por cento.
As declarações do diretor do BC influenciavam o mercado de juros futuros nesta sessão e guiavam a alta dos DIs, com os investidores reforçando as apostas de que o BC poderá voltar a elevar a Selic se o cenário se deteriorar muito.
O governo ainda luta para ver aprovado um projeto de lei que altera a meta de resultado primário este ano para déficit de até 117 bilhões de reais, sobre meta anterior de superávit de 8,7 bilhões de reais.
O tamanho do rombo deste ano afetará os esforços para o setor público consolidado obter superávit equivalente a 0,7 por cento do PIB no ano que vem, tarefa que também será dificultada pela frustração na arrecadação diante da economia em recessão e falta de consenso político para aprovação de medidas de ajuste fiscal, fatores que abalam a confiança dos agentes econômicos.
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Texto: Reuters
(Por Marcela Ayres)
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]]>SÃO PAULO – Como esperava a maior parte dos economistas, a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) na reunião desta quarta-feira (2), foi pela manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 14,25% ao ano. Com isso, o Banco Central encerrou o clico de sete altas iniciado em outubro que resultou em 325 pontos-base de elevação.
A estabilidade já era esperada pelo mercado, sendo que em pesquisa Bloomberg, de 56 economistas, apenas 5 acreditavam que haveria alguma elevação hoje. O Itaú Unibanco, em relatório assinado pelo economista Ilan Goldfajn, disse que esperava a Selic estável durante o restante do ano de 2015. “Em 2016 a inflação deve retroceder em resposta à desaceleração da economia e ao fim do ajuste das tarifas públicas, que ficaram atrasadas em relação aos seus preços justos”, explica Goldfajn.
Por outro lado, o economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito, disse acreditar em um novo aumento. Na avaliação de Perfeito, as expectativas de inflação para 2016 ainda não estão ancoradas, com grandes chances do relatório Focus – documento do BC que compila projeções de economistas para os mais importantes indicadores macroeconômicos – mostrar previsões ainda piores na semana que vem. Atualmente o Focus prevê o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) fechando 2015 em 9,28%, com o teto da meta do governo em 6,5% ao ano.

Com uma taxa mais alta de juros, o Banco Central tenta controlar o crédito e o consumo, atuando assim para segurar a inflação (Reuters)
Na reunião anterior, o BC havia indicado a manutenção da Selic. Apesar do DI precificar uma nova alta, a autoridade monetária indicou no comunicado que os juros provavelmente iriam permanecer neste patamar nos próximos meses. “O Comitê entende que a manutenção desse patamar da taxa básica de juros, por período suficientemente prolongado, é necessária para a convergência da inflação para a meta no final de 2016”, disse o BC em seu comunicado.
Com uma taxa mais alta de juros, o Banco Central tenta controlar o crédito e o consumo, atuando assim para segurar a inflação, que tem mostrado resistência neste ano. Por outro lado, ao tornar o crédito e o investimento mais caros, os juros elevados prejudicam o nível de atividade da economia brasileira e, também, a geração de empregos.
Confira o comunicado do Banco Central:
Avaliando o cenário macroeconômico, as perspectivas para a inflação e o atual balanço de riscos, o Copom decidiu, por unanimidade, manter a taxa Selic em 14,25% a.a., sem viés.
O Comitê entende que a manutenção desse patamar da taxa básica de juros, por período suficientemente prolongado, é necessária para a convergência da inflação para a meta no final de 2016.
Fontes:
Texto: www.infomoney.com.br
(Por Ricardo Bonfim) Matéria Original:
http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/4261586/copom-mantem-selic-encerra-ciclo-altas-que-comecou-2014?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=nlmercados
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