situs togel

toto togel

toto togel

slot pulsa

giga slot

primatoto

toto slot

slot 5k

slot 5k

toto slot

slot 5000

https://merkana.ro/meniu-restaurant/

https://www.technotech.it/en/

https://nuevomundo.gt/mas-musica-radio/

https://velvethealth.co.ke/services/

https://economyoflove.net/registry/

toto togel

https://www.titurel.nl/contact/

toto slot

toto togel

toto slot

https://altpro.fi/tuotteet/

situs toto

https://www.lesaffre.ro/home/

https://ozonoysalud.com/es/

https://www.momoinn.com/contact

https://admission.gafcscmil.edu.gh/

https://vagas.promptservicos.com.br/

slot depo 5k

slot togel

togel thailand

https://www.karvyonline.com/dp-account-access/

https://hog-roast.com/

https://www.digitextechnologies.com/about-us/

https://robuchonlondon.co.uk/

https://www.allnetwork.org/kontak/

toto slot

toto

situs toto

situs 5k

situs gacor

deposit 5000

slot qris

slot qris

situs togel

situs toto

deposit 5000

slot 5000

situs toto

situs toto

situs togel

https://marywshelley.com/

situs toto

https://www.campingrozenhof.com/nl/

deposit 5000

slot qris

slot thailand

slot online

https://trade.karvyonline.com/

https://www.charlekas.com/kontakt/

situs toto

https://www.ellines.com/en/

deposit 5000

situs toto

slot 5k

https://datacenter.medinformer.co.za/

https://bmc-agricola.es/en/

situs toto

toto togel

slot77

rtp gacor

slot gacor hari ini

https://h12.ro/contact/

https://museodeartesacro.com/eventos

slot 5k

https://www.edizioniblackcoffee.it/americana/

slot 5k

Mercado de energia solar em telhados no Brasil vive boom e atrai investidor | Abra Seu Negócio Mercado de energia solar em telhados no Brasil vive boom e atrai investidor – Abra Seu Negócio

Mercado de energia solar em telhados no Brasil vive boom e atrai investidor

A tecnologia ficou mais viável após a forte elevação das tarifas de eletricidade, de quase 50% em 2015.

O mercado de  pequenas  instalações de energia solar cresce com força no Brasil desde meados do ano passado e cria expectativa de um aumento exponencial nos próximos anos, o que chamou a atenção de grandes elétricas internacionais, que têm anunciado ou ampliado investimentos no setor, como a italiana Enel, a norte-americana AES e a francesa Engie.

A tecnologia instalada em telhados ficou mais viável após a forte elevação das tarifas de eletricidade, de quase 50% em 2015, e de mudanças na regulação em novembro que tornaram mais atrativa a instalação dos sistemas, que reduzem ou zeram a conta de luz dos consumidores, conforme a energia produzida por eles vira um crédito nas faturas.

Segundo estudo do Greenpeace, a tecnologia tem potencial para sair praticamente do zero e alcançar cerca de 29,6 mil megawatts em potência instalada até 2030, se mantido o cenário atual, o que representaria mais de 6 milhões de instalações –a princípio, não há limitações técnicas para esse crescimento.

Essa expansão ainda poderia chegar a até 41,4 mil megawatts, que representariam uma presença maior na matriz brasileira, que hoje tem 142,6 mil megawatts instalados, se fossem adotados incentivos tributários e outras facilidades, como a possibilidade de o consumidor utilizar recursos do Fundo de Garantia (FGTS) para a compra das placas fotovoltaicas. Atualmente, segundo a Aneel, existem 1,9 mil sistemas, ou 22,8 megawatts em potência.

“Isso já mostra o potencial que essa fonte tem no Brasil… a gente percebe que está havendo um crescimento bem acelerado de outubro passado para cá, mas esperamos que isso aconteça de forma mais rápida, sobretudo se conseguirmos alguns incentivos”, disse à Reuters a coordenadora de energia solar do Greenpeace, Bárbara Rubim.

De olho nesse mercado, a italiana Enel montou uma empresa dedicada à geração solar de pequeno porte no Brasil ainda em 2013, a Prátil, que no ano passado acelerou a contratação de representantes comerciais no país para garantir o crescimento em meio a um cenário mais favorável para a tecnologia.

“A Prátil espera crescer ao menos cerca de 150% por ano até 2020”, disse a Enel à Reuters, em nota. Em 2015, a capacidade instalada em sistemas de microgeração solar vendidos pela companhia cresceu de 170 kWp para 1.392 Kwp.

Além de vender os sistemas, a empresa da Enel também oferece a opção de financiar as instalações para clientes, que então passam a pagar pela prestação do serviço. “A companhia está investindo cerca de 23,5 milhões de reais em projetos de geração distribuída em 2016”, apontou a Enel.

A norte-americana AES também entrou no segmento –no final de abril, a companhia incluiu a instalação de sistemas de microgeração solar entre os serviços prestados por uma nova empresa do grupo no Brasil, a AES Ergos, voltada a soluções em energia para clientes comerciais e residências.

A empresa, inclusive, já concluiu a primeira instalação, em um contrato que contemplou a entrega de um sistema com 262 painéis fotovoltaicos na sede do governo do Estado de São Paulo, com capacidade de 310 watts.

Tendências inevitáveis

Para a AES, a AES Ergos poderá no futuro ser até mesmo maior que as distribuidoras de energia do grupo, AES Eletropaulo e AES Sul, conforme o crescem a microgeração e a prestação serviços na área de energia.

“Essa é uma tendência inevitável. O poder do cliente cresce (com a tecnologia) e ele está mais engajado com o tema energia limpa. Ainda que haja questões temporais, o caminho está traçado”, afirmou a presidente da AES Ergos, Teresa Venaglia.

Outra gigante da área de energia que recentemente anunciou a entrada nesse segmento foi a francesa Engie, que com sua controlada Tractebel fechou a aquisição no mês passado da Brasil Energia Solar, voltada a instalações de pequeno porte.

“Fizemos um plano de negócios em que vamos injetando recursos e também a nossa expertise em energia… é um plano de negócios para entrar (no setor), dentro de um novo projeto de se aproximar do cliente, ter contato direto com o consumidor, o que está dentro do que a Engie pensa para o futuro do mercado de energia”, disse o presidente da Tractebel, Manoel Zaroni.

No radar do setor, no entanto, está a crise política e econômica do país, que pode atrasar o ritmo de expansão previsto para a indústria. “Infelizmente o cenário de crise pode afetar isso… a gente sabe que estamos propondo desoneração, o que no contexto de crise é quase uma palavra proibida, mas nossos estudos mostram que isso traria emprego e arrecadação com tributos”, afirmou Bárbara, do Greenpeace.

Segundo a instituição, os cenários previstos de expansão da chamada microgeração solar poderiam gerar entre 2,8 milhões de 3,9 milhões de empregos diretos e indiretos, e entre 7,8 bilhões e 11,3 bilhões de reais em arrecadação tributária até 2030. “Dentro do setor de energia, a geração solar é uma das fontes que mais gera emprego por megawatt instalado”, disse Bárbara. A especialista do Greenpeace chamou ainda a atenção para as emissões de gases do efeito estufa que poderiam ser evitadas, com o avanço da geração distribuída.

 

 

Fontes:
Texto: epocanegocios.globo.com
(Por LUCIANO COSTA, DA REUTERS)
Foto: JOE RAEDLE/GETTY IMAGES

Quer publicar um release em nosso portal?  Entre em CONTATO.