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Segmento pet: por que ele é tão relevante no Brasil? | Abra Seu Negócio Segmento pet: por que ele é tão relevante no Brasil? – Abra Seu Negócio

Segmento pet: por que ele é tão relevante no Brasil?

Os sócios da marQ Systems: Tiago Albino, Luciana Schavacini e Daniel Rosenfeld.
Por Luciana Schavacini*

O segmento brasileiro de animais de estimação ocupa atualmente a segunda posição no ranking mundial. Mas por que o mercado pet brasileiro é tão relevante? Quais são as principais tendências e previsões para este setor? Uma das fortes mudanças que ocasionaram o crescimento está na relação entre famílias e pets, aliada a fatores sociológicos e psicológicos.

O aumento da densidade populacional nas regiões urbanas, junto à verticalização das cidades, bem como pessoas vivendo sozinhas e casais que não podem ou não querem ter filhos, são exemplos de situações que colaboram para novos hábitos em relação aos animais de estimação.

Embora a atual crise esteja afetando o poder de compra do brasileiro, o mercado de produtos para animais de estimação segue em constante expansão. Só em 2015, estima-se que foram gastos cerca de R$ 17,9 bilhões com produtos e serviços para os bichinhos, representando um aumento de 7% em relação ao ano anterior. A previsão para 2020 é que esse número cresça para R$ 20 bilhões.

O varejo especializado também tem colaborado para um cenário promissor. Exemplo disso é a rede de pet shop Petz que, mesmo em meio à atual situação econômica, pretende chegar a 100 unidades até 2020. Outro exemplo é a rede americana Petland, que desembarcou no Brasil em 2014 e já conta com 20 lojas. O grupo planeja dobrar essa meta ainda em 2016.

E como a tecnologia vai influenciar este importante segmento? A Internet das Coisas (IoT, sigla em inglês) é o grande movimento tecnológico para os próximos anos. Segundo o relatório do Pew Research Center, 87% dos especialistas entrevistados afirmam que a IoT vai impactar beneficamente a vida das pessoas.

O mercado de dispositivos vestíveis (wearable devices) transformará a forma com que o consumidor se relaciona com a tecnologia, tornando-se algo natural e indispensável. Outro levantamento conduzido pela International Data Corporation (IDC) reporta que a venda global de wearables alcançará a marca de 173,4 milhões de unidades embarcadas em 2019.

Este mercado em ebulição também conta com a participação do setor pet, que só em 2014, movimentou US$ 800 milhões, com a expectativa que este número triplique até 2022, segundo a consultoria Grand View Research. E, dentro das possíveis aplicações vestíveis, o grande destaque circula em torno dos monitoradores via GPS para pets – o relatório Wearable Technology for Animals 2015-2025 da IDTechEx aponta que 30% de todos os wearables para animais de estimação terão esta tecnologia. O mesmo relatório indica que o gasto com vestíveis deve superar, em nível mundial, o gasto com rações até 2017.

Portanto, é fácil entender o porquê de tantos olhos voltados para o setor pet. No Brasil, em especial, o número de animais de estimação é cada vez maior. O IBGE trouxe um dado muito interessante em 2015: as famílias brasileiras cuidam de 52 milhões de cães e 45 milhões de crianças e a tendência é que terá cada vez mais espaço para os animais, pois a população pet deve crescer 5% ao ano, enquanto que a de humanos menos de 1%.

De melhores amigos, pets passaram a ser considerados como membros da família, tendo direito a melhores refeições, acomodações, vestes e até plano de saúde próprio. Eles estão cada vez mais presentes em nossas vidas, seja em casa, nos momentos de lazer, nas viagens e até mesmo no nosso local de trabalho. E esta é uma tendência que, ao menos no curto e médio prazo, somente se solidificará.

*Luciana Schavacini é sócia fundadora da marQ Systems, startup voltada para o monitoramento de animais de estimação, crianças e adultos com necessidades especiais.

 

 

Fontes:
Texto: Digital Trix
(Por Ana Paula Guedes)
Foto: Divulgação

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