• www.tirupatinaturalpark.co.in
  • toto slot
  • situs toto
  • toto slot
  • https://figurinepop.com/
  • https://eg-suppprt.com/
  • primatoto
  • deposit 5000
  • toto slot
  • toto
  • situs toto
  • https://idet.tlaxcala.gob.mx/
  • https://mjfspm.org/
  • slot qris
  • slot toto
  • situs toto
  • situs toto
  • toto slot
  • mjfveterinarycollege.org

  • slot pulsa
  • situs toto
  • primatoto
  • primatoto
  • https://dietncheat.com/

    situs toto

    primatoto

    https://sukabumistone.com/es/

    https://www.modernartframing.com.au/contact-us

    situs toto

    slot gacor

    situs toto

    situs toto

    pulsa tanpa potongan

    situs toto

    slot 5k

    https://giullianaloza.pe/eventos/

    toto macau

    situs toto

    toto slot

    deposit 5000

    slot pulsa

    giga slot

    toto slot

    https://www.titurel.nl/contact/

    toto slot

    situs toto

    https://www.karvyonline.com/dp-account-access/

    situs 5k

    slot qris

    slot qris

    situs togel

    deposit 5000

    situs toto

    situs togel

    https://marywshelley.com/

    https://www.campingrozenhof.com/nl/

    https://trade.karvyonline.com/

    situs toto

    deposit 5000

    situs toto

    https://bmc-agricola.es/en/

    slot77

    rtp gacor

    slot 5k

    situs toto

    toto slot

    https://safari.udsm.ac.tz/

    situs toto

    https://didaktikamj.upol.cz/

    situs toto

    situs toto

    situs togel

    https://scopusacademia.org/

    slot toto

    https://fpssa.com.ar/

    primatoto

    situs togel

    toto slot

    situs toto

  • deposit pulsa
  • https://assholesatheory.com/
  • Por onde vazam os lucros do varejo? | Abra Seu Negócio Por onde vazam os lucros do varejo? – Abra Seu Negócio

    Por onde vazam os lucros do varejo?

    Crise obriga empresas do setor a analisarem perdas e reverem processos para preservar o faturamento. Período de prosperidade levou comércio a afrouxar a vigilância administrativa.

    A prosperidade econômica dos últimos anos elevou os rendimentos do comércio, mas teve um efeito negativo. A bonança levou muitos varejistas, especialmente os pequenos, a terem sucesso mesmo deixando de lado cuidados importantes na gestão. O resultado é que as perdas no setor subiram de 1,68% sobre o faturamento líquido, em 2004, para 2,89%, em 2014, segundo mostram os resultados preliminares da 15ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar).

    noticia_imagem_0260_a

    A alta também pode ser explicada por uma mensuração mais minuciosa por parte das empresas, que agora voltam-se para enxugar custos e otimizar resultados, para sobreviver ao período de recessão econômica e à inflação que deve chegar a 10% este ano. Comparativamente a outros países, o índice brasileiro é bem alto. Na América do Norte, a média fica em 1,49%; na Europa, 1,27%; na América Latina é de 1,60%; e na Ásia Pacífico, 1,16%. O país está acima inclusive da média global, de 1,36%.

    O custo disso é alto e não pode mais ser menosprezado diante da conjuntura do mercado. “Esse desempenho é influenciado por dois elementos importantes. De um lado, estão as características estruturais do próprio varejo, com a intensificação da questão da segurança; e, de outro, uma preocupação maior em medir e saber o que está acontecendo”, afirma Cláudio Felisoni de Angelo, Presidente do Conselho do Ibevar/Provar, em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira.

    Maiores perdas entre micro e pequenos

    Entre supermercados, lojas de materiais de construção e farmácias, as principais causas de perdas são erros operacionais, como os de inventário; quebras operacionais; furtos cometidos por funcionários, por consumidores; e fraudes de terceiros. Já as micro e pequenas empresas de diversos ramos de atividade consultadas sofrem com a inadimplência, os produtos danificados, assaltos, problemas com cheques, itens vencidos, furto externo e erros administrativos, nesta ordem de relevância.

    Os índices de perdas são maiores neste grupo, chegando a 4,44%. Depois aparecem os supermercados, com 2,98%. Destas redes de alimentos e outros produtos, apenas 36,28% afirmaram possuírem área de prevenção a perdas. São diversas as medidas adotadas pelas varejistas dos variados setores. “Com o dinheiro entrando pela janela, a administração ficou um pouco de lado. Já quando o vento para de soprar dessa forma, a gestão muda. O olhar do balcão para dentro passa a ser mais relevante. A tecnologia tem papel essencial em todo esse processo de controle”, aponta Felisoni.

    Entre os recursos adquiridos para reduzir as perdas estão circuitos internos de televisão, cofres e alarmes, assim como cabos e correntes de fixação de produtos; coletor de dados para realização do inventário; e softwares de monitoramento e acompanhamento das perdas. Outras atividades também são implementadas, como a introdução de processos mais cuidadosos de recrutamento e seleção, participação nos lucros atrelada aos resultados de perdas, adoção de um telefone de denúncia, treinamentos para colaboradores e concursos de redução de perdas com premiações.

    Mudanças em processos

    As empresas também vêm ajustando processos internos para minimizar os custos com essas perdas. Eles se referem a controles de trocas de produtos por clientes, de recebimentos e de transferências entre lojas. Há ainda aquelas que vêm investindo em auditorias do inventário e dos procedimentos operacionais. A adoção do cliente oculto é mais uma ferramenta que tem garantido um maior controle e até a redução de perdas. Até a utilização de saco de lixo transparente foi apontado por alguns dos entrevistados como parte da solução.

    A amostra da 15ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro contou com mais de três mil lojas, que reúnem juntas mais de seis milhões de metros quadrados em área de vendas e um faturamento bruto de R$ 131 milhões. A quantia representa pouco menos de 10% do total de venda de bens no país. O levantamento foi realizado com a parceria do Sebrae, da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco).

    Fontes:
    Texto: www.mundodomarketing.com.br
    (Por Renata Leite – renata.leite@mundodomarketing.com.br)
    Foto: Divulgação

    Quer publicar um release em nosso portal? Entre em CONTATO.